Notas de versões anteriores

Observação: para saber mais sobre as versões específicas ou a atual do Chrome, consulte as notas da versão do Chrome Enterprise.
 

Para administradores que gerenciam o navegador Chrome ou dispositivos ChromeOS de uma empresa ou escola.

 

 

Google e marcas e logotipos relacionados são marcas registradas da Google LLC. Todos os outros nomes de empresas e produtos são marcas registradas das empresas às quais eles estão associados.

 

Observação: para saber mais sobre as versões específicas ou a atual do Chrome, consulte as notas da versão do Chrome Enterprise.
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Chrome 151

Resumo da versão 151 do Chrome

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento

O Chrome 151 removeu o suporte para o macOS 12

   

Ocultar automaticamente a barra de favoritos

 

 

Navegação Segura com Maior Proteção ao usar o Gemini no Chrome

   

Login corporativo em dispositivos pessoais com Windows

 

Gemini no Chrome

 

 

Atualizações da filtragem de URL

   

Botão de chat com IA para o mecanismo de pesquisa preferencial

   

Anotações de texto em PDF

 

 

Redesign dos fluxos de criação de perfil

   

Análise de XML em Rust para cenários sem XSLT

 

 

Nova tela de preenchimento automático e senhas em dispositivos móveis

 

Novas políticas no navegador Chrome

   

Políticas removidas do navegador Chrome

   

Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento

Relatórios de uso de IA generativa e aplicativos SaaS

 

Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento

Bloquear extensões usando categorias da Chrome Web Store

 

Integração de rótulos do MIP para DLP

 

Suporte da DLP para arquivos virtuais no ChromeOS

   
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento

API CPU Performance

     

Descontinuação e remoção do XSLT

Descontinuação e remoção das APIs do Sandbox de privacidade

 

Captura de navegação para PWAs

 

 

Atribuição de notificações para PWAs no macOS

 

 

Iframe fora do processo para o visualizador de PDF

 

 

Remoção planejada das extensões do Manifest V2 em 31 de agosto de 2026

Isolamento de processos no Windows

   

Restringir a busca em segundo plano para service workers

 

Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5

   

Sugestões de preenchimento automático mais inteligentes

 

 

Modo de exibição sem moldura para Apps Isolados da Web

 

 

API Window Shape

 

 

Mudança para um ciclo de lançamento de duas semanas

   

Sub apps

 

 

Sempre usar conexões seguras por padrão

   

Otimização opcional do navegador para service workers

   

Criptografia pós-quântica para o CUP do navegador Chrome

   

Restrições de acesso à rede local

   

Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://

   

Criptografia pós-quântica para DTLS em WebRTC

   

Filtragem de protocolo na API Digital Credential

     

Apps isolados da web

   

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento

Descontinuação das políticas de perfil de roaming

   

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento

Cabeçalhos HTTP personalizados

   

Refatoração da UX de regras do navegador Chrome

 

 

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas leva de 1 a 2 semanas para ficar pronta.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

 

Atualização importante: a partir de 26 de março de 2026, as notas da versão do navegador Chrome para empresas vão mudar de lugar. Acesse agora exclusivamente no nosso site: chromeenterprise.google. Atualize seus favoritos. As notas da versão do ChromeOS vão continuar sendo publicadas neste link e não serão movidas.

Chrome browser changes

 

Chrome 151 removes support for macOS 12

Chrome 150 is the last release to support macOS 12; Chrome 151+ will no longer support macOS 12, which is outside of its support window with Apple. To maintain security, it is essential to run Chrome browser on a supported operating system.

On Macs running macOS 12, Chrome continues to work, showing a warning infobar, but it will not update any further. If users wish to have Chrome updated, they need to update their computer to a supported version of macOS.

For new installations of Chrome 151+, macOS 13+ is required.

  • Chrome 151 on Windows, macOS, Linux No rollout step
 

Auto-hide for bookmark bar

To provide a cleaner New tab page experience and improve user productivity, Chrome introduces new ways to control the visibility of the bookmark bar. Starting in Chrome 151 on Windows, macOS, Linux, and ChromeOS, the bookmark bar can automatically hide if it is not being used regularly. If the bookmark bar is automatically hidden due to low usage, affected users see a notification that allows them to easily restore the bar.

Chrome 151 introduces new bookmark visibility settings, under Settings > Appearance, giving users explicit control over whether the bar appears on the New tab page.

Admins can manage this feature using the BookmarkBarEnabled policy. To prevent the bookmark bar from automatically hiding, admins must set the BookmarkBarEnabled policy to mandatory. When this policy is enforced, the new visibility settings still appear in the browser but will not be clickable.

  • Chrome 151 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
 

Enhanced Safe Browsing protections when using Gemini in Chrome

Chrome 151 expands Safe Browsing protections to provide an even safer experience when using Gemini in Chrome. By triggering real-time Safe Browsing verdicts for active pages, this update increases coverage to protect against newly-created malicious sites and keep AI-assisted browsing secure.

This update introduces no new enterprise policies. Existing enterprise policies governing Safe Browsing protections (such as SafeBrowsingProtectionLevel) and generative AI features (such as GenAiDefaultSettings) continue to govern user access and warning behaviors across managed devices.

For more information, see Google Safe Browsing and Gemini in Chrome.

  • Chrome 151 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
 

Enterprise sign-in on personal Windows devices

Previously, when signing in with a work or school account (such as Office 365) on personal Windows devices, some users experienced unintended enterprise policy enforcement. Chrome is currently resolving an issue on Windows where signing-in incorrectly classified personal machines as enterprise-managed.

Starting in Chrome 154 on Windows, Chrome will include additional checks to ensure that personal devices are not treated as enterprise-managed based solely on an account login. This change will not impact devices that are fully joined to Entra ID or Active Directory (AD).

Users on personal Windows devices will experience a standard consumer browsing environment. Specifically:

  • UI changes: The management disclaimer UI will no longer appear, and enterprise-specific error messages for SSL errors will be disabled.
  • Consumer features enabled: Features that explicitly exclude enterprise environments will become available, including new AI features, the Platform Experience Helper, and specific heuristics for HTTPS-First Mode.

Because these personal devices will correctly no longer be treated as enterprise-managed, IT administrators should be aware of the following impacts on their controls:

  • Policy functionality: Policies that strictly require an enterprise-managed device will stop functioning on these personal machines. Examples of affected policies include HomepageLocation, AutoOpenFileTypes, and all Google Update policies. For more details, see Manage Chrome updates.
  • Enterprise features: Certain enterprise-only capabilities, such as Chrome Downgrade snapshots, will no longer be generated for these devices.

 

  • Chrome 151 on Windows Policies that strictly require an enterprise-managed device will consider additional checks.
  • Chrome 154 on Windows All other features will consider additional checks
 

Gemini in Chrome

Gemini is now integrated into Chrome on macOS, Windows, iOS, Android and selective ChromeOS devices, and can understand the content of your current page. Users can now seamlessly get key takeaways, clarify concepts, and find answers, all without leaving their Chrome tab. This integration includes both chat, where users can interact with Gemini via text, and Gemini Live, with which users can interact with Gemini via voice.

In Chrome 143, Gemini in Chrome started to roll out to most Google Workspace users with access to the Gemini app in the US. Admins can turn off this feature (value 1) using the GeminiSettings policy or by using the GenAiDefaultSettings (value 2). For more details, see Gemini in Chrome in the Help Center or this blog post.

In Chrome 143, we announced the multi-tab context feature. Gemini in Chrome can now see more of your opened tabs (10 max) so you can ask questions across multiple pages to help you compare, find information more efficiently. Gemini in Chrome also serves as a productivity agent. Gemini in Chrome automatically uses public information from these Google services: Google Search, Google Maps, YouTube. With your permission, Gemini in Chrome can help you connect your personal information and content in Google Workspace services (Gmail, Drive, Keep, Calendar, and Tasks).

In Chrome 144, auto browse in Gemini in Chrome was made available to some users (non-enterprise). An enterprise policy GeminiActOnWebSettings is available.

In Chrome 147, Auto browse in Gemini in Chrome became available to Enterprise users. Enterprise policies GeminiActOnWebSettings, GeminiActOnWebAllowedForURLs and GeminiActOnWebBlockedForURLs are available to control auto browse.

In Chrome 149, Gemini in Chrome became available to users in 118 additional countries and territories.

In Chrome 150, Gemini Spark can use Chrome auto browse to complete tasks that need web actuation. Enterprise policy is GeminiSparkSettings. Chrome will also now suggest Gemini in Chrome features at relevant moments. Enterprise policy is ChromeSuggestionsSettings.

In Chrome 151, Gemini in Chrome is available to users in the United Kingdom and 14 additional countries and territories. This release also includes new Gemini in Chrome features, such as:

  • File upload
  • File generation
  • Improved scam blocking
 

For more details, see our Gemini in Chrome Help Center article.

  • Chrome 151 on ChromeOS, macOS, Windows
    • Gemini in Chrome became available to users in the United Kingdom and 14 additional countries and territories.
    • File upload support: Users may upload files in Gemini in Chrome, enabling them to ask questions about files, such as comparing them with the content of their open tabs. In M151 this feature is rolling out to consumers only, but Admins may set the RestrictSigninToPattern policy to restrict sign-ins from personal Gmail accounts, or utilize the LocalUserFilesAllowed policy.
    • File generation support: Users can generate files like Google Docs, Sheets, PDFs, and more directly from Gemini in Chrome.
    • Gemini in Chrome improved scam blocking: Safe Browsing protections have been expanded to provide an even safer experience during Gemini in Chrome interactions. By triggering real-time Safe Browsing verdicts for active pages, this update increases coverage to protect against newly created malicious sites and keep AI-assisted browsing secure. This update introduces no new enterprise policies. Existing enterprise policies governing Safe Browsing protections (such as SafeBrowsingProtectionLevel) and generative AI features (such as GenAiDefaultSettings) continue to govern user access and warning behaviors across managed devices. For more information, see Google Safe Browsing and Gemini in Chrome.
 

URL filtering updates

Chrome 151 introduces two updates to URL filtering behavior to ensure consistent security enforcement and more accurate administrative reporting across all platforms. This results in changes to the URLBlocklist and URLAllowlist policies.

  • Consistent policy enforcement in Incognito mode: To enhance security and privacy, the URLBlocklist policy will now be strictly enforced on Incognito pages. Previously, the IncognitoModeUrlAllowlist could override blocklist settings in certain scenarios. This update ensures that administrators have reliable control over restricted content, regardless of the user's browsing mode.
  • Improved wildcard (*) handling in URLAllowlist: When a wildcard (*) is used in the URLAllowlist, Chrome no longer categorizes every URL as explicitly allowed. While users are still permitted to navigate to these URLs (unless blocked by a more specific policy), this change ensures that internal status checks and reporting tools accurately reflect the difference between a global allowlisting and a targeted allowlist entry.
  • Chrome 151 on Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
 

AI chat button for preferred search engine

To ensure all Chrome users can quickly get AI-powered answers to their questions, regardless of their default search engine, the Omnibox now displays an AI chat button for supported third-party search engines. This provides a seamless, one-click experience to access their preferred search engine's AI chat capabilities.

Admins can manage this capability using the new ThirdPartyAiChatSettings policy, which interacts with existing AI management policies:

  • Enabling Third-Party Chat: For users to see the AI chat button when their Default Search Engine is a supported third party, administrators must enable both the AIModeSettings and the ThirdPartyAiChatSettings policies.
  • Default & Fallback Behavior: If the ThirdPartyAiChatSettings policy is left unset, it will automatically fall back to the value defined in the GenAIDefaultSettings policy.
  • Google Default Search Engine: The existing AIModeSettings policy remains unchanged. It will continue to exclusively control the visibility of the Google chat button for users who use Google as their Default Search Engine.

 

  • Chrome 151 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
 

PDF text annotations

To improve user productivity and reduce reliance on physical hardware, Chrome now allows you to add and edit text annotations directly within PDF documents. Starting in Chrome 151 on Windows, macOS, Linux, and ChromeOS, users can seamlessly complete non-native PDF forms, entirely removing the need for printing, manual signing, and scanning.

Users can place text boxes anywhere on a PDF, type information, and style the text using font size, color, and justification options. These text boxes can be moved, resized, or deleted, and users can tab between them before saving the final document with the annotations embedded.

All Chrome Desktop PDF users across all supported OS platforms can now fill out forms that lack native fields, which will save time and reduce reliance on physical hardware.

  • Chrome 151 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
 

Redesign of profile creation flows

Previously in Chrome 148, profile creation flows on Desktop (Windows only) got a visual update to provide a contemporary and streamlined onboarding experience. During First Run and Secondary profile creation, we introduced a new design to the onboarding flow, which includes management screens, to harmonize with the current Chrome brand identity.

Chrome 151 introduces this visual update on Desktop for macOS and Linux.

This update only includes visual improvements. There are no functional changes to the onboarding process, and your existing workflows and policies remain unaffected.

Additionally, Chrome 151 enhances the First Run profile creation flow on Windows with media effects, including animations and sound. At the end of the user journey, the creation flow (optionally) showcases Chrome features such as:

  1. Google Lens
  2. Password Manager
  3. Themes and customization

Existing enterprise controls affecting the First Run user journey remain unchanged. Features disabled or limited by admins (for example, using PasswordManagerEnabled, SearchContentSharingSettings, and BrowserThemeColor) are automatically skipped at the Feature Showcase step.

  • Chrome 148 on Windows - Feature rolls out gradually A visual update to the First Run and Secondary profile creation flows.
  • Chrome 151 on Linux, macOS - Feature rolls out gradually A visual update to the First Run and Secondary profile creation flows.
  • Chrome 151 on Windows - Feature rolls out gradually Media effects added and the Feature Showcase step added to the First Run flow.
 

XML parsing in Rust for non XSLT scenarios

To improve browser security and protect users against memory-related vulnerabilities, Chrome 151 is changing its XML parsing engine to a memory-safe Rust implementation for several common scenarios. This foundational update eliminates potential memory corruption bugs while maintaining full compatibility with existing web standards.

Chrome has already begun to deprecate and remove XSLT. While this process continues, the new, safer parser will handle the following scenarios where no XSLT is required:

  1. DOMParser Web API.
  2. Accessing responseXML of XMLHttpRequest.
  3. SVG standalone images (that is, accessing a image.svg document directly as a top level navigation).
  4. SVG external images (including a main document embedding an SVG as an external image resource).
  • Chrome 151 on Windows, macOS, Linux, Android No rollout step
 

New Autofill and passwords screen on mobile devices

Starting in Chrome 150 for Android and Chrome 151 for iOS, we are introducing a new, unified Autofill and passwords screen on mobile devices. This update also reorganizes enhanced Autofill data into two distinct categories: Identity docs and Travel.

The primary goal of this change is to provide users and admins with a more comprehensive overview of all the stored browser data, including passwords, passkeys, addresses, and ID cards. These new options are available under Chrome browser Settings > Autofill and passwords.

Existing policies for Autofill and Password management continue to function as expected, without any disruption. Admins can continue to manage these settings through the following existing policies: PasswordManagerEnabled, AutofillAddressEnabled, AutofillCreditCardEnabled.

For more information, see Fill out forms automatically in Chrome in the Google Chrome Help Center.

  • Chrome 150 on Android - Feature rolls out gradually Whole feature being rolled out.
  • Chrome 151 on iOS - Feature rolls out gradually Whole feature being rolled out.

 

New policies in Chrome browser back to top

Policy Description

AutomaticDownloadsAllowedForUrls

Allow automatic downloads on these sites

AutomaticDownloadsBlockedForUrls

Block automatic downloads on these sites

DefaultAutomaticDownloadsSetting

Default automatic downloads setting

OnFileDownloadedEnterpriseConnector

Configuration policy for the OnFileDownloaded Chrome Enterprise Connector

ProcessIsolationEnabled

Enable Process Isolation

ThirdPartyAiChatSettings

Settings for 3rd party AI Mode integrations in the address bar and New Tab page search box.

VoiceTypingSettings

Settings for Voice Typing

  

 

Chrome Enterprise Core changes

 

Gen AI and SaaS app usage reporting

Chrome 151 introduces a new Gen AI and SaaS app usage reporting feature in the Google Admin console. This report brings visibility into an organization's use of generative AI tools and SaaS sites, allowing admins to monitor usage of their enterprise IT resources.

This new report tracks usage for popular Gen AI and enterprise SaaS websites in Chrome, providing metrics on visits, unique managed profiles, unique managed browsers, and access to sensitive content transfer events. With these insights, admins can assess risk and determine where controls are needed. Using Chrome Enterprise Premium data protection controls, admins can then restrict usage using Data Loss Prevention (DLP) rules.

The Gen AI and SaaS app usage reporting policy will be available in the Admin console to disable this reporting.

Chrome 147 allowed a Trusted Tester preview, with the feature gradually rolling out in Chrome 151.

  • Chrome 147 on Linux, macOS, Windows - Early preview available to Chrome Enterprise Trusted Tester
  • Chrome 151 on Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually

Chrome Enterprise Premium changes

Read more about the differences between Chrome Enterprise Core and Chrome Enterprise Premium.

 

 

Block extensions using Chrome Web Store categories

As early as Chrome 148, admins can enhance security by automatically blocking Chrome extensions based on their Chrome Web Store categories, for example, blocking all Games extensions. This feature prevents extensions from blocked categories being installed and disables them if already present. Force-installed and allow-listed extensions remain unaffected.

This setting is only available in the Google Admin console under Apps & Extensions > Settings, within the new Advanced extension blocking section. The setting name is Block by category. It can also be configured using the Chrome Management APIs. This setting is not available for locally-managed devices.

Chrome 148 allows a Trusted Tester preview, with the feature gradually rolling out in Chrome 151.

  • Chrome 148 on Linux, macOS, Windows - Early preview available to Chrome Enterprise Trusted Tester
  • Chrome 151 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
 

MIP label integration for DLP

Chrome 151 can now understand and enforce Data Loss Prevention (DLP) policies based on Microsoft Information Protection (MIP) sensitivity labels applied to Office 365 documents.

To enable this feature, administrators must authorize the connection between Chrome Enterprise Premium and their Microsoft Azure tenant using the MIP label config under the Connectors API. Once connected, admins can create permanent DLP rules using these labels to block, warn, or audit user actions, for example:

  • copying and pasting to external sites, specifically targeting risks like GenAI data leakage
  • downloading
  • printing
 

In Chrome 151, a Trusted Tester preview of Microsoft Information Protection (MIP) label integration becomes available on Windows, macOS and ChromeOS.

  • Chrome 151 on ChromeOS, macOS, Windows - Early preview available to Chrome Enterprise Trusted Tester
 

DLP support for virtual files on ChromeOS

On ChromeOS, files stored in non-native virtual folders (such as Microsoft OneDrive via extension-based File System Providers) were previously bypassed during enterprise file scans.

With this update, Chrome now supports Data Loss Prevention (DLP) scanning for these virtual files during user-initiated file uploads, drag-and-drop actions, and clipboard pastes. To perform the scan, ChromeOS securely streams a temporary local copy of the virtual file. Once the scan is completed and evaluated, the temporary file is immediately deleted. This update closes a security gap, ensuring consistent policy enforcement across all storage locations on ChromeOS.

This capability is governed by the existing, permanent OnFileAttachedEnterpriseConnector policy. If you have already configured file-upload scanning for your organization, no further action is required; ChromeOS will automatically begin scanning virtual files.

  • Chrome 151 on ChromeOS - Feature rolls out gradually

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Coming soon

Note: The items listed below are experimental or planned updates. They might change, be delayed, or canceled before launching to the Stable channel.

 

Upcoming Chrome browser changes

 

CPU Performance API

Starting in Chrome 152, Chrome will introduce the CPU Performance API, which allows web applications to determine the CPU performance of a user's device. This API targets web applications that will use this information to provide an improved user experience, possibly in combination with the Compute Pressure API, which provides information about the user device’s CPU pressure or utilization and allows applications to react to changes in CPU pressure.

Users can override the reported performance in Chrome's Performance settings. Administrators can also control this behavior using the CpuPerformanceTierOverride policy (which takes precedence over the user setting).

For more details, see CPU Performance API Explainer.

  • Chrome 152 on Windows, macOS, Linux, Android No rollout step
 

Deprecate and remove XSLT

XSLT v1.0, which all browsers adhere to, was standardized in 1999. In the meantime, XSLT has evolved to v2.0 and v3.0, adding features, and growing apart from the old version frozen into browsers. This lack of advancement, coupled with the rise of JavaScript libraries and frameworks that offer more flexible and powerful DOM manipulation, has led to a significant decline in the use of client-side XSLT. Its role within the web browser has been largely superseded by JavaScript-based technologies, such as JSON and React.

Chromium uses the libxslt library to process these transformations, and libxslt was unmaintained for ~6 months of 2025. Libxslt is a complex, aging C codebase of the type notoriously susceptible to memory safety vulnerabilities like buffer overflows, which can lead to arbitrary code execution. Because client-side XSLT is now a niche, rarely-used feature, these libraries receive far less maintenance and security scrutiny than core JavaScript engines, yet they represent a direct, potent attack surface for processing untrusted web content. Indeed, XSLT is the source of several recent high-profile security exploits that continue to put browser users at risk.

For these reasons, Chromium (along with both other browser engines, Gecko and WebKit) plans to deprecate and remove XSLT from the web platform. The modern web is powered by three major browser engines: Blink (Chromium), Gecko (Firefox), and WebKit (Safari). They interpret code to render pages.

For more details, see this Chrome for Developers article.

  • Chrome 143 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows Deprecation (but not removal) of the APIs.
  • Chrome 152 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows Origin Trial (OT) and Enterprise Policy go live for testing. These allow sites and enterprises to continue using features past the removal date.
  • Chrome 158 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows XSLT stops functioning on Stable releases, for all users other than Origin Trial and Enterprise Policy participants.
  • Chrome 176 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows Origin Trial and Enterprise Policy stop functioning. XSLT is disabled for all users.
 

Deprecation and removal of Privacy Sandbox APIs

Chrome has recently announced that the current approach to third-party cookies is to be maintained, following which, we plan to deprecate and remove the following APIs:

  • Topics
  • Protected Audience
  • Shared Storage
  • Attribution Reporting
  • Private Aggregation
  • Related Web Sites
  • requestStorageAccessFor
 

The following are the enterprise policies associated with the above APIs.

 

Deprecation began with Chrome 144, and removal is planned for Chrome 152. After deprecation, the APIs will continue to exist, and most users will see no disruptions. However, some users who rely on server-side integrations (such as k-anonymity server, or coordinators) will see a break in the services. We have proactively reached out to users of the APIs with our deprecation plans. At the time of removal, Chrome 152, all the policies associated with these APIs will also be removed.

None of the APIs are enabled by default to enterprise users. Enterprise teams may want to review the status for any managed profile in their Admin console.

  • Chrome 144 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows Deprecation launch
  • Chrome 152 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows APIs and the associated policies removal
 

Navigation capturing for PWAs

To streamline the Progressive Web App (PWA) experience and improve user productivity, Chrome is updating how links are handled. Previously, users had to manually configure their app settings for a PWA to capture associated links. Starting in Chrome 152 on ChromeOS, this process is automated, and all installed PWAs will capture links by default.

To ensure users remain in control of their browsing experience, Chrome will display a notification when this occurs. This notification will guide users to the Settings page, allowing them to easily turn off the feature if they wish to opt out of the default link capturing behavior.

  • Chrome 152 on ChromeOS - Feature rolls out gradually
 

Notification attribution for PWAs on macOS Chrome is rolling out notification attribution for installed Progressive Web Apps (PWAs) on macOS. When a PWA is installed on macOS, its notifications will now be natively attributed to the PWA itself (using its own name and icon in the Notification Center) rather than Google Chrome.

This update also changes how notifications are displayed to the user, aligning PWA notifications with native macOS applications. It introduces two changes that align with current behavior in WebKit:

  • For app notifications, Chrome will no longer support the requireInteraction field for notifications. On macOS, the user controls whether the notification is temporary or persistent on a per-app basis.
  • For app badging, the Badging API now requires notifications permissions for the app badge to show up. If the user does not grant notifications permission, the API will silently do nothing.

Administrators who pre-grant notification permissions using Chrome policies must update their configurations if they want to keep that behavior for PWAs on macOS.

In addition to the Chrome origin-based policy NotificationsAllowedForUrls, administrators must deploy a macOS MDM configuration profile to pre-grant notification permissions to the PWA's specific bundle ID.

 
  • Chrome 152 on Windows, macOS, Linux No rollout step
 

Out-of-process iframe for PDF viewer In Chrome 126, an out-of-process iframe (OOPIF) architecture for the PDF viewer was introduced. This modern architecture is simpler and supports new features.

The original PDF viewer architecture is now being deprecated. The PdfViewerOutOfProcessIframeEnabled enterprise policy was available to allow admins to temporarily revert to the original architecture, but this policy will be deprecated in Chrome 152 and fully removed in Chrome 155 as part of the final rollout.

 

Planned removal of Manifest V2 extensions by August 31, 2026

On August 31, 2026 Chrome will conclude the transition to Chrome Manifest V3 by removing all remaining Manifest V2 extensions from the Chrome Web Store.

After the removal on August 31, 2026, users and administrators can no longer update or reinstall Manifest V2 extensions.

  • Chrome 138 or older: Installed Manifest V2 extensions on Chrome 138 or older will remain enabled, but they will no longer receive updates. If you do have any Manifest V2 extensions installed in your organization, audit your current Chrome extension policies in the Google Admin console to ensure that all critical extensions used by your organization are updated to or replaced with Manifest V3 extensions. This will help minimize operational disruptions. To find out which extensions are Manifest V2, please follow the steps to review reports related to extensions usage.
  • Chrome 139 or newer already supports only Manifest V3 extensions.
  • Chrome 127 on ChromeOS, LaCrOS, Linux, macOS, Windows Chrome will gradually disable Manifest V2 extensions on user devices. Only those with the ExtensionManifestV2Availability enterprise policy enabled would be able to continue using Manifest V2 extensions in their organization.
  • Chrome 139 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows Remove ExtensionManifestV2Availability policy.
  • Chrome 152 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia Final stage of Manifest V2 deprecation.
 

Process isolation on Windows

Starting in Chrome 152, Chrome will apply Windows security Access Control Lists (ACLs) to prevent other applications from reading or injecting into Chrome's memory space. This security enhancement is designed to protect Chrome's memory from unauthorized access, though it may cause interoperability issues with older antivirus, Data Loss Prevention (DLP), or accessibility software.

The admins will be able to enable or disable this feature using the ProcessIsolationEnabled policy. Enterprises are encouraged to begin testing the feature manually before the policy becomes available to identify potential software incompatibilities. To enable early testing prior to Chrome 152:

  1. Toggle the chrome://flags/#enable-process-isolation-ui flag to Enabled.
  2. Navigate to chrome://settings/system and enable Process Isolation.

Process isolation will eventually be enabled by default on all Chrome installations on Windows.

  • Chrome 152 on Windows - Feature rolls out gradually
 

Restrict background fetch for Service Workers

Chrome 149 restricted the ability for a Service Worker to perform downloads using the Background Fetch API. The RestrictBackgroundFetchFromServiceWorkerEnabled policy allows administrators to re-enable background fetch for cases where download-related functionality is no longer working. The policy can be set through Chrome Enterprise custom configurations. For more details, see Set Chrome policies using the Custom Configurations page in the Help Center.

In Chrome 152, the RestrictBackgroundFetchFromServiceWorkerEnabled policy will be deprecated.

 

SafeBrowsing API v4 to v5 migration

As early as Chrome 152, Chrome calls into the SafeBrowsing v4 API will be migrated to call into the v5 API instead. The method names are also different between v4 and v5.

If admins have any v4-specific URL allowlisting to allow network requests to https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, these should be modified to allow network requests to the whole domain instead: safebrowsing.googleapis.com. Otherwise, rejected network requests to the v5 API will cause security regressions for users.

For more details, see Migration From V4 - Safe Browsing.

  • Chrome 152 on Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
 

Smarter autofill suggestions

From Chrome 137 onwards, users can turn on Smarter autofill suggestions, a feature that helps users fill out online forms more easily. On relevant forms, Chrome can use AI to better understand the form and to then offer users the option to automatically fill in the form using previously saved info. Admins can control the feature using the existing GenAiDefaultSettings policy and a new AutofillPredictionSettings policy.

Smarter autofill suggestions will also be available to users of Chrome on Android (Chrome 148 onwards) and Chrome on iOS (Chrome 149 onwards).

In Chrome 152, Enhanced autofill will be renamed to Smarter autofill suggestions.

  • Chrome 137 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
  • Chrome 140 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows The existing Autofill with AI feature will be renamed to Enhanced autofill. This feature allows users to save and fill additional types of information, and with this update becomes available in more countries and languages.
  • Chrome 148 on Android Enhanced autofill will be made available to users of Chrome on Android.
  • Chrome 149 on iOS Enhanced autofill will be made available to users of Chrome on iOS.
  • Chrome 152 on Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows Enhanced autofill will be renamed to Smarter autofill suggestions. This feature will be available to all users by default, including the highest-quality form field predictions, as it will be migrated to use Private Inference for data processing.
 

Unframed display mode for Isolated Web Apps

Unframed display mode allows Isolated Web Apps to occupy the entire browser window, which optimizes the workspace available. By removing standard window borders and title bars, developers can implement unique user experiences with branding and menu hierarchies that match the look-and-feel of native applications.

Administrators can manage this feature with existing policies for window management:

  • DefaultWindowManagementSetting configures the default state for the window management for all apps. The policies below can override this default.
  • WindowManagementAllowedForUrls allows IWAs with specified origins to enter unframed mode without any user interaction.
  • WindowManagementBlockedForUrls blocks unframed mode for IWAs with specified origins, forcing Chrome to fallback to other available display modes.
  • Chrome 152 on ChromeOS - Feature rolls out gradually
 

Window Shape API

Window Shape API enables allowlisted Isolated Web Apps on ChromeOS to have a customized window shape. By enabling non-rectangular and non-contiguous window layouts, developers can implement unique user experiences (such as widgets, floating panels, and overlays) that match the look-and-feel of native applications. The window.chromeos.isolatedWebApp.setShape API requires the window to be in unframed display mode and requires the window-management permission to be granted.

Administrators can manage this feature with existing policies for window management:

  • DefaultWindowManagementSetting configures the default state for the window management for all apps. The policies below can override this default.
  • WindowManagementAllowedForUrls allows IWAs with specified origins to enter unframed mode and set custom window shapes without any user interaction.
  • WindowManagementBlockedForUrls blocks the permission for specified origins, forcing Chrome to remove any custom window shapes and fallback to other available display modes.
  • Chrome 152 on ChromeOS - Feature rolls out gradually
 

Moving to a 2-week release cycle

From September 2026 (Chrome 153), Chrome will move to a 2-week release cycle, from the current four-week cycle. The web platform is constantly advancing, and our goal at Chrome is to ensure developers and users have immediate access to the latest capabilities, fixes, and performance improvements. Building on our history of adapting our release process to match the demands of a modern web, we are announcing this significant step to further increase our development velocity and Chrome Stable is moving to a 2-week release cycle. You can find more details in the Chrome for Developers blog post.

Extended Stable is available for customers who might have concerns about the maintenance costs. For more information about Extended Stable, see this Help Center article. The 2-week Stable option remains the most secure choice and should be utilized if security is a larger concern than maintenance costs.

  • Chrome 153 on Android, iOS, Linux, macOS, Windows Chrome moves to a 2-week release cycle
 

Sub apps

Sub apps allow developers to create multiple apps under a single Isolated Web App (IWA) installation. Each Sub app has its own distinct name, icons and OS integrations.

Sub apps appear on the desktop shelf with a distinct identity from the parent IWA, offering separate OS capabilities, such as file type association. This allows a single software package to present different, isolated functionalities to the user while maintaining a single, unified IWA install and update process.

There are three new enterprise policies available to control the Sub apps API:

 

Always use secure connections by default

Prior to enabling it by default for all users, Chrome 150 enables Always use secure connections for users who have opted in to Enhanced Safe Browsing protections in Chrome.

Chrome 154 will enable the Always use secure connections setting in the public sites only mode by default. This means Chrome will ask for the user's permission before the first access to any public site without HTTPS. Public sites are defined as sites that have a globally unique name, and excludes direct navigation to RFC 1918 addresses (192.168.0.1, 10.0.0.0/8, and so on), as well as shortnames such as go/.

If you are a website developer or IT professional, and you have users who may be impacted by this feature, we very strongly recommend enabling the Always use secure connections setting today to help identify sites that you may need to work to migrate. Admins can use the HttpAllowlist and HttpsOnlyMode policies to override this behavior.

For more information, see our adoption guide and announcement blog post.

 
  • Chrome 150 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia Enable "Always use secure connections" for users who have opted in to Enhanced Safe Browsing. This applies to Desktop only.
  • Chrome 154 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia Enable "Always use secure connections" by default for all users.
 

Optional browser optimization for Service Workers

ServiceWorkerAutoPreload is an optional browser optimization that changes the existing service worker behavior. In ServiceWorkerAutoPreload mode, the browser issues the network request in parallel with the service worker bootstrap. If the fetch handler returns the response with respondWith(), the browser consumes the network request result inside the fetch handler. If the fetch handler result is fallback, it passes the network response directly to the browser.

Admins can control this feature using an enterprise policy called ServiceWorkerAutoPreloadEnabled.

 

Post-quantum cryptography for Chrome Browser CUP

To proactively protect the integrity of browser updates against future quantum computing threats, Chrome is upgrading the security of its Client Update Protocol (CUP).

CUP secures communication with the update server, which delivers critical executable code like security patches and recovery components.

Starting in Chrome 155 across all platforms (Windows, macOS, Linux, ChromeOS, Android, and iOS), Chrome will update from classical signatures (ECDSA) to Post-Quantum Cryptography (PQC) for Chrome Component and Extension updates.

  • Chrome 155 on Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually Some enterprise users might begin to experience secure Component and Extension updates with quantum resilient cryptography.
 

Local network access restrictions

Chrome 142 restricted the ability to make requests to the user's local network, gated behind a permission prompt. A local network request is any request from a public website to a local IP address or loopback, or from a local website (for example, intranet) to loopback.

Gating the ability for websites to perform these requests behind a permission mitigates the risk of cross-site request forgery attacks against local network devices such as routers, and reduces the ability of sites to use these requests to fingerprint the user's local network.

This permission is restricted to secure contexts. If granted, the permissions additionally relax mixed content blocking for local network requests (since many local devices are not able to obtain publicly trusted TLS certificates for various reasons).

This work supersedes a prior effort called Private Network Access, which used preflight requests to have local devices opt in. For more information on this feature, see Adapting your website for new Local Network Access restrictions in Chrome.

Chrome 145 introduced more granular permissions for websites requesting access to a user's local network. The previous single local-network-access permission is being split into two distinct permissions:

  • local-network: Grants access to IP addresses in the local network space (for example, intranets, internal devices).
  • loopback-network: Grants access to loopback IP addresses (for example, localhost, 127.0.0.1).
 

The old local-network permission will remain as an alias, ensuring existing configurations and permissions policies continue to function as expected.

This change provides both users and Admins with more precise control over how websites interact with internal network resources. Current enterprise policies managing local network access will not be affected by this change.

Chrome 146 introduces two new enterprise policies for managing local network access restrictions: LocalNetworkAccessIpAddressSpaceOverrides and LocalNetworkAccessPermissionsPolicyDefaultEnabled. These policies can be set using custom configurations.

Chrome 147 expands Local Network Access restrictions to include WebSocket and WebTransport connections.

In Chrome 156, the LocalNetworkAccessRestrictionsTemporaryOptOut policy will be removed.

  • Chrome 145 on Android, Linux, macOS, Windows, Fuchsia The permission split is rolled out.
  • Chrome 146 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia Two new enterprise policies will be available for managing local network access restrictions:
    • LocalNetworkAccessIpAddressSpaceOverrides could be used to mark IPv4 and IPv6 address blocks as public or private. IP ranges that are treated as public will not cause permission prompts when accessed by other pages. For example, CGNAT 100.64.0.0/10 can be marked as public. This is useful for certain VPN and proxy setups. Marking 0.0.0.0/0  and ::/0 as public is equivalent to disabling the local network access restrictions.
    • LocalNetworkAccessPermissionsPolicyDefaultEnabled can be used to cause the LNA permission to be automatically delegated to iframes by the parent frame, without requiring explicit annotation of the child iframes. This is useful in situations where local network access is performed by an embedded SaaS tool inside of a different SaaS tool. This includes certain locally hosted documentation and knowledgebase software.
  • Chrome 147 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows Local Network Access restrictions expanded to include WebSocket and WebTransport connections.
  • Chrome 156 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows LocalNetworkAccessRestrictionsTemporaryOptOut policy will be removed.
 

Disallow spaces in non-file:// URL hosts

According to the URL Standard specification, URL hosts cannot contain the space character, but currently URL parsing in Chromium allows spaces in the host. This causes Chromium to fail several tests included in the Interop2024 HTTPS URLs for WebSocket and URL focus areas. To bring Chromium into spec compliance, we would like to remove spaces from URL hosts altogether, but a difficulty with this is that they are used in the host part in Windows file:// URLs. For more details, see this Github discussion.

  • Chrome 157 on Android, ChromeOS, LaCrOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia
 

Post-quantum cryptography for DTLS in WebRTC This feature will enable the use of Post-Quantum Cryptography (PQC) with WebRTC connections. The motivation for PQC is to get WebRTC media traffic up to date with the latest cryptography protocols and prevent Harvest Now to Crack Later scenarios.

Admins will be able to control this feature using an enterprise policy WebRtcPostQuantumKeyAgreement, to allow enterprise users to opt out of PQC. The policy is temporary and is planned to be removed by Chrome 159.

  • Chrome 149 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia - Feature rolls out gradually
  • Chrome 159 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia Remove WebRtcPostQuantumKeyAgreement enterprise policy
 

Protocol filtering in Digital Credential API

Starting in Chrome 151, Chrome will begin deprecating support for unspecified presentation and issuance protocols in the Digital Credentials API, with final removal scheduled for Chrome 160.

The Digital Credentials API was originally designed to be an opaque pipeline for arbitrary exchange protocols. In November 2025, the FedID WG resolved to change this so that the spec normatively referenced only a specific set of exchange protocols.

The removal of support for arbitrary, opaque pipelines ensures that only verified protocols are used, enabling a more robust privacy and security threat model for identity verification. This change aligns Chromium with updated industry specifications that normatively reference only a specific set of exchange protocols.

  • Chrome 160 on Windows, macOS, Linux, Android No rollout step
 

Isolated Web Apps

Isolated Web Apps (IWAs) are an extension of existing work on PWA installation and Web Packaging that provide stronger protections against server compromise and other tampering that is necessary for developers of security-sensitive applications. Rather than being hosted on live web servers and fetched over HTTPS, these applications are packaged into Web Bundles, signed by their developer, and distributed to end-users through one or more of the potential methods described in the explainer.

In Chrome 128, IWAs became installable through an admin policy only on enterprise-managed ChromeOS devices.

  • Chrome 161 on Windows This rollout adds support for Isolated Web Apps in enterprise-managed browser configurations on Windows.

 

Upcoming Chrome Enterprise Core updates

 

Custom HTTP headers

Chrome Enterprise will soon offer custom HTTP header injection, a feature that injects custom headers into network requests matching configured URL patterns. This generic capability allows enterprises to reduce their reliance on complex SSL-inspection proxies for a variety of security workflows. For example, administrators can use this feature to enforce SaaS tenant restrictions and prevent data exfiltration. By applying these controls directly at the browser’s network stack, this functionality guarantees the injected headers cannot be modified, disabled, or bypassed by user-installed extensions.

This feature will operate transparently in the background with minimal impact on browsing performance. Administrators will be able to control this feature using a new HttpHeaderInjection policy.

  • Chrome 152 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows Custom HTTP headers feature becomes available on desktop platforms
 

Chrome browser rule UX refactor

To enhance the Data Loss Prevention (DLP) rule creation experience, the Google Admin console has streamlined how administrators define policies for different applications. Building on the foundation of mutually-exclusive application groups, which separated Workspace, Chrome browser, and ChromeOS rules, the Chrome browser rule workflow has been fundamentally redesigned.

Administrators can now configure multiple actions and protections within a single Chrome browser DLP rule. The new interface consolidates Chrome triggers and introduces support for per-trigger actions. This means admins no longer need to create separate rules to manage different behaviors for the same website; they can now, for example, audit visits to a specific URL while simultaneously blocking file downloads and applying a watermark, all within one unified rule. The workflow is divided into logical sections:

  • Websites (URL targeting)
  • Full-website protection
  • Content-transfer protection

Existing rules are fully backward compatible. No new enterprise policies are introduced with this update; the changes are applied directly to the rule configuration interface.

For more information, see What are ChromeOS data controls? - Chrome Enterprise and Education Help.

  • Chrome 142 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows Enables mutually exclusive app selection for DLP rule configuration in Admin console.
  • Chrome 155 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows Introduces multi-action support and per-trigger configurations for Chrome browser DLP rules.

 

 

Upcoming Chrome Enterprise Premium updates

   

Custom HTTP headers

Chrome Enterprise will soon offer custom HTTP header injection, a feature that injects custom headers into network requests matching configured URL patterns. This generic capability allows enterprises to reduce their reliance on complex SSL-inspection proxies for a variety of security workflows. For example, administrators can use this feature to enforce SaaS tenant restrictions and prevent data exfiltration. By applying these controls directly at the browser’s network stack, this functionality guarantees the injected headers cannot be modified, disabled, or bypassed by user-installed extensions.

This feature will operate transparently in the background with minimal impact on browsing performance. Administrators will be able to control this feature using a new HttpHeaderInjection policy.

  • Chrome 152 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows Custom HTTP headers feature becomes available on desktop platforms

 

Chrome browser rule UX refactor

To enhance the Data Loss Prevention (DLP) rule creation experience, the Google Admin console has streamlined how administrators define policies for different applications. Building on the foundation of mutually-exclusive application groups, which separated Workspace, Chrome browser, and ChromeOS rules, the Chrome browser rule workflow has been fundamentally redesigned.

Administrators can now configure multiple actions and protections within a single Chrome browser DLP rule. The new interface consolidates Chrome triggers and introduces support for per-trigger actions. This means admins no longer need to create separate rules to manage different behaviors for the same website; they can now, for example, audit visits to a specific URL while simultaneously blocking file downloads and applying a watermark, all within one unified rule. The workflow is divided into logical sections:

  • Websites (URL targeting)
  • Full-website protection
  • Content-transfer protection

Existing rules are fully backward compatible. No new enterprise policies are introduced with this update; the changes are applied directly to the rule configuration interface.

For more information, see What are ChromeOS data controls? - Chrome Enterprise and Education Help.

  • Chrome 142 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows Enables mutually exclusive app selection for DLP rule configuration in Admin console.
  • Chrome 155 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows Introduces multi-action support and per-trigger configurations for Chrome browser DLP rules.

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Chrome 150

Resumo da versão 150 do Chrome

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento

Sempre usar conexões seguras por padrão

   

Troca de credenciais para o Gerenciador de Senhas do Google

 

Gemini no Chrome

 

 

Origem opaca para URLs "data:"

Ferramentas do WebMCP

 

Aleatorização do limite de conexões para pools de proxy

   

Desativar filtros SVG em plug-ins e iFrames

     

Mensagem de erro do Acesso às Chaves no macOS

   

Novas atualizações visuais do Chrome para computador

 

 

Migração de origem do PWA

 

 

Suporte para ML-DSA em TLS

   

Atualização da sincronização de endereços do preenchimento automático

 

 

Nova tela de preenchimento automático e senhas em dispositivos móveis

 

Novas políticas no navegador Chrome

   

Políticas removidas do navegador Chrome

   

Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento

Descontinuação das políticas de perfil de roaming

   

Relatórios de uso de IA generativa e aplicativos SaaS

 

SSO com o Microsoft Entra ID no Android

 
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento

Integração de rótulos do Microsoft Information Protection (MIP)

 

Hash de arquivos assíncrono para uploads grandes de DLP

   

Proteção de downloads de arquivos corporativos no Android

 

Proteções de captura de tela para URLs específicos

   
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento

API CPU Performance

     

O Chrome não vai mais ser compatível com o macOS 12

   

Isolamento de processos no Windows

   

Redesign dos fluxos de criação de perfil

   

Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5

   

Atualização das políticas URLAllowlist e URLBlocklist

   

Análise de XML em Rust para cenários sem XSLT

 

 

Listas de permissões de conexão

     

Descontinuação e remoção do XSLT

Descontinuação e remoção das APIs do Sandbox de privacidade

 

Restrições de acesso à rede local

   

Restringir a busca em segundo plano para service workers

 

Sugestões de preenchimento automático mais inteligentes

 

 

Mudança para um ciclo de lançamento de duas semanas

   

Modo do navegador ServiceWorkerAutoPreload

   

Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://

   

Criptografia pós-quântica para DTLS em WebRTC

   

Filtragem de protocolo na API Digital Credential

     

Apps isolados da web

   

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
       
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento

Cabeçalhos HTTP personalizados

   

Suporte da DLP para arquivos virtuais no ChromeOS

   

Proteção de download de arquivos corporativos no iOS

   

 

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas leva de 1 a 2 semanas para ficar pronta.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

 

Atualização importante: a partir de 26 de março de 2026, as notas da versão do navegador Chrome para empresas vão mudar de lugar. Acesse agora exclusivamente no nosso site: chromeenterprise.google. Atualize seus favoritos. As notas da versão do ChromeOS vão continuar sendo publicadas neste link e não serão movidas.

Chrome browser changes  

Always use secure connections by default

Prior to enabling it by default for all users, Chrome 150 enables Always use secure connections for users who have opted in to Enhanced Safe Browsing protections in Chrome.

Chrome 154 will enable the Always use secure connections setting in the public sites only mode by default. This means Chrome will ask for the user's permission before the first access to any public site without HTTPS. Public sites are defined as sites that have a globally unique name, and excludes direct navigation to RFC 1918 addresses (192.168.0.1, 10.0.0.0/8, and so on), as well as shortnames such as go/.

If you are a website developer or IT professional, and you have users who may be impacted by this feature, we very strongly recommend enabling the Always use secure connections setting today to help identify sites that you may need to work to migrate. Admins can use the HttpAllowlist and HttpsOnlyMode policies to override this behavior.

For more information, see our adoption guide and announcement blog post.

  • Chrome 150 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia - Feature rolls out gradually: Enable "Always use secure connections" for users who have opted in to Enhanced Safe Browsing. This applies to Desktop only.
  • Chrome 154 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia - Feature rolls out gradually: Enable "Always use secure connections" by default for all users.
 

Credential exchange for Google Password Manager

To improve the security of credential migration and to enable passkey portability, Chrome on Android now supports the FIDO Alliance Credential Exchange standard. This feature allows users to securely import and export passwords and passkeys between Google Password Manager and third-party credential providers using an end-to-end encrypted protocol. Admin can control this feature using the PasswordManagerEnabled policy.

  • Chrome 150 on Android - Feature rolls out gradually
 

Gemini in Chrome

Gemini is now integrated into Chrome on macOS, Windows, Android and selective ChromeOS devices, and can understand the content of your current page. Users can now seamlessly get key takeaways, clarify concepts, and find answers, all without leaving their Chrome tab. This integration includes both chat—where users can interact with Gemini via text, and Gemini Live, with which users can interact with Gemini via voice.

In Chrome 143, Gemini in Chrome started to roll out to most Google Workspace users with access to the Gemini app in the US. Admins can turn off this feature (value 1) using the GeminiSettings policy or by using the GenAiDefaultSettings (value 2). For more details, see Gemini in Chrome in the Help Center or this blog post.

In Chrome 143, we announced the multi-tab context feature. Gemini in Chrome can now see more of your opened tabs (10 max) so you can ask questions across multiple pages to help you compare, find information more efficiently. Gemini in Chrome also serves as a productivity agent. Gemini in Chrome automatically uses public information from these Google services: Google Search, Google Maps, YouTube. With your permission, Gemini in Chrome can help you connect your personal information and content in Google Workspace services (Gmail, Drive, Keep, Calendar, and Tasks).

In Chrome 144, auto browse in Gemini in Chrome was made available to some users (non-enterprise). An enterprise policy GeminiActOnWebSettings is available.

In Chrome 147, Auto browse in Gemini in Chrome became available to Enterprise users.

In Chrome 149, Gemini in Chrome became available to users in 118 additional countries and territories.

In Chrome 150, Gemini Spark can use Chrome auto browse to complete tasks that need web actuation. Enterprise policy is GeminiSparkSettings.

For more details, see our Gemini in Chrome Help Center article.

  • Chrome 147 on ChromeOS, macOS, Windows: Auto browse in Gemini in Chrome available to enterprise users. Enterprise policies GeminiActOnWebSettings, GeminiActOnWebAllowedForURLs and GeminiActOnWebBlockedForURLs are available to control auto browse.
  • Chrome 149 on ChromeOS, macOS, Windows - Feature rolls out gradually: Gemini in Chrome is now available to users in 118 additional countries and territories. More details in our Gemini in Chrome Help Center article.
  • Chrome 150 on ChromeOS, macOS, Windows:
    • Chrome will now suggest Gemini in Chrome features at relevant moments. Enterprise policy ChromeSuggestions will be available at launch.
    • As early as Chrome 150 users will be able to connect Chrome to Gemini Spark. This permits the Gemini Spark agent to perform autonomous, multi-step actions on Chrome clients using the active browser session. Enterprise policy GeminiSparkSettings will be available at launch.
 

Opaque origin for data: URLs

Chrome 150 updates how Dedicated and Shared Workers handle data: URLs. Rather than automatically inheriting the security origin of the script or page that created them, these workers will now be assigned a unique opaque origin.

This alignment with the worker HTML specification enhances security by isolating these workers from the creator's same-origin state, preventing them from accessing sensitive data via mechanisms like BroadcastChannel or same-origin storage. To maintain correct isolation boundaries, these workers still reside within the same storage partition (for example, by preserving the top-level site or nonce) as their creator.

This security adjustment is enabled by default across desktop and mobile platforms. Administrators can review or verify security boundaries using their centralized configurations. For technical implementation details and specification references, see Step 3 of the HTML Living Standard Worker Settings.

  • Chrome 150 on Windows, macOS, Linux, Android: No rollout step.
 

WebMCP Tooling

This feature allows inspection and debugging for WebMCP tools defined on a page. For more information on WebMCP, see Chrome for Developers article.

The DevTools UI, browser automation tools (for example, puppeteer), and agents (for example, via chrome-devtools-mcp) are able to inspect defined tools, to trigger tool calls themselves, and to observe tool calls triggered by another agent interacting with the page. Similar to other DevTools features, you can control WebMCP Tooling using RemoteDebuggingAllowed and DeveloperToolsAvailability.

  • Chrome 150 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows
 

Connection limit randomization for proxy pools

Starting in Chrome 150, Chrome introduces randomization to the connection limits for TCP socket proxy pools. This security enhancement is designed to mitigate cross-site state leakage. Currently, by exploiting limits in the connection pool size on Chrome, knowledge can be gained about cross-site state that would otherwise be inaccessible. Specifically, it’s possible (with some statistical certainty) to evaluate the login state, visited history, or even something more specific like whether Gmail has pending messages in the inbox.

To mitigate this risk, Chrome is adding randomization to the way that TCP socket pools are limited so that an observing site cannot infer this information with high certainty.

Admins can disable this feature using the AllowSocketPoolSizeRandomizationForProxies policy.

  • Chrome 150 on Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
 

Disable SVG filters on plugins and iFrames

Chrome 150 will prevent Scalable Vector Graphics (SVG) filters from being applied to embedded plugins (for example, PDFs) and cross-origin or restricted iFrames (for example, sandboxed ones). When a plugin or iFrame would be painted with an SVG filter effect, the effect tree is traversed to find the highest ancestor without SVG filters, and that effect is then applied instead.

  • Chrome 150 on Windows, macOS, Linux, Android: No rollout step.
 

Keychain error message on macOS

To ensure data availability and security, Chrome on macOS now includes a notification to help users resolve keychain configuration errors. If Chrome cannot access the macOS system keychain during startup, sensitive profile data—including cookies, autofill information, and passwords—might become unavailable. This feature introduces an infobar that alerts the user to the issue and provides a direct path to re-authorize keychain access by relaunching the browser.

In managed environments, resolving this state may require administrative privileges to fulfill the macOS system security prompt. Admins should be aware that users encountering this message may require assistance from support teams to restore full access to their encrypted profile data. Chrome remains functional even if keychain access is denied, though access to previously-saved data will be restricted until the permission is granted.

  • Chrome 150 on macOS - Feature rolls out gradually
 

New Chrome Desktop visual updates

With Google's design language evolving for the AI era, we have an opportunity to modernize the desktop browser's UI across operating systems and to reduce clutter. The first wave of updates will roll out with Chrome 150, including:

  • Icons will be updated with softer edges and animations on buttons, like the three dot Chrome menu and page refresh.
  • Context menus will be simplified by removing or re-homing low usage and duplicate items.
  • Settings, Downloads, and Bookmark pages will get a visual re-skin to align with the latest design language.
 
  • Chrome 150 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually:
  • Chrome 150 on Windows, macOS, Linux: updated icons (increased roundedness).
  • Chrome 150 on Windows, macOS, Linux, ChromeOS: simplified tab strip and context menus, updated tab group colors, visual update to chrome://settings, downloads, and bookmarks, updated dark mode color.
  • Chrome 152 on macOS: "glass" effect on tab strip.
 

PWA origin migration

When a user installs a Progressive Web App (PWA), its identity and security context are tightly bound to its web origin, for example, app.example.com. This presents a significant challenge for developers who need to change their PWA's origin due to rebranding, domain restructuring, or technical re-architecture. Currently, such a change forces users to manually uninstall the old app and reinstall the new one, leading to a disruptive experience and a potential increase in user loss rate. Chrome 150 introduces a mechanism for developers to seamlessly migrate an installed PWA to a new, same-site origin, preserving user trust and permissions.

The WebAppInstallForceList policy will block migration. Since enterprise policies around web applications are primarily based on URLs and origins, there is a risk that a migration would bypass certain policies an admin might have configured. No migration will be offered to the user when an app is force-installed by their enterprise administrator, and instead a banner will be shown explaining this to the user.

  • Chrome 150 on Windows, macOS, Linux: No rollout step.
 

Support for ML-DSA in TLS

Chrome 150 adds support for Module-Lattice-Based Digital Signature Algorithm (ML-DSA) signing algorithms and certificates in TLS. This will enable the use of ML-DSA (post-quantum) certificates in chrome://certificate-manager, and associated enterprise policies. There are no changes to the Chrome Root Store. The relevant policies are:

 

This feature will be available on all non-iOS platforms.

  • Chrome 150 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia: Support for ML-DSA in TLS enabled by default. Users or administrators must explicitly configure a trusted root for ML-DSA to be used, as it is not currently possible to issue a publicly trusted ML-DSA certificate.
 

Update to autofill address synchronization

As part of ongoing infrastructure upgrades to unify our data sync services, Chrome is temporarily pausing the synchronization of autofill addresses across Chrome Enterprise devices.

During this period, all previously saved addresses will remain completely secure and accessible locally on the specific device where they were originally saved. This change does not delete any existing data. We are refining our enterprise address integration and plan to re-enable cross-device syncing in a future release.

  • Chrome 150 on Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
 

New Autofill and passwords screen on mobile devices

Starting in Chrome 150 for Android and Chrome 151 for iOS, the Passwords and Autofill settings category is being replaced with a new, unified Autofill and password screen. This update also reorganizes the Addresses and more screen by splitting Enhanced Autofill management into two distinct categories: Identity docs and Travel.

The primary goal of this change is to provide users and admins with a more comprehensive overview of all the stored browser data, including passwords, passkeys, addresses, and ID cards. This is a user interface change within the settings.

Existing policies for Autofill and Password management continue to function as expected, without any disruption. Admins can continue to manage these settings through the following existing policies: PasswordManagerEnabled, AutofillAddressEnabled, AutofillCreditCardEnabled.

For more information, see Fill out forms automatically in Chrome in the Google Chrome Help Center.

  • Chrome 150 on Android - Feature rolls out gradually: Whole feature being rolled out.
  • Chrome 151 on iOS - Feature rolls out gradually: Whole feature being rolled out.

  

New policies in Chrome browser back to top

Policy Description

AllowSocketPoolSizeRandomizationForProxies

This policy controls the randomization of the connection limits for TCP socket proxy pools, which is designed to mitigate cross-site state leakage.

AndroidEntraSsoEnabled

This policy enables seamless Single Sign-On (SSO) with Microsoft Entra ID (formerly Azure AD) on Android devices, allowing users to access Microsoft web applications without repeatedly entering credentials.

ChromeSuggestions 

This policy controls whether Chrome suggests Gemini in Chrome features at relevant moments during the user's browsing experience.

GeminiSparkSettings

This policy determines whether users are permitted to connect their Chrome browser to Gemini Spark, enabling the agent to perform autonomous, multi-step actions using the active session.

OnFileDownloadedEnterpriseConnector

This policy enables file download analysis for security and Data Loss Prevention (DLP), and starting in version 150, its support is expanded to include the iOS platform.

WebRtcEventLogCollectionAllowed

This policy allows the collection of WebRTC event logs from Google services, with support expanding to the Android platform in version 150.

  

 

Chrome Enterprise Core changes

 

Deprecation of roaming profile policies

Chrome Enterprise policy RoamingProfileSupportEnabled and RoamingProfileLocation were due to be deprecated in Chrome 150 but will remain functional until Chrome 161.

Admins should plan to migrate away from these configurations before their full removal in January 2027, after which Chrome will no longer use or update data from roaming profiles.

  • Chrome 150 on Linux, macOS, Windows: Policies are deprecated but remain functional.
  • Chrome 161 on Linux, macOS, Windows: Policies removed. Chrome will no longer use data from roaming profiles or update them.
 

Gen AI and SaaS app usage reporting

Chrome 150 introduces a new Gen AI and SaaS app usage reporting feature in the Google Admin console. This report brings visibility into an organization's use of generative AI tools and SaaS sites, allowing admins to monitor usage of their enterprise IT resources.

This new report tracks usage for popular Gen AI and enterprise SaaS websites in Chrome, providing metrics on visits, unique managed profiles, unique managed browsers, and access to sensitive content transfer events. With these insights, admins can assess risk and then, leverage Chrome Enterprise Premium data protection controls to restrict usage using Data Loss Prevention (DLP) rules.

The Gen AI and SaaS app usage reporting policy will be available in the Admin console to disable this reporting.

Chrome 147 allowed a Trusted Tester preview, with the feature gradually rolling out in Chrome 150 and Chrome 151.

  • Chrome 147 on Linux, macOS, Windows: Early preview available to Chrome Enterprise Trusted Tester.
  • Chrome 150 on Linux, macOS, Windows: Feature rolls out gradually.
  • Chrome 151 on ChromeOS: Feature rolls out gradually. ChromeOS support is gradually rolling out.
 

SSO with Microsoft Entra ID on Android

Chrome on Android now supports seamless Single Sign-On (SSO) with Microsoft Entra ID (formerly Azure AD). This feature allows users to access Microsoft web applications, such as Outlook and SharePoint, without repeatedly entering credentials, if they are already signed into a Microsoft app on the same device. This update aligns Chrome on Android with SSO features available Chrome on Windows and macOS.

Admins can use AndroidEntraSsoEnabled policy to control this functionality, which is disabled by default. To work, the device must have a Microsoft broker app installed (such as Microsoft Authenticator, Intune Company Portal, or Link to Windows) and the user must be signed into a Microsoft app. This feature is an add-on for managed users and improves user productivity by reducing authentication friction while leveraging secure, on-device credential handling.

  • Chrome 150 on Android - Feature rolls out gradually: Single Sign-On (SSO) with Microsoft Entra ID becomes available on Android.

 

Chrome Enterprise Premium changes

Read more about the differences between Chrome Enterprise Core and Chrome Enterprise Premium.

 

Microsoft Information Protection (MIP) label integration

Chrome 150 can now understand and enforce Data Loss Prevention (DLP) policies based on Microsoft Information Protection (MIP) sensitivity labels applied to Office 365 documents.

To enable this feature, administrators must authorize the connection between Chrome Enterprise Premium and their Microsoft Azure tenant using the MIP label config under the Connectors API. Once connected, admins can create permanent DLP rules using these labels to block, warn, or audit user actions, for example:

  • copying and pasting to external sites, specifically targeting risks like GenAI data leakage
  • downloading
  • printing

In Chrome 150, a Trusted Tester preview of Microsoft Information Protection (MIP) label integration becomes available on Windows, macOS and ChromeOS.

  • Chrome 150 on ChromeOS, macOS, Windows: Early preview available to Chrome Enterprise Trusted Tester.
 

Asynchronous file hashing for large DLP uploads

In Chrome 150, Chrome Enterprise Premium optimizes how it processes files larger than 50MB during Data Loss Prevention (DLP) scans. This update moves the file hash computation to a background process, thereby significantly reducing file upload times and browser delays for users. When the OnFileAttachedEnterpriseConnector or OnFileDownloadedEnterpriseConnector policies are enabled, this performance improvement applies automatically. Full file hashes will continue to be securely generated and sent for reporting purposes once the background task completes.

  • Chrome 150 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
 

Enterprise file download protection on Android

Admins can now prevent Chrome on Android users from downloading files considered to contain sensitive data by creating a DLP OnFileDownload rule to send a file for analysis when it is downloaded from a specific page. Based on the scanning result, it will warn or block the download if sensitive information is detected.

Admins can control this feature using the OnFileDownloadedEnterpriseConnector policy, which enables the download connector. Configuring this policy extends your established desktop content scanning and DLP rules directly to Chrome on Android, if they are available on mobile platforms.

This update allows you to enforce consistent data security policies across both desktop and mobile environments, effectively closing a critical security gap and mitigating the risk of sensitive data exfiltration to managed and unmanaged mobile endpoints.

  • Chrome 150 on Android - Feature rolls out gradually: Feature becomes available on Android.
 

Screenshot protections for specific URLs

Admins can prevent users from taking screenshots or screen sharing specific web pages considered to contain sensitive data. Admins create a DLP URL filtering rule to block users taking screenshots or screen sharing specific URLs or categories of URLs.

This feature can be controlled via the same EnterpriseRealTimeUrlCheckMode Chrome Enterprise policy that enables all real-time URL lookups.

In Chrome 150, this feature becomes available on iOS and iPadOS.

  • Chrome 129 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Trusted Tester program.
  • Chrome 131 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Feature rolls out.
  • Chrome 150 on iOS - Feature rolls out gradually: Feature becomes available on iOS and iPadOS.

 

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Coming soon

Note: The items listed below are experimental or planned updates. They might change, be delayed, or canceled before launching to the Stable channel.

 

Upcoming Chrome browser changes

 

CPU Performance API

Starting in Chrome 151, Chrome will introduce the CPU Performance API, which allows web applications to determine the performance tier of a user's device. This API targets web applications that will use this information to provide an improved user experience, possibly in combination with the Compute Pressure API, which provides information about the user device’s CPU pressure/utilization and allows applications to react to changes in CPU pressure.

Users can override the reported performance tier in Chrome's Performance settings. Administrators can also control this behavior using the CpuPerformanceTierOverride policy (which takes precedence over the user setting).

For more details, see CPU Performance API Explainer.

  • Chrome 151 on Windows, macOS, Linux, Android: No rollout step.
 

Chrome will remove support for macOS 12

Chrome 150 will be the last release to support macOS 12; Chrome 151+ will no longer support macOS 12, which is outside of its support window with Apple. Running on a supported operating system is essential to maintaining security.

On Macs running macOS 12, Chrome will continue to work, showing a warning infobar, but will not update any further. If users wish to have Chrome updated, they need to update their computer to a supported version of macOS.

For new installations of Chrome 151+, macOS 13+ will be required.

  • Chrome 151 on Windows, macOS, Linux: No rollout step.
 

Process isolation on Windows

Starting in Chrome 151, Chrome will apply Windows security Access Control Lists (ACLs) to prevent other applications from reading or injecting into Chrome's memory space. This security enhancement is designed to protect Chrome's memory from unauthorized access, though it may cause interoperability issues with older antivirus, Data Loss Prevention (DLP), or accessibility software.

The admins will be able to control and disable this feature using the WindowsProcessIsolation policy. Enterprises are encouraged to begin testing the feature manually before the policy becomes available to identify potential software incompatibilities. To enable early testing:

  1. Toggle the chrome://flags/#enable-process-isolation-ui flag to Enabled.
  2. Navigate to chrome://settings/system and enable Process Isolation.

Process isolation will eventually be enabled by default on all Chrome installations on Windows.

  • Chrome 151 on Windows - Feature rolls out gradually
 

Redesign of profile creation flows

In Chrome 148, existing profile creation flows on Desktop (Windows only) got a visual update to provide a contemporary and streamlined onboarding experience. During First Run and Secondary profile creation, we introduced a new design to the onboarding flow, which includes management screens, to harmonize with the current Chrome brand identity.

Chrome 151 introduces this visual update on Desktop for macOS and Linux.

This update only includes visual improvements. There are no functional changes to the onboarding process, and your existing workflows and policies remain unaffected.

Additionally, Chrome 151 enhances the First Run profile creation flow on Windows with media effects, including animations and sound. At the end of the user journey, the creation flow (optionally) showcases Chrome features such as:

  1. Google Lens
  2. Password Manager
  3. Themes and customization
 

Existing enterprise controls affecting the First Run user journey remain unchanged. Features disabled or limited by admins (for example, using PasswordManagerEnabled, SearchContentSharingSettings, and BrowserThemeColor) are automatically skipped at the Feature Showcase step.

  • Chrome 148 on Windows - Feature rolls out gradually: A visual update to the First Run and Secondary profile creation flows.
  • Chrome 151 on Linux, macOS - Feature rolls out gradually: A visual update to the First Run and Secondary profile creation flows.
  • Chrome 151 on Windows - Feature rolls out gradually: Media effects added and the Feature Showcase step added to the First Run flow.
 

SafeBrowsing API v4 to v5 migration

Chrome calls into the SafeBrowsing v4 API will be migrated to call into the v5 API instead. The method names are also different between v4 and v5.

If admins have any v4-specific URL allowlisting to allow network requests to https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, these should be modified to allow network requests to the whole domain instead: safebrowsing.googleapis.com. Otherwise, rejected network requests to the v5 API will cause security regressions for users.

For more details, see Migration From V4 - Safe Browsing.

  • Chrome 151 on Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
 

URLAllowlist and URLBlocklist policy update

Chrome 151 introduces two refinements to URL filtering behavior to ensure consistent security enforcement and more accurate administrative reporting across all platforms.

  • Consistent Policy Enforcement in Incognito Mode: To enhance security and privacy, the URLBlocklist policy will now be strictly enforced on Incognito pages. Previously, the IncognitoModeUrlAllowlist could override blocklist settings in certain scenarios. This update ensures that administrators have reliable control over restricted content, regardless of the user's browsing mode.
  • Improved Wildcard (*) Handling in URLAllowlist: When a wildcard (*) is used in the URLAllowlist, Chrome will no longer categorize every URL as "explicitly allowed." While users will still be permitted to navigate to these URLs (unless blocked by a more specific policy), this change ensures that internal status checks and reporting tools accurately reflect the difference between a global allowlisting and a targeted allowlist entry.
 
  • Chrome 151 on Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
 

XML Parsing in Rust for non XSLT scenarios

To improve browser security and protect users against memory-related vulnerabilities, Chrome 151 is changing its XML parsing engine to a memory-safe Rust implementation for several common scenarios. This foundational update eliminates potential memory corruption bugs while maintaining full compatibility with existing web standards.

Chrome has already begun to deprecate and remove XSLT. While this process continues, the new, safer parser will handle the following scenarios where no XSLT is required:

  1. DOMParser Web API.
  2. Accessing responseXML of XMLHttpRequest.
  3. SVG standalone images (that is, accessing a image.svg document directly as a top level navigation).
  4. SVG external images (including a main document embedding an SVG as an external image resource).
  • Chrome 151 on Windows, macOS, Linux, Android: No rollout step.
 

Connection Allowlists

Connection Allowlists is a feature designed to provide explicit control over external endpoints by restricting connections initiated via the Fetch API or other web platform APIs from a document or worker.

The proposed implementation involves the distribution of an authorized endpoint list from the server through an HTTP response header. Prior to the establishment of any connection by the user agent on behalf of a page, the agent will evaluate the destination against this allowlist; connections to verified endpoints will be permitted, while those failing to match the entries in the list will be blocked.

More details on the proposal can be found here: https://github.com/WICG/connection-allowlists

  • Chrome 152 on Windows, macOS, Linux, Android: No rollout step.
 

Deprecate and remove XSLT

XSLT v1.0, which all browsers adhere to, was standardized in 1999. In the meantime, XSLT has evolved to v2.0 and v3.0, adding features, and growing apart from the old version frozen into browsers. This lack of advancement, coupled with the rise of JavaScript libraries and frameworks that offer more flexible and powerful DOM manipulation, has led to a significant decline in the use of client-side XSLT. Its role within the web browser has been largely superseded by JavaScript-based technologies, such as JSON and React.

Chromium uses the libxslt library to process these transformations, and libxslt was unmaintained for ~6 months of 2025. Libxslt is a complex, aging C codebase of the type notoriously susceptible to memory safety vulnerabilities like buffer overflows, which can lead to arbitrary code execution. Because client-side XSLT is now a niche, rarely-used feature, these libraries receive far less maintenance and security scrutiny than core JavaScript engines, yet they represent a direct, potent attack surface for processing untrusted web content. Indeed, XSLT is the source of several recent high-profile security exploits that continue to put browser users at risk.

For these reasons, Chromium (along with both other browser engines) plans to deprecate and remove XSLT from the web platform.

For more details, see this Chrome for Developers article.

  • Chrome 143 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Deprecation (but not removal) of the APIs.
  • Chrome 152 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Origin Trial (OT) and Enterprise Policy go live for testing. These allow sites and enterprises to continue using features past the removal date.
  • Chrome 158 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: XSLT stops functioning on Stable releases, for all users other than Origin Trial and Enterprise Policy participants.
  • Chrome 176 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Origin Trial and Enterprise Policy stop functioning. XSLT is disabled for all users.
 

Deprecation and removal of Privacy Sandbox APIs

Chrome has recently announced that the current approach to third-party cookies is to be maintained, following which, we plan to deprecate and remove the following APIs:

  • Topics
  • Protected Audience
  • Shared Storage
  • Attribution Reporting
  • Private Aggregation
  • Related Web Sites
  • requestStorageAccessFor

The following are the enterprise policies associated with the above APIs.

 

Deprecation began with Chrome 144, and removal is planned for Chrome 152. After deprecation, the APIs will continue to exist, and most users will see no disruptions. However, some users who rely on server-side integrations (such as k-anonymity server, or coordinators) will see a break in the services. We have proactively reached out to users of the APIs with our deprecation plans. At the time of removal, Chrome 152, all the policies associated with these APIs will also be removed.

None of the APIs are enabled by default to enterprise users. Enterprise teams may want to review the status for any managed profile in their Admin console.

  • Chrome 144 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Deprecation launch.
  • Chrome 152 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: APIs and the associated policies removal.
 

Local network access restrictions

Chrome 142 restricted the ability to make requests to the user's local network, gated behind a permission prompt. A local network request is any request from a public website to a local IP address or loopback, or from a local website (for example, intranet) to loopback.

Gating the ability for websites to perform these requests behind a permission mitigates the risk of cross-site request forgery attacks against local network devices such as routers, and reduces the ability of sites to use these requests to fingerprint the user's local network.

This permission is restricted to secure contexts. If granted, the permissions additionally relaxes mixed content blocking for local network requests (since many local devices are not able to obtain publicly trusted TLS certificates for various reasons).

This work supersedes a prior effort called Private Network Access, which used preflight requests to have local devices opt in. For more information on this feature, see Adapting your website for new Local Network Access restrictions in Chrome.

Chrome 145 introduced more granular permissions for websites requesting access to a user's local network. The previous single local-network-access permission is being split into two distinct permissions:

  • local-network: Grants access to IP addresses in the local network space (for example, intranets, internal devices).
  • loopback-network: Grants access to loopback IP addresses (for example, localhost, 127.0.0.1).
 

The old local-network permission will remain as an alias, ensuring existing configurations and permissions policies continue to function as expected.

This change provides both users and Admins with more precise control over how websites interact with internal network resources. Current enterprise policies managing local network access will not be affected by this change.

Chrome 146 introduces two new enterprise policies for managing local network access restrictions: LocalNetworkAccessIpAddressSpaceOverrides and LocalNetworkAccessPermissionsPolicyDefaultEnabled. These policies can be set using custom configurations.

Chrome 147 expands Local Network Access restrictions to include WebSocket and WebTransport connections.

In Chrome 152, the LocalNetworkAccessRestrictionsTemporaryOptOut policy will be removed.

  • Chrome 145 on Android, Linux, macOS, Windows, Fuchsia: The permission split is rolled out.
  • Chrome 146 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia: Two new enterprise policies will be available for managing local network access restrictions:
    • LocalNetworkAccessIpAddressSpaceOverrides could be used to mark IPv4 and IPv6 address blocks as public or private. IP ranges that are treated as public will not cause permission prompts when accessed by other pages. For example, CGNAT 100.64.0.0/10 can be marked as public. This is useful for certain VPN and proxy setups. Marking 0.0.0.0/0 and ::/0 as public is equivalent to disabling the local network access restrictions.
    • LocalNetworkAccessPermissionsPolicyDefaultEnabled can be used to cause the LNA permission to be automatically delegated to iframes by the parent frame, without requiring explicit annotation of the child iframes. This is useful in situations where local network access is performed by an embedded SaaS tool inside of a different SaaS tool. This includes certain locally hosted documentation and knowledgebase software.
  • Chrome 147 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Local Network Access restrictions expanded to include WebSocket and WebTransport connections.
  • Chrome 152 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: LocalNetworkAccessRestrictionsTemporaryOptOut policy will be removed.
 

Restrict background fetch for Service Workers

Chrome 149 restricted the ability for a Service Worker to perform downloads using the Background Fetch API. The RestrictBackgroundFetchFromServiceWorkerEnabled policy allows administrators to re-enable background fetch for cases where download-related functionality is no longer working. The policy can be set through Chrome Enterprise custom configurations. For more details, see Set Chrome policies using the Custom Configurations page in the Help Center.

In Chrome 152, the RestrictBackgroundFetchFromServiceWorkerEnabled policy will be deprecated.

 

Smarter autofill suggestions

From Chrome 137 onwards, users can turn on Smarter autofill suggestions, a feature that helps users fill out online forms more easily. On relevant forms, Chrome can use AI to better understand the form and to then offer users the option to automatically fill in the form using previously saved info. Admins can control the feature using the existing GenAiDefaultSettings policy and a new AutofillPredictionSettings policy.

Smarter autofill suggestions will also be available to users of Chrome on Android (Chrome 148 onwards) and Chrome on iOS (Chrome 149 onwards).

In Chrome 152, Enhanced autofill will be renamed to Smarter autofill suggestions.

  • Chrome 137 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
  • Chrome 140 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows: The existing Autofill with AI feature will be renamed to Enhanced autofill. This feature allows users to save and fill additional types of information, and with this update becomes available in more countries and languages.
  • Chrome 148 on Android: Enhanced autofill will be made available to users of Chrome on Android.
  • Chrome 149 on iOS: Enhanced autofill will be made available to users of Chrome on iOS.
  • Chrome 152 on Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Enhanced autofill will be renamed to "Smarter autofill suggestions." This feature will also be available to all users by default, including the highest-quality form field predictions, as it will be migrated to use Private Inference for data processing.
 

Moving to a 2-week release cycle

From September 2026 (Chrome 153), Chrome will move to a 2-week release cycle, from the current four-week cycle. The web platform is constantly advancing, and our goal at Chrome is to ensure developers and users have immediate access to the latest capabilities, fixes, and performance improvements. Building on our history of adapting our release process to match the demands of a modern web, we are announcing this significant step to further increase our development velocity and Chrome Stable is moving to a 2-week release cycle. You can find more details in the Chrome for Developers blog post.

Extended Stable is available for customers who might have concerns about the maintenance costs. For more information about Extended Stable, see this Help Center article. The 2-week Stable option remains the most secure choice and should be utilized if security is a larger concern than maintenance costs.

  • Chrome 153 on Android, iOS, Linux, macOS, Windows: Chrome moves to a 2-week release cycle.
 

ServiceWorkerAutoPreload browser mode

ServiceWorkerAutoPreload is a mode where the browser issues the network request in parallel with the service worker bootstrap. If the fetch handler returns the response with respondWith(), the browser consumes the network request result inside the fetch handler. If the fetch handler result is fallback, it passes the network response directly to the browser. ServiceWorkerAutoPreload is an optional browser optimization that changes the existing service worker behavior.

Admins can control this feature using an enterprise policy called ServiceWorkerAutoPreloadEnabled.

 

Disallow spaces in non-file:// URL hosts

According to the URL Standard specification, URL hosts cannot contain the space character, but currently URL parsing in Chromium allows spaces in the host. This causes Chromium to fail several tests included in the Interop2024 HTTPS URLs for WebSocket and URL focus areas. To bring Chromium into spec compliance, we would like to remove spaces from URL hosts altogether, but a difficulty with this is that they are used in the host part in Windows file:// URLs. For more details, see this Github discussion.

  • Chrome 157 on Android, ChromeOS, LaCrOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia
 

PostQuantum cryptography for DTLS in WebRTC

This feature will enable the use of PostQuantum Cryptography (PQC) with WebRTC connections. The motivation for PQC is to get WebRTC media traffic up to date with the latest cryptography protocols and prevent Harvest Now to Crack Later scenarios.

Admins will be able to control this feature using an enterprise policy WebRtcPostQuantumKeyAgreement, to allow enterprise users to opt out of PQC. The policy is temporary and is planned to be removed by Chrome 159.

  • Chrome 149 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia - Feature rolls out gradually
  • Chrome 159 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia: Remove WebRtcPostQuantumKeyAgreement enterprise policy.
 

Protocol filtering in Digital Credential API

Starting in Chrome 151, Chrome will begin deprecating support for unspecified presentation and issuance protocols in the Digital Credentials API, with final removal scheduled for Chrome 160.

The Digital Credentials API was originally designed to be an opaque pipeline for arbitrary exchange protocols. In November 2025, the FedID WG resolved to change this so that the spec normatively referenced only a specific set of exchange protocols.

The removal of support for arbitrary, opaque pipelines ensures that only verified protocols are used, enabling a more robust privacy and security threat model for identity verification. This change aligns Chromium with updated industry specifications that normatively reference only a specific set of exchange protocols.

  • Chrome 160 on Windows, macOS, Linux, Android: No rollout step.
 

Isolated Web Apps

Isolated Web Apps (IWAs) are an extension of existing work on PWA installation and Web Packaging that provide stronger protections against server compromise and other tampering that is necessary for developers of security-sensitive applications. Rather than being hosted on live web servers and fetched over HTTPS, these applications are packaged into Web Bundles, signed by their developer, and distributed to end-users through one or more of the potential methods described in the explainer.

In Chrome 128, IWAs became installable through an admin policy only on enterprise-managed ChromeOS devices.

  • Chrome 161 on Windows: This rollout adds support for Isolated Web Apps in enterprise-managed browser configurations on Windows.

 

Upcoming Chrome Enterprise Core updates

 

No upcoming feature announcements in this release.

 

Upcoming Chrome Enterprise Premium updates

 

Custom HTTP headers

Chrome Enterprise will soon offer custom HTTP header injection, a feature that injects custom headers into network requests matching configured URL patterns. This generic capability allows enterprises to reduce their reliance on complex SSL-inspection proxies for a variety of security workflows. For example, administrators can use this feature to enforce SaaS tenant restrictions and prevent data exfiltration. By applying these controls directly at the browser’s network stack, this functionality guarantees the injected headers cannot be modified, disabled, or bypassed by user-installed extensions.

This feature will operate transparently in the background with minimal impact on browsing performance. Administrators can manage this via the HttpHeaderInjection policy.

  • Chrome 151 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Custom HTTP headers feature becomes available on desktop platforms.
 

DLP support for virtual files on ChromeOS

On ChromeOS, files stored in non-native virtual folders (such as Microsoft OneDrive via extension-based File System Providers) were previously bypassed during enterprise file scans because they lacked a native local path.

With this update, Chrome will soon support Data Loss Prevention (DLP) scanning for these virtual files during user-initiated file uploads, drag-and-drop actions, and clipboard pastes. To perform the scan, ChromeOS securely streams a temporary local copy of the virtual file. Once the scan is completed and evaluated, the temporary file is immediately deleted. This update closes a security gap, ensuring consistent policy enforcement across all storage locations on ChromeOS.

This capability is governed by the existing, permanent OnFileAttachedEnterpriseConnector policy. If you have already configured file-upload scanning for your organization, no further action is required; ChromeOS will automatically begin scanning virtual files.

  • Chrome 151 on ChromeOS - Feature rolls out gradually
 

Enterprise file download protection on iOS

Admins will soon be able to prevent users downloading files considered to contain sensitive data, by creating a DLP OnFileDownload rule to send a file for analysis when it is downloaded from a specific page. Based on the scanning result, it will warn or block the download if sensitive information is detected.

This feature can be controlled via the OnFileDownloadedEnterpriseConnector Chrome Enterprise policy that enables the download connector.

  • Chrome 151 on iOS - Feature rolls out gradually: Feature becomes available on iOS and iPadOS.

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Resumo da versão 150 do ChromeOS

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Gemini nas ferramentas para sala de aula  
Fim do suporte a apps do Chrome em sessões de quiosque  
PIN e senha locais em Chromebooks gerenciados    
Migração automática para usuários de PIN ou senha local    
Instalação não gerenciada de apps isolados da web    
Mecanismos de reautenticação aprimorados  
O ChromeOS 150 inclui a próxima versão disponível do candidato ao suporte de longo prazo (LTC)    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Opção de cor invertida para o cursor do mouse    
Atualizações bloqueadas para determinados dispositivos ChromeOS Flex    
Próxima mudança na numeração das versões do ChromeOS    
Migração do provisionamento de certificados    

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

 

Atualizações atuais do ChromeOS

   

  • Gemini nas ferramentas para sala de aula back to top

    A partir do ChromeOS 150, as ferramentas para sala de aula permitem que os educadores bloqueiem os estudantes no modo de aprendizado guiado do Gemini durante o horário de aula, reduzindo distrações e mantendo o foco nas atividades. Essa funcionalidade também se estende às experiências guiadas por professores disponíveis no Google Sala de Aula, como restringir sessões de preparação para testes, impedir a navegação em dispositivos além da Pesquisa e bloquear as telas dos estudantes no NotebookLM para ancorar o tempo de aula ao material de pesquisa aprovado. 

    Disponível apenas com o Google Workspace for Education Plus ou o complemento Teaching and Learning. Para mais informações, consulte Comparar edições: Google for Education.

     

   

  • Fim do suporte a apps do Chrome em sessões de quiosque back to top

    O ChromeOS 150 é a última versão do ChromeOS compatível com apps do Chrome em sessões de quiosque. A partir do ChromeOS 151, os apps do Chrome no ChromeOS vão parar de funcionar nessas sessões. Os apps instalados com instalação forçada feita pelo Admin Console para sessões de visitante gerenciadas (MGS, na sigla em inglês) e sessões de usuário vão continuar sendo compatíveis.

   

  • PIN e senha locais em Chromebooks gerenciados back to top

    O ChromeOS 150 adiciona duas novas políticas corporativas que permitem que os usuários ativem PINs e senhas locais para os Chromebooks gerenciados. Além disso, os admins podem configurar requisitos mínimos de complexidade para PINs ou senhas locais. Para mais detalhes sobre essas políticas, consulte:

   

  • Mgração automática para usuários de PIN ou senha local back to top

    A partir do ChromeOS 150, uma pequena porcentagem de usuários gerenciados do Enterprise e do Education que adicionaram uma conta no ChromeOS no final de junho de 2026 e configuraram um PIN ou uma senha local voltará automaticamente para a autenticação padrão por senha on-line.

    Depois de atualizar para o ChromeOS 150 e fazer login, os usuários afetados vão ver uma tela informativa única explicando que a autenticação do dispositivo foi revertida para a senha da conta on-line. O PIN ou a senha local será removido, e esses usuários precisarão fazer login com o método de autenticação on-line da Conta do Google.

    Observação: os administradores não precisam fazer nada. Essa mudança ocorre automaticamente para garantir que a autenticação do dispositivo esteja alinhada às políticas de identidade da organização. Os perfis de usuário, os arquivos locais e os dados do dispositivo não serão afetados.

   

  • Instalação não gerenciada de apps isolados da web back to top

    O ChromeOS 150 permite que os usuários instalem Apps Isolados da Web manualmente. Os admins podem controlar esse recurso com a política IsolatedWebAppUserInstallationEnabled.

    Para definir a política, abra o Google Admin Console e acesse Dispositivos > Chrome > Apps e extensões > Configurações de apps do usuário > Instalação de App Isolado da web.

   

  • Reforçada mecanismos de reautenticação back to top

    O ChromeOS 150 melhora a confiabilidade dos mecanismos de reautenticação, reduzindo as solicitações inesperadas na tela de login. Essa atualização otimiza as verificações e buscas de identificadores de token armazenados na conta do usuário.

    Para mais detalhes, consulte as políticas relacionadas à frequência de login e às configurações de reautenticação em Definir políticas do Chrome para usuários ou navegadores - Ajuda do Chrome Enterprise e Education.

   

  • O ChromeOS 150 inclui a próxima versão disponível do LTC back to top

    Com o ChromeOS 150, começamos a oferecer suporte à próxima versão candidata ao suporte de longo prazo (LTC), a versão 150 do LTC, que será lançada em 21 de julho de 2026. Para mais detalhes, consulte o cronograma de lançamentos do Chromium e o Suporte de longo prazo (LTS) no ChromeOS na Central de Ajuda do Chrome Enterprise e do Education.

   

Próximas mudanças no ChromeOS

   

  • Opção de cor invertida para o cursor do mouse back to top

    O ChromeOS já permite que os usuários mudem o tamanho e a cor do cursor do mouse. Em breve, o ChromeOS vai adicionar uma nova opção de cor que inverte o conteúdo abaixo do cursor. Isso pode ser especialmente útil para usuários com cursores grandes, porque o conteúdo abaixo do cursor ainda fica visível.

   

  • Atualizações bloqueadas para determinados dispositivos ChromeOS Flex back to top

    A partir do ChromeOS 151, vamos começar a bloquear atualizações para dispositivos que não atendem aos requisitos mínimos do navegador Chrome. Isso vai afetar dispositivos que usam:

    • Placas de vídeo Intel e AMD de 2010 e anteriores 
    • Placas de vídeo Nvidia de 2014 e mais antigas 

    Isso não afeta os dispositivos certificados. Se dispositivos inesperados forem afetados, entre em contato com o suporte do ChromeOS Flex do Google.

   

  • Próxima mudança na numeração das versões do ChromeOS back to top

    A partir da versão 154, o ChromeOS vai continuar sendo lançado a cada 4 semanas, mas o número da versão vai aumentar em 2 (em vez de 1). Essa mudança serve para alinhar a numeração com a nova cadência de lançamento de duas semanas do navegador Chrome. Para mais detalhes, consulte a postagem do blog Chrome para desenvolvedores.

    Para clientes no canal de suporte de longo prazo, o intervalo entre as versões LTS não mudará. O LTS continuará sendo lançado a cada seis meses. Com a transição para a nova numeração de versões, o controle de versões LTS vai aumentar a cada 12 versões. Para mais informações, consulte o cronograma de lançamento do Chromium e as notas da versão do Suporte de longo prazo (LTS) na Central de Ajuda do Chrome Enterprise e do Education.

   

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Chrome 149

Chrome 149 release summary

 
Chrome browser changes Security/ Privacy User productivity/ Apps Management

Chrome Profile Bootstrapping via Custom URI

 

Remove search provider overrides from initial preferences

   

Custom spelling suggestions support

 

 

Restrict background fetch for Service Workers

 

Updated PDF file icon and description on Windows

 

 

Updates to on-device AI model management

     

Chrome for ARM64 Linux devices

 

 

Enhanced autofill

 

 

Update to No HTTPS warning

   

New policies in Chrome browser

   

Chrome Enterprise Core changes Security/ Privacy User productivity/ Apps Management
No updates in this release      
Chrome Enterprise Premium changes Security/ Privacy User productivity/ Apps Management

Microsoft Information Protection (MIP) label integration

 

New policy setting for DataControlRules

 

Telemetry for extensions in third-party SIEM tools

   

Asynchronous file hashing for large DLP uploads

   
Upcoming Chrome browser changes Security/ Privacy User productivity/ Apps Management

Always use secure connections by default

   

Deprecation and removal of Privacy Sandbox APIs

 

Disable SVG filters on plugins and cross-origin or restricted iframes

     

ML-DSA in TLS

   

New Chrome Desktop visual updates

 

 

Opaque origin for data: URLs

PWA origin migration

 

 

Redesign of profile creation flows

   

Chrome will remove support for macOS 12

   

Process isolation on Windows

   

SafeBrowsing API v4 to v5 migration

   

Deprecate and remove XSLT

Local network access restrictions

   

PostQuantum cryptography for DTLS in WebRTC

   

Moving to a 2-week release cycle

   

Disallow spaces in non-file:// URL hosts

   

Isolated Web Apps

   

Upcoming Chrome Enterprise Core changes Security/ Privacy User productivity/ Apps Management

Gen AI and SaaS app usage reporting

 

SSO with Microsoft Entra ID on Android

 
Upcoming Chrome Enterprise Premium changes Security/ Privacy User productivity/ Apps Management

Custom HTTP headers

   

Screenshot protections

   

Data Controls enforcement for context menu search

   

Enterprise file download protection on iOS

   

 

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The enterprise release notes are available in 9 languages. You can read about Chrome's updates in English, German, French, Dutch, Spanish, Portuguese, Korean, Indonesian, and Japanese. Allow 1 to 2 weeks for translation for some languages.

Chrome Enterprise and Education release notes are published in line with the Chrome release schedule, on the Early Stable date for Chrome browser.

 

Atualização importante: a partir de 26 de março de 2026, as notas da versão do navegador Chrome para empresas vão mudar de lugar. Acesse agora exclusivamente no nosso site: chromeenterprise.google. Atualize seus favoritos. As notas da versão do ChromeOS vão continuar sendo publicadas neste link e não serão movidas.

Chrome browser changes  

 

Chrome Profile Bootstrapping via Custom URI

This feature introduces a new custom URI scheme (google-chrome://) that allows external applications and web portals to launch Chrome directly into a specific managed profile. If the specified profile does not exist, the user will be guided through a streamlined profile creation flow pre-populated with their work email. This enables a seamless transition for users jumping from arbitrary browsers or built-in app catalogs into a secure, managed Chrome environment. Admins can control this behavior using the ChromeURILaunchEnabled policy. Chrome 149 will offer an early preview to Chrome Enterprise Trusted Testers.

 
  • Chrome 149 on macOS, Windows - Early preview available to Chrome Enterprise Trusted Tester
 

Remove search provider overrides from initial preferences

From Chrome 149 onwards, the search_provider_overrides and search_provider_overrides_version properties of the initial_preferences file are no longer supported.

Existing profiles that had imported initial preferences will stop responding to these properties. As an alternative, admins can use the DefaultSearchProvider policy.

 
  • Chrome 149 on Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
 

Custom spelling suggestions support 

Chrome for Android is updating its spell check interface to achieve parity with the built-in Android experience. This update adds support for the Input Method Editor (IME) suggestion bar, such as the one provided by Gboard. For more information, see Work with IMEs on Android for Developers.

 
  • Chrome 149 on Android - Feature rolls out gradually
 

Restrict background fetch for Service Workers

Chrome 149 restricts the ability for a Service Worker to perform downloads using the Background Fetch API. The RestrictBackgroundFetchFromServiceWorkerEnabled policy allows administrators to re-enable background fetch for cases where download-related functionality is no longer working. The policy can be set through Chrome Enterprise custom configurations. For more details, see Set Chrome policies using the Custom Configurations page in the Help Center.

  • Chrome 149 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows
    Enterprise policy RestrictBackgroundFetchFromServiceWorkerEnabled becomes available.
  • Chrome 152 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows
    Enterprise policy RestrictBackgroundFetchFromServiceWorkerEnabled will be deprecated
 

Updated PDF file icon and description on Windows

When Chrome is set as the default PDF handler, Chrome 149 updates the file icon displayed in Windows Explorer from the standard Chrome browser icon to a customized white document icon featuring both the Chrome logo and the text PDF. Additionally, the file type description in Windows Explorer changes from Chrome HTML Document to Chrome PDF Document.

Previously, Chrome registered PDF files under the ChromeHTML ProgID, causing PDFs to share the same icon and description as web pages. Chrome now registers under a dedicated ChromePDF ProgID. This separates PDF files visually and textually from standard HTML files. This update brings Chrome into alignment with standard Windows file-handling conventions and makes it easier for users to identify PDF files in Windows Explorer.

  • Chrome 149 on Windows - Feature rolls out gradually
 

Chrome for ARM64 Linux devices

We’re excited to announce that Google will launch Chrome for ARM64 Linux devices in Q2 2026, following the successful expansion of Chrome to Arm-powered macOS devices in 2020 and Arm-powered Windows devices in 2024.

Launching Chrome for ARM64 Linux devices allows more users to enjoy the seamless integration of Google’s most helpful services into their browser. This move addresses the growing demand for a browsing experience that combines the benefits of the open-source Chromium project with Google's ecosystem of apps and features.

To read more, see this Chromium blog post.

  • Chrome 149 on Linux This is a new build of Chrome. It will become available for download once available.
 

Enhanced autofill From Chrome 137 onwards, users can turn on Enhanced autofill, a feature that helps users fill out online forms more easily. On relevant forms, Chrome can use AI to better understand the form and to then offer users the option to automatically fill in the form using previously saved info. Admins can control the feature using the existing GenAiDefaultSettings policy and a new AutofillPredictionSettings policy.

Enhanced autofill will also be available to users of Chrome on Android (Chrome 148 onwards) and Chrome on iOS (Chrome 149 onwards).

 
  • Chrome 137 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
  • Chrome 140 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows The existing Autofill with AI feature will be renamed to Enhanced autofill. This feature allows users to save and fill additional types of information, and with this update becomes available in more countries and languages.
  • Chrome 148 on Android Enhanced autofill will be made available to users of Chrome on Android.
  • Chrome 149 on iOS Enhanced autofill will be made available to users of Chrome on iOS.
  • Chrome 150 on Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows Enhanced autofill will be available to all users by default, including the highest-quality form field predictions, as it will be migrated to use Private Inference for data processing.
 

Update to No HTTPS warning The warning displayed when a user opts in to the Always Use Secure Connections on chrome://settings/security is changing from an interstitial to a dialog. Full page load remains blocked, and the functionality remains the same. The URL content security indicator on the warning is changing from the *indicator to the broken lock. Some users may see this warning automatically when visiting HTTP sites. Users can opt in to the warning on chrome://settings/security.

  • Chrome 141 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows New warning design on desktop platforms.
  • Chrome 149 on Android Similar updated warning design on Android, using a warning bubble instead of a full interstitial.

 

Chrome Enterprise Core changes

 

  • No updates in Chrome 149.

 

Chrome Enterprise Premium changes

Read more about the differences between Chrome Enterprise Core and Chrome Enterprise Premium.

 

 

Microsoft Information Protection (MIP) label integration

Chrome 149 can now understand and enforce Data Loss Prevention (DLP) policies based on Microsoft Information Protection (MIP) sensitivity labels applied to Office 365 documents.

To enable this feature, administrators must authorize the connection between Chrome Enterprise Premium and their Microsoft Azure tenant using the new Microsoft 365 card in the Data Connectors section of the Google Admin console. Once connected, admins can create permanent DLP rules using these labels to block, warn, or audit user actions, for example:

  • copying and pasting to external sites, specifically targeting risks like GenAI data leakage
  • downloading
  • printing
 
  • Chrome 149 on ChromeOS, macOS, Windows - Feature rolls out gradually Microsoft Information Protection (MIP) label integration becomes available on Windows, macOS and ChromeOS.
 

New policy setting for DataControlRules

Chrome is enhancing the existing DataControlsRules policy by introducing a new setting labeled Pasting restrictions across management boundaries. This update provides admins with a context-based mechanism to block against sensitive web content being pasted into or from managed Chrome profiles without requiring specific source or destination URLs.

Starting in Chrome 149, administrators can use new settings in the Google Admin console to establish data boundaries specifically for:

  • Incognito mode
  • Unmanaged Chrome profiles
  • Applications outside of Chrome browser

This enhancement strengthens data loss prevention for Chrome Enterprise Premium customers by preventing corporate data exfiltration into unmanaged environments. To ensure transparency, managed users will receive immediate on-browser notifications if a paste action is restricted by these organizational security policies.

For more details, see Set Chrome policies for users or browsers - Data Controls.

 
  • Chrome 149 on Android, iOS, ChromeOS, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
 

Telemetry for extensions in third-party SIEM tools

Chrome is expanding telemetry capabilities for extension security, by allowing managed events to be exported to all supported third-party Security Information and Event Management (SIEM) platforms via the Chrome Reporting Connector.

Extension telemetry events monitor risky browser behaviors like:

  • dynamic code injection
  • process invocation
  • unauthorized data access

Previously, these events were restricted solely to Google Security Operations (SecOps). With this update, enterprise administrators can route these high-fidelity security signals to their preferred external SIEM provider for centralized threat correlation and incident investigation.

To safeguard user privacy and optimize performance, extension telemetry events are handled as follows:

  • evaluated against a stateless filter
  • exist purely in memory without local disk logging
  • are completely deactivated within Incognito profiles

This capability is restricted to organizations with active Chrome Enterprise Premium licensing. If a managed device does not possess a valid license, extension telemetry events will not be automatically generated and transmitted.

Administrators can configure and opt in to this feature using the OnSecurityEventEnterpriseConnector policy.

  • Chrome 149 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
 

Asynchronous file hashing for large DLP uploads

In Chrome 149, Chrome Enterprise Premium optimizes how it processes files larger than 50MB during Data Loss Prevention (DLP) scans. This update moves the file hash computation to a background process, thereby significantly reducing file upload times and browser delays for users. When the OnFileAttachedEnterpriseConnector or OnFileDownloadedEnterpriseConnector policies are enabled, this performance improvement applies automatically. Full file hashes will continue to be securely generated and sent for reporting purposes once the background task completes.

  • Chrome 149 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually

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Coming soon

Note: The items listed below are experimental or planned updates. They might change, be delayed, or canceled before launching to the Stable channel.

 

Upcoming Chrome browser changes

 

Always use secure connections by default

Prior to enabling it by default for all users, Chrome 150 will enable Always use secure connections for users who have opted in to Enhanced Safe Browsing protections in Chrome.

Chrome 154 will enable the Always use secure connections setting in the public sites only mode by default. This means Chrome will ask for the user's permission before the first access to any public site without HTTPS. Public sites are defined as sites that have a globally unique name, and excludes direct navigation to RFC 1918 addresses (192.168.0.1, 10.0.0.0/8, and so on), as well as shortnames such as go/.

If you are a website developer or IT professional, and you have users who may be impacted by this feature, we very strongly recommend enabling the Always use secure connections setting today to help identify sites that you may need to work to migrate. Admins can use the HttpAllowlist and HttpsOnlyMode policies to override this behavior.

For more information, see our adoption guide and announcement blog post.

  • Chrome 150 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia - Feature rolls out gradually Enable "Always use secure connections" for users who have opted in to Enhanced Safe Browsing. This applies to Desktop only.
  • Chrome 154 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia - Feature rolls out gradually Enable "Always use secure connections" by default for all users.
 

Deprecation and removal of Privacy Sandbox APIs

Chrome has recently announced that the current approach to third-party cookies is to be maintained, following which, we plan to deprecate and remove the following APIs:

  • Topics
  • Protected Audience
  • Shared Storage
  • Attribution Reporting
  • Private Aggregation
  • Related Web Sites
  • requestStorageAccessFor
 

The following are the enterprise policies associated with the above APIs.

 

Deprecation began with Chrome 144, and removal is planned for Chrome 150. After deprecation, the APIs will continue to exist, and most users will see no disruptions. However, some users who rely on server-side integrations (such as k-anonymity server, or coordinators) will see a break in the services. We have proactively reached out to users of the APIs with our deprecation plans. At the time of removal, Chrome 150, all the policies associated with these APIs will also be removed.

None of the APIs are enabled by default to enterprise users. Enterprise teams may want to review the status for any managed profile in their Admin console.

 
  • Chrome 144 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows Deprecation launch
  • Chrome 150 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows APIs and the associated policies removal
 

Disable SVG filters on plugins and cross-origin or restricted iframes

Chrome 150 will prevent Scalable Vector Graphics (SVG) filters from being applied to cross-origin or restricted iFrames (for example, sandboxed ones) and embedded plugins (for example, PDFs). When a frame or plugin would be painted with an SVG filter effect, the effect tree is traversed to find the highest ancestor without SVG filters, and that effect is then applied instead.

 
  • Chrome 150 on Windows, macOS, Linux, Android No rollout step
 

ML-DSA in TLS

Chrome 150 adds support for Module-Lattice-Based Digital Signature Algorithm (ML-DSA) signing algorithms and certificates in TLS. This will enable the use of ML-DSA (post-quantum) certificates in chrome://certificate-manager, and associated enterprise policies. There are no changes to the Chrome Root Store. The relevant policies are:

 

This feature will be available on all non-iOS platforms.

  • Chrome 150 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia Support for ML-DSA in TLS enabled by default. Users or administrators must explicitly configure a trusted root for ML-DSA to be used, as it is not currently possible to issue a publicly trusted ML-DSA certificate.
 

New Chrome Desktop visual updates

With Google's design language evolving for the AI era, we have an opportunity to modernize the desktop browser's UI across operating systems and to reduce clutter. The first wave of updates will roll out with Chrome 150, including:

  • A glass effect tab strip that allows desktop backgrounds to subtly show through.
  • Updated iconography with softer edges and animations on buttons like the three dot Chrome menu and page refresh.
  • Context menus will be simplified by removing or re-homing low usage and duplicative items.
  • Settings, Downloads, and Bookmark pages will get a visual reskin to align with the latest design language.
 
  • Chrome 150 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
  • Chrome 150 on Windows, macOS: "glass" effect on tab strip
  • Chrome 150 on Windows, maxOS, Linux: updated iconography (increased roundedness)
  • Chrome 150 on Windows, macOS, Linux, ChromeOS: simplified tab strip and context menus, updated tab group colors, visual update to chrome://settings, downloads, and bookmarks, updated dark mode color
 

Opaque origin for data: URLs

Chrome 150 updates how Dedicated and Shared Workers handle data: URLs. Rather than automatically inheriting the security origin of the script or page that created them, these workers will now be assigned a unique opaque origin.

This alignment with the worker HTML specification enhances security by isolating these workers from the creator's same-origin state, preventing them from accessing sensitive data via mechanisms like BroadcastChannel or same-origin storage. To maintain correct isolation boundaries, these workers still reside within the same storage partition (for example, by preserving the top-level site or nonce) as their creator.

This security adjustment is enabled by default across desktop and mobile platforms. Administrators can review or verify security boundaries via their centralized configurations. For technical implementation details and specification references, see Step 3 of the HTML Living Standard Worker Settings.

 
  • Chrome 150 on Windows, macOS, Linux, Android No rollout step
 

PWA origin migration

When a user installs a Progressive Web App (PWA), its identity and security context are tightly bound to its web origin, for example, app.example.com. This presents a significant challenge for developers who need to change their PWA's origin due to rebranding, domain restructuring, or technical re-architecture. Currently, such a change forces users to manually uninstall the old app and reinstall the new one, leading to a disruptive experience and potential user loss. Chrome 150 introduces a mechanism for developers to seamlessly migrate an installed PWA to a new, same-site origin, preserving user trust and permissions.

The WebAppInstallForceList policy will block migration. Since enterprise policies around web applications are primarily based on URLs and origins, there is a risk that a migration would bypass certain policies an admin might have configured. No migration will be offered to the user when an app is force-installed by their enterprise administrator, and instead a banner will be shown explaining this to the user.

 
  • Chrome 150 on Windows, macOS, Linux No rollout step
 

Redesign of profile creation flows

In Chrome 148, existing profile creation flows on Desktop (Windows only) get a visual update to provide a contemporary and streamlined onboarding experience. During First Run and Secondary profile creation, we introduce a new design to the onboarding flow, which includes management screens, to harmonize with the current Chrome brand identity.

This update only includes visual improvements. There are no functional changes to the onboarding process, and your existing workflows and policies remain unaffected.

Chrome 150 introduces this visual update on Desktop for macOS and Linux.

  • Chrome 148 on Windows - Feature rolls out gradually
  • Chrome 150 on Linux, macOS - Feature rolls out gradually
 

Chrome will remove support for macOS 12

Chrome 150 will be the last release to support macOS 12; Chrome 151+ will no longer support macOS 12, which is outside of its support window with Apple. Running on a supported operating system is essential to maintaining security.

On Macs running macOS 12, Chrome will continue to work, showing a warning infobar, but will not update any further. If users wish to have Chrome updated, they need to update their computer to a supported version of macOS.

For new installations of Chrome 151+, macOS 13+ will be required.

  • Chrome 151 on Windows, macOS, Linux No rollout step
 

Process isolation on Windows

Chrome will apply Windows security Access Control Lists (ACLs) to prevent other applications from reading or injecting into Chrome's memory space. This may cause interoperability issues with older antivirus, DLP, or accessibility software.

Admins will be able to control and disable this feature with the upcoming WindowsProcessIsolation policy. Process isolation will eventually be enabled by default on all Windows installations.

  • Chrome 151 on Windows - Feature rolls out gradually
 

SafeBrowsing API v4 to v5 migration

Chrome calls into the SafeBrowsing v4 API will be migrated to call into the v5 API instead. The method names are also different between v4 and v5. If admins have any v4-specific URL allowlisting to allow network requests to https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, these should be modified to allow network requests to the whole domain instead: safebrowsing.googleapis.com. Otherwise, rejected network requests to the v5 API will cause security regressions for users. For more details, see Migration From V4 - Safe Browsing.

  • Chrome 151 on Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
 

Deprecate and remove XSLT

XSLT v1.0, which all browsers adhere to, was standardized in 1999. In the meantime, XSLT has evolved to v2.0 and v3.0, adding features, and growing apart from the old version frozen into browsers. This lack of advancement, coupled with the rise of JavaScript libraries and frameworks that offer more flexible and powerful DOM manipulation, has led to a significant decline in the use of client-side XSLT. Its role within the web browser has been largely superseded by JavaScript-based technologies, such as JSON and React.

Chromium uses the libxslt library to process these transformations, and libxslt was unmaintained for ~6 months of 2025. Libxslt is a complex, aging C codebase of the type notoriously susceptible to memory safety vulnerabilities like buffer overflows, which can lead to arbitrary code execution. Because client-side XSLT is now a niche, rarely-used feature, these libraries receive far less maintenance and security scrutiny than core JavaScript engines, yet they represent a direct, potent attack surface for processing untrusted web content. Indeed, XSLT is the source of several recent high-profile security exploits that continue to put browser users at risk.

For these reasons, Chromium (along with both other browser engines) plans to deprecate and remove XSLT from the web platform. For more details, see this Chrome for Developers article.

  • Chrome 143 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows Deprecation (but not removal) of the APIs.
  • Chrome 152 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows Origin Trial (OT) and Enterprise Policy go live for testing. These allow sites and enterprises to continue using features past the removal date.
  • Chrome 158 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows XSLT stops functioning on Stable releases, for all users other than Origin Trial and Enterprise Policy participants.
  • Chrome 176 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows Origin Trial and Enterprise Policy stop functioning. XSLT is disabled for all users.
 

Local network access restrictions

Chrome 142 restricted the ability to make requests to the user's local network, gated behind a permission prompt. A local network request is any request from a public website to a local IP address or loopback, or from a local website (for example, intranet) to loopback.

Gating the ability for websites to perform these requests behind a permission mitigates the risk of cross-site request forgery attacks against local network devices such as routers, and reduces the ability of sites to use these requests to fingerprint the user's local network.

This permission is restricted to secure contexts. If granted, the permissions additionally relaxes mixed content blocking for local network requests (since many local devices are not able to obtain publicly trusted TLS certificates for various reasons).

This work supersedes a prior effort called Private Network Access, which used preflight requests to have local devices opt in. For more information on this feature, see Adapting your website for new Local Network Access restrictions in Chrome.

Chrome 145 introduced more granular permissions for websites requesting access to a user's local network. The previous single local-network-access permission is being split into two distinct permissions:

  • local-network: Grants access to IP addresses in the local network space (for example, intranets, internal devices).
  • loopback-network: Grants access to loopback IP addresses (for example, localhost, 127.0.0.1).
 

The old local-network permission will remain as an alias, ensuring existing configurations and permissions policies continue to function as expected.

This change provides both users and Admins with more precise control over how websites interact with internal network resources. Current enterprise policies managing local network access will not be affected by this change.

Chrome 146 introduces two new enterprise policies for managing local network access restrictions: LocalNetworkAccessIpAddressSpaceOverrides and LocalNetworkAccessPermissionsPolicyDefaultEnabled. These policies can be set using custom configurations.

 

Chrome 147 expands Local Network Access restrictions to include WebSocket and WebTransport connections.

 
  • Chrome 145 on Android, Linux, macOS, Windows, Fuchsia The permission split is rolled out.
  • Chrome 146 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia Two new enterprise policies will be available for managing local network access restrictions:
  • LocalNetworkAccessIpAddressSpaceOverrides could be used to mark IPv4 and IPv6 address blocks as public or private. IP ranges that are treated as public will not cause permission prompts when accessed by other pages. For example, CGNAT 100.64.0.0/10 can be marked as public. This is useful for certain VPN and proxy setups. Marking 0.0.0.0/0  and ::/0 as public is equivalent to disabling the local network access restrictions.
  • LocalNetworkAccessPermissionsPolicyDefaultEnabled can be used to cause the LNA permission to be automatically delegated to iframes by the parent frame, without requiring explicit annotation of the child iframes. This is useful in situations where local network access is performed by an embedded SaaS tool inside of a different SaaS tool. This includes certain locally hosted documentation and knowledgebase software.
  • Chrome 147 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows Local Network Access restrictions expanded to include WebSocket and WebTransport connections.
  • Chrome 152 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows LocalNetworkAccessRestrictionsTemporaryOptOut policy will be removed.
 

PostQuantum cryptography for DTLS in WebRTC

This feature will enable the use of PostQuantum Cryptography (PQC) with WebRTC connections. The motivation for PQC is to get WebRTC media traffic up to date with the latest cryptography protocols and prevent Harvest Now to Crack Later scenarios.

Admins will be able to control this feature using an enterprise policy WebRtcPostQuantumKeyAgreement, to allow enterprise users to opt out of PQC. The policy is temporary and is planned to be removed by Chrome 152.

  • Chrome 142 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia - Feature rolls out gradually
  • Chrome 152 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia Remove WebRtcPostQuantumKeyAgreement enterprise policy
 

Moving to a 2-week release cycle

From September 2026 (Chrome 153), Chrome will move to a 2-week release cycle, from the current four-week cycle. The web platform is constantly advancing, and our goal at Chrome is to ensure developers and users have immediate access to the latest capabilities, fixes, and performance improvements. Building on our history of adapting our release process to match the demands of a modern web, we are announcing this significant step to further increase our development velocity and Chrome Stable is moving to a 2-week release cycle. You can find more details in the Chrome for Developers blog post.

Extended Stable is available for customers who might have concerns about the maintenance costs. For more information about Extended Stable, see this Help Center article. The 2-week Stable option remains the most secure choice and should be utilized if security is a larger concern than maintenance costs.

  • Chrome 153 on Android, iOS, Linux, macOS, Windows Chrome moves to a 2-week release cycle
 

Disallow spaces in non-file:// URL hosts

According to the URL Standard specification URL hosts cannot contain the space character, but currently URL parsing in Chromium allows spaces in the host. This causes Chromium to fail several tests included in the Interop2024 HTTPS URLs for WebSocket and URL focus areas. To bring Chromium into spec compliance, we would like to remove spaces from URL hosts altogether, but a difficulty with this is that they are used in the host part in Windows file:// URLs. For more details, see this Github discussion.

  • Chrome 157 on Android, ChromeOS, LaCrOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia
 

Isolated Web Apps

Isolated Web Apps (IWAs) are an extension of existing work on PWA installation and Web Packaging that provide stronger protections against server compromise and other tampering that is necessary for developers of security-sensitive applications. Rather than being hosted on live web servers and fetched over HTTPS, these applications are packaged into Web Bundles, signed by their developer, and distributed to end-users through one or more of the potential methods described in the explainer.

In Chrome 128, IWAs became installable through an admin policy only on enterprise-managed ChromeOS devices.

  • Chrome 161 on Windows This rollout adds support for Isolated Web Apps in enterprise-managed browser configurations on Windows.

Upcoming Chrome Enterprise Core updates

 

Gen AI and SaaS app usage reporting

As early as Chrome 147, admins will have access to a new Gen AI and SaaS app usage reporting feature in the Google Admin console. This report brings visibility into their organization's use of generative AI tools and SaaS sites, allowing admins to monitor usage of their enterprise IT resources.

This report is available for Chrome Enterprise Core (CEC) and Chrome Enterprise Premium (CEP) customers only.

This new report tracks usage for popular Gen AI and enterprise SaaS websites in Chrome, providing metrics on visits, unique managed profiles, unique managed browsers, and access to sensitive content transfer events. With these insights, admins can assess risk and restrict usage by making informed licensing decisions or creating usage restrictions, such as Data Loss Prevention (DLP) rules.

Chrome 147 allows a Trusted Tester preview, with the feature gradually rolling out in Chrome 150.

 
  • Chrome 147 on Linux, macOS, Windows - Early preview available to Chrome Enterprise Trusted Tester
  • Chrome 150 on Linux, macOS, Windows - Feature rolls out gradually
 

SSO with Microsoft Entra ID on Android

Chrome on Android now supports seamless Single Sign-On (SSO) with Microsoft Entra ID (formerly Azure AD). This feature allows users to access Microsoft web applications, such as Outlook and SharePoint, without repeatedly entering credentials, if they are already signed into a Microsoft app on the same device. This brings Chrome on Android to feature parity with Chrome on Windows and macOS.

Admins can use AndroidEntraSsoEnabled policy to control this functionality, which is disabled by default. To work, the device must have a Microsoft broker app installed (such as Microsoft Authenticator, Intune Company Portal, or Link to Windows) and the user must be signed into a Microsoft app. This feature is an add-on for managed users and improves user productivity by reducing authentication friction while leveraging secure, on-device credential handling.

  • Chrome 150 on Android - Feature rolls out gradually Single Sign-On (SSO) with Microsoft Entra ID becomes available on Android

 

Upcoming Chrome Enterprise Premium updates

 

Custom HTTP headers

Chrome Enterprise now offers custom HTTP header injection, a feature that injects custom headers into network requests matching configured URL patterns. This generic capability allows enterprises to reduce their reliance on complex SSL-inspection proxies for a variety of security workflows. For example, administrators can use this feature to enforce SaaS tenant restrictions and prevent data exfiltration. By applying these controls directly at the browser’s network stack, this functionality guarantees the injected headers cannot be modified, disabled, or bypassed by user-installed extensions.

This feature operates transparently in the background with minimal impact on browsing performance. Administrators can manage this via the HttpHeaderInjection policy.

  • Chrome 150 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows Custom HTTP headers feature becomes available on desktop platforms
 

Screenshot protections

Admins can prevent users from taking screenshots or screen sharing specific web pages considered to contain sensitive data. Admins create a DLP URL filtering rule to block users taking screenshots or screen sharing specific URLs or categories of URLs.

This feature can be controlled via the same EnterpriseRealTimeUrlCheckMode Chrome Enterprise policy that enables all real-time URL lookups.

  • Chrome 129 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows Trusted Tester program
  • Chrome 131 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows Feature rolls out
  • Chrome 150 on iOS - Feature rolls out gradually Feature becomes available on iOS and iPadOS
 

Data Controls enforcement for context menu search

Chrome is enhancing the existing DataControlsRules policy by introducing enforcement on the "Search [Default Search Engine] for ..." context menu item. This update provides admins with a mechanism to secure data against a known exfiltration vector, as this search action previously bypassed copy restrictions.

Administrators can rely on their existing DataControlsRules to evaluate the current tab's URL before allowing a context menu search. This enhancement strengthens data loss prevention for enterprise customers by preventing corporate data exfiltration without requiring the creation of new policies. To ensure transparency, managed users will receive an immediate warning dialog if the action triggers a WARN rule, or the menu item will be completely hidden if blocked by organizational security policies.

For more details, see Set Chrome policies for users or browsers - Data Controls.

  • Chrome 151 on Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows
 

Enterprise file download protection on iOS

Admins can prevent users from downloading files considered to contain sensitive data by creating a DLP OnFileDownload rule to send a file for analysis when it is downloaded from a specific page. Based on the scanning result, it will warn or block the download if sensitive information is detected.

This feature can be controlled via the OnFileDownloadedEnterpriseConnector Chrome Enterprise policy that enables the download connector.

  • Chrome 151 on iOS - Feature rolls out gradually Feature becomes available on iOS and iPadOS

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ChromeOS 149 release summary

 
ChromeOS updates Security/ Privacy User productivity/ Apps Management
Locate managed ChromeOS device  
Connectivity troubleshooting    
Accessibility settings sync  
Upcoming ChromeOS changes Security/ Privacy User productivity/ Apps Management
Enhanced reauthentication mechanisms    
Enhanced local authentication for managed ChromeOS devices    
Isolated Web Apps unmanaged install    
Unframed display mode for Isolated Web Apps    
Inverted color option for mouse cursor    
ChromeOS 150 includes next available long-term candidate (LTC) release    
Updates blocked for certain ChromeOS Flex devices    
Upcoming change to ChromeOS release numbering    

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The enterprise release notes are available in 9 languages. You can read about Chrome's updates in English, German, French, Dutch, Spanish, Portuguese, Korean, Indonesian, and Japanese. Allow 1 to 2 weeks for translation for some languages.

 

Current ChromeOS updates

   

  • Locate managed ChromeOS device back to top

    Using a new remote Locate device command, administrators can now better secure and recover lost or stolen hardware. When a ChromeOS device is disabled using the Admin console, admins can choose to enable location tracking. This allows the Admin console to detect the approximate location of the device as soon as it connects to the Internet. To prioritize user privacy, a clear notification and lock screen message inform the user that their location is being shared. Location data is only accessible for 24 hours before expiring. This enhancement provides a critical tool for fleet management while maintaining transparency and data security.

   

  • Connectivity troubleshooting back to top

    ChromeOS has a built-in Diagnostics app, which allows users to troubleshoot their issues. To open the Diagnostics app, use this key sequence:

    • [Ctrl] + Search Key + Esc 

    ChromeOS 149 adds a Connectivity troubleshooting function to the Diagnostics app, to help users diagnose connectivity problems to a pre-defined list of Google services. This tool helps troubleshoot customer networking-related problems, such as the inability to access specific Google services.

   

  • Accessibility settings sync back to top

    ChromeOS 149 introduces synchronization for the following Accessibility settings:

    • Reduced animations
    • Caption customization 

    These settings can now be synced for a user across all ChromeOS devices where the user is signed in. This feature helps reduce friction during setup of a new device, by syncing accessibility settings from the old device first. In future releases, more Accessibility settings will be synced in this way.

    • In ChromeOS Settings, select Privacy and security > Sync and Google services > Manage what you sync > Sync data, and then toggle the Settings option as required. 
    • For managed users, Admins can control Accessibility settings sync by adding or removing the preferences option as required in the SyncTypesListDisabled policy.

 

Upcoming ChromeOS changes

   

  • Enhanced reauthentication mechanismsback to top

    ChromeOS 150 improves the reliability of reauthentication mechanisms, leading to less unexpected reauthentication requests on the login screen. This update optimizes checks and fetches for token handles stored against the user’s account.

    For more detail, see related policies for login frequency and reauthentication settings in Set Chrome policies for users or browsers  - Chrome Enterprise and Education Help.

   

  • Enhanced local authentication for managed ChromeOS devicesback to top

    Administrators can now allow Chrome Enterprise and Education users to set up local PINs and passwords. This reduces reliance on password scraping and enables a smoother, passwordless-style experience for subsequent sign-ins. To ensure security, admins can define specific complexity requirements (Low, Medium, or High) for these local factors.

    Settings are managed using new policies in the Admin console. When requirements change, users are notified to update their credentials during their next session. This update simplifies the sign-in flow for third-party Identity Providers and ensures that even during account recovery, local security standards are strictly maintained.

   

  • Isolated Web Apps unmanaged installback to top

    ChromeOS 150 lets users manually install Isolated Web Apps. Admins can control this feature using the IsolatedWebAppUserInstallationEnabled policy.

    To set the policy, open your Google Admin console  and navigate to Devices > Chrome > Apps & Extensions > User app settings > Isolated Web App Installation.

   

  • Unframed display mode for Isolated Web Appsback to top

    ChromeOS 150 introduces the unframed display mode that extends the Isolated Web App (IWA) client area to encompass the entire window, including the regions normally reserved for the title bar and system window controls. This provides developers with complete control over the application's visual layout, enabling bespoke, immersive experiences and custom window branding.

   

  • Inverted color option for mouse cursorback to top

    ChromeOS already allows users to change their mouse cursor size and color. ChromeOS will soon add a new color option that inverts the content underneath the cursor. This can be especially helpful for users with large cursor sizes, because content underneath the cursor is still visible.

   

  • ChromeOS 150 includes next available long-term candidate (LTC) release back to top

    ChromeOS 150, due for release on Tuesday, July 21, 2026, includes the next available LTC release. For more details, see the Chromium release schedule and Long-term Support (LTS) on ChromeOS in the Chrome Enterprise and Education Help Center.

   

  • Updates blocked for certain ChromeOS Flex devices back to top

    From ChromeOS 150 onwards, we will begin blocking updates for devices unable to meet the minimum requirements for the Chrome Browser. This will affect devices using the following:

    • Intel and AMD graphics from 2010 and older 
    • Nvidia graphics from 2014 and older 

    This does not affect any certified devices. If unexpected devices are affected, reach out to Google ChromeOS Flex support.

   

  • Upcoming change to ChromeOS release numbering back to top

    Starting with ChromeOS 154, ChromeOS will continue to be released every 4 weeks, but the release number will be incremented by 2 (instead of 1). This change is to align numbering with the new Chrome browser 2-week release cadence. You can find more details in the Chrome for Developers blog post.

    For customers on the Long-term Support channel, the duration between LTS releases is not changing; LTS will continue to release every 6 months. With the transition to the new release numbering, LTS versioning will  increment every 12 versions. For more information, see the Chromium release schedule and Long-term Support (LTS) release notes in the Chrome Enterprise and Education Help Center.

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Chrome 148

Chrome 148 release summary

 
Chrome browser changes Security/ Privacy User productivity/ Apps Management
Gemini in Chrome    
Chrome Autofill: Expanded support for Google Wallet pass types    
Chrome's built-in Prompt API  
Extended lifetime shared workers    
Increase HTTP/3 usage    
Redesign of profile creation flows    
Vertical tabs    
Enhanced autofill    
New policies in Chrome browser    
Chrome Enterprise Core changes Security/ Privacy User productivity/ Apps Management
Block extensions based on third-party risk scores  
Chrome client certificate support on iOS  
Managed profile reporting support    
Chrome Enterprise Premium changes Security/ Privacy User productivity/ Apps Management
Chrome Enterprise Connectors API  
Block extensions using Chrome Web Store categories  
Enterprise extension DOM activity telemetry    
New policy setting for DataControlRules  
New templates for Data Loss Prevention rules  

Drag support for data controls  
Increased concurrent file upload limit for content analysis  
Upcoming Chrome browser changes Security/ Privacy User productivity/ Apps Management
Chrome Profile Bootstrapping via Custom URI  
Chrome for ARM64 Linux devices    
Custom spelling suggestions support    
PWA origin migration    
Update to No HTTPS warning    
Always use secure connections by default    
Deprecation and removal of Privacy Sandbox APIs  
Process isolation on Windows    
SafeBrowsing API v4 to v5 migration    
Chrome will remove support for macOS 12    
Deprecate and remove XSLT
Local network access restrictions    
PostQuantum cryptography for DTLS in WebRTC    
Moving to a 2-week release cycle    
Disallow spaces in non-file:// URL hosts    
Isolated Web Apps    
Upcoming Chrome Enterprise Core changes Security/ Privacy User productivity/ Apps Management
Gen AI and SaaS app usage reporting  
Upcoming Chrome Enterprise Premium changes Security/ Privacy User productivity/ Apps Management
Hardening against local policy tampering  
Screenshot protections    
Enterprise file download protection on iOS    

 

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The enterprise release notes are available in 9 languages. You can read about Chrome's updates in English, German, French, Dutch, Spanish, Portuguese, Korean, Indonesian, and Japanese. Allow 1 to 2 weeks for translation for some languages.

Chrome Enterprise and Education release notes are published in line with the Chrome release schedule, on the Early Stable date for Chrome browser.

 

Atualização importante: a partir de 26 de março de 2026, as notas da versão do navegador Chrome para empresas vão mudar de lugar. Acesse agora exclusivamente no nosso site: chromeenterprise.google. Atualize seus favoritos. As notas da versão do ChromeOS vão continuar sendo publicadas neste link e não serão movidas.

Chrome browser changes  

 

  • Gemini in Chrome back to top

    Gemini is now integrated into Chrome on macOS, Windows and selective ChromeOS devices, and can understand the content of your current page. Users can now seamlessly get key takeaways, clarify concepts, and find answers, all without leaving their Chrome tab. This integration includes both chat—where users can interact with Gemini via text, and Gemini Live, with which users can interact with Gemini via voice.

    In Chrome 143, Gemini in Chrome started to roll out to most Google Workspace users with access to the Gemini app in the US. Admins can turn off this feature (value 1) using the GeminiSettings policy or by using the GenAiDefaultSettings (value 2). For more details, see Gemini in Chrome in the Help Center or this blog post.

    Also in Chrome 143, we announced the multi-tab context feature. Gemini in Chrome can now see more of your opened tabs (10 max) so you can ask questions across multiple pages to help you compare, find information more efficiently. Gemini in Chrome also serves as a productivity agent. Gemini in Chrome automatically uses public information from these Google services: Google Search, Google Maps, YouTube. With your permission, Gemini in Chrome can help you connect your personal information and content in Google Workspace services (Gmail, Drive, Keep, Calendar, and Tasks).

    In Chrome 144, auto browse in Gemini in Chrome was made available to some users (non-enterprise). An enterprise policy GeminiActOnWebSettings will be available at launch.

    For more details, see the rollout steps below.

 

  • Chrome Autofill: Expanded support for Google Wallet pass types back to top

    Chrome Autofill currently populates web forms using data from select passes stored in Google Wallet. Beginning with Chrome 148, the range of supported pass types expands to include driver licenses, passports, national ID cards, Known Traveler Numbers, and redress numbers. Filling and saving of these new data types is governed by the existing AutofillAddressEnabled policy.

    • Chrome 148 on Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Feature rolls out gradually

 

  • Prompt API back to top

    Prompt API gives web developers direct access to a browser-provided on-device AI language model. The API design offers fine-grained control, aligned with cloud API shapes, for progressively enhancing sites with model interactions tailored to individualized use cases. This complements task-based language model APIs, for example, Summarizer API, as well as a variety of APIs and frameworks for generalized on-device inference with developer-supplied ML models. 

    The initial implementation supports text, image, and audio inputs. In addition, response constraints ensure that generated text conforms with predefined regex and JSON schema formats.

    This supports a variety of use cases, from generating image captions and performing visual searches to transcribing audio, classifying sound events, generating text following specific instructions, and extracting information or insights from multi-modal source material.

    This API has been shipped in Chrome Extensions. An enterprise policy GenAILocalFoundationalModelSettings is available to disable the underlying model downloading, which would render this API unavailable. Enterprise admins can also set the BuiltInAIAPIsEnabled policy to block Built-In AI API usage, while still permitting other on-device GenAI features.

    Language support log:

    • Chrome 148 on Windows, macOS, Linux: No rollout step
    • Chrome M139 and earlier only supported English ('en')
    • Chrome M140 added support for Spanish and Japanese ('es' and 'ja')

 

  • Extended lifetime shared workers back to top

    This update adds a new option, extendedLifetime: true, to the SharedWorker constructor. This new option requests that the shared worker be kept alive even after all current clients have unloaded. This allows pages to perform asynchronous work that requires JavaScript after a page unloads, without needing to rely on a service worker.


    Chrome 148 on Windows, macOS, Linux, Android: No rollout step

 

  • Increase HTTP/3 usage back to top

    Chrome introduces optimizations to increase the use of the HTTP/3 (QUIC) protocol for communication. As a result, you might notice improved discovery of HTTP/3 (QUIC) support and an increase in the amount of HTTP/3 (QUIC) connections. These changes are designed to improve performance.

    No action is required from Admins as these optimizations are handled automatically by the browser. For organizations that prefer to disable or restrict the use of QUIC, the existing QuicAllowed enterprise policy remains sufficient to control this behavior.

    • Chrome 148 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Feature rolls out gradually

 

  • Redesign of profile creation flows back to top

    In Chrome 148, existing profile creation flows on Desktop (Windows, Mac, Linux) get a visual update to provide a contemporary and streamlined onboarding experience. During First Run and Secondary profile creation, we introduce a new design to the onboarding flow, which includes management screens, to harmonize with the current Chrome brand identity.

  • This update only includes visual improvements. There are no functional changes to the onboarding process, and your existing workflows and policies remain unaffected.

    • Chrome 148 on Windows: Feature rolls out gradually
    • Chrome 149 on Linux, macOS: Feature rolls out gradually

 

  • Vertical tabs back to top

    Chrome Desktop introduces a vertical tab strip to improve tab management for users who handle many tabs. This feature addresses the difficulty of finding and organizing tabs by displaying full page titles, enhancing tab group usage, and optimizing the use of vertical screen space.

    • Chrome 147 on Linux, macOS, Windows: Feature rolls out gradually on MacOS, Windows and Linux
    • Chrome 148 on ChromeOS: Feature rolls out gradually on ChromeOS

 

  • Enhanced autofill back to top

    From Chrome 137 onwards, some users can turn on Enhanced autofill, a feature that helps users fill out online forms more easily. On relevant forms, Chrome can use AI to better understand the form and to then offer users the option to automatically fill in the form using previously saved info. Admins can control the feature using the existing GenAiDefaultSettings policy and a new AutofillPredictionSettings policy.

     

    In Chrome 148, enhanced autofill is made available to users of Chrome on Android and Chrome on iOS.

    • Chrome 148 on Android, iOS: Enhanced autofill will be made available to users of Chrome on Android and Chrome on iOS.
    • Chrome 137 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Feature rolls out gradually
    • Chrome 140 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows: The existing "Autofill with AI" feature will be renamed to "Enhanced autofill", allow users to save and fill additional types of info, and become available in more countries and languages.

   

 

Chrome Enterprise Core changes

 

  • Block extensions based on third-party risk scores back to top

    As early as Chrome 147, admins can configure a risk threshold in the Google Admin Console's Apps and Extensions settings to automatically block extensions using third-party risk assessments (Spin.Ai and LayerX). This feature simplifies extension management and reduces the manual work required to assess and block high-risk extensions. Extensions that exceed the configured risk score threshold will be automatically disabled on the client side, and new installations will be blocked.

    Chrome 148 allows a Trusted Tester preview, with the feature gradually rolling out in Chrome 149.

    • Chrome 148 on Linux, macOS, Windows: Early preview available to Chrome Enterprise Trusted Tester
    • Chrome 149 on Linux, macOS, Windows: Feature rolls out gradually

 

  • Block extensions using Chrome Web Store categories back to top

    As early as Chrome 147, admins could enhance security by automatically blocking Chrome extensions based on their Chrome Web Store categories, for example, blocking all Games extensions. This feature prevents extensions from blocked categories being installed and disables them if already present. Force-installed and allow-listed extensions remain unaffected.

    This setting is only available in the Google Admin console under Apps & Extensions > Settings, within the new Advanced extension blocking section. The setting name is Block by category. It can also be configured using the Chrome Management APIs. This setting is not available for locally-managed devices.

    Chrome 148 allows a Trusted Tester preview, with the feature gradually rolling out in Chrome 149.

    • Chrome 148 on Linux, macOS, Windows: Early preview available to Chrome Enterprise Trusted Tester
    • Chrome 149 on Linux, macOS, Windows: Feature rolls out gradually

 

  • Chrome client certificate support on iOS back to top

    Built-in client certificate support in Chrome for iOS enables managed users to securely authenticate to corporate resources using mutual TLS (mTLS). Historically, iOS isolated certificates within the system store accessible only to built-in Apple apps, but this launch allows Chrome to provision and manage its own hardware-backed certificates independently. By integrating with the iOS Secure Enclave for non-exportable private key storage, Chrome provides a high-assurance identity signal specifically for Zero Trust environments using Microsoft Entra ID and Conditional Access. These credentials are provisioned within the work-managed Chrome profile and are inaccessible to other applications or personal profiles on the device.

     

    To implement this feature, admins must enable the Apply supported user settings to Chrome on iOS toggle in the Google Admin console and configure the ProvisionManagedClientCertificateForBrowser and ProvisionManagedClientCertificateForUser policies to initiate issuance and rotation. Finally, the AutoSelectCertificateForUrls policy should be used to automate certificate selection for designated corporate domains to ensure a seamless authentication flow.

    • Chrome 148 on iOS: Feature rolls out gradually

 

  • Managed profile reporting support back to top

    Chrome Enterprise Core is launching cloud profile reporting support for the Apps & extension usage report and the Versions report in the Google Admin console.

    On the Apps & extension usage report, admins will be able to see a new total install count for managed profiles (work profiles). They will be able to see which extensions have the most installs across all managed profiles.

    On the Versions report, admins will be able to see the total number of managed profiles running each version of Chrome. For example, they will be able to see if managed profiles are using older versions of Chrome.

    To enable cloud profile reporting for both of these reports, admins have to enable the existing CloudProfileReportingEnabled policy. If you have already turned on Managed profile reporting, the reports will automatically start reporting the data.

    How to find these reports? In the Admin console, navigate to Chrome browser > Reports > Apps & extensions usage or Chrome browser > Reports > Versions.

    • Chrome 148 on Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Feature rolls out gradually

 

Chrome Enterprise Premium changes

Read more about the differences between Chrome Enterprise Core and Chrome Enterprise Premium.

 

  • Chrome Enterprise Connectors API back to top  

    Chrome Enterprise expands programmatic management for Chrome Enterprise Connectors. This update will introduce resources to define and assign connector configurations, complementing the existing connector policies to allow administrators to manage the full life-cycle of these integrations at scale.

     

    Previously, configuring Service Providers was a manual process in the Google Admin console. This update enables automation, which helps reduce manual errors and improve the efficiency of managing integrations with third-party security solutions.

     

    Administrators can now use the Chrome Management API to manage ConnectorConfiguration resources (defining the provider). Connector Selection is managed via the Chrome Policy API, enabling the assignment of these configurations to Organizational Units or Groups. This works in tandem with existing Policy API settings for event reporting and content analysis, including policies such as OnSecurityEventEnterpriseConnector, OnFileAttachedEnterpriseConnector, OnFileDownloadedEnterpriseConnector, OnBulkDataEntryEnterpriseConnector, OnPrintEnterpriseConnector, and EnterpriseRealTimeUrlCheckMode. For technical details, developers should refer to the Chrome Management API and Chrome Policy API documentation.

    • Chrome 148 on Android, iOS, Linux, macOS, Windows: This rollout introduces the ConnectorConfiguration and ConnectorSelection resources, enabling the creation of service provider instances and their assignment to organizational units.

    • Chrome 143 on Android, iOS, Linux, macOS, Windows: This rollout adds support for programmatic management of Chrome Enterprise Connectors via a new API

 

  • Enterprise extension DOM activity telemetry back to top  

    This enterprise-only feature provides security auditing for Chrome Extensions by creating a high-fidelity pipeline that monitors risky behavior. It specifically focuses on identifying Code Injection (execution risks) and Data Access (theft risks) occurring between web pages and extensions. Verified signals are filtered to ensure browser performance is not impacted, and they are ultimately transmitted using the Chrome real-time reporting pipeline for Security Information and Event Management (SIEM) system analysis. Chrome 148 allows a Trusted Tester preview, with the feature gradually rolling out at a later date.

    • Chrome 148 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Early preview available to Chrome Enterprise Trusted Tester

 

  • New policy setting for DataControlRules back to top  

    Chrome Enterprise Premium will extend its Data Loss Prevention (DLP) and malware scanning capabilities to include

    Chrome is enhancing the existing DataControlsRules policy by introducing a new setting labeled Pasting restrictions across management boundaries. This update provides admins with a context-based mechanism to block against sensitive web content being pasted into or from managed Chrome profiles without requiring specific source or destination URLs.

     

    Starting in Chrome 148, administrators can use new settings in the Google Admin console to establish data boundaries specifically for Incognito mode, unmanaged Chrome profiles, and applications outside of the Chrome browser. This enhancement strengthens data loss prevention for Chrome Enterprise Premium customers by preventing corporate data exfiltration into unmanaged environments. To ensure transparency, managed users will receive immediate on-browser notifications if a paste action is restricted by these organizational security policies.

    For more details, see Set Chrome policies for users or browsers - Data Controls.

    • Chrome 148 on Android, iOS, ChromeOS, macOS, Windows: Feature rolls out gradually

 

  • New templates for Data Loss Prevention rules back to top  

    Deploying industry-leading data protection in Chrome is now faster and more intuitive. Chrome Enterprise Premium (CEP) introduces ready-to-use Data Loss Prevention (DLP) rule templates to help customers implement robust data protection policies and realize the value of CEP’s security suite with minimal setup.

    With these templates, customers can quickly and easily implement essential DLP controls without starting from scratch. These templates provide a basis for common DLP use cases, such as:

    • Protecting sensitive data like credit card numbers and social security numbers from being leaked accidentally or maliciously.
    • Audit, block pasting or fully block categories of sites, such as Generative AI sites.
    • Disable screen capture or watermark sites with sensitive information.

    The new data protection templates can be found in the Google Admin console using the Rules > Templates option from the left navigation menu.

    Chrome 147 allows a Trusted Tester preview, with the feature gradually rolling out in Chrome 148.

    • Chrome 147 on Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Early preview available to Chrome Enterprise Trusted Tester. Trusted tester access will begin as early as April 2026
    • Chrome 148 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Feature rolls out gradually

 

  • Drag support for data controls back to top  

    Chrome 148 enhances the Data Controls framework by extending security enforcement to drag-and-drop operations across Windows, Mac, Linux, ChromeOS, and Android to ensure consistency with existing clipboard policies.

     

    Admins will be able to manage this behavior through the DataControlsRules policy, though any WARN verdict will automatically escalate to a BLOCK to prevent a warning dialog from interrupting the interactive drag loop.

     

    When an action is restricted, users will see the new ClipboardDragBlock dialog or an Android blocking modal stating that dragging content is not allowed on the site. This update will close a critical data exfiltration gap using local evaluation to maintain performance and privacy. Organizations should test these rules using the DataControlsDragEnforcement feature flag and the chrome://policy/test page.


    For more details, see Set Chrome policies for users or browsers - Data Controls.

    • Chrome 148 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Feature rolls out gradually

 

  • Increased concurrent file upload limit for content analysis back to top  

    Chrome has increased the maximum number of files that can be scanned concurrently for content analysis from 15 to 30. This update significantly reduces scanning latency during bulk operations, such as uploading large directories or pasting multiple items, by allowing more parallel requests.

     

    This performance optimization addresses a common productivity bottleneck where users previously experienced long wait times for the "Checking this file..." security dialog to clear. No additional Admin action is required to enable this change, as it is strictly additive and automatically applies to organizations using existing Chrome Enterprise Connector policies.

     

    For more details, see Set Chrome Enterprise connector policies for Chrome Enterprise Premium.

    • Chrome 148 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Feature rolls out gradually.

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Coming soon

Note: The items listed below are experimental or planned updates. They might change, be delayed, or canceled before launching to the Stable channel.

 

Upcoming Chrome browser changes

 

Chrome Profile Bootstrapping via Custom URI

This feature introduces a new custom URI scheme (google-chrome://) that allows external applications and web portals to launch Chrome directly into a specific managed profile. If the specified profile does not exist, the user will be guided through a streamlined profile creation flow pre-populated with their work email. This enables a seamless transition for users jumping from arbitrary browsers or built-in app catalogs into a secure, managed Chrome environment. Admins can control this behavior using the ChromeURILaunchEnabled policy. Chrome 149 will offer an early preview to Chrome Enterprise Trusted Testers.

  • Chrome 149 on macOS, Windows: Early preview available to Chrome Enterprise Trusted Tester
 

Chrome for ARM64 Linux devices

We’re excited to announce that Google will launch Chrome for ARM64 Linux devices in Q2 2026, following the successful expansion of Chrome to Arm-powered macOS devices in 2020 and Arm-powered Windows devices in 2024.

Launching Chrome for ARM64 Linux devices allows more users to enjoy the seamless integration of Google’s most helpful services into their browser. This move addresses the growing demand for a browsing experience that combines the benefits of the open-source Chromium project with Google's ecosystem of apps and features.

To read more, see this Chromium blog post.

  • Chrome 149 on Linux: This is a new build of Chrome. It will become available for download once available.
 

Custom spelling suggestions support

Chrome for Android is updating its spell check interface to achieve parity with the built-in Android experience. This update adds support for the Input Method Editor (IME) suggestion bar, such as the one provided by Gboard. For more information, see Work with IMEs on Android for Developers.

  • Chrome 149 on Android: Feature rolls out gradually
 

PWA origin migration

When a user installs a Progressive Web App (PWA), its identity and security context are tightly bound to its web origin, for example, app.example.com. This presents a significant challenge for developers who need to change their PWA's origin due to rebranding, domain restructuring, or technical re-architecture. Currently, such a change forces users to manually uninstall the old app and reinstall the new one, leading to a disruptive experience and potential user loss. Chrome 149 introduces a mechanism for developers to seamlessly migrate an installed PWA to a new, same-site origin, preserving user trust and permissions.

The WebAppInstallForceList policy will block migration. Since enterprise policies around web applications are primarily based on URLs and origins, there is a risk that a migration would bypass certain policies an admin might have configured. No migration will be offered to the user when an app is force-installed by their enterprise administrator, and instead a banner will be shown explaining this to the user.

  • Chrome 149 on Windows, macOS, Linux: No rollout step
 

Update to No HTTPS warning

The warning displayed when a user opts in to the Always Use Secure Connections on chrome://settings/security is changing from an interstitial to a dialog. Full page load remains blocked, and the functionality remains the same. The URL content security indicator on the warning is changing from the *indicator to the broken lock. Some users may see this warning automatically when visiting HTTP sites. Users can opt in to the warning on chrome://settings/security.

  • Chrome 141 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows: New warning design on desktop platforms.
  • Chrome 149 on Android: Similar updated warning design on Android, using a warning bubble instead of a full interstitial.
 

Always use secure connections by default

Chrome 150 will enable the Always use secure connections setting in the public sites only mode by default. This means Chrome will ask for the user's permission before the first access to any public site without HTTPS. Public sites are defined as sites that have a globally unique name, and excludes direct navigation to RFC 1918 addresses (192.168.0.1, 10.0.0.0/8, and so on), as well as shortnames such as go/.

Prior to enabling it by default for all users, Chrome will enable Always use secure connections for the users who have opted-in to Enhanced Safe Browsing protections in Chrome.

If you are a website developer or IT professional, and you have users who may be impacted by this feature, we very strongly recommend enabling the Always use secure connections setting today to help identify sites that you may need to work to migrate. Admins can use the HttpAllowlist and HttpsOnlyMode policies to override this behavior.

For more information, see our adoption guide and announcement blog post.

  • Chrome 150 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia: Feature rolls out gradually. Enable "Always use secure connections" for users who have opted in to Enhanced Safe Browsing.
  • Chrome 154 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia: Feature rolls out gradually. Enable "Always use secure connections" by default for all users.
 

Deprecation and removal of Privacy Sandbox APIs

Chrome has recently announced that the current approach to third-party cookies is to be maintained, following which, we plan to deprecate and remove the following APIs:

  • Topics
  • Protected Audience
  • Shared Storage
  • Attribution Reporting
  • Private Aggregation
  • Related Web Sites
  • requestStorageAccessFor
 

The following are the enterprise policies associated with the above APIs.

 

Deprecation began with Chrome 144, and removal is planned for Chrome 150. After deprecation, the APIs will continue to exist, and most users will see no disruptions. However, some users who rely on server-side integrations (such as k-anonymity server, or coordinators) will see a break in the services. We have proactively reached out to users of the APIs with our deprecation plans. At the time of removal, Chrome 150, all the policies associated with these APIs will also be removed.

None of the APIs are enabled by default to enterprise users. Enterprise teams may want to review the status for any managed profile in their Admin console.

  • Chrome 144 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Deprecation launch
  • Chrome 150 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: APIs and the associated policies removal
 

Process isolation on Windows

Chrome will apply Windows security ACLs to prevent other applications from reading or injecting into Chrome's memory space. This may cause interoperability issues with older antivirus, DLP, or accessibility software.

The admins will be able to control and disable this feature with the upcoming WindowsProcessIsolation policy.

Process isolation will eventually be enabled by default on all Windows installations.

  • Chrome 150 on Windows: Feature rolls out gradually
 

SafeBrowsing API v4 to v5 migration

Chrome calls into the SafeBrowsing v4 API will be migrated to call into the v5 API instead. The method names are also different between v4 and v5. If admins have any v4-specific URL allowlisting to allow network requests to https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, these should be modified to allow network requests to the whole domain instead: safebrowsing.googleapis.com. Otherwise, rejected network requests to the v5 API will cause security regressions for users. For more details, see Migration From V4 - Safe Browsing.

  • Chrome 150 on Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Feature rolls out gradually
 

Chrome will remove support for macOS 12

Chrome 150 will be the last release to support macOS 12; Chrome 151+ will no longer support macOS 12, which is outside of its support window with Apple. Running on a supported operating system is essential to maintaining security.

On Macs running macOS 12, Chrome will continue to work, showing a warning infobar, but will not update any further. If a user wishes to have their Chrome updated, they need to update their computer to a supported version of macOS.

For new installations of Chrome 151+, macOS 13+ will be required.

  • Chrome 151 on Windows, macOS, Linux: No rollout step
 

Deprecate and remove XSLT

XSLT v1.0, which all browsers adhere to, was standardized in 1999. In the meantime, XSLT has evolved to v2.0 and v3.0, adding features, and growing apart from the old version frozen into browsers. This lack of advancement, coupled with the rise of JavaScript libraries and frameworks that offer more flexible and powerful DOM manipulation, has led to a significant decline in the use of client-side XSLT. Its role within the web browser has been largely superseded by JavaScript-based technologies, such as JSON and React.

Chromium uses the libxslt library to process these transformations, and libxslt was unmaintained for ~6 months of 2025. Libxslt is a complex, aging C codebase of the type notoriously susceptible to memory safety vulnerabilities like buffer overflows, which can lead to arbitrary code execution. Because client-side XSLT is now a niche, rarely-used feature, these libraries receive far less maintenance and security scrutiny than core JavaScript engines, yet they represent a direct, potent attack surface for processing untrusted web content. Indeed, XSLT is the source of several recent high-profile security exploits that continue to put browser users at risk.

For these reasons, Chromium (along with both other browser engines) plans to deprecate and remove XSLT from the web platform. For more details, see this Chrome for Developers article.

  • Chrome 143 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Deprecation (but not removal) of the APIs.
  • Chrome 152 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Origin Trial (OT) and Enterprise Policy go live for testing. These allow sites and enterprises to continue using features past the removal date.
  • Chrome 158 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: XSLT stops functioning on Stable releases, for all users other than Origin Trial and Enterprise Policy participants.
  • Chrome 176 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Origin Trial and Enterprise Policy stop functioning. XSLT is disabled for all users.
 

Local network access restrictions

Chrome 142 restricted the ability to make requests to the user's local network, gated behind a permission prompt. A local network request is any request from a public website to a local IP address or loopback, or from a local website (for example, intranet) to loopback.

Gating the ability for websites to perform these requests behind a permission mitigates the risk of cross-site request forgery attacks against local network devices such as routers, and reduces the ability of sites to use these requests to fingerprint the user's local network.

This permission is restricted to secure contexts. If granted, the permissions additionally relaxes mixed content blocking for local network requests (since many local devices are not able to obtain publicly trusted TLS certificates for various reasons).

This work supersedes a prior effort called Private Network Access, which used preflight requests to have local devices opt in. For more information on this feature, see Adapting your website for new Local Network Access restrictions in Chrome.

Chrome 145 introduced more granular permissions for websites requesting access to a user's local network. The previous single local-network-access permission is being split into two distinct permissions:

  • local-network: Grants access to IP addresses in the local network space (for example, intranets, internal devices).
  • loopback-network: Grants access to loopback IP addresses (for example, localhost, 127.0.0.1).

The old local-network permission will remain as an alias, ensuring existing configurations and permissions policies continue to function as expected.

This change provides both users and Admins with more precise control over how websites interact with internal network resources. Current enterprise policies managing local network access will not be affected by this change.

Chrome 146 introduces two new enterprise policies for managing local network access restrictions: LocalNetworkAccessIpAddressSpaceOverrides and LocalNetworkAccessPermissionsPolicyDefaultEnabled. These policies can be set using custom configurations.

Chrome 147 expands Local Network Access restrictions to include WebSocket and WebTransport connections.

  • Chrome 145 on Android, Linux, macOS, Windows, Fuchsia: The permission split is rolled out.
  • Chrome 146 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia: Two new enterprise policies will be available for managing local network access restrictions: LocalNetworkAccessIpAddressSpaceOverrides could be used to mark IPv4 and IPv6 address blocks as public or private. IP ranges that are treated as public will not cause permission prompts when accessed by other pages. For example, CGNAT 100.64.0.0/10 can be marked as public. This is useful for certain VPN and proxy setups. Marking 0.0.0.0/0 and ::/0 as public is equivalent to disabling the local network access restrictions. LocalNetworkAccessPermissionsPolicyDefaultEnabled can be used to cause the LNA permission to be automatically delegated to iframes by the parent frame, without requiring explicit annotation of the child iframes. This is useful in situations where local network access is performed by an embedded SaaS tool inside of a different SaaS tool. This includes certain locally hosted documentation and knowledgebase software.
  • Chrome 147 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Local Network Access restrictions expanded to include WebSocket and WebTransport connections.
  • Chrome 152 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows: LocalNetworkAccessRestrictionsTemporaryOptOut policy will be removed.
 

PostQuantum cryptography for DTLS in WebRTC

This feature will enable the use of PostQuantum Cryptography (PQC) with WebRTC connections. The motivation for PQC is to get WebRTC media traffic up to date with the latest cryptography protocols and prevent Harvest Now to Crack Later scenarios.

Admins will be able to control this feature using an enterprise policy WebRtcPostQuantumKeyAgreement, to allow enterprise users to opt out of PQC. The policy is temporary and is planned to be removed by Chrome 152.

  • Chrome 142 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia: Feature rolls out gradually
  • Chrome 152 on Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia: Remove WebRtcPostQuantumKeyAgreement enterprise policy
 

Moving to a 2-week release cycle

From September 2026 (Chrome 153), Chrome will move to a 2-week release cycle, from the current four-week cycle. The web platform is constantly advancing, and our goal at Chrome is to ensure developers and users have immediate access to the latest capabilities, fixes, and performance improvements. Building on our history of adapting our release process to match the demands of a modern web, we are announcing this significant step to further increase our development velocity and Chrome Stable is moving to a 2-week release cycle. You can find more details in the Chrome for Developers blog post. 

Extended Stable is available for customers who might have concerns about the maintenance costs. For more information about Extended Stable, see this Help Center article. The 2-week Stable option remains the most secure choice and should be utilized if security is a larger concern than maintenance costs.

  • Chrome 153 on Android, iOS, Linux, macOS, Windows: Chrome moves to a 2-week release cycle
 

Disallow spaces in non-file:// URL hosts

According to the URL Standard specification URL hosts cannot contain the space character, but currently URL parsing in Chromium allows spaces in the host. This causes Chromium to fail several tests included in the Interop2024 HTTPS URLs for WebSocket and URL focus areas. To bring Chromium into spec compliance, we would like to remove spaces from URL hosts altogether, but a difficulty with this is that they are used in the host part in Windows file:// URLs. For more details, see this Github discussion.

  • Chrome 157 on Android, ChromeOS, LaCrOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia
 

Isolated Web Apps

Isolated Web Apps (IWAs) are an extension of existing work on PWA installation and Web Packaging that provide stronger protections against server compromise and other tampering that is necessary for developers of security-sensitive applications. Rather than being hosted on live web servers and fetched over HTTPS, these applications are packaged into Web Bundles, signed by their developer, and distributed to end-users through one or more of the potential methods described in the explainer.

In Chrome 128, IWAs became installable through an admin policy only on enterprise-managed ChromeOS devices.

  • Chrome 161 on Windows: This rollout adds support for Isolated Web Apps in enterprise-managed browser configurations on Windows.

 

Upcoming Chrome Enterprise Core updates

 

Gen AI and SaaS app usage reporting

As early as Chrome 147, admins will have access to a new Gen AI and SaaS app usage reporting feature in the Google Admin console. This report brings visibility into their organization's use of generative AI tools and SaaS sites, allowing admins to monitor usage of their enterprise IT resources.

This report is available for Chrome Enterprise Core (CEC) and Chrome Enterprise Premium (CEP) customers only.

This new report tracks usage for 60 predefined sites (including X Gen AI sites), providing metrics on visits, unique managed profiles, unique managed browsers, and access to sensitive content transfer events. With these insights, admins can assess risk and restrict usage by making informed licensing decisions or creating usage restrictions, such as Data Loss Prevention (DLP) rules.

Chrome 147 allows a Trusted Tester preview, with the feature gradually rolling out in Chrome 150.

 
  • Chrome 147 on Linux, macOS, Windows: Early preview available to Chrome Enterprise Trusted Tester
  • Chrome 150 on Linux, macOS, Windows: Feature rolls out gradually

 

Upcoming Chrome Enterprise Premium updates

 

Hardening against local policy tampering

Local settings on bring-your-own-device (BYOD) devices can sometimes conflict with corporate policy settings. To address this potential security gap, policy conflict signals in Chrome now detect and report whenever corporate policies are being overridden by local policy. Chrome 145 integrates these new policy conflict signals from the managed Chrome profile into existing security reports, controlled by the UserSecuritySignalsReporting policy.

For more information on device reporting, see View ChromeOS device list and details - Chrome Enterprise and Education Help.

  • Chrome 144 on Linux, macOS, Windows: Detection and reporting of policy conflict metadata begins.
  • Chrome 145 on Linux, macOS, Windows: Visibility into Chrome policy hardening signals via the Devices API becomes available.
  • Chrome 150 on Linux, macOS, Windows: Admin console UI is updated to display conflict signals and policy values begin reporting.
 

Screenshot protections

Admins can prevent users from taking screenshots or screen sharing specific web pages considered to contain sensitive data. Admins create a DLP URL filtering rule to block users taking screenshots or screen sharing specific URLs or categories of URLs.

This feature can be controlled via the same EnterpriseRealTimeUrlCheckMode Chrome Enterprise policy that enables all real-time URL lookups.

  • Chrome 129 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Trusted Tester program
  • Chrome 131 on ChromeOS, Linux, macOS, Windows: Feature rolls out
  • Chrome 150 on iOS: Feature rolls out gradually. Feature becomes available on iOS and iPadOS
 

Enterprise file download protection on iOS

Admins can prevent users from downloading files considered to contain sensitive data by creating a DLP OnFileDownload rule to send a file for analysis when it is downloaded from a specific page. Based on the scanning result, it will warn or block the download if sensitive information is detected.

This feature can be controlled via the OnFileDownloadedEnterpriseConnector Chrome Enterprise policy that enables the download connector.

  • Chrome 151 on iOS: Feature rolls out gradually. Feature becomes available on iOS and iPadOS

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ChromeOS 148 release summary

 
ChromeOS updates Security/ Privacy User productivity/ Apps Management
Certificate Provisioning migration    
Upcoming ChromeOS changes Security/ Privacy User productivity/ Apps Management
ChromeOS 150 includes next available long-term candidate (LTC) release    
Updates blocked for certain ChromeOS Flex devices    

 

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The enterprise release notes are available in 9 languages. You can read about Chrome's updates in English, German, French, Dutch, Spanish, Portuguese, Korean, Indonesian, and Japanese. Allow 1 to 2 weeks for translation for some languages.

 

Current ChromeOS updates

   

 

Upcoming ChromeOS changes

   

  • ChromeOS 150 includes next available long-term candidate (LTC) release back to top

    ChromeOS 150, due for release on Tuesday, July 21, 2026, includes the next available LTC release. For more details, see the Chromium release schedule and Long-term Support (LTS) on ChromeOS in the Chrome Enterprise and Education Help Center.

   

  • Updates blocked for certain ChromeOS Flex devices back to top

    From ChromeOS 150 onwards, we will begin blocking updates for devices unable to meet the minimum requirements for the Chrome Browser. This will affect devices using the following:

    • Intel and AMD graphics from 2010 and older 
    • Nvidia graphics from 2014 and older 

    This does not affect any certified devices. If unexpected devices are affected, reach out to Google ChromeOS Flex support.

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Chrome 147

Atualização importante: a partir de 26 de março de 2026, as notas da versão do navegador Chrome para empresas vão mudar de lugar. Acesse agora exclusivamente no nosso site: chromeenterprise.google. Atualize seus favoritos. As notas da versão do ChromeOS vão continuar sendo publicadas neste link e não serão movidas.

Resumo da versão 147 do Chrome

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Melhorias no Modo IA e no Lens    
Gemini no Chrome    
Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS    
Atualização do CSS: separação das propriedades de largura e estilo    
Personalização do plano de fundo da página Nova guia do Chrome para iOS    
Credenciais de sessões vinculadas ao dispositivo    
Restrições de acesso à rede local    
Denunciar um golpe    
Guias verticais    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Novas políticas no navegador Chrome    
Políticas removidas do navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Bloquear extensões com base em pontuações de risco de terceiros  
Bloquear extensões usando categorias da Chrome Web Store  
Nova opção de publicação da organização na Chrome Web Store  
Resumo gerado por IA das notas de lançamento no Google Admin Console  
Relatórios de uso de IA generativa e aplicativos SaaS  
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Mais tamanhos de arquivo aceitos para verificações da DLP  
Novos modelos para regras de prevenção contra perda de dados  
Integração simplificada do Chrome Enterprise com o Google SecOps    
Suporte para listas de permissões e bloqueios nas ferramentas para desenvolvedores  
Suporte para listas de permissões e de bloqueio no modo de navegação anônima  
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Preenchimento automático aprimorado    
Trabalhadores compartilhados com ciclo de vida estendido    
Migração de origem do PWA    
API Prompt  
Chrome para dispositivos Linux ARM64    
Atualização do alerta Sem HTTPS    
Sempre usar conexões seguras por padrão    
Descontinuação e remoção das APIs do Sandbox de privacidade  
Apps isolados da web    
Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5    
O Chrome removerá o suporte para o macOS 12    
Descontinuação e remoção do XSLT
O Chrome vai passar a ter um ciclo de lançamento de duas semanas    
Criptografia pós-quântica para DTLS em WebRTC    
Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Suporte a certificados do cliente do Chrome no iOS  
Suporte para relatórios de perfil gerenciado    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
API Chrome Enterprise Connectors  
Suporte para arrastar e soltar controles de dados    
Telemetria de atividade DOM da extensão empresarial    
Nova configuração de política para DataControlRules  
Proteção contra adulteração de políticas locais  

 

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas leva de 1 a 2 semanas para ficar pronta.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

 

Atualização importante: a partir de 26 de março de 2026, as notas da versão do navegador Chrome para empresas vão mudar de lugar. Acesse agora exclusivamente no nosso site: chromeenterprise.google. Atualize seus favoritos. As notas da versão do ChromeOS vão continuar sendo publicadas neste link e não serão movidas.

Mudanças no navegador Chrome 

  • Melhorias no Modo IA back to top

    O Chrome 143 integra novos recursos do Modo IA ao Chrome no macOS e no Windows. Os usuários poderão acessar o Modo IA diretamente pela página Nova guia e pela omnibox, fazendo perguntas complexas por onde quer que comecem a navegar. O lançamento começará no Chrome 143 para macOS e Windows. Os admins podem desativar esses recursos (valor 1) usando a política AIModeSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2). Para mais detalhes, consulte a seção relevante na Central de Ajuda.

    Também lançaremos o recurso de contexto de várias guias no Chrome 144. Os usuários podem compartilhar o conteúdo de uma ou mais guias abertas com o Modo IA para fazer perguntas, comparar, resumir e encontrar informações com mais eficiência. Os admins poderão desativar esses recursos (valor 1) usando a política SearchContentSharingSettings (disponível no Chrome 144) ou GenAiDefaultSettings (valor 2).

    No Chrome 145, lançamos o recurso de contexto de várias guias no Modo IA e no Lens. Os usuários podem compartilhar o conteúdo de uma ou mais guias abertas para fazer perguntas, comparar, resumir e encontrar informações com mais eficiência. Os admins podem desativar esses recursos (valor 1) usando a política SearchContentSharingSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2). Também no Chrome 145 para Android e iOS, novos recursos do Modo IA foram integrados ao navegador Chrome.

    No Chrome 146, os arquivos do Google Drive ficam disponíveis como contexto. Os administradores podem desativar esses recursos (valor 1) usando a política SearchContentSharingSettings.

    No Chrome 147, os administradores usam SearchContentSharingSettings para controlar esses recursos. As políticas do Google Lens foram descontinuadas: LensOverlaySettings, LensDesktopNTPSearchEnabled e LensRegionSearchEnabled.

  • Gemini no Chrome back to top

    O Gemini agora está integrado ao Chrome no macOS, Windows e em dispositivos ChromeOS selecionados e pode entender o conteúdo da sua página atual. Agora os usuários podem conferir os principais pontos, esclarecer conceitos e encontrar respostas sem sair da guia do Chrome. Essa integração inclui o chat, em que os usuários podem interagir com o Gemini por texto, e o Gemini Live, em que os usuários podem interagir com o Gemini por voz.

    No Chrome 143, o Gemini no Chrome começou a ser lançado para a maioria dos usuários do Google Workspace com acesso ao app do Gemini nos EUA. Os administradores podem desativar esse recurso (valor 1) usando a política GeminiSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2). Para mais detalhes, consulte Gemini no Chrome na Central de Ajuda ou neste post.

    Também anunciamos o recurso de contexto de várias guias no Chrome 143. O Gemini no Chrome agora pode acessar mais guias abertas (até 10) para você fazer perguntas em várias páginas, comparando e encontrando informações com mais eficiência. O Gemini no Chrome também funciona como um agente de produtividade. O Gemini no Chrome usa automaticamente informações públicas destes Serviços do Google: Pesquisa Google, Google Maps e YouTube. Com sua permissão, o Gemini no Chrome pode ajudar você a conectar suas informações e seu conteúdo pessoais nos serviços do Google Workspace (Gmail, Drive, Keep, Agenda e Tarefas).

    No Chrome 144, a navegação automática no Gemini no Chrome foi disponibilizada para alguns usuários (não corporativos). A política corporativa GeminiActOnWebSettings estará disponível no lançamento.

    Para mais detalhes, consulte as etapas de lançamento abaixo.

    • Chrome 144 no macOS e Windows: a navegação automática no Gemini no Chrome está disponível para alguns usuários (não corporativos). A política corporativa GeminiActOnWebSettings estará disponível no lançamento. Item do menu de contexto para upload de imagens disponível para usuários corporativos. Esse recurso respeita as regras definidas pela política DataControlsRules e as configurações OnBulkDataEntryEnterpriseConnector.
    • Chrome 144 no macOS e Windows: o Gemini no Chrome permite que algumas ferramentas de terceiros disponíveis como extensões do Gemini sejam chamadas
    • Chrome 145 no ChromeOS, macOS e Windows: o Gemini no Chrome agora está disponível para usuários nos EUA, Canadá, Nova Zelândia e Índia em mais de 50 idiomas. Veja mais detalhes neste artigo da Central de Ajuda.
    • Chrome 147 no ChromeOS, macOS e Windows: a partir do Chrome 147 no macOS, Windows e ChromeOS: navegação automática no Gemini no Chrome disponível para usuários corporativos. As políticas empresariais GeminiActOnWebSettings, GeminiActOnWebAllowedForURLs e GeminiActOnWebBlockedForURLs estão disponíveis para controlar a navegação automática.
    • Chrome 148 no ChromeOS, macOS e Windows: o Gemini no Chrome poderá usar o preenchimento automático do Chrome para preencher formulários de cartão de crédito e endereço (com permissão do usuário). Isso vai respeitar as políticas corporativas AutofillAddressEnabled e AutofillCreditCardEnabled, além das políticas gerais GeminiActOnWebSettings, GeminiActOnWebAllowedForURLs e GeminiActOnWebBlockedForURLs para o Gemini agêntico no Chrome.
  • Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS back to top

    O Chrome 124 ativou por padrão em todas as plataformas de computador um novo mecanismo de encapsulamento de chaves TLS com segurança pós-quântica X25519Kyber768, baseado em um padrão NIST (ML-KEM). Isso protege o tráfego de rede do Chrome com servidores que também são compatíveis com o ML-KEM da descriptografia por um futuro computador quântico. Essa mudança precisa ser transparente para os operadores do servidor. Essa criptografia será usada para conexões TLS 1.3 e QUIC.

    No entanto, algumas middleboxes TLS podem estar despreparadas para o tamanho de um encapsulamento de chaves Kyber (ML-KEM) ou um novo ponto de código de criptografia ClientHello do TLS, levando a conexões descartadas ou suspensas. Isso pode ser resolvido com a atualização do seu middlebox ou a desativação do mecanismo de encapsulamento de chaves por meio da política corporativa temporária PostQuantumKeyAgreementEnabled, que vai estar disponível até o Chrome 145. No entanto, criptografias pós-quânticas de longo prazo serão necessárias no TLS, e a política empresarial será removida no Chrome 147. A criptografia pós-quântica é necessária para o CSNA 2.0. Para saber mais, consulte Proteger o tráfego do Chrome com o KEM híbrido do Kyper.

    • Chrome 131 no Linux, macOS e Windows: o Chrome vai mudar o mecanismo de encapsulamento de chaves para a versão padrão final do ML-KEM
    • Chrome 147 on Linux, macOS, Windows: a política corporativa PostQuantumKeyAgreementEnabled será removida.

 

  • Atualização do CSS: separação das propriedades de largura e estilo back to top

    O Chrome 147 se alinha às especificações de CSS atualizadas sobre o comportamento das propriedades border-width, outline-width e column-rule-width. Antes, se o border-style, outline-style ou column-rule-style correspondente fosse definido como "none" ou "hidden", a largura calculada dessas propriedades seria forçada a 0px, independente do valor especificado.

    Com essa mudança, os valores calculados de border-width, outline-width e column-rule-width sempre vão refletir os valores especificados pelo autor, independente da propriedade *-style. Além disso, os valores resolvidos (retornados por getComputedStyle()) para outline-width e column-rule-width também vão refletir os valores especificados.

    A mudança alinha o Chrome ao Firefox e ao WebKit, que já implementaram esse comportamento.

    • Chrome 147 no Windows, macOS, Linux e Android: sem etapa de lançamento.

 

  • Personalização do plano de fundo da página Nova guia do Chrome para iOS back to top

    No Chrome para iOS, os usuários agora podem personalizar o plano de fundo da página Nova guia. Os administradores podem definir NTPCustomBackgroundEnabled como verdadeiro ou falso, permitindo que os usuários personalizem o plano de fundo da página Nova guia. O admin poderá definir a BrowserThemeColor, que aceita um código hexadecimal para especificar uma cor. Se especificar um valor hexadecimal, o usuário não poderá substituí-lo. Os administradores também podem especificar um valor hexadecimal recomendado, que o usuário pode substituir. Com a ativação completa, os usuários também podem escolher na galeria pré-selecionada do Chrome ou no rolo da câmera do smartphone.

    • Chrome 147 no iOS: o recurso será lançado gradualmente: no Chrome 146 para iOS, a personalização de plano de fundo começa a ser lançada gradualmente, seguindo o processo normal. No Chrome 147 para iOS, o recurso de sincronização de temas vai começar a ser lançado gradualmente.

 

  • Credenciais de sessões vinculadas ao dispositivo back to top

    Para aumentar a segurança dos usuários e combater o roubo de cookies de sessão, o Chrome está lançando as credenciais de sessão vinculadas ao dispositivo (DBSC). Com esse recurso, os sites podem vincular a sessão de um usuário ao dispositivo específico, dificultando muito o uso de cookies de sessão roubados em outras máquinas.

    • Chrome 144 no Windows: o lançamento do recurso será gradual.
    • Chrome 147 no macOS: o lançamento do recurso será gradual.

 

  • Restrições de acesso à rede local back to top

    O Chrome 142 restringiu a capacidade de fazer solicitações para a rede local do usuário, protegida por um comando de permissão. Uma solicitação de rede local é qualquer solicitação de um site público a um endereço IP local ou loopback, ou de um site local (por exemplo, intranet) a loopback.

    Restringir a capacidade dos sites de fazer essas solicitações por trás de uma permissão reduz o risco de ataques de falsificação de solicitação entre sites em dispositivos de rede local, como roteadores, e diminui a capacidade dos sites de usar essas solicitações para criar uma impressão digital da rede local do usuário.

    Essa permissão é restrita a contextos seguros. Se concedidas, as permissões também relaxam o bloqueio de conteúdo misto para solicitações de rede local, já que muitos dispositivos locais não conseguem obter certificados TLS confiáveis publicamente por vários motivos.

    Esse trabalho substitui um esforço anterior chamado Acesso à rede privada, que usava solicitações de simulação para conseguir a permissão dos dispositivos locais. Para mais informações sobre esse recurso, consulte Como adaptar seu site para as novas restrições de acesso à rede local no Chrome.

    O Chrome 145 introduziu permissões mais granulares para sites que solicitam acesso à rede local de um usuário. A permissão única anterior de acesso à rede local está sendo dividida em duas permissões distintas:

    • local-network: concede acesso a endereços IP no espaço da rede local (por exemplo, intranets, dispositivos internos).
    • loopback-network: concede acesso a endereços IP de loopback (por exemplo, localhost, 127.0.0.1).

    A antiga permissão de rede local vai permanecer como um alias, garantindo que as configurações e as políticas de permissões atuais continuem funcionando conforme o esperado. Essa mudança ofereceu aos usuários e admins um controle mais preciso sobre como os sites interagem com os recursos da rede interna. As políticas empresariais atuais que gerenciam o acesso à rede local não serão afetadas por essa mudança.

    O Chrome 146 apresenta duas novas políticas corporativas para gerenciar restrições de acesso à rede local: LocalNetworkAccessIpAddressSpaceOverrides e LocalNetworkAccessPermissionsPolicyDefaultEnabled. Essas políticas podem ser definidas usando configurações personalizadas.

    O Chrome 147 expande as restrições de acesso à rede local para incluir conexões WebSocket e WebTransport.

    • Chrome 145 no Android, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: o recurso de divisão de permissões é lançado.
    • Chrome 146 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: duas novas políticas empresariais estarão disponíveis para gerenciar restrições de acesso à rede local: LocalNetworkAccessIpAddressSpaceOverrides pode ser usada para marcar blocos de endereços IPv4 e IPv6 como públicos ou particulares. Intervalos IP tratados como públicos não causam solicitações de permissão quando acessados por outras páginas. Por exemplo, o CGNAT 100.64.0.0/10 pode ser marcado como público. Isso é útil para determinadas configurações de VPN e proxy. Marcar 0.0.0.0/0 e ::/0 como públicos equivale a desativar as restrições de acesso à rede local. LocalNetworkAccessPermissionsPolicyDefaultEnabled pode ser usada para fazer com que a permissão de LNA seja delegada automaticamente a iframes pelo frame principal, sem exigir anotação explícita dos iframes filhos. Isso é útil em situações em que o acesso à rede local é realizado por uma ferramenta SaaS incorporada em outra ferramenta SaaS. Isso inclui alguns softwares de documentação e base de conhecimento hospedados localmente.
    • Chrome 147 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: as restrições de acesso à rede local foram expandidas para incluir conexões WebSocket e WebTransport.
    • Chrome 152 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: a política LocalNetworkAccessRestrictionsTemporaryOptOut será removida.

 

  • Denunciar um golpe back to top

    Com a Navegação segura ativada, os usuários podem denunciar páginas da web diretamente para a Navegação segura no Chrome pelo menu Ajuda.
    Os administradores podem desativar esse recurso desativando a Navegação segura com SafeBrowsingProtectionLevel ou impedindo o feedback do usuário com a política UserFeedbackAllowed.

    • Chrome 147 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento gradual de recursos.

 

  • Guias verticais back to top

    O Chrome para computador apresenta uma barra de guias vertical para melhorar o gerenciamento de guias para usuários que trabalham com muitas guias. Esse recurso resolve a dificuldade de encontrar e organizar guias mostrando títulos de página inteira, melhorando o uso de grupos de guias e otimizando o uso do espaço vertical da tela.

    • Chrome 147 no Linux, macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual: o recurso será lançado gradualmente no MacOS, Windows e Linux.
    • Chrome 148 no ChromeOS: o recurso será lançado gradualmente no ChromeOS.

 

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top

    O Chrome 126 começou a oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    Os admins podem usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabledUiAutomationProviderEnabled, lançada no Chrome 125, para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativá-lo.

    Essa política vai estar disponível até o Chrome 146 e será removida no Chrome 147. Esse período de um ano deu às empresas tempo suficiente para trabalhar com fornecedores terceirizados e corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do shim de compatibilidade da Microsoft para o provedor de automação de interface do Chrome.

    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled até o Chrome 146 para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente.
    • Chrome 147 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled será removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.

 

  

 

Mudanças no Chrome Enterprise Core

 

Bloquear extensões com base em pontuações de risco de terceiros back to top

A partir do Chrome 147, os administradores podem configurar um limite de risco nas configurações de Apps e extensões do Google Admin Console para bloquear automaticamente as extensões usando avaliações de risco de terceiros (Spin.Ai e LayerX). Esse recurso simplifica o gerenciamento de extensões e reduz o trabalho manual necessário para avaliar e bloquear extensões de alto risco. As extensões que excederem o limite de pontuação de risco configurado serão desativadas automaticamente no lado do cliente, e novas instalações serão bloqueadas. O Chrome 147 permite uma prévia para trusted testers, e o recurso será lançado gradualmente no Chrome 148.

  • Chrome 147 no Linux, macOS e Windows: o pré-lançamento está disponível para trusted testers do Chrome Enterprise.
  • Chrome 148 no Linux, MacOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual.

 

  • Bloquear extensões usando categorias da Chrome Web Store back to top

    A partir do Chrome 147, os administradores podem aumentar a segurança bloqueando automaticamente as extensões do Chrome com base nas categorias da Chrome Web Store. Por exemplo, é possível bloquear todas as extensões de Jogos. Esse recurso impede a instalação de extensões de categorias bloqueadas e as desativa se já estiverem presentes. As extensões de instalação forçada e na lista de permissões não são afetadas.

    Essa configuração está disponível apenas no Google Admin Console em Apps e extensões > Configurações, na nova seção Bloqueio avançado de extensões. O nome da configuração é Bloquear por categoria. Também é possível configurar usando as APIs Chrome Management. Essa configuração não está disponível para dispositivos gerenciados localmente.

    O Chrome 147 permite uma prévia para trusted testers, e o recurso será lançado gradualmente no Chrome 148.

    • Chrome 147 no Linux, macOS e Windows: o pré-lançamento está disponível para trusted testers do Chrome Enterprise.
    • Chrome 148 no Linux, MacOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual.

  

  • Nova opção de publicação da organização na Chrome Web Store back to top

    O Chrome 147 apresenta um novo recurso de publicação de domínio B2B na Chrome Web Store que permite aos desenvolvedores distribuir extensões diretamente para domínios empresariais específicos. Isso permite uma implantação segura e escalonável para soluções empresariais personalizadas e melhora a experiência do administrador ao gerenciar essas implantações.

    Antes, os desenvolvedores empresariais só podiam publicar extensões de maneira particular para a própria empresa. Com a nova opção, os desenvolvedores poderão implantar as extensões de maneira particular em organizações externas que as aprovarem, tudo na loja.
    Para mais informações sobre como começar, acesse o blog do Chrome para desenvolvedores: nova opção de publicação empresarial na Chrome Web Store: publicar para organizações externas.

    • Chrome 147 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows.

 

  • Resumo gerado por IA das notas de lançamento no Google Admin Console back to top

    O Chrome 147 apresenta um resumo gerado por IA das notas de lançamento do Chrome Enterprise no Google Admin Console. Assim, os administradores podem analisar rapidamente as principais atualizações da versão mais recente.

    Criado para simplificar o gerenciamento do Chrome, esse novo card oferece itens em destaque e ações sugeridas gerados por IA. Ele destaca informações relevantes para seu domínio, incluindo novos recursos, modificações e descontinuações de políticas e funcionalidades do Chrome Enterprise Core. A meta é ajudar os administradores a economizar tempo e identificar mais facilmente mudanças importantes e ações recomendadas.

    • Chrome 145 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: o pré-lançamento está disponível para trusted testers do Chrome Enterprise.
    • Chrome 147 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual.

 

  • Relatórios de uso de apps de IA generativa e SaaS back to top

    A partir do Chrome 147, os administradores terão acesso a um novo recurso de relatórios Uso de apps de IA generativa e SaaS no Google Admin Console. Esse relatório traz visibilidade sobre o uso de ferramentas de IA generativa e sites SaaS na organização, permitindo que os administradores monitorem o uso dos recursos de TI corporativos.

    Esse relatório está disponível apenas para clientes do Chrome Enterprise Core (CEC) e do Chrome Enterprise Premium (CEP).

    Esse novo relatório acompanha o uso de 60 sites predefinidos (incluindo os sites da IA generativa do X), fornecendo métricas sobre visitas, perfis gerenciados únicos, navegadores gerenciados únicos e acesso a eventos de transferência de conteúdo sensível. Com esses insights, os administradores podem avaliar o risco e restringir o uso tomando decisões fundamentadas sobre licenciamento ou criando restrições de uso, como regras de Prevenção contra perda de dados (DLP).
    O Chrome 147 permite uma prévia para Trusted Testers, e o recurso será lançado gradualmente no Chrome 149.

    • Chrome 147 no Linux, macOS e Windows: o pré-lançamento está disponível para trusted testers do Chrome Enterprise.
    • Chrome 149 no Linux, MacOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

Saiba mais sobre as diferenças entre o Chrome Enterprise Core e o Chrome Enterprise Premium.

 

  • Aumento do suporte a tamanhos de arquivo para verificações da DLP back to top  

    O Chrome Enterprise Premium ampliará os recursos de prevenção contra perda de dados (DLP) e verificação de malware para que incluam arquivos grandes e criptografados.

    Antes, arquivos maiores que 50 MB e todos os arquivos criptografados eram ignorados durante a verificação de conteúdo. Essa atualização corrige essa falha de segurança crítica.

    No Chrome 147, para políticas configuradas para salvar evidências, agora é possível enviar arquivos de até 2 GB para o Evidence Locker. Isso oferece aos administradores mais visibilidade e controle, reduzindo significativamente o risco de exfiltração de dados por transferências de arquivos grandes.

    Observação: como arquivos maiores agora estão sendo armazenados, os clientes podem notar um aumento nas cobranças do Google Cloud Storage associadas ao bucket do Evidence Locker.

    Não é necessário ter uma nova política para ativar esse recurso. Ele é controlado automaticamente pelas configurações de regras da DLP no Google Admin Console. Se os administradores tiverem regras aplicáveis a uploads, downloads ou impressão de arquivos, elas também serão aplicadas a arquivos grandes e criptografados. Para mais informações, consulte O que são os controles de dados do ChromeOS?.

    • Chrome 147 no Linux, macOS e Windows: essa etapa permite a coleta de arquivos grandes (>50 MB) e criptografados para o Evidence Locker, fechando uma lacuna de segurança importante da prevenção contra perda de dados.

 

  • Novos modelos para regras de prevenção contra perda de dados back to top  

    Implantar a proteção de dados líder do setor no Chrome agora é mais rápido e intuitivo. O Chrome Enterprise Premium (CEP) apresenta modelos de regras de Prevenção contra perda de dados (DLP) prontos para uso. Assim, os clientes podem implementar políticas robustas de proteção de dados e aproveitar o valor do pacote de segurança do CEP com configuração mínima.

    Com esses modelos, os clientes podem implementar controles essenciais de DLP de maneira rápida e fácil, sem precisar começar do zero. Esses modelos fornecem uma base para casos de uso comuns da DLP, como:

    • Proteção contra vazamentos acidentais ou maliciosos de dados sensíveis, como números de cartão de crédito e CPF ou CNPJ.
    • Audite, bloqueie a colagem ou bloqueie totalmente categorias de sites, como os de IA generativa.
    • Desative a captura de tela ou adicione marca-d'água a sites com informações sensíveis.

    Os novos modelos de proteção de dados podem ser encontrados no Google Admin Console usando a opção Regras > Modelos no menu de navegação à esquerda.

    O Chrome 147 permite uma prévia para trusted testers, e o recurso será lançado gradualmente no Chrome 148.

    • Chrome 147 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o pré-lançamento está disponível para trusted testers do Chrome Enterprise. O acesso para trusted testers vai começar em abril de 2026.
    • Chrome 148 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento gradual de recursos.

 

  • Integração simplificada do Chrome Enterprise com o Google SecOps back to top  

    O novo Chrome Enterprise Connector para o Google Security Operations (Google SecOps) já está disponível para todos os usuários.

    O conector oferece uma nova experiência de integração que pode definir as configurações recomendadas do Chrome Enterprise para encaminhar dados do Chrome ao Google SecOps. Agora, o conector permite que os administradores mantenham as configurações definidas anteriormente. Os dados do Chrome Enterprise Premium incluem contexto de segurança adicional da Navegação segura. Os administradores podem selecionar uma instância conectada à organização ou usar um token único (sem chave) para enviar dados a uma instância externa. Esse conector encaminha os dados do Chrome para o Google SecOps pelo Google Cloud.

    Para mais detalhes, consulte Configurar o Chrome Enterprise Connectors para o Google Security Operations.

    • Chrome 142 no iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows.
    • Chrome 147 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o recurso será lançado gradualmente: o conector do Chrome Enterprise para o Google Security Operations estará disponível para todos.

 

  • Suporte para listas de permissões e de bloqueio nas Ferramentas para desenvolvedores back to top  

    O Chrome vai lançar duas novas políticas, DeveloperToolsAvailabilityAllowlist e DeveloperToolsAvailabilityBlocklist, que oferecem controle granular sobre a disponibilidade das Ferramentas para desenvolvedores com base em padrões de URL.

    Antes, os admins só podiam permitir ou não o uso das ferramentas para desenvolvedores globalmente. Com essas novas políticas, os admins podem aplicar um bloqueio geral nas Ferramentas para desenvolvedores para proteger dados corporativos sensíveis, permitindo explicitamente o acesso a URLs internos específicos para fins de desenvolvimento ou solução de problemas.

    Esses controles estão disponíveis no Windows, Mac, Linux e ChromeOS. Se essas novas políticas não forem configuradas, o comportamento da política DeveloperToolsAvailability atual vai permanecer inalterado.

    • Chrome 147 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o recurso será lançado gradualmente. Apresenta as políticas DeveloperToolsAvailabilityAllowlist e DeveloperToolsAvailabilityBlocklist em plataformas de computador.

 

  • Suporte para listas de permissões e de bloqueio no modo de navegação anônima back to top  

    O Chrome vai lançar duas novas políticas, IncognitoModeUrlBlocklist e IncognitoModeUrlAllowlist, para dar aos admins um controle mais preciso sobre o uso do modo de navegação anônima.

    Como parte dessa mudança, o Chrome também está atualizando o comportamento padrão dos padrões curinga na política URLBlocklist e na nova IncognitoModeUrlAllowlist para permitir a navegação em páginas internas chrome://. Se um administrador quiser bloquear páginas internas chrome://, ele precisará fazer isso explicitamente e não poderá depender do caractere curinga. O acesso às páginas internas chrome:// é necessário para o funcionamento adequado de vários recursos do Chrome, como pesquisa, página "Nova guia" e impressão.

    Essas novas políticas funcionam de maneira semelhante às políticas URLBlocklist e URLAllowlist atuais, mas são designadas especificamente para sessões de navegação anônima. Isso permite que as organizações restrinjam o acesso a URLs específicos no modo de navegação anônima para proteger informações sensíveis e permitir o uso legítimo em outros sites. Antes, os admins só podiam ativar ou desativar completamente o modo de navegação anônima usando a política IncognitoModeAvailability.

    • Chrome 147 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual. Apresenta as políticas IncognitoModeUrlBlocklist e IncognitoModeUrlAllowlist.

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Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome 

 

  • Preenchimento automático aprimorado back to top

    A partir do Chrome 137, alguns usuários podem ativar o Preenchimento automático aprimorado, um recurso que ajuda a preencher formulários on-line com mais facilidade. Em formulários relevantes, o Chrome pode usar a IA para entender melhor o formulário e oferecer aos usuários a opção de preencher automaticamente as informações salvas anteriormente. Os administradores podem controlar o recurso usando a política atual GenAiDefaultSettings e uma nova política AutofillPredictionSettings.

    • Chrome 137 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual.
    • Chrome 140 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o recurso "Preenchimento automático com IA" vai mudar de nome para "Preenchimento automático avançado", permitir que os usuários salvem e preencham mais tipos de informações e ficar disponível em mais países e idiomas.
    • Chrome 148 no Android e iOS: o preenchimento automático aprimorado será disponibilizado para usuários do Chrome no Android e no iOS.

 

  • Trabalhadores compartilhados com ciclo de vida estendido back to top

    Esta atualização adiciona uma nova opção, extendedLifetime: true, ao construtor SharedWorker. Isso solicita que o worker compartilhado seja mantido ativo mesmo depois que todos os clientes atuais forem descarregados. O principal caso de uso é permitir que as páginas realizem trabalhos assíncronos que exigem JavaScript depois que uma página é descarregada, sem precisar depender de um service worker.

    • Chrome 148 no Windows, macOS, Linux e Android: sem etapa de lançamento.

 

  • Migração de origem da PWA back to top

    Quando um usuário instala um App Web Progressivo (PWA), a identidade e o contexto de segurança dele ficam fortemente vinculados à origem da Web, por exemplo, app.example.com. Isso representa um desafio significativo para os desenvolvedores que precisam mudar a origem do PWA devido a rebranding, reestruturação de domínio ou re-arquitetura técnica. No momento, essa mudança força os usuários a desinstalar manualmente o app antigo e reinstalar o novo, o que causa uma experiência disruptiva e possível perda de usuários. O Chrome 148 apresenta um mecanismo para que os desenvolvedores migrem um PWA instalado para uma origem nova no mesmo site, preservando a confiança e as permissões do usuário.

    A política WebAppInstallForceList vai bloquear a migração. Como as políticas empresariais relacionadas a aplicativos da Web são baseadas principalmente em URLs e origens, há o risco de que uma migração ignore determinadas políticas que um administrador possa ter configurado. Nenhuma migração será oferecida ao usuário quando um app for instalado à força pelo administrador da empresa. Em vez disso, um banner vai explicar isso ao usuário.

    • Chrome 148 no Windows, macOS e Linux: sem etapa de lançamento.

 

  • API Prompt back to top

    A API Prompt foi projetada para interagir com um modelo de linguagem de IA usando entradas de texto, imagem e áudio. Ele oferece suporte a vários casos de uso, desde gerar legendas de imagens e realizar pesquisas visuais até transcrever áudio, classificar eventos sonoros, gerar texto seguindo instruções específicas e extrair informações ou insights de texto. Ele oferece suporte a saídas estruturadas, que garantem que as respostas sigam um formato predefinido, geralmente expresso como um esquema JSON, para melhorar a conformidade da resposta e facilitar a integração perfeita com aplicativos downstream que exigem formatos de saída padronizados.

    Essa API também é exposta nas extensões do Chrome. Essa entrada de recurso rastreia a exposição na Web. Uma política corporativa, GenAILocalFoundationalModelSettings, está disponível para desativar o download do modelo subjacente, o que tornaria essa API indisponível.

    Registro de suporte a idiomas:

    • O Chrome M139 e versões anteriores só ofereciam suporte a "en"
    • O Chrome M140 adicionou suporte para "es" e "ja"
    • Chrome 148 no Windows, macOS e Linux: o recurso será lançado gradualmente.

 

  • Chrome para dispositivos Linux ARM64 back to top

    Temos uma ótima novidade! O Google vai lançar o Chrome para dispositivos Linux ARM64 no segundo trimestre de 2026, após a expansão bem-sucedida do Chrome para dispositivos macOS com tecnologia Arm em 2020 e dispositivos Windows com tecnologia Arm em 2024.

    Com o lançamento do Chrome para dispositivos ARM64 Linux, mais usuários podem aproveitar a integração perfeita dos serviços mais úteis do Google no navegador. Essa mudança atende à crescente demanda por uma experiência de navegação que combine os benefícios do projeto de código aberto Chromium com o ecossistema de apps e recursos do Google.

    Saiba mais nesta postagem do blog do Chromium.

    • Chrome 149 no Linux: o lançamento do recurso será gradual. 

 

  • Atualização do alerta Sem HTTPS back to top

    O aviso exibido quando um usuário ativa a opção Sempre usar conexões seguras em chrome://settings/security está mudando de um intersticial para uma caixa de diálogo. O carregamento de página inteira permanece bloqueado, e a funcionalidade não muda. O indicador de segurança de conteúdo do URL no aviso está mudando do indicador para o bloqueio quebrado. Alguns usuários podem ver esse aviso automaticamente ao acessar sites HTTP. Os usuários podem ativar o aviso em chrome://settings/security.


    • Chrome 141 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: novo design de aviso em plataformas de computador.
    • Chrome 149 no Android: design de aviso atualizado semelhante no Android, usando uma bolha de aviso em vez de um intersticial completo.

 

  • Sempre usar conexões seguras por padrão back to top

    O Chrome 150 vai ativar a configuração Sempre usar conexões seguras no modo "somente sites públicos" por padrão. Isso significa que o Chrome vai pedir permissão do usuário antes do primeiro acesso a qualquer site público sem HTTPS. Sites públicos são definidos como sites que têm um nome globalmente exclusivo e excluem a navegação direta para endereços RFC 1918 (192.168.0.1, 10.0.0.0/8 etc.), bem como nomes curtos, como go/.

    Antes de ativar a opção por padrão para todos os usuários, o Chrome vai ativar a opção Sempre usar conexões seguras para quem ativou as proteções da Navegação segura com maior proteção no Chrome.

    Se você é um desenvolvedor de sites ou profissional de TI e tem usuários que podem ser afetados por esse recurso, recomendamos ativar a configuração "Sempre usar conexões seguras" hoje para ajudar a identificar sites que precisam ser migrados. Os admins podem usar as políticas HttpAllowlist e HttpsOnlyMode para substituir esse comportamento.

    Para mais informações, consulte nosso guia de adoção e a postagem do blog de anúncio.

    • Chrome 150 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: ative a opção "Sempre usar conexões seguras" para usuários que ativaram a Navegação segura com maior proteção.
    • Chrome 154 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: ativação da opção "Sempre usar conexões seguras" por padrão para todos os usuários.

 

  • Descontinuação e remoção das APIs do Sandbox de privacidade  back to top

    O Chrome anunciou recentemente que a abordagem atual para cookies de terceiros será mantida. Depois disso, planejamos descontinuar e remover as seguintes APIs.

    • Tópicos
    • Protected Audience
    • Armazenamento compartilhado
    • Relatórios de atribuição
    • Private Aggregation
    • Sites relacionados
    • requestStorageAccessFor

    Estas são as políticas corporativas associadas às APIs acima.

    A descontinuação começou com o Chrome 144, e a remoção está planejada para o Chrome 150. Após a descontinuação, as APIs vão continuar existindo, e a maioria dos usuários não vai notar nenhuma interrupção. No entanto, alguns usuários que dependem de integrações do lado do servidor (como servidor de k-anonimato ou coordenadores) vão notar uma interrupção nos serviços. Entramos em contato com os usuários das APIs sobre nossos planos de descontinuação. No momento da remoção, Chrome 150, todas as políticas associadas a essas APIs também serão removidas.

    Nenhuma das APIs é ativada por padrão para usuários corporativos. As equipes empresariais podem analisar o status de qualquer perfil gerenciado no Admin Console.

    • Chrome 144 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento da descontinuação.
    • Chrome 150 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: remoção das APIs e das políticas associadas.

 

  • Apps Isolados da Web back to top

    Os Apps Isolados da Web (IWAs) são uma extensão do trabalho atual sobre a instalação de PWAs e o empacotamento da Web. Eles oferecem proteções mais fortes contra comprometimento do servidor e outras adulterações necessárias para desenvolvedores de aplicativos sensíveis à segurança. Esses aplicativos são reunidos em pacotes da Web, assinados pelo desenvolvedor e distribuídos aos usuários finais por um ou mais dos métodos descritos na explicação em vez de serem hospedados em servidores da Web ativos e buscados por HTTPS. 

    A partir do Chrome 150, os IWAs só poderão ser instalados por uma política de administrador em dispositivos ChromeOS gerenciados pela empresa.

    • Chrome 150 no Windows: esse lançamento adiciona suporte a Apps Isolados da Web em configurações gerenciadas pela empresa do navegador no Windows.

 

  • Migração da API Safe Browsing v4 para a v5 back to top

    As chamadas do Chrome para a API SafeBrowsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5. Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários. Para mais detalhes, consulte Migração da V4: Navegação segura

    • Chrome 150 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows : o lançamento do recurso será gradual.

 

  • O Chrome não vai mais ser compatível com o macOS 12 back to top

    O Chrome 150 será a última versão com suporte para o macOS 12. O Chrome 151 e versões mais recentes não serão mais compatíveis com o macOS 12, que está fora do período de suporte da Apple. A execução em um sistema operacional com suporte é essencial para manter a segurança.

    Em Macs com o macOS 12, o Chrome vai continuar funcionando, mostrando uma barra de informações de aviso, mas não vai ser atualizado. Se um usuário quiser atualizar o Chrome, será necessário atualizar o computador para uma versão compatível do macOS. 

    Para novas instalações do Chrome 151 ou mais recente, será necessário o macOS 13 ou mais recente.

    • Chrome 151 no Windows, macOS e Linux

 

  • Descontinuação e remoção do XSLT back to top

    O XSLT v1.0, que todos os navegadores seguem, foi padronizado em 1999. Desde então, o XSLT evoluiu para as versões 2.0 e 3.0, adicionando recursos e se distanciando da versão antiga engessada nos navegadores. Essa falta de avanço, com o aumento de bibliotecas e frameworks JavaScript que oferecem uma manipulação do DOM mais flexível e eficiente, levou a um declínio considerável no uso do XSLT pelo lado do cliente. A função dele no navegador da web foi amplamente substituída por tecnologias baseadas no JavaScript, como JSON+React.

    O Chromium usa a biblioteca libxslt para processar essas transformações, e ela não recebe manutenção há cerca de seis meses em 2025. A libxslt é uma base de código C complexa e datada com suscetibilidade notória a vulnerabilidades de segurança de memória, como estouros de buffer, que podem levar à execução de código arbitrário. Como o XSLT pelo lado do cliente agora é um recurso de nicho e raramente usado, essas bibliotecas recebem muito menos manutenção e análise de segurança do que os mecanismos JavaScript básicos. No entanto, elas representam uma superfície de ataque direta e potente para processar conteúdo da web não confiável. Aliás, o XSLT é a origem de vários exploits de segurança recentes e de grande repercussão que continuam colocando os usuários de navegadores em risco. Por esses motivos, o Chromium (assim como outros mecanismos de navegação) planeja descontinuar e remover o XSLT da plataforma web. Para mais detalhes, consulte este artigo no Chrome para Desenvolvedores.

    • Chrome 143 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: descontinuação (mas não remoção) das APIs.
    • Chrome 152 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançaremos o teste de origem (OT, na sigla em inglês) e a política corporativa para testes. Eles permitem que sites e empresas continuem usando recursos após a data da remoção.
    • Chrome 160 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o XSLT deixará de funcionar nas versões Stable para todos os usuários, exceto para os participantes do teste de origem e da política corporativa.
    • Chrome 176 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o teste de origem e a política corporativa deixarão de funcionar. Desativaremos o XSLT para todos os usuários.

 

  • Criptografia pós-quântica para DTLS em WebRTC back to top

    Esse recurso permite o uso da criptografia pós-quântica (PQC) com conexões WebRTC. A motivação da PQC é atualizar o tráfego de mídia do WebRTC com os protocolos de criptografia mais recentes e evitar cenários de Coletar agora para quebrar depois

    Os admins poderão controlar esse recurso usando a política corporativa WebRtcPostQuantumKeyAgreement para que os usuários corporativos possam desativar a PQC. A política é temporária e tem remoção planejada para a versão 152 do Chrome.

    • Chrome 142 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: lançamento de recursos
    • Chrome 152 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: remoção da política empresarial

 

  • Mudança para um ciclo de lançamento de duas semanas back to top

    A partir de setembro de 2026 (Chrome 153), o Chrome vai passar a ter um ciclo de lançamento de duas semanas, em vez do ciclo atual de quatro semanas. A plataforma da Web está em constante evolução, e nosso objetivo no Chrome é garantir que desenvolvedores e usuários tenham acesso imediato aos recursos, correções e melhorias de desempenho mais recentes. Com base no nosso histórico de adaptação do processo de lançamento para atender às demandas de uma Web moderna, estamos anunciando essa etapa significativa para aumentar ainda mais nossa velocidade de desenvolvimento. O Chrome Stable vai passar a ter um ciclo de lançamento de duas semanas. Para mais detalhes, consulte a postagem do blog Chrome para desenvolvedores.

    O Canal Stable estendido está disponível para clientes que têm dúvidas sobre os custos de manutenção. Para mais informações sobre o Extended Stable, consulte este artigo da Central de Ajuda. A opção Stable de duas semanas continua sendo a mais segura e deve ser usada quando a segurança é mais relevante do que os custos de manutenção.

    • Chrome 153 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: mudança para o ciclo de lançamento de duas semanas

 

  • Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam "file://" back to top

    De acordo com a especificação do padrão de URL, os hosts de URL não podem conter o caractere de espaço, mas a análise de URL no Chromium permite atualmente espaços no host. Isso faz com que o Chromium falhe em vários testes incluídos nos HTTPS URLs for WebSocket da Interop2024 e áreas de foco de URL. Para que o Chromium atenda à especificação, gostaríamos de remover os espaços dos hosts de URL, mas a dificuldade é que eles são usados na parte do host em URLs file:// do Windows. Para mais detalhes, consulte esta discussão no GitHub.

    • Chrome 157 no Android, ChromeOS, Lacros, Linux, MacOS, Windows e Fuchsia

 

Próximas atualizações do Chrome Enterprise Core

 

  • Suporte a certificados do cliente do Chrome no iOS back to top

    O suporte integrado a certificados do cliente no Chrome para iOS permite que usuários gerenciados se autentiquem com segurança em recursos corporativos usando o TLS mútuo (mTLS). Historicamente, o iOS isolava os certificados no armazenamento do sistema, acessível apenas aos apps integrados da Apple. Mas esse lançamento permite que o Chrome provisione e gerencie os próprios certificados com suporte de hardware de forma independente. Ao se integrar ao Secure Enclave do iOS para armazenamento de chaves particulares não exportáveis, o Chrome oferece um indicador de identidade de alta segurança especificamente para ambientes de confiança zero usando o ID do Microsoft Entra e o acesso condicional. Essas credenciais são provisionadas no perfil do Chrome gerenciado pelo trabalho e são inacessíveis a outros aplicativos ou perfis pessoais no dispositivo.

    Para implementar esse recurso, os administradores precisam ativar a opção Aplicar as configurações de usuário compatíveis ao Chrome no iOS no Google Admin Console e configurar as políticas ProvisionManagedClientCertificateForBrowser e ProvisionManagedClientCertificateForUser para iniciar a emissão e a rotação. Por fim, a política AutoSelectCertificateForUrls deve ser usada para automatizar a seleção de certificados em domínios corporativos designados e garantir um fluxo de autenticação sem problemas.

    • Chrome 148 no iOS: o recurso será lançado gradualmente.

 

  • Suporte para relatórios de perfil gerenciado back to top

    O Chrome Enterprise Core está lançando suporte para relatórios de perfil na nuvem nos relatórios Uso de apps e extensões e Versões no Google Admin Console.

    No relatório Uso de apps e extensões, os administradores poderão conferir uma nova contagem total de instalações para perfis gerenciados (perfis de trabalho). Eles poderão ver quais extensões têm mais instalações em todos os perfis gerenciados.

    No relatório Versões, os administradores podem conferir o número total de perfis gerenciados que executam cada versão do Chrome. Por exemplo, eles poderão ver se os perfis gerenciados estão usando versões mais antigas do Chrome.

    Para ativar os relatórios de perfil na nuvem para os dois relatórios, os administradores precisam ativar a política CloudProfileReportingEnabled. Se você já tiver ativado os relatórios de perfil gerenciado, eles vão começar a informar os dados automaticamente.

    Como encontrar esses relatórios? No Admin Console, acesse Navegador Chrome > Relatórios > Uso de apps e extensões ou Navegador Chrome > Relatórios > Versões.

    • Chrome 148 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o relatório de perfil no relatório de versões vai estar disponível para trusted testers do Chrome Enterprise.

 

Próximas atualizações do Chrome Enterprise Premium

 

  • API Chrome Enterprise Connectors back to top

    Em breve, o Chrome Enterprise vai expandir o gerenciamento programático para o Chrome Enterprise Connectors. Essa atualização vai introduzir recursos para definir e atribuir configurações de conector, complementando as políticas de conector atuais para permitir que os admins gerenciem todo o ciclo de vida dessas integrações em grande escala.

    Antes, a configuração de provedores de serviços era um processo manual no Google Admin Console. Essa atualização permite a automação, o que ajuda a reduzir erros manuais e melhorar a eficiência do gerenciamento de integrações com soluções de segurança de terceiros.

    Agora os admins podem usar a API Chrome Management para gerenciar recursos ConnectorConfiguration (definindo o provedor). A seleção de conector é gerenciada pela API Chrome Policy, permitindo a atribuição dessas configurações a unidades organizacionais ou grupos. Isso funciona em conjunto com as configurações atuais da API Policy para relatórios de eventos e análise de conteúdo, incluindo políticas como OnSecurityEventEnterpriseConnector, OnFileAttachedEnterpriseConnector, OnFileDownloadedEnterpriseConnector, OnBulkDataEntryEnterpriseConnector, OnPrintEnterpriseConnector e EnterpriseRealTimeUrlCheckMode. Para detalhes técnicos, os desenvolvedores precisam consultar a API Chrome Management e a documentação da API Chrome Policy.

    • Chrome 143 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows : esse lançamento adiciona suporte ao gerenciamento programático dos Chrome Enterprise Connectors por uma nova API.
    • Chrome 148 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: esse lançamento apresenta os recursos ConnectorConfiguration e ConnectorSelection, permitindo a criação de instâncias de provedores de serviços e a atribuição delas a unidades organizacionais.

  

  • Suporte para arrastar controles de dados back to top

    O Chrome vai aprimorar a estrutura dos controles de dados estendendo a aplicação da segurança para operações de arrastar e soltar no Windows, Mac, Linux, ChromeOS e Android para garantir a consistência com as políticas da área de transferência atuais. Os admins podem gerenciar esse comportamento com a política DataControlsRules, mas qualquer veredito WARN será automaticamente promovido a BLOCK para evitar que uma caixa de diálogo de aviso interrompa o loop de arrastar interativo.

    Quando uma ação é restrita, os usuários veem a nova caixa de diálogo ClipboardDragBlock ou um modal de bloqueio do Android informando que não é permitido arrastar conteúdo no site. Essa atualização vai corrigir uma falha crítica de exfiltração de dados usando a avaliação local para manter a performance e a privacidade. As organizações precisam testar essas regras usando a flag de recurso DataControlsDragEnforcement e a página chrome://policy/test.

    • Chrome 148 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual

 

  • Telemetria de atividade do DOM da extensão empresarial back to top

    Esse recurso exclusivo para empresas oferece auditoria de segurança para extensões do Chrome criando um pipeline de alta fidelidade que monitora comportamentos de risco. Ele se concentra especificamente na identificação de injeção de código (riscos de execução) e acesso a dados (riscos de roubo) que ocorrem entre páginas da Web e extensões. Os indicadores verificados são filtrados para garantir que o desempenho do navegador não seja afetado e são transmitidos usando o pipeline de relatórios em tempo real do Chrome para análise do sistema de gerenciamento de eventos e informações de segurança (SIEM).

    • Chrome 148 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: pré-lançamento disponível para trusted testers do Chrome Enterprise.

 

  • Nova configuração de política para DataControlRules back to top

    O Chrome está aprimorando a política DataControlsRules atual com uma nova configuração chamada Restrições de colagem em limites de gerenciamento. Essa atualização oferece aos administradores um mecanismo baseado em contexto para bloquear a colagem de conteúdo da Web sensível em perfis gerenciados do Chrome ou deles sem exigir URLs de origem ou destino específicos.

    A partir do Chrome 148, os administradores podem usar caixas de seleção simples no Google Admin Console para estabelecer limites de dados no modo Incognito, em outros perfis do Chrome e em aplicativos que não são do Chrome. Essa melhoria foi projetada para reforçar a prevenção contra perda de dados para clientes do Chrome Enterprise Premium, evitando a exfiltração de dados corporativos em ambientes não gerenciados. Os usuários vão receber notificações imediatas no navegador se uma ação de colar for restrita, garantindo a conscientização em tempo real das políticas de segurança da organização.

    • Chrome 148 no Android, iOS, ChromeOS, macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual.

   

  • Proteção contra adulteração de políticas locais back to top

    As configurações locais em dispositivos "traga seu próprio dispositivo" (BYOD) às vezes podem entrar em conflito com as configurações de política corporativa. Para resolver essa possível falha de segurança, os indicadores de conflito de políticas no Chrome agora detectam e informam quando as políticas corporativas são substituídas por políticas locais. O Chrome 145 integra esses novos indicadores de conflito de políticas do perfil gerenciado do Chrome aos relatórios de segurança atuais, controlados pela política UserSecuritySignalsReporting.

    Para mais informações sobre relatórios de dispositivos, consulte Conferir a lista e os detalhes do dispositivo ChromeOS - Ajuda do Chrome Enterprise e Education.

    • Chrome 144 no Linux, macOS e Windows: começa a detecção e o relatório de metadados de conflito de políticas.
    • Chrome 145 no Linux, macOS e Windows: a visibilidade dos indicadores de reforço da proteção da política do Chrome pela API Dispositivos estará disponível.
    • Chrome 150 no Linux, macOS e Windows: a interface do Admin Console foi atualizada para mostrar sinais de conflito, e os valores das políticas começaram a ser informados.

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Resumo da versão 147 do ChromeOS

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Registros de atividade das Ferramentas para Sala de Aula    
Migração do provisionamento de certificados    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Resolver problemas de conectividade com o Diagnóstico do ChromeOS    
Atualizações bloqueadas para determinados dispositivos ChromeOS Flex    

 

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

 

Atualizações atuais do ChromeOS

   

  • Registros de atividade das ferramentas para sala de aula back to top

    Para melhorar a supervisão administrativa, as ferramentas para a sala de aula agora geram registros de atividade. Esse recurso oferece aos administradores um registro de ações específicas no produto, como um professor se conectando a um estudante, enviando conteúdo ou visualizando a tela de um estudante. Os registros foram criados para se alinhar aos padrões de auditoria do ChromeOS, criando um rastreamento detalhado de eventos que pode ser usado para solução de problemas e monitoramento da atividade do usuário no domínio.

    Para mais detalhes, consulte Eventos de registro das ferramentas para a sala de aula - Ajuda do Chrome Enterprise e Education.

   

 

Próximas mudanças no ChromeOS

   

  • Resolver problemas de conectividade com o Diagnóstico do ChromeOS back to top

    O ChromeOS tem um app Diagnóstico integrado, que permite aos usuários resolver problemas. Para abrir o app Diagnóstico, use esta sequência de teclas:

          [Ctrl] + tecla de pesquisa + Esc 

    O ChromeOS 149 vai adicionar uma função de solução de problemas de conectividade ao app Diagnóstico para ajudar os usuários a diagnosticar problemas de conectividade em uma lista predefinida de Serviços do Google. Essa ferramenta ajuda a resolver problemas de rede do cliente, como a incapacidade de acessar serviços específicos do Google.

   

  • Atualizações bloqueadas para determinados dispositivos ChromeOS Flex back to top

    A partir do ChromeOS 150, vamos começar a bloquear atualizações para dispositivos que não atendem aos requisitos mínimos do navegador Chrome. Isso vai afetar dispositivos que usam:

    • Placas de vídeo Intel e AMD de 2010 e anteriores 
    • Placas de vídeo Nvidia de 2014 e mais antigas 

    Isso não afeta os dispositivos certificados. Se dispositivos inesperados forem afetados, entre em contato com o suporte do ChromeOS Flex do Google.

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Chrome 146

Resumo da versão 146 do Chrome

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Melhorias no Modo IA e no Lens    
Experiência de preenchimento automático estendida    
Restrições de acesso à rede local    
Intervenção seletiva de permissão    
Configurações de segurança agrupadas    
Remover políticas de particionamento de armazenamento de terceiros    
Novas políticas no navegador Chrome    
Políticas removidas do navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Atualização da pontuação de risco da Spin.AI no Admin Console    
Políticas experimentais de conformidade de criptografia    
Logon único do Okta integrado no macOS    
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Criptografia de cache empresarial  
Proteção contra adulteração de políticas locais  
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Atualização do CSS: separação das propriedades de largura e estilo    
Credenciais de sessões vinculadas ao dispositivo    
Gemini no Chrome    
Denunciar um golpe    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS    
Preenchimento automático aprimorado    
Cookies vinculados à origem (por padrão)    
Atualização do alerta Sem HTTPS    
Chrome para dispositivos Linux ARM64    
Descontinuação e remoção das APIs do Sandbox de privacidade  
Ativa "Sempre usar conexões seguras" por padrão    
Apps isolados da web    
Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5    
O Chrome removerá o suporte para o macOS 12    
Descontinuação e remoção do XSLT
O Chrome vai passar a ter um ciclo de lançamento de duas semanas    
Criptografia pós-quântica para DTLS em WebRTC    
Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Não há atualizações futuras do Chrome Enterprise Core.      
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
API Chrome Enterprise Connectors  
Suporte para arrastar e soltar controles de dados    
Mais tamanhos de arquivo aceitos para verificações da DLP  
Suporte para AllowList e BlockList na política DeveloperToolsAvailability  
Suporte para AllowList e BlockList na política IncognitoModeAvailability  
Telemetria de atividade DOM da extensão empresarial    

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas leva de 1 a 2 semanas para ficar pronta.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

 

Mudanças no navegador Chrome  

   

  • Melhorias no Modo IA e no Lens back to top

    Antes, no Chrome 143 para macOS e Windows, novos recursos do Modo IA foram integrados ao navegador Chrome. Os usuários podem acessar o Modo IA diretamente pela página Nova guia e pela barra de endereço, fazendo perguntas complexas por onde quer que comecem a navegar. Os admins podem desativar esses recursos (valor 1) usando a política AIModeSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2). Para mais detalhes, consulte este artigo na Central de Ajuda do Chrome Enterprise e Education.

    No Chrome 145, lançamos o recurso de contexto de várias guias no Modo IA e no Lens. Os usuários podem compartilhar o conteúdo de uma ou mais guias abertas para fazer perguntas, comparar, resumir e encontrar informações com mais eficiência. Os admins podem desativar esses recursos (valor 1) usando a política SearchContentSharingSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2). Também no Chrome 145 para Android e iOS, novos recursos do Modo IA foram integrados ao navegador Chrome.

    No Chrome 146, os arquivos do Google Drive ficam disponíveis como contexto. Os admins podem desativar esses recursos (valor 1) usando a política SearchContentSharingSettings.

   

   

  • Restrições de acesso à rede localback to top

    O Chrome 142 restringiu a capacidade de fazer solicitações para a rede local do usuário, protegida por um comando de permissão. Uma solicitação de rede local é qualquer solicitação de um site público a um endereço IP local ou loopback, ou de um site local (por exemplo, intranet) a loopback.

    Restringir a capacidade dos sites de fazer essas solicitações por trás de uma permissão reduz o risco de ataques de falsificação de solicitação entre sites em dispositivos de rede local, como roteadores, e diminui a capacidade dos sites de usar essas solicitações para criar uma impressão digital da rede local do usuário.

    Essa permissão é restrita a contextos seguros. Se concedidas, as permissões também relaxam o bloqueio de conteúdo misto para solicitações de rede local, já que muitos dispositivos locais não conseguem obter certificados TLS confiáveis publicamente por vários motivos.

    Esse trabalho substitui um esforço anterior chamado Acesso à rede privada, que usava solicitações de simulação para que os dispositivos locais ativassem o recurso. Para mais informações sobre esse recurso, consulte Como adaptar seu site para as novas restrições de acesso à rede local no Chrome.

    O Chrome 145 introduziu permissões mais granulares para sites que solicitam acesso à rede local de um usuário. A permissão única anterior de acesso à rede local está sendo dividida em duas permissões distintas:

    • local-network: concede acesso a endereços IP no espaço da rede local (por exemplo, intranets, dispositivos internos).

    • loopback-network: concede acesso a endereços IP de loopback (por exemplo, localhost, 127.0.0.1).
     

    A antiga permissão de rede local vai permanecer como um alias, garantindo que as configurações e as políticas de permissões atuais continuem funcionando conforme o esperado. Essa mudança ofereceu aos usuários e admins um controle mais preciso sobre como os sites interagem com os recursos da rede interna. As políticas empresariais atuais que gerenciam o acesso à rede local não serão afetadas por essa mudança.

    O Chrome 146 apresenta duas novas políticas corporativas para gerenciar restrições de acesso à rede local: LocalNetworkAccessIpAddressSpaceOverrides e LocalNetworkAccessPermissionsPolicyDefaultEnable. Essas políticas podem ser definidas usando configurações personalizadas.

    • Chrome 145 no Android, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: o recurso de divisão de permissões é lançado.
    • Chrome 146 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: duas novas políticas empresariais estarão disponíveis para gerenciar restrições de acesso à rede local:
      • LocalNetworkAccessIpAddressSpaceOverrides pode ser usado para marcar blocos de endereços IPv4 e IPv6 como públicos ou particulares. Intervalos IP tratados como públicos não causam solicitações de permissão quando acessados por outras páginas. Por exemplo, o CGNAT 100.64.0.0/10 pode ser marcado como público. Isso é útil para determinadas configurações de VPN e proxy. Marcar 0.0.0.0/0 e ::/0 como públicos equivale a desativar as restrições de acesso à rede local.
      • LocalNetworkAccessPermissionsPolicyDefaultEnabled pode ser usado para fazer com que a permissão de LNA seja delegada automaticamente a iframes pelo frame principal, sem exigir anotação explícita dos iframes filhos. Isso é útil em situações em que o acesso à rede local é realizado por uma ferramenta SaaS incorporada em outra ferramenta SaaS. Isso inclui alguns softwares de documentação e base de conhecimento hospedados localmente.
    • Chrome 146 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento gradual de recursos
    • Chrome 147 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: as restrições de acesso à rede local foram expandidas para incluir conexões WebSocket e WebTransport.
    • Chrome 152 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: a política LocalNetworkAccessRestrictionsTemporaryOptOut será removida.

   

  • Intervenção seletiva de permissãoback to top

    O Chrome 146 apresenta a intervenção seletiva de permissão, que impede que o JavaScript relacionado à publicidade em páginas acesse determinadas permissões sensíveis à privacidade, como geolocalização, microfone, área de transferência, Bluetooth, USB e captura de tela, para aumentar a privacidade do usuário.

    Mesmo que políticas como DefaultGeolocationSetting, VideoCaptureAllowedUrls, AudioCaptureAllowedUrls ou ClipboardAllowedForUrls sejam usadas, esses sites ainda podem ter permissões negadas para o script de anúncio.

    Os admins podem desativar essa intervenção usando a política corporativa AdsSettingForIntrusiveAdsSites.

    • Chrome 146 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: o lançamento do recurso será gradual

   

  • Configurações de segurança agrupadasback to top

    Esse recurso oferece aos usuários opções de segurança agrupadas para definir as configurações de segurança com base no nível de proteção desejado ao usar o Chrome. Os usuários podem escolher entre Maior proteção para o mais alto nível de segurança e Padrão para a proteção equilibrada padrão. Os usuários ainda podem definir valores personalizados para as configurações, como já fazem hoje. Isso simplifica a experiência do usuário e facilita a obtenção do nível de proteção desejado sem precisar entender as opções de configuração avançadas. As políticas empresariais atuais têm precedência sobre as seleções de pacotes do usuário final. Se uma política já estiver definida para as configurações de segurança, os valores não serão substituídos pela escolha de um pacote de segurança feita pelo usuário.

    • Chrome 146 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows

   

    

   

 

Mudanças no Chrome Enterprise Core

   

  • Atualização da pontuação de risco da Spin.AI no Admin Console back to top

    A partir do Chrome 146, as pontuações de avaliação de risco da Spin.AI no Admin Console vão refletir mudanças recentes feitas pela Spin.AI. A pontuação ainda segue a escala de 0 a 100, mas uma pontuação de 0 reflete baixo risco, enquanto uma pontuação de 100 reflete alto risco.

   

  • Políticas experimentais de conformidade de criptografia back to top

    PreferSlowKEXAlgorithms e PreferSlowCiphers são duas políticas corporativas experimentais novas que configuram o Chrome para ordenar os algoritmos de acordo de chaves (grupos aceitos) e algoritmos de criptografia preferidos, com TLS 1.3, para refletir a preferência por algoritmos que foram aprovados por um regime de conformidade específico. No momento, o único regime de compliance é o CNSA2. Isso não garante a negociação de algoritmos específicos. Ele permite que operadores de servidores que querem atender clientes com e sem requisitos de conformidade façam a diferenciação entre clientes, usando determinados algoritmos não padrão com maior força criptográfica apenas para os clientes que configuram explicitamente essa preferência. A definição dessa política não é necessária para a segurança. A criptografia padrão usada pelo Chrome é forte o suficiente para resistir a um ataque de força bruta que usa toda a energia do Sol. A definição dessa política torna o Chrome mais lento ao acessar sites. Essa política afeta apenas o TLS 1.3 e o QUIC, e não as versões anteriores do TLS.

    Essas políticas estão disponíveis temporariamente como uma única flag combinada, chrome://#cryptography-compliance-cnsa.

  • Chrome 143 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: as políticas estão disponíveis, mas marcadas como experimentais no navegador Chrome
  • Chrome 144 no ChromeOS: as políticas adicionais que se aplicam à tela de login do dispositivo ChromeOS estão disponíveis, mas marcadas como experimentais.
  • Chrome 146 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: por volta do Chrome 146, atualizaremos os servidores TLS de Serviços do Google para que negociem o ML-KEM-1024 quando essa flag estiver definida. A partir daí, a política não será mais marcada como experimental.

   

  • Logon único do Okta integrado no macOS back to top

    O Chrome no macOS agora oferece uma experiência de logon único (SSO) aprimorada para organizações que usam o Okta. Quando um dispositivo macOS é gerenciado e configurado com o perfil de gerenciamento de dispositivos e dispositivos móveis (MDM) de SSO empresarial extensível adequado para o Okta, os usuários se beneficiam de um fluxo de autenticação perfeito.

    Especificamente, os prompts que antes pediam permissão do usuário para abrir o aplicativo Okta Verify ou permitir comunicações de rede local durante a autenticação do Okta FastPass não vão mais aparecer. O Chrome vai usar o mecanismo de SSO extensível integrado da Apple para processar essas autenticações.

    Requisitos:

    • Ative o suporte ao SSO como um recurso de acesso antecipado por autoatendimento do Okta.
    • O dispositivo precisa estar executando o macOS.
    • O dispositivo precisa ser gerenciado e ter o perfil MDM ExtensibleEnterpriseSSO correto configurado por um admin.
    • O ambiente do Okta da organização precisa ser configurado para oferecer suporte a esse fluxo.
    • O aplicativo Okta Verify precisa estar instalado no dispositivo.
     

    Os admins podem gerenciar esse recurso com a política ExtensibleEnterpriseSSOBlocklist. Para impedir que o Chrome use a integração integrada do SSO do Okta, adicione okta à lista de strings da política. Para desativar essa integração integrada em todos os provedores de identidade compatíveis, adicione o valor all.

    Essa atualização tem como objetivo reduzir a interrupção do usuário e simplificar o acesso a recursos protegidos pelo Okta.

    • Chrome 146 no macOS: o lançamento do recurso será gradual.

 

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

Saiba mais sobre as diferenças entre o Chrome Enterprise Core e o Chrome Enterprise Premium.

   

  • Criptografia de cache empresarial back to top  

    O Chrome Enterprise Premium oferece criptografia de cache empresarial, um recurso projetado para reduzir os riscos de exfiltração de dados criptografando os dados do navegador armazenados em repouso, especificamente o cache HTTP. Usando APIs no nível do SO para armazenamento de chaves com criptografia vinculada ao app, essa funcionalidade torna os dados armazenados localmente inacessíveis a malware se um dispositivo for comprometido.

    Esse recurso opera de forma transparente em segundo plano, mas pode afetar o desempenho devido à criptografia em tempo real. Os admins podem gerenciar isso com a política CacheEncryptionEnabled. Ativar ou desativar essa política limpa automaticamente o cache atual para garantir a consistência dos dados.

    • Chrome 146 no Linux, macOS e Windows: a criptografia de cache estará disponível em plataformas de computador.

   

  • Proteção contra adulteração de políticas locais back to top  

    Os indicadores de detecção de conflitos de políticas para o Acesso Baseado no Contexto (CAA, na sigla em inglês) fecham uma lacuna de segurança significativa ao permitir a detecção de políticas corporativas substituídas por configurações locais conflitantes em dispositivos BYOD.

    Isso é feito integrando novos indicadores de conflito de políticas do perfil gerenciado do Chrome ao pipeline de relatórios de segurança atual, controlado pela política UserSecuritySignalsReporting.

    Essa visibilidade permite que os admins definam regras de CAA nas ferramentas de proteção contra dados e ameaças do Chrome Enterprise Premium (CEP) ou no gateway de segurança para bloquear automaticamente o acesso a aplicativos corporativos se políticas críticas, como controles de DLP, Navegação segura ou listas de bloqueio de extensões, forem consideradas não conformes.

    • Chrome 144 no Linux, macOS e Windows: começa a detecção e o relatório de metadados de conflito de políticas.
    • Chrome 145 no Linux, macOS e Windows: permite que o fluxo de avaliação do Acesso Baseado no Contexto (CAA) permita que os admins escrevam regras de aplicação com base na existência de um conflito.
    • Chrome 146 no Linux, macOS e Windows: a interface do Admin Console foi atualizada para mostrar sinais de conflito, e os valores das políticas começaram a ser informados.

 

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Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome

 

   

  • Atualização do CSS: separação das propriedades de largura e estilo back to top

    Em breve, o Chrome vai se alinhar às especificações de CSS atualizadas sobre o comportamento das propriedades border-width, outline-width e column-rule-width. Antes, se o border-style, outline-style ou column-rule-style correspondente fosse definido como "none" ou "hidden", a largura calculada dessas propriedades seria forçada a 0px, independente do valor especificado.

    Com essa mudança, os valores calculados de border-width, outline-width e column-rule-width sempre vão refletir os valores especificados pelo autor, independente da propriedade *-style. Além disso, os valores resolvidos (retornados por getComputedStyle()) para outline-width e column-rule-width também vão refletir os valores especificados.

    A mudança alinha o Chrome ao Firefox e ao WebKit, que já implementaram esse comportamento.

    • Chrome 147 no Windows, macOS, Linux e Android: sem etapa de lançamento  

   

  • Credenciais de sessões vinculadas ao dispositivo back to top

    Para aumentar a segurança dos usuários e combater o roubo de cookies de sessão, o Chrome está lançando as credenciais de sessão vinculadas ao dispositivo (DBSC). Com esse recurso, os sites podem vincular a sessão de um usuário ao dispositivo específico, dificultando muito o uso de cookies de sessão roubados em outras máquinas.

    • Chrome 145 no Windows: o lançamento do recurso será gradual
    • Chrome 147 no macOS: o lançamento do recurso será gradual 

   

  • Gemini no Chrome back to top

    O Gemini agora está integrado ao Chrome no macOS, Windows e em dispositivos ChromeOS selecionados e pode entender o conteúdo da sua página atual. Agora os usuários podem conferir os principais pontos, esclarecer conceitos e encontrar respostas sem sair da guia do Chrome. Essa integração inclui o chat, em que os usuários podem interagir com o Gemini por texto, e o Gemini Live, em que os usuários podem interagir com o Gemini por voz.

    No Chrome 143, o Gemini no Chrome começou a ser lançado para a maioria dos usuários do Google Workspace com acesso ao app do Gemini nos EUA. Os administradores podem desativar esse recurso (valor 1) usando a política GeminiSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2). Para mais detalhes, consulte Gemini no Chrome na Central de Ajuda ou neste post.

    Também anunciamos o recurso de contexto de várias guias no Chrome 143. O Gemini no Chrome agora pode acessar mais guias abertas (até 10) para você fazer perguntas em várias páginas, comparando e encontrando informações com mais eficiência. O Gemini no Chrome também funciona como um agente de produtividade. O Gemini no Chrome usa automaticamente informações públicas destes Serviços do Google: Pesquisa Google, Google Maps e YouTube. Com sua permissão, o Gemini no Chrome pode ajudar você a conectar suas informações e seu conteúdo pessoais nos serviços do Google Workspace (Gmail, Drive, Keep, Agenda e Tarefas).

    No Chrome 144, a navegação automática no Gemini no Chrome foi disponibilizada para alguns usuários (não corporativos). A política corporativa GeminiActOnWebSettings estará disponível no lançamento.

    • Chrome 137 no macOS e Windows: o recurso está disponível para alguns assinantes do Google AI Pro e Ultra nos EUA e nos canais pré-Stable (Dev, Canary e Beta) nos EUA.
    • Chrome 144 no macOS e Windows: a navegação automática no Gemini no Chrome está disponível para alguns usuários (não corporativos). A política corporativa GeminiActOnWebSettings estará disponível no lançamento. Os usuários poderão fazer upload de imagens renderizadas diretamente para o Gemini no Chrome usando um item do menu de contexto do Chrome. Em seguida, os usuários poderão usar comandos no Gemini no Chrome para gerar novas imagens derivadas. Com a permissão do usuário, o Gemini no Chrome também pode usar o Gerenciador de senhas do Google para fazer login em sites. Item do menu de contexto para upload de imagens disponível para usuários corporativos. Esse recurso respeita as regras definidas pela política DataControlsRules e as configurações OnBulkDataEntryEnterpriseConnector.
    • Chrome 144 no ChromeOS: o Gemini no Chrome foi lançado para dispositivos ChromeOS selecionados
    • Chrome 144 no macOS e Windows: o Gemini no Chrome permite que algumas ferramentas de terceiros disponíveis como extensões do Gemini sejam chamadas
    • Chrome 145 no ChromeOS, macOS e Windows: o Gemini no Chrome será lançado gradualmente para usuários no Canadá, na Nova Zelândia e na Índia em afrikaans, amárico, búlgaro, bengali, catalão, tcheco, galês, dinamarquês, alemão, grego, espanhol, estoniano, basco, finlandês, filipino, francês, galego, gujarati, hindi, croata, húngaro, indonésio, islandês, italiano, japonês, canarês, coreano, lituano, letão, malaiala, marata, malaio, holandês, norueguês, polonês, português, romeno, russo, eslovaco, esloveno, sérvio, sueco, suaíli, tâmil, telugu, tailandês, turco, ucraniano, vietnamita, chinês (simplificado e tradicional) e zulu. O lançamento nos EUA também vai oferecer suporte aos mesmos idiomas.
    • Chrome 147 no macOS e Windows: navegação automática no Gemini no Chrome disponível para usuários corporativos. As políticas empresariais GeminiActOnWebSettings, GeminiActOnWebAllowedForURLs e GeminiActOnWebBlockedForURLs estão disponíveis para controlar a navegação automática.
    • Chrome 147 no ChromeOS, macOS e Windows: o Gemini no Chrome poderá usar o preenchimento automático do Chrome para preencher formulários de cartão de crédito e endereço (com permissão do usuário). Isso vai respeitar as políticas corporativas AutofillAddressEnabled e AutofillCreditCardEnabled, além das políticas gerais GeminiActOnWebSettings, GeminiActOnWebAllowedForURLs e GeminiActOnWebBlockedForURLs para o Gemini agêntico no Chrome.
    • Chrome 148 no macOS e Windows: a partir do Chrome 148 no macOS e Windows: navegação automática no Gemini no Chrome disponível para usuários corporativos.

   

  • Denunciar um golpe back to top

    Com a Navegação segura ativada, os usuários podem denunciar páginas da web diretamente para a Navegação segura no Chrome pelo menu "Ajuda".

    Os admins podem desativar esse recurso desativando a Navegação segura com SafeBrowsingProtectionLevel ou impedindo o feedback do usuário com UserFeedbackAllowed.

    • Chrome 145 no Windows: o lançamento do recurso será gradual
    • Chrome 147 no macOS: o lançamento do recurso será gradual 

   

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top

    O Chrome 126 começou a oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    Os admins podem usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabledUiAutomationProviderEnabled, lançada no Chrome 125, para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativá-lo.

    Essa política vai estar disponível até o Chrome 147 e será removida no Chrome 148. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled até o Chrome 146 para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente.
    • Chrome 148 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled será removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.

   

  • Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS back to top

    O Chrome 124 ativou por padrão em todas as plataformas de computador um novo mecanismo de encapsulamento de chaves TLS com segurança pós-quântica X25519Kyber768, baseado em um padrão NIST (ML-KEM). Isso protege o tráfego de rede do Chrome com servidores que também são compatíveis com o ML-KEM da descriptografia por um futuro computador quântico. Essa mudança precisa ser transparente para os operadores do servidor. Essa criptografia será usada para conexões TLS 1.3 e QUIC.
    No entanto, algumas middleboxes TLS podem estar despreparadas para o tamanho de um encapsulamento de chaves Kyber (ML-KEM) ou um novo ponto de código de criptografia ClientHello do TLS, levando ao descarte ou à suspensão de conexões. Isso pode ser resolvido com a atualização do seu middlebox ou a desativação do mecanismo de encapsulamento de chaves por meio da política corporativa temporária PostQuantumKeyAgreementEnabled, que vai estar disponível até o Chrome 145. No entanto, criptografias pós-quânticas de longo prazo serão necessárias no TLS, e a política empresarial será removida a partir do Chrome 146. A criptografia pós-quântica é necessária para o CSNA 2.0. Para saber mais, consulte Proteger o tráfego do Chrome com o KEM híbrido do Kyper.

    • Chrome 131 no Linux, macOS e Windows: o Chrome vai mudar o mecanismo de encapsulamento de chaves para a versão padrão final do ML-KEM
    • Chrome 147 no Linux, macOS e Windows: a política corporativa será removida. 

   

  • Preenchimento automático aprimorado back to top

    A partir do Chrome 137, alguns usuários podem ativar o Preenchimento automático avançado, um recurso que ajuda a preencher formulários on-line com mais facilidade. Em formulários relevantes, o Chrome pode usar a IA para entender melhor o formulário e oferecer aos usuários a opção de preencher automaticamente as informações salvas anteriormente. Os administradores podem controlar o recurso usando a política atual GenAiDefaultSettings e uma nova política AutofillPredictionSettings.

    • Chrome 137 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual
    • Chrome 140 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o recurso "Preenchimento automático com IA" vai mudar de nome para "Preenchimento automático avançado", permitir que os usuários salvem e preencham mais tipos de informações e ficar disponível em mais países e idiomas.
    • Chrome 148 no Android: o preenchimento automático aprimorado será disponibilizado para usuários do Chrome no Android.

   

  • Cookies vinculados à origem (por padrão) back to top

    No Chrome 148, os cookies são vinculados à origem da configuração (por padrão) para que só ela possa acessá-los, ou seja, são enviados em uma solicitação ou visíveis pelo document.cookie. Os cookies podem facilitar as restrições de vinculação de host e porta usando o atributo "Domain", mas todos os cookies serão vinculados ao esquema de configuração.

    As políticas corporativas temporárias LegacyCookieScopeEnabled e LegacyCookieScopeEnabledForDomainList estarão disponíveis para reverter essa mudança. Essas políticas vão deixar de funcionar no Chrome 150.

    • Chrome 148 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: as políticas empresariais estão disponíveis.
    • Chrome 150 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: as políticas empresariais serão removidas

   

  • Atualização do alerta Sem HTTPS back to top

    O aviso exibido quando um usuário ativa a opção Sempre usar conexões seguras em chrome://settings/security está mudando de um intersticial para uma caixa de diálogo. O carregamento de página inteira permanece bloqueado, e a funcionalidade não muda. O indicador de segurança de conteúdo do URL no aviso está mudando do indicador para o bloqueio quebrado. Alguns usuários podem ver esse aviso automaticamente ao acessar sites HTTP. Os usuários podem ativar o aviso em chrome://settings/security.

    • Chrome 141 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: novo design de aviso em plataformas de computador.
    • Chrome 148 no Android: design de aviso atualizado semelhante no Android, usando uma bolha de aviso em vez de um intersticial completo.

   

  • Chrome para dispositivos Linux ARM64 back to top

    Temos uma ótima novidade! O Google vai lançar o Chrome para dispositivos Linux ARM64 no segundo trimestre de 2026, após a expansão bem-sucedida do Chrome para dispositivos macOS com tecnologia Arm em 2020 e dispositivos Windows com tecnologia Arm em 2024.

    Com o lançamento do Chrome para dispositivos ARM64 Linux, mais usuários podem aproveitar a integração perfeita dos serviços mais úteis do Google no navegador. Essa mudança atende à crescente demanda por uma experiência de navegação que combine os benefícios do projeto de código aberto Chromium com o ecossistema de apps e recursos do Google.

    Saiba mais nesta postagem do blog do Chromium.

    • Chrome 149 no Linux: o lançamento do recurso será gradual. 

   

  • Descontinuação e remoção das APIs do Sandbox de privacidade  back to top

    O Chrome anunciou recentemente que a abordagem atual para cookies de terceiros será mantida. Depois disso, planejamos descontinuar e remover as seguintes APIs.

    • Tópicos
    • Protected Audience
    • Armazenamento compartilhado
    • Relatórios de atribuição
    • Private Aggregation
    • Sites relacionados
    • requestStorageAccessFor

    Estas são as políticas corporativas associadas às APIs acima.

    A descontinuação começou com o Chrome 144, e a remoção está planejada para o Chrome 150. Após a descontinuação, as APIs vão continuar existindo, e a maioria dos usuários não vai notar nenhuma interrupção. No entanto, alguns usuários que dependem de integrações do lado do servidor (como servidor de k-anonimato ou coordenadores) vão notar uma interrupção nos serviços. Entramos em contato com os usuários das APIs sobre nossos planos de descontinuação. No momento da remoção, Chrome 150, todas as políticas associadas a essas APIs também serão removidas.

    Nenhuma das APIs é ativada por padrão para usuários corporativos. As equipes empresariais podem analisar o status de qualquer perfil gerenciado no Admin Console.

    • Chrome 144 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento da descontinuação.
    • Chrome 150 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: remoção das APIs e das políticas associadas.

   

  • Ativar "Sempre usar conexões seguras" por padrão back to top

    O Chrome 150 vai ativar a configuração Sempre usar conexões seguras no modo "somente sites públicos" por padrão. Isso significa que o Chrome vai pedir permissão do usuário antes do primeiro acesso a qualquer site público sem HTTPS. Sites públicos são definidos como sites que têm um nome globalmente exclusivo e excluem a navegação direta para endereços RFC 1918 (192.168.0.1, 10.0.0.0/8 etc.), bem como nomes curtos, como go/.

    Antes de ativar a opção por padrão para todos os usuários, o Chrome vai ativar a opção Sempre usar conexões seguras para quem ativou as proteções da Navegação segura com maior proteção no Chrome.

    Se você é um desenvolvedor de sites ou profissional de TI e tem usuários que podem ser afetados por esse recurso, recomendamos ativar a configuração "Sempre usar conexões seguras" hoje para ajudar a identificar sites que precisam ser migrados. Os admins podem usar as políticas HttpAllowlist e HttpsOnlyMode para substituir esse comportamento.

    Para mais informações, consulte nosso guia de adoção e a postagem do blog de anúncio.

    • Chrome 150 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: ative a opção "Sempre usar conexões seguras" para usuários que ativaram a Navegação segura com maior proteção.
    • Chrome 154 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: ativação da opção "Sempre usar conexões seguras" por padrão para todos os usuários.

   

  • Apps Isolados da Web back to top

    Os Apps Isolados da Web (IWAs) são uma extensão do trabalho atual sobre a instalação de PWAs e o empacotamento da Web. Eles oferecem proteções mais fortes contra comprometimento do servidor e outras adulterações necessárias para desenvolvedores de aplicativos sensíveis à segurança. Esses aplicativos são reunidos em pacotes da Web, assinados pelo desenvolvedor e distribuídos aos usuários finais por um ou mais dos métodos descritos na explicação em vez de serem hospedados em servidores da Web ativos e buscados por HTTPS. 

    A partir do Chrome 150, os IWAs só poderão ser instalados por uma política de administrador em dispositivos ChromeOS gerenciados pela empresa.

    • Chrome 150 no Windows: esse lançamento adiciona suporte a Apps Isolados da Web em configurações gerenciadas pela empresa do navegador no Windows.

   

  • Migração da API Safe Browsing v4 para a v5 back to top

    As chamadas do Chrome para a API SafeBrowsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5. Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários. Para mais detalhes, consulte Migração da V4: Navegação segura

    • Chrome 150 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows : o lançamento do recurso será gradual.

   

  • O Chrome não vai mais ser compatível com o macOS 12 back to top

    O Chrome 150 será a última versão com suporte para o macOS 12. O Chrome 151 e versões mais recentes não serão mais compatíveis com o macOS 12, que está fora do período de suporte da Apple. A execução em um sistema operacional com suporte é essencial para manter a segurança.

    Em Macs com o macOS 12, o Chrome vai continuar funcionando, mostrando uma barra de informações de aviso, mas não vai ser atualizado. Se um usuário quiser atualizar o Chrome, será necessário atualizar o computador para uma versão compatível do macOS. 

    Para novas instalações do Chrome 151 ou mais recente, será necessário o macOS 13 ou mais recente.

    • Chrome 151 no Windows, macOS e Linux

   

  • Descontinuação e remoção do XSLT back to top

    O XSLT v1.0, que todos os navegadores seguem, foi padronizado em 1999. Desde então, o XSLT evoluiu para as versões 2.0 e 3.0, adicionando recursos e se distanciando da versão antiga engessada nos navegadores. Essa falta de avanço, com o aumento de bibliotecas e frameworks JavaScript que oferecem uma manipulação do DOM mais flexível e eficiente, levou a um declínio considerável no uso do XSLT pelo lado do cliente. A função dele no navegador da web foi amplamente substituída por tecnologias baseadas no JavaScript, como JSON+React.

    O Chromium usa a biblioteca libxslt para processar essas transformações, e ela não recebe manutenção há cerca de seis meses em 2025. A libxslt é uma base de código C complexa e datada com suscetibilidade notória a vulnerabilidades de segurança de memória, como estouros de buffer, que podem levar à execução de código arbitrário. Como o XSLT pelo lado do cliente agora é um recurso de nicho e raramente usado, essas bibliotecas recebem muito menos manutenção e análise de segurança do que os mecanismos JavaScript básicos. No entanto, elas representam uma superfície de ataque direta e potente para processar conteúdo da web não confiável. Aliás, o XSLT é a origem de vários exploits de segurança recentes e de grande repercussão que continuam colocando os usuários de navegadores em risco. Por esses motivos, o Chromium (assim como outros mecanismos de navegação) planeja descontinuar e remover o XSLT da plataforma web. Para mais detalhes, consulte este artigo no Chrome para Desenvolvedores.

    • Chrome 143 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: descontinuação (mas não remoção) das APIs.
    • Chrome 152 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançaremos o teste de origem (OT, na sigla em inglês) e a política corporativa para testes. Eles permitem que sites e empresas continuem usando recursos após a data da remoção.
    • Chrome 155 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o XSLT deixará de funcionar nas versões Stable para todos os usuários, exceto para os participantes do teste de origem e da política corporativa.
    • Chrome 164 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o teste de origem e a política corporativa deixarão de funcionar. Desativaremos o XSLT para todos os usuários.

   

  • Criptografia pós-quântica para DTLS em WebRTC back to top

    Esse recurso permite o uso da criptografia pós-quântica (PQC) com conexões WebRTC. A motivação da PQC é atualizar o tráfego de mídia do WebRTC com os protocolos de criptografia mais recentes e evitar cenários de Coletar agora para quebrar depois

    Os admins poderão controlar esse recurso usando a política corporativa WebRtcPostQuantumKeyAgreement para que os usuários corporativos possam desativar a PQC. A política será temporária e tem remoção planejada para a versão 152 do Chrome.

    • Chrome 142 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: lançamento de recursos
    • Chrome 152 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: remoção da política empresarial

   

  • Mudança para um ciclo de lançamento de duas semanas back to top

    A partir de setembro de 2026 (Chrome 153), o Chrome vai passar a ter um ciclo de lançamento de duas semanas, em vez do ciclo atual de quatro semanas. A plataforma da Web está em constante evolução, e nosso objetivo no Chrome é garantir que desenvolvedores e usuários tenham acesso imediato aos recursos, correções e melhorias de desempenho mais recentes. Com base no nosso histórico de adaptação do processo de lançamento para atender às demandas de uma Web moderna, estamos anunciando essa etapa significativa para aumentar ainda mais nossa velocidade de desenvolvimento. O Chrome Stable vai passar a ter um ciclo de lançamento de duas semanas. Para mais detalhes, consulte a postagem do blog Chrome para desenvolvedores.

    O Canal Stable estendido está disponível para clientes que têm dúvidas sobre os custos de manutenção. Para mais informações sobre o Extended Stable, consulte este artigo da Central de Ajuda. A opção Stable de duas semanas continua sendo a mais segura e deve ser usada quando a segurança é mais relevante do que os custos de manutenção.

    • Chrome 153 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: mudança para o ciclo de lançamento de duas semanas

   

  • Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam "file://" back to top

    De acordo com a especificação do padrão de URL, os hosts de URL não podem conter o caractere de espaço, mas a análise de URL no Chromium permite atualmente espaços no host. Isso faz com que o Chromium falhe em vários testes incluídos nos HTTPS URLs for WebSocket da Interop2024 e áreas de foco de URL. Para que o Chromium atenda à especificação, gostaríamos de remover os espaços dos hosts de URL, mas a dificuldade é que eles são usados na parte do host em URLs file:// do Windows. Para mais detalhes, consulte esta discussão no GitHub.

    • Chrome 157 no Android, ChromeOS, Lacros, Linux, MacOS, Windows e Fuchsia

 

Próximas atualizações do Chrome Enterprise Core

  • Não há atualizações futuras do Chrome Enterprise Core.

 

Próximas atualizações do Chrome Enterprise Premium

    

  • API Chrome Enterprise Connectors back to top

    Em breve, o Chrome Enterprise vai expandir o gerenciamento programático para o Chrome Enterprise Connectors. Essa atualização vai introduzir recursos para definir e atribuir configurações de conector, complementando as políticas de conector atuais para permitir que os admins gerenciem todo o ciclo de vida dessas integrações em grande escala.

    Antes, a configuração de provedores de serviços era um processo manual no Google Admin Console. Essa atualização permite a automação, o que ajuda a reduzir erros manuais e melhorar a eficiência do gerenciamento de integrações com soluções de segurança de terceiros.

    Agora os admins podem usar a API Chrome Management para gerenciar recursos ConnectorConfiguration (definindo o provedor). A seleção de conector é gerenciada pela API Chrome Policy, permitindo a atribuição dessas configurações a unidades organizacionais ou grupos. Isso funciona em conjunto com as configurações atuais da API Policy para relatórios de eventos e análise de conteúdo, incluindo políticas como OnSecurityEventEnterpriseConnector, OnFileAttachedEnterpriseConnector, OnFileDownloadedEnterpriseConnector, OnBulkDataEntryEnterpriseConnector, OnPrintEnterpriseConnector e EnterpriseRealTimeUrlCheckMode. Para detalhes técnicos, os desenvolvedores precisam consultar a API Chrome Management e a documentação da API Chrome Policy.

    • Chrome 143 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows : esse lançamento adiciona suporte ao gerenciamento programático dos Chrome Enterprise Connectors por uma nova API.
    • Chrome 147 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: esse lançamento apresenta os recursos ConnectorConfiguration e ConnectorSelection, permitindo a criação de instâncias de provedores de serviços e a atribuição delas a unidades organizacionais.

    

  • Suporte para arrastar controles de dados back to top

    O Chrome vai aprimorar a estrutura dos controles de dados estendendo a aplicação da segurança para operações de arrastar e soltar no Windows, Mac, Linux, ChromeOS e Android para garantir a consistência com as políticas da área de transferência atuais. Os admins podem gerenciar esse comportamento com a política DataControlsRules, mas qualquer veredito WARN será automaticamente promovido a BLOCK para evitar que uma caixa de diálogo de aviso interrompa o loop de arrastar interativo.

    Quando uma ação é restrita, os usuários veem a nova caixa de diálogo ClipboardDragBlock ou um modal de bloqueio do Android informando que não é permitido arrastar conteúdo no site. Essa atualização vai corrigir uma falha crítica de exfiltração de dados usando a avaliação local para manter a performance e a privacidade. As organizações precisam testar essas regras usando a flag de recurso DataControlsDragEnforcement e a página chrome://policy/test.

    • Chrome 147 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual

    

  • Aumento do suporte a tamanhos de arquivo para verificações da DLP back to top

    O Chrome Enterprise Premium ampliará os recursos de prevenção contra perda de dados (DLP) e verificação de malware para que incluam arquivos grandes e criptografados. Antes, arquivos maiores que 50 MB e todos os arquivos criptografados eram ignorados durante a verificação de conteúdo. Essa atualização corrigirá essa falha de segurança crítica. Para políticas configuradas para salvar evidências, agora é possível enviar arquivos de até 2 GB para o Evidence Locker. Isso oferece aos administradores mais visibilidade e controle, reduzindo significativamente o risco de exfiltração de dados por transferências de arquivos grandes.

    Não é necessário ter uma nova política para ativar esse recurso. Ele é controlado automaticamente pelas configurações de regras da DLP no Google Admin Console. Se os administradores tiverem regras aplicáveis a uploads, downloads ou impressão de arquivos, elas também serão aplicadas a arquivos grandes e criptografados. Para mais informações, consulte O que são os controles de dados do ChromeOS?.

    • Chrome 147 no Linux, macOS e Windows: essa etapa permite a coleta de arquivos grandes (>50 MB) e criptografados para o Evidence Locker, fechando uma lacuna de segurança importante da DLP.

    

  • Suporte para AllowList e BlockList na política DeveloperToolsAvailability back to top

    O Chrome vai lançar duas novas políticas, DeveloperToolsAvailabilityAllowlist e DeveloperToolsAvailabilityBlocklist, que oferecem controle granular sobre a disponibilidade das Ferramentas para desenvolvedores com base em padrões de URL.

    Antes, os admins só podiam permitir ou não o uso das ferramentas para desenvolvedores globalmente. Com essas novas políticas, os admins podem aplicar um bloqueio geral nas Ferramentas para desenvolvedores para proteger dados corporativos sensíveis, permitindo explicitamente o acesso a URLs internos específicos para fins de desenvolvimento ou solução de problemas.

    Esses controles estão disponíveis no Windows, Mac, Linux e ChromeOS. Se essas novas políticas não forem configuradas, o comportamento da política DeveloperToolsAvailability atual vai permanecer inalterado.

    • Chrome 147 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o recurso será lançado gradualmente. Apresenta as políticas DeveloperToolsAvailabilityAllowlist e DeveloperToolsAvailabilityBlocklist em plataformas de computador.

    

  • Suporte para listas de permissões e de bloqueio na política IncognitoModeAvailability back to top

    O Chrome vai lançar duas novas políticas, IncognitoModeUrlBlocklist e IncognitoModeUrlAllowlist, para dar aos admins um controle mais preciso sobre o uso do modo de navegação anônima. Antes, os admins só podiam ativar ou desativar completamente o modo de navegação anônima usando a política IncognitoModeAvailability.

    Essas novas políticas funcionam de maneira semelhante às políticas URLBlocklist e URLAllowlist atuais, mas são designadas especificamente para sessões de navegação anônima. Isso permite que as organizações restrinjam o acesso a URLs específicos no modo de navegação anônima para proteger informações sensíveis e permitir o uso legítimo em outros sites.

    • Chrome 147 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual. Apresenta as políticas IncognitoModeUrlBlocklist e IncognitoModeUrlAllowlist.

    

  • Telemetria de atividade do DOM da extensão empresarial back to top

    Esse recurso exclusivo para empresas oferece auditoria de segurança para extensões do Chrome criando um pipeline de alta fidelidade que monitora comportamentos de risco. Ele se concentra especificamente na identificação de injeção de código (riscos de execução) e acesso a dados (riscos de roubo) que ocorrem entre páginas da Web e extensões. Os indicadores verificados são filtrados para garantir que o desempenho do navegador não seja afetado e são transmitidos usando o pipeline de relatórios em tempo real do Chrome para análise do sistema de gerenciamento de eventos e informações de segurança (SIEM). Os admins podem ativar esse recurso usando a política ExtensionDOMActivityLoggingEnabled.

    • Chrome 148 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: pré-lançamento disponível para trusted testers do Chrome Enterprise

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Resumo da versão 146 do ChromeOS

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Política da pasta local da câmera  
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Migração do provisionamento de certificados    

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

 

Atualizações atuais do ChromeOS

   

  • Política da pasta local da câmera back to top

    A partir do ChromeOS 146, uma nova política para a pasta local da Câmera permite que os admins especifiquem um local para armazenar arquivos da câmera quando o armazenamento local estiver desativado nos dispositivos dos usuários.  

    Quando a opção Não permitir que os usuários armazenem e leiam dados locais está ativada, a política LocalUserFilesAllowed e o armazenamento local são desativados nos dispositivos dos usuários. Essa nova política, CameraSaveLocation, permite que os admins estendam essa configuração para arquivos da câmera usando a opção Salvar na pasta local da Câmera.

 

Próximas mudanças no ChromeOS

   

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Chrome 145

Resumo da versão 145 do Chrome

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Melhorias no Modo IA e no Lens    
Gemini no Chrome    
Desativar extensões de instalação forçada com violações não relativas a malware    
Mudança na programação de lançamento no Chrome 145 (somente Early Stable)    
Alternância da WebGPU do Chrome no AAPM    
O Chrome removeu o suporte para câmeras virtuais obsoletas no macOS
Troca de credenciais no iOS    
Credenciais de sessões vinculadas ao dispositivo    
Apresentação da API Origin    
Restrições de acesso à rede local    
Strings do user agent reduzidas por padrão    
Remoção da política do Google Cloud Print    
Salvar PDF no Google Drive pelo Visualizador de PDF do Google Chrome    
Uso de CssPixels na API LayoutShift    
WebRequest.SecurityInfo em frame controlado    
Aplicação da verificação em duas etapas para contas de administrador    
Importar dados do Safari para o Chrome no iOS ficou mais fácil    
Detecção de golpes no dispositivo Android    
Novas políticas no navegador Chrome    
Políticas removidas do navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Resumo gerado por IA das notas de lançamento no Google Admin Console    
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Proteção contra adulteração de políticas locais  
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Configurações de segurança agrupadas    
Atualização do CSS: separação das propriedades de largura e estilo    
Remover políticas de particionamento de armazenamento de terceiros    
Atualização do alerta Sem HTTPS    
Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS    
Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://    
Cookies vinculados à origem (por padrão)    
Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Descontinuação e remoção das APIs do Sandbox de privacidade  
Ativa "Sempre usar conexões seguras" por padrão    
Apps isolados da web    
O Chrome removerá o suporte para o macOS 12    
Descontinuação e remoção do XSLT
Criptografia pós-quântica para DTLS em WebRTC    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Políticas experimentais de conformidade de criptografia    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
API Chrome Enterprise Connectors  
Criptografia de cache empresarial    
Suporte para AllowList e BlockList na política DeveloperToolsAvailability  
Suporte para AllowList e BlockList na política IncognitoModeAvailability  
Mais tamanhos de arquivo aceitos para verificações da DLP  

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas leva de 1 a 2 semanas para ficar pronta.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

 

Mudanças no navegador Chrome  

   

  • Melhorias no Modo IA e no Lens back to top

    A partir do Chrome 143 no macOS e Windows, novos recursos do Modo IA foram integrados ao navegador Chrome. Os usuários podem acessar o Modo IA diretamente pela página Nova guia e pela barra de endereço, fazendo perguntas complexas por onde quer que comecem a navegar. Os admins podem desativar esses recursos (valor 1) usando a política AIModeSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2). Para mais detalhes, consulte este artigo na Central de Ajuda do Chrome Enterprise e Education: Chrome: recursos e políticas de IA generativa.
    No Chrome 144, lançamos o recurso de contexto de várias guias no Modo IA e no Lens. Os usuários podem compartilhar o conteúdo de uma ou mais guias abertas para fazer perguntas, comparar, resumir e encontrar informações com mais eficiência. Os admins podem desativar esses recursos (valor 1) usando a política SearchContentSharingSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2).
    A partir do Chrome 145 no Android e iOS, novos recursos do Modo IA serão integrados ao navegador Chrome.

   

  • Gemini no Chromeback to top

    O Gemini agora está integrado ao Chrome no macOS e no Windows e pode entender o conteúdo da sua página atual. Agora os usuários podem conferir os principais pontos, esclarecer conceitos e encontrar respostas sem sair da guia do Chrome. Essa integração inclui o chat, em que os usuários podem interagir com o Gemini por texto, e o Gemini Live, em que os usuários podem interagir com o Gemini por voz.

    No Chrome 143, o Gemini no Chrome começou a ser lançado para a maioria dos usuários do Google Workspace com acesso ao app do Gemini nos EUA. Os administradores podem desativar esse recurso (valor 1) usando a política GeminiSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2). Para mais detalhes, consulte Gemini no Chrome na Central de Ajuda ou neste post.

    Também anunciamos o recurso de contexto de várias guias no Chrome 143. O Gemini no Chrome agora pode acessar mais guias abertas (até 10) para você fazer perguntas em várias páginas, comparando e encontrando informações com mais eficiência. O Gemini no Chrome também funciona como um agente de produtividade, ativando as ferramentas do YouTube, Maps, Gmail, Drive, Keep, Agenda e Tarefas.

    No Chrome 144, os recursos agênticos do Gemini no Chrome foram disponibilizados para alguns usuários (não corporativos). A política corporativa GeminiActOnWebSettings estará disponível no lançamento.

    Para mais detalhes, consulte as etapas de lançamento abaixo.

    • Chrome 137 no macOS e Windows: o recurso está disponível para alguns assinantes do Google AI Pro e Ultra nos EUA e nos canais pré-Stable (Dev, Canary e Beta) nos EUA.
    • Chrome 144 no macOS e Windows: recursos agênticos no Gemini no Chrome disponíveis para alguns usuários (não corporativos). A política corporativa GeminiActOnWebSettings estará disponível no lançamento.
      • Os usuários poderão fazer upload de imagens renderizadas diretamente para o Gemini no Chrome usando um item do menu de contexto do Chrome. Em seguida, os usuários poderão usar comandos no Gemini no Chrome para gerar novas imagens derivadas. Com a permissão do usuário, o Gemini no Chrome também pode usar o Gerenciador de senhas do Google para fazer login em sites.
      • Item do menu de contexto para upload de imagens disponível para usuários corporativos. Esse recurso respeita as regras definidas pela política DataControlsRules e as configurações OnBulkDataEntryEnterpriseConnector.
    • Chrome 144 no macOS e Windows: item do menu de contexto para upload de imagens disponível para usuários corporativos. Esse recurso respeita as regras definidas pela política DataControlsRules e as configurações OnBulkDataEntryEnterpriseConnector.
    • Chrome 144 no ChromeOS: o Chrome será lançado gradualmente para dispositivos ChromeOS selecionados
    • Chrome 144 no macOS e Windows: o Gemini no Chrome vai permitir que algumas ferramentas de terceiros disponíveis como extensões do Gemini sejam chamadas
    • Chrome 145 no ChromeOS, macOS e Windows: o Gemini no Chrome será lançado gradualmente para usuários no Canadá, na Nova Zelândia e na Índia em inglês. 
    • Versão do Chrome 147 no macOS e Windows: recursos agênticos no Gemini no Chrome disponíveis para usuários corporativos.
    • Chrome 148 no macOS e Windows: a partir do Chrome 148 no macOS e Windows: recursos agênticos no Gemini no Chrome disponíveis para usuários corporativos.

   

  • Desativar extensões de instalação forçada com violações não relativas a malware back to top

    Esse recurso desativa silenciosamente as extensões de instalação forçada que violam as políticas da Chrome Web Store em ambientes não gerenciados do navegador. Essas violações incluem violações gerais do programa, software indesejado e possíveis vulnerabilidades de segurança não classificadas como malware. Os usuários ainda poderão ativar ou desativar essas extensões, mas não as remover.

    Uma nova política corporativa, ExtensionForceInstallWithNonMalwareViolationEnabled, foi adicionada na versão 142 para preservar o comportamento atual em ambientes não gerenciados do navegador, mas será removida na versão 145.

    Essa mudança não afeta as instâncias gerenciadas do Chrome associadas a um domínio do Microsoft Active Directory, ao Microsoft Azure Active Directory ou registradas no Chrome Enterprise Core. No macOS, essa mudança não afeta instâncias do Chrome gerenciadas via MDM, associadas a um domínio ou registradas no Chrome Enterprise Core.

    • Chrome 142 no macOS e Windows: no Chrome 142 para Windows e macOS, as extensões de instalação forçada com violações de políticas secundárias serão desativadas silenciosamente em ambientes pouco confiáveis.
    • Chrome 145 no macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual. A política ExtensionForceInstallWithNonMalwareViolationEnabled será removida.

   

  • Mudança na programação de lançamento no Chrome 145 (somente Early Stable) back to top

    A partir do Chrome 145, o navegador será lançado no canal Early Stable uma semana antes do que foi comunicado anteriormente. Por exemplo, o lançamento da versão Early Stable do Chrome 145 mudou de 4 de fevereiro de 2026 para 28 de janeiro de 2026. Não há mudanças na versão do Canal Stable. Para fins de referência, confira a programação de lançamentos atualizada.

    • Chrome 145 no Android, iOS, macOS e Windows: o Chrome será lançado no canal Early Stable uma semana antes.

   

  • Alternância da WebGPU do Chrome no AAPM back to top

    Essa atualização desativa a API JavaScript WebGPU no navegador Chrome para usuários inscritos no modo de proteção avançada do Android (AAPM, na sigla em inglês).

    Sites que usam WebGPU para renderização 3D (por exemplo, o Google Maps) vão usar alternativas mais lentas, como WebGL. Aguarde uma diminuição na performance para renderização pesada. Os comparativos de mercado indicaram uma redução de cerca de 5,78% na latência. Os usuários são informados nas configurações do AAPM.

    Para desenvolvedores, o objeto navigator.gpu será indefinido, exigindo que você implemente uma opção de substituição.

    Os administradores mantêm o controle e podem desativar o recurso se o impacto funcional for proibitivo. O recurso é ativado por um hook de callback do AAPM, exigindo acesso ao sistema/root.

    • Chrome 145 no Android

   

  • O Chrome removeu o suporte para câmeras virtuais obsoletas no macOS back to top

    A partir do Chrome 145, o navegador vai remover o suporte a câmeras virtuais obsoletas para todas as versões do macOS compatíveis.

    No macOS, as câmeras virtuais modernas são criadas usando a estrutura Core Media IO, disponível desde o macOS 12.3. A Apple entrou em contato, e todo o software moderno de câmera virtual foi migrado para usar o framework Core Media IO.

    As câmeras virtuais obsoletas, criadas como plug-ins DAL, foram bloqueadas pelo próprio macOS a partir do macOS 14.1 (2023) e não são compatíveis com o Safari desde 2018, se não antes.

    O Chrome vai remover o suporte a câmeras virtuais obsoletas para todas as versões do macOS compatíveis. Isso permite que o Chrome melhore a segurança ao proibir totalmente o carregamento de bibliotecas de terceiros nos processos do Chrome.

    • Chrome 145 no Windows, macOS e Linux

   

  • Troca de credenciais no iOS back to top

    A troca de credenciais no iOS permite que os usuários exportem com segurança senhas e chaves de acesso do Gerenciador de senhas do Google no Chrome para outros apps de gerenciamento de credenciais no dispositivo que oferecem suporte ao Protocolo de troca de credenciais da FIDO Alliance, implementado e facilitado pelo SO.

    Da mesma forma, os usuários agora podem importar senhas e chaves de acesso de apps gerenciadores de credenciais participantes no iOS.

    Os administradores podem controlar esse recurso usando as políticas corporativas PasswordManagerEnabled e PasswordManagerPasskeysEnabled.

    • Chrome 145 no iOS: a troca de credenciais no iOS fica disponível.

   

  • Credenciais de sessões vinculadas ao dispositivo back to top

    Para aumentar a segurança dos usuários e combater o roubo de sessões, o Chrome está lançando as credenciais de sessão vinculadas ao dispositivo (DBSC). Com esse recurso, os sites podem vincular a sessão de um usuário ao dispositivo específico, dificultando muito o uso de cookies de sessão roubados em outras máquinas.

    • Chrome 145 no Windows, macOS e Linux

   

  • Apresentação da API Origin back to top

    A origem é um componente fundamental da implementação da Web, essencial para os limites de segurança e privacidade mantidos pelos user agents. O conceito é bem definido entre HTML e URL, além de conceitos adjacentes amplamente usados, como site.

    No entanto, as origens não são expostas diretamente aos desenvolvedores da Web. Embora haja vários getters de origem em vários objetos, cada um deles retorna a serialização ASCII de uma origem, não a origem em si. Isso tem algumas implicações negativas. Na prática, os desenvolvedores que tentam fazer comparações de mesma origem ou mesmo site ao processar origens serializadas muitas vezes cometem erros que levam a vulnerabilidades. Do ponto de vista filosófico, parece uma primitiva de segurança ausente que os desenvolvedores têm dificuldade de fazer polyfill com precisão.

    A partir do Chrome 145, planejamos resolver essa lacuna na plataforma introduzindo um objeto de origem que encapsula o conceito de origem e oferece métodos úteis para comparação, serialização, análise etc.

    • Chrome 145 no Windows, macOS, Linux e Android

   

  • Restrições de acesso à rede local back to top

    O Chrome 142 restringiu a capacidade de fazer solicitações para a rede local do usuário, protegida por um comando de permissão. Uma solicitação de rede local é qualquer solicitação de um site público a um endereço IP local ou loopback, ou de um site local (por exemplo, intranet) a loopback.

    Restringir a capacidade dos sites de fazer essas solicitações por trás de uma permissão reduz o risco de ataques de falsificação de solicitação entre sites em dispositivos de rede local, como roteadores, e diminui a capacidade dos sites de usar essas solicitações para criar uma impressão digital da rede local do usuário.

    Essa permissão é restrita a contextos seguros. Se concedidas, as permissões também relaxam o bloqueio de conteúdo misto para solicitações de rede local, já que muitos dispositivos locais não conseguem obter certificados TLS confiáveis publicamente por vários motivos.

    Esse trabalho substitui um esforço anterior chamado Acesso à rede privada, que usava solicitações de simulação para que os dispositivos locais ativassem o recurso. Para mais informações sobre esse recurso, consulte Como adaptar seu site para as novas restrições de acesso à rede local no Chrome.

    O Chrome 145 introduz permissões mais granulares para sites que solicitam acesso à rede local de um usuário. A permissão única anterior de acesso à rede local está sendo dividida em duas permissões distintas:

    • local-network: concede acesso a endereços IP no espaço da rede local (por exemplo, intranets, dispositivos internos).
    • loopback-network: concede acesso a endereços IP de loopback (por exemplo, localhost, 127.0.0.1).

    A antiga permissão de rede local vai permanecer como um alias, garantindo que as configurações e as políticas de permissões atuais continuem funcionando conforme o esperado. Essa mudança oferece aos usuários e administradores um controle mais preciso sobre como os sites interagem com os recursos da rede interna. As políticas empresariais atuais que gerenciam o acesso à rede local não serão afetadas por essa mudança.

    • Chrome 145 no Android, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: o recurso de divisão de permissões foi lançado.
    • Chrome 147 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: as restrições de acesso à rede local foram expandidas para incluir conexões WebSocket e WebTransport.
    • Chrome 152 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: a política LocalNetworkAccessRestrictionsTemporaryOptOut será removida.

   

  • Strings do user agent reduzidas por padrão back to top

    A partir do Chrome 145, vamos remover a política UserAgentReduction. Antes, essa política estava disponível para controlar se o Chrome enviava uma string user agent reduzida ou completa.

    Para aumentar a privacidade do usuário e reduzir os recursos de rastreamento passivo, o Chrome começou a reduzir as informações contidas no cabeçalho do user agent por padrão na versão 110. A política UserAgentReduction foi criada como uma medida temporária para que as empresas gerenciassem essa transição.

    O mecanismo recomendado para que os sites acessem informações do navegador e do dispositivo agora são as dicas de cliente HTTP do user agent (UA-CH). O UA-CH exige que os sites solicitem ativamente informações específicas, o que é uma abordagem que preserva a privacidade do que a string User-Agent legada. Para mais detalhes, consulte este artigo no web.dev, Migrar para dicas de cliente HTTP do user agent.

    A partir do Chrome 145, a política UserAgentReduction não terá efeito. Por padrão, o Chrome envia uma string user agent reduzida. Sistemas ou aplicativos que dependiam dessa política para receber a string User-Agent completa (legada) talvez não recebam mais as informações detalhadas esperadas.

    • Chrome 145 no Windows, macOS, Linux e Android

   

  • Remoção da política do Google Cloud Print back to top

    Após a desativação do Google Cloud Print, o Chrome 145 remove a política CloudPrintProxyEnabled. Antes, essa política permitia que os administradores ativassem ou desativassem o proxy do Google Cloud Print no Chrome. Como o serviço Google Cloud Print não está mais disponível, a política e as configurações associadas não são mais necessárias no Chrome.

    

  • Salvar PDF no Google Drive pelo Visualizador de PDF do Google Chrome back to top

    Com esse recurso, os usuários do Chrome para computador podem salvar PDFs diretamente no Google Drive sem sair da página e acessá-los mais tarde na pasta Salvo do Chrome. Acesse a Central de Ajuda para saber como gerenciar PDFs no Chrome.

    É possível controlar esse recurso definindo RestrictPdfSaveToGoogleDriveAccountsToPattern.

    • Chrome 145 no Windows, macOS e Linux

   

  • Uso de CssPixels na API LayoutShift back to top

    Esse recurso muda os dados de atribuição (prevRect e currentRect) na API LayoutShift para serem informados em pixels CSS em vez de pixels físicos. O comportamento atual é inconsistente com outras APIs relacionadas ao layout, que usam pixels CSS. Essa mudança melhora a consistência, simplifica o uso para desenvolvedores e se alinha às unidades esperadas na depuração e nas ferramentas.

    • Chrome 145 no Windows, macOS, Linux e Android

   

  • WebRequest.SecurityInfo em frame controlado back to top

    Esse recurso apresenta uma API WebRequest.SecurityInfo para ControlledFrame. Ele permite que um app da Web intercepte uma solicitação HTTPS, WSS ou WebTransport para um servidor, recupere a impressão digital do certificado do servidor (verificada pelo navegador) e use essa impressão digital para verificar manualmente o certificado de uma conexão TCP/UDP bruta separada com o mesmo servidor. Isso oferece uma maneira simples para o app confirmar que está se comunicando com o servidor correto.

    • Chrome 145 no Windows, macOS e Linux

   

  • Aplicação da verificação em duas etapas para contas de administrador back to top

    Para proteger melhor as informações da sua organização, agora o Google exige que todas as contas com acesso a admin.google.com ativem a verificação em duas etapas (2SV). Como admin do Google Workspace, você precisa confirmar sua identidade com a verificação em duas etapas, que requer sua senha e algo adicional, como um número de telefone ou uma chave de segurança. No Chrome 145, ative a verificação em duas etapas nas contas de administrador da sua organização antes que o Google aplique esse recurso. Para mais informações, consulte Sobre a aplicação da verificação em duas etapas para administradores.

    • Chrome 137 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: início da ativação da autenticação de dois fatores
    • Chrome 145 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: verificação em duas etapas obrigatória

   

  • Importar dados do Safari para o Chrome no iOS ficou mais fácil back to top

    Agora, os usuários do Chrome para iOS podem importar dados (favoritos, histórico, senhas, cartões de pagamento e entradas da lista de leitura) que foram exportados do Safari. Isso ajuda os usuários que estão mudando de navegador a configurar tudo mais rápido e trazer os dados atuais.

    O Chrome não pode acessar esses dados diretamente. O usuário precisa fornecer um arquivo zip com os dados, que podem ser exportados nas configurações do iOS. O Chrome oferece instruções sobre como fazer isso.

    • Chrome 145 no iOS: o recurso será lançado gradualmente.

   

  • Detecção de golpe no dispositivo Android back to top

    Quando um golpe no dispositivo é detectado usando os recursos visuais da página, o Chrome 145 envia uma solicitação à Navegação segura para uma decisão final. Com base nisso, o Chrome decide se mostra um aviso ao usuário.

    Esse recurso só está disponível para usuários no modo de proteção reforçada. O recurso fica desativado para usuários do modo de proteção padrão ou com a Navegação segura desativada. Os administradores podem controlar essa configuração da Navegação segura com a política do Chrome Enterprise SafeBrowsingProtectionLevel.

    • Chrome 145 no Android

   

  • Novas políticas no navegador Chrome back to top
    Política Descrição

    WebAppInstallByUserEnabled

    Permitir instalação de apps da web pelo navegador

    EnableProxyOverrideRulesForAllUsers

    Controla quais usuários gerenciados podem definir a política ProxyOverrideRules.

    RestrictPdfSaveToGoogleDriveAccountsToPattern

    Restringir contas do Google qualificadas para salvar arquivos PDF no Google Drive pelo visualizador de PDF do Google Chrome.

      

   

Mudanças no Chrome Enterprise Core

   

  • Resumo gerado por IA das notas de lançamento no Google Admin Console back to top

    O Chrome 145 apresenta resumos de notas de lançamento gerados por IA no Google Admin Console. Com esse recurso do Gemini, os administradores podem entender rapidamente as principais atualizações das notas de lançamento do Chrome Enterprise. Criado para simplificar o gerenciamento do Chrome, esse novo card oferece itens em destaque e ações sugeridas gerados por IA, destacando as informações mais relevantes para seu domínio, incluindo novos recursos, modificações e descontinuações de políticas e funcionalidades do Chrome Enterprise Core. Isso vai ajudar os administradores a economizar tempo e identificar mais facilmente mudanças importantes e ações recomendadas.

    Esse recurso está previsto para um pré-lançamento com os trusted testers do Chrome Enterprise a partir do Chrome 145. Para mais detalhes, consulte Trusted testers do Chrome Enterprise.

    • Chrome 145 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows : o pré-lançamento está disponível para trusted testers do Chrome Enterprise.
     

 

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

Saiba mais sobre as diferenças entre o Chrome Enterprise Core e o Chrome Enterprise Premium.

   

  • Proteção contra adulteração de políticas locais back to top  

    As configurações locais em dispositivos "traga seu próprio dispositivo" (BYOD) às vezes podem entrar em conflito com as configurações de política corporativa. Para resolver essa possível falha de segurança, os indicadores de conflito de políticas no Chrome agora detectam e informam quando as políticas corporativas são substituídas por políticas locais. O Chrome 145 integra esses novos indicadores de conflito de políticas do perfil gerenciado do Chrome aos relatórios de segurança atuais, controlados pela política UserSecuritySignalsReporting

    Para mais informações sobre relatórios de dispositivos, consulte Conferir a lista e os detalhes do dispositivo ChromeOS - Ajuda do Chrome Enterprise e Education.

    • Chrome 144 no Linux, macOS e Windows: começa a detecção e o relatório de metadados de conflito de políticas.
    • Chrome 145 no Linux, macOS e Windows: a visibilidade dos indicadores de reforço da proteção da política do Chrome pela API Dispositivos estará disponível.
    • Chrome 146 no Linux, macOS e Windows: a interface do Admin Console foi atualizada para mostrar sinais de conflito, e os valores das políticas começaram a ser informados.

 

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Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome

   

  • Pacote de configurações de segurança back to top

    Esse recurso oferece aos usuários opções de segurança agrupadas para definir as configurações de segurança com base no nível de proteção desejado ao usar o Chrome. Os usuários podem escolher entre Maior proteção para o mais alto nível de segurança e Padrão para a proteção equilibrada padrão. Os usuários ainda podem definir valores personalizados para as configurações, como já fazem hoje. Isso simplifica a experiência do usuário e facilita a obtenção do nível de proteção desejado sem precisar entender as opções de configuração avançadas. As políticas empresariais atuais têm precedência sobre as seleções de pacotes do usuário final. Se uma política já estiver definida para as configurações de segurança, os valores não serão substituídos pela escolha de um pacote de segurança feita pelo usuário.

    • Chrome 146 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows

   

  • Atualização do CSS: separação das propriedades de largura e estilo back to top

    Em breve, o Chrome vai se alinhar às especificações de CSS atualizadas sobre o comportamento das propriedades border-width, outline-width e column-rule-width. Antes, se o border-style, outline-style ou column-rule-style correspondente fosse definido como "none" ou "hidden", a largura calculada dessas propriedades seria forçada a 0px, independente do valor especificado.

    Com essa mudança, os valores calculados de border-width, outline-width e column-rule-width sempre vão refletir os valores especificados pelo autor, independente da propriedade *-style. Além disso, os valores resolvidos (retornados por getComputedStyle()) para outline-width e column-rule-width também vão refletir os valores especificados.

    A mudança alinha o Chrome ao Firefox e ao WebKit, que já implementaram esse comportamento.

    • Chrome 146 no Windows, macOS, Linux e Android 

   

   

  • Atualizar para No HTTPS warning back to top

    O aviso exibido quando um usuário ativa a opção Sempre usar conexões seguras em chrome://settings/security está mudando de um intersticial para uma caixa de diálogo. O carregamento de página inteira permanece bloqueado, e a funcionalidade não muda. O indicador de segurança de conteúdo do URL no aviso está mudando do indicador para o bloqueio quebrado. Alguns usuários podem ver esse aviso automaticamente ao acessar sites HTTP. Os usuários podem ativar o aviso em chrome://settings/security.

    • Chrome 141 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: novo design de aviso em plataformas de computador.
    • Chrome 146 no Android: design de aviso atualizado semelhante no Android, usando uma bolha de aviso em vez de um intersticial completo.

   

  • Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS back to top

    O Chrome 124 ativou por padrão em todas as plataformas de computador um novo mecanismo de encapsulamento de chaves TLS com segurança pós-quântica X25519Kyber768, baseado em um padrão NIST (ML-KEM). Isso protege o tráfego de rede do Chrome com servidores que também são compatíveis com o ML-KEM da descriptografia por um futuro computador quântico. Essa mudança precisa ser transparente para os operadores do servidor. Essa criptografia será usada para conexões TLS 1.3 e QUIC.
    No entanto, algumas middleboxes TLS podem estar despreparadas para o tamanho de um encapsulamento de chaves Kyber (ML-KEM) ou um novo ponto de código de criptografia ClientHello do TLS, levando ao descarte ou à suspensão de conexões. Isso pode ser resolvido com a atualização do seu middlebox ou a desativação do mecanismo de encapsulamento de chaves por meio da política corporativa temporária PostQuantumKeyAgreementEnabled, que vai estar disponível até o Chrome 145. No entanto, criptografias pós-quânticas de longo prazo serão necessárias no TLS, e a política empresarial será removida a partir do Chrome 146. A criptografia pós-quântica é necessária para o CSNA 2.0. Para saber mais, consulte Proteger o tráfego do Chrome com o KEM híbrido do Kyper.

    • Chrome 131 no Linux, macOS e Windows: o Chrome vai mudar o mecanismo de encapsulamento de chaves para a versão padrão final do ML-KEM
    • Chrome 146 no Linux, macOS e Windows: a política corporativa será removida. 

   

  • Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam "file://" back to top

    De acordo com a especificação do padrão de URL, os hosts de URL não podem conter o caractere de espaço, mas a análise de URL no Chromium permite atualmente espaços no host. Isso faz com que o Chromium falhe em vários testes incluídos nos HTTPS URLs for WebSocket da Interop2024 e áreas de foco de URL. Para que o Chromium atenda à especificação, gostaríamos de remover os espaços dos hosts de URL, mas a dificuldade é que eles são usados na parte do host em URLs file:// do Windows. Para mais detalhes, consulte esta discussão no GitHub.

    • Chrome 147 no Android, ChromeOS, Lacros, Linux, MacOS, Windows e Fuchsia

   

  • Cookies vinculados à origem (por padrão) back to top

    No Chrome 148, os cookies são vinculados à origem da configuração (por padrão) para que só ela possa acessá-los, ou seja, são enviados em uma solicitação ou visíveis pelo document.cookie. Os cookies podem facilitar as restrições de vinculação de host e porta usando o atributo "Domain", mas todos os cookies serão vinculados ao esquema de configuração.

    As políticas corporativas temporárias LegacyCookieScopeEnabled e LegacyCookieScopeEnabledForDomainList estarão disponíveis para reverter essa mudança. Essas políticas vão deixar de funcionar no Chrome 150.

    • Chrome 148 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: as políticas empresariais estão disponíveis.
    • Chrome 150 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: as políticas empresariais serão removidas 

   

  • Migração da API Safe Browsing v4 para a v5 back to top

    As chamadas do Chrome para a API SafeBrowsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5. Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários. Para mais detalhes, consulte Migração da V4: Navegação segura

    • Chrome 148 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual.

   

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top

    O Chrome 126 começou a oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    Os admins podem usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabledUiAutomationProviderEnabled, lançada no Chrome 125, para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativá-lo.

    Essa política vai estar disponível até o Chrome 147 e será removida no Chrome 148. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled até o Chrome 146 para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente.
    • Chrome 148 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled será removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.

   

  • Descontinuação e remoção das APIs do Sandbox de privacidade  back to top

    O Chrome anunciou recentemente que a abordagem atual para cookies de terceiros será mantida. Depois disso, planejamos descontinuar e remover as seguintes APIs.

    • Tópicos
    • Protected Audience
    • Armazenamento compartilhado
    • Relatórios de atribuição
    • Private Aggregation
    • Sites relacionados
    • requestStorageAccessFor

    Estas são as políticas corporativas associadas às APIs acima.

    A descontinuação começou com o Chrome 144, e a remoção está planejada para o Chrome 150. Após a descontinuação, as APIs vão continuar existindo, e a maioria dos usuários não vai notar nenhuma interrupção. No entanto, alguns usuários que dependem de integrações do lado do servidor (como servidor de k-anonimato ou coordenadores) vão notar uma interrupção nos serviços. Entramos em contato com os usuários das APIs sobre nossos planos de descontinuação. No momento da remoção, Chrome 150, todas as políticas associadas a essas APIs também serão removidas.

    Nenhuma das APIs é ativada por padrão para usuários corporativos. As equipes empresariais podem analisar o status de qualquer perfil gerenciado no Admin Console.

    • Chrome 144 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento da descontinuação.
    • Chrome 150 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: remoção das APIs e das políticas associadas.

   

  • Ativar "Sempre usar conexões seguras" por padrão back to top

    O Chrome 150 vai ativar a configuração Sempre usar conexões seguras no modo "somente sites públicos" por padrão. Isso significa que o Chrome vai pedir permissão do usuário antes do primeiro acesso a qualquer site público sem HTTPS. Sites públicos são definidos como sites que têm um nome globalmente exclusivo e excluem a navegação direta para endereços RFC 1918 (192.168.0.1, 10.0.0.0/8 etc.), bem como nomes curtos, como go/.

    Antes de ativar a opção por padrão para todos os usuários, o Chrome vai ativar a opção Sempre usar conexões seguras para quem ativou as proteções da Navegação segura com maior proteção no Chrome.

    Se você é um desenvolvedor de sites ou profissional de TI e tem usuários que podem ser afetados por esse recurso, recomendamos ativar a configuração "Sempre usar conexões seguras" hoje para ajudar a identificar sites que precisam ser migrados. Os admins podem usar as políticas HttpAllowlist e HttpsOnlyMode para substituir esse comportamento.

    Para mais informações, consulte nosso guia de adoção e a postagem do blog de anúncio.

    • Chrome 150 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: ative a opção "Sempre usar conexões seguras" para usuários que ativaram a Navegação segura com maior proteção.
    • Chrome 154 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: ativação da opção "Sempre usar conexões seguras" por padrão para todos os usuários.

   

  • Apps Isolados da Web back to top

    Os Apps Isolados da Web (IWAs) são uma extensão do trabalho atual sobre a instalação de PWAs e o empacotamento da Web. Eles oferecem proteções mais fortes contra comprometimento do servidor e outras adulterações necessárias para desenvolvedores de aplicativos sensíveis à segurança. Esses aplicativos são reunidos em pacotes da Web, assinados pelo desenvolvedor e distribuídos aos usuários finais por um ou mais dos métodos descritos na explicação em vez de serem hospedados em servidores da Web ativos e buscados por HTTPS. 

    A partir do Chrome 150, os IWAs só poderão ser instalados por uma política de administrador em dispositivos ChromeOS gerenciados pela empresa.

    • Chrome 150 no Windows: esse lançamento adiciona suporte a Apps Isolados da Web em configurações gerenciadas pela empresa do navegador no Windows.

   

  • O Chrome não vai mais ser compatível com o macOS 12 back to top

    O Chrome 150 será a última versão com suporte para o macOS 12. O Chrome 151 e versões mais recentes não serão mais compatíveis com o macOS 12, que está fora do período de suporte da Apple. A execução em um sistema operacional com suporte é essencial para manter a segurança.

    Em Macs com o macOS 12, o Chrome vai continuar funcionando, mostrando uma barra de informações de aviso, mas não vai ser atualizado. Se um usuário quiser atualizar o Chrome, será necessário atualizar o computador para uma versão compatível do macOS. 

    Para novas instalações do Chrome 151 ou mais recente, será necessário o macOS 13 ou mais recente.

    • Chrome 151 no Windows, macOS e Linux

   

  • Descontinuação e remoção do XSLT back to top

    O XSLT v1.0, que todos os navegadores seguem, foi padronizado em 1999. Desde então, o XSLT evoluiu para as versões 2.0 e 3.0, adicionando recursos e se distanciando da versão antiga engessada nos navegadores. Essa falta de avanço, com o aumento de bibliotecas e frameworks JavaScript que oferecem uma manipulação do DOM mais flexível e eficiente, levou a um declínio considerável no uso do XSLT pelo lado do cliente. A função dele no navegador da web foi amplamente substituída por tecnologias baseadas no JavaScript, como JSON+React.

    O Chromium usa a biblioteca libxslt para processar essas transformações, e ela não recebe manutenção há cerca de seis meses em 2025. A libxslt é uma base de código C complexa e datada com suscetibilidade notória a vulnerabilidades de segurança de memória, como estouros de buffer, que podem levar à execução de código arbitrário. Como o XSLT pelo lado do cliente agora é um recurso de nicho e raramente usado, essas bibliotecas recebem muito menos manutenção e análise de segurança do que os mecanismos JavaScript básicos. No entanto, elas representam uma superfície de ataque direta e potente para processar conteúdo da web não confiável. Aliás, o XSLT é a origem de vários exploits de segurança recentes e de grande repercussão que continuam colocando os usuários de navegadores em risco. Por esses motivos, o Chromium (assim como outros mecanismos de navegação) planeja descontinuar e remover o XSLT da plataforma web. Para mais detalhes, consulte este artigo no Chrome para Desenvolvedores.

    • Chrome 143 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: descontinuação (mas não remoção) das APIs.
    • Chrome 152 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançaremos o teste de origem (OT, na sigla em inglês) e a política corporativa para testes. Eles permitem que sites e empresas continuem usando recursos após a data da remoção.
    • Chrome 155 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o XSLT deixará de funcionar nas versões Stable para todos os usuários, exceto para os participantes do teste de origem e da política corporativa.
    • Chrome 164 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o teste de origem e a política corporativa deixarão de funcionar. Desativaremos o XSLT para todos os usuários.

   

  • Criptografia pós-quântica para DTLS em WebRTC back to top

    Esse recurso permite o uso da criptografia pós-quântica (PQC) com conexões WebRTC. A motivação da PQC é atualizar o tráfego de mídia do WebRTC com os protocolos de criptografia mais recentes e evitar cenários de Coletar agora para quebrar depois

    Os admins poderão controlar esse recurso usando a política corporativa WebRtcPostQuantumKeyAgreement para que os usuários corporativos possam desativar a PQC. A política será temporária e tem remoção planejada para a versão 152 do Chrome.

    • Chrome 142 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: lançamento de recursos
    • Chrome 152 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: remoção da política empresarial

 

Próximas atualizações do Chrome Enterprise Core

   

  • Políticas experimentais de conformidade de criptografia back to top

    PreferSlowKEXAlgorithms e PreferSlowCiphers são duas políticas corporativas experimentais novas que configuram o Chrome para ordenar os algoritmos de acordo de chaves (grupos aceitos) e algoritmos de criptografia preferidos, com TLS 1.3, para refletir a preferência por algoritmos que foram aprovados por um regime de conformidade específico. No momento, o único regime de compliance é o CNSA2. Isso não garante a negociação de algoritmos específicos. Ele permite que operadores de servidores que querem atender clientes com e sem requisitos de conformidade façam a diferenciação entre clientes, usando determinados algoritmos não padrão com maior força criptográfica apenas para os clientes que configuram explicitamente essa preferência. A definição dessa política não é necessária para a segurança. A criptografia padrão usada pelo Chrome é forte o suficiente para resistir a um ataque de força bruta que usa toda a energia do Sol. A definição dessa política torna o Chrome mais lento ao acessar sites. Essa política afeta apenas o TLS 1.3 e o QUIC, e não as versões anteriores do TLS.

    Essas políticas estão disponíveis temporariamente como uma única flag combinada, chrome://#cryptography-compliance-cnsa.

 

Próximas atualizações do Chrome Enterprise Premium

    

  • API Chrome Enterprise Connectors back to top

    Em breve, o Chrome Enterprise vai expandir o gerenciamento programático para o Chrome Enterprise Connectors. Essa atualização vai introduzir recursos para definir e atribuir configurações de conector, complementando as políticas de conector atuais para permitir que os admins gerenciem todo o ciclo de vida dessas integrações em grande escala.

    Antes, a configuração de provedores de serviços era um processo manual no Google Admin Console. Essa atualização permite a automação, o que ajuda a reduzir erros manuais e melhorar a eficiência do gerenciamento de integrações com soluções de segurança de terceiros.

    Agora os admins podem usar a API Chrome Management para gerenciar recursos ConnectorConfiguration (definindo o provedor). A seleção de conector é gerenciada pela API Chrome Policy, permitindo a atribuição dessas configurações a unidades organizacionais ou grupos. Isso funciona em conjunto com as configurações atuais da API Policy para relatórios de eventos e análise de conteúdo, incluindo políticas como OnSecurityEventEnterpriseConnector, OnFileAttachedEnterpriseConnector, OnFileDownloadedEnterpriseConnector, OnBulkDataEntryEnterpriseConnector, OnPrintEnterpriseConnector e EnterpriseRealTimeUrlCheckMode. Para detalhes técnicos, os desenvolvedores precisam consultar a API Chrome Management e a documentação da API Chrome Policy.

    • Chrome 143 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows : esse lançamento adiciona suporte ao gerenciamento programático dos Chrome Enterprise Connectors por uma nova API.
    • Chrome 146 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: esse lançamento apresenta os recursos ConnectorConfiguration e ConnectorSelection, permitindo a criação de instâncias de provedores de serviços e a atribuição delas a unidades organizacionais.

    

  • Criptografia de cache empresarial back to top

    O Chrome Enterprise Premium vai oferecer a criptografia de cache empresarial, um recurso projetado para reduzir os riscos de exfiltração de dados criptografando os dados do navegador armazenados em repouso, especificamente o cache HTTP. Usando APIs no nível do SO para armazenamento de chaves com criptografia vinculada ao app, essa funcionalidade torna os dados armazenados localmente inacessíveis a malware se um dispositivo for comprometido.

    Esse recurso opera de maneira transparente em segundo plano, mas pode afetar o desempenho devido à criptografia em tempo real. Os administradores podem gerenciar isso com a política CacheEncryptionEnabled. Ativar ou desativar essa política limpa automaticamente o cache atual para garantir a consistência dos dados.

    • Chrome 146 no Linux, macOS e Windows: a criptografia de cache estará disponível em plataformas de computador.

    

  • Suporte para AllowList e BlockList na política DeveloperToolsAvailability back to top

    O Chrome vai lançar duas novas políticas, DeveloperToolsAvailabilityAllowlist e DeveloperToolsAvailabilityBlocklist, que oferecem controle granular sobre a disponibilidade das Ferramentas para desenvolvedores com base em padrões de URL.

    Antes, os admins só podiam permitir ou não o uso das ferramentas para desenvolvedores globalmente. Com essas novas políticas, os admins podem aplicar um bloqueio geral nas Ferramentas para desenvolvedores para proteger dados corporativos sensíveis, permitindo explicitamente o acesso a URLs internos específicos para fins de desenvolvimento ou solução de problemas.

    Esses controles estão disponíveis no Windows, Mac, Linux e ChromeOS. Se essas novas políticas não forem configuradas, o comportamento da política DeveloperToolsAvailability atual vai permanecer inalterado.

    • Chrome 146 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento gradual de recursos. Apresenta as políticas DeveloperToolsAvailabilityAllowlist e DeveloperToolsAvailabilityBlocklist em plataformas de computador.

    

  • Suporte para listas de permissões e de bloqueio na política IncognitoModeAvailability back to top

    O Chrome vai lançar duas novas políticas, IncognitoModeUrlBlocklist e IncognitoModeUrlAllowlist, para dar aos admins um controle mais preciso sobre o uso do modo de navegação anônima. Antes, os admins só podiam ativar ou desativar completamente o modo de navegação anônima usando a política IncognitoModeAvailability.

    Essas novas políticas funcionam de maneira semelhante às políticas URLBlocklist e URLAllowlist atuais, mas são designadas especificamente para sessões de navegação anônima. Isso permite que as organizações restrinjam o acesso a URLs específicos no modo de navegação anônima para proteger informações sensíveis e permitir o uso legítimo em outros sites.

    • Chrome 146 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual. Apresenta as políticas IncognitoModeUrlBlocklist e IncognitoModeUrlAllowlist.

    

  • Aumento do suporte a tamanhos de arquivo para verificações da DLP back to top

    O Chrome Enterprise Premium ampliará os recursos de prevenção contra perda de dados (DLP) e verificação de malware para que incluam arquivos grandes e criptografados. Antes, arquivos maiores que 50 MB e todos os arquivos criptografados eram ignorados durante a verificação de conteúdo. Essa atualização corrigirá essa falha de segurança crítica. Para políticas configuradas para salvar evidências, agora é possível enviar arquivos de até 2 GB para o Evidence Locker. Isso oferece aos administradores mais visibilidade e controle, reduzindo significativamente o risco de exfiltração de dados por transferências de arquivos grandes.

    Não é necessário ter uma nova política para ativar esse recurso. Ele é controlado automaticamente pelas configurações de regras da DLP no Google Admin Console. Se os administradores tiverem regras aplicáveis a uploads, downloads ou impressão de arquivos, elas também serão aplicadas a arquivos grandes e criptografados. Para mais informações, consulte O que são os controles de dados do ChromeOS?.

    • Chrome 147 no Linux, macOS e Windows: essa etapa permite a coleta de arquivos grandes (>50 MB) e criptografados para o Evidence Locker, fechando uma lacuna de segurança importante da DLP.

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Resumo da versão 145 do ChromeOS

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Versão da proteção contra reversão de dispositivo no Admin Console    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Política de diretório da câmera SkyVault

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

Atualizações atuais do ChromeOS

   

  • Versão da proteção contra reversão de dispositivo no Admin Console back to top

    A partir do ChromeOS 145, será possível conferir a versão da proteção contra reversão instalada no seu dispositivo gerenciado. Em Dispositivos > Chrome > Dispositivos no Admin Console, selecione um dispositivo ChromeOS, clique na guia SO e encontre Versão de proteção contra reversão na tabela Informações do sistema operacional.

    Para mais informações, consulte Conferir a lista e os detalhes do dispositivo ChromeOS na Central de Ajuda.

 

Próximas mudanças no ChromeOS

   

  • Política de diretório da câmera SkyVault back to top

    A partir do ChromeOS 146, uma nova política do SkyVault vai permitir que os admins especifiquem um local para armazenar arquivos da câmera quando o armazenamento local estiver desativado nos dispositivos dos usuários.  

    Quando a opção Não permitir que os usuários armazenem e leiam dados locais (LocalUserFilesAllowed) está ativada, o armazenamento local é desativado nos dispositivos dos usuários. Essa nova política do SkyVault permite que os admins estendam essa configuração para arquivos da câmera usando a opção Salvar na pasta local da Câmera.

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Chrome 144

Resumo da versão 144 do Chrome

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Melhorias no Modo IA e no Lens    
Proteção contra violação de preferências para usuários corporativos no Windows    
Pseudoelementos de destaque do CSS para localização na página    
Descontinuação de savedTabGroups como valor individual em SyncTypesListDisabled    
Happy Eyeballs V3  
Suporte a multicast para a API Direct Sockets    
Modo do navegador ServiceWorkerAutoPreload    
Página "Nova guia" simplificada    
Descontinuação e remoção das APIs do Sandbox de privacidade  
Gemini no Chrome    
O servidor de depuração remota pode ser iniciado usando chrome://inspect    
Novas políticas no navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Recomendações dinâmicas no Admin Console    
Políticas experimentais de conformidade de criptografia    
Novos modos de instalação de extensões
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Proteção contra regras de copiar e colar  
Proteção contra adulteração de políticas locais  
Download forçado para a nuvem  
Regras de substituição de proxy  
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Aplicação da verificação em duas etapas para contas de administrador    
Mudança na programação de lançamento no Chrome 145 (somente Early Stable)    
O Chrome removeu o suporte para câmeras virtuais obsoletas no macOS    
Desativar extensões de instalação forçada com violações não relativas a malware    
Importar dados do Safari para o Chrome no iOS ficou mais fácil    
Detecção de golpes no dispositivo Android    
Apresentação da API Origin    
Strings do user agent reduzidas por padrão    
Remoção da política do Google Cloud Print    
Uso de CssPixels na API LayoutShift    
Configurações de segurança agrupadas    
Restrições de acesso à rede local    
Remover políticas de particionamento de armazenamento de terceiros    
Atualização do aviso "Sem HTTPS"    
Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS    
Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
WebRequest.SecurityInfo em frame controlado    
Cookies vinculados à origem (por padrão)    
Migração da API SafeBrowsing da v4 para a v5    
Apps isolados da web    
O Chrome não vai mais ser compatível com o macOS 12    
Descontinuação e remoção do XSLT
Criptografia pós-quântica para DTLS em WebRTC    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Nenhum anúncio de recurso futuro      
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Mais tamanhos de arquivo aceitos para verificações da DLP  

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas leva de 1 a 2 semanas para ficar pronta.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

 

Mudanças no navegador Chrome 

   

   

  • Proteção contra violação de preferências para usuários corporativos no Windowsback to top

    Para oferecer uma proteção mais forte e consistente contra software malicioso, a proteção contra adulteração de preferências criptografadas do Chrome para navegadores gerenciados por empresas agora está disponível no Windows.

    Antes, essa proteção, que redefine automaticamente as configurações adulteradas (como um mecanismo de pesquisa invadido) para os valores padrão, não estava disponível para usuários corporativos no Windows. Essa exceção foi necessária porque o método de validação legado era incompatível com perfis móveis, causando redefinições incorretas com frequência.

    O Chrome 144 implementa um sistema novo e mais seguro usando um criptografador. Esse novo método de criptografia é totalmente compatível com usuários corporativos. Como esse novo sistema resolve a causa principal do problema original, não precisamos mais da exceção legada do Windows Enterprise.

    Com essa mudança, se o Chrome detectar que uma preferência sensível foi modificada por um software não autorizado, ele vai redefinir automaticamente essa preferência para o valor padrão. Esse comportamento estava desativado e agora está sendo ativado. Essa mudança estende a proteção de segurança essencial aos usuários corporativos, defendendo-os contra a invasão de pesquisa e outras modificações maliciosas de configurações.

    • Chrome 144 no Windows: o lançamento do recurso será gradual

   

  • Pseudoelementos de CSS para realce ao localizar na página back to top

    Esse recurso expõe o estilo do resultado da pesquisa de localizar na página para autores como um pseudoelemento de destaque, como seleção e erros de ortografia. Isso permite que os autores mudem as cores de primeiro plano e de plano de fundo ou adicionem decorações de texto. Isso pode ser bastante útil se os padrões do navegador tiverem contraste insuficiente com as cores da página ou forem inadequados de outra forma.

    • Chrome 144 no Windows, MacOS, Linux e Android

   

  • Descontinuação de savedTabGroups como valor individual em SyncTypesListDisabledback to top

    Para alinhar o comportamento do computador e do ChromeOS com o de dispositivos móveis e simplificar o gerenciamento da sincronização, o tipo de dados savedTabGroups individual foi descontinuado e não é mais um valor personalizável individualmente na política SyncTypesListDisabled. Antes, a política corporativa SyncTypesListDisabled permitia que os administradores desativassem a sincronização do tipo de dados savedTabGroups em plataformas de computador e ChromeOS. No entanto, em plataformas móveis, a sincronização de grupos de guias já é gerenciada pelo tipo de dados de guias.

    A partir do Chrome 144, se a política SyncTypesListDisabled desativar as guias ou o savedTabGroups, os dois tipos de dados são considerados desativados. Isso significa que desativar as guias também desativa os grupos de guias salvos e vice-versa. O valor savedTabGroups é totalmente removido da lista de tipos de dados compatíveis com essa política. Os administradores que desativaram os grupos de guias salvas e querem manter esse comportamento precisam desativar explicitamente o tipo de dados "Guias". Isso garante o comportamento desejado antes que o valor savedTabGroups seja totalmente removido.

    • Chrome 144 no ChromeOS, Linux, MacOS, Windows

   

  • Happy Eyeballs V3 back to top

    O Happy Eyeballs V3 é um algoritmo usado para reduzir o atraso da conexão de rede visível para o usuário. Ele executa resoluções de DNS de maneira assíncrona e intercala as tentativas de conexão com protocolos preferíveis (H3/H2/H1) e famílias de endereços (IPv6/IPv4). O Chrome 144 implementa o Happy Eyeballs V3 para melhorar a simultaneidade da conexão de rede. É possível controlar esse recurso com uma política temporária, HappyEyeballsV3Enabled.

    • Chrome 144 no Android, ChromeOS, Linux, MacOS e Windows

   

  • Suporte a multicast para a API Direct Sockets back to top

    Com esse recurso, os Apps Isolados da Web (AIWs) podem se inscrever em grupos de multicast e receber pacotes do protocolo de datagramas do usuário (UDP) deles. Os AIWs agora também podem especificar outros parâmetros ao enviar pacotes UDP para endereços de multicast.

    • Chrome 144 no Windows, macOS e Linux

   

  • Modo do navegador ServiceWorkerAutoPreloadback to top

    O ServiceWorkerAutoPreload é um modo em que o navegador emite a solicitação de rede em paralelo com a inicialização do service worker. Se o manipulador de busca retornar a resposta com respondWith(), o navegador vai consumir o resultado da solicitação de rede dentro do manipulador de busca. Se o resultado do gerenciador de busca for de substituição, ele vai transmitir a resposta da rede diretamente ao navegador. O ServiceWorkerAutoPreload é uma otimização opcional do navegador que muda o comportamento do service worker atual. Os administradores podem controlar esse recurso com uma política empresarial chamada ServiceWorkerAutoPreloadEnabled.

   

  • Página "Nova guia" simplificadaback to top

    Esse recurso reduz a poluição visual e aumenta o controle do usuário sobre a aparência da página Nova guia (NTP). Essa simplificação da página Nova guia remove o botão Dispensar módulo. Os módulos não gerenciados por uma política também podem ser removidos automaticamente após um longo período de inatividade.

    • Chrome 144 no ChromeOS, Linux, MacOS e Windows: lançamento gradual do recurso

   

  • Descontinuação e remoção das APIs do Sandbox de privacidade back to top

    O Chrome anunciou recentemente que a abordagem atual para cookies de terceiros será mantida. Depois disso, planejamos descontinuar e remover as seguintes APIs.

    • Tópicos
    • Protected Audience
    • Armazenamento compartilhado
    • Relatórios de atribuição
    • Private Aggregation
    • Sites relacionados
    • requestStorageAccessFor
     

    Confira abaixo as políticas empresariais associadas às APIs acima.

    • PrivacySandboxSiteEnabledAdsEnabled
    • PrivacySandboxAdTopicsEnabled
    • PrivacySandboxAdMeasurementEnabled
    • RelatedWebsiteSetsOverrides
    • RelatedWebsiteSetsEnabled
     

    A descontinuação vai começar com o Chrome 144, e a remoção está planejada para o Chrome 150. Após a descontinuação, as APIs vão continuar existindo, e a maioria dos usuários não vai notar nenhuma interrupção. No entanto, alguns usuários que dependem de integrações do lado do servidor (como servidor de k-anonimato ou coordenadores) vão notar uma interrupção nos serviços. Entramos em contato com os usuários das APIs com nossos planos de descontinuação. No momento da remoção, Chrome 150, todas as políticas associadas a essas APIs também serão removidas.

    Nenhuma das APIs é ativada por padrão para usuários corporativos. As equipes empresariais podem analisar o status de qualquer perfil gerenciado no Admin Console.

    • Chrome 144 no Android, ChromeOS, Linux, MacOS e Windows : lançamento da descontinuação
    • Chrome 150 no Android, ChromeOS, Linux, MacOS e Windows: remoção das APIs e das políticas associadas

   

  • Gemini no Chrome back to top

    O Gemini agora está integrado ao Chrome no macOS e no Windows e pode entender o conteúdo da sua página atual. Agora os usuários podem conferir os principais pontos, esclarecer conceitos e encontrar respostas sem sair da guia do Chrome. Essa integração inclui o chat, em que os usuários podem interagir com o Gemini por texto, e o Gemini Live, em que os usuários podem interagir com o Gemini por voz.

    No Chrome 143, começaremos a lançar o Gemini no Chrome para a maioria dos usuários do Google Workspace com acesso ao app do Gemini nos EUA. Os administradores podem desativar esse recurso (valor 1) usando a política GeminiSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2). Para mais detalhes, consulte Gemini no Chrome na Central de Ajuda ou neste post.

    Também lançaremos o recurso de contexto de várias guias no Chrome 143. O Gemini no Chrome agora pode acessar mais guias abertas (até 10) para você fazer perguntas em várias páginas, comparando e encontrando informações com mais eficiência. O Gemini no Chrome também funciona como um agente de produtividade, ativando as ferramentas do YouTube, Maps, Gmail, Drive, Keep, Agenda e Tarefas.

    A partir do Chrome 144, os recursos agênticos do Gemini no Chrome vão estar disponíveis para alguns usuários (não corporativos). A política corporativa GeminiActOnWebSettings estará disponível no lançamento. Para mais detalhes, consulte as etapas de lançamento abaixo.

    • Chrome 137 no MacOS e Windows: o recurso está disponível para alguns assinantes do Google AI Pro e Ultra nos EUA e nos canais pré-Stable (Dev, Canary e Beta) nos EUA.
    • Chrome 143 no MacOS e Windows: o recurso será lançado gradualmente no Canadá, na Nova Zelândia e na Austrália em inglês
    • Chrome 144 no macOS e Windows: recursos agênticos no Gemini no Chrome disponíveis para alguns usuários (não corporativos). A política corporativa GeminiActOnWebSettings estará disponível no lançamento.
      • Os usuários poderão fazer upload de imagens renderizadas diretamente para o Gemini no Chrome usando um item do menu de contexto do Chrome. Em seguida, os usuários poderão usar comandos no Gemini no Chrome para gerar novas imagens derivadas. Com a permissão do usuário, o Gemini no Chrome também pode usar o Gerenciador de senhas do Google para fazer login em sites.

      • Item do menu de contexto para upload de imagens disponível para usuários corporativos. Esse recurso respeita as regras definidas pela política DataControlsRules e as configurações OnBulkDataEntryEnterpriseConnector.

    • Chrome 144 no macOS e Windows: item do menu de contexto para upload de imagens disponível para usuários corporativos. Esse recurso respeita as regras definidas pela política DataControlsRules e as configurações OnBulkDataEntryEnterpriseConnector.
    • Chrome 144 no ChromeOS: a partir da versão 144, o Gemini no Chrome será lançado gradualmente para dispositivos ChromeOS selecionados.
    • Chrome 144 no macOS e Windows: o Gemini no Chrome vai permitir que algumas ferramentas de terceiros disponíveis como extensões do Gemini sejam chamadas.
    • Versão do Chrome 147 no MacOS e Windows: recursos agênticos no Gemini no Chrome disponíveis para usuários corporativos.
    • Chrome 148 no MacOS e Windows: a partir do Chrome 148 no macOS e Windows: recursos agênticos no Gemini no Chrome disponíveis para usuários corporativos.

   

  • O servidor de depuração remota pode ser iniciado usando chrome://inspect back to top

    Com esse recurso, o usuário pode iniciar um servidor de depuração remota na página chrome://inspect sem reiniciar o Chrome. Antes, isso só era possível com argumentos da CLI. Os administradores podem controlar esse recurso usando a política RemoteDebuggingAllowed. Ele não vai estar disponível se a política for definida como "false".

    • Chrome 144 no ChromeOS, Linux, MacOS e Windows: o servidor de depuração remota pode ser iniciado em chrome://inspect.

   

  • Novas políticas no navegador Chrome back to top
    Política Descrição
    DataControlsRules Essa política é usada para definir regras de controles de dados.
    ShowHomeButton Configura o botão da página inicial na barra de ferramentas.
    SilentPrintingEnabled Ativar impressão silenciosa
    ProxyOverrideRules Configura regras de substituição de proxy.
    SearchContentSharingSettings Controla se os usuários podem compartilhar o conteúdo da página com o provedor de pesquisa (por exemplo, o Google). Isso inclui compartilhar texto, imagens e outros conteúdos da página. Essa política também controla o comportamento de recursos como o Modo IA, o Lens e outros que envolvem o compartilhamento do conteúdo da página com o provedor de pesquisa.
    GeolocationBlockedForUrls Bloqueia o acesso à geolocalização para sites específicos.
    BookmarkBarEnabled Ativa a barra de favoritos.
    UserSecurityAuthenticatedReporting Controla se os eventos de segurança do usuário em dispositivos não gerenciados devem ser informados com um nome de usuário do dispositivo ou não.
    PreciseGeolocationAllowedForUrls Permitir o acesso à geolocalização exata em sites específicos.
    HomepageIsNewTabPage Usa a página "Nova guia" como página inicial.
    StaticStorageQuotaEnabled Ativa a cota de armazenamento estático para sites.
    UserSecuritySignalsReporting Controla se os indicadores de segurança do usuário em dispositivos não gerenciados devem ser informados ou não.
      

Mudanças no Chrome Enterprise Core

   

  • Recomendações dinâmicas no Admin Console back to top

    O Chrome Enterprise vai lançar uma nova lista de recomendações dinâmicas na página Informações gerais do Google Admin Console.

    Essa lista de recomendações ajuda admins de TI a entender o que fazer em seguida, receber alertas sobre mudanças importantes, descobrir novidades nas notas de lançamento, configurar opções bastante utilizadas e mais. A lista muda dinamicamente com base na configuração do administrador para cada unidade organizacional.

    Os administradores podem testar esse recurso diretamente no Admin Console. Para isso, acesse Navegador Chrome > Visão geral.

    • Chrome 144 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual
    • Chrome 143 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: disponível para trusted testers do Chrome Enterprise.
     

   

  • Políticas experimentais de conformidade de criptografia back to top

    PreferSlowKEXAlgorithms e PreferSlowCiphers são duas políticas corporativas experimentais novas que configuram o Chrome para ordenar os algoritmos de acordo de chaves (grupos aceitos) e algoritmos de criptografia preferidos, com TLS 1.3, para refletir a preferência por algoritmos que foram aprovados por um regime de conformidade específico. No momento, o único regime de compliance é o CNSA2. Isso não garante a negociação de algoritmos específicos. Ele permite que operadores de servidores que querem atender clientes com e sem requisitos de conformidade façam a diferenciação entre clientes, usando determinados algoritmos não padrão com maior força criptográfica apenas para os clientes que configuram explicitamente essa preferência. A definição dessa política não é necessária para a segurança. A criptografia padrão usada pelo Chrome é forte o suficiente para resistir a um ataque de força bruta que usa toda a energia do Sol. A definição dessa política torna o Chrome mais lento ao acessar sites. Essa política afeta apenas TLS 1.3 e QUIC, e não as versões anteriores do TLS.

    Essas políticas estão disponíveis temporariamente como uma única flag combinada, chrome://#cryptography-compliance-cnsa.

   

  • Novos modos de instalação de extensões back to top

    O Chrome Enterprise vai oferecer suporte a novos modos de instalação de extensões no Admin Console. Agora, os administradores podem:

    • bloquear e desinstalar uma extensão do Chrome;
    • forçar a instalação de uma extensão;
    • ou permitir que os usuários desativem uma extensão.

    Esses novos modos de instalação estão disponíveis na página de configurações Apps e extensões, na guia Usuários e navegadores, onde os administradores podem selecionar novos modos de política de instalação.

     
    • Chrome 144 no Linux, MacOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual
     

 

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

Saiba mais sobre as diferenças entre o Chrome Enterprise Core e o Chrome Enterprise Premium.

   

  • Proteção contra regras de copiar e colar back to top  

    Para ajudar as organizações a evitar melhor a exfiltração de dados em dispositivos móveis, o Chrome está ampliando os controles de dados da área de transferência de dados do computador. Os administradores agora podem usar a política DataControlsRules para definir regras que bloqueiam ou alertam os usuários ao tentarem copiar ou colar conteúdo que viola as políticas da organização.

    Esse recurso permite que os administradores definam limites de dados e impeçam que informações sensíveis sejam coladas de um contexto de trabalho em apps ou sites pessoais na frota de dispositivos móveis. Isso resolve uma lacuna de segurança significativa e um recurso frequentemente solicitado por clientes empresariais que citaram a falta de controles de dados móveis como uma preocupação.

    Para usar esse recurso, os administradores podem configurar restrições de área de transferência na política DataControlsRules, oferecendo uma experiência de gerenciamento consistente em computadores e dispositivos móveis para fortalecer a postura de segurança geral da organização. Para mais detalhes, consulte este artigo da Central de Ajuda, que oferece mais contexto sobre como os administradores podem configurar e gerenciar conectores de relatórios do Chrome Enterprise para encaminhar eventos de segurança do navegador e proteção de dados a serviços de terceiros para análise.

    • Chrome 144 no iOS: a proteção de regras de copiar e colar estará disponível no iOS.
    • Chrome 140 no Android: proteção de regras de copiar e colar disponível no Android

   

  • Proteção contra adulteração de políticas locais back to top  

    Os indicadores de detecção de conflitos de políticas para o Acesso Baseado no Contexto (CAA, na sigla em inglês) fecham uma lacuna de segurança significativa ao permitir a detecção de políticas corporativas substituídas por configurações locais conflitantes em dispositivos BYOD.

    Isso é feito integrando novos indicadores de conflito de políticas do perfil gerenciado do Chrome ao pipeline de relatórios de segurança atual, controlado pela política UserSecuritySignalsReporting.

    Essa visibilidade permite que os admins definam regras de CAA nas ferramentas de proteção contra dados e ameaças do Chrome Enterprise Premium (CEP) ou no gateway de segurança para bloquear automaticamente o acesso a aplicativos corporativos se políticas críticas, como controles de DLP, Navegação segura ou listas de bloqueio de extensões, forem consideradas não conformes.

    • Chrome 144 no Linux, MacOS e Windows: começa a detecção e o relatório de metadados de conflito de políticas.
    • Chrome 145 no Linux, macOS e Windows: permite que o fluxo de avaliação do Acesso Baseado no Contexto (CAA) permita que os admins escrevam regras de aplicação com base na existência de um conflito.
    • Chrome 146 no Linux, MacOS e Windows: a interface do Admin Console foi atualizada para mostrar sinais de conflito, e os valores das políticas começaram a ser informados.

    

  • Download forçado para a nuvem back to top  

    Agora os administradores podem configurar uma regra de prevenção contra perda de dados (DLP) que redireciona automaticamente os downloads de arquivos sensíveis do dispositivo local de um usuário para o Google Drive corporativo dele. A ação Forçar salvamento no armazenamento em nuvem impede que dados sensíveis fiquem em discos locais não gerenciados (por exemplo, C:\Downloads), garantindo uma cadeia de custódia segura. Quando um usuário tenta baixar um arquivo sinalizado pelas políticas de DLP, a extensão Secure Enterprise Browser intercepta o download e faz upload diretamente para a unidade corporativa do usuário.


    • Chrome 144 no Linux, macOS e Windows: o recurso será lançado gradualmente. A ação de correção Download forçado para a nuvem vai estar disponível no criador de regras de prevenção contra perda de dados (DLP).

   

  • Regras de substituição de proxy back to top  

    Para simplificar o gerenciamento de proxy em ambientes corporativos complexos, o Chrome 144 implementou duas novas políticas: ProxyOverrideRules e EnableProxyOverrideRulesForAllUsers. Anteriormente, as organizações que usavam várias soluções de proxy (por exemplo, um proxy geral e um específico para o gateway seguro do Google) ou têm diferentes equipes de admins (por exemplo, para GPO e o Google Admin Console) precisavam juntar manualmente arquivos PAC complexos. Esse processo é suscetível a erros e cria um atrito administrativo considerável.

    A nova política ProxyOverrideRules permite que os admins configurem uma lista de regras de roteamento que são avaliadas antes de qualquer configuração de proxy atual, incluindo arquivos PAC definidos pela política ProxySettings. Isso permite aos admins adicionar ou substituir com facilidade rotas específicas (por exemplo, para enviar tráfego de apps da Web particulares a um gateway seguro) sem modificar o script PAC principal da empresa toda.

    Os usuários recebem uma notificação na página de configurações chrome:// quando essas regras administrativas de proxy estão ativas.


    • Chrome 144 no ChromeOS, Linux, MacOS e Windows: o ProxyOverrideRules estará disponível.

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Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome

   

  • Aplicação da verificação em duas etapas para contas de administrador back to top

    Para proteger melhor as informações da sua organização, em breve o Google vai exigir que todas as contas com acesso a admin.google.com ativem a verificação em duas etapas (2SV). Como admin do Google Workspace, você precisa confirmar sua identidade com a verificação em duas etapas, que requer sua senha e algo adicional, como um número de telefone ou uma chave de segurança. A aplicação será lançada gradualmente nos próximos meses. Ative a verificação em duas etapas nas contas de administrador da sua organização antes que o Google aplique esse recurso. Para mais informações, consulte Sobre a aplicação da verificação em duas etapas para administradores.

    • Chrome 145 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: verificação em duas etapas obrigatória
    • Chrome 137 no ChromeOS, Linux, MacOS e Windows: início da ativação da autenticação de dois fatores

 

   

  • Mudança na programação de lançamento no Chrome 145 (somente Early Stable) back to top

    A partir do Chrome 145, lançaremos o navegador no canal Early Stable uma semana antes do que comunicamos anteriormente. Por exemplo, o lançamento da versão Early Stable do Chrome 145 mudou de 4 de fevereiro de 2026 para 28 de janeiro de 2026. Não há mudanças na versão do Canal Stable. Para fins de referência, confira a programação de lançamentos atualizada.


    • Chrome 145 no Android, iOS, macOS e Windows: lançaremos o navegador no canal Early Stable uma semana antes.
     

   

  • O Chrome removeu o suporte para câmeras virtuais obsoletas no macOS back to top

    A partir do Chrome 145, o navegador vai remover o suporte a câmeras virtuais obsoletas para todas as versões do macOS compatíveis.

    No macOS, as câmeras virtuais modernas são criadas usando a estrutura Core Media IO, disponível desde o macOS 12.3. A Apple entrou em contato, e todo o software moderno de câmera virtual foi migrado para usar o framework Core Media IO.

    As câmeras virtuais obsoletas, criadas como plug-ins DAL, foram bloqueadas pelo próprio macOS a partir do macOS 14.1 (2023) e não são compatíveis com o Safari desde 2018, se não antes.

    O Chrome vai remover o suporte a câmeras virtuais obsoletas para todas as versões do macOS compatíveis. Isso permite que o Chrome melhore a segurança ao proibir totalmente o carregamento de bibliotecas de terceiros nos processos do Chrome.

    • Chrome 145 no Windows, macOS e Linux 

   

  • Desativar extensões de instalação forçada com violações não relativas a malware back to top

    Esse recurso desativa silenciosamente as extensões de instalação forçada que violam as políticas da Chrome Web Store em ambientes não gerenciados do navegador. Essas violações incluem violações gerais do programa, software indesejado e possíveis vulnerabilidades de segurança não classificadas como malware. Os usuários ainda poderão ativar ou desativar essas extensões, mas não as remover.

    Uma nova política corporativa, ExtensionForceInstallWithNonMalwareViolationEnabled, foi adicionada na versão 142 para preservar o comportamento atual em ambientes não gerenciados do navegador, mas será removida na versão 145.

    Essa mudança não afeta as instâncias gerenciadas do Chrome associadas a um domínio do Microsoft Active Directory, ao Microsoft Azure Active Directory ou registradas no Chrome Enterprise Core. No macOS, essa mudança não afeta instâncias do Chrome gerenciadas via MDM, associadas a um domínio ou registradas no Chrome Enterprise Core.

    • Chrome 145 no macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual. A política ExtensionForceInstallWithNonMalwareViolationEnabled será removida.
    • Chrome 142 no macOS e Windows: no Chrome 142 para Windows e macOS, as extensões de instalação forçada com violações de políticas secundárias serão desativadas silenciosamente em ambientes pouco confiáveis.
     

   

  • Importar dados do Safari para o Chrome no iOS ficou mais fácil back to top

    Os usuários do Chrome para iOS poderão importar dados (favoritos, histórico, senhas, cartões de pagamento e entradas da Lista de leitura) que foram exportados do Safari. Isso ajuda os usuários que estão mudando de navegador a configurar tudo mais rápido e trazer os dados atuais.

    O Chrome não pode acessar esses dados diretamente. O usuário precisa fornecer um arquivo zip com os dados, que podem ser exportados nas configurações do iOS. O Chrome oferece instruções sobre como fazer isso.

    • Chrome 145 no iOS: o recurso será lançado gradualmente.
     

   

  • Apresentação da API Origin back to top

    A origem é um componente fundamental da implementação da Web, essencial para os limites de segurança e privacidade mantidos pelos user agents. O conceito é bem definido entre HTML e URL, além de conceitos adjacentes amplamente usados, como site.

    No entanto, as origens não são expostas diretamente aos desenvolvedores da Web. Embora haja vários getters de origem em vários objetos, cada um deles retorna a serialização ASCII de uma origem, não a origem em si. Isso tem algumas implicações negativas. Na prática, os desenvolvedores que tentam fazer comparações de mesma origem ou mesmo site ao processar origens serializadas muitas vezes cometem erros que levam a vulnerabilidades. Do ponto de vista filosófico, parece uma primitiva de segurança ausente que os desenvolvedores têm dificuldade de fazer polyfill com precisão.

    A partir do Chrome 145, planejamos resolver essa lacuna na plataforma introduzindo um objeto de origem que encapsula o conceito de origem e oferece métodos úteis para comparação, serialização, análise etc.

     
    • Chrome 145 no Windows, macOS, Linux e Android

   

  • Detecção de golpe no dispositivo Android back to top

    O Chrome 145 enviará uma solicitação à Navegação segura para uma decisão final ao detectar um golpe no dispositivo usando os recursos visuais da página. Com base nisso, o Chrome decidirá se mostra um aviso ao usuário.

    Esse recurso só estará disponível para usuários no modo de proteção reforçada. O recurso fica desativado para usuários do modo de proteção padrão ou com a Navegação segura desativada. Os administradores corporativos podem controlar essa configuração da Navegação segura com a política do Chrome Enterprise SafeBrowsingProtectionLevel.

    • Chrome 145 no Android

 

   

  • Strings do user agent reduzidas por padrão  back to top

    A partir do Chrome 145, a política UserAgentReduction será completamente removida. Antes, essa política estava disponível para controlar se o Chrome enviava uma string user agent reduzida ou completa.

    Para aumentar a privacidade do usuário e reduzir os recursos de rastreamento passivo, o Chrome começou a reduzir as informações contidas no cabeçalho do user agent por padrão na versão 110. A política UserAgentReduction foi criada como uma medida temporária para que as empresas gerenciassem essa transição.

    O mecanismo recomendado para que os sites acessem informações do navegador e do dispositivo agora são as dicas de cliente HTTP do user agent (UA-CH). O UA-CH exige que os sites solicitem ativamente informações específicas, o que é uma abordagem que preserva a privacidade do que a string User-Agent legada. Para mais detalhes, consulte este artigo no web.dev, Migrar para dicas de cliente HTTP do user agent.

    A partir do Chrome 145, a política UserAgentReduction não terá efeito. Por padrão, o Chrome envia uma string user agent reduzida. Sistemas ou aplicativos que dependiam dessa política para receber a string User-Agent completa (legada) talvez não recebam mais as informações detalhadas esperadas.

    • Chrome 145 no Windows, macOS, Linux e Android

 

   

  • Remoção da política do Google Cloud Print back to top

    Após a desativação do Google Cloud Print, vamos remover a política CloudPrintProxyEnabled. Essa política permitia que os administradores ativassem ou desativassem o proxy do Google Cloud Print no Chrome. Como o serviço Google Cloud Print não está mais disponível, a política e as configurações associadas estão sendo removidas do Chrome.

 

   

  • Uso de CssPixels na API LayoutShift back to top

    Esse recurso muda os dados de atribuição (prevRect e currentRect) na API LayoutShift para serem informados em pixels CSS em vez de pixels físicos. O comportamento atual é inconsistente com outras APIs relacionadas ao layout, que usam pixels CSS. Essa mudança melhora a consistência, simplifica o uso para desenvolvedores e se alinha às unidades esperadas na depuração e nas ferramentas. O recurso é controlado por uma flag para experimentação e avaliação. O recurso pode ser ativado para testes usando a flag de linha de comando: --enable-blink-features=ReportLayoutShiftRectsInCssPixels..

     
    • Chrome 145 no Windows, macOS, Linux e Android

 

   

  • Pacote de configurações de segurança back to top

    Esse recurso oferece aos usuários opções de segurança agrupadas para definir as configurações de segurança com base no nível de proteção desejado ao usar o Chrome. Os usuários podem escolher entre Maior proteção para o mais alto nível de segurança e Padrão para a proteção equilibrada padrão. Os usuários ainda podem definir valores personalizados para as configurações, como já fazem hoje. Isso simplifica a experiência do usuário e facilita a obtenção do nível de proteção desejado sem precisar entender as opções de configuração avançadas. As políticas empresariais atuais têm precedência sobre as seleções de pacotes do usuário final. Se uma política já estiver definida para as configurações de segurança, os valores não serão substituídos pela escolha de um pacote de segurança feita pelo usuário.

    • Chrome 146 no ChromeOS, Linux, MacOS, Windows

 

   

  • Restrições de acesso à rede local back to top

    O Chrome 142 restringe a capacidade de fazer solicitações para a rede local do usuário, protegida por um comando de permissão.

    Uma solicitação de rede local é qualquer solicitação de um site público a um endereço IP local ou loopback, ou de um site local (por exemplo, intranet) a loopback. Restringir a capacidade dos sites de fazer essas solicitações por trás de uma permissão reduz o risco de ataques de falsificação de solicitação entre sites em dispositivos de rede local, como roteadores, e diminui a capacidade dos sites de usar essas solicitações para criar uma impressão digital da rede local do usuário.

    Essa permissão é restrita a contextos seguros. Se concedidas, as permissões também relaxam o bloqueio de conteúdo misto para solicitações de rede local, já que muitos dispositivos locais não conseguem obter certificados TLS confiáveis publicamente por vários motivos.

    Esse trabalho substitui um esforço anterior chamado Acesso à rede privada, que usava solicitações de simulação para que os dispositivos locais ativassem o recurso.

    Para mais informações sobre esse recurso, consulte Como adaptar seu site para as novas restrições de acesso à rede local no Chrome.

    • Chrome 152 no Android, ChromeOS, Linux, MacOS e Windows: a LocalNetworkAccessRestrictionsTemporaryOptOut será removida.
    • Chrome 146 no Android, ChromeOS, Linux, MacOS e Windows: as restrições de acesso à rede local foram expandidas para incluir conexões WebSocket e WebTransport.

 

   

   

  • Atualizar para No HTTPS warning back to top

    O aviso exibido quando um usuário ativa a opção Sempre usar conexões seguras em chrome://settings/security está mudando de um intersticial para uma caixa de diálogo. O carregamento de página inteira permanece bloqueado, e a funcionalidade não muda. O indicador de segurança de conteúdo do URL no aviso está mudando do indicador para o bloqueio quebrado. Alguns usuários podem ver esse aviso automaticamente ao acessar sites HTTP. Os usuários podem ativar o aviso em chrome://settings/security.

    • Chrome 141 no ChromeOS, Linux, MacOS e Windows: novo design de aviso em plataformas de computador.
    • Chrome 146 no Android: design de aviso atualizado semelhante no Android, usando uma bolha de aviso em vez de um intersticial completo.
     

   

  • Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS back to top

    O Chrome 124 ativou por padrão em todas as plataformas de computador um novo mecanismo de encapsulamento de chaves TLS com segurança pós-quântica X25519Kyber768, baseado em um padrão NIST (ML-KEM). Isso protege o tráfego de rede do Chrome com servidores que também são compatíveis com o ML-KEM da descriptografia por um futuro computador quântico. Essa mudança precisa ser transparente para os operadores do servidor. Essa criptografia será usada para conexões TLS 1.3 e QUIC.

    No entanto, algumas middleboxes TLS podem estar despreparadas para o tamanho de um encapsulamento de chaves Kyber (ML-KEM) ou um novo ponto de código de criptografia ClientHello do TLS, levando a conexões descartadas ou suspensas. Para resolver isso, atualize o middlebox ou desative o mecanismo de encapsulamento de chave com a política corporativa temporária PostQuantumKeyAgreementEnabled, disponível até o fim de 2024. No entanto, criptografias pós-quânticas de longo prazo serão necessárias no TLS, e a política empresarial será removida. A criptografia pós-quântica é necessária para o CSNA 2.0. Para saber mais, consulte Proteger o tráfego do Chrome com o KEM híbrido do Kyper.

    • Chrome 131 no Linux, macOS e Windows: o Chrome vai mudar o mecanismo de encapsulamento de chaves para a versão padrão final do ML-KEM
    • Chrome 146 no Linux, MacOS e Windows: a política corporativa será removida
     

   

  • Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam "file://" back to top

    De acordo com a especificação do padrão de URL, os hosts de URL não podem conter o caractere de espaço, mas a análise de URL no Chromium permite atualmente espaços no host. Isso faz com que o Chromium falhe em vários testes incluídos nos HTTPS URLs for WebSocket da Interop2024 e áreas de foco de URL. Para que o Chromium atenda à especificação, gostaríamos de remover os espaços dos hosts de URL, mas a dificuldade é que eles são usados na parte do host em URLs file:// do Windows. Para mais detalhes, consulte esta discussão no GitHub.

    • Chrome 147 no Android, ChromeOS, Lacros, Linux, MacOS, Windows e Fuchsia

   

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windowsback to top

    A partir do Chrome 126, o Chrome passará a oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    A partir do Chrome 125, os administradores poderão usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabled para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativar o novo provedor. Essa política vai estar disponível até o Chrome 147 e será removida no Chrome 147. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled até o Chrome 146 para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente.
    • Chrome 147 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled vai ser removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.

   

  • WebRequest.SecurityInfo em frame controlado back to top

    Esse recurso apresenta uma API WebRequest.SecurityInfo para ControlledFrame. Ele permite que um app da Web intercepte uma solicitação HTTPS, WSS ou WebTransport para um servidor, recupere a impressão digital do certificado do servidor (verificada pelo navegador) e use essa impressão digital para verificar manualmente o certificado de uma conexão TCP/UDP bruta separada com o mesmo servidor. Isso oferece uma maneira simples para o app confirmar que está se comunicando com o servidor correto.

    • Chrome 147 no Windows, macOS e Linux

   

  • Cookies vinculados à origem (por padrão) back to top

    No Chrome 148, os cookies serão vinculados à origem da configuração (por padrão) para que só ela possa acessá-los, ou seja, enviar em uma solicitação ou ser visíveis pelo document.cookie. Os cookies podem facilitar as restrições de vinculação de host e porta usando o atributo "Domain", mas todos os cookies serão vinculados ao esquema de configuração.

    As políticas corporativas temporárias LegacyCookieScopeEnabled e LegacyCookieScopeEnabledForDomainList estarão disponíveis para reverter essa mudança. Essas políticas vão deixar de funcionar no Chrome 150.

    • Chrome 148 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: as políticas corporativas estarão disponíveis
    • Chrome 150 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: as políticas empresariais serão removidas

   

  • Migração da API Safe Browsing v4 para a v5 back to top

    As chamadas do Chrome para a API SafeBrowsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5. Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários. Para mais detalhes, consulte Migração da V4: Navegação segura

    • Chrome 148 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual.

   

  • Apps Isolados da Web back to top

    Os apps isolados da Web (IWAs) são uma extensão do trabalho atual sobre a instalação de PWAs e o empacotamento da Web. Eles oferecem proteções mais fortes contra comprometimento do servidor e outras adulterações necessárias para desenvolvedores de aplicativos sensíveis à segurança. Esses aplicativos são reunidos em pacotes da Web, assinados pelo desenvolvedor e distribuídos aos usuários finais por um ou mais dos métodos descritos na explicação em vez de serem hospedados em servidores da Web ativos e buscados por HTTPS. 

    A partir do Chrome 150, os IWAs só poderão ser instalados por uma política de administrador em dispositivos ChromeOS gerenciados pela empresa.

    • Chrome 150 no Windows: esse lançamento adiciona suporte a Apps Isolados da Web em configurações gerenciadas pela empresa do navegador no Windows.

   

  • O Chrome não vai mais ser compatível com o macOS 12 back to top

    O Chrome 150 será a última versão com suporte para o macOS 12. O Chrome 151 e versões mais recentes não serão mais compatíveis com o macOS 12, que está fora do período de suporte da Apple. A execução em um sistema operacional com suporte é essencial para manter a segurança.

    Em Macs com o macOS 12, o Chrome vai continuar funcionando, mostrando uma barra de informações de aviso, mas não vai ser atualizado. Se um usuário quiser atualizar o Chrome, será necessário atualizar o computador para uma versão compatível do macOS. 

    Para novas instalações do Chrome 151 ou mais recente, será necessário o macOS 13 ou mais recente.

    • Chrome 151 no Windows, macOS e Linux

   

  • Descontinuação e remoção do XSLT back to top

    O XSLT v1.0, que todos os navegadores seguem, foi padronizado em 1999. Desde então, o XSLT evoluiu para as versões 2.0 e 3.0, adicionando recursos e se distanciando da versão antiga engessada nos navegadores. Essa falta de avanço, com o aumento de bibliotecas e frameworks JavaScript que oferecem uma manipulação do DOM mais flexível e eficiente, levou a um declínio considerável no uso do XSLT pelo lado do cliente. A função dele no navegador da web foi amplamente substituída por tecnologias baseadas no JavaScript, como JSON+React.

    O Chromium usa a biblioteca libxslt para processar essas transformações, e ela não recebe manutenção há cerca de seis meses em 2025. A libxslt é uma base de código C complexa e datada com suscetibilidade notória a vulnerabilidades de segurança de memória, como estouros de buffer, que podem levar à execução de código arbitrário. Como o XSLT pelo lado do cliente agora é um recurso de nicho e raramente usado, essas bibliotecas recebem muito menos manutenção e análise de segurança do que os mecanismos JavaScript básicos. No entanto, elas representam uma superfície de ataque direta e potente para processar conteúdo da web não confiável. Aliás, o XSLT é a origem de vários exploits de segurança recentes e de grande repercussão que continuam colocando os usuários de navegadores em risco. Por esses motivos, o Chromium (assim como outros mecanismos de navegação) planeja descontinuar e remover o XSLT da plataforma web. Para mais detalhes, consulte este artigo no Chrome para Desenvolvedores.

    • Chrome 143 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: descontinuação (mas não remoção) das APIs.
    • Chrome 152 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançaremos o teste de origem (OT) e a política corporativa para testes. Eles permitem que sites e empresas continuem usando recursos após a data da remoção.
    • Chrome 155 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o XSLT deixará de funcionar nas versões Stable para todos os usuários, exceto para os participantes do teste de origem e da política corporativa.
    • Chrome 164 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o teste de origem e a política corporativa deixarão de funcionar. Desativaremos o XSLT para todos os usuários.

   

  • Criptografia pós-quântica para DTLS em WebRTC back to top

    Esse recurso permite o uso da criptografia pós-quântica (PQC) com conexões WebRTC. A motivação da PQC é atualizar o tráfego de mídia do WebRTC com os protocolos de criptografia mais recentes e evitar cenários de Coletar agora para quebrar depois

    Os admins poderão controlar esse recurso usando a política corporativa WebRtcPostQuantumKeyAgreement para que os usuários corporativos possam desativar a PQC. A política será temporária e tem remoção planejada para a versão 152 do Chrome.

    • Chrome 142 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: lançamento de recursos
    • Chrome 152 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: remoção da política corporativa

 

Próximas atualizações do Chrome Enterprise Core

Não há atualizações futuras do Chrome Enterprise Core.

 

Próximas atualizações do Chrome Enterprise Premium

 

    

  • Aumento do suporte a tamanhos de arquivo para verificações da DLP back to top

    O Chrome Enterprise Premium ampliará os recursos de prevenção contra perda de dados (DLP) e verificação de malware para que incluam arquivos grandes e criptografados. Antes, arquivos maiores que 50 MB e todos os arquivos criptografados eram ignorados durante a verificação de conteúdo. Essa atualização corrigirá essa falha de segurança crítica. Para políticas configuradas para salvar evidências, agora é possível enviar arquivos de até 2 GB para o Evidence Locker. Isso oferece aos administradores mais visibilidade e controle, reduzindo significativamente o risco de exfiltração de dados por transferências de arquivos grandes.

    Não é necessário ter uma nova política para ativar esse recurso. Ele é controlado automaticamente pelas configurações de regras da DLP no Google Admin Console. Se os administradores tiverem regras aplicáveis a uploads, downloads ou impressão de arquivos, elas também serão aplicadas a arquivos grandes e criptografados. Para mais informações, consulte O que são os controles de dados do ChromeOS?.

    • Chrome 147 no Linux, macOS e Windows: essa etapa permite a coleta de arquivos grandes (>50 MB) e criptografados para o Evidence Locker, fechando uma lacuna de segurança importante da DLP.

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Resumo da versão 144 do ChromeOS

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Compartilhamento de tela sem fio e anotações na tela das Ferramentas para Sala de Aula para professores  
Suporte a vários apps para processadores de protocolo    
O Gemini no Chrome é lançado para dispositivos Chromebook Plus    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Versão da proteção contra reversão de dispositivo no Admin Console    

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

Atualizações atuais do ChromeOS

   

  • Compartilhamento de tela sem fio e anotações das Ferramentas para Sala de Aula para professores back to top

    Estamos lançando dois novos recursos avançados para professores nas Ferramentas para Sala de Aula: compartilhamento de tela sem fio e anotações.

    Os professores agora podem projetar a própria tela ou a de um estudante na lousa digital da sala de aula sem usar fios. Para se conectar, os professores inserem um código exclusivo no app para professores das Ferramentas para Sala de Aula, que é pareado com um dispositivo receptor ChromeOS dedicado (como um Chromebook, Chromebox ou dispositivo ChromeOS Flex) configurado pelo administrador. Assim, os professores podem orientar as aulas e destacar os trabalhos dos estudantes para toda a turma.

    Para deixar as aulas mais dinâmicas, o novo recurso de anotações permite que os professores desenhem ou escrevam no dispositivo usando uma stylus, o dedo, um trackpad ou um mouse. As anotações e os destaques aparecem em tempo real na tela espelhada, o que é perfeito para enfatizar pontos importantes e envolver os estudantes diretamente com o material. Vamos aumentar o número máximo de estudantes em uma sessão das ferramentas para sala de aula para 100.

    Para mais informações, consulte Usar as Ferramentas para Sala de Aula na Central de Ajuda.


   

   

  • O Gemini no Chrome é lançado para dispositivos Chromebook Plus back to top

    No ChromeOS 144, o Gemini será integrado ao Chrome em dispositivos Chromebook Plus e lançado gradualmente como parte dessa versão. Ele pode entender o conteúdo da página atual, e os usuários podem conferir os principais pontos, esclarecer conceitos e encontrar respostas sem sair da guia do Chrome. Essa integração inclui o chat, em que os usuários podem interagir com o Gemini por texto, e o Gemini Live, em que os usuários podem interagir com o Gemini por voz.

 

Próximas mudanças no ChromeOS

   

  • Versão da proteção contra reversão de dispositivo no Admin Console back to top

    A partir do ChromeOS 145, será possível conferir a versão da proteção contra reversão instalada no seu dispositivo gerenciado. Em Dispositivos > Chrome > Dispositivos no Admin Console, selecione um dispositivo ChromeOS, clique na guia SO e encontre Versão de proteção contra reversão na tabela Informações do sistema operacional.

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Chrome 143

Resumo da versão 143 do Chrome

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Descontinuação e remoção do XSLT
Melhorias no Modo IA    
ICU versão 77.1 (compatível com Unicode 16)    
Novas políticas no navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Recomendações dinâmicas no Admin Console    
Atalhos gerenciados pela empresa na página "Nova guia"  
Relatórios de perfil do Chrome no iOS    
Políticas experimentais de conformidade de criptografia    
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Suporte a certificados do cliente no Google Chrome para Android    
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Gemini no Chrome    
Configurações de segurança agrupadas    
Descontinuação de savedTabGroups como valor individual em SyncTypesListDisabled    
Happy Eyeballs V3  
Suporte a multicast para a API Direct Sockets    
Detecção de golpes no dispositivo Android    
ServiceWorkerAutoPreload    
Atualização no design do aviso Sem HTTPS    
Aplicação da verificação em duas etapas para administradores    
Pseudoelementos de destaque para localizar na página do CSS    
Mudança na programação de lançamento a partir do Chrome Early Stable 145    
Desativar extensões de instalação forçada com violações não relativas a malware    
Cookies vinculados à origem (por padrão)    
Remover políticas de particionamento de armazenamento de terceiros    
Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS    
Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5    
Apps isolados da Web    
Criptografia pós-quântica para DTLS no WebRTC    
Restrições de acesso à rede local  
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Nenhum anúncio de recurso futuro  
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Proteção de regras de copiar e colar  
Regras de substituição de proxy  
Mais tamanhos de arquivo aceitos para verificações da DLP  

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas leva de 1 a 2 semanas para ficar pronta.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

 

Mudanças no navegador Chrome 

   

  • Descontinuação e remoção do XSLT back to top

    O XSLT v1.0, que todos os navegadores seguem, foi padronizado em 1999. Desde então, o XSLT evoluiu para as versões 2.0 e 3.0, adicionando recursos e se distanciando da versão antiga engessada nos navegadores. Essa falta de avanço, com o aumento de bibliotecas e frameworks JavaScript que oferecem uma manipulação do DOM mais flexível e eficiente, levou a um declínio considerável no uso do XSLT pelo lado do cliente. A função dele no navegador da web foi amplamente substituída por tecnologias baseadas no JavaScript, como JSON+React.

    O Chromium usa a biblioteca libxslt para processar essas transformações, mas a libxslt não recebe manutenção há cerca de seis meses em 2025. A libxslt é uma base de código C complexa e datada, suscetível a vulnerabilidades de segurança de memória, como estouros de buffer, que podem levar à execução de código arbitrário. Como o XSLT pelo lado do cliente agora é um recurso de nicho e raramente usado, essas bibliotecas recebem muito menos manutenção e análise de segurança do que os mecanismos JavaScript básicos. No entanto, elas representam uma superfície de ataque direta e potente para processar conteúdo da web não confiável. Aliás, o XSLT é a origem de vários exploits de segurança recentes e de grande repercussão que continuam colocando os usuários de navegadores em risco.

    Por esses motivos, o Chromium (assim como outros mecanismos de navegação) planeja descontinuar e remover o XSLT da plataforma web. Para mais detalhes, consulte este artigo do Chrome para desenvolvedores

     
    • Chrome 143 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: descontinuação (mas não remoção) das APIs 
    • Chrome 152 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançaremos o teste de origem (OT) e a política corporativa para testes. Eles permitem que sites e empresas continuem usando recursos após a data da remoção.
    • Chrome 155 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o XSLT deixará de funcionar nas versões Stable para todos os usuários, exceto para os participantes do teste de origem e da política corporativa.
    • Chrome 164 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o teste de origem e a política corporativa deixarão de funcionar. Desativaremos o XSLT para todos os usuários.

   

  • Melhorias no Modo IA back to top

    O Chrome 143 integra novos recursos do Modo IA ao Chrome no macOS e no Windows. Os usuários poderão acessar o Modo IA diretamente pela página Nova guia e pela omnibox, fazendo perguntas complexas por onde quer que comecem a navegar. O lançamento começará no Chrome 143 para macOS e Windows. Os admins podem desativar esses recursos (valor 1) usando a política AIModeSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2). Para mais detalhes, consulte a seção relevante na Central de Ajuda.

    Também lançaremos o recurso de contexto de várias guias no Chrome 144. Os usuários podem compartilhar o conteúdo de uma ou mais guias abertas com o Modo IA para fazer perguntas, comparar, resumir e encontrar informações com mais eficiência. Os admins poderão desativar esses recursos (valor 1) usando a política SearchContentSharingSettings (disponível no Chrome 144) ou GenAiDefaultSettings (valor 2).

    • Chrome 143 no macOS e Windows: novas funcionalidades do modelo de IA integradas ao Chrome e que são controláveis usando a política AIModeSettings ou GenAiDefaultSettings
    • Chrome 144 no macOS e Windows: o recurso de contexto de várias guias estará disponível e será controlável usando a política SearchContentSharingSettings ou GenAiDefaultSettings

   

  • ICU versão 77.1 (compatível com Unicode 16) back to top

    Atualizamos a biblioteca de suporte Unicode, International Components for Unicode (ICU), da versão 74.2 para a 77.1, adicionando suporte ao Unicode 16 e atualizando dados de localidade. 

    Duas mudanças poderiam trazer algum risco para aplicativos da web que pressupõem um formato específico das APIs JavaScript Intl:

    1. Alteramos a formatação padrão de números em italiano para omitir o separador de milhares em números de quatro dígitos. Por exemplo, o novo Intl.NumberFormat("it").format(1234) retorna 1234 no lugar de 1.234. É possível ter o comportamento antigo com o parâmetro useGrouping do construtor Intl.NumberFormat
    2. Em algumas localidades do inglês (en-AU, en-GB e en-IN), adicionamos uma vírgula depois dos dias da semana por extenso. Por exemplo, "Saturday 30 April 2011" mudou para "Saturday, 30 April 2011" (sábado, 30 de abril de 2011). Os aplicativos da web precisam evitar depender da formatação precisa de datas, que pode mudar novamente no futuro.
    • Chrome 143 no Windows, macOS, Linux e Android

 

   

Mudanças no Chrome Enterprise Core

   

  • Recomendações dinâmicas no Admin Console back to top

    O Chrome Enterprise lançará uma nova lista de recomendações dinâmicas na página de visão geral do Chrome Enterprise no Google Admin Console.

    Essa lista de recomendações ajuda admins de TI a entender o que fazer em seguida, receber alertas sobre mudanças importantes, descobrir novidades nas notas da versão, configurar opções bastante utilizadas e mais. A lista muda dinamicamente com base nas configurações de admins de cada unidade organizacional.

    Os admins podem testar esse recurso diretamente pela página de visão geral do Admin Console. Para isso, acesse Navegador Chrome > Visão geral.

     
    • Chrome 143 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: disponível para trusted testers do Chrome Enterprise.
    • Chrome 144 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual 
     
   
  • Atalhos gerenciados pela empresa na página "Nova guia" back to top

    Os atalhos na página Nova guia oferecem acesso rápido a recursos e aplicativos internos. Os administradores podem configurar até 10 atalhos na página Nova guia do usuário usando a política NTPShortcuts.  A partir do Chrome 141, esse recurso estará disponível para trusted testers do Chrome Enterprise Core.

     
    • Chrome 141 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o pré-lançamento da política está disponível para trusted testers. Os admins podem configurar até 10 atalhos, e os usuários podem mudar para "Atalhos da minha organização" em Personalizar o Chrome.
    • Chrome 143 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: a política estará disponível para todos. Os atalhos definidos pelos administradores vão aparecer junto com os definidos pelos usuários (Meus atalhos ou Sites mais visitados). Os usuários podem controlar a visibilidade dos atalhos pelo painel Personalizar o Chrome.

   

  • Relatórios de perfil no Chrome para iOS back to top

    O Chrome Enterprise Core está lançando relatórios de perfil na nuvem para o Chrome no iOS. Para ativar os relatórios de perfil no iOS, os administradores de TI precisam ativar a política de relatórios de perfil gerenciado na seção Navegador Chrome > Configurações do Google Admin Console. Se você já ativou os relatórios de perfil gerenciado, receberá automaticamente os relatórios de perfil no Chrome para iOS. Os admins podem controlar esse recurso com a política CloudProfileReportingEnabled

    Os dados de relatórios de perfil podem ser encontrados em Google Admin Console > Navegador Chrome > Perfis gerenciados. As informações do relatório incluem dados do perfil, do navegador (versões, SO, canal etc.), as políticas aplicadas e muito mais.

     
    • Chrome 143 no iOS: o lançamento do recurso será gradual

   

  • Políticas experimentais de conformidade de criptografia back to top

    PreferSlowKEXAlgorithms e PreferSlowCiphers são duas políticas corporativas experimentais novas que configuram o Chrome para ordenar os algoritmos de acordo de chaves (grupos aceitos) e algoritmos de criptografia preferidos, com TLS 1.3, para refletir a preferência por algoritmos que foram aprovados por um regime de conformidade específico. No momento, o único regime de conformidade é o CNSA2. Isso não garante a negociação de algoritmos específicos. Ele permite que operadores de servidores que querem atender clientes com e sem requisitos de conformidade façam a diferenciação entre clientes, usando determinados algoritmos não padrão com maior força criptográfica apenas para os clientes que configuram explicitamente essa preferência. A definição dessa política não é necessária para a segurança. A criptografia padrão usada pelo Chrome é forte o suficiente para resistir a um ataque de força bruta que usa toda a energia do Sol. A definição dessa política torna o Chrome mais lento ao acessar sites. Essa política afeta apenas o TLS 1.3 e o QUIC, e não as versões anteriores do TLS.

    Essas políticas estão disponíveis temporariamente como uma única flag combinada, chrome://#cryptography-compliance-cnsa.

    • Chrome 143 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: as políticas estão disponíveis, mas marcadas como experimentais no navegador Chrome
    • Chrome 144 no ChromeOS: as políticas adicionais que se aplicam à tela de login do dispositivo ChromeOS estão disponíveis, mas marcadas como experimentais
    • Chrome 146 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: por volta do Chrome 146, atualizaremos os servidores TLS de Serviços do Google para que negociem o ML-KEM-1024 quando essa flag estiver definida. A partir daí, a política não será mais marcada como experimental.
  

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

Saiba mais sobre as diferenças entre o Chrome Enterprise Core e o Chrome Enterprise Premium.

   

  • Suporte a certificados do cliente no Google Chrome para Android back to top  

    O provisionamento corporativo de certificados do cliente já está disponível no Chrome para Android, ampliando o suporte já disponível em plataformas de computador. Os admins que usam o Chrome Enterprise Core agora podem implantar certificados do cliente em navegadores e perfis gerenciados nos dispositivos Android, permitindo uma autenticação tranquila em recursos corporativos. Essa integração aumenta a segurança porque usa armazenamento de chaves protegidas por hardware, como o Android Keystore e o StrongBox, que tornam as chaves privadas não exportáveis e altamente resistentes a vulnerabilidades.

     
    • Chrome 143 no Android

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Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome

   

  • Gemini no Chrome back to top

    O Gemini agora está integrado ao Chrome no macOS e no Windows e pode entender o conteúdo da sua página atual. Agora os usuários podem conferir os principais pontos, esclarecer conceitos e encontrar respostas sem sair da guia do Chrome. Essa integração inclui o chat, em que os usuários podem interagir com o Gemini por texto, e o Gemini Live, em que os usuários podem interagir com o Gemini por voz.

    No Chrome 143, começamos a lançar o Gemini no Chrome para a maioria dos usuários do Google Workspace com acesso ao app do Gemini nos EUA. Os administradores podem desativar esse recurso (valor 1) usando a política GeminiSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2). Para mais detalhes, consulte Gemini no Chrome na Central de Ajuda ou neste post.

    Também lançaremos o recurso de contexto de várias guias no Chrome 143. O Gemini no Chrome agora pode acessar mais guias abertas (até 10) para você fazer perguntas em várias páginas e comparar ou encontrar informações com mais eficiência. O Gemini no Chrome também funciona como um agente de produtividade, ativando as ferramentas do YouTube, Maps, Gmail, Drive, Keep, Agenda e Tarefas. 

    • Chrome 137 no macOS e Windows: o recurso está disponível para alguns assinantes do Google AI Pro e Ultra nos EUA e nos canais pré-Stable (Dev, Canary e Beta) nos EUA.
    • A partir do Chrome 144 no macOS e Windows: 
      • Recursos agênticos no Gemini no Chrome disponíveis para alguns usuários (não corporativos). Uma política corporativa, GeminiActOnWebSettings, estará disponível no lançamento e poderá ser definida usando configurações personalizadas. Os usuários não corporativos também poderão fazer upload de imagens renderizadas diretamente para o Gemini no Chrome usando um item do menu de contexto do Chrome. Em seguida, os usuários poderão usar comandos no Gemini no Chrome para gerar novas imagens derivadas.
      • Item do menu de contexto para upload de imagens disponível para usuários corporativos. Esse recurso respeita as regras definidas pela política DataControlsRules e as configurações OnBulkDataEntryEnterpriseConnector.
    •  A partir do Chrome 148 no macOS e Windows: recursos agênticos no Gemini no Chrome disponíveis para usuários corporativos.

   

  • Pacote de configurações de segurança back to top

    Esse recurso oferece aos usuários opções de segurança agrupadas para definir as configurações de segurança com base no nível de proteção desejado ao usar o Chrome. Os usuários podem escolher entre "Maior proteção" para o mais alto nível de segurança e "Padrão" para a proteção equilibrada padrão. Os usuários ainda podem definir valores personalizados para as configurações, como já fazem hoje. Isso simplifica a experiência do usuário e facilita a obtenção do nível de proteção desejado sem precisar entender as opções de configuração avançadas.

    As políticas empresariais atuais têm precedência sobre as seleções de pacotes do usuário final. Se uma política já estiver definida para as configurações de segurança, os valores não serão substituídos pela escolha de um pacote de segurança feita pelo usuário.

    • Chrome 144 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows
     

   

  • Descontinuação de savedTabGroups como valor individual em SyncTypesListDisabled back to top

    No momento, a política corporativa SyncTypesListDisabled permite que os administradores desativem a sincronização do tipo de dados savedTabGroups em plataformas de computador. No entanto, em plataformas móveis, a sincronização de grupos de guias já é gerenciada pelo tipo de dados de guias. Para alinhar o comportamento do computador com o de dispositivos móveis e simplificar o gerenciamento da sincronização, o tipo de dado savedTabGroups individual será descontinuado e não será mais um valor personalizável individualmente na política SyncTypesListDisabled.

    Ação necessária dos administradores: 

    A partir do Chrome 144, se a política SyncTypesListDisabled desativar as guias ou o savedTabGroups, os dois tipos de dados serão considerados desativados. Isso significa que desativar as guias também desativa os grupos de guias salvos e vice-versa. O valor savedTabGroups será totalmente removido da lista de tipos de dados compatíveis com essa política. Os administradores que desativaram os grupos de guias salvas e querem manter esse comportamento precisam desativar explicitamente o tipo de dados "Guias". Isso garante o comportamento desejado antes que o valor savedTabGroups seja totalmente removido.

    • Chrome 144 no Windows, macOS e Linux
     

   

  • Happy Eyeballs V3 back to top

    Esse lançamento é uma otimização interna no Chrome que implementa o Happy Eyeballs V3 para melhorar a simultaneidade da conexão de rede. O Happy Eyeballs V3 executa resoluções de DNS de forma assíncrona e intercala as tentativas de conexão com protocolos preferíveis (H3/H2/H1) e famílias de endereços (IPv6 ou IPv4) para reduzir o atraso da conexão de rede visível para o usuário. Esse recurso é bloqueado por uma política temporária HappyEyeballsV3Enabled.

    • Chrome 144 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows
     

   

  • Suporte a multicast para a API Direct Sockets back to top

    Com esse recurso, os Apps Isolados da Web (AIWs) podem fazer inscrição em grupos de multicast e receber pacotes do protocolo de datagramas do usuário (UDP) deles, além de especificar outros parâmetros ao enviar pacotes UDP para endereços de multicast.

    • Chrome 144 no Windows, macOS e Linux
     

   

  • Detecção de golpe no dispositivo Android back to top

    O Chrome enviará uma solicitação à Navegação segura para uma decisão final ao detectar um golpe no dispositivo usando os recursos visuais da página. Com base nisso, o Chrome decidirá se mostra um aviso ao usuário.

    Esse recurso só está disponível para usuários no modo de proteção reforçada. O recurso fica desativado para usuários do modo de proteção padrão ou com a Navegação segura desativada. Os admins corporativos podem controlar essa configuração com a política do Chrome Enterprise SafeBrowsingProtectionLevel.

    • Chrome 144 no Android
     

   

  • Modo ServiceWorkerAutoPreload back to top

    O ServiceWorkerAutoPreload é um modo em que o navegador emite a solicitação de rede em paralelo com a inicialização do service worker e consome o resultado da solicitação de rede no gerenciador de busca se ele retornar a resposta com respondWith(). Se o resultado do gerenciador de busca for de substituição, ele transmitirá a resposta de rede diretamente para o navegador. O ServiceWorkerAutoPreload é definido como uma otimização opcional do navegador, que muda o comportamento do service worker atual. Os admins podem controlar esse recurso com uma política corporativa chamada ServiceWorkerAutoPreloadEnabled.

   

  • Atualizar para No HTTPS warning back to top

    O Chrome 141 atualizou o aviso exibido quando um usuário ativa a opção Sempre usar conexões seguras em chrome://settings/security de um intersticial para uma caixa de diálogo. O indicador de segurança de conteúdo do URL no aviso muda de um asterisco para um bloqueio quebrado, enquanto o carregamento da página inteira permanece bloqueado e a funcionalidade não muda. Alguns usuários podem ver esse aviso automaticamente ao acessar sites HTTP. Os usuários podem ativar o aviso em chrome://settings/security.

    • Chrome 141 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: novo design de aviso em plataformas de computador
    • Chrome 143 no Android: novo design de aviso no Android
     

   

  • Aplicação da verificação em duas etapas para administradores back to top

    Para proteger melhor as informações da sua organização, em breve o Google vai exigir que todas as contas com acesso a admin.google.com ativem a verificação em duas etapas (2SV). Como admin do Google Workspace, você precisa confirmar sua identidade com a verificação em duas etapas, que requer sua senha e algo adicional, como um número de telefone ou uma chave de segurança.

    A aplicação será lançada gradualmente nos próximos meses. Ative a verificação em duas etapas nas contas de administrador da sua organização antes que o Google aplique esse recurso. Para mais informações, consulte Sobre a aplicação da verificação em duas etapas para administradores.

    • Chrome 137 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: início da ativação da autenticação de dois fatores
    • Chrome 145 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: verificação em duas etapas obrigatória
     

   

  • Pseudoelementos de CSS para realce ao localizar na página back to top

    Esse recurso vai expor o estilo do resultado da pesquisa de localizar na página para autores como um pseudoelemento de destaque, como seleção e erros de ortografia. Isso permite que os autores mudem as cores de primeiro plano e de plano de fundo ou adicionem decorações de texto. Isso pode ser bastante útil se os padrões do navegador tiverem contraste insuficiente com as cores da página ou forem inadequados de outra forma.

    • Chrome 145 no Windows, macOS, Linux e Android

   

  • Mudança na programação de lançamento a partir do Chrome Early Stable 145back to top

    A partir do Chrome 145, lançaremos o navegador no canal Early Stable uma semana antes do que comunicamos anteriormente. Por exemplo, o lançamento da versão Early Stable do Chrome 145 mudou de 4 de fevereiro de 2026 para 28 de janeiro de 2026. Não há mudanças na versão do Canal Stable. Para fins de referência, confira a programação de lançamentos atualizada. 

    • Chrome 145 no Android, iOS, macOS e Windows: lançaremos o navegador no canal Early Stable uma semana antes.

   

  • Desativar extensões de instalação forçada com violações não relativas a malware back to top

    Esse recurso desativará silenciosamente as extensões de instalação forçada que violarem as políticas da Chrome Web Store (CWS) em ambientes não gerenciados do navegador. Essas violações incluem violações gerais do programa, software indesejado e possíveis vulnerabilidades de segurança não classificadas como malware. Os usuários ainda poderão ativar ou desativar essas extensões, mas não as remover.

    Uma nova política corporativa, ExtensionForceInstallWithNonMalwareViolationEnabled, será adicionada na versão 142 para preservar o comportamento atual em ambientes não gerenciados do navegador, mas será removida na versão 145.

    Essa mudança não afeta as instâncias gerenciadas do Chrome associadas a um domínio do Microsoft Active Directory, ao Microsoft Azure Active Directory ou registradas no Chrome Enterprise Core. No macOS, essa mudança não afeta instâncias do Chrome gerenciadas via MDM, associadas a um domínio ou registradas no Chrome Enterprise Core.

    • Chrome 142 no macOS e Windows: no Chrome 142 para Windows e macOS, as extensões de instalação forçada com violações de políticas secundárias serão desativadas silenciosamente em ambientes pouco confiáveis.
    • Chrome 145 no macOS e Windows: removeremos a política ExtensionForceInstallWithMinorPolicyViolationEnabled.

   

  • Cookies vinculados à origem (por padrão) back to top

    No Chrome 145, os cookies serão vinculados à origem da configuração (por padrão) para que só ela possa acessá-los, ou seja, enviar em uma solicitação ou ser visíveis pelo document.cookie. Os cookies podem facilitar as restrições de vinculação de host e porta usando o atributo "Domain", mas todos os cookies serão vinculados ao esquema de configuração.

    As políticas corporativas temporárias LegacyCookieScopeEnabled e LegacyCookieScopeEnabledForDomainList estarão disponíveis para reverter essa mudança. Essas políticas vão deixar de funcionar no Chrome 150.

    • Chrome 145 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: as políticas corporativas estarão disponíveis
    • Chrome 150 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: as políticas empresariais serão removidas

   

   

  • Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS back to top

    O Chrome 124 ativou por padrão em todas as plataformas de computador um novo mecanismo de encapsulamento de chaves TLS com segurança pós-quântica X25519Kyber768, baseado em um padrão NIST (ML-KEM). Isso protege o tráfego de rede do Chrome com servidores que também são compatíveis com o ML-KEM da descriptografia por um futuro computador quântico. Essa mudança precisa ser transparente para os operadores do servidor. Essa criptografia será usada para conexões TLS 1.3 e QUIC.

    No entanto, algumas middleboxes TLS podem estar despreparadas para o tamanho de um encapsulamento de chaves Kyber (ML-KEM) ou um novo ponto de código de criptografia ClientHello do TLS, levando a conexões descartadas ou suspensas. Para resolver isso, atualize o middlebox ou desative o mecanismo de encapsulamento de chave com a política corporativa temporária PostQuantumKeyAgreementEnabled, disponível até o fim de 2024. No entanto, criptografias pós-quânticas de longo prazo serão necessárias no TLS, e a política empresarial será removida. A criptografia pós-quântica é necessária para o CSNA 2.0. Para saber mais, consulte Proteger o tráfego do Chrome com o KEM híbrido do Kyber.

    • Chrome 131 no Linux, macOS e Windows: o Chrome vai mudar o mecanismo de encapsulamento de chaves para a versão padrão final do ML-KEM
    • Chrome 146 no Linux, macOS e Windows: removeremos a política corporativa PostQuantumKeyAgreementEnabled

   

  • Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam "file://" back to top

    De acordo com a especificação do padrão de URL, os hosts de URL não podem conter o caractere de espaço, mas a análise de URL no Chromium permite atualmente espaços no host. Isso faz com que o Chromium falhe em vários testes incluídos nos HTTPS URLs for WebSocket da Interop2024 e áreas de foco de URL. Para que o Chromium atenda à a especificação, gostaríamos de remover os espaços dos hosts de URL, mas a dificuldade é que eles são usados na parte do host em URLs file:// do Windows (GitHub).

    • Chrome 147 no Android, ChromeOS, Lacros, Linux, macOS, Windows e Fuchsia

   

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top

    A partir do Chrome 126, o Chrome passará a oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    Os admins podem usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabled, lançada no Chrome 125, para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativá-lo. Essa política vai estar disponível até o Chrome 146 e será removida no Chrome 147. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled até o Chrome 146 para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente.
    • Chrome 147 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled será removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.

   

  • Migração da API Safe Browsing v4 para a v5 back to top

    As chamadas do Chrome para a API SafeBrowsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5. Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários. Para mais detalhes, consulte Migração da V4: Navegação segura

    • Chrome 148 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual.

   

  • Apps Isolados da Web back to top

    Os apps isolados da Web (IWAs) são uma extensão do trabalho atual sobre a instalação de PWAs e o empacotamento da Web. Eles oferecem proteções mais fortes contra comprometimento do servidor e outras adulterações necessárias para desenvolvedores de aplicativos sensíveis à segurança. Esses aplicativos são reunidos em pacotes da Web, assinados pelo desenvolvedor e distribuídos aos usuários finais por um ou mais dos métodos descritos na explicação em vez de serem hospedados em servidores da Web ativos e buscados por HTTPS. 

    Na versão inicial, os IWAs só poderão ser instalados por uma política de administrador em dispositivos ChromeOS gerenciados pela empresa.

    • Chrome 150 no Windows: esse lançamento adiciona suporte a Apps Isolados da Web em configurações gerenciadas pela empresa do navegador no Windows.

   

  • Criptografia pós-quântica para DTLS em WebRTC back to top

    Esse recurso permite o uso da criptografia pós-quântica (PQC) com conexões WebRTC. A motivação da PQC é atualizar o tráfego de mídia do WebRTC com os protocolos de criptografia mais recentes e evitar cenários de Coletar agora para quebrar depois

    Os admins poderão controlar esse recurso usando a política corporativa WebRtcPostQuantumKeyAgreement para que os usuários corporativos possam desativar a PQC. A política será temporária e tem remoção planejada para a versão 152 do Chrome.

    • Chrome 142 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: lançamento de recursos
    • Chrome 152 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: remoção da política corporativa

   

  • Restrições de acesso à rede local back to top

    O Chrome 142 restringiu a capacidade de fazer solicitações para a rede local do usuário, protegida por um comando de permissão.

    Uma solicitação de rede local é qualquer solicitação de um site público a um endereço IP local ou endereço de loopback, ou de um site local (por exemplo, intranet) a loopback. Restringir a capacidade dos sites de fazer essas solicitações por trás de uma permissão reduz o risco de ataques de falsificação de solicitação entre sites em dispositivos de rede local, como roteadores, e diminui a capacidade dos sites de usar essas solicitações para criar uma impressão digital da rede local do usuário.

    Essa permissão é restrita a contextos seguros. Se concedida, a permissão também relaxa o bloqueio de conteúdo misto para solicitações de rede local, já que muitos dispositivos locais não conseguem certificados TLS confiáveis publicamente por vários motivos.

    Esse trabalho substitui um esforço anterior chamado Acesso à rede privada, que usava solicitações de simulação para conseguir a permissão dos dispositivos locais.

    Para mais informações sobre esse recurso, consulte este guia sobre Como adaptar seu site para as novas restrições de acesso à rede local no Chrome.

 

Próximas atualizações do Chrome Enterprise Core

Não há atualizações futuras do Chrome Enterprise Core.

 

Próximas atualizações do Chrome Enterprise Premium

    

  • Proteção contra regras de copiar e colar back to top

    Para ajudar as organizações a evitar melhor a exfiltração de dados em dispositivos móveis, o Chrome está ampliando os controles de dados da área de transferência de dados do computador. Os administradores agora podem usar a política DataControlsRules para definir regras que bloqueiam ou alertam os usuários ao tentarem copiar ou colar conteúdo que viola as políticas da organização. Esse recurso permite que os administradores definam limites de dados e impeçam que informações sensíveis sejam coladas de um contexto de trabalho em apps ou sites pessoais na frota de dispositivos móveis. Isso resolve uma lacuna de segurança significativa e um recurso frequentemente solicitado por clientes empresariais que citaram a falta de controles de dados móveis como uma preocupação.

    Para usar esse recurso, os administradores podem configurar restrições de área de transferência na política DataControlsRules, oferecendo uma experiência de gerenciamento consistente em computadores e dispositivos móveis para fortalecer a postura de segurança geral da organização. Este artigo da Central de Ajuda dá mais contexto sobre como os admins podem configurar e gerenciar conectores de relatórios do Chrome Enterprise para encaminhar eventos de segurança do navegador e proteção de dados a serviços de terceiros para análise.

    • Chrome 140 no Android: a proteção de regras de copiar/colar estará disponível no Android
    • Chrome 144 no iOS: a proteção de regras de copiar/colar estará disponível no iOS

    

  • Regras de substituição de proxy back to top

    Para simplificar o gerenciamento de proxy em ambientes corporativos complexos, o Chrome 144 implementará duas novas políticas: ProxyOverrideRules e EnableProxyOverrideRulesForAllUsers. No momento, as organizações que usam várias soluções de proxy (por exemplo, um proxy geral e um específico para o gateway seguro do Google) ou têm diferentes equipes de admins (por exemplo, para GPO e o Google Admin Console) precisam juntar manualmente arquivos PAC complexos. Esse processo é suscetível a erros e cria um atrito administrativo considerável.

    A nova política ProxyOverrideRules permite que os admins configurem uma lista de regras de roteamento que são avaliadas antes de qualquer configuração de proxy atual, incluindo arquivos PAC definidos pela política ProxySettings. Isso permite aos admins adicionar com facilidade rotas específicas (por exemplo, para enviar tráfego de apps da Web particulares a um gateway seguro) sem modificar o script PAC principal da empresa toda. A política EnableProxyOverrideRulesForAllUsers dá mais controle sobre o modo de aplicar essas regras de substituição a usuários não afiliados em um dispositivo. Os usuários finais recebem uma notificação na página de configurações chrome:// quando essas regras administrativas de proxy estão ativas.

    • Chrome 144 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows
      As regras de substituição de proxy estarão disponíveis no Windows, macOS, ChromeOS e Linux

    

  • Aumento do suporte a tamanhos de arquivo para verificações da DLP back to top

    O Chrome Enterprise Premium ampliará os recursos de prevenção contra perda de dados (DLP) e verificação de malware para que incluam arquivos grandes e criptografados. Antes, arquivos maiores que 50 MB e todos os arquivos criptografados eram ignorados durante a verificação de conteúdo. Essa atualização corrigirá essa falha de segurança crítica. Para políticas configuradas para salvar evidências, agora é possível enviar arquivos de até 2 GB para o Evidence Locker. Isso oferece aos administradores mais visibilidade e controle, reduzindo significativamente o risco de exfiltração de dados por transferências de arquivos grandes.

    Não é necessário ter uma nova política para ativar esse recurso. Ele é controlado automaticamente pelas configurações de regras da DLP no Google Admin Console. Se os administradores tiverem regras aplicáveis a uploads, downloads ou impressão de arquivos, elas também serão aplicadas a arquivos grandes e criptografados. Para mais informações, consulte O que são os controles de dados do ChromeOS?.

    • Chrome 145 no Linux, macOS e Windows: essa etapa permite a coleta de arquivos grandes (>50 MB) e criptografados para o Evidence Locker, fechando uma lacuna de segurança importante da DLP.

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Resumo da versão 143 do ChromeOS

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Gerenciar impressoras conectadas a uma porta USB    
Configurações de impressão pré-configuradas    
Pré-carregar o Google Vids no ChromeOS para usuários gerenciados    
Chave para trocar entre kana e romaji no teclado virtual do ChromeOS    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Melhorias na autenticação por crachá  

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

Atualizações atuais do ChromeOS

   

  • Gerenciar impressoras USB no ChromeOSback to top

    Antes, os admins só podiam gerenciar impressoras conectadas ao ChromeOS por uma conexão de rede. Com esse novo recurso, é possível gerenciar impressoras conectadas a um dispositivo ChromeOS pela porta USB. Agora, os admins do ChromeOS podem especificar o ID do fornecedor e o ID do produto das impressoras USB para gerenciá-las nas organizações.

    Para mais informações, consulte Gerenciar impressoras locais e de rede.

   

  • Configurações de impressão predefinidas back to top

    A partir do ChromeOS 143, os administradores poderão pré-configurar ou limitar as opções de impressão em cada impressora. A funcionalidade aplica-se às configurações de tamanho e tipo de documento, duplex, cor, DPI, qualidade de impressão e imprimir como imagem. A predefinição das configurações de impressão ajuda a otimizar fluxos de trabalho em domínios como saúde, varejo ou logística. Um exemplo recorrente são as impressoras de etiquetas com um tamanho específico. Ao predefinir o tamanho do documento, os admins poupam os usuários dessa configuração manual.

    Para mais informações, consulte Gerenciar impressoras locais e de rede.

   

  • Pré-carregamento do Google Vids no ChromeOS para usuários gerenciados back to top

    O Google Vids, um app de trabalho para criação de vídeos com tecnologia de IA, agora vem pré-instalado para usuários gerenciados. Use o Google Vids para criar, escrever, produzir, editar, colaborar e compartilhar seus vídeos.

    Os usuários gerenciados podem achar o Google Vids no acesso rápido do ChromeOS. Para mais informações, consulte O Google Vids reforça a mensagem da sua narrativa por vídeo

   

  • Chave para trocar entre kana e romaji no teclado virtual do ChromeOS back to top

    O ChromeOS 143 adiciona uma chave para trocar entre os modos de entrada kana e romaji à interface do teclado virtual quando o idioma de entrada escolhido é o japonês. Com essa melhoria, os usuários poderão trocar os layouts no modo quiosque quando não for possível abrir as configurações do teclado virtual.


Próximas mudanças no ChromeOS

   

  • Melhorias na autenticação por crachá back to top

    O ChromeOS adicionou a funcionalidade de autenticação por crachá às sessões de usuários do ChromeOS. Os usuários podem iniciar uma sessão com um toque e sair com outro toque. A solução é focada em profissionais de atendimento de vários setores, incluindo varejo, hotelaria e manufatura. A partir do ChromeOS 145, vamos melhorar essa funcionalidade com suporte a casos de uso com toque para desbloquear a tela e tocar sobre, além de suporte a leitores baseados em WebHID+SDK. 

    Para mais informações, consulte Configurar a autenticação por crachá.

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Chrome 142

Resumo da versão 142 do Chrome

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Experiência simplificada de login e sincronização no Chrome para computador  
Desativar extensões de instalação forçada com violações não relativas a malware    
Suporte a vários perfis na extensão Compartilhar do Chrome para iOS     
Assistência do LLM do cliente para reduzir golpes    
Restrições de acesso à rede local    
Isolamento de processos com chave de origem    
Criptografia pós-quântica para DTLS no WebRTC    
Ativação fixa do usuário em navegações de mesma origem iniciadas por renderizador    
Integração do Chrome DevTools com o Google Developer Program    
Personalização do plano de fundo da página Nova guia do Chrome para iOS    
Google Chat disponibilizado por um novo destino      
Novas políticas no navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento

Não há atualizações nesta versão.

     
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Refatoração da UX com regras do navegador Chrome  
Integração simplificada do Chrome Enterprise com o Google SecOps    
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Descontinuação e remoção do XSLT
Gemini no Chrome    
ICU 77 (compatível com Unicode 16)    
Cookies vinculados à origem (por padrão)    
Atualização no design do aviso Sem HTTPS    
Configurações de segurança agrupadas    
Descontinuação de savedTabGroups como valor individual em SyncTypesListDisabled    
Prevenção de rastreamento de HSTS    
Happy Eyeballs V3  
Suporte a multicast para a API Direct Sockets    
ServiceWorkerAutoPreload    
Aplicação obrigatória da verificação em duas etapas para admins    
Pseudoelementos de destaque do CSS para localização na página    
Mudança na programação de lançamento a partir do Chrome Early Stable 145    
Limpar o nome da janela para navegações entre sites que mudam o grupo de contexto de navegação    
Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://    
Remover políticas de particionamento de armazenamento de terceiros    
Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS    
Apps isolados da web    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Migração da API SafeBrowsing da v4 para a v5    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Atalhos gerenciados pela empresa na página Nova guia  
Relatórios de perfil do Chrome no iOS    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Mais tamanhos de arquivo aceitos para verificações da DLP  

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas leva de 1 a 2 semanas para ficar pronta.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

 

Mudanças no navegador Chrome 

   

  • Experiência simplificada de login e sincronização no Chrome para computador back to top

    O Chrome vai lançar uma versão simplificada e consolidada de login e sincronização no Chrome para Windows, Mac e Linux. A Sincronização do Chrome vai deixar de ser exibida como um recurso separado nas configurações e em outros lugares. Em vez disso, os usuários poderão fazer login no Chrome para usar e salvar dados como senhas, favoritos e muito mais na Conta do Google, de acordo com as políticas empresariais relevantes. Além disso, os usuários que fizerem login no Chrome também poderão ativar a sincronização das guias e do histórico de navegação na Conta do Google, novamente sujeitos às políticas empresariais relevantes.

    O recurso de salvar e acessar dados do Chrome na Conta do Google (que fazia parte da Sincronização do Chrome) pode ser desativado via SyncDisabled e SyncTypesListDisabled. O login no Google Chrome pode ser desativado por BrowserSignin, assim como antes.

    As mudanças não afetam a capacidade dos usuários de fazer login nos Serviços do Google na web (como o Gmail) sem fazer login no Chrome, de permanecer desconectados do Chrome ou de controlar as informações sincronizadas com a Conta do Google.

    Essas mudanças são bem parecidas com a experiência simplificada de login e sincronização lançada no iOS na versão 117 e no Android na 127.

     
    • Chrome 142 no Linux, macOS e Windows: lançamento gradual

   

  • Desativar extensões de instalação forçada com violações não relativas a malware back to top

    Esse recurso desativa silenciosamente as extensões de instalação forçada que violam as políticas da Chrome Web Store (CWS) em ambientes não gerenciados do navegador. Essas violações incluem violações gerais do programa, software indesejado e possíveis vulnerabilidades de segurança não classificadas como malware. Os usuários ainda poderão ativar ou desativar essas extensões, mas não as remover.

    Uma nova política corporativa, ExtensionForceInstallWithNonMalwareViolationEnabled, será adicionada na versão 142 para preservar o comportamento atual em ambientes não gerenciados do navegador, mas será removida na versão 145.

    Essa mudança não afeta as instâncias gerenciadas do Chrome associadas a um domínio do Microsoft Active Directory, ao Microsoft Azure Active Directory ou registradas no Chrome Enterprise Core. No macOS, essa mudança não afeta instâncias do Chrome gerenciadas via MDM, associadas a um domínio ou registradas no Chrome Enterprise Core.

     
    • Chrome 142 no macOS e Windows: no Chrome 142 para Windows e macOS, as extensões de instalação forçada com violações de políticas secundárias serão desativadas silenciosamente em ambientes pouco confiáveis.
    • Chrome 145 no macOS e Windows: removeremos a política ExtensionForceInstallWithNonMalwareViolationsEnabled.

   

  • Suporte a vários perfis na extensão Compartilhar do Chrome para iOS back to top

    Desde o Chrome 142 no iOS, a extensão Compartilhar do Chrome permite que os usuários vejam o perfil em uso e o mudem antes de abrir um URL no Chrome ou pesquisar texto ou imagem. Para usuários com vários perfis ativados, quando eles quiserem compartilhar um URL ou selecionar texto ou uma imagem e escolher o Chrome, a extensão Compartilhar no Chrome vai aparecer com um avatar da conta. O intent de compartilhamento vai ser aberto no perfil selecionado se os usuários não fizerem nada.

    Para mudar o perfil na extensão Compartilhar do Chrome Share, os usuários clicam nela e selecionam o perfil desejado. O Chrome vai alternar os perfis de acordo com a solicitação. Se a política empresarial permitir perfis de trabalho, os usuários poderão definir o perfil de widgets. Se apenas perfis pessoais ou corporativos forem permitidos e o suporte a vários perfis não estiver ativado, os widgets vão continuar funcionando como antes.

     
    • Chrome 142 no iOS

   

  • Assistência do LLM do cliente para reduzir fraudes back to top

    Os usuários da web lidam todos os dias com uma quantidade significativa de golpes de vários tipos. Para combater esses golpes, o Chrome usa um modelo de linguagem grande (LLM) no dispositivo para identificar sites desse tipo para usuários da Navegação segura com maior proteção. O Chrome envia o conteúdo da página para um LLM no dispositivo para inferir sinais relacionados à segurança da página e os envia para o lado do servidor da Navegação Segura para uma decisão final. Quando ativado, o Chrome pode consumir mais largura de banda para baixar o LLM.

    • Chrome 134 no Linux, macOS e Windows colete o nome da marca e o resumo da intent da página que acionou o bloqueio do teclado para identificar sites de golpes.
    • Chrome 135 no Linux, macOS e Windows: mostre os avisos ao usuário com base no veredito do servidor, que usa o resumo da marca e da intent da página que acionou o bloqueio do teclado.
    • Chrome 137 no Linux, macOS e Windows: colete o resumo da marca e da intent da página com base no sistema de pontuação da reputação do servidor.
    • Chrome 138 no Linux, macOS e Windows: mostre os avisos ao usuário com base no veredito do servidor, que usa a marca e a intent das páginas que receberam uma pontuação do sistema de reputação do servidor.
    • Chrome 142 no Android

   

  • Restrições de acesso à rede local back to top

    O Chrome 142 restringe a capacidade de fazer solicitações para a rede local do usuário, protegida por um comando de permissão.

    Uma solicitação de rede local é qualquer solicitação de um site público a um endereço IP local ou loopback, ou de um site local (por exemplo, intranet) a loopback. Restringir a capacidade dos sites de fazer essas solicitações por trás de uma permissão reduz o risco de ataques de falsificação de solicitação entre sites em dispositivos de rede local, como roteadores, e diminui a capacidade dos sites de usar essas solicitações para criar uma impressão digital da rede local do usuário.

    Essa permissão é restrita a contextos seguros. Se concedida, a permissão também relaxa o bloqueio de conteúdo misto para solicitações de rede local, já que muitos dispositivos locais não conseguem certificados TLS confiáveis publicamente por vários motivos.

    Esse trabalho substitui um esforço anterior chamado Acesso à rede privada, que usava solicitações de simulação para que os dispositivos locais ativassem o recurso.

    Para mais informações sobre esse recurso, consulte este guia sobre Como adaptar seu site para as novas restrições de acesso à rede local no Chrome.

    • Chrome 142 no Windows, macOS, Linux e Android

   

  • Isolamento de processos com chave de origem back to top

    O Chrome 142 implementa uma mudança na política de isolamento de processos, trocando o bloqueio de processos de sites como https://example.com pelo bloqueio de processos de origens específicas, como https://foo.example.com.

    Para aumentar ainda mais a segurança, o Chrome está migrando para um modelo de isolamento de processos mais granular chamado isolamento de origem. Antes, o Chrome usava o isolamento de sites, que agrupava diferentes origens do mesmo site (por exemplo, https://a.example.com e https://b.example.com) em um único processo de renderização.

    Com o isolamento de origens, isolamos cada origem (por exemplo, https://foo.example.com) no próprio processo de renderização. Essa mudança reforça a arquitetura de segurança do Chrome porque alinha melhor os limites de processos com o modelo de segurança fundamental da web baseado em origem, oferecendo maior proteção contra possíveis vulnerabilidades nos sites.

    Possíveis considerações sobre o desempenho: embora cada processo seja menor, esse aumento na granularidade pode levar a um maior uso geral de memória e CPU. Para equilibrar segurança e performance, o isolamento de origem será ativado por padrão apenas em dispositivos com pelo menos 4 GB de RAM.

    Controle corporativo: os admins podem controlar esse recurso com a política OriginKeyedProcessesEnabled.

     
    • Chrome 142 no ChromeOS, Linux e Windows

   

  • Criptografia pós-quântica para DTLS em WebRTC back to top

    Esse recurso permite o uso da criptografia pós-quântica (PQC) com conexões WebRTC. A motivação da PQC é atualizar o tráfego de mídia do WebRTC com os protocolos de criptografia mais recentes e evitar cenários de Coletar agora para quebrar depois

    Os admins poderão controlar esse recurso usando a política corporativa WebRtcPostQuantumKeyAgreement para que os usuários corporativos possam desativar a PQC. A política será temporária e tem remoção planejada para a versão 152 do Chrome.

    • Chrome 142 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia
    • Chrome 152 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: remoção da política empresarial

   

  • Ativação fixa do usuário em navegações de mesma origem back to top

    Esse recurso preserva o estado de ativação do usuário fixo depois que uma página navega para outra de mesma origem. A falta de ativação do usuário na página pós-navegação impede alguns casos de uso, como mostrar teclados virtuais no foco automático. Isso tem sido um bloqueador para os desenvolvedores que querem criar aplicativos de várias páginas (MPAs, na sigla em inglês) em vez de aplicativos de página única (SPAs, na sigla em inglês).

     
    • Chrome 142 no Windows, macOS, Linux e Android

   

  • Integração do Chrome DevTools com o Google Developer Program back to top

    Esse recurso fará a integração do Google Developer Program (GDP) com o Chrome DevTools (CDT) para permitir e melhorar o engajamento dos desenvolvedores. A integração implementará um sistema de selos para recompensar os usuários por interagir com o DevTools e oferecerá uma experiência integrada na ferramenta ao se inscrever no GDP, promovendo um ecossistema mais conectado e detectável para os desenvolvedores.

    A política DevToolsGoogleDeveloperProgramProfileAvailability permite aos admins integrar o Google Developer Program ao Chrome DevTools. O perfil do usuário no Google Developer Program é mostrado no Chrome DevTools, e os usuários recebem selos por realizar ações específicas nesse recurso.

     
    • Chrome 142 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o Chrome DevTools permite aos desenvolvedores web se conectar e integrar ao Google Developer Program.

   

  • Chrome para iOS Nova guia personalização do plano de fundo da página back to top

    No Chrome para iOS, os usuários agora podem personalizar o plano de fundo da página Nova guia (NTP). Os admins poderão definir NTPCustomBackgroundEnabled com verdadeiro ou falso, determinando se os usuários poderão personalizar o plano de fundo da NTP. O admin poderá definir a BrowserThemeColor, que aceita um código hexadecimal para especificar uma cor. Se especificar um valor hexadecimal, o usuário não poderá substituí-lo.

    O admin também poderá especificar um valor hexadecimal recomendado, que o usuário pode substituir. Com a ativação completa, o usuário também poderá selecionar na galeria pré-selecionada do Chrome ou no rolo da câmera do smartphone.

     
    • Chrome 142 no iOS: o lançamento do recurso será gradual

   

  • Google Chat disponibilizado por um novo destino back to top

    A equipe do Google Chat lançará uma experiência mais rápida e confiável para usuários da web. Agora, vamos disponibilizar o Chat por chat.google.com no lugar de mail.google.com/chat. No entanto, os usuários ainda poderão usar os favoritos e links de mail.google.com/chat. Essa mudança reduzirá o tempo de carregamento ao abrir o aplicativo sem alterar a interface do usuário do Chat.

    • Admins e desenvolvedores: se você criou uma extensão que funciona com o Chat, verifique se ela é compatível com o novo endereço da web chat.google.com. Atualize sua extensão para garantir que ela encontre e interaja com o Chat pelo novo endereço.
    • Usuários finais: se você usa extensões do Chrome para melhorar o Chat, os criadores delas talvez precisem atualizá-las para que funcionem corretamente após a mudança para chat.google.com. Se notar que uma extensão não funciona como esperado, verifique se há alguma atualização disponível na Chrome Web Store.
    • Admins: se você bloqueou o acesso ao Chat para usuários da sua organização usando uma lista de permissões ou bloqueando URLs no admin do Chrome, também precisará adicionar o domínio chat.google.com.

    Nossa equipe do Google Chat planeja lançar essas mudanças com calma a partir de 14 de novembro de 2025, e esperamos lançá-las para todos os usuários antes de 31 de janeiro de 2026.

   

Mudanças no Chrome Enterprise Core

Não há atualizações do Chrome Enterprise Core nesta versão.

  

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

Saiba mais sobre as diferenças entre o Chrome Enterprise Core e o Chrome Enterprise Premium.

   

  • Refactor da UX da regra do navegador Chrome back to top  

    Para melhorar a experiência de criação de regras de Prevenção contra perda de dados (DLP), o Google Admin Console está sendo atualizado para simplificar a definição de políticas para diferentes aplicativos, como o Chrome e o Workspace. Isso implementa grupos de aplicativos mutuamente exclusivos, ou seja, uma única regra de DLP agora só pode visar um grupo de aplicativos por vez, seja apps do Workspace (como o Drive e o Gmail), gatilhos do navegador Chrome (como upload de arquivos e URL visitado) ou gatilhos do ChromeOS. Essa mudança simplifica a configuração de regras, elimina possíveis conflitos de seleção de apps sobrepostos e prepara o terreno para fluxos de trabalho mais especializados e fáceis de usar, adaptados às necessidades de cada plataforma.

    Os administradores vão encontrar uma interface de seleção Apps atualizada com botões de opção para aplicar essa seleção de um único grupo para novas regras. As regras atuais que antes combinavam aplicativos de vários grupos serão migradas de forma transparente pelo sistema para regras separadas, em conformidade e de plataforma única, para garantir a proteção contínua e uma transição tranquila. Os banners no Admin Console vão fornecer informações sobre essas mudanças e o processo de migração. Não há novas políticas corporativas com essa atualização. As mudanças são na interface de configuração de regras. Para mais informações, consulte O que são os controles de dados do ChromeOS? - Ajuda do Chrome Enterprise e Education

    • Chrome 142 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: permite a seleção de apps mutuamente exclusivos para a configuração de regras de DLP no Admin Console

   

  • Integração simplificada do Chrome Enterprise com o Google SecOps back to top    

    A nova integração do Chrome Enterprise Premium (CEP) e Google Security Operations (SecOps) oferece uma conexão nativa e direta entre os dois sistemas. Esse recurso transforma o navegador em um sensor de segurança principal, permitindo às organizações evitar, detectar, investigar e responder a ameaças baseadas na web (phishing, malware e exfiltração de dados) com o envio de um conjunto enriquecido de eventos de segurança e telemetria detalhada do navegador Chrome diretamente ao SecOps.

    Para os admins, a integração implementa tipos de eventos de segurança aprimorados, como navegação de URL e visitas de URL suspeitas, enriquecidos automaticamente com inteligência contra ameaças e pontuações de risco da Navegação segura. Uma nova configuração simplificada com um só clique no Admin Console substitui o fluxo de trabalho manual anterior. 

    OBSERVAÇÃO: a coleta de eventos de alto volume (por exemplo, navegação de URL) é opcional. O recurso não precisa de mudanças na política voltada ao usuário final.

     
    • Chrome 142 no iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows

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Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome

   

  • Descontinuação e remoção do XSLT back to top

    O XSLT v1.0, que todos os navegadores seguem, foi padronizado em 1999. Desde então, o XSLT evoluiu para as versões 2.0 e 3.0, adicionando recursos e se distanciando da versão antiga engessada nos navegadores. Essa falta de avanço, com o aumento de bibliotecas e frameworks JavaScript que oferecem uma manipulação do DOM mais flexível e eficiente, levou a um declínio considerável no uso do XSLT pelo lado do cliente. A função dele no navegador da web foi amplamente substituída por tecnologias baseadas no JavaScript, como JSON+React.

     

    O Chromium usa a biblioteca libxslt para processar essas transformações, e ela não recebe manutenção há cerca de seis meses em 2025. A libxslt é uma base de código C complexa e datada com suscetibilidade notória a vulnerabilidades de segurança de memória, como estouros de buffer, que podem levar à execução de código arbitrário. Como o XSLT pelo lado do cliente agora é um recurso de nicho e raramente usado, essas bibliotecas recebem muito menos manutenção e análise de segurança do que os mecanismos JavaScript básicos. No entanto, elas representam uma superfície de ataque direta e potente para processar conteúdo da web não confiável. Aliás, o XSLT é a origem de vários exploits de segurança recentes e de grande repercussão que continuam colocando os usuários de navegadores em risco.

    Por esses motivos, o Chromium (assim como outros mecanismos de navegação) planeja descontinuar e remover o XSLT da plataforma web.

     
    • Chrome 143 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: descontinuação (mas não remoção) das APIs 
     

   

  • Gemini no Chrome back to top

    O Gemini agora está integrado ao Chrome no macOS e no Windows e pode entender o conteúdo da sua página atual. Agora os usuários podem conferir os principais pontos, esclarecer conceitos e encontrar respostas sem sair da guia do Chrome. Essa integração inclui o chat, em que os usuários podem interagir com o Gemini por texto, e o Gemini Live, em que os usuários podem interagir com o Gemini por voz.

    No Chrome 143, começaremos a lançar o Gemini no Chrome para a maioria dos usuários do Google Workspace com acesso ao app do Gemini nos EUA. Os administradores podem desativar esse recurso (valor 1) usando a política GeminiSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2). Para mais detalhes, consulte Gemini no Chrome na Central de Ajuda ou neste post.

    Também lançaremos o recurso de contexto de várias guias no Chrome 143. O Gemini no Chrome agora pode acessar mais guias abertas (até 10) para você fazer perguntas em várias páginas, comparando e encontrando informações com mais eficiência. O Gemini no Chrome também funciona como um agente de produtividade, ativando as ferramentas do YouTube, Maps, Gmail, Drive, Keep, Agenda e Tarefas. 

    • Chrome 137 no macOS e Windows: o recurso está disponível para alguns assinantes do Google AI Pro e Ultra nos EUA e nos canais pré-Stable (Dev, Canary e Beta) nos EUA.
    • Versão mais recente do Chrome 143 no macOS e Windows: recursos agênticos no Gemini no Chrome disponíveis para alguns usuários (não corporativos). A política corporativa GeminiActOnWebSettings estará disponível no lançamento.
    • Versão mais recente do Chrome 147 no macOS e Windows: recursos agênticos no Gemini no Chrome disponíveis para usuários corporativos.
     

   

  • ICU 77 (compatível com Unicode 16) back to top

    Atualizamos a biblioteca de suporte Unicode ICU (International Components for Unicode) da versão 74.2 para a 77.1, adicionando suporte ao Unicode 16 e atualizando dados de localidade. Duas mudanças poderiam trazer algum risco para aplicativos da web que pressupõem um formato específico das APIs JavaScript Intl:

    1. Alteramos a formatação padrão de números em italiano para omitir o separador de milhares em números de quatro dígitos. Por exemplo, o novo Intl.NumberFormat("it").format(1234) retorna 1234 no lugar de 1.234. É possível ter o comportamento antigo com o parâmetro useGrouping do construtor Intl.NumberFormat
    2. Em algumas localidades do inglês (en-AU, en-GB e en-IN), adicionamos uma vírgula depois dos dias da semana por extenso. Por exemplo, "Saturday 30 April 2011" mudou para "Saturday, 30 April 2011" (sábado, 30 de abril de 2011). Os aplicativos da web precisam evitar depender da formatação precisa de datas, que pode mudar novamente no futuro.
     
    • Chrome 143 no Windows, macOS, Linux e Android

   

  • Cookies vinculados à origem (por padrão) back to top

    No Chrome 143, os cookies são vinculados à origem da configuração (por padrão) para que só ela possa acessá-los, ou seja, enviar em uma solicitação ou ser visíveis pelo document.cookie. Os cookies podem facilitar as restrições de vinculação de host e porta usando o atributo "Domain", mas todos os cookies serão vinculados ao esquema de configuração.

    As políticas empresariais temporárias LegacyCookieScopeEnabled e LegacyCookieScopeEnabledForDomainList estão disponíveis para reverter essa mudança. Essas políticas vão deixar de funcionar no Chrome 150.

     
    • Chrome 143 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: as políticas corporativas estarão disponíveis
    • Chrome 150 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: as políticas empresariais serão removidas

   

  • Atualizar para No HTTPS warning back to top

    O Chrome 141 atualizou o aviso exibido quando um usuário ativa a opção Sempre usar conexões seguras em chrome://settings/security de um intersticial para uma caixa de diálogo. O indicador de segurança de conteúdo do URL no aviso muda de um asterisco para um bloqueio quebrado, enquanto o carregamento da página inteira permanece bloqueado e a funcionalidade não muda. Alguns usuários podem ver esse aviso automaticamente ao acessar sites HTTP. Os usuários podem ativar o aviso em chrome://settings/security.

     
    • Chrome 141 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: novo design de aviso em plataformas de computador
    • Chrome 143 no Android: novo design de aviso no Android
     

   

  • Pacote de configurações de segurança back to top

    Esse recurso oferece aos usuários opções de segurança agrupadas para definir as configurações de segurança com base no nível de proteção desejado ao usar o Chrome. Os usuários podem escolher entre "Maior proteção" para o mais alto nível de segurança e "Padrão" para a proteção equilibrada padrão. Os usuários ainda podem definir valores personalizados para as configurações, como já fazem hoje. Isso simplifica a experiência do usuário e facilita a obtenção do nível de proteção desejado sem precisar entender as opções de configuração avançadas.

    As políticas empresariais atuais têm precedência sobre as seleções de pacotes do usuário final. Se uma política já estiver definida para as configurações de segurança, os valores não serão substituídos pela escolha de um pacote de segurança feita pelo usuário.

     
    • Chrome 144 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows

   

  • Descontinuação de savedTabGroups como valor individual em SyncTypesListDisabled back to top

    No momento, a política corporativa SyncTypesListDisabled permite que os administradores desativem a sincronização do tipo de dados savedTabGroups em plataformas de computador. No entanto, em plataformas móveis, a sincronização de grupos de guias já é gerenciada pelo tipo de dados de guias. Para alinhar o comportamento do computador com o de dispositivos móveis e simplificar o gerenciamento da sincronização, o tipo de dados savedTabGroups individual será descontinuado e não será mais um valor personalizável individualmente na política SyncTypesListDisabled.

    Ação necessária dos administradores: 

    A partir do Chrome 144, se a política SyncTypesListDisabled desativar as guias ou o savedTabGroups, os dois tipos de dados serão considerados desativados. Isso significa que desativar as guias também desativa os grupos de guias salvos e vice-versa. O valor savedTabGroups será totalmente removido da lista de tipos de dados compatíveis com essa política. Os administradores que desativaram os grupos de guias salvas e querem manter esse comportamento precisam desativar explicitamente o tipo de dados "Guias". Isso garante o comportamento desejado antes que o valor savedTabGroups seja totalmente removido.

     
    • Chrome 144 no Windows, macOS e Linux

   

  • Prevenção de rastreamento de HSTS back to top

    Essa atualização vai reduzir o rastreamento de usuários por terceiros usando o cache do HTTP Strict Transport Security (HSTS). Esse recurso só permite upgrades HSTS para navegações de nível superior e bloqueia upgrades HSTS para solicitações de subrecursos. Isso torna inviável que sites de terceiros usem o cache HSTS para rastrear usuários na Web.

     
    • Chrome 144 no Windows, macOS, Linux e Android

   

  • Happy Eyeballs V3 back to top

    Esse lançamento é uma otimização interna no Chrome que implementa o Happy Eyeballs V3 para melhorar a simultaneidade da conexão de rede. O Happy Eyeballs V3 executa resoluções de DNS de forma assíncrona e intercala as tentativas de conexão com protocolos preferíveis (H3/H2/H1) e famílias de endereços (IPv6 ou IPv4) para reduzir o atraso da conexão de rede visível para o usuário. Esse recurso é bloqueado por uma política temporária HappyEyeballsV3Enabled.

     
    • Chrome 144 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows

   

  • Suporte a multicast para a API Direct Sockets back to top

    Permite a Apps Isolados da Web fazer inscrição em grupos de multicast e receber pacotes UDP deles, além de especificar outros parâmetros ao enviar pacotes UDP para endereços de multicasts.

     
    • Chrome 144 no Windows, macOS e Linux

   

  • Modo ServiceWorkerAutoPreload back to top

    O ServiceWorkerAutoPreload é um modo em que o navegador emite a solicitação de rede em paralelo com a inicialização do service worker e consome o resultado da solicitação de rede no gerenciador de busca se ele retornar a resposta com respondWith(). Se o resultado do gerenciador de busca for de substituição, ele vai transmitir a resposta de rede diretamente para o navegador. O ServiceWorkerAutoPreload é definido como uma otimização opcional do navegador que muda o comportamento do service worker atual. Os administradores podem controlar esse recurso com uma política empresarial chamada ServiceWorkerAutoPreloadEnabled.

   

  • Aplicação da verificação em duas etapas para administradores back to top

    Para proteger melhor as informações da sua organização, em breve o Google vai exigir que todas as contas com acesso a admin.google.com ativem a verificação em duas etapas (2SV). Como admin do Google Workspace, você precisa confirmar sua identidade com a verificação em duas etapas, que requer sua senha e algo adicional, como um número de telefone ou uma chave de segurança.

    A aplicação será lançada gradualmente nos próximos meses. Ative a verificação em duas etapas nas contas de administrador da sua organização antes que o Google aplique esse recurso. Para mais informações, consulte Sobre a aplicação da verificação em duas etapas para administradores.

    • Chrome 137 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: início da ativação da autenticação de dois fatores
    • Chrome 145 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: verificação em duas etapas obrigatória

   

  • Pseudoelementos de CSS para realce ao localizar na página back to top

    Esse recurso vai expor o estilo do resultado da pesquisa de localizar na página para autores como um pseudoelemento de destaque, como seleção e erros de ortografia. Isso permite que os autores mudem as cores de primeiro plano e de plano de fundo ou adicionem decorações de texto. Isso pode ser bastante útil se os padrões do navegador tiverem contraste insuficiente com as cores da página ou forem inadequados de outra forma.

    • Chrome 145 no Windows, macOS, Linux e Android

   

  • Mudança na programação de lançamento a partir do Chrome Early Stable 145 back to top

    A partir do Chrome 145, lançaremos o navegador no canal Early Stable uma semana antes do que comunicamos anteriormente. Por exemplo, o lançamento da versão Early Stable do Chrome 145 mudou de 4 de fevereiro de 2026 para 28 de janeiro de 2026. Não há mudanças na versão do Canal Stable. Para fins de referência, confira a programação de lançamentos atualizada. 

    • Chrome 145 no Android, iOS, macOS e Windows: o Chrome será lançado no canal Early Stable uma semana antes.

   

  • Limpar o nome da janela para navegações entre sites que mudam o grupo de contexto de navegação back to top

    Atualmente, o valor da propriedade window.name é preservado durante todo o ciclo de vida de uma guia, mesmo com navegação que alterna grupos de contexto de navegação, o que pode vazar informações e ser potencialmente usado como um vetor de rastreamento. A partir do Chrome 142, a property window.name não será mais preservada nesse caso, o que reduzirá esse problema. 

    Esta atualização vai introduzir uma nova política corporativa temporária, ClearWindowNameCrossSiteBrowsing, que vai deixar de funcionar no Chrome 146.

    • Chrome 145 no Windows, macOS, Linux, Android e iOS: a política corporativa estará disponível
    • Chrome 148 no Windows, macOS, Linux, Android e iOS: removeremos a política corporativa

   

  • Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam "file://" back to top

    De acordo com a especificação do padrão de URL, os hosts de URL não podem conter o caractere de espaço, mas a análise de URL no Chromium permite atualmente espaços no host. Isso faz com que o Chromium falhe em vários testes incluídos nos HTTPS URLs for WebSocket da Interop2024 e áreas de foco de URL. Para garantir a conformidade do Chromium com as especificações, queremos remover por completo os espaços dos hosts de URLs, mas isso é complicado porque eles são usados na parte do host em URLs file:// do Windows (consulte o GitHub).

    • Chrome 145 no Android, ChromeOS, Lacros, Linux, MacOS, Windows e Fuchsia

   

   

  • Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS back to top

    O Chrome 124 ativou por padrão em todas as plataformas de computador um novo mecanismo de encapsulamento de chaves TLS com segurança pós-quântica X25519Kyber768, baseado em um padrão NIST (ML-KEM). Isso protege o tráfego de rede do Chrome com servidores que também são compatíveis com o ML-KEM da descriptografia por um futuro computador quântico. Essa mudança precisa ser transparente para os operadores do servidor. Essa criptografia será usada para conexões TLS 1.3 e QUIC.

    No entanto, algumas middleboxes TLS podem estar despreparadas para o tamanho de um encapsulamento de chaves Kyber (ML-KEM) ou um novo ponto de código de criptografia ClientHello do TLS, levando a conexões descartadas ou suspensas. Para resolver isso, atualize o middlebox ou desative o mecanismo de encapsulamento de chave com a política corporativa temporária PostQuantumKeyAgreementEnabled, disponível até o fim de 2024. No entanto, criptografias pós-quânticas de longo prazo serão necessárias no TLS, e a política empresarial será removida. A criptografia pós-quântica é necessária para o CSNA 2.0. Para saber mais, consulte Proteger o tráfego do Chrome com o KEM híbrido do Kyber.

    • Chrome 131 no Linux, macOS e Windows: o Chrome vai mudar o mecanismo de encapsulamento de chaves para a versão padrão final do ML-KEM
    • Chrome 145 no Linux, macOS e Windows: a política corporativa será removida

   

  • Apps Isolados da Web back to top

    Os apps isolados da Web (IWAs) são uma extensão do trabalho atual sobre a instalação de PWAs e o empacotamento da Web. Eles oferecem proteções mais fortes contra comprometimento do servidor e outras adulterações necessárias para desenvolvedores de aplicativos sensíveis à segurança. Esses aplicativos são reunidos em pacotes da Web, assinados pelo desenvolvedor e distribuídos aos usuários finais por um ou mais dos métodos descritos na explicação em vez de serem hospedados em servidores da Web ativos e buscados por HTTPS. 

    Na versão inicial, só será possível instalar IWAs por uma política de admin em dispositivos ChromeOS gerenciados pela empresa. 

    • Chrome 150 no Windows: esse lançamento adiciona suporte a Apps Isolados da Web em configurações gerenciadas pela empresa do navegador no Windows.

   

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top

    A partir do Chrome 126, o Chrome passará a oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    A partir do Chrome 125, os administradores poderão usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabled para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativar o novo provedor. Essa política vai estar disponível até o Chrome 146 e será removida no Chrome 147. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled até o Chrome 146 para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente.
    • Chrome 147 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled será removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.

   

  • Migração da API Safe Browsing v4 para a v5 back to top

    As chamadas do Chrome para a API SafeBrowsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5. Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários. Para mais detalhes, consulte Migração da V4: Navegação segura

     
    • Chrome 145 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento do recurso será gradual.

 

Próximas atualizações do Chrome Enterprise Core

    

  • Atalhos gerenciados pela empresa na página Nova guia back to top

    Os atalhos na página Nova guia oferecem acesso rápido a recursos e aplicativos internos. Os administradores podem configurar até 10 atalhos na página Nova guia do usuário usando a política NTPShortcuts.  A partir do Chrome 141, esse recurso estará disponível para os trusted testers do Chrome Enterprise Core.

     
    • Chrome 141 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o pré-lançamento da política está disponível para trusted testers. Os admins podem configurar até 10 atalhos, e os usuários podem mudar para "Atalhos da minha organização" em Personalizar o Chrome.
    • Chrome 143 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: a política estará disponível para todos. Os atalhos definidos pelos administradores vão aparecer junto com os definidos pelos usuários (Meus atalhos ou Sites mais visitados). Os usuários podem controlar a visibilidade dos atalhos pelo painel Personalizar o Chrome.

    

  • Relatórios de perfil no Chrome para iOS back to top

    O Chrome Enterprise Core está lançando relatórios de perfil na nuvem para o Chrome no iOS. Para ativar os relatórios de perfil no iOS, os administradores de TI precisam ativar a política de relatórios de perfil gerenciado na seção Navegador Chrome > Configurações do Google Admin Console. Se você já tiver ativado os relatórios de perfil gerenciado, vai receber automaticamente os relatórios de perfil no Chrome no iOS. Os administradores podem controlar esse recurso com a política CloudProfileReportingEnabled

    Os dados de relatórios de perfil podem ser encontrados em Google Admin Console > Navegador Chrome > Perfis gerenciados. As informações do relatório incluem dados do perfil, do navegador (versões, SO, canal etc.), as políticas aplicadas e muito mais.

     
    • Chrome 143 no iOS: o lançamento do recurso será gradual

 

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium

 

   

  • Aumento do suporte a tamanhos de arquivo para verificações da DLP back to top

    O Chrome Enterprise Premium agora estende os recursos de Prevenção contra perda de dados (DLP) e verificação de malware para incluir arquivos grandes e criptografados. Antes, arquivos maiores que 50 MB e todos os arquivos criptografados eram ignorados durante a verificação de conteúdo. Essa atualização corrige essa falha de segurança crítica. Para políticas configuradas para salvar evidências, agora é possível enviar arquivos de até 2 GB para o Evidence Locker. Isso oferece aos administradores mais visibilidade e controle, reduzindo significativamente o risco de exfiltração de dados por transferências de arquivos grandes.

    Não é necessário ter uma nova política para ativar esse recurso. Ele é controlado automaticamente pelas configurações de regras da DLP no Google Admin Console. Se os administradores tiverem regras aplicáveis a uploads, downloads ou impressão de arquivos, elas também serão aplicadas a arquivos grandes e criptografados. Para mais informações, consulte O que são os controles de dados do ChromeOS? - Ajuda do Chrome Enterprise e Education.

    • Chrome 145 no Linux, macOS e Windows: essa etapa permite a coleta de arquivos grandes (>50 MB) e criptografados para o Evidence Locker, fechando uma lacuna de segurança importante da DLP.

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Resumo da versão 142 do ChromeOS

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Provisionamento de certificados    
Política de saída automática em todos os dispositivos    
Google Chat disponibilizado por um novo destino    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Impressoras USB gerenciadas no ChromeOS    
Maior transparência na recuperação de dados no ChromeOS  

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

Atualizações atuais do ChromeOS

   

  • Provisionamento de certificados back to top

    O provisionamento de certificados passou por uma grande reformulação nos Chromebooks! Agora, temos suporte a SCEP dinâmico e chaves ECC.

    • Suporte a SCEP dinâmico para maior segurança. 
    • Suporte a chaves ECC, mais rápidas que as Chaves RSA
     

    Para ver instruções detalhadas de configuração, consulte Como configurar o registro de certificados do ChromeOS pelo SCEP - Ajuda do Chrome Enterprise e Education.

    Observação: a versão mínima compatível com essas mudanças é o ChromeOS 138.

   

  • Política de saída automática em todos os dispositivos back to top

    A partir do Chrome versão 142, os admins de dispositivos ChromeOS gerenciados podem bloquear sessões simultâneas do mesmo usuário. Essa funcionalidade ajuda a reduzir o compartilhamento de contas intencional e não intencional em ambientes controlados, como escolas.

    Quando fazem login em um novo dispositivo com a respectiva conta, os usuários saem de outros dispositivos ChromeOS que usaram antes com a mesma conta. 

    É possível controlar esse recurso com a política de Saída automática.

   

  • Google Chat disponibilizado por um novo destino back to top

    A equipe do Google Chat lançará uma experiência mais rápida e confiável para usuários da web. Agora, vamos disponibilizar o Chat por chat.google.com no lugar de mail.google.com/chat. No entanto, os usuários ainda poderão usar os favoritos e links de mail.google.com/chat. Essa mudança reduzirá o tempo de carregamento ao abrir o aplicativo sem alterar a interface do usuário do Chat.

    • Admins e desenvolvedores: se você criou uma extensão que funciona com o Chat, verifique se ela é compatível com o novo endereço da web chat.google.com. Atualize sua extensão para garantir que ela encontre e interaja com o Chat pelo novo endereço.
    • Usuários finais: se você usa extensões do Chrome para melhorar o Chat, os criadores delas talvez precisem atualizá-las para que funcionem corretamente após a mudança para chat.google.com. Se notar que uma extensão não funciona como esperado, verifique se há alguma atualização disponível na Chrome Web Store.
    • Admins: se você bloqueou o acesso ao Chat para usuários da sua organização usando uma lista de permissões ou bloqueando URLs no admin do Chrome, também precisará adicionar o domínio chat.google.com.

    Nossa equipe do Google Chat planeja lançar essas mudanças com calma a partir de 14 de novembro de 2025, e esperamos lançá-las para todos os usuários antes de 31 de janeiro de 2026.


Próximas mudanças no ChromeOS

   

  • Impressoras USB gerenciadas no ChromeOS back to top

    No ChromeOS 143, esse novo recurso permitirá o gerenciamento de impressoras conectadas a um dispositivo ChromeOS pela porta USB. No momento, os admins só podem configurar o gerenciamento de impressoras conectadas ao ChromeOS por uma conexão de rede. Em breve, os admins corporativos do ChromeOS poderão especificar o ID do fornecedor e o ID do produto das impressoras USB para gerenciá-las nas organizações.

   

  • Maior transparência na recuperação de dados no ChromeOS back to top

    Mantendo nosso compromisso com a segurança, a partir do ChromeOS 144, vamos oferecer mais transparência no histórico de recuperação de dados do seu dispositivo. Cada tentativa de recuperação é registrada em um livro-razão inviolável que preserva a privacidade. Agora, é possível revisar esse registro.

    Assim, é possível verificar se todas as tentativas de recuperação de dados locais no dispositivo foram feitas por você, garantindo que as tentativas de acesso não autorizado sejam facilmente detectadas e oferecendo total tranquilidade.

    Para mais detalhes, consulte Configurar a recuperação de dados locais nos dispositivos ChromeOS - Ajuda do Chrome Enterprise e Education.

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Chrome 141

Resumo da versão 141 do Chrome

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Novo indicador heurístico de invasão de pesquisa na telemetria de extensão    
Gemini no Chrome    
Rodapé da página "Nova guia"
Comandos remotos para perfis autenticados por terceiros    
Isolamento de processos com chave de origem    
Política rígida de mesma origem para a API Storage Access    
Novas políticas no navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Os navegadores registrados podem usar personalizações da Chrome Web Store no Enterprise  
Atalhos gerenciados pela empresa na página Nova guia  
Exclusão de perfis inativos no Chrome Enterprise Core  
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Personalização de marca-d'água  
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Restrições de acesso à rede local    
Chrome para iOS com suporte a vários perfis na extensão Compartilhar     
Uma experiência simplificada de login e sincronização no Chrome para computador  
Configurações de segurança agrupadas    
Limpar o nome da janela para navegações entre sites que mudam o grupo de contexto de navegação    
Assistência do LLM do cliente para reduzir golpes    
Prevenção de rastreamento de HSTS    
Eventos interoperáveis pointerrawupdate expostos apenas em contextos seguros    
Cookies vinculados à origem (por padrão)    
Criptografia pós-quântica para DTLS no WebRTC    
Ativação persistente do usuário em navegações de mesma origem    
Atualização no design do aviso Sem HTTPS    
Manifesto do app da web: algoritmo de qualificação para atualização    
Pseudoelementos de destaque do CSS para localização na página    
Descontinuação de savedTabGroups como valor individual em SyncTypesListDisabled    
Happy Eyeballs V3  
ServiceWorkerAutoPreload    
Mudança no cronograma de lançamento da versão Early Stable       
Aplicação da verificação em duas etapas para administradores    
Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://    
Remover políticas de particionamento de armazenamento de terceiros    
Migração da API SafeBrowsing da v4 para a v5    
Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS    
Apps isolados da web    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Relatórios de perfil do Chrome no iOS    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Refatoração da UX com regras do navegador Chrome  
Mais tamanhos de arquivo aceitos para verificações da DLP  

 

BAIXAR as notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas leva de 1 a 2 semanas para ficar pronta.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

 

Mudanças no navegador Chrome  

   

  • Novo indicador heurístico de sequestro de pesquisa na telemetria de extensão back to top

    Extensões mal-intencionadas do Chrome interceptam e redirecionam consultas de pesquisa da omnibox e da Realbox (a caixa de pesquisa na página Nova guia) da página de resultados do mecanismo de pesquisa (SERP) para um URL controlado por um invasor. Esse recurso adiciona uma heurística do lado do cliente para detectar esse tipo de invasão. A ideia principal é comparar as pesquisas iniciadas pelo usuário com as chegadas bem-sucedidas na SERP. Uma discrepância significativa ao longo do tempo indica fortemente uma atividade de sequestro. Essa heurística gera um novo sinal, que é enviado ao servidor de telemetria CRX da Navegação segura pelo serviço de telemetria de extensão no Chrome. A análise do lado do servidor dos dados de sinal de vários navegadores Chrome pode identificar possíveis sequestros de pesquisa.

    • Chrome 141 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows

   

  • Gemini no Chrome back to top

    O Gemini agora está integrado ao Chrome no macOS e no Windows e pode entender o conteúdo da sua página atual. Agora os usuários podem conferir os principais pontos, esclarecer conceitos e encontrar respostas sem sair da guia do Chrome. Essa integração inclui o chat, em que os usuários podem interagir com o Gemini por texto, e o Gemini Live, em que os usuários podem interagir com o Gemini por voz.

    No Chrome 141, o Gemini no Chrome começa a ser lançado para a maioria dos usuários do Google Workspace com acesso ao app do Gemini nos EUA. Os administradores podem desativar esse recurso (valor 1) usando a política GeminiSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2). Para mais detalhes, consulte Gemini no Chrome na Central de Ajuda ou nesta postagem do blog

    • Chrome 137 no macOS e Windows: o recurso está disponível para alguns assinantes do Google AI Pro e Ultra nos EUA e nos canais pré-Stable (Dev, Canary e Beta) nos EUA.
    • Chrome 141 no iOS, macOS e Windows: o recurso foi lançado gradualmente na versão estável para a maioria dos usuários do Google Workspace com acesso ao app do Gemini nos EUA.
    • Chrome 143 no macOS e Windows: apresentação de recursos de agente para o Gemini no Chrome. As políticas empresariais estarão disponíveis no lançamento.
     

   

  • Rodapé da página "Nova guia" back to top

    Uma atualização da página Nova guia inclui um novo rodapé projetado para oferecer aos usuários mais transparência e controle sobre a experiência do Chrome.

     
    • Chrome 138 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: a atribuição de extensões vai começar a aparecer no NTP. Se uma extensão tiver mudado a página padrão Nova guia, uma mensagem vai aparecer no rodapé atribuindo a mudança a essa extensão específica. Essa mensagem geralmente inclui um link direto para a extensão na Chrome Web Store, facilitando a identificação e o gerenciamento de extensões indesejadas. Se você for administrador, poderá desativar essa atribuição usando a política NTPFooterExtensionAttributionEnabled.
     
    • Chrome 139 no Linux, macOS e Windows: a declaração de gerenciamento do navegador vai aparecer se uma das políticas para personalizar o rodapé for definida por um administrador corporativo. Para usuários cujo navegador Chrome é gerenciado por uma fonte confiável, o rodapé da página Nova guia vai mostrar um aviso de exoneração de responsabilidade sobre gerenciamento. Isso ajuda você a entender como seu navegador está sendo gerenciado. Os administradores podem desativar esse aviso com a política NTPFooterManagementNoticeEnabled. Além disso, as organizações podem personalizar a aparência do rodapé usando as políticas EnterpriseLogoUrlForBrowser e EnterpriseCustomLabelForBrowser para exibir um logotipo e um rótulo personalizados.
     
    • Chrome 141 no Linux, macOS e Windows: uma notificação padrão (Gerenciado por <nome de domínio>) vai aparecer no rodapé da página Nova guia de todos os navegadores gerenciados. A visibilidade pode ser controlada com a política NTPFooterManagementNoticeEnabled
     
       

   

  • Comandos remotos para perfis autenticados por terceiros back to top

    Esse recurso apresenta comandos administrativos remotos, como limpar cache e cookies, para perfis do Chrome autenticados por provedores de identidade de terceiros. Essa melhoria estende os recursos de gerenciamento a esses perfis recém-compatíveis, permitindo que os administradores gerenciem remotamente uma variedade maior de contas de usuário.

     
    • Chrome 141 no Linux, macOS e Windows: agora oferecemos suporte a comandos remotos para perfis autenticados por terceiros. 
       

   

  • Isolamento de processos com chave de origem back to top

    Para aumentar ainda mais a segurança, o Chrome está migrando para um modelo de isolamento de processos mais granular chamado isolamento de origem. Antes, o Chrome usava o isolamento de sites, que agrupava diferentes origens do mesmo site (por exemplo, a.example.com e b.example.com) em um único processo de renderização.

    Com o isolamento de origem, cada origem (por exemplo, https://foo.example.com) é isolada no próprio processo de renderização. Essa mudança fortalece a arquitetura de segurança do Chrome ao alinhar melhor os limites de processos com o modelo de segurança fundamental da web baseado em origem, oferecendo maior proteção contra possíveis vulnerabilidades nos sites. Embora cada processo individual seja menor, esse aumento na granularidade pode levar a um maior uso geral de memória e CPU. Para equilibrar segurança e performance, o isolamento de origem será ativado por padrão apenas em dispositivos com pelo menos 4 GB de RAM.

    Os administradores podem controlar esse recurso com a política OriginKeyedProcessesEnabled.

     
    • Chrome 141 no Windows, macOS e Linux: o recurso será lançado gradualmente
       

   

  • Política rígida de mesma origem para a API Storage Access back to top

    No Chrome 141, a semântica da API Storage Access agora segue estritamente a política de mesma origem para melhorar a segurança. O uso de document.requestStorageAccess() em um frame apenas anexa cookies às solicitações para a origem do iframe (não ao site) por padrão. A política CookiesAllowedForUrls ou os cabeçalhos de acesso ao armazenamento ainda podem ser usados para desbloquear cookies entre sites.

     
    • Chrome 141 no Windows, macOS, Linux e Android
       

   

  • Novas políticas no navegador Chrome back to top
    Política Descrição
    NTPShortcuts Configurar uma lista de atalhos na página Nova guia 
    GloballyScopeHTTPAuthCacheEnabled Configure se o cache de autenticação HTTP tem escopo para um site de nível superior ou uma guia do navegador 
      

Mudanças no Chrome Enterprise Core

   

  • Suporte para navegadores inscritos nas personalizações da Chrome Web Store Enterprise back to top

    A Chrome Web Store personalizada agora oferece suporte a navegadores gerenciados registrados no Chrome Enterprise Core (configurações de máquina na nuvem). Isso permite que os administradores personalizem a Chrome Web Store sem que os usuários precisem fazer login. As personalizações incluem:

    • Adicionar logotipos da empresa
    • Adicionar banners principais e avisos personalizados
    • Criar coleções de extensões
    • Ocultar categorias de extensões
     

    As configurações de personalização da Chrome Web Store foram lançadas no Chrome 132, mas só eram compatíveis com políticas no nível do usuário (para usuários conectados). A partir do Chrome 140, esse recurso estará disponível para os trusted testers do Chrome Enterprise Core.

     
    • Chrome 141 no Linux, macOS e Windows: a partir do Chrome 141, esse recurso será lançado para disponibilidade geral (GA).
     

   

  • Atalhos gerenciados pela empresa na página "Nova guia" back to top

    Os atalhos na página Nova guia oferecem acesso rápido a recursos e aplicativos internos. Os administradores podem configurar até 10 atalhos na página Nova guia do usuário usando a política NTPShortcuts.  A partir do Chrome 141, esse recurso estará disponível para os trusted testers do Chrome Enterprise Core.

     
    • Chrome 141 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o pré-lançamento da política está disponível para trusted testers. Os administradores podem configurar até 10 atalhos, e os usuários podem mudar para "Atalhos da minha organização" em Personalizar o Chrome.
    • Chrome 143 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: a política estará disponível para todos. Os atalhos definidos pelos administradores vão aparecer junto com os definidos pelos usuários (Meus atalhos ou Sites mais visitados). Os usuários podem controlar a visibilidade dos atalhos no painel Personalizar o Chrome.
     

   

  • Exclusão de perfil inativo no Chrome Enterprise Core back to top

    Em junho de 2025, o período de inatividade para a configuração de exclusão de perfil começou a ser lançado. Em setembro de 2025, a configuração começa a excluir automaticamente os perfis gerenciados no Admin Console que estiverem inativos por mais tempo do que o período de inatividade definido. Ao lançar a configuração, o período de inatividade tem o valor padrão de 90 dias. Por padrão, todos os perfis gerenciados inativos há mais de 90 dias são excluídos da sua conta. 

    Os administradores podem alterar o valor do período de inatividade usando esta configuração

    • O valor máximo é de 730 dias 
    • O valor mínimo é de 28 dias
     

    Se o valor definido for reduzido, isso poderá ter um impacto global nos perfis gerenciados. Todos os perfis afetados serão considerados inativos e, portanto, serão excluídos. Isso não exclui a conta do usuário. Se um perfil inativo for reativado em um dispositivo, ele vai reaparecer no console.

     
    • Chrome 141 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: a política foi lançada em junho. A exclusão vai começar em setembro e a primeira fase será concluída até o fim de outubro. Após o lançamento inicial da exclusão, os perfis inativos vão continuar sendo excluídos quando atingirem o período de inatividade.
     

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

Saiba mais sobre as diferenças entre o Chrome Enterprise Core e o Chrome Enterprise Premium.

   

  • Personalização de marca-d'água back to top  

    O Chrome Enterprise Premium agora permite que os administradores personalizem a aparência das marcas-d'água. Essa melhoria é motivada pela necessidade de melhorar a experiência do usuário, abordando problemas como cansaço visual e legibilidade em páginas com marcas d'água.

    Para controlar a aparência da marca d'água, os administradores podem usar a nova política WatermarkStyle. Nessa política, os administradores podem configurar o seguinte:

    • font_size: define o tamanho da fonte do texto em pixels. 
    • fill_opacity: define a opacidade do preenchimento do texto, de 0 (transparente) a 100 (opaco). 
    • outline_opacity: define a opacidade do contorno do texto, de 0 (transparente) a 100 (opaco). 

    Assim, os administradores têm mais flexibilidade para equilibrar os requisitos de segurança com a produtividade do usuário.

    • Chrome 141 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows : com esse lançamento, os administradores podem personalizar o tamanho da fonte e a opacidade da marca d'água usando a nova política WatermarkStyle no Google Admin Console.

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Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome

   

  • Restrições de acesso à rede local back to top

    O Chrome 142 vai restringir a capacidade de fazer solicitações para a rede local do usuário, protegida por uma solicitação de permissão. Uma solicitação de rede local é qualquer solicitação de um site público a um endereço IP local ou loopback, ou de um site local (por exemplo, intranet) a loopback. Restringir a capacidade dos sites de fazer essas solicitações por trás de uma permissão reduz o risco de ataques de falsificação de solicitação entre sites em dispositivos de rede local, como roteadores, e diminui a capacidade dos sites de usar essas solicitações para criar uma impressão digital da rede local do usuário.

    Essa permissão é restrita a contextos seguros. Se concedidas, as permissões também relaxam o bloqueio de conteúdo misto para solicitações de rede local, já que muitos dispositivos locais não conseguem obter certificados TLS confiáveis publicamente por vários motivos.

    Esse trabalho substitui um esforço anterior chamado Acesso à rede privada, que usava solicitações de simulação para que os dispositivos locais ativassem o recurso. As empresas que precisam desativar ou conceder automaticamente a permissão podem fazer isso usando as políticas LocalNetworkAccessAllowedForUrls e LocalNetworkAccessBlockedForUrls. O valor "*" pode ser usado para permitir o acesso à rede local em todos os URLs, correspondendo ao comportamento antes da implementação das restrições.

     
    • Chrome 142 no Windows, macOS, Linux e Android
       

    

  • Suporte a vários perfis do Chrome no iOS na extensão Compartilhar back to top

    Desde o Chrome 142 no iOS, a extensão Compartilhar do Chrome permite que os usuários vejam o perfil em uso e o mudem antes de abrir um URL no Chrome ou pesquisar texto ou imagem. Para usuários com vários perfis ativados, quando eles quiserem compartilhar um URL ou selecionar texto ou uma imagem e escolher o Chrome, a extensão Compartilhar no Chrome vai aparecer com um avatar da conta. O intent de compartilhamento vai ser aberto no perfil selecionado se os usuários não fizerem nada.

    Para mudar o perfil na extensão Compartilhar do Chrome Share, os usuários clicam nela e selecionam o perfil desejado. O Chrome vai alternar os perfis de acordo com a solicitação. Se a política empresarial permitir perfis de trabalho, os usuários poderão definir o perfil de widgets. Se apenas perfis pessoais ou corporativos forem permitidos e o suporte a vários perfis não estiver ativado, os widgets vão continuar funcionando como antes.

     
    • Chrome 142 no iOS
     

    

  • Uma experiência simplificada de login e sincronização no Chrome para computador back to top

    O Chrome vai lançar uma versão simplificada e consolidada de login e sincronização no Chrome para Windows, Mac e Linux. A Sincronização do Chrome vai deixar de ser exibida como um recurso separado nas configurações e em outros lugares. Em vez disso, os usuários poderão fazer login no Chrome para usar e salvar dados como senhas, favoritos e muito mais na Conta do Google, de acordo com as políticas empresariais relevantes. Além disso, os usuários que fizerem login no Chrome também poderão ativar a sincronização das guias e do histórico de navegação na Conta do Google, novamente sujeitos às políticas empresariais relevantes.

    O recurso de salvar e acessar dados do Chrome na Conta do Google (que fazia parte da Sincronização do Chrome) pode ser desativado via SyncDisabled e SyncTypesListDisabled. O login no Google Chrome pode ser desativado por BrowserSignin, assim como antes.

    As mudanças não afetam a capacidade dos usuários de fazer login nos Serviços do Google na web (como o Gmail) sem fazer login no Chrome, de permanecer desconectados do Chrome ou de controlar as informações sincronizadas com a Conta do Google.

    Essas mudanças são bem parecidas com a experiência simplificada de login e sincronização lançada no iOS na versão 117 e no Android na 127.

     
    • Chrome 142 no Linux, macOS e Windows: lançamento gradual
     

    

  • Configurações de segurança agrupadas back to top

    Esse recurso oferece aos usuários opções de segurança agrupadas para definir as configurações de segurança com base no nível de proteção desejado ao usar o Chrome. Os usuários podem escolher entre "Maior proteção" para o mais alto nível de segurança e "Padrão" para a proteção equilibrada padrão. Os usuários ainda podem definir valores personalizados para as configurações, como já fazem hoje. Isso simplifica a experiência do usuário e facilita a obtenção do nível de proteção desejado sem precisar entender as opções de configuração avançadas.

    As políticas empresariais atuais têm precedência sobre as seleções de pacotes do usuário final. Se uma política já estiver definida para as configurações de segurança, os valores não serão substituídos pela escolha de um pacote de segurança feita pelo usuário.

     
    • Chrome 142 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
     

    

  • Limpar o nome da janela para navegações entre sites que mudam o grupo de contexto de navegação back to top

    Atualmente, o valor da propriedade window.name é preservado durante todo o ciclo de vida de uma guia, mesmo com navegação que alterna grupos de contexto de navegação, o que pode vazar informações e ser potencialmente usado como um vetor de rastreamento. A partir do Chrome 142, a propriedade window.name não será mais preservada nesse caso, o que vai reduzir esse problema. 

    Esta atualização vai introduzir uma nova política empresarial temporária, ClearWindowNameCrossSiteBrowsing, que vai deixar de funcionar no Chrome 146.

     
    • Chrome 142 no Windows, macOS, Linux, Android e iOS: a política empresarial vai estar disponível
    • Chrome 146 no Windows, macOS, Linux, Android e iOS: a política empresarial será removida
     

    

  • Assistência do LLM do cliente para reduzir golpes back to top

    Os usuários da Web estão enfrentando uma quantidade significativa de golpes de vários tipos por dia. Para combater esses golpes, o Chrome vai usar o LLM no dispositivo para identificar sites fraudulentos para usuários da Navegação segura com maior proteção (ESB). O Chrome vai enviar o conteúdo da página para um LLM no dispositivo para inferir sinais relacionados à segurança da página e enviá-los para o lado do servidor da Navegação Segura para uma decisão final. Quando ativado, o Chrome pode consumir mais largura de banda para baixar o LLM.

     
    • Chrome 134 no Linux, macOS e Windows colete o nome da marca e o resumo da intent da página que acionou o bloqueio do teclado para identificar sites de golpes.
    • Chrome 135 no Linux, macOS e Windows: mostre os avisos ao usuário com base no veredito do servidor, que usa o resumo da marca e da intent da página que acionou o bloqueio do teclado.
    • Chrome 137 no Linux, macOS e Windows: colete o resumo da marca e da intent da página com base no sistema de pontuação da reputação do servidor.
    • Chrome 138 no Linux, macOS e Windows: mostre os avisos ao usuário com base no veredito do servidor, que usa a marca e a intent das páginas que receberam uma pontuação do sistema de reputação do servidor.
    • Chrome 142 no Android
     

    

  • Prevenção de rastreamento de HSTS back to top

    Essa atualização vai reduzir o rastreamento de usuários por terceiros usando o cache do HTTP Strict Transport Security (HSTS). Esse recurso só permite upgrades HSTS para navegações de nível superior e bloqueia upgrades HSTS para solicitações de subrecursos. Isso torna inviável que sites de terceiros usem o cache HSTS para rastrear usuários na Web.

     
    • Chrome 142 no Windows, macOS, Linux e Android
     

    

  • Eventos interoperáveis pointerrawupdate expostos apenas em contextos seguros back to top

     

    A especificação PointerEvents restringiu pointerrawupdate a contextos seguros em 2020, ocultando o disparo de eventos e os listeners de eventos globais de contextos não seguros. Com esse recurso, o Chrome vai corresponder à especificação atualizada e se tornar interoperável com outros navegadores importantes.

     
    • Chrome 142 no Windows, macOS, Linux e Android
     

    

  • Cookies vinculados à origem (por padrão) back to top

    No Chrome 142, os cookies são vinculados à origem de configuração (por padrão) para que só possam ser acessados por essa origem, ou seja, enviados em uma solicitação ou visíveis por document.cookie. Os cookies podem facilitar as restrições de vinculação de host e porta usando o atributo "Domain", mas todos os cookies serão vinculados ao esquema de configuração.

    As políticas empresariais temporárias LegacyCookieScopeEnabled e LegacyCookieScopeEnabledForDomainList estão disponíveis para reverter essa mudança. Essas políticas vão deixar de funcionar no Chrome 150.

     
    • Chrome 142 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: as políticas empresariais estarão disponíveis
    • Chrome 150 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: as políticas empresariais serão removidas
     

    

  • Criptografia pós-quântica para DTLS no WebRTC back to top

    Esse recurso permite o uso da criptografia pós-quântica (PQC) com conexões WebRTC. A motivação da PQC é atualizar o tráfego de mídia do WebRTC com os protocolos de criptografia mais recentes e evitar cenários de Coletar agora para quebrar depois

    Os administradores poderão controlar esse recurso usando uma política empresarial WebRtcPostQuantumKeyAgreementEnabled para permitir que os usuários empresariais desativem a PQC. A política será temporária e tem remoção planejada para a versão 152 do Chrome.

    • Chrome 142 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia
    • Chrome 152 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: remoção da política empresarial
     

    

  • Ativação persistente do usuário em navegações de mesma origem back to top

     

    Esse recurso preserva o estado de ativação do usuário fixo depois que uma página navega para outra de mesma origem. A falta de ativação do usuário na página pós-navegação impede alguns casos de uso, como mostrar teclados virtuais no foco automático. Isso tem sido um bloqueador para os desenvolvedores que querem criar aplicativos de várias páginas (MPAs, na sigla em inglês) em vez de aplicativos de página única (SPAs, na sigla em inglês).

     
    • Chrome 142 no Windows, macOS, Linux e Android
     

    

  • Atualizar para No HTTPS warning  back to top

    O Chrome 140 atualizou o aviso exibido quando um usuário ativa a opção Sempre usar conexões seguras em chrome://settings/security de um intersticial para uma caixa de diálogo. O indicador de segurança de conteúdo do URL no aviso muda de um asterisco para um bloqueio quebrado, enquanto o carregamento da página inteira permanece bloqueado e a funcionalidade não muda. Alguns usuários podem ver esse aviso automaticamente ao acessar sites HTTP. Os usuários podem ativar o aviso em chrome://settings/security.

     
    • Chrome 140 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: novo design de aviso em plataformas de computador
    • Chrome 142 no Android: novo design de aviso no Android

    

  • Manifesto do app da Web: algoritmo de qualificação para atualização back to top

    A partir do Chrome 142, o manifesto do app da Web vai especificar um algoritmo de qualificação de atualização. Isso torna o processo de atualização mais determinista e previsível, dando ao desenvolvedor mais controle sobre se (e quando) as atualizações devem ser aplicadas às instalações atuais e permitindo a remoção da limitação de verificação de atualização que os agentes do usuário precisam implementar para evitar o desperdício de recursos de rede.

    • Chrome 142 no Windows, macOS e Linux
    • Chrome 143 no Android
     

    

  • Pseudoelementos de destaque para localizar na página do CSS back to top

    Esse recurso vai expor o estilo do resultado da pesquisa de localizar na página para autores como um pseudoelemento de destaque, como seleção e erros de ortografia. Isso permite que os autores mudem as cores de primeiro plano e de plano de fundo ou adicionem decorações de texto. Isso pode ser bastante útil se os padrões do navegador tiverem contraste insuficiente com as cores da página ou forem inadequados de outra forma.

    • Chrome 143 no Windows, macOS, Linux e Android
     

    

  • Descontinuação de savedTabGroups como valor individual em SyncTypesListDisabled back to top

    No momento, a política corporativa SyncTypesListDisabled permite que os administradores desativem a sincronização do tipo de dados savedTabGroups em plataformas de computador. No entanto, em plataformas móveis, a sincronização de grupos de guias já é gerenciada pelo tipo de dados de guias. Para alinhar o comportamento do computador com o de dispositivos móveis e simplificar o gerenciamento da sincronização, o tipo de dados savedTabGroups individual será descontinuado e não será mais um valor personalizável individualmente na política SyncTypesListDisabled.

    Ação necessária dos administradores: 

    A partir do Chrome 143, se a política SyncTypesListDisabled desativar as guias ou os grupos de guias salvos ou savedTabGroups, os dois tipos de dados serão considerados desativados. Isso significa que desativar as guias também desativa os grupos de guias salvos e vice-versa. O valor savedTabGroups será totalmente removido da lista de tipos de dados compatíveis com essa política. Os administradores que desativaram os grupos de guias salvas e querem manter esse comportamento precisam desativar explicitamente o tipo de dados "Guias". Isso garante o comportamento desejado antes que o valor savedTabGroups seja totalmente removido.

     
    • Chrome 143 no Windows, macOS e Linux
     

    

  • Happy Eyeballs V3 back to top

    Esse lançamento é uma otimização interna no Chrome que implementa o Happy Eyeballs V3 para melhorar a simultaneidade da conexão de rede. O Happy Eyeballs V3 executa resoluções de DNS de forma assíncrona e intercala as tentativas de conexão com protocolos preferíveis (H3/H2/H1) e famílias de endereços (IPv6 ou IPv4) para reduzir o atraso da conexão de rede visível para o usuário. Esse recurso é bloqueado por uma política temporária HappyEyeballsV3Enabled.

     
    • Chrome 144 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows
     

    

  • Modo ServiceWorkerAutoPreload back to top

    O ServiceWorkerAutoPreload é um modo em que o navegador emite a solicitação de rede em paralelo com a inicialização do service worker e consome o resultado da solicitação de rede no gerenciador de busca se ele retornar a resposta com respondWith(). Se o resultado do gerenciador de busca for de substituição, ele vai transmitir a resposta de rede diretamente para o navegador. O ServiceWorkerAutoPreload é definido como uma otimização opcional do navegador que muda o comportamento do service worker atual. Os administradores podem controlar esse recurso com uma política empresarial chamada ServiceWorkerAutoPreloadEnabled.

       

    

  • Mudança no cronograma de lançamento da versão Early Stable  back to top

    A partir do Chrome 145, o navegador será lançado no canal Early Stable uma semana antes do que foi comunicado anteriormente. Por exemplo, o lançamento da versão Early Stable do Chrome 145 foi alterado de 4 de fevereiro de 2026 para 28 de janeiro de 2026. Não há mudanças na versão do Canal Stable. Para conferir as novas datas planejadas da versão Early Stable, confira a programação de lançamento atualizada. 

    • Chrome 145 no Android, iOS, macOS e Windows: o Chrome será lançado no canal Early Stable uma semana antes.

    

  • Aplicação da verificação em duas etapas para administradores back to top

    Para proteger melhor as informações da sua organização, em breve o Google vai exigir que todas as contas com acesso a admin.google.com ativem a verificação em duas etapas (2SV). Como admin do Google Workspace, você precisa confirmar sua identidade com a verificação em duas etapas, que requer sua senha e algo adicional, como um número de telefone ou uma chave de segurança.

    A aplicação será lançada gradualmente nos próximos meses. Ative a verificação em duas etapas nas contas de administrador da sua organização antes que o Google aplique esse recurso. Para mais informações, consulte Sobre a aplicação da verificação em duas etapas para administradores.

     
    • Chrome 137 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: início da ativação da autenticação de dois fatores
    • Chrome 145 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: verificação em duas etapas obrigatória
     

    

  • Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file:// back to top

    De acordo com a especificação do padrão de URL, os hosts de URL não podem conter o caractere de espaço, mas a análise de URL no Chromium permite atualmente espaços no host. Isso faz com que o Chromium falhe em vários testes incluídos nos HTTPS URLs for WebSocket da Interop2024 e áreas de foco de URL. Para que o Chromium atenda à a especificação, gostaríamos de remover os espaços dos hosts de URL, mas a dificuldade é que eles são usados na parte do host em URLs file:// do Windows (GitHub).

    • Chrome 145 no Android, ChromeOS, Lacros, Linux, MacOS, Windows e Fuchsia
     

    

    

  • Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5 back to top

    As chamadas do Chrome para a API SafeBrowsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5. Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários. Para mais detalhes, consulte Migração da V4: Navegação segura

     
    • Chrome 145 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows : o lançamento do recurso será gradual. 
     

    

  • Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS back to top

    O Chrome 124 ativou por padrão em todas as plataformas de computadores um novo mecanismo de encapsulamento de chaves TLS seguro pós-quântico X25519Kyber768, com base em um padrão NIST (ML-KEM). Isso protege o tráfego de rede do Chrome com servidores que também são compatíveis com o ML-KEM da descriptografia por um futuro computador quântico. Essa mudança precisa ser transparente para os operadores do servidor. Essa criptografia será usada para conexões TLS 1.3 e QUIC.

    No entanto, algumas middleboxes TLS podem estar despreparadas para o tamanho de um encapsulamento de chaves Kyber (ML-KEM) ou um novo ponto de código de criptografia ClientHello do TLS, levando a conexões descartadas ou suspensas. Para resolver isso, atualize o middlebox ou desative o mecanismo de encapsulamento de chave com a política corporativa temporária PostQuantumKeyAgreementEnabled, disponível até o fim de 2024. No entanto, criptografias pós-quânticas de longo prazo serão necessárias no TLS, e a política empresarial será removida. A criptografia pós-quântica é necessária para o CSNA 2.0. Para saber mais, consulte Proteger o tráfego do Chrome com o KEM híbrido do Kyber.

     
    • Chrome 131 no Linux, macOS e Windows: o Chrome vai mudar o mecanismo de encapsulamento de chaves para a versão padrão final do ML-KEM
    • Chrome 145 no Linux, macOS e Windows: a política corporativa será removida
     

    

  • Apps isolados da Web back to top

    Os apps isolados da Web (IWAs) são uma extensão do trabalho atual sobre a instalação de PWAs e o empacotamento da Web. Eles oferecem proteções mais fortes contra comprometimento do servidor e outras adulterações necessárias para desenvolvedores de aplicativos sensíveis à segurança. Esses aplicativos são reunidos em pacotes da Web, assinados pelo desenvolvedor e distribuídos aos usuários finais por um ou mais dos métodos descritos nessa explicação em vez de serem hospedados em servidores da Web ativos e buscados por HTTPS. 

    Na versão inicial, os IWAs só poderão ser instalados por uma política de administrador em dispositivos ChromeOS gerenciados pela empresa.

     
    • Chrome 146 no Windows : esse lançamento adiciona suporte a apps da Web isolados em configurações de navegador gerenciadas pela empresa no Windows.
     

    

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top

    A partir do Chrome 126, o Chrome passará a oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    A partir do Chrome 125, os administradores poderão usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabled para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativar o novo provedor. Essa política vai estar disponível até o Chrome 146 e será removida no Chrome 147. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

     
    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled até o Chrome 146 para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente.
    • Chrome 147 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled será removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.

 

Próximas atualizações do Chrome Enterprise Core

 

    

  • Relatórios de perfil do Chrome no iOS back to top

    O Chrome Enterprise Core está lançando relatórios de perfil na nuvem para o Chrome no iOS. Para ativar os relatórios de perfil no iOS, os administradores de TI precisam ativar a política de relatórios de perfil gerenciado na seção Navegador Chrome > Configurações do Google Admin Console. Se você já tiver ativado os relatórios de perfil gerenciado, vai receber automaticamente os relatórios de perfil no Chrome no iOS. Os administradores podem controlar esse recurso com a política CloudProfileReportingEnabled

    Os dados de relatórios de perfil podem ser encontrados em Google Admin Console > Navegador Chrome > Perfis gerenciados. As informações do relatório incluem dados do perfil, do navegador (versões, SO, canal etc.), as políticas aplicadas e muito mais.

    • Chrome 142 no iOS: o lançamento do recurso será gradual.

 

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium

   

  • Refactor da UX da regra do navegador Chrome back to top

    Para melhorar a experiência de criação de regras de Prevenção contra perda de dados (DLP), o Google Admin Console está sendo atualizado para simplificar a definição de políticas para diferentes aplicativos, como o Chrome e o Workspace. Isso introduz grupos de aplicativos mutuamente exclusivos, o que significa que uma única regra de DLP agora só pode segmentar um grupo de aplicativos por vez, seja apps do Workspace (como o Drive e o Gmail), gatilhos do navegador Chrome (como upload de arquivos, URL visitado) ou gatilhos do ChromeOS. Essa mudança simplifica a configuração de regras, elimina possíveis conflitos de seleção de apps sobrepostos e prepara o terreno para fluxos de trabalho mais especializados e fáceis de usar, adaptados às necessidades de cada plataforma.

    Os administradores vão encontrar uma interface de seleção Apps atualizada com botões de opção para aplicar essa seleção de um único grupo para novas regras. As regras atuais que antes combinavam aplicativos de vários grupos serão migradas de forma transparente pelo sistema para regras separadas, em conformidade e de plataforma única, para garantir a proteção contínua e uma transição tranquila. Os banners no Admin Console vão fornecer informações sobre essas mudanças e o processo de migração. Não há novas políticas corporativas com essa atualização. As mudanças são na interface de configuração de regras. Para mais informações, consulte O que são os controles de dados do ChromeOS? - Ajuda do Chrome Enterprise e Education.

     
    • Chrome 141 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: permite a seleção de apps mutuamente exclusivos para a configuração de regras de DLP no Admin Console.


     

   

  • Aumento do suporte a tamanhos de arquivo para verificações da DLP back to top

    O Chrome Enterprise Premium agora estende os recursos de Prevenção contra perda de dados (DLP) e verificação de malware para incluir arquivos grandes e criptografados. Antes, arquivos maiores que 50 MB e todos os arquivos criptografados eram ignorados durante a verificação de conteúdo. Essa atualização corrige essa falha de segurança crítica. Para políticas configuradas para salvar evidências, agora é possível enviar arquivos de até 2 GB para o Evidence Locker. Isso oferece aos administradores mais visibilidade e controle, reduzindo significativamente o risco de exfiltração de dados por transferências de arquivos grandes.

    Não é necessário ter uma nova política para ativar esse recurso. Ele é controlado automaticamente pelas configurações de regras da DLP no Google Admin Console. Se os administradores tiverem regras aplicáveis a uploads, downloads ou impressão de arquivos, elas também serão aplicadas a arquivos grandes e criptografados. Para mais informações, consulte O que são os controles de dados do ChromeOS? - Ajuda do Chrome Enterprise e Education.

    • Chrome 145 no Linux, macOS e Windows: essa etapa permite a coleta de arquivos grandes (>50 MB) e criptografados para o Evidence Locker, fechando uma lacuna de segurança importante da DLP.

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Resumo da versão 141 do ChromeOS

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Maior transparência na recuperação de dados no ChromeOS  
Novas políticas de permissões para a API Device Attributes  
Configuração dos limites de carga da bateria na interface  
Arquivos PPD gerenciados para impressoras  

 

BAIXAR as notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

Atualizações atuais do ChromeOS

   

  • Maior transparência na recuperação de dados no ChromeOS back to top

    Com base no nosso compromisso com a segurança, o ChromeOS agora oferece mais transparência no histórico de recuperação de dados do seu dispositivo. Cada tentativa de recuperação é registrada em um livro-razão inviolável que preserva a privacidade. Agora, é possível revisar esse registro.

    Assim, é possível verificar se todas as tentativas de recuperação de dados locais no dispositivo foram feitas por você, garantindo que as tentativas de acesso não autorizado sejam facilmente detectadas e oferecendo total tranquilidade.

   

  • Novas políticas de permissões para a API Device Attributes back to top

    Agora os administradores podem usar duas novas políticas de permissões para restringir o acesso à API Device Attributes. A API Device Attributes está disponível apenas para apps da Web de quiosque e Apps Isolados da Web (AIWs) instalados por política em dispositivos ChromeOS gerenciados. Além disso, o recurso é controlado pelas configurações de conteúdo. 

    Duas novas políticas foram introduzidas: DeviceAttributesBlockedForOrigins e DefaultDeviceAttributesSetting. Elas complementam a política DeviceAttributesAllowedForOrigins, que já existia. O recurso fica ativado por padrão para os cenários compatíveis descritos acima.

   

  • Configuração do limite de carga da bateria na interface back to top

    Agora é possível controlar diretamente a integridade da bateria do Chromebook para prolongar a vida útil com novas configurações de otimização de carregamento. Esses recursos ajudam a preservar a integridade da bateria a longo prazo ajustando a forma como o dispositivo é carregado.

    Para configurar essas opções acessíveis ao usuário, acesse Configurações > Dispositivo > Energia e selecione Mudar ao lado de "Carregamento otimizado". As opções são:

    • Limite de carga: maximiza a vida útil da bateria limitando a carga máxima a 80%.
    • Carregamento adaptável: atrasa de forma inteligente o carregamento até 100% até que seja necessário, com base nos seus padrões de uso diário.

    Esse recurso é a contrapartida voltada ao usuário da política DevicePowerBatteryChargingOptimization disponível no Google Admin Console. Os administradores podem definir essa política como uma das três opções:

    • Adaptável: o dispositivo atrasa o carregamento até 100% até que seja necessário.
    • Limitada: a bateria é carregada apenas até cerca de 80%.
    • Padrão: a bateria carrega normalmente até 100%, o que desativa todas as otimizações de carregamento no dispositivo.

    A política definida por um administrador substitui qualquer configuração selecionada pelo usuário. Um usuário só pode se beneficiar do ajuste das opções de otimização de carga no dispositivo se nenhuma política substituta for aplicada. Por padrão, se nenhuma política for aplicada, o carregamento otimizado será ativado no dispositivo com a opção de carregamento adaptável selecionada. Para mais informações, consulte Como usar o carregamento adaptável - Ajuda do Chromebook.

   

  • Arquivos PPD gerenciados para impressoras back to top

    No momento, há duas maneiras de configurar uma impressora sem driver ou com fabricante e modelo. 

    Esse novo recurso oferece uma terceira maneira de identificar uma impressora: usando um arquivo PPD personalizado.  Agora, os administradores empresariais do ChromeOS podem especificar arquivos PPD personalizados ao configurar impressoras gerenciadas para as organizações.

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Chrome 140

Resumo da versão 140 do Chrome

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Mudança automática de senha    
Sugestões da pesquisa contextual na barra de endereço do Chrome    
Pré-aquecimento do DSE    
Preenchimento automático aprimorado    
Iniciar o Chrome em um novo perfil usando uma linha de comando  
Usuários conectados: preenchimento automático e configurações da Conta do Google    
Modo ServiceWorkerAutoPreload    
Grupos de guias compartilhados    
Atualização do alerta Sem HTTPS    
Parar de enviar o cabeçalho Purpose: prefetch de pré-buscas e pré-renderizações  
Descontinuar regras especiais de tamanho da fonte para H1 em alguns elementos    
O SharedWorker herda o controlador do URL do blob    
Novas políticas no navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Novos filtros na página de visão geral do Chrome Enterprise    
Regionalizar os dados cobertos do Chrome Enterprise    
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Proteção nas regras de copiar/colar  
Disponibilização da DLP para iframes  
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Adicionar um indicador heurístico de sequestro de pesquisas à telemetria de extensões    
Rodapé da página "Nova guia"
Gemini no Chrome    
Criptografia pós-quântica para DTLS em WebRTC    
Pseudoelementos de destaque do CSS para localização na página  
Restrições de acesso à rede local  
Cookies vinculados à origem (por padrão)    
Política de permissões para a API Device Attributes  
Política rígida de mesma origem para a API Storage Access    
A propriedade window.name não é mais preservada nas navegações entre sites     
Descontinuação de savedTabGroups como valor individual em SyncTypesListDisabled    
Proibir a pré-renderização de HTTP em texto simples não confiável    
Prevenção de rastreamento de HSTS    
Manifesto do app da web: algoritmo de qualificação para atualização    

Happy Eyeballs V3  
Aplicação obrigatória da verificação em duas etapas para admins    
Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://    
Remover políticas de particionamento de armazenamento de terceiros    
Migração da API SafeBrowsing da v4 para a v5    
Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS    
Apps isolados da web    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Os navegadores registrados podem usar personalizações da Chrome Web Store no Enterprise    
Exclusão de perfis inativos no Chrome Enterprise Core  
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Refatoração da UX com regras do navegador Chrome  
Mais tamanhos de arquivo aceitos para verificações da DLP  
Personalização de marca-d'água  

 

BAIXAR as notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas leva de 1 a 2 semanas para ficar pronta.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

 

Mudanças no navegador Chrome 

   

  • Mudança automática de senha back to top

    Quando o Chrome detecta que um usuário fez login em um site com uma senha comprometida conhecida, ele oferece a opção de mudar a senha automaticamente. Esse recurso está disponível em um grupo de sites que atendem aos critérios. O recurso usa IA e pode ser controlado pelos administradores com a política corporativa AutomatedPasswordChangeSettings.

    • Chrome 140 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows

   

  • Sugestões de pesquisa contextual na barra de endereço do Chrome back to top

    Com esse recurso, você pode perguntar qualquer coisa sobre a página em que está, diretamente no contexto. Com base no hábito de pesquisa atual da barra de endereço, os usuários podem fazer uma pergunta com o Google Lens selecionando qualquer coisa na tela ou perguntando com palavras. Uma ação do Google Lens na barra de endereço e sugestões contextuais guiam as pessoas para o recurso quando ele é mais útil. Os administradores podem controlar esse recurso com a política LensOverlaySettings.

     
    • Chrome 138 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows : lançamento do recurso
    • Chrome 140 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: Se a política LensOverlaySettings não estiver definida, esse recurso vai respeitar a política GenAiDefaultSettings, se presente.

 

   

  • Pré-aquecimento do DSE back to top

    O pré-aquecimento do DSE otimiza a integração do provedor de pesquisa padrão na omnibox. Quando a omnibox recebe um foco, o Chrome começa a pré-renderizar a página de pré-aquecimento que pré-carrega os recursos necessários para a página de resultados da pesquisa e reutiliza os recursos para acelerar a navegação até a página de resultados da pesquisa na próxima consulta. Os administradores podem controlar esse recurso com a política corporativa NetworkPredictionOptions.

     
    • Chrome 140 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows: lançamento gradual
     

   

  • Preenchimento Automático Aprimorado back to top

    A partir do Chrome 137, alguns usuários podem ativar o Preenchimento automático com IA, um novo recurso que ajuda a preencher formulários on-line com mais facilidade. Em formulários relevantes, o Chrome pode usar a IA para entender melhor o formulário e oferecer aos usuários a opção de preencher automaticamente as informações salvas anteriormente. Os administradores podem controlar o recurso usando a política atual GenAiDefaultSettings e uma nova política AutofillPredictionSettings.

    • Chrome 137 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
    • Chrome 140 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o recurso Preenchimento automático com IA vai mudar de nome para Preenchimento automático avançado, permitir que os usuários salvem e preencham mais tipos de informações e ficar disponível em mais países e idiomas. 

 

   

  • Iniciar o Chrome em um novo perfil pela linha de comando back to top

    Esse recurso foi criado para nossos parceiros empresariais e administradores que precisam iniciar aplicativos da Web nos catálogos de apps nativos diretamente em um perfil gerenciado específico do Chrome usando o Chrome-Cli. No momento, se o perfil designado não existir, o Chrome vai usar o último perfil usado, criando uma experiência do usuário desconexa. Com esse novo recurso, quando um perfil especificado não é encontrado, o Chrome inicia o fluxo de criação de perfil atual, preenchendo automaticamente o endereço de e-mail do usuário para simplificar o processo de configuração. Essa é uma importante ferramenta técnica para administradores que querem integrar os usuários corporativos ao Chrome Enterprise usando perfis gerenciados.

    • Chrome 140 no Linux, macOS e Windows
     

   

  • Usuários conectados: preenchimento automático e configurações da Conta do Google back to top

    Como parte do nosso esforço para simplificar o modelo de identidade do Chrome para computador, as contas gerenciadas que originalmente faziam login no Chrome de forma implícita ao fazer login em uma propriedade da Web do Google e que estão em um perfil gerenciado com políticas de usuário agora podem salvar e usar o Preenchimento automático, as configurações e os temas da Conta do Google enquanto estão conectadas. As políticas de usuário atuais continuam funcionando como antes, incluindo SyncDisabled, SyncTypesListDisabled, BrowserSignin, AutofillAddressEnabled, AutofillCreditCardEnabled e PasswordManagerEnabled.

     
    • Chrome 140 no Linux, macOS e Windows
     

   

  • Modo ServiceWorkerAutoPreload back to top

    O ServiceWorkerAutoPreload é um modo em que o navegador emite a solicitação de rede em paralelo com a inicialização do service worker e consome o resultado da solicitação de rede no gerenciador de busca se ele retornar a resposta com respondWith(). Se o resultado do gerenciador de busca for de substituição, ele vai transmitir a resposta de rede diretamente para o navegador. O ServiceWorkerAutoPreload é definido como uma otimização opcional do navegador que muda o comportamento do service worker atual. Os administradores podem controlar esse recurso com uma política corporativa chamada ServiceWorkerAutoPreloadEnabled.

       

   

  • Grupos de guias compartilhados back to top

    Agora os usuários podem colaborar em guias usando o recurso de grupos de guias compartilhados. Com esse recurso, os usuários podem criar e usar um conjunto de guias no computador ou dispositivo móvel, e os parceiros de colaboração podem acessar as mesmas guias nos próprios dispositivos. Quando uma pessoa mudar uma guia no grupo, as mudanças serão refletidas em todos os navegadores dos usuários no grupo. Os administradores podem controlar esse recurso usando uma política corporativa, TabGroupSharingSettings, no Chrome 140.

     
    • Chrome 138 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento da capacidade de participar e usar um grupo de guias compartilhado. Os usuários do Chrome Stable não vão conseguir criar um grupo de guias compartilhado (o ponto de entrada não estará disponível). Essa parte do recurso só vai estar disponível no Beta/Dev/Canary para essa fase de lançamento. 
    • Chrome 139 no iOS: o suporte para iOS vai ser lançado a partir do Chrome 139.
    • Chrome 140 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: a política corporativa TabGroupSharingSettings vai estar disponível para o proprietário da empresa no Google Admin Console. 100% dos usuários do Stable poderão participar e usar um grupo de guias compartilhado. No entanto, a capacidade de criar um grupo de guias compartilhadas vai continuar sendo exclusiva para usuários do Beta/Dev/Canary. Isso significa que apenas usuários desses canais podem iniciar um grupo, e os amigos e colegas de trabalho no Stable podem participar.
     

   

  • Atualizar para No HTTPS warning back to top

    O Chrome 140 atualiza o aviso exibido quando um usuário ativa a opção Sempre usar conexões seguras em chrome://settings/security de um intersticial para uma caixa de diálogo. O indicador de segurança de conteúdo do URL no aviso muda de um asterisco para um bloqueio quebrado, enquanto o carregamento da página inteira permanece bloqueado e a funcionalidade não muda. Alguns usuários podem ver esse aviso automaticamente ao acessar sites HTTP. Os usuários podem ativar o aviso em chrome://settings/security.

     
    • Chrome 140 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: novo design de aviso em plataformas de computador
    • Chrome 141 no Android: novo design de aviso no Android 

   

  • Parar envio Purpose: prefetch header from prefetches and prerenders back to top

    Agora que as pré-busca e pré-renderizações estão usando o cabeçalho Sec-Purpose para pré-busca e pré-renderizações, essa mudança remove o cabeçalho legado Purpose: prefetch, que ainda é transmitido. Essa atualização está atrás de uma flag de recurso ou kill switch para evitar problemas de compatibilidade.

    O escopo inclui pré-busca e pré-renderização de regras de especulação, <link rel=prefetch> e <link rel=prerender> não padrão do Chromium.

     
    • Chrome 140 no Windows, macOS, Linux e Android

   

  • Descontinuar regras especiais de tamanho da fonte para H1 em alguns elementos back to top

    A especificação HTML contém uma lista de regras especiais para tags <h1> aninhadas em tags <article>, <aside>, <nav> ou <section>. O Chrome 140 descontinua essas regras especiais porque elas podem causar problemas de acessibilidade. Por exemplo, elas podem reduzir visualmente o tamanho da fonte das tags <h1> aninhadas para que pareçam tags <h2>, mas nada na árvore de acessibilidade reflete essa mudança.

    • Chrome 140 no Windows, macOS, Linux e Android

   

  • O SharedWorker herda o controlador do URL do blob back to top

    De acordo com o Caso do cliente worker (GitHub), os workers devem herdar os controladores do URL do blob. No entanto, o código atual permite que apenas DedicatedWorkers herdem o controlador. SharedWorkers não o herdam. Essa é a correção para ajustar o comportamento do Chromium à especificação. Uma política corporativa SharedWorkerBlobURLFixEnabled está disponível para controlar esse recurso.

     
    • Chrome 140 no Windows, macOS, Linux e Android 

   

Mudanças no Chrome Enterprise Core

   

  • Novos filtros na página de visão geral do Chrome Enterprise back to top

    A página "Visão geral do Chrome" agora inclui novos filtros que permitem aos administradores refinar os dados por data da última atividade e unidade organizacional. Essa página de visão geral foi lançada originalmente no Chrome 137 como parte da seção "Navegador Chrome Enterprise" no Google Admin Console.

    • Chrome 140 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: a partir do Chrome 140, novos filtros estarão disponíveis na página "Visão geral".

   

  • Regionalizar os dados cobertos do Chrome Enterprise back to top

    Com o Chrome 139, os administradores passaram a poder designar uma localização geográfica específica para armazenar os dados cobertos do Chrome Enterprise dos usuários. As opções incluem Estados Unidos, União Europeia (mostrada como Europa no Google Admin Console) ou Sem preferência. A migração completa deve ser concluída até o final do Chrome 140. Essa configuração pode ser feita no Admin Console do Google em Dados > Compliance > Regiões de dados > Região > Dados em repouso. Para detalhes sobre os tipos de dados cobertos, consulte os Termos específicos do serviço do Chrome Enterprise.

     
    • Chrome 139 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento vai começar. Os administradores podem definir uma região, mas os dados talvez não sejam totalmente regionalizados até o final do Chrome 140.
    • Chrome 140 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: a migração inicial será totalmente regionalizada.

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

Saiba mais sobre as diferenças entre o Chrome Enterprise Core e o Chrome Enterprise Premium.

   

  • Proteção contra regras de copiar e colar back to top  

    Para ajudar as organizações a evitar melhor a exfiltração de dados em dispositivos móveis, o Chrome está ampliando os controles de dados da área de transferência de dados do computador. Os administradores agora podem usar a política DataControlsRules para definir regras que bloqueiam ou alertam os usuários ao tentarem copiar ou colar conteúdo que viola as políticas da organização. Esse recurso permite que os administradores definam limites de dados e impeçam que informações sensíveis sejam coladas de um contexto de trabalho em apps ou sites pessoais na frota de dispositivos móveis. Isso resolve uma lacuna de segurança significativa e um recurso frequentemente solicitado por clientes empresariais que citaram a falta de controles de dados móveis como uma preocupação.

    Para usar esse recurso, os administradores podem configurar restrições de área de transferência na política DataControlsRules, oferecendo uma experiência de gerenciamento consistente em computadores e dispositivos móveis para fortalecer a postura de segurança geral da organização. Este artigo da Central de Ajuda oferece mais contexto sobre como os administradores podem configurar e gerenciar conectores de relatórios do Chrome Enterprise para encaminhar eventos de segurança do navegador e proteção de dados a serviços de terceiros para análise.

     
    • Chrome 140 no Android: a proteção de regras de copiar/colar fica disponível no Android 

   

  • Suporte da DLP para iFrames back to top  

    Para aumentar a segurança e evitar a exfiltração de dados, o Chrome 140 estende os recursos de Prevenção contra perda de dados (DLP) ao conteúdo dos iFrames. Com essa mudança, quando um usuário realiza uma ação que aciona a DLP (como fazer upload de um arquivo) em um site carregado em um iFrame, o Chrome agora envia toda a hierarquia de URL, do iFrame de origem até a página de nível superior, para ser avaliada em relação a todas as regras de DLP aplicáveis.

    Não são necessárias novas políticas corporativas para ativar essa funcionalidade. Ela vai funcionar com as regras de DLP atuais configuradas nas políticas do conector. Os administradores precisam saber que as regras atuais agora se aplicam a contextos de iFrame, o que pode bloquear ações do usuário que eram permitidas antes.

     
    • Chrome 139 no Linux, macOS e Windows: lançamento inicial do suporte à prevenção contra perda de dados para iFrames. Essa fase adiciona a aplicação obrigatória para eventos de upload de arquivos originados em um contexto de iFrame e funciona com as regras de DLP atuais configuradas pela política OnFileAttachedEnterpriseConnector.
    • Chrome 140 no Linux, macOS e Windows: essa fase expandida combina dois lançamentos de recursos, estendendo o suporte a iFrame da DLP para incluir a aplicação de ações de download e impressão de arquivos.

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Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome

    

  • Adicionar um sinal heurístico de sequestro de pesquisa à telemetria de extensão back to top

    Extensões mal-intencionadas do Chrome interceptam e redirecionam consultas de pesquisa da omnibox e da Realbox (a caixa de pesquisa na página Nova guia) da página de resultados do mecanismo de pesquisa (SERP) para um URL controlado por um invasor. Esse recurso adiciona uma heurística do lado do cliente para detectar esse tipo de invasão. A ideia principal é comparar as pesquisas iniciadas pelo usuário com as chegadas bem-sucedidas na SERP. Uma discrepância significativa ao longo do tempo indica fortemente uma atividade de sequestro. Essa heurística gera um novo sinal, que é enviado ao servidor de telemetria CRX da Navegação segura pelo serviço de telemetria de extensão no Chrome. A análise do lado do servidor dos dados de sinal de vários navegadores Chrome pode identificar possíveis sequestros de pesquisa.

     
    • Chrome 141 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows

    

  • Rodapé da página "Nova guia" back to top

    Uma atualização da página Nova guia inclui um novo rodapé projetado para oferecer aos usuários mais transparência e controle sobre a experiência do Chrome.

     
    • Chrome 138 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: a atribuição de extensões vai começar a aparecer no NTP. Se uma extensão tiver mudado a página padrão Nova guia, uma mensagem vai aparecer no rodapé atribuindo a mudança a essa extensão específica. Essa mensagem geralmente inclui um link direto para a extensão na Chrome Web Store, facilitando a identificação e o gerenciamento de extensões indesejadas. Se você for administrador, poderá desativar essa atribuição usando a política NTPFooterExtensionAttributionEnabled.
     
    • Chrome 139 no Linux, macOS e Windows: a declaração de gerenciamento do navegador vai aparecer se uma das políticas para personalizar o rodapé for definida por um administrador corporativo. Para usuários cujo navegador Chrome é gerenciado por uma fonte confiável, o rodapé da página Nova guia vai mostrar um aviso de exoneração de responsabilidade sobre gerenciamento. Isso ajuda você a entender como seu navegador está sendo gerenciado. Os administradores podem desativar esse aviso com a política NTPFooterManagementNoticeEnabled. Além disso, as organizações podem personalizar a aparência do rodapé usando as políticas EnterpriseLogoUrlForBrowser e EnterpriseCustomLabelForBrowser para exibir um logotipo e um rótulo personalizados.
     
    • Chrome 141 no Linux, macOS e Windows: uma notificação padrão (Gerenciado por <nome de domínio>) vai começar a aparecer no rodapé da página Nova guia de todos os navegadores gerenciados. A visibilidade pode ser alterada com a política NTPFooterManagementNoticeEnabled policy. 
    Chrome Web Store

 

    

  • Gemini no Chrome back to top

    O Gemini agora está integrado ao Chrome no macOS e no Windows e pode entender o conteúdo da sua página atual. Agora os usuários podem conferir os principais pontos, esclarecer conceitos e encontrar respostas sem sair da guia do Chrome. Essa integração inclui o chat, em que os usuários podem interagir com o Gemini por texto, e o Gemini Live, em que os usuários podem interagir com o Gemini por voz.

    No Chrome 141, o Gemini no Chrome vai estar disponível para usuários conectados ao Chrome nos EUA. Os administradores podem desativar esse recurso (valor 1) usando a política GeminiSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2). Para mais detalhes, consulte Gemini no Chrome na Central de Ajuda.

    • Chrome 137 no macOS e Windows: o recurso está disponível para alguns assinantes do Google AI Pro e Ultra nos EUA e nos canais pré-Stable (Dev, Canary e Beta) nos EUA.
    • Chrome 141 no macOS e Windows: o recurso foi lançado gradualmente na versão estável para usuários conectados ao Chrome nos EUA.

 

    

  • Criptografia pós-quântica para DTLS no WebRTC back to top

    Esse recurso permite o uso da criptografia pós-quântica (PQC) com conexões WebRTC. A motivação da PQC é atualizar o tráfego de mídia do WebRTC com os protocolos de criptografia mais recentes e evitar cenários de Coletar agora para quebrar depois

    Esse recurso será controlado por uma política corporativa WebRtcPostQuantumKeyAgreementEnabled para permitir que os usuários corporativos desativem a PQC. A política será temporária e tem remoção planejada para a versão 151 do Chrome.

    • Chrome 141 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia
    • Chrome 151 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: remoção da política corporativa
     

    

  • Pseudoelementos de destaque para localizar na página do CSS back to top

    Esse recurso vai expor o estilo do resultado da pesquisa de localizar na página para autores como um pseudoelemento de destaque, como seleção e erros de ortografia. Isso permite que os autores mudem as cores de primeiro plano e de plano de fundo ou adicionem decorações de texto. Isso pode ser bastante útil se os padrões do navegador tiverem contraste insuficiente com as cores da página ou forem inadequados de outra forma.

    • Chrome 141 no Windows, macOS, Linux e Android 

    

  • Restrições de acesso à rede local back to top

    O Chrome 140 restringe a capacidade de fazer solicitações para a rede local do usuário, protegida por uma solicitação de permissão. Uma solicitação de rede local é qualquer solicitação de um site público a um endereço IP local ou loopback, ou de um site local (por exemplo, intranet) a loopback. Restringir a capacidade dos sites de fazer essas solicitações por trás de uma permissão reduz o risco de ataques de falsificação de solicitação entre sites em dispositivos de rede local, como roteadores, e diminui a capacidade dos sites de usar essas solicitações para criar uma impressão digital da rede local do usuário.

    Essa permissão é restrita a contextos seguros. Se concedidas, as permissões também relaxam o bloqueio de conteúdo misto para solicitações de rede local, já que muitos dispositivos locais não conseguem obter certificados TLS confiáveis publicamente por vários motivos.

    Esse trabalho substitui um esforço anterior chamado Acesso à rede privada, que usava solicitações de simulação para que os dispositivos locais ativassem o recurso. As empresas que precisam desativar ou conceder automaticamente a permissão podem fazer isso usando as políticas LocalNetworkAccessAllowedForUrls e LocalNetworkAccessBlockedForUrls. O valor "*" pode ser usado para permitir o acesso à rede local em todos os URLs, correspondendo ao comportamento antes da implementação das restrições.

     
    • Chrome 141 no Windows, macOS, Linux e Android

    

  • Cookies vinculados à origem (por padrão)  back to top

    No Chrome 141, os cookies são vinculados à origem de configuração (por padrão) para que só possam ser acessados por essa origem, ou seja, enviados em uma solicitação ou visíveis por document.cookie. Os cookies podem facilitar as restrições de vinculação de host e porta usando o atributo "Domain", mas todos os cookies serão vinculados ao esquema de configuração.

    As políticas corporativas temporárias LegacyCookieScopeEnabled e LegacyCookieScopeEnabledForDomainList estão disponíveis para reverter essa mudança. Essas políticas vão deixar de funcionar no Chrome 150.

     
    • Chrome 141 no Windows, macOS, Linux, Android e iOS: a política será disponibilizada
    • Chrome 150 no Windows, macOS, Linux, Android e iOS:  a política será removida

    

  • Política de permissões para a API Device Attributes  back to top

    A nova política de permissões permite restringir o acesso à API Device Attributes, que está disponível apenas para apps da Web de quiosque e Apps Isolados da Web instalados por política, ambos apenas em dispositivos ChromeOS gerenciados.

    Além disso, o recurso é controlado pelas configurações de conteúdo. Duas novas políticas foram introduzidas: DeviceAttributesBlockedForOrigins e DefaultDeviceAttributesSetting, para complementar a política DeviceAttributesAllowedForOrigins, que já existia. O recurso fica ativado por padrão para os cenários compatíveis descritos acima.

     
    • Chrome 141 no Windows, macOS e Linux

    

  • Política rígida de mesma origem para a API Storage Access back to top

    Planejamos ajustar a semântica da API Storage Access para seguir estritamente a política de mesma origem e melhorar a segurança. O uso de document.requestStorageAccess() em um frame apenas anexa cookies às solicitações para a origem do iframe (não ao site) por padrão. A política CookiesAllowedForUrls ou os cabeçalhos de acesso ao armazenamento ainda podem ser usados para desbloquear cookies entre sites.

     
    • Chrome 141 no Windows, macOS, Linux e Android 

    

  • A propriedade window.name não é mais preservada para navegações entre sites back to top

    Atualmente, o valor da propriedade window.name é preservado durante todo o ciclo de vida de uma guia, mesmo com navegação que alterna grupos de contexto de navegação, o que pode vazar informações e ser potencialmente usado como um vetor de rastreamento. A partir do Chrome 142,  a propriedade window.name não será mais preservada nesse caso, o que vai reduzir esse problema. 

    Esta atualização vai introduzir uma nova política corporativa temporária, ClearWindowNameCrossSiteBrowsing, que vai deixar de funcionar no Chrome 146.

     
    • Chrome 142 no Windows, macOS, Linux, Android e iOS

    

  • Descontinuação de savedTabGroups como valor individual em SyncTypesListDisabled back to top

    No momento, a política corporativa SyncTypesListDisabled permite que os administradores desativem a sincronização do tipo de dados savedTabGroups em plataformas de computador. No entanto, em plataformas móveis, a sincronização de grupos de guias já é gerenciada pelo tipo de dados de guias. Para alinhar o comportamento do computador com o de dispositivos móveis e simplificar o gerenciamento da sincronização, o tipo de dados savedTabGroups individual será descontinuado e não será mais um valor personalizável individualmente na política SyncTypesListDisabled.

     

    Ação necessária dos administradores: 

    A partir do Chrome 142, se a política SyncTypesListDisabled desativar as guias ou os grupos de guias salvos, os dois tipos de dados serão considerados desativados. Isso significa que desativar as guias também desativa os grupos de guias salvos e vice-versa. O valor savedTabGroups será totalmente removido da lista de tipos de dados compatíveis com essa política. Os administradores que desativaram os grupos de guias salvas e querem manter esse comportamento precisam desativar explicitamente o tipo de dados "Guias". Isso garante o comportamento desejado antes que o valor savedTabGroups seja totalmente removido.

     
    • Chrome 142 no Windows, macOS e Linux 

    

  • Proibir a pré-renderização HTTP em texto simples não confiável back to top

    Com esse lançamento, será possível impedir a pré-renderização HTTP de texto simples não confiável.

     
    • Chrome 142 no Windows, macOS, Linux e Android 

    

  • Prevenção de rastreamento de HSTS back to top

    Essa atualização vai reduzir o rastreamento de usuários por terceiros usando o cache do HTTP Strict Transport Security (HSTS). Esse recurso só permite upgrades HSTS para navegações de nível superior e bloqueia upgrades HSTS para solicitações de subrecursos. Isso torna inviável que sites de terceiros usem o cache HSTS para rastrear usuários na Web.

     
    • Chrome 142 no Windows, macOS, Linux e Android
     

    

  • Manifesto do app da Web: algoritmo de qualificação para atualização back to top

    A partir do Chrome 139, o manifesto do app da Web vai especificar um algoritmo de qualificação de atualização. Isso torna o processo de atualização mais determinista e previsível, dando ao desenvolvedor mais controle sobre se (e quando) as atualizações devem ser aplicadas às instalações atuais e permitindo a remoção da limitação de verificação de atualização que os agentes do usuário precisam implementar para evitar o desperdício de recursos de rede.

    • Chrome 142 no Windows, macOS e Linux
    • Chrome 143 no Android
     

    

  • Happy Eyeballs V3 back to top

    Esse lançamento é uma otimização interna no Chrome que implementa o Happy Eyeballs V3 para melhorar a simultaneidade da conexão de rede. O Happy Eyeballs V3 executa resoluções de DNS de forma assíncrona e intercala as tentativas de conexão com protocolos preferíveis (H3/H2/H1) e famílias de endereços (IPv6 ou IPv4) para reduzir o atraso de conexão da rede visível para o usuário. Esse recurso é bloqueado por uma política temporária HappyEyeballsV3Enabled.

     
    • Chrome 144 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows
     

    

  • Aplicação da verificação em duas etapas para administradores back to top

    Para proteger melhor as informações da sua organização, em breve o Google vai exigir que todas as contas com acesso a admin.google.com ativem a verificação em duas etapas (2SV). Como admin do Google Workspace, você precisa confirmar sua identidade com a verificação em duas etapas, que requer sua senha e algo adicional, como um número de telefone ou uma chave de segurança.

    A aplicação será lançada gradualmente nos próximos meses. Ative a verificação em duas etapas nas contas de administrador da sua organização antes que o Google aplique esse recurso. Para mais informações, consulte Sobre a aplicação da verificação em duas etapas para administradores.

     
    • Chrome 137 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: início da ativação da autenticação de dois fatores
    • Chrome 145 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: verificação em duas etapas obrigatória
     

    

  • Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file:// back to top

    De acordo com a especificação do padrão de URL, os hosts de URL não podem conter o caractere de espaço, mas a análise de URL no Chromium permite atualmente espaços no host. Isso faz com que o Chromium falhe em vários testes incluídos nos HTTPS URLs for WebSocket da Interop2024 e áreas de foco de URL. Para que o Chromium atenda à a especificação, gostaríamos de remover os espaços dos hosts de URL, mas a dificuldade é que eles são usados na parte do host em URLs file:// do Windows (GitHub).

    • Chrome 145 no Android, ChromeOS, Lacros, Linux, MacOS, Windows e Fuchsia

    

    

  • Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5 back to top

    As chamadas do Chrome para a API SafeBrowsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5. Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários. Para mais detalhes, consulte Migração da V4: Navegação segura

     
    • Chrome 145 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows : o lançamento do recurso será gradual. 

    

  • Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS back to top

    A partir da versão 124, o Chrome ativa por padrão em todas as plataformas de computadores um novo mecanismo de encapsulamento de chaves TLS seguro pós-quântico X25519Kyber768, com base em um padrão NIST (ML-KEM). Isso protege o tráfego de rede do Chrome com servidores que também operam com o ML-KEM de descriptografia por um futuro computador quântico. Essa mudança precisa ser transparente para os operadores do servidor. Essa criptografia será usada para conexões TLS 1.3 e QUIC.

    No entanto, algumas middleboxes TLS podem estar despreparadas para o tamanho de um encapsulamento de chaves Kyber (ML-KEM) ou um novo ponto de código de criptografia ClientHello do TLS, levando a conexões descartadas ou suspensas. Para resolver isso, atualize o middlebox ou desative o mecanismo de encapsulamento de chave com a política corporativa temporária PostQuantumKeyAgreementEnabled, disponível até o fim de 2024. No entanto, criptografias pós-quânticas de longo prazo serão necessárias no TLS, e a política empresarial será removida. A criptografia pós-quântica é necessária para o CSNA 2.0. Para saber mais, consulte Proteger o tráfego do Chrome com o KEM híbrido do Kyber.

    • Chrome 131 no Linux, macOS e Windows: o Chrome vai mudar o mecanismo de encapsulamento de chaves para a versão padrão final do ML-KEM
    • Chrome 145 no Linux, macOS e Windows: a política corporativa será removida

    

  • Apps isolados da Web back to top

    Os apps isolados da Web (IWAs) são uma extensão do trabalho atual sobre a instalação de PWAs e o empacotamento da Web. Eles oferecem proteções mais fortes contra comprometimento do servidor e outras adulterações necessárias para desenvolvedores de aplicativos sensíveis à segurança. Esses aplicativos são reunidos em pacotes da Web, assinados pelo desenvolvedor e distribuídos aos usuários finais por um ou mais dos métodos descritos na explicação em vez de serem hospedados em servidores da Web ativos e buscados por HTTPS. 

    Nesta versão inicial, os IWAs só poderão ser instalados por uma política de administrador em dispositivos ChromeOS gerenciados pela empresa.

     
    • Chrome 146 no Windows : esse lançamento adiciona suporte a apps da Web isolados em configurações de navegador gerenciadas pela empresa no Windows.

    

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top

    A partir do Chrome 126, o Chrome passará a oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    A partir do Chrome 125, os administradores poderão usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabled para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativar o novo provedor. Essa política vai estar disponível até o Chrome 146 e será removida no Chrome 147. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

     
    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled até o Chrome 146 para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente.
    • Chrome 147 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled será removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.  
       

Próximas atualizações do Chrome Enterprise Core

    

  • Suporte para navegadores inscritos nas personalizações da Chrome Web Store Enterprise back to top

    A Chrome Web Store personalizada vai oferecer suporte a navegadores gerenciados registrados no Chrome Enterprise Core (configurações de máquina na nuvem). Isso vai permitir que os administradores personalizem a Chrome Web Store sem que os usuários precisem fazer login. As personalizações incluem:

    • Adicionar logotipos da empresa
    • Adicionar banners principais e avisos personalizados
    • Criar coleções de extensões
    • Ocultar categorias de extensões
     

    As configurações de personalização da Chrome Web Store foram lançadas no Chrome 132, mas só eram compatíveis com políticas no nível do usuário (para usuários conectados). A partir do Chrome 140, esse recurso estará disponível para os trusted testers do Chrome Enterprise Core.

     
    • Chrome 141 no Linux, macOS e Windows: a partir do Chrome 141, esse recurso será lançado para disponibilidade geral (GA).
     

    

  • Página de visão geral do Chrome Enterprise back to top

    O Chrome 137 lançou uma nova página de Visão geral na seção "Navegador Chrome" do Google Admin Console. Na página de visão geral, os administradores de TI encontram rapidamente informações importantes sobre a implantação:

    - Ativar e desativar perfis e navegadores registrados

    - Identificar navegadores desatualizados e com atualizações pendentes

    - Identificar extensões de alto risco (de acordo com o Spin.AI) e ver uma prévia das extensões mais solicitadas.

    - Insights de segurança (por exemplo, uploads ou downloads de arquivos confidenciais)

     

    A página de visão geral também permite que os administradores acessem rapidamente ações importantes, como gerenciar extensões, acessar a lista de navegadores ou perfis e definir políticas de atualização, entre outras.

     
    • Chrome 137 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows: disponível publicamente para administradores de TI
    • Chrome 141 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows : nova filtragem disponível na página "Visão geral" para unidade organizacional e datas de atividade
     

    

  • Exclusão de perfil inativo no Chrome Enterprise Core back to top

    Em junho de 2025, o período de inatividade para a configuração de exclusão de perfil começou a ser lançado. Em setembro de 2025, a configuração vai começar a excluir automaticamente os perfis gerenciados no Admin Console que estiverem inativos por mais tempo do que o período de inatividade definido. Ao lançar a configuração, o período de inatividade tem o valor padrão de 90 dias. Por padrão, todos os perfis gerenciados inativos há mais de 90 dias são excluídos da sua conta. Os administradores podem alterar o valor do período de inatividade usando esta configuração. O valor máximo para determinar o período de inatividade do perfil é de 730 dias, e o mínimo, de 28 dias.

    Se o valor definido for reduzido, isso poderá ter um impacto global nos perfis gerenciados. Todos os perfis afetados serão considerados inativos e, portanto, serão excluídos. Isso não exclui a conta do usuário. Se um perfil inativo for reativado em um dispositivo, ele vai reaparecer no console.

     
    • Chrome 141 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: a política foi lançada em junho. A exclusão vai começar em setembro e a primeira fase será concluída até o fim do mês. Após o lançamento inicial da exclusão, os perfis inativos vão continuar sendo excluídos quando atingirem o período de inatividade.

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium

   

  • Refactor da UX da regra do navegador Chrome back to top

    Para melhorar a experiência de criação de regras de Prevenção contra perda de dados (DLP), o Google Admin Console está sendo atualizado para simplificar a definição de políticas para diferentes aplicativos, como o Chrome e o Workspace. Isso introduz grupos de aplicativos mutuamente exclusivos, o que significa que uma única regra de DLP agora só pode segmentar um grupo de aplicativos por vez, seja apps do Workspace (como o Drive e o Gmail), gatilhos do navegador Chrome (como upload de arquivos, URL visitado) ou gatilhos do ChromeOS. Essa mudança simplifica a configuração de regras, elimina possíveis conflitos de seleção de apps sobrepostos e prepara o terreno para fluxos de trabalho mais especializados e fáceis de usar, adaptados às necessidades de cada plataforma.

    Os administradores vão encontrar uma interface de seleção Apps atualizada com botões de opção para aplicar essa seleção de um único grupo para novas regras. As regras atuais que antes combinavam aplicativos de vários grupos serão migradas de forma transparente pelo sistema para regras separadas, em conformidade e de plataforma única, para garantir a proteção contínua e uma transição tranquila. Os banners no Admin Console vão fornecer informações sobre essas mudanças e o processo de migração. Não há novas políticas corporativas com essa atualização. As mudanças são na interface de configuração de regras.

     
    • Chrome 141 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: permite a seleção de apps mutuamente exclusivos para a configuração de regras de DLP no Admin Console.


     

   

  • Aumento do suporte a tamanhos de arquivo para verificações da DLP back to top

    O Chrome Enterprise Premium agora estende os recursos de Prevenção contra perda de dados (DLP) e verificação de malware para incluir arquivos grandes e criptografados. Antes, arquivos maiores que 50 MB e todos os arquivos criptografados eram ignorados durante a verificação de conteúdo. Essa atualização corrige essa falha de segurança crítica. Para políticas configuradas para salvar evidências, agora é possível enviar arquivos de até 2 GB para o Evidence Locker. Isso oferece aos administradores mais visibilidade e controle, reduzindo significativamente o risco de exfiltração de dados por transferências de arquivos grandes.

    Não é necessário ter uma nova política para ativar esse recurso. Ele é controlado automaticamente pelas configurações de regras da DLP no Google Admin Console. Se os administradores tiverem regras aplicáveis a uploads, downloads ou impressão de arquivos, elas também serão aplicadas a arquivos grandes e criptografados.

    • Chrome 140 no Linux, macOS e Windows: lançamento de recursos
     

   

  • Personalização de marca-d'água back to top

    O Chrome Enterprise Premium agora permite que os administradores personalizem a aparência das marcas-d'água. Essa melhoria é motivada pela necessidade de melhorar a experiência do usuário, abordando problemas como cansaço visual e legibilidade em páginas com marcas d'água.

    Para controlar a aparência da marca d'água, os administradores podem usar a nova política WatermarkStyle. Nessa política, os administradores podem configurar o seguinte:

    • 'font_size': define o tamanho da fonte do texto em pixels. 
    • "fill_opacity": define a opacidade do preenchimento do texto, de 0 (transparente) a 100 (opaco). 
    • "outline_opacity": define a opacidade do contorno do texto, de 0 (transparente) a 100 (opaco). 

    Assim, os administradores têm mais flexibilidade para equilibrar os requisitos de segurança com a produtividade do usuário.

    • Chrome 141 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows : com esse lançamento, os administradores podem personalizar o tamanho da fonte e a opacidade da marca d'água usando a nova política WatermarkStyle no Google Admin Console.

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Resumo da versão 140 do ChromeOS

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Notificações de gravação de tela    
API Device Attributes em AIWs    
Política GoogleLocationServicesEnabled    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Configuração dos limites de carga da bateria na interface    

 

BAIXAR as notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

Atualizações atuais do ChromeOS

   

  • Notificações de gravação de tela back to top

    Esse recurso apresenta uma lista de permissões de bypass de notificação para a API getAllScreensMedia em aplicativos confiáveis. 

   

  • API Device Attributes em IWAs back to top

    Esse lançamento traz uma nova política de permissões para a API Device Attributes em dispositivos gerenciados e muda a forma como a permissão para essa API é obtida para Apps Isolados da Web.

   

  • Política GoogleLocationServicesEnabled back to top

    No início de 2025, o ChromeOS lançou um novo controle de geolocalização em todo o sistema nas configurações de "Privacidade e segurança". Ele pode ser definido como Permitir, Permitir apenas para serviços do sistema (por exemplo, fuso horário automático e clima local) ou Desativado. Os administradores podem definir um valor padrão que os usuários podem substituir ou aplicar uma das configurações. Para mudar as configurações do dispositivo, os usuários podem selecionar Configurações > Privacidade e segurança > Controle de privacidade > Acesso ao local > Mudar acesso.

    Se uma extensão ou um app depender do acesso à localização do dispositivo como parte da sua estratégia de gerenciamento, defina a política GoogleLocationServicesEnabled como allow. Caso contrário, os dispositivos só poderão enviar a localização para esses apps ou extensões com dados precisos de endereço IP.

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Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no ChromeOS

   

  • Configuração do limite de carga da bateria na interface back to top

    A partir do ChromeOS 143, os usuários poderão controlar diretamente a integridade da bateria do Chromebook para prolongar a vida útil com novas configurações de otimização de carregamento. Esses recursos ajudam a preservar a integridade da bateria a longo prazo ajustando a forma como o dispositivo é carregado.

    Para configurar essas opções, os usuários podem acessar Configurações > Preferências do sistema > Energia e clicar em Mudar ao lado de Carregamento otimizado. As opções são:

    • Carregamento adaptável: atrasa de forma inteligente o carregamento até 100% até que seja necessário, com base nos seus padrões de uso diário.
    • Limite de carga: maximiza a vida útil da bateria limitando a carga máxima a 80%.

    Esse recurso é a contrapartida voltada ao usuário da política DevicePowerBatteryChargingOptimization disponível no Google Admin Console. Os administradores podem definir essa política como uma das três opções:

    1. Adaptável: o dispositivo atrasa o carregamento até 100% até que seja necessário.
    2. Limitada: a bateria é carregada apenas até cerca de 80%.
    3. Padrão: se nenhuma das configurações otimizadas acima for selecionada, a bateria vai carregar normalmente até 100% 

    É importante observar que a política definida por um administrador substitui qualquer configuração selecionada pelo usuário. Um usuário só pode se beneficiar do ajuste das opções de otimização de carga no dispositivo se nenhuma política substituta for aplicada. Por padrão, se nenhuma política for aplicada, o carregamento otimizado será ativado no dispositivo com a opção de carregamento adaptável selecionada.

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Chrome 139

Resumo da versão 139 do Chrome

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Modo IA para recomendações de pesquisa no Chrome    
Pesquisa no site configurável pelo administrador  
O Chrome no Android não é mais compatível com o Android Oreo ou Android Pie    
Verificações de download de APKs maliciosos    
Migre extensões para o Manifesto V3 antes de junho de 2025
Rodapé da página "Nova guia"
Evitar exclusões acidentais de senhas no Chrome    
Notificações promocionais    
Remover flags de extensão arriscadas no Chrome    
Remover o substituto do SwiftShader    
Grupos de guias compartilhados    
Suporte a contas em estado pendente no Chrome para iOS    
Próxima mudança nos certificados de AC incluídos na Chrome Root Store    
Parar de enviar o cabeçalho "Purpose: prefetch" de pré-buscas e pré-renderizações  
O Chrome removeu o suporte para o macOS 11    
O evento de erro é disparado em vez de gerar uma exceção para o worker bloqueado pela CSP.    
Como aleatorizar a alocação de portas TCP no Windows    
Novas políticas no navegador Chrome    
Políticas removidas do navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Políticas baseadas em grupo para seleção de configuração de conector    
Novos comandos remotos e exportação de CSV para a lista de perfis gerenciados    
Cards da página "Nova guia" para o Microsoft 365  
Regionalizar os dados cobertos do Chrome Enterprise    
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Detecção de contas ativas  
API Chrome Enterprise Connectors  
Proteção de regras de copiar e colar  
Suporte da Prevenção contra perda de dados para iFrames  
Ativar a marca d'água em aplicativos de página única  
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Aplicação da verificação em duas etapas para administradores    
Mudança automática de senha    
Sugestões de pesquisa contextual na barra de endereço do Chrome    
Preenchimento Automático Aprimorado    
Gemini no Chrome    
Happy Eyeballs V3  
Iniciar o Chrome em um novo perfil pela linha de comando  
Criptografia pós-quântica para DTLS no WebRTC    
ServiceWorkerAutoPreload    
Pseudoelementos de destaque para localizar na página do CSS  
Descontinuar regras especiais de tamanho da fonte para H1 em alguns elementos    
Proteção de IP  
Restrições de acesso à rede local  
Tokens de revelação probabilística  
Propagar o comportamento de rolagem esticada da janela de visualização da raiz  
Bloqueio de scripts na navegação anônima  
O script SharedWorker herda o controlador do URL do script do blob    
Política rígida de mesma origem para a API Storage Access    
Manifesto do app da Web: especifica a qualificação para atualização, os URLs de ícones são Cache-Control: imutável    
Limpar o nome da janela para navegações entre sites que mudam o grupo de contexto de navegação    
Proibir a pré-renderização HTTP em texto simples não confiável    
Prevenção de rastreamento de HSTS    
Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://    
Remover políticas de particionamento de armazenamento de terceiros    
Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5    
Apps isolados da Web    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Exclusão de perfil inativo no Chrome Enterprise Core  
Página de visão geral do Chrome Enterprise    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Aumento do suporte a tamanhos de arquivo para verificações da Prevenção contra perda de dados  
Personalização de marca-d'água  
Refatoração da UX de regras do navegador Chrome  

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas ficará pronta em 1 a 2 semanas.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

 

Mudanças no navegador Chrome 

   

  • Modo IA para recomendações de pesquisa no Chrome back to top

    O Modo IA é um recurso que ajuda os usuários a se aprofundar nos temas que mais interessam a eles, mostrando recomendações de pesquisa no Chrome. Uma nova política, AIModeSettings, está disponível para controlar as recomendações de pesquisa na barra de endereço e na caixa de pesquisa da página Nova guia. Essa política também controla as recomendações do Modo IA na barra de endereço e na omnibox da página "Nova guia".

     
    • Chrome 138 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: as recomendações do Modo IA começam a ser lançadas na barra de endereço e na caixa de pesquisa da página "Nova guia". O ponto de entrada do Modo IA também é lançado na caixa de pesquisa da página "Nova guia".
    • Chrome 139 
      • no Windows,  macOS, Linux e ChromeOS : o botão de ponto de entrada do Modo IA na barra de endereço começa a ser lançado. A caixa de criação inline do Modo IA na omnibox da página "Nova guia" começa a ser lançada. 
      • No Android e iOS: o ponto de entrada do Modo IA na omnibox da página de nova guia começa a ser lançado. No iOS  , as recomendações do Modo IA também começam a ser lançadas na barra de endereço. 
     

     

   

  • Pesquisa no site configurável pelo administrador back to top

    Os atalhos de pesquisa no site são uma forma de usar a barra de endereço (omnibox) como uma caixa de pesquisa para um site específico sem navegar diretamente para o URL dele, semelhante a usar a omnibox para realizar uma pesquisa Google ampla na Web. Agora os administradores podem criar atalhos de site para que os usuários acessem os sites corporativos mais importantes. É possível iniciar uma pesquisa digitando o atalho ou @atalho (por exemplo, @trabalho) seguido da barra de espaço ou tecla Tab na barra de endereço.

    Os administradores controlam essas configurações de atalho usando a política SiteSearchSettings.

     
    • Chrome 128 no ChromeOS, Linux,  macOS, Windows: lançamento gradual
    • Chrome 139 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: adicionamos um parâmetro de política extra que permite aos administradores especificar Permitir substituição pelo usuário, o que permite que os usuários editem, desativem ou excluam atalhos definidos pelo administrador.
     

    Chrome Web Store

     

   

  • O Chrome no Android não é mais compatível com o Android Oreo ou Android Pie back to top

    A última versão do Chrome compatível com o Android Oreo ou Android Pie é o Chrome 138, e ela inclui uma mensagem para os usuários afetados informando a necessidade de fazer upgrade do sistema operacional. O Chrome 139 e versões mais recentes não serão compatíveis, enviados nem disponibilizados para usuários com o Android Oreo ou Android Pie.

     
    • Chrome 139 no Android : o Chrome no Android não é mais compatível com o Android Oreo ou o Android Pie.
     

   

  • Verificações de download de APKs maliciosos back to top

    Agora o Chrome no Android entra em contato com os servidores do Google para verificar a segurança dos arquivos baixados do pacote Android (APKs). Se um arquivo APK baixado for considerado perigoso, o Chrome vai mostrar um aviso e bloquear o download para proteger os usuários contra malware em dispositivos móveis. Os usuários podem ignorar esses avisos de download na interface do Chrome. Essas verificações de download de APKs maliciosos são realizadas para usuários inscritos na Proteção Padrão ou na Proteção Reforçada da Navegação Segura do Google. Para desativar esse recurso, defina o modo Navegação segura como Sem proteção usando a política SafeBrowsingProtectionLevel.

     
    • Chrome 139 no Android
     

    Chrome Web Store

     

   

  • Migre as extensões para o Manifest V3 antes de junho de 2025 back to top

    As extensões precisam ser atualizadas para usar o Manifest V3. As extensões do Chrome estão sendo transferidas para uma nova versão do manifesto, o Manifesto V3. Isso proporciona mais privacidade aos usuários, por exemplo, ao passar para um modelo em que as extensões modificam as solicitações de maneira declarativa, sem a capacidade de ver solicitações individuais. Além disso, melhora a segurança das extensões, já que o código hospedado remotamente não é permitido no Manifesto V3. 

    A partir de junho de 2024, o Chrome vai desativar gradualmente as extensões do Manifest V2 em execução no navegador. Uma política corporativa, ExtensionManifestV2Availability, pode ser usada para testar o Manifest V3 na sua organização antes da migração. Além disso, as máquinas em que a política estiver ativada não vão estar sujeitas à desativação das extensões do Manifesto V2 até junho de 2025, quando a política será removida.

    Para saber qual versão do Manifest é usada por todas as extensões do Chrome em execução na sua frota, confira a página Uso de apps e extensões no Chrome Enterprise Core. 

     
    • Chrome 127 no ChromeOS, Lacros, Linux, MacOS e Windows: o Chrome vai desativar gradualmente as extensões do Manifest V2 nos dispositivos dos usuários. Somente os usuários com a política corporativa ExtensionManifestV2Availability ativada poderão continuar usando as extensões do Manifest V2 na organização.
    • Chrome 139 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: remove a política ExtensionManifestV2Availability.
     

   

  • Rodapé da página "Nova guia" back to top

    Uma atualização da página Nova guia inclui um novo rodapé projetado para oferecer aos usuários mais transparência e controle sobre a experiência do Chrome.

     
    • Chrome 138 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: a atribuição de extensões vai começar a aparecer no NTP. Se uma extensão tiver mudado a página padrão Nova guia, uma mensagem vai aparecer no rodapé atribuindo a mudança a essa extensão específica. Essa mensagem geralmente inclui um link direto para a extensão na Chrome Web Store, facilitando a identificação e o gerenciamento de extensões indesejadas. Se você for administrador, poderá desativar essa atribuição usando a política NTPFooterExtensionAttributionEnabled.
    • Chrome 139 no Linux, macOS e Windows: a declaração de gerenciamento do navegador vai aparecer se uma das políticas para personalizar o rodapé for definida por um administrador corporativo. Para usuários cujo navegador Chrome é gerenciado por uma fonte confiável, o rodapé da página Nova guia vai mostrar um aviso de exoneração de responsabilidade sobre gerenciamento. Isso ajuda você a entender como seu navegador está sendo gerenciado. Os administradores podem desativar esse aviso com a política NTPFooterManagementNoticeEnabled. Além disso, as organizações podem personalizar a aparência do rodapé usando as políticas EnterpriseLogoUrlForBrowser e EnterpriseCustomLabelForBrowser para exibir um logotipo e um rótulo personalizados.
    • Chrome 140 no Linux, macOS e Windows: uma notificação padrão (Gerenciado por <nome de domínio>) vai começar a aparecer no rodapé da página Nova guia de todos os navegadores gerenciados. A visibilidade pode ser alterada com a política NTPFooterManagementNoticeEnabled policy. 
     

    Chrome Web Store

     

   

  • Evitar exclusões acidentais de senhas no Chrome back to top

    Para reduzir o risco de exclusão acidental de senhas em Excluir dados de navegação, o Chrome 139 agora direciona os usuários para as configurações do Gerenciador de senhas do Google, onde é possível gerenciar e excluir senhas e chaves de acesso com mais facilidade. O recurso remove a seleção Senhas e outros dados de login emMais e depois Excluir dados de navegação e, em vez disso, direciona os usuários ao Gerenciador de senhas do Google, onde é possível excluir individualmente ou em massa.

    Esse recurso não afeta as políticas corporativas atuais ClearBrowsingDataOnExitList e BrowsingDataLifetime

     
    • Chrome 139 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows : o recurso será lançado gradualmente. 

    Chrome Web Store

     

   

  • Notificações promocionais back to top

    No Chrome 128, novas notificações promocionais no nível do SO começaram a ser mostradas aos usuários. Essas notificações são regidas pela política corporativa PromotionsEnabled.

     
    • Chrome 128 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
    • Chrome 139 no Windows: no Chrome 138, as notificações de promoção só eram ativadas nos clientes do Chrome quando a atualização do Windows 10 para o Windows 11 era feita. No Chrome 139, isso foi estendido para todas as instalações do Chrome no Windows. As notificações ainda serão mostradas apenas para um subconjunto de usuários com baixo engajamento e podem ser desativadas pela política empresarial PromotionsEnabled.
     

   

  • Remoção de flags de extensão arriscadas no Google Chrome back to top

    Para melhorar a segurança e a estabilidade do navegador Chrome para nossos usuários, os builds oficiais com a marca Chrome vão remover as flags de linha de comando --extensions-on-chrome-urls e --disable-extensions-except a partir do Chrome 139. Essa mudança tem como objetivo reduzir os riscos associados a extensões nocivas e indesejadas. 

    Os desenvolvedores ainda podem usar as duas flags em builds sem marca, como o Chromium e o Chrome for Testing.

     
    • Chrome 139 no Linux, macOS e Windows
     

   

  • Remover o substituto de SwiftShader back to top

    A permissão para fallback automático para o WebGLcom suporte do SwiftShader foi descontinuada, e a criação de contexto do WebGL agora falha em vez de retornar ao SwiftShader. Isso foi feito por dois motivos principais: 

    1. O SwiftShader é um alto risco de segurança devido ao código JIT em execução no processo de GPU do Chromium.
    2. Os usuários têm uma experiência ruim ao alternar de um WebGL de alto desempenho com suporte de GPU para uma implementação com suporte de CPU. Os usuários não têm controle sobre esse comportamento, e é difícil descrevê-lo em relatórios de bugs.

    O SwiftShader é uma ferramenta útil para desenvolvedores da Web testarem sites em sistemas headless ou que não têm uma GPU compatível. Esse caso de uso ainda terá suporte, mas não é destinado à execução de conteúdo não confiável. Para ativar garantias de segurança mais baixas e permitir o SwiftShader para WebGL, inicie o executável do Chrome com a chave de linha de comando --enable-unsafe-swiftshader.

    Durante o período de descontinuação, um aviso vai aparecer no console JavaScript quando um contexto do WebGL for criado e respaldado pelo SwiftShader. A transmissão de --enable-unsafe-swiftshader removerá essa mensagem de aviso.

    O Chromium e outros navegadores não garantem a disponibilidade do WebGL. É importante testar e resolver a falha de criação de contexto do WebGL e usar outras APIs da Web, como Canvas2D ou uma mensagem adequada para o usuário. 

     
    • Chrome 139 
      • no Linux e macOS : o Swiftshader será desativado no macOS e no Linux.  Os usuários em máquinas sem GPU não poderão usar o WebGL.
      • No Windows : o fallback para o Swiftshader após três erros de falta de memória (OOM) será desativado no Windows. O uso do Swiftshader será limitado a dispositivos sem GPU ou com uma GPU na lista de bloqueio. 
     

   

  • Grupos de guias compartilhados back to top

    Agora os usuários podem colaborar em guias usando o recurso de grupos de guias compartilhados. Com esse recurso, os usuários podem criar e usar um conjunto de guias no computador ou dispositivo móvel, e os parceiros de colaboração podem acessar as mesmas guias nos próprios dispositivos. Quando uma pessoa mudar uma guia no grupo, as mudanças serão refletidas em todos os navegadores dos usuários no grupo. Uma política corporativa, TabGroupSharingSettings, estará disponível no Chrome 140 para controlar esse recurso.

     
    • Chrome 138 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento da capacidade de participar e usar um grupo de guias compartilhado. Os usuários do Chrome Stable não vão conseguir criar um grupo de guias compartilhado (o ponto de entrada não estará disponível). Essa parte do recurso só vai estar disponível no Beta/Dev/Canary para essa fase de lançamento. 
    • Chrome 139 no iOS: o suporte para iOS vai ser lançado a partir do Chrome 139.
    • Chrome 140 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: a política corporativa TabGroupSharingSettings vai estar disponível para o proprietário da empresa no Google Admin Console.
     

   

  • Suporte a contas em estado pendente no Chrome para iOS back to top

    As contas com credenciais invalidadas não serão mais desconectadas automaticamente e removidas do Chrome no iOS. Em vez disso, essas contas vão permanecer com login no navegador, em um estado pendente recém-introduzido associado a uma indicação de erro persistente na interface, para que os usuários sejam incentivados a resolvê-lo. Isso também significa que os dados locais associados a essas contas não serão mais excluídos automaticamente, mas mantidos no disco. As políticas atuais que controlam o login (por exemplo, BrowserSignin) vão continuar funcionando como antes.

     
    • Chrome 139 no iOS: o recurso será lançado gradualmente 
     

   

  • Próxima mudança nos certificados de AC incluídos na Chrome Root Store back to top

    Em resposta a falhas de compliance frequentes, o Chrome 139 mudou a forma da autenticação de servidor TLS de confiança pública, ou seja, sites ou certificados emitidos pela Chunghwa Telecom e Netlock, são confiáveis por padrão. Isso vale para o Chrome 139 e versões mais recentes no Windows, macOS, ChromeOS, Android e Linux. As políticas do iOS não permitem o uso da Chrome Root Store no Chrome para iOS.

    Especificamente, certificados TLS que validam os certificados de CA raiz da Chunghwa Telecom ou da Netlock incluídos na Chrome Root Store e emitidos:

        - a partir de 31 de julho de 2025, não serão mais confiáveis por padrão.

        - até 31 de julho de 2025, não serão afetados por essa mudança. 

    Se um usuário do Chrome ou uma empresa confiar explicitamente em um dos certificados da Chunghwa Telecom ou da Netlock afetados em uma plataforma e versão do Chrome que dependem da Chrome Root Store, por exemplo, quando a confiança explícita for transmitida por um objeto de política de grupo do Windows, as restrições de carimbos de data/hora de certificados assinados (SCT, na sigla em inglês) descritas acima vão ser substituídas e os certificados vão funcionar como hoje.  

    Confira mais informações e recursos de teste em Sustaining Digital Certificate Security - Upcoming Changes to the Chrome Root Store.

    Para saber mais sobre a Chrome Root Store, consulte as Perguntas frequentes.

     
    • Chrome 139 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: todas as versões do Chrome 139 e mais recentes que dependem da Chrome Root Store vão aceitar a ação de bloqueio, mas ela só será aplicada para certificados emitidos após 31 de julho de 2025.
     

   

  • Parar de enviar o cabeçalho "Purpose: prefetch" de pré-buscas e pré-renderizações back to top

    Agora que as pré-busca e pré-renderizações estão usando o cabeçalho Sec-Purpose para pré-busca e pré-renderizações, essa mudança remove o cabeçalho legado Purpose: prefetch, que ainda é transmitido. Essa atualização está atrás de uma flag de recurso ou kill switch para evitar problemas de compatibilidade.

    O escopo inclui pré-busca e pré-renderização de regras de especulação, <link rel=prefetch> e <link rel=prerender> não padrão do Chromium.

     
    • Chrome 139 no Windows, macOS, Linux e Android
     

   

  • O Chrome removerá o suporte para o macOS 11 back to top

    O Chrome 138 será a última versão com suporte para o macOS 11. O Chrome 139 e versões mais recentes não serão mais compatíveis com o macOS 11, que está fora do período de suporte da Apple. A execução em um sistema operacional com suporte é essencial para manter a segurança.

    Em Macs com o macOS 11, o Chrome vai continuar funcionando, mostrando uma barra de informações de aviso, mas não vai ser atualizado. Se um usuário quiser atualizar o Chrome, será necessário atualizar o computador para uma versão compatível do macOS. Para novas instalações do Chrome 139 e versões mais recentes, será necessário o macOS 12 ou mais recente.

     
    • Chrome 139 no Windows, macOS e Linux
     

   

  • O evento de erro é disparado em vez de gerar uma exceção para o worker bloqueado pelo CSP. back to top

    Quando bloqueado pela Política de Segurança de Conteúdo (CSP), o Chromium atualmente gera um SecurityError do construtor de Worker e SharedWorker. Para ser compatível com a especificação, o CSP precisa ser verificado como parte da busca e, em seguida, disparar eventos de erro de forma assíncrona, em vez de gerar uma exceção quando o script executa "new Worker(url)" ou "new SharedWorker(url)". 

    O objetivo desta atualização é tornar o Chromium compatível com as especificações, ou seja, ele não gera mais exceções após chamadas de construtor e dispara eventos de erro de forma assíncrona.

     
    • Chrome 139 no Windows, macOS, Linux e Android
     

   

  • Como aleatorizar a alocação de portas TCP no Windows back to top

    Esse recurso ativa a aleatorização de portas TCP nas versões do Windows 2020 H1 e posteriores. Não prevemos problemas com a reutilização rápida de portas anteriores (que podem causar rejeições devido a tempos limite de reutilização de portas) nessas versões. O problema de reutilização rápida de portas decorre do paradoxo do aniversário, em que a probabilidade de escolher aleatoriamente uma porta já usada se aproxima rapidamente de 100% a cada nova porta escolhida, ao contrário dos modelos de reutilização sequencial de portas.

     
    • Chrome 139 no Windows, macOS e Linux
     

   

   

   

Mudanças no Chrome Enterprise Core
 

   

  • Políticas baseadas em grupos para seleção de configuração do conector back to top

    As configurações do conector de relatórios que recebem eventos enviados por navegadores gerenciados agora podem ser configuradas por grupos, além de unidades organizacionais. 

    • Chrome 139 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows

    Chrome Web Store

    Chrome Web Store

     

   

  • Novos comandos remotos e exportação de CSV para a lista de perfis gerenciados back to top

    O Admin Console vai oferecer suporte aos comandos remotos "Limpar cache" e "Limpar cookies" no nível do perfil e à exportação de CSV para a lista de perfis gerenciados. Você pode selecionar um ou vários perfis e executar um comando remoto.

     
    • Chrome 137 no Android, Linux, macOS e Windows: adição da exportação em CSV para perfis gerenciados. 
    • Chrome 139 no Linux, macOS e Windows: suporte no nível do perfil para comandos remotos. 
     

   

  • Cards da página "Nova guia" para o Microsoft 365 back to top

    Os usuários corporativos com o Outlook ou o SharePoint já podem acessar as próximas reuniões ou arquivos sugeridos diretamente na página Nova Guia. Essa experiência simplificada elimina a necessidade de trocar entre guias ou perder tempo procurando a próxima reunião. Assim você ganha tempo para o que realmente importa. Os administradores podem ativar os cards com NTPSharepointCardVisible e NTPOutlookCardVisible. Para locatários do Microsoft que não permitem a autoautorização, o administrador também precisa consentir com as permissões do app durante a primeira autenticação ou aprovar o uso do app no Microsoft Entra.

     
    • Chrome 134 no Linux, macOS e Windows: disponível para Trusted Testers 
    • Chrome 137 no Linux, macOS e Windows:  lançamento gradual para todos os clientes 
    • Chrome 139 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: os usuários não precisam fazer login no Chrome para usar esse recurso.
     

    Chrome Web Store

    Chrome Web Store

   

  • Regionalizar os dados cobertos do Chrome Enterprise back to top

    Do Chrome 139 m diante, os administradores podem usar regiões de dados para armazenar os dados cobertos do Chrome Enterprise dos usuários em uma localização geográfica específica. As opções de local são Estados Unidos, União Europeia (rotulada como Europa no Google Admin Console) ou "Sem preferência". A migração inicial só será concluída no final do Chrome 140. Essa configuração pode ser definida no Admin Console do Google em Dados > Compliance > Regiões de dados > Região > Dados em repouso. Para mais informações sobre os tipos de dados cobertos, consulte os Termos específicos do serviço do Chrome Enterprise.  

     
    • Chrome 139 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows : o lançamento vai começar. Os administradores podem definir uma região, mas os dados talvez não sejam totalmente regionalizados até o final do Chrome 140.
    • Chrome 140 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: a migração inicial será totalmente regionalizada.
      

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

Saiba mais sobre as diferenças entre o Chrome Enterprise Core e o Chrome Enterprise Premium.

   

  • Detecção de contas ativas back to top  

    O Chrome Enterprise agora pode detectar se um funcionário está usando a conta do Google corporativa ou pessoal em páginas do Google Workspace, como o Google Drive, o Documentos ou o Gmail. Isso permite que os administradores criem regras de Prevenção contra perda de dados (DLP) mais detalhadas para impedir que dados sensíveis sejam movidos para contas pessoais, resolvendo um risco crítico de exfiltração de dados. Por exemplo, um administrador agora pode configurar uma política no Google Admin Console para bloquear o upload de um arquivo em uma conta pessoal do Google Drive, mas permitir em uma conta corporativa. Para usar esse recurso, os administradores precisam criar ou atualizar as regras de DLP para incluir a nova condição Conta conectada do app da Web do Google Workspace. Não há uma política corporativa única para ativar ou desativar esse recurso. O controle é gerenciado pela criação dessas regras específicas de DLP.

     
    • Chrome 139 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows : o navegador Chrome pode detectar a conta de usuário ativa nas páginas do Google Workspace e enviar essas informações como um novo indicador com solicitações de verificação da Prevenção contra perda de dados (DLP).
     

   

  • API Chrome Enterprise Connectors back to top  

    O Chrome Enterprise está lançando o gerenciamento programático para o Chrome Enterprise Connectors. Essa atualização expõe as configurações do conector como políticas novas e atualizadas na API Chrome Policy, permitindo que administradores de TI e parceiros de tecnologia gerenciem essas configurações em grande escala. Antes, esse processo era feito manualmente no Google Admin Console. Essa atualização permite a automação, o que ajuda a reduzir erros manuais e melhorar a eficiência do gerenciamento de integrações com soluções de segurança de terceiros.

    Os administradores podem usar a API Chrome Policy para controlar de forma programática as configurações de relatórios de eventos, análise de conteúdo e verificações de URL em tempo real. Esse lançamento inclui atualizações na política OnSecurityEventEnterpriseConnector e adiciona novas políticas, como OnFileAttachedEnterpriseConnector, OnFileDownloadedEnterpriseConnector, OnFileTransferEnterpriseConnector, OnBulkDataEntryEnterpriseConnector, OnPrintEnterpriseConnector e EnterpriseRealTimeUrlCheckMode.

    Para detalhes técnicos, os desenvolvedores precisam consultar a documentação principal da API Chrome Policy 

     
    • Chrome 139 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows : esse lançamento adiciona suporte ao gerenciamento programático dos Chrome Enterprise Connectors por uma nova API.
     

   

  • Proteção de regras de copiar e colar back to top  

    Para ajudar as organizações a evitar melhor a exfiltração de dados em dispositivos móveis, o Chrome está ampliando os controles de dados da área de transferência de dados do computador. Os administradores agora podem usar a política DataControlsRules para definir regras que bloqueiam ou alertam os usuários ao tentarem copiar ou colar conteúdo que viola as políticas da organização. Esse recurso permite que os administradores definam limites de dados e impeçam que informações sensíveis sejam coladas de um contexto de trabalho em apps ou sites pessoais na frota de dispositivos móveis. Isso resolve uma lacuna de segurança significativa e um recurso frequentemente solicitado por clientes empresariais que citaram a falta de controles de dados móveis como uma preocupação. Para usar esse recurso, os administradores podem configurar restrições de área de transferência na política DataControlsRules, oferecendo uma experiência de gerenciamento consistente em computadores e dispositivos móveis para fortalecer a postura de segurança geral da organização.

     
    • Chrome 139 no Android : proteção de regras de copiar e colar disponível no Android

   

  • Suporte da prevenção contra perda de dados para iFrames back to top  

    Para aumentar a segurança e evitar a exfiltração de dados, as funcionalidades de Prevenção contra perda de dados (DLP) do Chrome estão sendo estendidas ao conteúdo dos iFrames. No momento, as regras de DLP configuradas pelos administradores não se aplicam ao conteúdo dentro de um iFrame, o que permite uma possível falha de segurança em que os usuários podem ignorar as restrições. Esse recurso preenche essa lacuna. Com essa mudança, quando um usuário realiza uma ação que aciona a DLP (como fazer upload de um arquivo) em um site carregado em um iFrame, o Chrome envia toda a hierarquia de URL, do iFrame de origem até a página de nível superior, para ser avaliada em relação a todas as regras de DLP aplicáveis.

     

    O objetivo dessa mudança é oferecer uma postura de segurança mais robusta e eliminar um método conhecido para burlar as políticas de proteção de dados. Não são necessárias novas políticas corporativas para ativar essa funcionalidade. Ela funciona com as regras de DLP atuais configuradas nas políticas do conector. Os administradores precisam saber que as regras atuais agora se aplicam a contextos de iFrame, o que pode bloquear ações do usuário que eram permitidas antes.

     
    • Chrome 139 no Linux, macOS e Windows : lançamento inicial do suporte à prevenção contra perda de dados para iFrames. Essa fase adiciona a aplicação obrigatória para eventos de upload de arquivos originados em um contexto de iFrame e funciona com as regras de DLP atuais configuradas pela política OnFileAttachedEnterpriseConnector.
    • Chrome 140 no Linux, macOS e Windows: essa fase expandida combina dois lançamentos de recursos, estendendo o suporte a iFrame da DLP para incluir a aplicação de ações de download e impressão de arquivos.

   

  • Ativar a marca d'água em aplicativos de página única back to top  

    Para melhorar a segurança dos dados, o recurso de marca-d'água do Chrome Enterprise Premium agora é compatível com aplicativos de página única (SPAs). Isso atende a uma solicitação importante dos clientes, já que as marcas d'água antes eram aplicadas apenas a sites tradicionais. Esse recurso é controlado pelas políticas de Prevenção contra perda de dados (DLP) no Google Admin Console. Não é preciso configurar novas políticas para essa melhoria.

     

    Os administradores de TI precisam estar cientes de uma limitação técnica importante. Os SPAs usam navegações no mesmo documento, que não podem ser pausadas para uma verificação de segurança como um carregamento de página padrão. Por isso, pode haver um pequeno atraso antes que uma marca d'água apareça depois de navegar em uma SPA. Além disso, as regras de DLP definidas como Avisar ou Bloquear não mostram uma página intersticial para essas navegações de SPA. A ação só é acionada em uma atualização de página inteira.

     
    • Chrome 139 no ChromeOS, Linux,  macOS e Windows : esse lançamento adiciona suporte para marca d'água em aplicativos de página única (SPAs).
     

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Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome

 

    

  • Aplicação da verificação em duas etapas para administradores back to top

    Para proteger melhor as informações da sua organização, em breve o Google vai exigir que todas as contas com acesso a admin.google.com ativem a verificação em duas etapas (2SV). Como admin do Google Workspace, você precisa confirmar sua identidade com a verificação em duas etapas, que requer sua senha e algo adicional, como um número de telefone ou uma chave de segurança.

    A aplicação será lançada gradualmente nos próximos meses. Ative a verificação em duas etapas nas contas de administrador da sua organização antes que o Google aplique esse recurso. Para mais informações, consulte Sobre a aplicação da verificação em duas etapas para administradores.

     
    • Chrome 137 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: início da ativação da autenticação de dois fatores
    • Chrome 140 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: verificação em duas etapas obrigatória
     

    

  • Mudança automática de senha back to top

    Quando o Chrome detecta que um usuário fez login em um site com uma senha comprometida conhecida, ele oferece a opção de mudar a senha automaticamente. Esse recurso vai estar disponível em um grupo de sites que atendem aos critérios. O recurso usa IA e pode ser controlado pela política corporativa AutomatedPasswordChangeSettings.

     
    • Chrome 140 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows

     

    

  • Sugestões de pesquisa contextual na barra de endereço do Chrome back to top

    Com esse recurso, você pode perguntar qualquer coisa sobre a página em que está, diretamente no contexto. Com base no hábito de pesquisa atual da barra de endereço, os usuários podem fazer uma pergunta com o Google Lens selecionando qualquer coisa na tela ou perguntando com palavras. Uma ação do Google Lens na barra de endereço e sugestões contextuais guiam as pessoas para o recurso quando ele é mais útil. Esse recurso é bloqueado pela política LensOverlaySettings.

     
    • Chrome 138 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows : lançamento do recurso
    • Chrome 140 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: Se a política LensOverlaySettings não estiver definida, esse recurso vai respeitar a política GenAiDefaultSettings, se presente.

    

  • Preenchimento Automático Aprimorado back to top

    A partir do Chrome 137, alguns usuários podem ativar o Preenchimento automático com IA, um novo recurso que ajuda a preencher formulários on-line com mais facilidade. Em formulários relevantes, o Chrome pode usar a IA para entender melhor o formulário e oferecer aos usuários a opção de preencher automaticamente as informações salvas anteriormente. Os administradores podem controlar o recurso usando a política atual GenAiDefaultSettings e uma nova política AutofillPredictionSettings.

     
    • Chrome 137 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
    • Chrome 140 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows : o recurso "Preenchimento automático com IA" vai mudar de nome para "Preenchimento automático avançado", permitir que os usuários salvem e preencham mais tipos de informações e ficar disponível em mais países e idiomas.
     

    

  • Gemini no Chrome back to top

    O Gemini agora está integrado ao Chrome no macOS e no Windows e pode entender o conteúdo da sua página atual. Agora os usuários podem conferir os principais pontos, esclarecer conceitos e encontrar respostas sem sair da guia do Chrome. Essa integração inclui o chat, em que os usuários podem interagir com o Gemini por texto, e o Gemini Live, em que os usuários podem interagir com o Gemini por voz.

    No Chrome 140, o Gemini no Chrome vai estar disponível para usuários conectados ao Chrome nos EUA. Os administradores podem desativar esse recurso (valor 1) usando a política GeminiSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2). Para mais detalhes, consulte Gemini no Chrome na Central de Ajuda.

     
    • Chrome 137 no macOS e Windows: o recurso está disponível para alguns assinantes do Google AI Pro e Ultra nos EUA e nos canais pré-Stable (Dev, Canary e Beta) nos EUA.
    • Chrome 140 no macOS e Windows: o recurso foi lançado gradualmente na versão estável para usuários conectados ao Chrome nos EUA. 
     

    

  • Happy Eyeballs V3 back to top

    Esse lançamento é uma otimização interna no Chrome que implementa o Happy Eyeballs V3 para melhorar a simultaneidade da conexão de rede. O Happy Eyeballs V3 executa resoluções de DNS de forma assíncrona e intercala as tentativas de conexão com protocolos preferíveis (H3/H2/H1) e famílias de endereços (IPv6 ou IPv4) para reduzir o atraso de conexão da rede visível para o usuário. Esse recurso é bloqueado por uma política temporária HappyEyeballsV3Enabled.

     
    • Chrome 140 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows

    

  • Iniciar o Chrome em um novo perfil pela linha de comando back to top  

    Essa melhoria resolve uma lacuna crítica para nossos parceiros empresariais e administradores que precisam iniciar aplicativos da Web nos catálogos de apps nativos diretamente em um perfil gerenciado específico do Chrome usando a interface de linha de comando (CLI) do Chrome. No momento, se o perfil designado não existir, o Chrome vai usar o último perfil usado, criando uma experiência do usuário desconexa e insegura. Com esse novo recurso, quando um perfil especificado não é encontrado, o Chrome inicia o fluxo de criação de perfil atual, preenchendo automaticamente o endereço de e-mail do usuário para simplificar o processo de configuração. Essa é uma importante ferramenta técnica para administradores que querem integrar os usuários corporativos ao Chrome Enterprise usando perfis gerenciados.

     
    • Chrome 140 no Linux, macOS e Windows
     

    

  • Criptografia pós-quântica para DTLS no WebRTC back to top

    Esse recurso permite o uso da criptografia pós-quântica (PQC) com conexões WebRTC. A motivação da PQC é atualizar o tráfego de mídia do WebRTC com os protocolos de criptografia mais recentes e evitar cenários de Coletar agora para quebrar depois

    Esse recurso será controlado por uma política corporativa WebRtcPostQuantumKeyAgreementEnabled para permitir que os usuários corporativos desativem a PQC. A política será temporária e tem remoção planejada para a versão 150 do Chrome.

     
    • Chrome 140 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia
    • Chrome 150 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia: remoção da política corporativa
     

    

  • Modo ServiceWorkerAutoPreload back to top

    O ServiceWorkerAutoPreload é um modo em que o navegador emite a solicitação de rede em paralelo com a inicialização do service worker e consome o resultado da solicitação de rede no gerenciador de busca se ele retornar a resposta com respondWith(). Se o resultado do gerenciador de busca for de substituição, ele vai transmitir a resposta de rede diretamente para o navegador. O ServiceWorkerAutoPreload é definido como uma otimização opcional do navegador que muda o comportamento do service worker atual.

    Uma política corporativa temporária chamada ServiceWorkerAutoPreloadEnabled será adicionada para controlar esse recurso.

     
    • Chrome 140 no Android e Windows : a política será disponibilizada
    • Chrome 144 no Android e Windows: a política será removida
     

    

  • Pseudoelementos de destaque para localizar na página do CSS back to top

    Expõe o estilo do resultado da pesquisa de localizar na página para autores como um pseudoelemento de destaque, como seleção e erros de ortografia. Isso permite que os autores mudem as cores de primeiro plano e de plano de fundo ou adicionem decorações de texto. Isso pode ser bastante útil se os padrões do UA tiverem contraste insuficiente com as cores da página ou forem inadequados de outra forma.

     
    • Chrome 140 no Windows, macOS, Linux e Android
     

    

  • Descontinuar regras especiais de tamanho da fonte para H1 em alguns elementos back to top

    A especificação HTML contém uma lista de regras especiais para tags <h1> aninhadas em tags <article>, <aside>, <nav> ou <section>. Essas regras especiais foram descontinuadas porque causam problemas de acessibilidade. Ou seja, elas reduzem o tamanho da fonte das tags <h1> aninhadas, fazendo com que pareçam <h2>, mas nada na árvore de acessibilidade reflete essa mudança.

     
    • Chrome 140 no Windows, macOS, Linux e Android
     

    

  • Proteção de IP back to top

    Esse recurso limita a disponibilidade do endereço IP original de um usuário em contextos de terceiros no Modo de navegação anônima, melhorando as proteções contra o rastreamento entre sites quando os usuários escolhem navegar nesse modo. Os endereços IP facilitam vários casos de uso, incluindo o roteamento de tráfego e a prevenção de fraudes e spam. No entanto, eles também podem ser usados para rastreamento. Para os usuários do Chrome que escolhem navegar no modo de navegação anônima, queremos oferecer mais controle sobre o endereço IP, sem interromper a funcionalidade essencial da Web. Para encontrar esse equilíbrio entre proteção e usabilidade, esta proposta se concentra em limitar o uso de endereços IP em um contexto de terceiros no modo de navegação anônima. Para isso, a proposta usa uma abordagem baseada em lista, em que apenas os domínios na lista de domínios mascarados (MDL, na sigla em inglês) em um contexto de terceiros serão afetados. Para empresas, esse recurso pode ser controlado pela política corporativa PrivacySandboxIpProtectionEnabled.

     
    • Chrome 140 no Windows, macOS, Linux e Android
     

    

  • Restrições de acesso à rede local back to top

    O Chrome 140 restringe a capacidade de fazer solicitações para a rede local do usuário, protegida por uma solicitação de permissão. Uma solicitação de rede local é qualquer solicitação de um site público a um endereço IP local ou loopback, ou de um site local (por exemplo, intranet) a loopback. Restringir a capacidade dos sites de fazer essas solicitações por trás de uma permissão reduz o risco de ataques de falsificação de solicitação entre sites em dispositivos de rede local, como roteadores, e diminui a capacidade dos sites de usar essas solicitações para criar uma impressão digital da rede local do usuário.

    Essa permissão é restrita a contextos seguros. Se concedidas, as permissões também relaxam o bloqueio de conteúdo misto para solicitações de rede local, já que muitos dispositivos locais não conseguem obter certificados TLS confiáveis publicamente por vários motivos.

    Esse trabalho substitui um esforço anterior chamado Acesso à rede privada, que usava solicitações de simulação para que os dispositivos locais ativassem o recurso. As empresas que precisam desativar ou conceder automaticamente a permissão podem fazer isso usando as políticas LocalNetworkAccessAllowedForUrls e LocalNetworkAccessBlockedForUrls. O valor "*" pode ser usado para permitir o acesso à rede local em todos os URLs, correspondendo ao comportamento antes da implementação das restrições.

     
    • Chrome 140 no Windows, macOS, Linux e Android

    

  • Tokens de revelação probabilística back to top

    Para garantir que todas as empresas possam continuar estimando a quantidade de fraudes nos sistemas, treinando modelos para se defender contra fraudes e analisando novos comportamentos fraudulentos, ao mesmo tempo que mitigam a capacidade de rastrear usuários em grande escala usando endereços IP, propomos introduzir um mecanismo de amostragem de IP atrasado chamado de tokens de revelação probabilística (PRTs, na sigla em inglês) junto com a Proteção de IP para uso em tráfego protegido.

    Os PRTs serão incluídos em solicitações de proxy em um novo cabeçalho HTTP adicionado pelo navegador para domínios que indicam querer recebê-los por um processo de inscrição. Cada PRT vai conter um texto criptografado, gerado por um emissor e aleatorizado novamente para evitar a vinculação pelo navegador antes da solicitação, que o destinatário pode descriptografar após um atraso. O Google será o emissor da implementação do Chrome. Uma pequena parte dos PRTs descriptografados contém o endereço IP pré-proxy do cliente (ou seja, não mascarado e conforme observado pelo emissor do token), enquanto os PRTs restantes não fornecem informações sobre o endereço IP original do cliente. Isso resulta em apenas uma pequena porcentagem de PRTs que contêm e revelam o IP do usuário. Como os PRTs só serão anexados quando a proteção de IP estiver ativada, os administradores podem usar a política PrivacySandboxIpProtectionEnabled para controlar a proteção de IP e os PRTs.

     
    • Chrome 140 no Windows, macOS, Linux e Android
     

    

  • Propagar o comportamento de rolagem esticada da janela de visualização da raiz back to top

    Esse recurso vai propagar o comportamento de rolagem excessiva da raiz em vez do corpo. O grupo de trabalho do CSS decidiu não propagar propriedades do corpo para a janela de visualização. Em vez disso, as propriedades da janela de visualização são propagadas do elemento raiz, por exemplo, scroll-behavior, scroll-snap-type, scroll-padding. Assim, o comportamento de rolagem esticada precisa ser propagado do elemento raiz. No entanto, o Chrome tem um problema antigo de propagar o comportamento de rolagem esticada em vez da raiz, o que difere do comportamento do Safari(WebKit) e do Firefox(Gecko). O objetivo desse recurso é fazer essa correção propagando o comportamento de rolagem esticada da raiz em vez do corpo.

     
    • Chrome 140 no Windows, macOS, Linux e Android

    

  • Bloqueio de scripts na navegação anônima back to top

    A redução do uso indevido da API para reidentificação do navegador, também conhecida como bloqueio de script, é um recurso que bloqueia scripts que usam técnicas conhecidas e prevalentes para reidentificação do navegador em contextos de terceiros. Essas técnicas geralmente envolvem o uso indevido de APIs de navegador para extrair mais informações sobre o navegador ou as características do dispositivo do usuário.

    Esse recurso usa uma abordagem baseada em lista, em que apenas os domínios marcados como "Afetados pelo bloqueio de script" na lista de domínios mascarados (MDL, na sigla em inglês) em um contexto de terceiros serão afetados. Quando o recurso está ativado, o Chrome verifica as solicitações de rede na lista de bloqueio. O componente subresource_filter do Chromium será reutilizado. Ele é responsável por marcar e filtrar solicitações de subrecursos com base em sinais de ativação no nível da página. Um conjunto de regras é usado para corresponder URLs para filtragem. O nome da política corporativa é PrivacySandboxFingerprintingProtectionEnabled.

     
    • Chrome 140 no Windows, macOS, Linux e Android

    

  • O script SharedWorker herda o controlador do URL do script do blob back to top

    De acordo com o Caso do cliente worker (GitHub), os workers devem herdar os controladores do URL do blob. No entanto, o código atual permite que apenas DedicatedWorkers herdem o controlador. SharedWorkers não o herdam. Essa é a correção para ajustar o comportamento do Chromium à especificação. Uma política corporativa SharedWorkerBlobURLFixEnabled está disponível para controlar esse recurso.

     
    • Chrome 140 no Windows, macOS, Linux e Android

    

  • Política rígida de mesma origem para a API Storage Access back to top

    Planejamos ajustar a semântica da API Storage Access para seguir estritamente a política de mesma origem e melhorar a segurança. O uso de document.requestStorageAccess() em um frame apenas anexa cookies às solicitações para a origem do iframe (não ao site) por padrão. A política CookiesAllowedForUrls ou os cabeçalhos de acesso ao armazenamento ainda podem ser usados para desbloquear cookies entre sites.

     
    • Chrome 140 no Windows, macOS, Linux e Android
     

    

  • Manifesto do app da Web: especifica a qualificação para atualização, os URLs de ícones são Cache-Control: imutável back to top

    A partir do Chrome 139, o manifesto do app da Web vai especificar um algoritmo de qualificação de atualização. Isso torna o processo de atualização mais determinista e previsível, dando ao desenvolvedor mais controle sobre se (e quando) as atualizações devem ser aplicadas às instalações atuais e permitindo a remoção da "limitação de verificação de atualização" que os agentes do usuário precisam implementar para evitar o desperdício de recursos de rede.

     
    • Chrome 141 no Windows, macOS e Linux
    • Chrome 142 no Android
     

    

  • Limpar o nome da janela para navegações entre sites que mudam o grupo de contexto de navegação back to top

    Atualmente, o valor da propriedade window.name é preservado durante todo o ciclo de vida de uma guia, mesmo com navegação que alterna grupos de contexto de navegação, o que pode vazar informações e ser potencialmente usado como um vetor de rastreamento. Nesse caso, limpar a propriedade window.name resolve o problema. 

    Esta atualização vai introduzir uma nova política corporativa temporária, ClearWindowNameCrossSiteBrowsing, que vai deixar de funcionar no Chrome 146.

     
    • Chrome 142 no Windows, macOS, Linux, Android e iOS
     

    

  • Proibir a pré-renderização HTTP em texto simples não confiável back to top

    Com esse lançamento, será possível impedir a pré-renderização HTTP de texto simples não confiável.

     
    • Chrome 142 no Windows, macOS, Linux e Android

    

  • Prevenção de rastreamento de HSTS back to top

    Essa atualização vai reduzir o rastreamento de usuários por terceiros usando o cache do HTTP Strict Transport Security (HSTS). Esse recurso só permite upgrades HSTS para navegações de nível superior e bloqueia upgrades HSTS para solicitações de subrecursos. Isso torna inviável que sites de terceiros usem o cache HSTS para rastrear usuários na Web.

     
    • Chrome 142 no Windows, macOS, Linux e Android
     

    

  • Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file:// back to top

    De acordo com a especificação do padrão de URL, os hosts de URL não podem conter o caractere de espaço, mas a análise de URL no Chromium permite atualmente espaços no host. Isso faz com que o Chromium falhe em vários testes incluídos nos HTTPS URLs for WebSocket da Interop2024 e áreas de foco de URL. Para que o Chromium atenda à a especificação, gostaríamos de remover os espaços dos hosts de URL, mas a dificuldade é que eles são usados na parte do host em URLs file:// do Windows (GitHub).

     
    • Chrome 145 no Android, ChromeOS, Lacros, Linux, MacOS, Windows e Fuchsia

    

    

  • Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5 back to top

    As chamadas do Chrome para a API SafeBrowsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5. Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários. Para mais detalhes, consulte Migração da V4: Navegação segura

     
    • Chrome 145 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows : o lançamento do recurso será gradual. 

    

  • Apps isolados da Web back to top

    Os apps isolados da Web (IWAs) são uma extensão do trabalho atual sobre a instalação de PWAs e o empacotamento da Web. Eles oferecem proteções mais fortes contra comprometimento do servidor e outras adulterações necessárias para desenvolvedores de aplicativos sensíveis à segurança.

    Esses aplicativos são reunidos em pacotes da Web, assinados pelo desenvolvedor e distribuídos aos usuários finais por um ou mais dos métodos descritos na explicação em vez de serem hospedados em servidores da Web ativos e buscados por HTTPS. 

    Nesta versão inicial, os IWAs só poderão ser instalados por uma política de administrador em dispositivos ChromeOS gerenciados pela empresa.

     
    • Chrome 146 no Windows : esse lançamento adiciona suporte a apps da Web isolados em configurações de navegador gerenciadas pela empresa no Windows.

    

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top

    A partir do Chrome 126, o Chrome passará a oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    A partir do Chrome 125, os administradores poderão usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabled para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativar o novo provedor. Essa política vai estar disponível até o Chrome 146 e será removida no Chrome 147. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

     
    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled até o Chrome 146 para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente.
    • Chrome 147 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled será removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.
     

Próximas atualizações do Chrome Enterprise Core

 

    

  • Exclusão de perfil inativo no Chrome Enterprise Core back to top

    Em junho de 2025, o período de inatividade para a configuração de exclusão de perfil começou a ser lançado. Em agosto de 2025, a configuração vai começar a excluir automaticamente os perfis gerenciados no Admin Console que estiverem inativos por mais tempo do que o período de inatividade definido. Ao lançar a configuração, o período de inatividade tem o valor padrão de 90 dias. Por padrão, todos os perfis gerenciados inativos há mais de 90 dias são excluídos da sua conta. Os administradores podem alterar o valor do período de inatividade usando esta configuração. O valor máximo para determinar o período de inatividade do perfil é de 730 dias, e o mínimo, de 28 dias.

    Se o valor definido for reduzido, isso poderá ter um impacto global nos perfis gerenciados. Todos os perfis afetados serão considerados inativos e, portanto, serão excluídos. Isso não exclui a conta do usuário. Se um perfil inativo for reativado em um dispositivo, ele vai reaparecer no console.

     
    • Chrome 140 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows : a política foi lançada em junho. A exclusão vai começar em agosto, e a primeira fase desse processo será concluída até o início de setembro. Após o lançamento inicial da exclusão, os perfis inativos vão continuar sendo excluídos quando atingirem o período de inatividade.
     

    

  • Página de visão geral do Chrome Enterprise back to top

    Com esse recurso, apresentamos uma nova página de Visão geral na seção "Navegador Chrome" do Google Admin Console. Na página de visão geral, os administradores de TI encontram rapidamente informações importantes sobre a implantação:

    - Ativar e desativar perfis e navegadores registrados

    - Identificar navegadores desatualizados e com atualizações pendentes

    - Identificar extensões de alto risco (de acordo com o Spin.AI) e ver uma prévia das extensões mais solicitadas.

    - Insights de segurança (por exemplo, uploads ou downloads de arquivos confidenciais)

    A página de visão geral também permite que os administradores acessem rapidamente ações importantes, como gerenciar extensões, acessar a lista de navegadores ou perfis e definir políticas de atualização, entre outras.

     
    • Chrome 137 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows
    • Chrome 141 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows : nova filtragem disponível na página "Visão geral" para unidade organizacional e datas de atividade

     

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium

   

  • Aumento do suporte a tamanhos de arquivo para verificações da Prevenção contra perda de dados back to top

    O Chrome Enterprise Premium agora estende os recursos de Prevenção contra perda de dados (DLP) e verificação de malware para incluir arquivos grandes e criptografados. Antes, arquivos maiores que 50 MB e todos os arquivos criptografados eram ignorados durante a verificação de conteúdo. Essa atualização corrige essa falha de segurança crítica. Para políticas configuradas para salvar evidências, agora é possível enviar arquivos de até 2 GB para o Evidence Locker. Isso oferece aos administradores mais visibilidade e controle, reduzindo significativamente o risco de exfiltração de dados por transferências de arquivos grandes.

    Não é necessário ter uma nova política para ativar esse recurso. Ele é controlado automaticamente pelas configurações de regras da DLP no Google Admin Console. Se os administradores tiverem regras aplicáveis a uploads, downloads ou impressão de arquivos, elas também serão aplicadas a arquivos grandes e criptografados.

     
    • Chrome 140 no Linux,  macOS e Windows : lançamento de recursos
     

   

  • Personalização de marca-d'água back to top

    O Chrome Enterprise Premium agora permite que os administradores personalizem a aparência das marcas-d'água. Essa melhoria é motivada pela necessidade de melhorar a experiência do usuário, abordando problemas como cansaço visual e legibilidade em páginas com marcas d'água.

    Para controlar a aparência da marca d'água, os administradores precisam usar a nova política WatermarkStyle. Nessa política, os administradores podem configurar o seguinte:

    • 'font_size': define o tamanho da fonte do texto em pixels. 
    • "fill_opacity": define a opacidade do preenchimento do texto, de 0 (transparente) a 100 (opaco). 
    • "outline_opacity": define a opacidade do contorno do texto, de 0 (transparente) a 100 (opaco). 

    Assim, os administradores têm mais flexibilidade para equilibrar os requisitos de segurança com a produtividade do usuário final.

     
    • Chrome 140 no ChromeOS, Linux,  macOS e Windows : com esse lançamento, os administradores podem personalizar o tamanho da fonte e a opacidade da marca d'água usando a nova política WatermarkStyle no Google Admin Console.
    • Chrome 141 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: como uma forma de aprimoramento, uma nova página chrome:// enterprise foi introduzida para que os administradores possam visualizar o estilo de marca d'água configurado antes da implantação.
     

   

  • Refactor da UX da regra do navegador Chrome back to top

    Para melhorar a experiência de criação de regras de Prevenção contra perda de dados (DLP), o Google Admin Console está sendo atualizado para simplificar a definição de políticas para diferentes aplicativos, como o Chrome e o Workspace. Isso introduz grupos de aplicativos mutuamente exclusivos, o que significa que uma única regra de DLP agora só pode segmentar um grupo de aplicativos por vez, seja apps do Workspace (como o Drive e o Gmail), gatilhos do navegador Chrome (como upload de arquivos, URL visitado) ou gatilhos do ChromeOS. Essa mudança simplifica a configuração de regras, elimina possíveis conflitos de seleção de apps sobrepostos e prepara o terreno para fluxos de trabalho mais especializados e fáceis de usar, adaptados às necessidades de cada plataforma.

    Os administradores vão encontrar uma interface de seleção "Apps" atualizada com botões de opção para aplicar essa seleção de um único grupo para novas regras. As regras atuais que antes combinavam aplicativos de vários grupos serão migradas de forma transparente pelo sistema para regras separadas, em conformidade e de plataforma única, para garantir a proteção contínua e uma transição tranquila. Os banners no Admin Console vão fornecer informações sobre essas mudanças e o processo de migração. Não há novas políticas corporativas com essa atualização. As mudanças são na interface de configuração de regras.

     
    • Chrome 141 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows  :permite a seleção de apps mutuamente exclusivos para a configuração de regras de DLP no Admin Console.
    Chrome Web Store  

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Resumo da versão 139 do ChromeOS

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Sincronização de espaço de trabalho do ChromeOS    
Mudanças nos apps do Chrome   
Descontinuação de uso do Cliente nativo (NaCl)  
Ferramenta de calibragem da tela touch    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Descontinuação do Chrome Sign Builder  
Validação do certificado do servidor EAP/TLS  

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

Atualizações do ChromeOS

   

  • Sincronização de espaço de trabalho do ChromeOS back to top

    Do ChromeOS 139 em diante, a sincronização do espaço de trabalho do ChromeOS ajuda os usuários a retomar rapidamente de onde pararam ao mudar para outro dispositivo. A Sincronização do espaço de trabalho restaura todas as janelas, guias e até cookies da sessão anterior para permitir uma transição tranquila. Os administradores podem ativar esse recurso para usuários gerenciados. A sincronização do espaço de trabalho é especialmente útil para dispositivos compartilhados e profissionais de atendimento em ambientes de saúde, hotelaria e manufatura. Para mais detalhes, consulte nossa postagem do blog ou a Central de Ajuda


   

  • Mudanças nos apps do Chrome back to top

    Do ChromeOS 139 em diante, programado para o lançamento estável em 19 de agosto, os apps do Chrome instalados pelo usuário no ChromeOS vão parar de funcionar. Os apps instalados com instalação forçada feita pelo Admin Console para sessões de visitante gerenciadas (MGS) e sessões de usuário vão continuar sendo compatíveis. Saiba mais em Fim do suporte a apps do Chrome.

    Uma nova política, KioskChromeAppsForceAllowed, está disponível para que os administradores reativem os apps do Chrome em sessões de quiosque. Com essa política ativada, os apps do Chrome em sessões de quiosque vão ser compatíveis com o ChromeOS 150.

   

  • Descontinuação do Cliente nativo (NaCl) back to top

    O ChromeOS 139 e as versões mais recentes não são mais compatíveis com o Cliente nativo (NaCl) em ambientes gerenciados com a política de permissão do NaCl ativada. Para dispositivos no canal de Suporte de longo prazo (LTS) com essa política ativa, o suporte ao NaCl vai continuar até a última atualização do LTS do ChromeOS 138, em abril de 2026.

   

  • Ferramenta de calibragem da tela touch back to top

    Com o ChromeOS 139, agora é possível calibrar os limites de telas sensíveis ao toque externas. Os usuários de Chromebooks agora podem calibrar os limites de telas touch externas conectadas a um Chromebook. Essa configuração ajuda a alinhar os limites da tela externa para que as entradas de toque correspondam corretamente ao conteúdo exibido. Para calibrar a tela touch externa, acesse Configurações > Dispositivo > Tela, vá até a tela touchscreen externa correspondente e acesse "Calibrar tela touchscreen". Para mais detalhes, consulte Conectar o Chromebook a um monitor.

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Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no ChromeOS

   

  • Descontinuação do Chrome Sign Builder back to top

    O app Chrome Sign Builder vai chegar ao fim da vida útil em julho de 2026. O ChromeOS M150 será a última versão com suporte a ele no modo quiosque. Os dispositivos no canal de suporte de longo prazo (LTS) vão continuar recebendo suporte até abril de 2027. Essa descontinuação significa que, após os prazos especificados, o Chrome Sign Builder não estará mais disponível para instalação ou configuração, o que pode causar interrupções no serviço para organizações que o utilizam atualmente para sinalização digital.

    Para evitar interrupções, as organizações precisam migrar para uma solução alternativa antes de julho de 2026. Existem duas opções recomendadas:

    • Migrar para a Comeen: um parceiro do Chrome Enterprise Recommended que oferece um app da Web substituto (comeen.com)

    • Implante apps da Web alternativos: use o Google Admin Console para implantar outros apps da Web em dispositivos ChromeOS no modo quiosque.

   

  • Validação do certificado do servidor EAP/TLS back to top

    Observação: essa mudança afeta apenas clientes que usam configurações de rede EAP/TLS e redes configuradas antes de janeiro de 2022.

    A partir de 1º de outubro de 2025, vamos lançar essa correção no canal estável do ChromeOS. Um número muito pequeno de clientes que usam configurações EAP/TLS pode ter problemas de conectividade se os certificados do servidor forem assinados por uma autoridade certificadora (CA) que está incluída no ChromeOS como uma CA do sistema.

    Para minimizar a interrupção, os administradores podem realizar uma das seguintes ações:

    Opção 1 (oferece um nível mais alto de segurança):

    1. Gere um novo certificado para seu servidor de autenticação e verifique se ele está assinado pela mesma autoridade certificadora (CA) usada anteriormente.
    2. Substitua os certificados atuais no servidor de autenticação pelos certificados recém-gerados.
     

    Opção 2 (se for necessário mais tempo antes de implementar a opção 1):

    1. Faça login no Google Admin Console.
    2. De 15 de agosto a 1º de outubro, para verificar os dispositivos afetados, os administradores podem seguir estas instruções no canal Beta:

      • Acesse chrome://histograms no navegador Chrome.
      • Desconecte e reconecte várias vezes a rede Ethernet ou Wi-Fi.
      • Aguarde aproximadamente 10 segundos para a agregação de dados.
      • Na página chrome://histograms, pesquise o histograma identificado como Network.Shill.Eap.EventCaCertExperiment1:
        1. Se o histograma não estiver presente, sua configuração não será afetada.
        2. Sua configuração provavelmente será afetada se um valor positivo for observado para o evento 8 (FirstCertVerificationFailure) e o evento 9 (CertVerificationRetryAttempt).
    3. Navegue até as configurações da rede EAP/TLS afetada.
    4. Mude a configuração Autoridade certificadora do servidor para Autoridades de certificação padrão do sistema.

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Chrome 138

Resumo da versão 138 do Chrome

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Modo IA para recomendações de pesquisa no Chrome    
Melhorias nos favoritos e na lista de leitura no Chrome para computador  
Assistência do LLM do cliente para reduzir golpes    
Sugestões de pesquisa contextual na barra de endereço do Chrome    
A Navegação segura com maior proteção é uma configuração sincronizada    
Geração de insights para avisos e erros do console do Chrome DevTools    
Ativar a sincronização de histórico usando o ícone de perfil    
Rodapé da página "Nova guia"
Botão de ativação do script do usuário por extensão    
Remoção das políticas corporativas de acesso à rede particular    
Pesquisar na tela com o Google Lens no iPad    
Grupos de guias compartilhados    
Pré-busca de regras de especulação para ServiceWorker    
TLS 1.3 Early Data    
Remoção assíncrona de intervalos descontinuada para extensões de origem de mídia    
API Language Detector    
API Summarizer    
API Translator    
Web serial por Bluetooth no Android    
Novas políticas no navegador Chrome    
Políticas removidas do navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Recomendações do Agentspace nas barras de pesquisa do Chrome  
Descontinuação da página do navegador Chrome no relatório de insights do Chrome    
Exclusão de perfil inativo no Chrome Enterprise Core  
Nova avaliação de risco do LayerX no Admin Console    
Compatibilidade com várias identidades no iOS    
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Integração do SecOps  
Recursos de filtragem de URL no iOS  
Suporte ao download da DLP para a API File System Access (FSA)  
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
O Chrome no Android não é mais compatível com o Android Oreo ou Android Pie    
Gemini no Chrome    
Verificações de download de APKs maliciosos    
Próxima mudança nos certificados de AC incluídos na Chrome Root Store    
Migre extensões para o Manifesto V3 antes de junho de 2025
Notificações promocionais    
Remoção de flags de extensão arriscadas no Google Chrome    
Remover o substituto do SwiftShader    
Suporte a contas em estado pendente no Chrome para iOS    
O Chrome removerá o suporte para o macOS 11    
Limpar o nome da janela para navegações entre sites que mudam o grupo de contexto de navegação    
O evento de erro é disparado em vez de gerar para o worker bloqueado pela CSP    
Manifesto do app da Web: especifica a qualificação para atualização, os URLs de ícones são Cache-Control: imutável    
Aplicação da verificação em duas etapas para administradores    
Happy Eyeballs V3    
Apps isolados da Web    
Proibir a pré-renderização HTTP em texto simples não confiável    
Prevenção de rastreamento de HSTS    
Proteção de IP    
Política rígida de mesma origem para a API Storage Access  
Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://    
Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Novos comandos remotos e exportação de CSV para a lista de perfis gerenciados    
Cards da página "Nova guia" para o Microsoft 365  
Página de visão geral do Chrome Enterprise    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Refatoração da UX de regras do navegador Chrome  
Proteção de regras de copiar e colar  

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas ficará pronta em 1 a 2 semanas.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

 

Mudanças no navegador Chrome 

   

  • Modo IA para recomendações de pesquisa no Chrome back to top

    O Modo IA é um recurso que ajuda os usuários a se aprofundar nos temas que mais interessam a eles, mostrando recomendações de pesquisa no Chrome. Uma nova política, AIModeSettings, está disponível para controlar as recomendações de pesquisa na barra de endereço e na caixa de pesquisa da página Nova guia

    • Chrome 138 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o recurso começa a ser lançado na barra de endereço.
    • Chrome 139 no Android e iOS: o recurso começa a ser lançado na barra de endereço.
     

     
 

   

  • Melhorias nos favoritos e na lista de leitura no Chrome para computador back to top

    No Chrome 138 para computador, alguns usuários que fazem login no Chrome ao salvar um novo favorito agora podem usar e salvar favoritos e itens da lista de leitura na Conta do Google. As políticas empresariais relevantes que controlam os favoritos, assim como BrowserSignin, SyncDisabled ou SyncTypesListDisabled, continuam funcionando como antes, para que os administradores possam configurar se os usuários podem usar e salvar itens na Conta do Google. Definir EditBookmarksEnabled como falso também impede que os usuários façam upload de um marcador salvo no dispositivo para a Conta do Google.  

    • Chrome 138 no Linux, macOS e Windows
     

   

  • Assistência do LLM do cliente para reduzir fraudes back to top

    Os usuários da Web estão enfrentando uma quantidade significativa de golpes de vários tipos por dia. Para combater esses golpes, o Chrome agora usa o LLM no dispositivo para identificar sites fraudulentos para usuários da Navegação segura com maior proteção. O Chrome envia o conteúdo da página para um LLM no dispositivo para inferir sinais relacionados à segurança da página e os envia para o servidor da Navegação segura para uma decisão final. Quando ativado, o Chrome pode consumir mais largura de banda para fazer o download do LLM. 

    A Navegação segura com maior proteção é um recurso que já existe, controlado pela política SafeBrowsingProtectionLevel.

    • Chrome 134 no Linux, macOS e Windows colete o nome da marca e o resumo da intent da página que acionou o bloqueio do teclado para identificar sites de golpes.
    • Chrome 135 no Linux, macOS e Windows: mostre os avisos ao usuário com base no veredito do servidor, que usa o resumo da marca e da intent da página que acionou o bloqueio do teclado.
    • Chrome 137 no Linux, macOS e Windows: colete o resumo da marca e da intent da página com base no sistema de pontuação da reputação do servidor.
    • Chrome 138 no Linux, macOS e Windows: mostre os avisos ao usuário com base no veredito do servidor, que usa a marca e a intent das páginas que receberam uma pontuação do sistema de reputação do servidor.
 

   

  • Sugestões de pesquisa contextual na barra de endereço do Chrome back to top

    Com esse recurso, você pode perguntar qualquer coisa sobre a página em que está, diretamente no contexto. Com base no hábito de pesquisa atual da barra de endereço, os usuários podem fazer uma pergunta com o Google Lens selecionando qualquer coisa na tela ou perguntando com palavras. Uma ação do Google Lens na barra de endereço e sugestões contextuais guiam as pessoas para o recurso quando ele é mais útil. Esse recurso é bloqueado pela política LensOverlaySettings.

    • Chrome 138 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows : lançamento do recurso
    • Chrome 140 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: se a política LensOverlaySettings não estiver definida, esse recurso vai respeitar a política GenAiDefaultSettings, se presente.
 

   

  • A Navegação segura com maior proteção é uma configuração sincronizada back to top

    No Chrome 138, a Navegação segura com maior proteção é um recurso sincronizado. Isso significa que, se um usuário ativar a Navegação segura com maior proteção em um dispositivo, esse nível de proteção será aplicado automaticamente em todos os outros dispositivos em que fizer login no Chrome com a mesma conta. O objetivo é oferecer uma proteção de segurança mais forte e consistente e uma experiência do usuário padronizada.

    Os usuários que ativarem a Navegação segura com maior proteção se beneficiam das proteções dela, como proteção contra phishing proativa, detecção de malware aprimorada e extensões maliciosas, de forma consistente nas instâncias sincronizadas do Chrome para computador (Windows, macOS, Linux, ChromeOS), no Android e no iOS. Os usuários recebem notificações na tela quando a configuração da Navegação segura com maior proteção é sincronizada.

    O nível de proteção da Navegação segura é um recurso que já existe, controlado pela política SafeBrowsingProtectionLevel.

    • Chrome 138 no Android, ChromeOS, Linux, MacOS e Windows
 

   

  • Geração de insights para avisos e erros do console do Chrome DevTools back to top

    Um novo recurso de IA generativa (GenAI) está disponível para usuários não gerenciados: geração de insights sobre avisos e erros do console do Chrome DevTools. Esses insights oferecem uma descrição personalizada e sugestões de correção para os erros e avisos selecionados. Inicialmente, esse recurso está disponível apenas para usuários maiores de 18 anos em inglês. Os administradores podem controlar esse recurso com a política DevToolsGenAiSettings.

    • Chrome 131 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: no Chrome 131, um novo recurso de IA generativa (GenIA) está disponível para usuários gerenciados: um painel dedicado de assistência de IA no Chrome DevTools que ajuda o operador humano a investigar e corrigir desafios de estilo e depurar o CSS. 
    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: agora o painel de assistência de IA consegue explicar recursos nos painéis Desempenho, Fontes e Network, além ainda de contar com suporte para depuração de estilo.
    • Chrome 138 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows : o painel de Assistência de IA expõe uma API interna que simplifica o uso de recursos do painel por ferramentas externas, como servidores de protocolo de contexto de modelo (MCP).
 

   

  • Ativar a sincronização do histórico usando o ícone de perfil back to top

    No Chrome 138, alguns usuários conectados têm uma nova opção para ativar a sincronização de histórico e guias. Essa mudança foi projetada para oferecer os benefícios da sincronização de histórico de uma forma não intrusiva usando o ícone de perfil para mostrar uma mensagem curta inline. Os usuários que clicam no ícone do perfil são direcionados ao menu do perfil, onde podem ativar a sincronização. O objetivo é oferecer aos usuários um ponto de entrada intuitivo e contextualmente relevante para sincronizar dados, como o histórico de navegação, separado do fluxo de login. Para usuários corporativos, o ícone do perfil aberto só aparece após quatro horas de inatividade do navegador. 

    As políticas empresariais relevantes que controlam a sincronização de histórico ou guias (SyncDisabled, SyncTypesListDisabled e SavingBrowserHistoryDisabled) continuam funcionando como antes.

    • Chrome 138 no Linux, macOS e Windows: o recurso começa a ser lançado gradualmente.
     

 

   

  • Rodapé da página "Nova guia" back to top

    Uma atualização da página Nova guia inclui um novo rodapé projetado para oferecer aos usuários mais transparência e controle sobre a experiência do Chrome.

    • Chrome 138 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: a atribuição de extensões vai começar a aparecer no NTP. Se uma extensão tiver mudado a página padrão Nova guia, uma mensagem vai aparecer no rodapé atribuindo a mudança a essa extensão específica. Essa mensagem geralmente inclui um link direto para a extensão na Chrome Web Store, facilitando a identificação e o gerenciamento de extensões indesejadas. Se você for administrador, poderá desativar essa atribuição usando a política NTPFooterExtensionAttributionEnabled.
    • Chrome 139 no Linux, macOS e Windows: a declaração de gerenciamento do navegador vai aparecer se uma das políticas para personalizar o rodapé for definida por um administrador corporativo. Para usuários cujo navegador Chrome é gerenciado por uma fonte confiável, o rodapé da página Nova guia vai mostrar um aviso de exoneração de responsabilidade sobre gerenciamento. Isso ajuda você a entender como seu navegador está sendo gerenciado. Os administradores podem desativar esse aviso com a política NTPFooterManagementNoticeEnabled. Além disso, as organizações podem personalizar a aparência do rodapé usando as políticas EnterpriseLogoUrlForBrowser e EnterpriseCustomLabelForBrowser para exibir um logotipo e um rótulo personalizados.
    • Chrome 140 no Linux, macOS e Windows: uma notificação padrão (Gerenciado por <nome de domínio>) vai começar a aparecer no rodapé da página Nova guia de todos os navegadores gerenciados. A visibilidade pode ser alterada com a política NTPFooterManagementNoticeEnabled
     
 

   

  • Botão de ativação do script de usuário por extensão back to top

    No Chrome 138, a maneira como os usuários e administradores controlam a capacidade de uma extensão de executar scripts criados pelo usuário e usar a API userScripts está mudando. Essa mudança melhora a segurança. Os usuários não vão conceder acidentalmente permissões de script do usuário a todas as extensões ao ativar o Modo de desenvolvedor decidindo explicitamente quais extensões podem executar esses scripts potencialmente poderosos. Para mais detalhes sobre a motivação da mudança, consulte esta postagem do blog Chrome para desenvolvedores.

    Agora, os usuários finais vão poder ativar ou desativar essa opção por extensão na página chrome://extensions usando o botão de ativação Permitir scripts de usuário, substituindo o botão de ativação global Modo de desenvolvedor para ter um controle mais granular. Esse botão de ativação será ativado automaticamente nas extensões existentes se o Modo de desenvolvedor estiver ativado e a permissão de scripts do usuário tiver sido concedida à extensão.

    Os administradores que gerenciam scripts de usuário desativando o modo de desenvolvedor agora precisam usar o campo blocked_permissions da política ExtensionSettings ou o Google Admin Console para controlar de forma independente a permissão e a extensão Modo de desenvolvedor dos scripts de usuário.

    Recomendamos que os desenvolvedores de extensões atualizem a documentação para refletir o novo botão de ativação. Consulte a lista de e-mails Grupos do Google de Extensões do Chromium para mais informações e outras mudanças no uso da API.

    • Chrome 138 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento de recursos
     
 

   

  • Remoção das políticas corporativas de acesso à rede particular back to top

    O acesso à rede particular (PNA 1.0) é um recurso de segurança não enviado que limita o acesso a sites em redes locais. Devido a problemas de implantabilidade, a PNA 1.0 nunca foi capaz de ser enviada por padrão, porque era incompatível com muitos dispositivos.

    A PNA 1.0 exigiu mudanças nos dispositivos em redes locais. Em vez disso, o Chrome está implementando uma proposta atualizada, o acesso à rede particular 2.0 (PNA 2.0) (GitHub). A PNA 2.0 exige mudanças apenas em sites que precisam acessar a rede local, e não em dispositivos na rede local. Os sites são muito mais fáceis de atualizar do que os dispositivos, e essa abordagem deve ser muito mais simples de implementar. 

    A única maneira de aplicar a PNA 1.0 é pela política corporativa. Para evitar a regressão da segurança para clientes corporativos que ativam a PNA 1.0 antes do lançamento da PNA 2.0, vamos manter a política PrivateNetworkAccessRestrictionsEnabled, que faz com que o Chrome envie mensagens especiais de simulação até que se torne incompatível com a PNA 2.0.

    As políticas InsecurePrivateNetworkRequestsAllowedForUrls e InsecurePrivateNetworkRequestsAllowed, que afrouxam as restrições da PNA 1.0, serão removidas imediatamente. No momento, essas políticas não têm efeito, já que o PNA 1.0 não é enviado, e elas não terão significado quando o PNA 1.0 for removido.

 

   

  • Pesquisar na tela com o Google Lens no iPad back to top

    Amplie a opção Pesquisar na tela com o Google Lens no iOS para que ela fique disponível em dispositivos iPad. O iPad é um formato geralmente associado a tarefas mais complexas, como compras, e a expansão da funcionalidade do Lens no iPad permite que os usuários realizem essas tarefas com facilidade. Os administradores podem controlar esse recurso com a política LensOverlaySettings

    • Chrome 138 no iOS : o recurso será lançado gradualmente.
 

   

  • Grupos de guias compartilhados back to top

    Agora os usuários podem colaborar em guias usando o recurso de grupos de guias compartilhados. Com esse recurso, os usuários podem criar e usar um conjunto de guias no computador ou dispositivo móvel, e os parceiros de colaboração podem acessar as mesmas guias nos próprios dispositivos. Quando uma pessoa mudar uma guia no grupo, as mudanças serão refletidas em todos os navegadores dos usuários no grupo. Uma política corporativa TabGroupSharingSettings está disponível para controlar esse recurso.

    • Chrome 138 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows : lançamento da capacidade de participar e usar um grupo de guias compartilhado. Os usuários do Chrome Stable não vão conseguir criar um grupo de guias compartilhado (o ponto de entrada não estará disponível). Essa parte do recurso só vai estar disponível no Beta/Dev/Canary para essa fase de lançamento. 
    • Chrome 139 no iOS:  o suporte para iOS vai ser lançado a partir do Chrome 139.
 

   

  • Pré-busca de regras de especulação para o ServiceWorker back to top

    Esse recurso ativa as pré-buscas controladas pelo Service Worker, ou seja, uma pré-busca de regras de especulação para URLs controlados por um Service Worker. Anteriormente, a pré-busca era cancelada ao detectar um service worker de controle. Assim, a navegação subsequente para o destino de pré-busca era atendida pelo caminho sem pré-busca. Esse recurso permite que a solicitação de pré-busca passe pelo gerenciador de busca do service worker, e a resposta com a interceptação do service worker é armazenada em cache no cache de pré-busca, resultando em uma navegação subsequente sendo exibida pelo cache de pré-busca. Use a política corporativa PrefetchWithServiceWorkerEnabled para controlar esse recurso. Para mais detalhes, consulte este explicativo.

    • Chrome 138 no Android, ChromeOS, Linux, MacOS e Windows
 

   

  • TLS 1.3 Early Data back to top

    O TLS 1.3 Early Data permite que as solicitações GET sejam enviadas durante o handshake ao retomar uma conexão com um servidor TLS 1.3 compatível. Espera-se que o recurso demonstre melhorias de desempenho e vai estar disponível no Chrome 138 com uma política (TLS13EarlyDataEnabled) para controlar essa mudança.

    O TLS 1.3 Early Data é um protocolo estabelecido. Os servidores, os dispositivos middlebox e o software de segurança do TLS atuais devem processar ou rejeitar o TLS 1.3 Early Data sem interromper a conexão. No entanto, os dispositivos que não implementam corretamente o padrão TLS (RFC8446) podem não funcionar corretamente e se desconectar quando o TLS 1.3 Early Data estiver em uso. Se isso ocorrer, os administradores precisarão entrar em contato com o fornecedor para que seja feita uma correção.

    A política TLS13EarlyDataEnabled é uma medida temporária para controlar o recurso e será removida em uma etapa futura. Você pode ativar o recurso usando a política para testar problemas e desativá-lo novamente quando eles forem resolvidos.

    • Chrome 138 no Android, ChromeOS, Linux, MacOS e Windows
 

   

  • Descontinuação da remoção de intervalos assíncronos para extensões de origem de mídia back to top

    O padrão de fonte de mídia foi alterado no passado para impedir o comportamento definido de forma ambígua envolvendo remoções de intervalos assíncronas:

    • SourceBuffer.abort() não aborta mais as operações SourceBuffer.remove().
    • A configuração MediaSource.duration não pode mais truncar a mídia armazenada em buffer
     

    Agora, as exceções são geradas nesses dois casos. O Safari e o Firefox já enviaram esse comportamento há muito tempo. O Chromium é o último navegador com o comportamento antigo. Os contadores de uso mostram que cerca de 0,001% a 0,005% dos carregamentos de página atingiram o comportamento descontinuado. Se um site tiver esse problema, a reprodução poderá ser interrompida. O uso de abort() para cancelar remoções está aumentando. Portanto, é prudente resolver essa descontinuação antes que mais usos incompatíveis apareçam.

    • Chrome 138 no Windows, macOS, Linux e Android
 

   

  • API Language Detector back to top

    A API Language Detector é uma API JavaScript para detectar o idioma de um texto com níveis de confiança. A detecção de idiomas é um complemento importante da tradução. Isso pode ser combinado com a tradução, por exemplo, usando a entrada do usuário em um idioma desconhecido e traduzindo para um idioma de destino específico. Atualmente, os navegadores já têm recursos de detecção de idioma, e queremos oferecê-los aos desenvolvedores Web por meio de uma API JavaScript, complementando a API de tradução. Uma política corporativa, GenAILocalFoundationalModelSettings, está disponível para desativar o download do modelo subjacente, o que tornaria essa API indisponível.

    • Chrome 138 no Windows, macOS e Linux
 

   

  • API Summarizer back to top

    A API Summarizer é uma API JavaScript para produzir resumos do texto de entrada, com o suporte de um modelo de linguagem de IA. Espera-se que os navegadores e sistemas operacionais tenham cada vez mais acesso a um modelo de linguagem. Ao expor esse modelo integrado, evitamos que cada site precise fazer o download do próprio modelo de linguagem com vários gigabytes ou enviar texto de entrada para APIs de terceiros. A API Summarizer, em particular, expõe uma API de alto nível para interagir com um modelo de linguagem e resumir entradas para vários casos de uso (GitHub) de maneira que não dependa de um modelo de linguagem específico. 

    Uma política corporativa (GenAILocalFoundationalModelSettings) está disponível para desativar o download do modelo subjacente, o que tornaria essa API indisponível.

    • Chrome 138 no Windows, macOS e Linux
 

   

  • API Translator back to top

    A API Translator é uma API JavaScript que oferece recursos de tradução de idiomas para páginas da Web. Os navegadores estão cada vez mais oferecendo tradução de idioma aos usuários. Esses recursos de tradução também podem ser úteis para desenvolvedores Web. Isso é especialmente o caso quando as capacidades de tradução integradas do navegador não ajudam. Uma política corporativa, GenAILocalFoundationalModelSettings, está disponível para desativar o download do modelo subjacente, o que tornaria essa API indisponível.

    • Chrome 138 no Windows, macOS e Linux
 

   

 

   

   

   

Mudanças no Chrome Enterprise Core

   

  • Recomendações do Agentspace nas barras de pesquisa do Chrome back to top

    Para ajudar os usuários corporativos a acessar informações internas, agora é possível adicionar resultados da Pesquisa corporativa, como sugestões de pessoas, arquivos ou consultas, do Agentspace à barra de endereço do Chrome e à caixa de pesquisa na página Nova guia. Os resultados podem ser mostrados por padrão ou apenas quando acionados por uma palavra-chave personalizada. 

    Com o modo de palavra-chave na barra de endereço, os usuários podem acionar ações no Agentspace, como "quero ajuda para escrever um e-mail que resuma o status atual do projeto". 

    O provedor de pesquisa corporativa é mostrado quando o usuário digita @ na barra de endereço. A organização pode personalizar uma palavra-chave ou um atalho e o ícone exibido. 

    Isso pode ser configurado na política EnterpriseSearchAggregatorSettings

    • Chrome 135 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: Trusted Tester
    • Chrome 138 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: disponibilidade geral
     
     

   

  • Descontinuação da página do navegador Chrome no relatório de insights do Chrome back to top

    A partir de 1º de julho, a página do navegador Chrome no relatório de insights do Chrome será descontinuada. Essa página foi substituída pela página Visão geral do Chrome, lançada no Chrome 137. As informações que apareciam na página do navegador Chrome do relatório de insights do Chrome agora podem ser encontradas na página Visão geral.

    • Chrome 138 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows

   

  • Exclusão de perfil inativo no Chrome Enterprise Core back to top

    Em junho de 2025, o período de inatividade para a configuração de exclusão de perfil começou a ser lançado. Em julho de 2025, a configuração vai começar a excluir automaticamente os perfis gerenciados no Admin Console que estiverem inativos por mais tempo do que o período de inatividade definido. O período de inatividade tem o valor padrão de 90 dias. Por padrão, todos os perfis gerenciados inativos há mais de 90 dias são excluídos da sua conta. Os administradores podem alterar o valor do período de inatividade usando esta configuração. O valor máximo para determinar o período de inatividade do perfil é de 730 dias, e o mínimo, de 28 dias.

    Se você diminuir o valor definido, isso poderá ter um impacto global nos perfis gerenciados. Todos os perfis afetados serão considerados inativos e, portanto, serão excluídos. Isso não exclui a conta do usuário. Se um perfil inativo for reativado em um dispositivo, ele vai reaparecer no console.

    • Chrome 138 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows : a política será lançada em junho. A exclusão vai começar em julho, e a primeira fase de exclusão será concluída até o fim de agosto. Após o lançamento inicial da exclusão, os perfis inativos vão continuar sendo excluídos quando atingirem o período de inatividade.

   

  • Nova avaliação de risco da LayerX no Admin Console back to top

    Estamos adicionando um novo provedor de avaliação de risco de extensões: LayerX Security ao Admin Console. Essa pontuação está disponível para administradores no relatório de uso de apps e extensões. 

    • Chrome 138 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows : a pontuação vai estar disponível para os administradores a partir do Chrome 138.  
     

   

  • Compatibilidade com várias identidades no iOS back to top

    O Chrome no iOS agora oferece suporte para várias contas, principalmente para contas gerenciadas (de trabalho ou escolares). Esta atualização apresenta perfis de navegador separados para cada conta gerenciada, garantindo a separação estrita de dados entre a navegação profissional e pessoal. As contas comuns vão continuar compartilhando um único perfil. 

    Essa mudança tem como objetivo melhorar a oferta empresarial do Chrome e oferecer uma experiência de navegação mais segura e organizada, especialmente para usuários finais com contas pessoais e de trabalho no dispositivo. Os usuários vão passar por um fluxo de integração único ao adicionar uma conta gerenciada ao dispositivo. É possível alternar entre as contas tocando no disco de partículas da conta na página Nova guia

    Os administradores que ativaram as políticas do Chrome no iOS (consulte as instruções) podem continuar usando as políticas atuais. 

    • Chrome 138 no iOS 
     

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

Saiba mais sobre as diferenças entre o Chrome Enterprise Core e o Chrome Enterprise Premium.

   

  • Integração do SecOps back to top  

    Esse recurso oferece uma integração nativa entre o Chrome Enterprise Premium (CEP) e o Google Security Operations (SecOps), permitindo que as organizações enviem um conjunto mais rico de eventos de segurança e telemetria detalhada do navegador do Chrome diretamente para a instância do SecOps. O motivo dessa mudança é usar o navegador como um sensor de segurança principal para ameaças baseadas na Web, como phishing, malware e exfiltração de dados. Isso pode melhorar significativamente a capacidade de uma organização de: 

    • evitar
    • detectar
    • investigar
    • e responder a ameaças baseadas na Web.
     

    Para os administradores, essa integração apresenta novos tipos de eventos de segurança aprimorados, incluindo a telemetria de navegação de URL e visitas de URL suspeitas. Esses eventos são enriquecidos automaticamente com as pontuações de risco da Navegação segura e outras informações sobre ameaças antes de serem enviados para o SecOps. O lançamento também inclui um novo processo de configuração simplificado "com um clique" no Admin Console para substituir o fluxo de trabalho manual anterior, simplificando a conexão com o SecOps.

    Para usar esse recurso, os administradores precisam ter uma assinatura do Chrome Enterprise Premium e ativar a integração pelo novo fluxo de trabalho no Admin Console. A coleta de determinados tipos de eventos de alto volume, como eventos de navegação de URL, é uma configuração de ativação na configuração do conector. Esse recurso não adiciona nem modifica políticas corporativas.

    • Chrome 137 no Linux, macOS e Windows: adiciona dados de referência a URLFilteringInterstitialEvent e SafeBrowseInterstitialEvent.
    • Chrome 138 no Linux, macOS e Windows: estende o preenchimento de dados de referência para SafeBrowseDangerousDownloadEvent e DlpSensitiveDataEvent.
     

   

  • Recursos de filtragem de URL no iOS back to top  

    Os recursos atuais de filtragem de URL do WebProtect para computador estão sendo estendidos para dispositivos móveis, permitindo que as organizações auditem, avisem ou bloqueiem o carregamento de determinados URLs ou categorias de URLs em navegadores Chrome gerenciados ou perfis de usuários gerenciados em dispositivos móveis. Esse recurso faz parte do Chrome Enterprise Premium e tem como objetivo oferecer acesso à Internet seguro para usuários corporativos em qualquer dispositivo. Os administradores podem criar regras de filtragem de URL para garantir que os funcionários só acessem URLs seguros e autorizados em dispositivos iOS. O Chrome informa eventos de filtragem de URL e eventos de sites não seguros pelo conector de relatórios em dispositivos móveis. Esse recurso permite que os administradores gerenciem quais URLs podem ser acessados em navegadores ou perfis gerenciados do Chrome em dispositivos iOS da empresa ou BYOD. 

    As principais mudanças incluem:

    - Os administradores podem bloquear, avisar ou auditar usuários ao acessar determinados sites ou categorias.    

    - Os usuários veem páginas intersticiais ao tentar acessar URLs bloqueados ou com avisos.    

    - O Chrome informa eventos de filtragem de URL.    

    - As atualizações na página chrome://management refletem a nova funcionalidade.

    • Chrome 138 no iOS: o recurso de filtragem de URL está disponível no iOS.
     

            

   

  • Suporte ao download da DLP para a API File System Access (FSA) back to top  

    A proteção da Prevenção contra perda de dados (DLP) agora abrange arquivos e diretórios transferidos por download usando a API File System Access (FSA). Com essa melhoria, os downloads de aplicativos da Web modernos, como editores baseados em navegador, serão verificados de acordo com as regras de DLP da sua organização. Os usuários e os sites vão receber notificações sobre os vereditos de verificação, fortalecendo a segurança e a conformidade dos dados. Se um download violar uma política de DLP, ele será bloqueado, resultando em um arquivo vazio, e o site poderá indicar um erro "Bloqueado pela Navegação segura". Essa mudança beneficia principalmente a segurança, impedindo a exfiltração de dados por esse vetor. Os administradores precisam testar isso com aplicativos da Web usando a API FSA para observar o comportamento com as configurações atuais da DLP.

    • Chrome 138 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: permite a análise de conteúdo de DLP para downloads iniciados pela API File System Access em plataformas selecionadas, governadas pelas políticas corporativas atuais.

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Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome

    

  • O Chrome no Android não é mais compatível com o Android Oreo ou Android Pie back to top

    A última versão do Chrome compatível com o Android Oreo ou Android Pie é o Chrome 138, e ela inclui uma mensagem para os usuários afetados informando a necessidade de fazer upgrade do sistema operacional. O Chrome 139 e versões mais recentes não serão compatíveis, enviados nem disponibilizados para usuários com o Android Oreo ou Android Pie.

    • Chrome 139 no Android : o Chrome no Android não é mais compatível com o Android Oreo ou o Android Pie.

    

  • Gemini no Chrome back to top

    O Gemini agora está integrado ao Chrome no macOS e no Windows e pode entender o conteúdo da sua página atual. Agora os usuários podem conferir os principais pontos, esclarecer conceitos e encontrar respostas sem sair da guia do Chrome. Essa integração inclui o chat, em que os usuários podem interagir com o Gemini por texto, e o Gemini Live, em que os usuários podem interagir com o Gemini por voz.

    No Chrome 137, o Gemini no Chrome está disponível para assinantes do Google AI Pro e Ultra nos EUA. Um lançamento mais amplo vai ocorrer em marcos futuros. Os administradores podem desativar esse recurso (valor 1) usando a política GeminiSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2). Para mais detalhes, consulte Gemini no Chrome na Central de Ajuda.

    • Chrome 137 no macOS e Windows: o recurso está disponível para alguns assinantes do Google AI Pro e Ultra nos EUA e nos canais pré-Stable (Dev, Canary e Beta) nos EUA.
    • Chrome 139 no macOS e Windows: o recurso foi lançado gradualmente na versão estável para usuários conectados ao Chrome nos EUA. 

    

  • Verificações de download de APKs maliciosos back to top

    Agora o Chrome no Android vai entrar em contato com os servidores do Google para verificar a segurança dos arquivos APK baixados. Se um arquivo APK for considerado perigoso, o Chrome vai mostrar um aviso e bloquear o download para proteger os usuários contra malware em dispositivos móveis. Esses avisos de download podem ser ignorados pelo usuário na interface do Chrome. Essas verificações de download de APKs maliciosos serão realizadas para usuários inscritos na Proteção Padrão ou na Proteção Reforçada da Navegação Segura do Google. Para desativar esse recurso, defina o modo Navegação segura como "Sem proteção" usando a política SafeBrowsingProtectionLevel.

    • Chrome 139 no Android
     

     

    

  • Próxima mudança nos certificados de AC incluídos na Chrome Root Store back to top

    Em resposta a falhas de compliance frequentes, o Chrome 139 mudou a forma da autenticação de servidor TLS de confiança pública, ou seja, sites ou certificados emitidos pela Chunghwa Telecom e Netlock, são confiáveis por padrão. Isso vale para o Chrome 139 e versões mais recentes no Windows, macOS, ChromeOS, Android e Linux. As políticas do iOS não permitem o uso da Chrome Root Store no Chrome para iOS.

    Especificamente, certificados TLS que validam os certificados de CA raiz da Chunghwa Telecom ou da Netlock incluídos na Chrome Root Store e emitidos:

        - a partir de 31 de julho de 2025, não serão mais confiáveis por padrão.

        - até 31 de julho de 2025, não serão afetados por essa mudança. 

    Se um usuário do Chrome ou uma empresa confiar explicitamente em um dos certificados da Chunghwa Telecom ou da Netlock afetados em uma plataforma e versão do Chrome que dependem da Chrome Root Store, por exemplo, quando a confiança explícita for transmitida por um objeto de política de grupo do Windows, as restrições de carimbos de data/hora de certificados assinados (SCT, na sigla em inglês) descritas acima vão ser substituídas e os certificados vão funcionar como hoje.  

    Confira mais informações e recursos de teste em Sustaining Digital Certificate Security - Upcoming Changes to the Chrome Root Store.

    Para saber mais sobre a Chrome Root Store, consulte as Perguntas frequentes.

    • Chrome 139 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: todas as versões do Chrome 139 e mais recentes que dependem da Chrome Root Store vão aceitar a ação de bloqueio, mas ela só será aplicada para certificados emitidos após 31 de julho de 2025.
     

    

  • Migre extensões para o Manifesto V3 antes de junho de 2025 back to top

    As extensões precisam ser atualizadas para usar o Manifesto V3. As extensões do Chrome estão sendo transferidas para uma nova versão do manifesto, o Manifesto V3. Isso proporcionará mais privacidade aos usuários, por exemplo, ao passar para um modelo em que as extensões modificam as solicitações de maneira declarativa, sem a capacidade de ver solicitações individuais. Isso também melhora a segurança das extensões, já que o código hospedado remotamente não será permitido no Manifest V3. 

    Em junho de 2024, o Chrome começou a desativar gradualmente as extensões do Manifest V2 em execução no navegador. Uma política corporativa, ExtensionManifestV2Availability, pode ser usada para testar o Manifest V3 na sua organização antes da migração. Além disso, as máquinas em que a política estiver ativada não vão estar sujeitas à desativação das extensões do Manifesto V2 até o ano seguinte, junho de 2025, quando a política será removida.

    Para saber qual versão do Manifest é usada por todas as extensões do Chrome em execução na sua frota, confira a página Uso de apps e extensões no Chrome Enterprise Core. 

    • Chrome 127 no ChromeOS, Lacros, Linux, MacOS e Windows: o Chrome vai desativar gradualmente as extensões do Manifest V2 nos dispositivos dos usuários. Somente os usuários com a política corporativa ExtensionManifestV2Availability ativada poderão continuar usando as extensões do Manifest V2 na organização.
     

    

  • Notificações promocionais back to top

    A partir do Chrome 128, as notificações promocionais no nível do SO são mostradas aos usuários. Essas notificações são regidas pela política corporativa PromotionsEnabled.

    • Chrome 128 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
    • Chrome 139 no Windows: no Chrome 138, as notificações de promoção só eram ativadas nos clientes do Chrome quando a atualização do Windows 10 para o Windows 11 era feita. No Chrome 139, isso foi estendido para todas as instalações do Chrome no Windows. As notificações ainda serão mostradas apenas para um subconjunto de usuários com baixo engajamento e podem ser desativadas pela política empresarial PromotionsEnabled.
     

    

  • Remoção de flags de extensão arriscadas no Google Chrome back to top

    Para melhorar a segurança e a estabilidade do navegador Chrome para nossos usuários, os builds oficiais com a marca Chrome vão remover as flags de linha de comando --extensions-on-chrome-urls e --disable-extensions-except a partir do Chrome 139. Essa mudança tem como objetivo reduzir os riscos associados a extensões nocivas e indesejadas. 

    Os desenvolvedores ainda podem usar as duas flags em builds sem marca, como o Chromium e o Chrome for Testing.

    • Chrome 139 no Linux, macOS e Windows: lançamento gradual 
     

    

  • Remover o substituto do SwiftShader back to top

    A permissão para fallback automático para o WebGLcom suporte do SwiftShader foi descontinuada, e a criação de contexto do WebGL agora falha em vez de retornar ao SwiftShader. Isso foi feito por dois motivos principais: 

    1. O SwiftShader é um alto risco de segurança devido ao código JIT em execução no processo de GPU do Chromium.
    2. Os usuários têm uma experiência ruim ao alternar de um WebGL de alto desempenho com suporte de GPU para uma implementação com suporte de CPU. Os usuários não têm controle sobre esse comportamento, e é difícil descrevê-lo em relatórios de bugs.

    O SwiftShader é uma ferramenta útil para desenvolvedores da Web testarem sites em sistemas headless ou que não têm uma GPU compatível. Esse caso de uso ainda terá suporte, mas não é destinado à execução de conteúdo não confiável. Para ativar garantias de segurança mais baixas e permitir o SwiftShader para WebGL, inicie o executável do Chrome com a chave de linha de comando --enable-unsafe-swiftshader.

    Durante o período de descontinuação, um aviso vai aparecer no console JavaScript quando um contexto do WebGL for criado e respaldado pelo SwiftShader. A transmissão de --enable-unsafe-swiftshader removerá essa mensagem de aviso.

    O Chromium e outros navegadores não garantem a disponibilidade do WebGL. É importante testar e resolver a falha de criação de contexto do WebGL e usar outras APIs da Web, como Canvas2D ou uma mensagem adequada para o usuário. Uma política corporativa temporária vai estar disponível no Chrome 138 para reverter a mudança. 

    • Chrome 137 no Windows: o SwiftShader será desativado e substituído por outro fallback do WebGL para software, o WARP. Os testes que dependem dos valores exatos de pixels gerados pelo SwiftShader podem começar a falhar.
    • Chrome 139 no Linux e macOS: o Swiftshader será desativado no macOS e no Linux a partir do Chrome 138. Os usuários em máquinas sem GPU não poderão usar o WebGL.
     

    

  • Suporte a contas em estado pendente no Chrome para iOS back to top

    As contas com credenciais invalidadas não serão mais desconectadas automaticamente e removidas do Chrome no iOS. Em vez disso, essas contas vão permanecer com login no navegador, em um "estado pendente" recém-introduzido associado a uma indicação de erro persistente na interface, para que os usuários sejam incentivados a resolvê-lo. Isso também significa que os dados locais associados a essas contas não serão mais excluídos automaticamente, mas mantidos no disco. As políticas atuais que controlam o login (por exemplo, BrowserSignin) vão continuar funcionando como antes.

    • Chrome 139 no iOS: o recurso será lançado gradualmente 
     

    

  • O Chrome removerá o suporte para o macOS 11 back to top

    O Chrome 138 será a última versão com suporte para o macOS 11. O Chrome 139 e versões mais recentes não serão mais compatíveis com o macOS 11, que está fora do período de suporte da Apple. A execução em um sistema operacional com suporte é essencial para manter a segurança.

    Em Macs com o macOS 11, o Chrome vai continuar funcionando, mostrando uma barra de informações de aviso, mas não vai ser atualizado. Se um usuário quiser atualizar o Chrome,  será necessário atualizar o computador para uma versão compatível do macOS. Para novas instalações do Chrome 139 ou mais recente, será necessário o macOS 12 ou mais recente.

    • Chrome 139 no Windows, macOS e Linux
     

    

  • Limpar o nome da janela para navegações entre sites que mudam o grupo de contexto de navegação back to top

    Atualmente, o valor da propriedade window.name é preservado durante todo o ciclo de vida de uma guia, mesmo com navegação que alterna grupos de contexto de navegação, o que pode vazar informações e ser potencialmente usado como um vetor de rastreamento. Nesse caso, limpar a propriedade window.name resolve o problema. 

    Esta atualização vai introduzir uma nova política corporativa temporária, ClearWindowNameCrossSiteBrowsing, que vai deixar de funcionar no Chrome 142.

    • Chrome 139 no Windows, macOS, Linux, Android e iOS
     

    

  • O evento de erro é disparado em vez de gerar uma exceção para o worker bloqueado pela CSP. back to top

    Quando bloqueado pela Política de Segurança de Conteúdo (CSP), o Chromium atualmente gera um SecurityError do construtor de Worker e SharedWorker. Para ser compatível com a especificação, o CSP precisa ser verificado como parte da busca e, em seguida, disparar eventos de erro de forma assíncrona, em vez de gerar uma exceção quando o script executa "new Worker(url)" ou "new SharedWorker(url)". 

    O objetivo desta atualização é tornar o Chromium compatível com as especificações, ou seja, ele não gera mais exceções após chamadas de construtor e dispara eventos de erro de forma assíncrona.

    • Chrome 139 no Windows, macOS, Linux e Android
     

    

  • Manifesto do app da Web: especifica a qualificação para atualização, os URLs de ícones são Cache-Control: imutável back to top

    A partir do Chrome 139, o manifesto do app da Web vai especificar um algoritmo de qualificação de atualização. Isso torna o processo de atualização mais determinista e previsível, dando ao desenvolvedor mais controle sobre se (e quando) as atualizações devem ser aplicadas às instalações atuais e permitindo a remoção da "limitação de verificação de atualização" que os agentes do usuário precisam implementar para evitar o desperdício de recursos de rede.

    • Chrome 139 no Windows, macOS e Linux
    • Chrome 140 no Android
     

    

  • Aplicação da verificação em duas etapas para administradores back to top

    Para proteger melhor as informações da sua organização, em breve o Google vai exigir que todas as contas com acesso a admin.google.com ativem a verificação em duas etapas (2SV). Como admin do Google Workspace, você precisa confirmar sua identidade com a verificação em duas etapas, que requer sua senha e algo adicional, como um número de telefone ou uma chave de segurança.

    A aplicação será lançada gradualmente nos próximos meses. Ative a verificação em duas etapas nas contas de administrador da sua organização antes que o Google aplique esse recurso. Para mais informações, consulte este artigo da Central de Ajuda.

    • Chrome 137 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: início da ativação da autenticação de dois fatores
    • Chrome 140 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: verificação em duas etapas obrigatória

    

  • Happy Eyeballs V3 back to top

    Esse lançamento é uma otimização interna no Chrome que implementa o Happy Eyeballs V3 para melhorar a simultaneidade da conexão de rede. O Happy Eyeballs V3 executa resoluções de DNS de forma assíncrona e intercala as tentativas de conexão com protocolos preferíveis (H3/H2/H1) e famílias de endereços (IPv6 ou IPv4) para reduzir o atraso de conexão da rede visível para o usuário. Esse recurso é bloqueado por uma política temporária HappyEyeballsV3Enabled.

    • Chrome 140 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows

    

  • Apps isolados da Web back to top

    Os apps isolados da Web (IWAs) são uma extensão do trabalho atual sobre a instalação de PWAs e o empacotamento da Web. Eles oferecem proteções mais fortes contra comprometimento do servidor e outras adulterações necessárias para desenvolvedores de aplicativos sensíveis à segurança.

    Esses aplicativos são reunidos em pacotes da Web, assinados pelo desenvolvedor e distribuídos aos usuários finais por um ou mais dos métodos descritos na explicação em vez de serem hospedados em servidores da Web ativos e buscados por HTTPS. 

    Nesta versão inicial, os IWAs só poderão ser instalados por uma política de administrador em dispositivos ChromeOS gerenciados pela empresa.

    • Chrome 140 no Windows : esse lançamento adiciona suporte a apps da Web isolados em configurações de navegador gerenciadas pela empresa no Windows.

    

  • Proibir a pré-renderização HTTP em texto simples não confiável back to top

    Com esse lançamento, será possível impedir a pré-renderização HTTP de texto simples não confiável.

    • Chrome 140 no Windows, macOS, Linux e Android

    

  • Prevenção de rastreamento de HSTS back to top

    Essa atualização vai reduzir o rastreamento de usuários por terceiros usando o cache do HTTP Strict Transport Security (HSTS). Esse recurso só permite upgrades HSTS para navegações de nível superior e bloqueia upgrades HSTS para solicitações de subrecursos. Isso torna inviável que sites de terceiros usem o cache HSTS para rastrear usuários na Web.

    • Chrome 140 no Windows, macOS, Linux e Android

    

  • Proteção de IP back to top

    Esse recurso limita a disponibilidade do endereço IP original de um usuário em contextos de terceiros no Modo de navegação anônima, melhorando as proteções contra o rastreamento entre sites quando os usuários escolhem navegar nesse modo. Os endereços IP facilitam vários casos de uso, incluindo o roteamento de tráfego e a prevenção de fraudes e spam. No entanto, eles também podem ser usados para rastreamento. Para os usuários do Chrome que escolhem navegar no modo de navegação anônima, queremos oferecer mais controle sobre o endereço IP, sem interromper a funcionalidade essencial da Web. Para encontrar esse equilíbrio entre proteção e usabilidade, esta proposta se concentra em limitar o uso de endereços IP em um contexto de terceiros no modo de navegação anônima. Para isso, a proposta usa uma abordagem baseada em lista, em que apenas os domínios na lista de domínios mascarados (MDL, na sigla em inglês) em um contexto de terceiros serão afetados. Para empresas, esse recurso pode ser controlado pela política corporativa PrivacySandboxIpProtectionEnabled.

    • Chrome 140 no Windows, macOS, Linux e Android
     

    

  • Política rígida de mesma origem para a API Storage Access back to top

    Planejamos ajustar a semântica da API Storage Access para seguir estritamente a política de mesma origem e melhorar a segurança. O uso de document.requestStorageAccess() em um frame apenas anexa cookies às solicitações para a origem do iframe (não ao site) por padrão. A política CookiesAllowedForUrls ou os cabeçalhos de acesso ao armazenamento ainda podem ser usados para desbloquear cookies entre sites.

    • Chrome 140 no Windows, macOS, Linux e Android
     

    

  • Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file:// back to top

    De acordo com a especificação do padrão de URL, os hosts de URL não podem conter o caractere de espaço, mas a análise de URL no Chromium permite atualmente espaços no host. Isso faz com que o Chromium falhe em vários testes incluídos nos HTTPS URLs for WebSocket da Interop2024 e áreas de foco de URL. Para que o Chromium atenda à a especificação, gostaríamos de remover os espaços dos hosts de URL, mas a dificuldade é que eles são usados na parte do host em URLs file:// do Windows (GitHub).

    • Chrome 141 no Android, ChromeOS, Lacros, Linux, macOS, Windows e Fuchsia

    

  • Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5 back to top

    As chamadas do Chrome para a API SafeBrowsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5. Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários. Para mais detalhes, consulte Migração da V4: Navegação segura

    • Chrome 145 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows : o lançamento do recurso será gradual. 

    

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top

    A partir do Chrome 126, o Chrome passará a oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    A partir do Chrome 125, os administradores poderão usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabled para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativar o novo provedor. Essa política vai estar disponível até o Chrome 146 e será removida no Chrome 147. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled até o Chrome 146 para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente.
    • Chrome 147 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled será removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.

 

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core

    

  • Novos comandos remotos e exportação de CSV para a lista de perfis gerenciados back to top

    O Admin Console vai oferecer suporte aos comandos remotos "Limpar cache" e "Limpar cookies" no nível do perfil e à exportação de CSV para a lista de perfis gerenciados. Você pode selecionar um ou vários perfis e executar um comando remoto.

    • Chrome 137 no Android, Linux, macOS e Windows: adição da exportação em CSV para perfis gerenciados. 
    • Chrome 139 no Linux, macOS e Windows: suporte no nível do perfil para comandos remotos. 

    

  • Cards da página "Nova guia" para o Microsoft 365 back to top

    Os usuários corporativos com o Outlook ou o SharePoint poderão acessar as próximas reuniões ou arquivos sugeridos diretamente na página "Nova guia". Essa experiência simplificada elimina a necessidade de trocar entre guias ou perder tempo procurando a próxima reunião. Assim você ganha tempo para o que realmente importa. Os administradores podem ativar os cards com NTPSharepointCardVisible e NTPOutlookCardVisible. Para locatários do Microsoft que não permitem a autoautorização, o administrador também precisa consentir com as permissões do app durante a primeira autenticação ou aprovar o uso do app no Microsoft Entra.

    • Chrome 134 no Linux, macOS e Windows: disponível para Trusted Testers 
    • Chrome 137 no Linux, macOS e Windows:  lançamento gradual para todos os clientes 
    • Chrome 139 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: os usuários não precisam fazer login no Chrome para usar esse recurso.

    

  • Página de visão geral do Chrome Enterprise back to top

    Com esse lançamento, apresentamos uma nova página de Visão geral na seção "Navegador Chrome" do Google Admin Console. Na página de visão geral, os administradores de TI encontram rapidamente informações importantes sobre a implantação:

    - Ativar e desativar perfis e navegadores registrados

    - Identificar navegadores desatualizados e com atualizações pendentes

    - Identificar extensões de alto risco (de acordo com o Spin.AI) e ver uma prévia das extensões mais solicitadas.

    - Insights de segurança (por exemplo, uploads ou downloads de arquivos confidenciais)

    A página de visão geral também permite que os administradores acessem rapidamente ações importantes, como gerenciar extensões, acessar a lista de navegadores ou perfis e definir políticas de atualização, entre outras.

    • Chrome 137 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows
    • Chrome 140 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows : nova filtragem disponível na página "Visão geral" para unidade organizacional e datas de atividade
     

     

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium

   

  • Refactor da UX da regra do navegador Chrome back to top

    Para melhorar a experiência de criação de regras de Prevenção contra perda de dados (DLP), o Google Admin Console está sendo atualizado para simplificar a definição de políticas para diferentes aplicativos, como o Chrome e o Workspace. Isso introduz grupos de aplicativos mutuamente exclusivos, o que significa que uma única regra de DLP agora só pode segmentar um grupo de aplicativos por vez, seja apps do Workspace (como o Drive e o Gmail), gatilhos do navegador Chrome (como upload de arquivos, URL visitado) ou gatilhos do ChromeOS. Essa mudança simplifica a configuração de regras, elimina possíveis conflitos de seleção de apps sobrepostos e prepara o terreno para fluxos de trabalho mais especializados e fáceis de usar, adaptados às necessidades de cada plataforma.

    Os administradores vão encontrar uma interface de seleção "Apps" atualizada com botões de opção para aplicar essa seleção de um único grupo para novas regras. As regras atuais que antes combinavam aplicativos de vários grupos serão migradas de forma transparente pelo sistema para regras separadas, em conformidade e de plataforma única, para garantir a proteção contínua e uma transição tranquila. Os banners no Admin Console vão fornecer informações sobre essas mudanças e o processo de migração. Não há novas políticas corporativas com essa atualização. As mudanças são na interface de configuração de regras.

    • Chrome 139 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows  :permite a seleção de apps mutuamente exclusivos para a configuração de regras de DLP no Admin Console.
     

   

  • Proteção contra regras de copiar e colar back to top

    Para ajudar as organizações a evitar melhor a exfiltração de dados em dispositivos móveis, o Chrome está ampliando os controles de dados da área de transferência de dados do computador. Os administradores agora podem usar a política DataControlsRules para definir regras que bloqueiam ou alertam os usuários ao tentarem copiar ou colar conteúdo que viola as políticas da organização. Esse recurso permite que os administradores definam limites de dados e impeçam que informações sensíveis sejam coladas de um contexto de trabalho em apps ou sites pessoais na frota de dispositivos móveis. Isso resolve uma lacuna de segurança significativa e um recurso frequentemente solicitado por clientes empresariais que citaram a falta de controles de dados móveis como uma preocupação. Para usar esse recurso, os administradores podem configurar restrições de área de transferência na política DataControlsRules, oferecendo uma experiência de gerenciamento consistente em computadores e dispositivos móveis para fortalecer a postura de segurança geral da organização.

    • Chrome 139 no Android : proteção de regras de copiar e colar disponível no Android

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Resumo da versão 138 do ChromeOS

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Ferramentas para sala de aula  
Planos de fundo livres do ChromeOS    
Quero ajuda para ler no ChromeOS    
Atualizações de acessibilidade    
Expansão da política de recursos do sistema desativados    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Mudanças nos apps do Chrome    
Descontinuação do Cliente nativo (NaCl)     
Validação do certificado do servidor EAP/TLS  

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

ChromeOS updates

   

  • Class Tools back to top

    Class Tools are premium teaching and learning tools built for Chromebooks. They aim to provide teachers with real-time classroom management tools and enhance learning for students. Class Tools help teachers to:

    • send and lock website content on student Chromebooks.
    • offer students on-screen captions and real-time translations.
    • view and share students' screens.

    To learn more, see Overview of Class Tools in the Help Center. To use Class Tools, your organization needs to have a Google Workspace for Education Plus or a Teaching and Learning add-on license. For more details, see Education Plus edition

   

  • ChromeOS freeform wallpapers back to top

    As early as ChromeOS 138, freeform wallpapers offer an unrestricted input field that empowers users to express their individuality, creativity, and passions by turning their background into a personal canvas. Users can generate wallpapers by inputting different prompts in the text field, or use the Inspire me feature, which will generate random prompts and wallpapers until you find one you like. This feature is available on Chromebook Plus devices only. For more information, see Wallpaper settings.

    Admins can control this feature using the GenAIWallpaperSettings policy.

    • For 18+ consumers, the default is Allow with data collection
    • For 18+ managed users, the default is Allow without data collection
    • Users under 18 cannot access the feature. 

     

   

  • Help me read on ChromeOS back to top

    As early as ChromeOS 138, Help me read on ChromeOS provides an AI-powered solution to help you quickly understand text information written in verbose and convoluted language or with jargon. Select a piece of text and right-click on it to reveal the simplify button that can give you a straightforward version of the source, which can be digested at a glance.

    Admins can control access to this feature using the HelpMeReadSettings policy, but users need to explicitly opt in to use Help me read on ChromeOS. This feature is available on Chromebook Plus devices only. For more details, see Chrome—Generative AI features and policies

 

  • Expansion of the Disabled system features policy back to top

    We're releasing a significant expansion of the Disabled system features policy. You now have granular control over a wider range of applications, to allow for more tailored device management.
    ChromeOS 138 supports disabling the following additional applications:

     

    This update provides administrators with enhanced flexibility to configure available apps according to specific organizational needs and security requirements.

    • Web Store
    • Canvas
    • Explore
    • Gallery
    • Terminal
    • Print Jobs
    • Key Shortcuts
    • YouTube
    • Google Maps
    • Gmail
    • Google Docs
    • Google Slides
    • Google Sheets
    • Google Drive
    • Google Keep
    • Google Calendar
    • Google Chat

   

  • Accessibility updates back to top

    In ChromeOS 138, we've focused on refining the accessibility experience by addressing several key issues to improve usability and conformance. 

    Resolved issues:

    • Incorrect Heading Levels: The Wallpaper and style page now uses correct heading levels, improving navigation for screen reader users.
    • Gallery App - Date Announcement: ChromeVox now accurately announces date information when browsing the Google Photos image list within the Gallery App.
    • Gallery App - px Unit Announcement: To provide clearer context, the px unit is now announced by ChromeVox when navigating Width and Height fields for image rescaling in the Gallery App.
    • Out-of-Box Experience (OOBE) - Redundant Announcements: We've streamlined ChromeVox announcements during OOBE updates. The progress indicator is now hidden from screen readers to prevent redundant announcements like Progress indicator, min 0 max 100 and incorrect image announcements.
    • Out-of-Box Experience (OOBE) - Focus Disruption: We’ve addressed an issue in OOBE where switching between personal and corporate account enrollment buttons with ChromeVox incorrectly shifted focus to the calendar. Focus now correctly remains on the updated screen or dialog.

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Coming soon

Note: The items listed below are experimental or planned updates. They might change, be delayed, or canceled before launching to the Stable channel.

 

Upcoming ChromeOS changes

   

  • Chrome apps changes back to top

    Starting with ChromeOS 138, admin-installed Chrome apps in kiosk sessions will be disabled by default. A new policy, KioskChromeAppsForceAllowed, will be available prior to the release of ChromeOS 138 for administrators to re-enable Chrome apps in kiosk sessions. With this policy turned on, Chrome apps in kiosk sessions will be supported through ChromeOS 150.

    Starting with ChromeOS 139, planned for stable release on August 19th, user-installed Chrome apps on ChromeOS will stop working. Apps that are force-installed through the admin console for Managed Guest sessions (MGS) and user sessions will continue to be supported. For more details, see End of support for Chrome apps.

 

   

  • Native Client (NaCl) deprecation back to top

    ChromeOS 138 will be the final release to support Native Client (NaCl) in managed environments with the NaCl allow policy enabled. For devices on the Long-term Support (LTS) channel with this policy active, NaCl support will continue until the LTS Last Refresh in April 2026.

 

   

  • EAP/TLS server certificate validation back to top

    Note: This change only affects customers utilizing EAP/TLS network setups and only affects networks set up before January of 2022.

    Starting October 1, 2025, we will roll out this fix to the ChromeOS stable channel. A very small number of customers using EAP/TLS configurations might experience connectivity issues if their server certificates are signed by a Certificate Authority (CA) that is currently included in ChromeOS as a System CA.

    To minimize disruption, admins can perform one of the following actions:

    Option 1 (providing a higher level of security):

    1. Generate a new certificate for your Authentication Server, and ensure it is signed by the same Certificate Authority (CA) as used previously.
    2. Replace the existing certificates on your Authentication Server with the newly-generated certificates.
     

    Option 2 ( if more time is needed before implementing Option 1):

    1. Sign in to Google Admin console.
    2. From August 15 to October 1, to check for affected devices, admins can follow these instructions on the Beta channel:

      • Access chrome://histograms in Chrome browser.
      • Perform several disconnect and reconnect cycles for your Ethernet or Wi-Fi network.
      • Allow approximately 10 seconds for data aggregation.
      • Within the chrome://histograms page, search the histogram identified as Network.Shill.Eap.EventCaCertExperiment1:
        1. If the histogram is not present, your configuration is not impacted.
        2. Your configuration is likely to be impacted if a positive value is observed for both Event 8 (FirstCertVerificationFailure) and Event 9 (CertVerificationRetryAttempt).
    3. Navigate to the configuration settings for the affected EAP/TLS network.
    4. Modify the Server Certificate Authority setting to System default certificate authorities.

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Chrome 137

Resumo da versão 137 do Chrome

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Gemini no Chrome    
Particionamento de URL de blobs: busca/navegação    
Assistência do LLM do cliente para reduzir golpes    
DTLS 1.3    
Remoção da opção de linha de comando --load-extension no Google Chrome    
Remover o substituto do SwiftShader    
Como personalizar perfis gerenciados com logotipo e rótulo personalizados    
Alinhamento do tipo de erro gerado para a criação de credenciais do pagamento WebAuthn: SecurityError => NotAllowedError    
Prevenção de rastreamento de HSTS    
Aplicação da verificação em duas etapas para administradores    
Preenchimento automático com IA    
Novas políticas no navegador Chrome    
Políticas removidas do navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Registro e relatórios de endereços IP    
Página de visão geral do Chrome Enterprise    
Novos comandos remotos e exportação de CSV para a lista de perfis gerenciados    
Cards da página "Nova guia" para o Microsoft 365  
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Suporte ao download da DLP para a API File System Access (FSA)  
Conector de relatórios em dispositivos móveis  
Como denunciar eventos da Navegação segura no iOS    
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Melhorias nos favoritos e na lista de leitura no Chrome para computador  
Botão de ativação do script do usuário por extensão    
Navegação segura com maior proteção como uma configuração sincronizada    
Grupos de guias compartilhados    
Geração de insights para avisos e erros do console do Chrome DevTools    
Remoção das políticas corporativas de acesso à rede particular    
TLS 1.3 Early Data    
Cota de armazenamento informada previsível    
Política rígida de mesma origem para a API Storage Access    
API Summarizer    
API Language Detector    
API Translator    
Web serial por Bluetooth no Android    
Próxima mudança nos certificados de AC incluídos na Chrome Root Store    
O Chrome no Android não é mais compatível com o Android Oreo ou Android Pie    
Migre extensões para o Manifesto V3 antes de junho de 2025
O Chrome vai remover o suporte ao macOS 11    
Happy Eyeballs V3    
Apps isolados da Web  
Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://    
Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Recomendações do Agentspace na omnibox do Chrome  
Exclusão de perfil inativo no Chrome Enterprise Core  
Compatibilidade com várias identidades no iOS    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Recursos de filtragem de URL no iOS    
Suporte ao download da DLP para a API File System Access (FSA)    

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas ficará pronta em 1 a 2 semanas.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

 

Mudanças no navegador Chrome 

   

  • Gemini no Chrome back to top

    O Gemini agora está integrado ao Chrome no macOS e no Windows e pode entender o conteúdo da sua página atual. Agora os usuários podem conferir os principais pontos, esclarecer conceitos e encontrar respostas sem sair da guia do Chrome. Essa integração inclui o chat, em que os usuários podem interagir com o Gemini por texto, e o Gemini Live , em que os usuários podem interagir com o Gemini por voz.

    No Chrome 137, o Gemini no Chrome está disponível para assinantes do Google AI Pro e Ultra nos EUA. Um lançamento mais amplo vai ocorrer em marcos futuros. Confira as próximas publicações dessas notas da versão para atualizações de disponibilidade. 

    Os administradores podem desativar esse recurso (valor 1) usando a política GeminiSettings ou GenAiDefaultSettings (valor 2). Para mais detalhes, consulte Gemini no Chrome na Central de Ajuda.

     
    • Chrome 137: o recurso vai ficar disponível para alguns assinantes do Google AI Pro e Ultra nos EUA e nos canais pré-Stable (Dev, Canary e Beta) nos EUA.
    • Um lançamento mais amplo vai ocorrer em marcos futuros. Confira as próximas publicações das Notas de lançamento empresariais para saber mais sobre atualizações de disponibilidade.

   

  • Particionamento de URL de blobs: busca/navegação back to top

    Como continuação do particionamento de armazenamento, o Chrome 137 agora vai implementar o particionamento do acesso ao URL do blob por chave de armazenamento (site de nível superior, origem do frame e o booleano has-cross-site-ancestor), com exceção das navegações de nível superior que vão permanecer particionadas apenas pela origem do frame. Esse comportamento é semelhante ao implementado atualmente pelo Firefox e pelo Safari e alinha o uso do URL do blob com o esquema de particionamento usado por outras APIs de armazenamento como parte do particionamento de armazenamento. Além disso, o Chrome 137 agora aplica o noopener em navegações de alto nível iniciadas pelo renderizador para URLs de blob em que o site correspondente é de um domínio diferente em relação ao site de nível superior que realiza a navegação. Isso alinha o Chrome a um comportamento semelhante no Safari, e as especificações relevantes foram atualizadas para refletir essas mudanças. 

    Essa mudança pode ser revertida temporariamente definindo a política PartitionedBlobURLUsage. A política será descontinuada quando as outras políticas corporativas relacionadas ao particionamento de armazenamento forem descontinuadas.

     
    • Chrome 137 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows

   

  • Assistência do LLM do cliente para reduzir fraudes back to top

    Os usuários da Web estão enfrentando uma quantidade significativa de golpes de vários tipos por dia. Para combater esses golpes, o Chrome agora usa o LLM no dispositivo para identificar sites fraudulentos para usuários da Navegação segura com maior proteção. O Chrome envia o conteúdo da página para um LLM no dispositivo para inferir sinais relacionados à segurança da página e os envia para o lado do servidor da Navegação Segura para uma decisão final. Quando ativado, o Chrome pode consumir mais largura de banda para fazer o download do LLM. 

    A Navegação segura com maior proteção é um recurso que já existe, controlado pela política SafeBrowsingProtectionLevel.

    • Chrome 134 no Linux, macOS e Windows colete o nome da marca e o resumo da intent da página que acionou o bloqueio do teclado para identificar sites de golpes.
    • Chrome 135 no Linux, macOS e Windows: mostre os avisos ao usuário com base no veredito do servidor, que usa o resumo da marca e da intent da página que acionou o bloqueio do teclado.
    • Chrome 137 no Linux, macOS e Windows: colete o resumo da marca e da intent da página com base no sistema de pontuação da reputação do servidor.
    • Chrome 138 no Linux, macOS e Windows: mostre os avisos ao usuário com base no veredito do servidor, que usa a marca e a intent das páginas que receberam uma pontuação do sistema de reputação do servidor.

   

  • DTLS 1.3 back to top

    O Chrome 137 adiciona suporte ao Datagram Transport Layer Security (DTLS) 1.3 para conexões de comunicação em tempo real na Web (WebRTC). Anteriormente, o DTLS 1.2 era usado para todas as conexões do WebRTC. Isso é necessário para adicionar criptografia resistente a quântica à WebRTC.

     
    • Chrome 137 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia

   

  • A chave de linha de comando --load-extension foi removida do Google Chrome back to top

    Para melhorar a segurança e a estabilidade do navegador Chrome para nossos usuários, os builds oficiais com a marca Chrome agora descontinuam a capacidade de carregar extensões usando a flag de linha de comando --load-extension, a partir do Chrome 137. Essa mudança tem como objetivo reduzir os riscos associados a extensões nocivas e indesejadas. 

    As extensões descompactadas podem ser carregadas usando o botão Carregar sem compactação na página de gerenciamento de extensões (chrome://extensions/) com o modo de desenvolvedor ativado. Os desenvolvedores ainda podem usar a opção --load-extension em builds sem marca, como o Chromium e o Chrome for Testing.

     
    • Chrome 137 no Linux, macOS e Windows

   

  • Remover o substituto de SwiftShader back to top

    A permissão para fallback automático para o WebGLcom suporte do SwiftShader foi descontinuada, e a criação de contexto do WebGL agora falha em vez de retornar ao SwiftShader. 

    Isso foi feito por dois motivos principais: 

    1. O SwiftShader é um alto risco de segurança devido ao código JIT em execução no processo de GPU do Chromium.
    2. Os usuários têm uma experiência ruim ao alternar de um WebGL de alto desempenho com suporte de GPU para uma implementação com suporte de CPU. Os usuários não têm controle sobre esse comportamento, e é difícil descrevê-lo em relatórios de bugs.

    O SwiftShader é uma ferramenta útil para desenvolvedores da Web testarem sites em sistemas headless ou que não têm uma GPU compatível. Esse caso de uso ainda terá suporte, mas não é destinado à execução de conteúdo não confiável. Para ativar garantias de segurança mais baixas e permitir o SwiftShader para WebGL, inicie o executável do Chrome com a chave de linha de comando --enable-unsafe-swiftshader.

    Durante o período de descontinuação, um aviso vai aparecer no console JavaScript quando um contexto do WebGL for criado e respaldado pelo SwiftShader. A transmissão de --enable-unsafe-swiftshader removerá essa mensagem de aviso.

    O Chromium e outros navegadores não garantem a disponibilidade do WebGL. É importante testar e resolver a falha de criação de contexto do WebGL e usar outras APIs da Web, como Canvas2D ou uma mensagem adequada para o usuário. Uma política corporativa temporária vai estar disponível no Chrome 138 para reverter a mudança. 

     
    • Chrome 137 no Windows: o SwiftShader será desativado e substituído por outro fallback do WebGL para software, o WARP. Os testes que dependem dos valores exatos de pixels gerados pelo SwiftShader podem começar a falhar.
    • Chrome 138 no Linux e macOS: o Swiftshader será desativado no macOS e no Linux a partir do Chrome 138. Os usuários em máquinas sem GPU não poderão usar o WebGL.

   

  • Como personalizar perfis gerenciados com logotipo e rótulo personalizados back to top

    O Chrome 137 tem novas personalizações da barra de ferramentas e do menu de perfil que ajudam os usuários a identificar se o perfil do Chrome é gerenciado, seja em um dispositivo pessoal ou de trabalho. São especialmente úteis em cenários BYOD em que os funcionários usam os próprios dispositivos com contas gerenciadas.

    Para personalizar essa experiência, estamos adicionando três políticas novas:

    EnterpriseCustomLabel: personalize o texto exibido no elemento da barra de ferramentas para combinar com a marca da sua organização.

    EnterpriseLogoUrl: adicione o logotipo da sua empresa ao menu do perfil.

    EnterpriseProfileBadgeToolbarSettings: essa política pode desativar o rótulo padrão de um perfil gerenciado na barra de ferramentas do Chrome. 

    No Chrome 134, essas políticas ficaram disponíveis para personalizar o logotipo e o rótulo mostrados em um perfil gerenciado. A partir do Chrome 137, há atualizações no comportamento padrão do rótulo e do ícone do perfil sobreposto ao avatar da conta. No Chrome 138, os perfis gerenciados vão mostrar um rótulo trabalho ou escola, além do disco de perfil. No menu do perfil, haverá um ícone de edifício sobreposto ao avatar da conta. O disco de perfil aberto poderá ser desativado usando a política EnterpriseProfileBadgeToolbarSettings.

     
    • Chrome 134 no LaCrOS, macOS e Windows: políticas para personalizar o rótulo e o ícone da barra de ferramentas (no menu do perfil). 
    • Chrome 137 no Linux, macOS e Windows: lançamento do Gerenciado pela sua organização no menu de perfil. O logotipo pode ser personalizado usando a política EnterpriseLogoUrl.
    • Chrome 138 no Linux, macOS e Windows: lançamento dos rótulos padrão trabalho e escola na barra de ferramentas do Chrome. O rótulo pode ser desativado com a política EnterpriseProfileBadgeToolbarSettings.
     

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  • Alinhamento do tipo de erro gerado para pagamento Criação de credenciais do WebAuthn: SecurityError => NotAllowedError back to top

    Essa mudança corrige o tipo de erro gerado durante a criação de credenciais do WebAuthn para credenciais de pagamento. Devido a uma incompatibilidade histórica de especificação, a criação de uma credencial de pagamento em um iframe de origem cruzada sem a ativação do usuário gerava um SecurityError em vez de um NotAllowedError, que é o que é gerado para credenciais que não são de pagamento.

    O código que detectava o tipo de erro gerado, por exemplo,  e instanceof SecurityError, era afetado. O código que geralmente processa erros durante a criação de credenciais, por exemplo,  catch (e), vai continuar funcionando corretamente.

     
    • Chrome 137 no Windows, MacOS, Linux e Android

   

  • Prevenção de rastreamento de HSTS back to top

    A prevenção de rastreamento do HTTP Strict Transport Security (HSTS) reduz o rastreamento de usuários por terceiros usando o cache do HSTS. Esse recurso só permite upgrades HSTS para navegações de nível superior e bloqueia upgrades HSTS para solicitações de subrecursos. Isso torna inviável que sites de terceiros usem o cache HSTS para rastrear usuários na Web.

     
    • Chrome 137 no Windows, MacOS, Linux e Android

   

  • Aplicação da verificação em duas etapas para administradores back to top

    Para proteger melhor as informações da sua organização, em breve o Google vai exigir que todas as contas com acesso a admin.google.com ativem a verificação em duas etapas (2SV). Como admin do Google Workspace, você precisa confirmar sua identidade com a verificação em duas etapas, que requer sua senha e algo adicional, como um número de telefone ou uma chave de segurança.

    A aplicação será lançada gradualmente nos próximos meses. Ative a verificação em duas etapas nas contas de administrador da sua organização antes que o Google aplique esse recurso. Para mais informações, consulte este artigo da Central de Ajuda.

     

   

  • Preenchimento automático com IA back to top

    A partir do Chrome 137, alguns usuários podem ativar o Preenchimento automático com IA, um novo recurso que ajuda a preencher formulários on-line com mais facilidade. Em formulários relevantes, o Chrome pode usar a IA para entender melhor o formulário e oferecer aos usuários a opção de preencher automaticamente as informações salvas anteriormente. Os administradores podem controlar o recurso usando a política atual GenAiDefaultSettings e uma nova política AutofillPredictionSettings.

     
    • Chrome 137 no Linux, macOS, Windows e ChromeOS
     

   

   

  • Políticas removidas do navegador Chrome back to top
    Política Descrição
    MutationEventsEnabled Reativar eventos de mutação descontinuados/removidos
    TabOrganizerSettings Configurações do Organizador de guias
    ZstdContentEncodingEnabled

    Ativar o suporte à codificação de conteúdo Zstd

     

   

Mudanças no Chrome Enterprise Core

   

  • Geração de registros e relatórios de endereços IP back to top

    O Chrome Enterprise vai aprimorar os recursos de monitoramento de segurança e resposta a incidentes coletando e reportando endereços IP locais e remotos e enviando esses endereços aos registros da ferramenta de investigação de segurança (SIT, na sigla em inglês). Além disso, o Chrome Enterprise permitirá que os administradores tenham a opção de enviar os endereços IP para provedores gerenciamento de eventos e informações de segurança (SIEM, na sigla em inglês) internos e de terceiros usando o conector de relatórios do Chrome Enterprise. Veja mais informações em Gerenciar conectores de relatórios do Chrome Enterprise. Essa opção vai estar disponível para clientes do Chrome Enterprise Core e do Chrome Enterprise Premium.

     
    • Chrome 137 no Windows, macOS e Linux

   

  • Página de visão geral do Chrome Enterprise back to top

    O navegador Chrome Enterprise está lançando uma nova página de Visão geral na seção Navegador Chrome do Google Admin Console. Na página de visão geral, os administradores de TI encontram rapidamente informações importantes sobre a implantação:

    - Ativar e desativar perfis e navegadores registrados

    - Identificar navegadores desatualizados e com atualizações pendentes

    - Identificar extensões de alto risco (de acordo com o Spin.AI) e ver uma prévia das extensões mais solicitadas.

    A página de visão geral também permite acessar rapidamente as principais ações, como gerenciar extensões (bloquear e permitir) e acessar listas de navegadores e perfis.

     
    • Chrome 137 no Android, iOS, Linux, macOS e Windows
     

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  • Novos comandos remotos e exportação de CSV para a lista de perfis gerenciados back to top

    O Admin Console vai oferecer suporte aos comandos remotos "Limpar cache" e "Limpar cookies" no nível do perfil e à exportação de CSV para a lista de perfis gerenciados. Você pode selecionar um ou vários perfis e executar um comando remoto.

    • Chrome 137 no Android, Linux, macOS e Windows: adição da exportação em CSV para perfis gerenciados. É possível exportar os dados do perfil gerenciado fora do Admin Console.
    • Chrome 138 no Linux, macOS e Windows: suporte no nível do perfil para os comandos remotos Limpar cache e Limpar cookies. Na lista de perfis gerenciados, você pode selecionar um ou vários perfis e executar um comando remoto.

   

  • Cards da página "Nova guia" do Microsoft 365 back to top

    Os usuários corporativos com o Outlook ou o Sharepoint já podem acessar as próximas reuniões ou arquivos sugeridos diretamente na página Nova Guia. Essa experiência simplificada elimina a necessidade de alternar guias ou perder tempo procurando a próxima reunião, permitindo que você se concentre no que é mais importante.

    Os administradores podem ativar os cards com NTPSharepointCardVisible e NTPOutlookCardVisible. Para locatários do Microsoft que não permitem a autoautorização, o administrador também precisa consentir com as permissões do app durante a primeira autenticação ou aprovar o uso do app no Microsoft Entra.

     
    • Chrome 134 no Linux, macOS e Windows: Trusted Testers 
    • Chrome 137 no Linux, macOS e Windows: início do lançamento

 

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

Saiba mais sobre as diferenças entre o Chrome Enterprise Core e o Chrome Enterprise Premium.

   

  • Suporte a downloads de DLP para a API File System Access (FSA) back to top  

    A análise de conteúdo da Prevenção contra perda de dados (DLP) e as verificações profundas do Navegação segura do Chrome Enterprise Premium agora se estendem aos downloads de pastas e diretórios iniciados pela API File System Access (FSA), por exemplo, em IDEs baseados na Web. Isso resolve uma lacuna, melhorando a segurança dos dados ao aplicar regras de DLP existentes (configuradas com as políticas DataLeakPreventionRulesList e SafeBrowsingDeepScanningEnabled) a essas operações.

    Se um download violar uma política de DLP, ele será bloqueado, resultando em um arquivo vazio, e o site poderá indicar um erro Bloqueado pela Navegação segura. Essa mudança beneficia principalmente a segurança, impedindo a exfiltração de dados por esse vetor. Os administradores precisam testar isso com aplicativos da Web usando a API FSA para observar o comportamento com as configurações atuais da DLP.

     
    • Chrome 137 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: permite a análise de conteúdo de DLP para downloads iniciados pela API File System Access em plataformas selecionadas, governadas pelas políticas corporativas atuais.

   

  • Conector de relatórios em dispositivos móveis back to top  

    O conector de relatórios do Chrome Enterprise está sendo atualizado para incluir relatórios de eventos de segurança do Chrome em dispositivos móveis (Android e iOS). Isso vai dar aos administradores de TI visibilidade sobre eventos como visitas a sites não seguros, transferências de dados sensíveis (de acordo com as regras de proteção de dados) e correspondências de filtragem de URL que ocorrem em dispositivos móveis, alcançando a paridade de recursos com os relatórios de computador existentes. O objetivo dessa melhoria é melhorar a postura de segurança geral da organização, estendendo os recursos de detecção de ameaças e proteção de dados para plataformas móveis.

    Para os clientes que usam a ferramenta de investigação de segurança (SIT), esses novos eventos do navegador para dispositivos móveis vão estar disponíveis para investigação. Essa integração com a SIT é um recurso do Chrome Enterprise Premium. Os administradores de TI precisam saber que esses outros tipos de eventos do dispositivo móvel vão começar a fluir pelo conector de relatórios configurado.

    Não estamos lançando novas políticas corporativas específicas para controlar essa extensão de relatórios para dispositivos móveis. As configurações atuais do conector de relatórios, das regras de proteção de dados e das políticas de filtragem de URL vão determinar os eventos gerados e informados.

     
    • Chrome 137 no Android e iOS : permite o envio de relatórios de eventos de segurança, por exemplo, sites não seguros, transferências de dados sensíveis, filtragem de URL, pelo conector de relatórios do Chrome para dispositivos móveis

   

  • Como informar eventos da Navegação Segura no iOS back to top  

    O recurso vai ativar os relatórios de eventos da Navegação segura no iOS para ajudar a aumentar a segurança dos ambientes corporativos. Esse recurso já foi implementado em computadores e dispositivos Android, e agora estamos estendendo a funcionalidade para o iOS. Para saber como ativar esse recurso, consulte este artigo da Central de Ajuda

     
    • Chrome 137 no iOS : os relatórios de eventos da Navegação segura vão estar disponíveis no iOS

 

Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome

    

  • Melhorias nos favoritos e na lista de leitura no Chrome para computador back to top

    No Chrome 138 para computador, alguns usuários que fazem login no Chrome ao salvar um novo favorito agora podem usar e salvar favoritos e itens da lista de leitura na Conta do Google. As políticas empresariais relevantes que controlam os favoritos, assim como BrowserSignin, SyncDisabled ou SyncTypesListDisabled, vão continuar funcionando como antes, para que os administradores possam configurar se os usuários podem usar e salvar itens na Conta do Google. Definir EditBookmarksEnabled como falso também impede que os usuários façam upload de um marcador salvo no dispositivo para a Conta do Google.  

     
    • Chrome 138 no Linux, macOS e Windows

    

  • Botão de ativação do script do usuário por extensão back to top

    No Chrome 138, a maneira como os usuários e administradores controlam a capacidade de uma extensão de executar scripts criados pelo usuário e usar a API userScripts está mudando. Essa mudança melhora a segurança. Os usuários finais não vão conceder acidentalmente permissões de script do usuário a todas as extensões ao ativar o Modo de desenvolvedor decidindo explicitamente quais extensões podem executar esses scripts potencialmente poderosos. Para mais detalhes sobre a motivação da mudança, consulte esta postagem do blog Chrome para desenvolvedores.

    Agora, os usuários finais vão poder ativar ou desativar essa opção por extensão na página chrome://extensions usando o botão de ativação Permitir scripts de usuário, substituindo o botão de ativação global Modo de desenvolvedor para ter um controle mais granular. Esse botão de ativação será ativado automaticamente nas extensões existentes se o Modo de desenvolvedor estiver ativado e a permissão de scripts do usuário tiver sido concedida à extensão.

    Os administradores que gerenciam scripts de usuário desativando o modo de desenvolvedor agora precisam usar a política`blocked_permissions` ou o Google Admin Console para controlar de forma independente a permissão e a extensão Modo de desenvolvedor dos scripts de usuário.

    Recomendamos que os desenvolvedores de extensões atualizem a documentação para refletir o novo botão de ativação. Consulte a lista de e-mails Grupos do Google de Extensões do Chromium para mais informações e outras mudanças no uso da API.

     
    • Chrome 138 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento de recursos
     

     

    

  • Navegação segura com maior proteção como uma configuração sincronizada back to top

    A Navegação segura com maior proteção do Chrome está se tornando um recurso sincronizado. Isso significa que, se um usuário ativar a Navegação segura com maior proteção em um dispositivo, esse nível de proteção será aplicado automaticamente em todos os outros dispositivos em que fizer login no Chrome com a mesma conta. O objetivo é oferecer uma proteção de segurança mais forte e consistente e uma experiência do usuário padronizada.

    Os usuários que ativarem a Navegação segura com maior proteção vão se beneficiar das proteções dela, como proteção contra phishing proativa, detecção de malware aprimorada e extensões maliciosas, de forma consistente nas instâncias sincronizadas do Chrome para computador (Windows, macOS, Linux, ChromeOS), no Android e no iOS. Os usuários vão receber uma notificação sobre essa mudança por elementos da interface quando a configuração da Navegação segura com maior proteção for sincronizada.

    O nível de proteção da Navegação segura é um recurso que já existe, controlado pela política SafeBrowsingProtectionLevel.

     
    • Chrome 138 no Android, ChromeOS, Linux, MacOS e Windows

    

  • Grupos de guias compartilhados back to top

    Os usuários poderão colaborar em guias usando o recurso de grupos de guias compartilhados. Com esse recurso, os usuários podem criar e usar um conjunto de guias no computador ou dispositivo móvel, e os parceiros de colaboração acessam as mesmas guias nos próprios dispositivos. Quando uma pessoa mudar uma guia no grupo, as mudanças serão refletidas em todos os navegadores dos usuários no grupo. Uma política corporativa, TabGroupSharingSettings, vai estar disponível para controlar esse recurso.

     
    • Chrome 138 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows : lançamento da capacidade de participar e usar um grupo de guias compartilhado. Os usuários do Chrome Stable não vão conseguir criar um grupo de guias compartilhado (o ponto de entrada não estará disponível). Essa parte do recurso só vai estar disponível no Beta/Dev/Canary para essa fase de lançamento. 

    

  • Geração de insights para avisos e erros do console do Chrome DevTools back to top

    Um novo recurso de IA generativa (GenAI) está disponível para usuários não gerenciados: geração de insights sobre avisos e erros do console do DevTools do Chrome. Esses insights oferecem uma descrição personalizada e sugestões de correção para os erros e avisos selecionados. Inicialmente, esse recurso está disponível apenas para usuários maiores de 18 anos em inglês. Os administradores podem controlar o recurso com a política DevToolsGenAiSettings.

     
    • Chrome 125 no ChromeOS, Linux, Mac e Windows: recurso disponibilizado para usuários não gerenciados em todo o mundo, exceto Europa, Rússia e China. 
    • Chrome 127 no ChromeOS, Linux, Mac e Windows: recurso disponibilizado para usuários gerenciados do Chrome Enterprise e do Education nas regiões aceitas.
    • Chrome 131 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: no Chrome 131, um novo recurso de IA generativa (GenIA) está disponível para usuários gerenciados: um painel dedicado de assistência de IA no Chrome DevTools que ajuda o operador humano a investigar e corrigir desafios de estilo e depurar o CSS. 
    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: agora o painel de assistência de IA consegue explicar recursos nos painéis Desempenho, Fontes e Network, além ainda de contar com suporte para depuração de estilo.
    • Chrome 138 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows : o painel de Assistência de IA expõe uma API interna que simplifica o uso de recursos do painel por ferramentas externas, como servidores de protocolo de contexto de modelo (MCP).

    

  • Remoção das políticas corporativas de acesso à rede particular back to top

    O acesso à rede particular (PNA 1.0) é um recurso de segurança não enviado que limita o acesso a sites em redes locais. Devido a problemas de implantabilidade, a PNA 1.0 nunca foi capaz de ser enviada por padrão, porque era incompatível com muitos dispositivos.

    A PNA 1.0 exigiu mudanças nos dispositivos em redes locais. Em vez disso, o Chrome está implementando uma proposta atualizada, o acesso à rede particular 2.0 (PNA 2.0) (GitHub). A PNA 2.0 exige mudanças apenas em sites que precisam acessar a rede local, e não em dispositivos na rede local. Os sites são muito mais fáceis de atualizar do que os dispositivos, e essa abordagem deve ser muito mais simples de implementar. 

    A única maneira de aplicar a PNA 1.0 é pela política corporativa. Para evitar a regressão da segurança para clientes corporativos que ativam a PNA 1.0 antes do lançamento da PNA 2.0, vamos manter a política PrivateNetworkAccessRestrictionsEnabled, que faz com que o Chrome envie mensagens especiais de simulação até que se torne incompatível com a PNA 2.0.

    As políticas InsecurePrivateNetworkRequestsAllowedForUrls e InsecurePrivateNetworkRequestsAllowed, que afrouxam as restrições da PNA 1.0, serão removidas imediatamente. No momento, essas políticas não têm efeito, já que o PNA 1.0 não é enviado, e elas não terão significado quando o PNA 1.0 for removido.

     

    

  • TLS 1.3 Early Data back to top

    O TLS 1.3 Early Data permite que as solicitações GET sejam enviadas durante o handshake ao retomar uma conexão com um servidor TLS 1.3 compatível. Espera-se que o recurso demonstre melhorias de desempenho e vai estar disponível no Chrome 138 com uma política (TLS13EarlyDataEnabled) para controlar essa mudança.

    O TLS 1.3 Early Data é um protocolo estabelecido. Os servidores, os dispositivos middlebox e o software de segurança do TLS atuais devem processar ou rejeitar o TLS 1.3 Early Data sem interromper a conexão. No entanto, os dispositivos que não implementam corretamente o padrão TLS (RFC8446) podem não funcionar corretamente e se desconectar quando o TLS 1.3 Early Data estiver em uso. Se isso ocorrer, os administradores precisarão entrar em contato com o fornecedor para que seja feita uma correção.

    Essa política é uma medida temporária para controlar o recurso e será removida em uma etapa futura. Ela pode ser ativada em testes para ver se há problemas e desativada enquanto eles são resolvidos.

     
    • Chrome 138 no Android, ChromeOS, Linux, MacOS e Windows

    

  • Cota de armazenamento informada previsível back to top

    O Chrome 138 vai introduzir uma cota de armazenamento previsível da API de estimativa do StorageManager para sites que não têm permissões de armazenamento ilimitadas.

    É possível detectar o modo de navegação de um usuário pela cota de armazenamento informada, porque o espaço de armazenamento disponibilizado é significativamente menor no modo de navegação anônima do que no modo normal. Essa é uma mitigação que impede a detecção do modo de navegação de um usuário pela API de armazenamento, informando uma cota artificial igual ao uso + min (10 GiB, disco arredondado para cima para o valor mais próximo de 1 GiB), em todos os modos de navegação para sites com permissões de armazenamento limitadas. Os sites com permissões de armazenamento ilimitado não serão afetados. A cota obrigatória também não será afetada.

     
    • Chrome 138 no Windows, macOS, Linux e Android

    

  • Política rígida de mesma origem para a API Storage Access back to top

    Planejamos ajustar a semântica da API Storage Access para seguir estritamente a política de mesma origem e melhorar a segurança. O uso de document.requestStorageAccess() em um frame apenas anexa cookies às solicitações para a origem do iframe (não ao site) por padrão. A política CookiesAllowedForUrls ou os cabeçalhos de acesso ao armazenamento ainda podem ser usados para desbloquear cookies entre sites.

     
    • Chrome 138 no Windows, macOS, Linux e Android

    

  • API Summarizer back to top

    A API Summarizer é uma API JavaScript para produzir resumos do texto de entrada, com o suporte de um modelo de linguagem de IA. Espera-se que os navegadores e sistemas operacionais tenham cada vez mais acesso a um modelo de linguagem. Ao expor esse modelo integrado, evitamos que cada site precise fazer o download do próprio modelo de linguagem com vários gigabytes ou enviar texto de entrada para APIs de terceiros. A API de resumo, em particular, expõe uma API de alto nível para interagir com um modelo de linguagem e resumir entradas para vários casos de uso (GitHub) de maneira que não dependa do modelo de linguagem específico em questão. 

    Uma política corporativa, GenAILocalFoundationalModelSettings, está disponível para desativar o download do modelo subjacente, o que tornaria essa API indisponível.

     
    • Chrome 138 no Windows, macOS e Linux

    

  • API Language Detector back to top

    A API Language Detector é uma API JavaScript para detectar o idioma de um texto com níveis de confiança. A detecção de idiomas é um complemento importante da tradução. Isso pode ser combinado com a tradução, por exemplo, usando a entrada do usuário em um idioma desconhecido e traduzindo para um idioma de destino específico. Atualmente, os navegadores já têm recursos de detecção de idioma, e queremos oferecê-los aos desenvolvedores Web por meio de uma API JavaScript, complementando a API de tradução. Uma política corporativa, GenAILocalFoundationalModelSettings, está disponível para desativar o download do modelo subjacente, o que tornaria essa API indisponível.

     
    • Chrome 138 no Windows, macOS e Linux

    

  • API Translator back to top

    A API Translator é uma API JavaScript que oferece recursos de tradução de idiomas para páginas da Web. Os navegadores estão cada vez mais oferecendo tradução de idioma aos usuários. Esses recursos de tradução também podem ser úteis para desenvolvedores Web. Isso é especialmente o caso quando as capacidades de tradução integradas do navegador não ajudam. Uma política corporativa, GenAILocalFoundationalModelSettings, está disponível para desativar o download do modelo subjacente, o que tornaria essa API indisponível.

     
    • Chrome 138 no Windows, macOS e Linux

    

    

  • O Chrome no Android não é mais compatível com o Android Oreo ou Android Pie back to top

    A última versão do Chrome compatível com o Android Oreo ou Android Pie é o Chrome 138, e ela inclui uma mensagem para os usuários afetados informando a necessidade de fazer upgrade do sistema operacional. O Chrome 139 e versões mais recentes não serão compatíveis, enviados nem disponibilizados para usuários com o Android Oreo ou Android Pie.

     
    • Chrome 139 no Android : o Chrome no Android não é mais compatível com o Android Oreo ou o Android Pie.

    

  • Migre extensões para o Manifesto V3 antes de junho de 2025 back to top

    As extensões precisam ser atualizadas para usar o Manifesto V3. As extensões do Chrome estão sendo transferidas para uma nova versão do manifesto, o Manifesto V3. Isso proporcionará mais privacidade aos usuários, por exemplo, ao passar para um modelo em que as extensões modificam as solicitações de maneira declarativa, sem a capacidade de ver solicitações individuais. Isso também melhora a segurança das extensões, já que o código hospedado remotamente não será permitido no Manifest V3. 

    A partir de junho de 2024, o Chrome vai desativar gradualmente as extensões do Manifest V2 em execução no navegador. Uma política corporativa, ExtensionManifestV2Availability, pode ser usada para testar o Manifest V3 na sua organização antes da migração. Além disso, as máquinas em que a política estiver ativada não vão estar sujeitas à desativação das extensões do Manifesto V2 até o ano seguinte, junho de 2025, quando a política será removida.

    Para saber qual versão do Manifest é usada por todas as extensões do Chrome em execução na sua frota, confira a página Uso de apps e extensões no Chrome Enterprise Core. 

     
    • Chrome 127 no ChromeOS, Lacros, Linux, MacOS e Windows: o Chrome vai desativar gradualmente as extensões do Manifest V2 nos dispositivos dos usuários. Somente os usuários com a política corporativa ExtensionManifestV2Availability ativada poderão continuar usando as extensões do Manifest V2 na organização.

    

  • O Chrome vai remover o suporte ao macOS 11 back to top

    O Chrome 138 será a última versão com suporte para o macOS 11. O Chrome 139 e versões mais recentes não serão mais compatíveis com o macOS 11, que está fora do período de suporte da Apple. A execução em um sistema operacional com suporte é essencial para manter a segurança.

    Em Macs com o macOS 11, o Chrome vai continuar funcionando, mostrando uma barra de informações de aviso, mas não vai ser atualizado. Se um usuário quiser atualizar o Chrome,  será necessário atualizar o computador para uma versão compatível do macOS. Para novas instalações do Chrome 139 e versões mais recentes, será necessário o macOS 12 ou mais recente.

     
    • Chrome 139 no Windows, macOS e Linux

    

  • Happy Eyeballs V3 back to top

    Esse lançamento é uma otimização interna no Chrome que implementa o Happy Eyeballs V3 para melhorar a simultaneidade da conexão de rede. O Happy Eyeballs V3 executa resoluções de DNS de forma assíncrona e intercala as tentativas de conexão com protocolos preferíveis (H3/H2/H1) e famílias de endereços (IPv6/IPv4) para reduzir o atraso de conexão da rede visível para o usuário. Esse recurso é bloqueado por uma política temporária HappyEyeballsV3Enabled.

     
    • Chrome 140 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows

    

  • Apps isolados da Web back to top

    Os apps isolados da Web (IWAs) são uma extensão do trabalho atual sobre a instalação de PWAs e o empacotamento da Web. Eles oferecem proteções mais fortes contra comprometimento do servidor e outras adulterações necessárias para desenvolvedores de aplicativos sensíveis à segurança.

    Esses aplicativos são reunidos em pacotes da Web, assinados pelo desenvolvedor e distribuídos aos usuários finais por um ou mais dos métodos descritos na explicação em vez de serem hospedados em servidores da Web ativos e buscados por HTTPS. 

    Nesta versão inicial, os IWAs só poderão ser instalados por uma política de administrador em dispositivos ChromeOS gerenciados pela empresa.

     
    • Chrome 140 no Windows : esse lançamento adiciona suporte a apps da Web isolados em configurações de navegador gerenciadas pela empresa no Windows.

    

  • Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file:// back to top

    De acordo com a especificação do padrão de URL, os hosts de URL não podem conter o caractere de espaço, mas a análise de URL no Chromium permite atualmente espaços no host. Isso faz com que o Chromium falhe em vários testes incluídos nos HTTPS URLs for WebSocket da Interop2024 e áreas de foco de URL. Para que o Chromium atenda à a especificação, gostaríamos de remover os espaços dos hosts de URL, mas a dificuldade é que eles são usados na parte do host em URLs file:// do Windows (GitHub).

    • Chrome 141 no Android, ChromeOS, Lacros, Linux, macOS, Windows e Fuchsia

    

  • Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5 back to top

    As chamadas do Chrome para a API Safe Browsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5. Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários. Para mais detalhes, consulte Migração da V4: Navegação segura

     
    • Chrome 145 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows

    

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top

    A partir do Chrome 126, o Chrome passará a oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    A partir do Chrome 125, os administradores poderão usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabled para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativar o novo provedor. Essa política vai estar disponível até o Chrome 146 e será removida no Chrome 147. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

     
    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled até o Chrome 146 para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente.
    • Chrome 137 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled será removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor da estrutura de acessibilidade de automação de interface do navegador.

 

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core

    

  • Recomendações do Agentspace na omnibox do Chrome back to top

    Com esse lançamento, os usuários corporativos podem acessar informações internas adicionando resultados da Pesquisa corporativa, como sugestões de pessoas, arquivos ou consultas, do Agentspace à barra de endereço do Chrome. Os resultados podem ser mostrados por padrão nas recomendações da barra de endereço do Chrome ou apenas quando acionados por uma palavra-chave personalizada. 

    Os usuários também podem usar o modo de palavra-chave para acionar ações no Agentspace, como "quero ajuda para escrever um e-mail que resuma o status atual do projeto". 

    O provedor de pesquisa corporativa será mostrado quando o usuário digitar "@" na barra de endereço. A organização poderá personalizar uma palavra-chave ou um atalho e o ícone exibido. 

    Isso pode ser configurado na política EnterpriseSearchAggregatorSettings

     
    • Chrome 135 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: Trusted Tester
    • Chrome 138 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: disponibilidade geral
     

    

  • Exclusão de perfil inativo no Chrome Enterprise Core back to top

    Em junho de 2025, o período de inatividade para a configuração de exclusão de perfil começou a ser lançado. Em julho de 2025, a configuração vai começar a excluir automaticamente os perfis gerenciados no Admin Console que estiverem inativos por mais tempo do que o período de inatividade definido. Ao lançar a configuração, o período de inatividade tem o valor padrão de 90 dias. Por padrão, todos os perfis gerenciados inativos há mais de 90 dias são excluídos da sua conta. Os administradores podem alterar o valor do período de inatividade usando esta configuração. O valor máximo para determinar o período de inatividade do perfil é de 730 dias, e o mínimo, de 28 dias.

    Se você diminuir o valor definido, isso poderá ter um impacto global nos perfis gerenciados. Todos os perfis afetados serão considerados inativos e, portanto, serão excluídos. Isso não exclui a conta do usuário. Se um perfil inativo for reativado em um dispositivo, ele vai reaparecer no console.

     
    • Chrome 138 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows : a política será lançada em junho. A exclusão vai começar em julho, e a primeira fase de exclusão será concluída até o fim de agosto. Após o lançamento inicial da exclusão, os perfis inativos vão continuar sendo excluídos quando atingirem o período de inatividade.

    

  • Compatibilidade com várias identidades no iOS back to top

    O Chrome no iOS está lançando suporte para várias contas, principalmente para contas gerenciadas (de trabalho ou escolares). Esta atualização apresenta perfis de navegador separados para cada conta gerenciada, garantindo a separação estrita de dados entre a navegação profissional e pessoal. As contas comuns vão continuar compartilhando um único perfil. 

    Essa mudança tem como objetivo melhorar a oferta empresarial do Chrome e oferecer uma experiência de navegação mais segura e organizada, especialmente para usuários finais com contas pessoais e de trabalho no dispositivo. Os usuários vão passar por um fluxo de integração único ao adicionar uma conta gerenciada ao dispositivo. Será possível alternar entre as contas tocando no disco de partículas da conta na página Nova guia

    Os administradores que ativaram as políticas do Chrome no iOS (instruções aqui) poderão continuar usando as políticas atuais.  

    • Chrome 138 no iOS 
     

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium

   

  • Recursos de filtragem de URL no iOS back to top

    Os recursos atuais de filtragem de URL do WebProtect para computador estão sendo estendidos para dispositivos móveis, permitindo que as organizações auditem, avisem ou bloqueiem o carregamento de determinados URLs ou categorias de URLs em navegadores Chrome gerenciados ou perfis de usuários gerenciados em dispositivos móveis. Esse recurso faz parte do Chrome Enterprise Premium e tem como objetivo oferecer acesso à Internet seguro para usuários corporativos em qualquer dispositivo. Os administradores poderão criar regras de filtragem de URL para garantir que os funcionários só acessem URLs seguros e autorizados em dispositivos iOS. O Chrome vai informar eventos de filtragem de URL e eventos de sites não seguros pelo conector de relatórios em dispositivos móveis.

     
    • Chrome 138 no iOS: o recurso de filtragem de URL está disponível no iOS.

   

  • Suporte ao download da DLP para a API File System Access (FSA) back to top

    A proteção da prevenção contra perda de dados (DLP) será estendida para arquivos e diretórios transferidos por download usando a API File System Access (FSA). Com essa melhoria, os downloads de aplicativos da Web modernos, como editores baseados em navegador, serão verificados de acordo com as regras de DLP da sua organização. Os usuários e os sites vão receber notificações sobre os vereditos de verificação, fortalecendo a segurança e a conformidade dos dados.


    • Chrome 138 no Windows, macOS, Android e ChromeOS Linux

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Resumo da versão 137 do ChromeOS

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Política de Controle Facial no ChromeOS    
Cancelamento de crosstalk    
Atalho de teclado do ChromeVox para adicionar legendas em áudio com dispositivos em braille    
Coleta de registros baseada em eventos    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Mudanças nos apps do Chrome    
Descontinuação do Cliente nativo (NaCl) em breve     

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

Atualizações do ChromeOS

   

   

  • Cancelamento de crosstalk back to top

    O cancelamento de crosstalk oferece uma experiência de áudio imersiva ao usar o alto-falante interno. Os usuários podem sentir o áudio ao redor da cabeça, em vez de vir da posição geométrica do alto-falante interno. Qualquer conteúdo de áudio reproduzível se beneficia desse recurso, especialmente ao jogar ou assistir vídeos com áudio espacializado. Os usuários têm uma experiência de áudio imersiva com som surround, semelhante a usar um fone de ouvido.

   

  • Atalho de teclado do ChromeVox para adicionar legendas em áudio com dispositivos em braille back to top

    O ChromeVox agora ativa um comando que mostra o texto falado como legendas em braille em linhas braille conectadas (USB ou Bluetooth). 

    O comando do ChromeVox é Pesquisa + O + C e significa "Pesquisar legendas abertas". 

    O comando em braille é espaço + pontos 1-4-7. Para mais detalhes, consulte Usar um dispositivo braille com o Chromebook: Ajuda de acessibilidade do Google

   

  • Coleta de registros baseada em eventos back to top

    Na coleta de registros baseada em eventos, quando um evento ocorre, por exemplo, uma falha no SO ou na atualização, você recebe uma notificação na página de detalhes do dispositivo. Também é possível conferir os eventos na página de detalhes do dispositivo para saber quando eles ocorreram e receber informações detalhadas. O Google faz o upload de registros relevantes para o tipo de evento específico, o que torna a solução de problemas mais eficiente.

    Para ativar esse recurso:

    Esses uploads podem acontecer no máximo duas vezes por dia em um dispositivo.

 

Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no ChromeOS

   

  • Mudanças nos apps do Chrome back to top

    A partir do ChromeOS 138,  programado para o lançamento estável em 22 de julho, os apps do Chrome instalados por administradores em sessões de quiosque serão desativados por padrão. Uma nova política, KioskChromeAppsForceAllowed, vai estar disponível antes do lançamento do ChromeOS 138 para que os administradores reativem os apps do Chrome em sessões de quiosque. Com essa política ativada, os apps do Chrome em sessões de quiosque vão ser compatíveis com o ChromeOS 150.

    Além disso, a partir do ChromeOS 139, programado para o lançamento estável em 19 de agosto, os apps do Chrome instalados pelo usuário vão parar de funcionar. 

    Saiba mais em Fim do suporte a apps do Chrome.

   

  • Descontinuação do Cliente nativo (NaCl) em breve back to top

    O ChromeOS 138 será a versão final com suporte para o cliente nativo (NaCl) em ambientes gerenciados com a política de permissão do NaCl ativada. Para dispositivos no canal de suporte de longo prazo (LTS) com essa política ativa, o suporte ao NaCl vai continuar até a última atualização do LTS, em abril de 2026.

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Chrome 136

Resumo da versão 136 do Chrome

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Atualizações na apresentação dos resultados do Google Lens    
Verificações de download de APKs maliciosos (somente telemetria)    
Notificações proativas para Dicas do Chrome no iOS    
Diretório de dados personalizado necessário para a depuração remota     
Particionamento de :visited no histórico de links    
Renomear a palavra-chave string do tipo attr() como raw-string    
Atualizar o ProgressEvent para usar o tipo duplo para loaded e total    
Novas políticas no navegador Chrome    
Políticas removidas do navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Suporte do WebAuthn para clientes da Área de Trabalho Remota em dispositivos gerenciados  
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Novo conector de relatórios: Next-Gen SIEM do CrowdStrike Falcon  
Recursos de filtragem de URL no Android  
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Remoção das políticas corporativas de acesso à rede particular    
Remoção da opção de linha de comando --load-extension     
Remover o substituto do SwiftShader    
Alinhamento do tipo de erro gerado para a criação de credenciais do pagamento WebAuthn: SecurityError => NotAllowedError    
Particionamento de URL de blobs: busca/navegação    
Web serial por Bluetooth no Android    
Happy Eyeballs V3    
Política rígida de mesma origem para a API Storage Access    
Manifesto do app da Web: update_token e qualificação para atualização    
Migre extensões para o Manifesto V3 antes de junho de 2025
O Chrome vai remover o suporte ao macOS 11    
Apps isolados da Web  
Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://    
Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Geração de registros e relatórios de endereços IP    
Exclusão de perfil inativo no Chrome Enterprise Core  
Compatibilidade com várias identidades no iOS    
Recomendações do Google Agentspace na omnibox do Chrome  
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Recursos de filtragem de URL no iOS  

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas ficará pronta em 1 a 2 semanas.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

 

Mudanças no navegador Chrome

   

  • Atualizações na apresentação dos resultados do Google Lens back to top

    Agora os resultados da pesquisa de consultas do Google Lens com origem na câmera do dispositivo e na pesquisa de imagens em páginas da Web são apresentados em um painel de interface nativo que desliza da parte de baixo da tela. Antes, essas respostas eram apresentadas em uma nova guia de uma página da Web separada. Os administradores podem controlar esse recurso com a política LensCameraAssistedSearchEnabled.

    • Chrome 136 no iOS
     

     

   

  • Verificações de download de APKs maliciosos (somente telemetria) back to top

    Agora o Chrome no Android se comunica com o Google para verificar a segurança de arquivos do pacote Android (APKs) baixados. Esse é um estado experimental somente telemetria de um recurso que, no futuro, vai mostrar avisos e bloquear o download de arquivos APK maliciosos para proteger os usuários contra malware em dispositivos móveis. No momento, a verificação de download de APKs maliciosos é feita apenas por telemetria. Não são exibidos avisos, e os downloads não são bloqueados. No modo somente telemetria, a verificação do download de APKs maliciosos só será feita para usuários inscritos na Proteção Reforçada da Navegação Segura do Google. 

    Para desativar esse recurso, defina o modo Navegação Segura como NoProtection(valor 0) usando a política SafeBrowsingProtectionLevel.

    • Chrome 136 no Android
     

   

  • Notificações proativas para Dicas do Chrome no iOS back to top

    Agora os usuários podem receber Dicas do Chrome como notificações provisórias. Antes, só os usuários que ativaram as notificações das Dicas do Chrome as recebiam.

    Nesta versão, o Chrome envia essas notificações de forma proativa para usuários que instalaram o Chrome no iOS, mas ficaram inativos por vários dias. Assim, os usuários nem precisam abrir o app para saber sobre recursos como o Google Lens ou a Navegação Segura com Maior Proteção. Os administradores podem desativar essas notificações usando a política ProvisionalNotificationsAllowed (disponível no Chrome 137).

    • Chrome 136 no iOS
     

   

  • Diretório de dados personalizado necessário para a depuração remota back to top

    Não será mais possível fazer a depuração remota usando uma porta TCP ou um pipe no Google Chrome com o diretório de dados padrão no Windows, Linux e macOS. É preciso especificar um diretório de dados personalizado para depurar remotamente o Google Chrome usando a chave --user-data-dir quando as chaves --remote-debugging-pipe ou --remote-debugging-port são usadas.

    Fizemos essa mudança porque infostealers e malwares estão abusando dessas chaves de depuração remota para extrair dados do Google Chrome. Agora um diretório de dados do usuário personalizado usa uma chave de criptografia diferente. Isso evita que o malware roube dados criptografados, como cookies. 

    Essa mudança não afeta o Chrome for Testing e o Chromium.

    • Chrome 136 no Linux, MacOS e Windows
     

   

  • Particionamento de :visited no histórico de links back to top

    Para eliminar vazamentos do histórico de navegação do usuário, os elementos âncora são estilizados como :visited somente se já tiverem sido clicados nessa origem de frame e site de nível superior. No navegador, isso significa que agora a hashtable VisitedLinks é particionada por chave tripla, ou seja, armazenando o seguinte para cada link visitado: <URL do link, site de nível superior, origem do frame>. Ao estilizar apenas os links que já foram clicados nesse site e frame, agora os ataques de canal lateral desenvolvidos para coletar informações de estilo de links :visited não funcionam porque não fornecem mais aos sites novas informações sobre os usuários. 

    Há uma exceção para self links: os links para as páginas de um site podem ter o estilo :visited, mesmo que não tenham sido clicados nessa origem exata do site e do frame de nível superior. Essa isenção só é ativada em frames de nível superior ou subframes com a mesma origem do frame de nível superior. Os benefícios de privacidade acima são preservados porque os sites já sabem quais subpáginas um usuário visitou. Nenhuma informação nova é exposta. Essa foi uma exceção solicitada pela comunidade que também melhora a experiência do usuário.

    • Chrome 136 no Windows, macOS, Linux e Android
     

   

  • Renomear a palavra-chave string do tipo attr() como raw-string back to top

    O argumento do tipo attr() especifica como o valor do atributo é analisado em um valor CSS. Em uma decisão recente do Grupo de trabalho W3C CSS (link em inglês), foi decidido que a palavra-chave string do tipo attr() seria renomeada como raw-string, que é mais explícita. Se o valor do atributo for a palavra-chave raw-string ou omitido totalmente, o valor literal do atributo será tratado como o valor de uma string CSS, sem realizar nenhuma análise CSS (inclusive escapes CSS, remoção de espaços em branco, comentários etc.). Nenhum valor aciona o substituto. Somente a falta do atributo faz isso. 

    Para saber mais sobre a notação attr(), consulte Nível 5 do módulo de valores e unidades do CSS (links em inglês). 

    • Chrome 136 no Windows, macOS, Linux e Android
     

   

  • Atualizar o ProgressEvent para usar o tipo duplo para loaded e total back to top

    O ProgressEvent tem os atributos loaded e total que indicam o andamento, e agora o tipo deles é unsigned long long.

    Com esse recurso, o tipo desses dois atributos mudou para "double", o que dá ao desenvolvedor mais controle sobre o valor. Por exemplo, agora os desenvolvedores podem criar um ProgressEvent com o total de 1 e o loaded aumentando de 0 para 1 gradualmente. Isso será alinhado com o comportamento padrão do elemento HTML <progress> se o atributo max for omitido. Saiba mais detalhes nesta discussão do grupo de trabalho da tecnologia de aplicativos de hipertexto da Web (WHATWG) no GitHub (em inglês).

    • Chrome 136 no Windows, macOS e Linux
     

   

   

  • Políticas removidas do navegador Chrome back to top
    Política Descrição
    ThirdPartyBlockingEnabled Ativa o bloqueio de injeção de software de terceiros
    ProfilePickerOnStartupAvailability Define a disponibilização do seletor de perfil na inicialização
     

   

Mudanças no Chrome Enterprise Core

   

  • Suporte do WebAuthn para clientes da Área de Trabalho Remota em dispositivos gerenciados back to top

    Essa mudança permite que os usuários em dispositivos gerenciados acessem sites em hosts remotos usando chaves de acesso ou de segurança locais. Com a nova política corporativa WebAuthenticationRemoteDesktopAllowedOrigins, os administradores podem especificar quais aplicativos clientes da Área de Trabalho Remota fazem solicitações de WebAuthn em nome de outras origens.

    Isso facilita o uso de autenticadores locais com Áreas de Trabalho Remotas, melhorando a segurança e a experiência do usuário. Para configurar essa política, os administradores criam uma lista separada por vírgulas de origens de apps clientes da Área de Trabalho Remota permitidos.

    • Chrome 136 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows

     

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

Saiba mais sobre as diferenças entre o Chrome Enterprise Core e o Chrome Enterprise Premium.

   

  • Novo conector de relatórios: Next-Gen SIEM do CrowdStrike Falcon back to top  

    O Chrome 136 tem um novo conector de relatórios do Chrome Enterprise para o Next-Gen SIEM do CrowdStrike Falcon. Os administradores podem configurar esse conector no Admin Console para encaminhar dados de eventos do Chrome selecionados ao Crowdstrike para aprimorar o monitoramento de segurança e as análises. Isso aumenta a flexibilidade das escolhas de SIEM e melhora a detecção de ameaças.

    • Chrome 136 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
     

    Captura de tela do recurso 1Captura de tela do recurso 2

   

  • Recursos de filtragem de URL no Android back to top  

    A filtragem de URL do WebProtect agora foi estendida ao Android para os clientes do Chrome Enterprise Premium. Com isso, os administradores podem aplicar regras de auditoria, aviso ou bloqueio de URL em dispositivos Android gerenciados usando a política EnterpriseRealTimeUrlCheckMode, o que torna o controle do conteúdo da Web mais consistente em todas as plataformas. Os eventos de filtragem são informados pelo conector de relatórios, e a configuração é feita no Admin Console.

     
    • Chrome 136 no Android
     

    Captura de tela do recurso 1Captura de tela do recurso 2

     

 

Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome

 

    

  • Requisito do diretório de dados personalizado da porta de depuração remota back to top

    Não será mais possível fazer a depuração remota usando uma porta TCP ou um pipe no Google Chrome com o diretório de dados padrão no Windows, Linux e macOS.

    Um diretório de dados personalizado precisa ser especificado para depurar remotamente o Google Chrome usando a chave --user-data-dir , quando as chaves --remote-debugging-pipe ou --remote-debugging-port forem usadas.

    A motivação para essa mudança é porque essas chaves de depuração remota estão sendo abusadas por infostealers e malwares para extrair dados do Google Chrome. Um diretório de dados do usuário personalizado usa uma chave de criptografia diferente. Assim, o malware não consegue mais roubar dados criptografados, como cookies.

    Essa mudança não afeta o Chrome for Testing e o Chromium.

     
    • Chrome 136 no Linux, MacOS e Windows

    

  • Particionamento de URL de blobs: busca/navegação back to top

    Como continuação do particionamento de armazenamento, o Chromium vai implementar o particionamento do acesso ao URL do blob por chave de armazenamento (site de nível superior, origem do frame e o booleano has-cross-site-ancestor), com exceção das navegações de nível superior que vão permanecer particionadas apenas pela origem do frame. Esse comportamento é semelhante ao implementado atualmente pelo Firefox e pelo Safari e alinha o uso do URL do blob com o esquema de particionamento usado por outras APIs de armazenamento como parte do particionamento de armazenamento. Além disso, o Chromium vai aplicar o noopener em navegações de alto nível iniciadas pelo renderizador para URLs blob em que o site correspondente é de um domínio diferente em relação ao site de nível superior que realiza a navegação. Isso alinha o Chromium a um comportamento semelhante no Safari, e as especificações relevantes foram atualizadas para refletir essas mudanças. 

    Essa mudança pode ser revertida temporariamente definindo a política PartitionedBlobURLUsage. A política será descontinuada quando as outras políticas corporativas relacionadas ao particionamento de armazenamento forem descontinuadas.

    • Chrome 136 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Os getters de informações de localidade Intl foram descontinuados back to top

    A API Intl Locale Info é uma proposta TC39 do ECMAScript de fase 3 para aprimorar o objeto Intl.Locale expondo informações de localidade, como dados de semana (primeiro dia da semana, dia de início do fim de semana, dia de término do fim de semana, dia mínimo da primeira semana) e ciclo de direção de texto por hora usado na localidade.

    Enviamos nossa implementação no Chrome 99 , mas depois a proposta fez algumas mudanças na fase 3 e moveu vários getters para funções. Planejamos remover os getters descontinuados e reiniciar as funções renomeadas.

    • Chrome 136 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Atualizações da FedCM back to top

    A partir do Chrome 136, a API Federated Credential Management (FedCM) vai poder mostrar vários provedores de identidade na mesma caixa de diálogo. Isso vai oferecer aos desenvolvedores uma maneira conveniente de apresentar todos os provedores de identidade compatíveis aos usuários. Primeiro, vamos abordar o caso simples de ter todos os provedores na mesma chamada get().

    Planejamos remover o suporte para adição de outra conta no modo passivo do FedCM. Esse recurso permite mostrar um botão Usar outra conta com outras contas de IdP no seletor. No momento, o recurso não está sendo usado, e as conversas de UX indicam que o suporte a ele leva a um fluxo mais complicado sem muitos benefícios. Esse recurso ainda vai funcionar no modo ativo do FedCM.

    • Chrome 136 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Particionamento: histórico de links visitados back to top

    Para eliminar vazamentos de histórico de navegação do usuário, os elementos âncora são estilizados como :visited somente se tiverem sido clicados anteriormente a partir dessa origem de site e frame de nível superior. No navegador, isso significa que a hashtable VisitedLinks agora é particionada por chave tripla ou armazenando o seguinte para cada link visitado: <link URL, top-level site, frame origin>. Ao estilizar apenas os links que já foram clicados neste site e frame, os muitos ataques de canal lateral que foram desenvolvidos para coletar informações de estilo de links :visited agora estão obsoletos, porque não fornecem mais aos sites novas informações sobre os usuários. 

    Há uma exceção para self links, em que os links para as páginas de um site podem ter o estilo :visited, mesmo que não tenham sido clicados nessa origem exata do site e do frame de nível superior. Essa isenção só é ativada em frames ou subframes de nível superior que têm a mesma origem do frame de nível superior. Os benefícios de privacidade acima ainda são alcançados porque os sites já sabem quais subpáginas um usuário visitou. Assim, nenhuma nova informação é exposta. Essa foi uma exceção solicitada pela comunidade que também melhora a experiência do usuário.

    • Chrome 136 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Política rígida de mesma origem para a API Storage Access back to top

    O Chrome 136 vai ajustar a semântica da API Storage Access para seguir estritamente a política de mesma origem e melhorar a segurança. Isso significa que o uso de document.requestStorageAccess() em um frame vai anexar cookies às solicitações para a origem do iframe (não ao site) por padrão.

    Observação: a política CookiesAllowedForUrls ou os cabeçalhos de acesso ao armazenamento ainda podem ser usados para desbloquear cookies entre sites.

    • Chrome 136 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Remover o substituto do SwiftShader back to top

    A partir do Chrome 137, planejamos descontinuar o fallback automático para o WebGL com suporte do SwiftShader. A criação de contexto do WebGL vai falhar em vez de retornar ao SwiftShader. Planejamos remover o substituto do SwiftShader por dois motivos principais:

    1. O SwiftShader é um alto risco de segurança devido ao código JIT em execução no processo de GPU do Chromium.
    2. Os usuários têm uma experiência ruim ao alternar de um WebGL de alto desempenho com suporte de GPU para uma implementação com suporte de CPU. Os usuários não têm controle sobre esse comportamento, e é difícil descrevê-lo em relatórios de bugs.

    O SwiftShader é uma ferramenta útil para desenvolvedores da Web testarem sites em sistemas headless ou que não têm uma GPU compatível. Esse caso de uso ainda terá suporte, mas não é destinado à execução de conteúdo não confiável.

    Para ativar garantias de segurança mais baixas e permitir o SwiftShader para WebGL, inicie o executável do Chrome com a chave de linha de comando --enable-unsafe-swiftshader.

    Durante o período de descontinuação, um aviso vai aparecer no console JavaScript quando um contexto do WebGL for criado e respaldado pelo SwiftShader. A transmissão de --enable-unsafe-swiftshader removerá essa mensagem de aviso.

    O Chromium e outros navegadores não garantem a disponibilidade do WebGL. É possível testar e processar a falha de criação de contexto do WebGL e usar outras APIs da Web, como Canvas2D ou uma mensagem adequada para o usuário.

    • Chrome 137 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam "file://" back to top

    Conforme declarado na especificação WhatWG.org, hosts de URL não podem conter o caractere de espaço, mas a análise de URL no Chromium permite atualmente espaços no host.

    Isso faz com que o Chromium falhe em vários testes incluídos no HTTPS URLs for WebSocket da Interop2024 e áreas de foco de URL.

    Para que o Chromium atenda à especificação, gostaríamos de remover os espaços dos hosts de URL, mas a dificuldade é que eles são usados na parte do host em URLs file:// do Windows. Para saber mais, consulte a discussão no GitHub.

    Esse recurso vai fazer parte do nosso esforço contínuo para aproximar o Chromium da conformidade com as especificações, proibindo espaços apenas para URLs que não são de arquivos.

    • Chrome 138 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia

 

    

  • O Chrome vai remover o suporte ao macOS 11 back to top

    O Chrome 138 será a última versão com suporte para o macOS 11. O Chrome 139 e versões mais recentes não serão mais compatíveis com o macOS 11, que está fora do período de suporte da Apple. A execução em um sistema operacional com suporte é essencial para manter a segurança.

    Em Macs com o macOS 11, o Chrome vai continuar funcionando, mostrando uma barra de informações de aviso, mas não vai ser atualizado. Se um usuário quiser atualizar o Chrome, ele precisará atualizar o computador para uma versão compatível do macOS.

    Para novas instalações do Chrome 139 ou mais recente, será necessário o macOS 12 ou mais recente.

    • Chrome 139 no Windows, macOS

    

  • Apps isolados da Web back to top

    Os apps isolados da Web (IWAs) são uma extensão do trabalho atual sobre a instalação de PWAs e o empacotamento da Web, que oferece proteções mais fortes contra comprometimento do servidor e outras adulterações, o que é necessário para desenvolvedores de aplicativos sensíveis à segurança.

    Esses aplicativos são reunidos em pacotes da Web, assinados pelo desenvolvedor e distribuídos aos usuários finais por um ou mais dos métodos descritos em Como começar a usar apps da Web isolados.

    Na versão inicial, os IWAs só podem ser instalados por uma política em dispositivos ChromeOS gerenciados pela empresa.

    • Chrome 140 no Windows

      Esse lançamento adiciona suporte a apps da Web isolados em configurações de navegador gerenciadas pela empresa no Windows.

    

  • Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5 back to top

    As chamadas do Chrome para a API SafeBrowsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5.

    Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários.

    • Chrome 145 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows

      O lançamento será gradual.

    

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top

    Desde o Chrome 126, o Chrome começou oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    Os administradores podem usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabled, disponível no Chrome 125, para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativá-lo. Essa política vai estar disponível até o Chrome 136 e será removida no Chrome 137. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled até o Chrome 136 para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente.
    • Chrome 147 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled vai ser removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.

 

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core

    

  • Melhoria na performance e na escalabilidade dos relatórios do Admin Console para grandes clientes back to top

    O Chrome Enterprise Core vai lançar mudanças na infraestrutura de software com o objetivo de melhorar a performance, a precisão e a escalonabilidade de muitas páginas e relatórios no Admin Console. As páginas e os relatórios afetados no Admin Console incluem (mas não se limitam a): 

    • Relatório de versões
    • Relatório de uso de apps e extensões
    • Página de detalhes da extensão
    • Página "Insights" do Chrome para navegadores
     

    As mudanças serão lançadas gradualmente entre abril e julho de 2025.

    • De abril a julho de 2025

    

  • Novos comandos remotos e exportação de CSV para a lista de perfis gerenciados back to top

    Planejamos adicionar uma ação de exportação de CSV e comandos remotos de Limpar cache e Limpar cookies na lista de perfis gerenciados. Você poderá selecionar um ou vários perfis e executar um comando remoto.

    • Exportação CSV: a partir do Chrome 135 para Android, Linux, macOS e Windows
    • Comandos remotos: a partir do Chrome 136 no Linux, macOS e Windows

    

  • Nova página de destino de visão geral do Chrome Enterprise Core back to top

    Essa nova página de visão geral vai estar localizada na seção "Navegador Chrome" do Admin Console e vai mostrar informações úteis sobre a implantação, como um resumo da implantação do navegador e dos perfis, um resumo das versões do Chrome informadas e das extensões instaladas. Por exemplo, esses insights permitem identificar rapidamente navegadores inativos e com uma atualização pendente. Você também vai poder conferir rapidamente a fila de solicitações de extensão e revisar as extensões configuradas.

    • A partir do Chrome 135 para acesso antecipado para trusted testers

    

  • Geração de registros e relatórios de endereços IP back to top

    O Chrome Enterprise está aprimorando os recursos de monitoramento de segurança e resposta a incidentes coletando e informando endereços IP locais e remotos e enviando esses endereços aos registros de investigação de segurança (SIT, na sigla em inglês). Além disso, o Chrome Enterprise permite que os administradores enviem os endereços IP para provedores de segurança e gerenciamento de eventos de informações (SIEM, na sigla em inglês) internos e de terceiros usando o conector de relatórios do Chrome Enterprise.

    Essa opção vai estar disponível para clientes do Chrome Enterprise Core. 

    • Chrome 136 no Windows, macOS e Linux

    

  • Exclusão de perfil inativo no Chrome Enterprise Core back to top

    Em abril de 2025 (Chrome 136), o período de inatividade para a política de exclusão de perfil vai começar a ser lançado. Em junho de 2025 (Chrome 138), a política vai começar a excluir automaticamente os perfis gerenciados no Admin Console que estiverem inativos por mais tempo do que o período de inatividade definido. Ao lançar a política, o período de inatividade tem o valor padrão de 90 dias. Por padrão, todos os perfis gerenciados inativos há mais de 90 dias são excluídos da sua conta. Os administradores podem alterar o valor do período de inatividade usando esta política. O valor máximo para determinar o período de inatividade do perfil é de 730 dias, e o mínimo, de 28 dias.

    Se você diminuir o valor da política definida, isso poderá ter um impacto global nos perfis gerenciados. Todos os perfis afetados serão considerados inativos e, portanto, serão excluídos. Isso não exclui a conta do usuário. Se um perfil inativo for reativado em um dispositivo, ele vai reaparecer no console.

    • Chrome 138 no Android, ChromeOS, Linux, MacOS e Windows

      A política será lançada em abril (Chrome 136). A exclusão vai começar em junho (Chrome 138), e a primeira fase de exclusão será concluída até o fim de julho (Chrome 139). Após o lançamento inicial da exclusão, os perfis inativos vão continuar sendo excluídos quando atingirem o período de inatividade.

 

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium

 

   

  • Filtragem de URL no iOS e Android back to top

    Vamos estender os recursos de filtragem de URLs das plataformas para computador e dispositivos móveis, permitindo que as organizações auditem, avisem ou bloqueiem o carregamento de determinados URLs ou categorias de URLs em navegadores Chrome gerenciados ou perfis de usuários gerenciados em dispositivos móveis. Isso inclui garantir que a funcionalidade funcione perfeitamente com o acesso baseado no contexto (CAA), que permite aos administradores definir políticas de acesso com base no contexto do usuário (por exemplo, função do usuário, local) e no estado do dispositivo (por exemplo, dispositivo gerenciado, conformidade com a segurança).

    • Chrome 136 no Android 
    • Chrome 137 no Android e iOS

   

  • Refatorar a experiência do usuário nas regras da DLP  back to top

    Nosso objetivo é criar uma interface mais fácil de usar e eficiente para regras de DLP específicas do Chrome. Isso envolve a reformulação do fluxo de trabalho de criação de regras no Admin Console para acomodar melhor os recursos de segurança atuais e futuros dos clientes do Chrome Enterprise Premium.

     
    • Chrome 137 no Windows, macOS, Linux e ChromeOS
      

   

  • Conector de geração de relatórios para dispositivos móveis back to top

    Estamos trabalhando para alcançar a paridade de recursos com a versão para computador, permitindo que as organizações monitorem e respondam a eventos de segurança em dispositivos móveis, como visitas a sites não seguros e possíveis tentativas de exfiltração de dados. Isso ajuda a garantir a segurança e a aplicação de políticas consistentes em diferentes plataformas.

     
    • Chrome 137 no Android e iOS
     

   

  • API Connectors back to top

    Planejamos simplificar o processo de configuração de conectores de segurança de terceiros e permitir que os provedores gerenciem as configurações diretamente na própria interface. O objetivo é facilitar a integração das ferramentas e serviços de segurança preferidos das organizações com o Chrome, melhorando a segurança e o gerenciamento em diferentes plataformas.

     
    • Chrome 137 no Windows, macOS, Linux e ChromeOS

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Resumo da versão 136 do ChromeOS

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Melhorias no Quick Share    
Sessões da Área de Trabalho Remota do Chrome (CRD) iniciadas pelo administrador    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Coleta de registros de dispositivos baseada em eventos para solução de problemas (Admin Console)    
Política de Controle Facial no ChromeOS    

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

Atualizações do ChromeOS

   

  • Melhorias no Quick Share back to top

    A partir do ChromeOS 136, o Quick Share aumentou a duração do modo Visível para todos de 5 para 10 minutos. Esse recurso permite que seu dispositivo compartilhe e receba arquivos de dispositivos Android e outros Chromebooks. Nas Configurações rápidas, os usuários podem definir a visibilidade do dispositivo, entrar no modo Visível para todos, ativar/desativar o Quick Share e acessar a página de ajustes do recurso. Essa configuração pode ser gerenciada com a política NearbyShareAllowed.

   

  • Sessões da Área de Trabalho Remota do Chrome (CRD) iniciadas pelo administrador back to top

    A partir do ChromeOS 136, as equipes de TI podem usar as conexões da Área de Trabalho Remota do Chrome (CRD, na sigla em inglês) aprovadas automaticamente para dar um suporte melhor aos usuários do ChromeOS.

    Nas versões anteriores, os usuários precisavam aceitar as conexões remotas da CRD por uma notificação. O novo recurso aceita automaticamente as conexões remotas após 30 segundos (se o usuário não recusar). Essa novidade combina várias medidas para garantir a privacidade do usuário. Por exemplo, é necessário se conectar a uma rede gerenciada e o usuário final precisa estar ativo nos últimos 5 minutos. As conexões da CRD aceitas automaticamente devem simplificar muito os fluxos de trabalho de suporte porque os usuário finais não precisam realizar nenhuma ação.

 

Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no ChromeOS

   

  • Coleta de registros de dispositivos baseada em eventos para solução de problemas (Admin Console) back to top

    Para ajudar a resolver problemas em dispositivos, como erros na atualização do SO ou outras falhas, o ChromeOS coleta e faz o upload automático de registros de dispositivos quando estas configurações são ativadas:

    • Ativar o upload de registro do sistema do dispositivo: ativa a coleta geral de registros.
    • Relatar informações do SO do dispositivo -> Status de atualização do SO: coleta dados sobre atualizações do SO
    • Relatar telemetria do dispositivo -> Informações de falhas: coleta informações sobre falhas fatais

    A partir do ChromeOS 137, quando ocorre um problema, os administradores de TI recebem uma notificação com um link direto para os registros enviados na página de detalhes do dispositivo ChromeOS no Admin Console. Também é possível ver um histórico dos eventos do dispositivo. O upload dos registros ocorre no máximo duas vezes por dia, e cada arquivo geralmente tem de 400 KB a 1 MB.

    Saiba mais nestes artigos na Central de Ajuda do Chrome Enterprise e do Education: 

   

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Chrome 135

Resumo da versão do Chrome 135

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
O registro de perfis de terceiros foi migrado para o fluxo de código de autenticação do OIDC    
Exclusão automática de downloads no Chrome para iOS    
Melhor detecção de formulário de senha com ML    
Assistência do LLM do cliente para reduzir golpes    
Descontinuar os eventos de mutação    
Alertas de download com base na extensão do tipo de arquivo: correção da documentação    
Melhorias nas extensões do Chrome para computador  
Conector de confiança do dispositivo genérico    
Remoção de políticas corporativas de acesso à rede particular    
Remover a política ThirdPartyBlockingEnabled    
Melhorias nas configurações, nos atalhos de sites e nos temas do Chrome para computador    
Desativação do Gerenciador de senhas herdado no Chrome para Android    
Os cookies de terceiro são sempre bloqueados no modo de navegação anônima    
Criar um cliente de worker de serviço e herdar o controlador do worker de serviço para o iframe srcdoc    
Prevenção de rastreamento de HSTS    
O método navigator.xr.supportsSession foi removido    
Remoção da opção de linha de comando "--load-extension" no Google Chrome    
Novas políticas no navegador Chrome    
Políticas removidas do navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Disponibilização do Logon único extensível da Apple para o Chrome no macOS  
Novo conteúdo na página Discover da Chrome Web Store para usuários gerenciados  
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Nenhuma atualização no Chrome 135.      
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Requisito do diretório de dados personalizados da porta de depuração remota    
Particionamento de URL de blobs: busca/navegação    
Os getters de informações de localidade Intl foram descontinuados    
Atualizações do FedCM    
Particionamento: histórico de links visitados    
Política rígida de mesma origem para a API Storage Access    
Remover o substituto do SwiftShader    
Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam "file://"    
O Chrome vai remover o suporte ao macOS 11    
Apps isolados da Web    
Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Melhorias no desempenho e na escalonabilidade dos relatórios do Admin Console    
Novos comandos remotos e exportação de CSV para a lista de perfis gerenciados    
Nova página de destino de visão geral do Chrome Enterprise Core    
Geração de registros e relatórios de endereços IP    
Exclusão de perfil inativo no Chrome Enterprise Core  
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Filtragem de URL no iOS e Android    
Refatorar a experiência do usuário nas regras da DLP    
Conector de relatórios para dispositivos móveis    
API Connectors    

 

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas ficará pronta em uma a duas semanas.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

 

Mudanças no navegador Chrome

 

   

  • A inscrição de perfil de terceiros é migrada para o fluxo de código de autenticação do OIDC back to top

    O Chrome 135 migra a página de destino para registro de perfil do site de marketing para um site dinâmico. Essa atualização também migra o fluxo implícito do OpenID Connect (OIDC) para um fluxo de código de autenticação. O objetivo é melhorar a segurança e a experiência do usuário para perfis gerenciados de terceiros.

    • Chrome 135 no Windows

   

  • Exclusão automática de downloads no Chrome para iOS back to top

    Os usuários do navegador Chrome no iOS agora podem excluir automaticamente os downloads do navegador de maneira programada.

    Esse recurso provavelmente melhora o desempenho do dispositivo relacionado à capacidade de armazenamento e a privacidade, automatizando a exclusão de arquivos que os usuários podem esquecer de excluir por conta própria.

    • Chrome 135 no iOS
      Experimento inicial de 1% no Chrome 135 para iOS. Não há lançamento planejado para outras plataformas.
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  • Melhor detecção de formulários de senha com ML back to top

    O Chrome 135 apresenta um novo modelo de aprendizado de máquina (ML) do lado do cliente para analisar melhor os formulários de senhas na Web e aumentar a precisão da detecção e do preenchimento. É possível controlar esse recurso com a política PasswordManagerEnabled policy.

    • Chrome 135 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows
     

   

  • Assistência do LLM do cliente para reduzir fraudes back to top

    Os usuários da Web enfrentam uma quantidade significativa e variedades de golpes diariamente. Para combater esses golpes, o Chrome 135 usa modelos de linguagem grandes (LLMs) no dispositivo para identificar sites fraudulentos para usuários da proteção aprimorada. O Chrome envia o conteúdo da página para um LLM no dispositivo para inferir sinais relacionados à segurança dela. Em seguida, o Chrome envia esses indicadores para o lado do servidor da Navegação segura para um veredito final. Quando ativado, o Chrome pode consumir mais largura de banda para fazer o download do LLM.

    • Chrome 134 no Linux, macOS e Windows
      Colete o nome da marca e o resumo da intent da página que solicitou a API de bloqueio do teclado para identificar sites de golpes.
    • Chrome 135 no Linux, macOS e Windows
      Mostre os avisos ao usuário com base no veredito do servidor, que usa o resumo da marca e da intenção da página que solicitou a API de bloqueio do teclado.
     

   

  • Descontinuar os eventos de mutação back to top

    Os eventos de mutação síncronos, incluindo DOMSubtreeModified, DOMNodeInserted, DOMNodeRemoved, DOMNodeRemovedFromDocument, DOMNodeInsertedIntoDocument e DOMCharacterDataModified, prejudicam o desempenho das páginas e tornam mais complexa a adição de novos recursos à Web. Essas APIs foram descontinuadas da especificação em 2011 e substituídas em 2012 pela API Mutation Observer, que tem um comportamento muito melhor. Os eventos de mutação obsoletos precisam ser removidos ou migrados para a Mutation Observer. 

    Desde o Chrome 124, uma política corporativa temporária, MutationEventsEnabled, está disponível para reativar eventos de mutação descontinuados ou removidos. Para saber mais, consulte esta postagem do blog Chrome for Developers. Se você encontrar algum problema, registre um bug do Chromium.

    O suporte a eventos de mutação foi desativado por padrão desde o Chrome 127 ou por volta de 30 de julho de 2024. A migração do código precisa ser feita antes dessa data para evitar falhas em sites. Caso você precise de mais tempo, há algumas opções:

    • Chrome 135 no Android, Linux, macOS e Windows: a política corporativa MutationEventsEnabled será descontinuada.

   

   

  • Melhorias nas extensões do Chrome para computador back to top

    No Chrome 135 para computador, alguns usuários que fazem login no Chrome ao instalar uma nova extensão agora podem usar e salvar extensões na Conta do Google. 

    As políticas empresariais relevantes que controlam extensões, assim como BrowserSignin, SyncDisabled ou SyncTypesListDisabled, continuam funcionando como antes, para que os administradores possam configurar se os usuários podem usar e salvar itens na Conta do Google.

    Para mais informações sobre como usar extensões em qualquer computador, consulte Instalar e gerenciar extensões na Central de Ajuda da Chrome Web Store.

    Observação: essa mudança é uma continuação do lançamento do novo modelo de identidade no Chrome para computador. Saiba mais em Fazer login e sincronizar no Chrome.

    • Chrome 135 no Linux, MacOS e Windows

   

  • Conector de confiança do dispositivo genérico back to top

    As integrações criadas com o Device Trust Connector permitem que os clientes implementem controles granulares para autenticação em recursos corporativos, por exemplo, apps de SaaS ou a intranet da empresa, com base nas propriedades do dispositivo e da instância do navegador do usuário final enviadas pelo Chrome. Para mais detalhes, consulte Gerenciar conectores de confiança de dispositivo do Chrome Enterprise

    • Chrome 135 no Windows

   

  • Remover políticas corporativas de acesso à rede particular back to top

    O acesso à rede particular (PNA 1.0) é um recurso de segurança não enviado que limita o acesso a sites em redes locais. Devido a problemas de implantabilidade, a PNA 1.0 nunca foi capaz de ser enviada por padrão, porque era incompatível com muitos dispositivos.

    A PNA 1.0 exigiu mudanças nos dispositivos em redes locais. Em vez disso, o Chrome está implementando uma proposta atualizada, o acesso à rede particular 2.0 (PNA 2.0). A PNA 2.0 exige mudanças apenas em sites que precisam acessar a rede local, e não em dispositivos na rede local. Os sites são muito mais fáceis de atualizar do que os dispositivos, e essa abordagem deve ser muito mais simples de implementar. 

    A única maneira de aplicar a PNA 1.0 é pela política corporativa. Para evitar a regressão da segurança para clientes corporativos que ativam a PNA 1.0 antes do lançamento da PNA 2.0, vamos manter a política PrivateNetworkAccessRestrictionsEnabled, que faz com que o Chrome envie mensagens especiais de simulação até que se torne incompatível com a PNA 2.0.

    O Chrome 135 remove as políticas InsecurePrivateNetworkRequestsAllowedForUrls e InsecurePrivateNetworkRequestsAllowed, que afrouxam as restrições da PNA 1.0. No momento, essas políticas não têm efeito, já que o PNA 1.0 não é enviado, e elas não terão significado quando o PNA 1.0 for removido.

    A PNA 2.0 é descrita neste documento de explicação no GitHub.

   

   

  • Melhorias nas configurações, nos atalhos de sites e nos temas do Chrome para computador back to top

    No Chrome 135 para computador, para usuários que fizeram login no Chrome ou ativaram a Sincronização, as configurações, os atalhos de site e os temas sincronizados com a Conta do Google agora são mantidos separados dos locais, ou seja, as configurações de quando eles estão desconectados ou quando a Sincronização está desativada.

    Isso permite um compartilhamento de dados estritamente menor do que antes: as configurações locais não são enviadas automaticamente quando os usuários fazem login ou ativam a sincronização, e nenhuma configuração da conta é deixada no dispositivo quando a sincronização é desativada.

    As políticas do Enterprise SyncDisabled e SyncTypesListDisabled continuam sendo aplicadas para que os administradores possam restringir ou desativar o recurso de sincronização, se quiserem. Para mais informações, consulte Gerenciar permissão para sincronizar as configurações do navegador.

    Observação: essa mudança é uma continuação do lançamento do novo modelo de identidade no Chrome para computador.

    • Chrome 135 no Linux, MacOS e Windows

   

  • Desativação do Gerenciador de senhas herdado no Chrome para Android back to top

    Os usuários com versões antigas do Google Play Services vão perder a funcionalidade do Gerenciador de senhas no Chrome. Esta é uma etapa para descontinuar o Gerenciador de senhas legados no Chrome para Android. Esses usuários podem fazer o download de um arquivo CSV com as senhas nas Configurações do Chrome e importá-lo para o gerenciador de senhas preferido. O novo Gerenciador de senhas do Google está disponível em dispositivos com uma versão recente do Google Play Services.

    • Chrome 135 no Android
     

   

  • Os cookies de terceiro são sempre bloqueados no modo de navegação anônimaback to top

    A partir do Chrome 135, os cookies de terceiros vão ser bloqueados no modo de navegação anônima, sem a possibilidade de reativação global. Os controles de cookies de terceiros no nível do site não serão alterados. 

    Com esse lançamento, a política BlockThirdPartyCookies só será aplicada ao modo normal quando definida como falsa, e não ao modo de navegação anônima. Não haverá mudanças quando a política for definida como verdadeira ou não for definida. Também não haverá mudanças na política CookieAllowedForUrls, que continuará sendo aplicada nos modos normal e anônimo, já que é aplicada no nível do site e não globalmente.

    • Chrome 135 no Android, ChromeOS, Linux, MacOS e Windows

   

  • Criar um cliente de worker de serviço e herdar o controlador do worker de serviço para o iframe srcdoc back to top

    Os documentos de contexto do Srcdoc não eram clientes de service worker e não eram cobertos pelo service worker da página mãe. Isso resultou em algumas discrepâncias. Por exemplo, o Resource Timing informa os URLs que esses documentos carregam, mas o worker de serviço não os intercepta.

    Para corrigir essas discrepâncias, o Chrome 135 cria clientes de worker de serviço para iframes de srcdoc e faz com que eles herdem o controlador de worker de serviço da página mãe.

    • Chrome 135 no Windows, MacOS, Linux e Android

   

  • Prevenção de rastreamento de HSTS back to top

    A segurança de transporte restrito HTTP (HSTS, na sigla em inglês) permite que os sites se declarem acessíveis apenas por conexões seguras. 

    No Chrome 135, a prevenção de rastreamento do HSTS reduz o rastreamento de usuários por terceiros usando o cache do HSTS. Ela só permite upgrades HSTS para navegações de nível superior e bloqueia upgrades HSTS para solicitações de subrecursos. Isso impede que sites de terceiros usem o cache HSTS para rastrear usuários na Web. Para mais informações, consulte esta explicação sobre a prevenção de rastreamento de HSTS no GitHub.

    • Chrome 135 no Windows, MacOS, Linux e Android

   

  • O método navigator.xr.supportsSession foi removido back to top

    O Chrome 135 remove o método navigator.xr.supportsSession, que foi substituído na especificação do WebXR pelo método navigator.xr.isSessionSupported em setembro de 2019, após receber feedback sobre a forma da API da TAG. Desde então, ele foi marcado como descontinuado no Chromium, produzindo um aviso no console que redireciona os desenvolvedores para a API atualizada.

    O uso da chamada é muito baixo, conforme mostrado nas métricas de uso do Status do Chrome. Além disso, todos os principais frameworks usados para criar conteúdo do WebXR foram atualizados para usar a chamada mais recente.

    • Chrome 135 no Windows, MacOS, Linux e Android

   

  • A chave de linha de comando --load-extension foi removida do Google Chrome back to top

    A partir do Chrome 137, para melhorar a segurança e a estabilidade do navegador Chrome para nossos usuários, os builds oficiais com a marca Chrome vão descontinuar a capacidade de carregar extensões usando a flag de linha de comando --load-extension. Essa mudança tem como objetivo reduzir os riscos associados a extensões nocivas e indesejadas. 

    Com o modo de desenvolvedor ativado, é possível carregar extensões descompactadas usando o botão Load Unpacked na página de gerenciamento de extensões (chrome://extensions/). Os desenvolvedores ainda podem usar a opção --load-extension em builds não personalizados, como o Chromium e o Chrome for Testing. 

    • Chrome 135 no Windows, macOS, Linux e ChromeOS

   

   

   

Mudanças no Chrome Enterprise Core

   

  • Suporte ao Logon único extensível da Apple para o Chrome no macOS back to top

    O Chrome 135 no macOS permite a autenticação perfeita de provedores de identidade ativados por uma extensão de logon único (SSO) empresarial configurada pelo SO. Nesta versão inicial, o Chrome permite que os usuários finais em navegadores gerenciados façam login em qualquer recurso autenticado pelo Microsoft Entra sem precisar inserir credenciais. O SSO extensível precisa ser pré-configurado no seu ambiente e implantado com a respectiva solução de gerenciamento de dispositivos corporativos. Para mais detalhes, consulte Usar o suporte ao Logon único extensível da Apple no Chrome.

     
    • A partir do Chrome 135 no macOS
     

   

  • Novo conteúdo na página "Discover" da Chrome Web Store para usuários gerenciados back to top

    A Chrome Web Store agora mostra novas coleções selecionadas relacionadas à produtividade, gerenciamento de projetos e colaboração na página "Discover" para usuários gerenciados. O objetivo é ajudar os usuários finais a encontrar extensões úteis e mais relevantes relacionadas ao trabalho com mais rapidez.

    Como administrador, você pode controlar a exibição da Chrome Web Store para seus usuários gerenciados usando as configurações da Chrome Web Store (anunciadas anteriormente no Chrome 132).

     

    • Chrome 135: lançamento gradual a partir de 1º de abril de 2025.

 

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

 

Não há atualizações para o Chrome Enterprise Premium no Chrome 135.

 

Saiba mais sobre as diferenças entre o Chrome Enterprise Core e o Chrome Enterprise Premium.

 

Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome

 

    

  • Requisito do diretório de dados personalizado da porta de depuração remota back to top

    Não será mais possível fazer a depuração remota usando uma porta TCP ou um pipe no Google Chrome com o diretório de dados padrão no Windows, Linux e macOS.

    Um diretório de dados personalizado precisa ser especificado para depurar remotamente o Google Chrome usando a chave --user-data-dir , quando as chaves --remote-debugging-pipe ou --remote-debugging-port forem usadas.

    A motivação para essa mudança é porque essas chaves de depuração remota estão sendo abusadas por infostealers e malwares para extrair dados do Google Chrome. Um diretório de dados do usuário personalizado usa uma chave de criptografia diferente. Assim, o malware não consegue mais roubar dados criptografados, como cookies.

    Essa mudança não afeta o Chrome for Testing e o Chromium.

     
    • Chrome 136 no Linux, MacOS e Windows

    

  • Particionamento de URL de blobs: busca/navegação back to top

    Como continuação do particionamento de armazenamento, o Chromium vai implementar o particionamento do acesso ao URL do blob por chave de armazenamento (site de nível superior, origem do frame e o booleano has-cross-site-ancestor), com exceção das navegações de nível superior que vão permanecer particionadas apenas pela origem do frame. Esse comportamento é semelhante ao implementado atualmente pelo Firefox e pelo Safari e alinha o uso do URL do blob com o esquema de particionamento usado por outras APIs de armazenamento como parte do particionamento de armazenamento. Além disso, o Chromium vai aplicar o noopener em navegações de alto nível iniciadas pelo renderizador para URLs blob em que o site correspondente é de um domínio diferente em relação ao site de nível superior que realiza a navegação. Isso alinha o Chromium a um comportamento semelhante no Safari, e as especificações relevantes foram atualizadas para refletir essas mudanças. 

    Essa mudança pode ser revertida temporariamente definindo a política PartitionedBlobURLUsage. A política será descontinuada quando as outras políticas corporativas relacionadas ao particionamento de armazenamento forem descontinuadas.

    • Chrome 136 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Os getters de informações de localidade Intl foram descontinuados back to top

    A API Intl Locale Info é uma proposta TC39 do ECMAScript de fase 3 para aprimorar o objeto Intl.Locale expondo informações de localidade, como dados de semana (primeiro dia da semana, dia de início do fim de semana, dia de término do fim de semana, dia mínimo da primeira semana) e ciclo de direção de texto por hora usado na localidade.

    Enviamos nossa implementação no Chrome 99 , mas depois a proposta fez algumas mudanças na fase 3 e moveu vários getters para funções. Planejamos remover os getters descontinuados e reiniciar as funções renomeadas.

    • Chrome 136 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Atualizações da FedCM back to top

    A partir do Chrome 136, a API Federated Credential Management (FedCM) vai poder mostrar vários provedores de identidade na mesma caixa de diálogo. Isso vai oferecer aos desenvolvedores uma maneira conveniente de apresentar todos os provedores de identidade compatíveis aos usuários. Primeiro, vamos abordar o caso simples de ter todos os provedores na mesma chamada get().

    Planejamos remover o suporte para adição de outra conta no modo passivo do FedCM. Esse recurso permite mostrar um botão Usar outra conta com outras contas de IdP no seletor. No momento, o recurso não está sendo usado, e as conversas de UX indicam que o suporte a ele leva a um fluxo mais complicado sem muitos benefícios. Esse recurso ainda vai funcionar no modo ativo do FedCM.

    • Chrome 136 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Particionamento: histórico de links visitados back to top

    Para eliminar vazamentos de histórico de navegação do usuário, os elementos âncora são estilizados como :visited somente se tiverem sido clicados anteriormente a partir dessa origem de site e frame de nível superior. No navegador, isso significa que a hashtable VisitedLinks agora é particionada por chave tripla ou armazenando o seguinte para cada link visitado: <link URL, top-level site, frame origin>. Ao estilizar apenas os links que já foram clicados neste site e frame, os muitos ataques de canal lateral que foram desenvolvidos para coletar informações de estilo de links :visited agora estão obsoletos, porque não fornecem mais aos sites novas informações sobre os usuários. 

    Há uma exceção para self links, em que os links para as páginas de um site podem ter o estilo :visited, mesmo que não tenham sido clicados nessa origem exata do site e do frame de nível superior. Essa isenção só é ativada em frames ou subframes de nível superior que têm a mesma origem do frame de nível superior. Os benefícios de privacidade acima ainda são alcançados porque os sites já sabem quais subpáginas um usuário visitou. Assim, nenhuma nova informação é exposta. Essa foi uma exceção solicitada pela comunidade que também melhora a experiência do usuário.

    • Chrome 136 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Política rígida de mesma origem para a API Storage Access back to top

    O Chrome 136 vai ajustar a semântica da API Storage Access para seguir estritamente a política de mesma origem e melhorar a segurança. Isso significa que o uso de document.requestStorageAccess() em um frame vai anexar cookies às solicitações para a origem do iframe (não ao site) por padrão.

    Observação: a política CookiesAllowedForUrls ou os cabeçalhos de acesso ao armazenamento ainda podem ser usados para desbloquear cookies entre sites.

    • Chrome 136 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Remover o substituto do SwiftShader back to top

    A partir do Chrome 137, planejamos descontinuar o fallback automático para o WebGL com suporte do SwiftShader. A criação de contexto do WebGL vai falhar em vez de retornar ao SwiftShader. Planejamos remover o substituto do SwiftShader por dois motivos principais:

    1. O SwiftShader é um alto risco de segurança devido ao código JIT em execução no processo de GPU do Chromium.
    2. Os usuários têm uma experiência ruim ao alternar de um WebGL de alto desempenho com suporte de GPU para uma implementação com suporte de CPU. Os usuários não têm controle sobre esse comportamento, e é difícil descrevê-lo em relatórios de bugs.

    O SwiftShader é uma ferramenta útil para desenvolvedores da Web testarem sites em sistemas headless ou que não têm uma GPU compatível. Esse caso de uso ainda terá suporte, mas não é destinado à execução de conteúdo não confiável.

    Para ativar garantias de segurança mais baixas e permitir o SwiftShader para WebGL, inicie o executável do Chrome com a chave de linha de comando --enable-unsafe-swiftshader.

    Durante o período de descontinuação, um aviso vai aparecer no console JavaScript quando um contexto do WebGL for criado e respaldado pelo SwiftShader. A transmissão de --enable-unsafe-swiftshader removerá essa mensagem de aviso.

    O Chromium e outros navegadores não garantem a disponibilidade do WebGL. É possível testar e processar a falha de criação de contexto do WebGL e usar outras APIs da Web, como Canvas2D ou uma mensagem adequada para o usuário.

    • Chrome 137 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam "file://" back to top

    Conforme declarado na especificação WhatWG.org, hosts de URL não podem conter o caractere de espaço, mas a análise de URL no Chromium permite atualmente espaços no host.

    Isso faz com que o Chromium falhe em vários testes incluídos no HTTPS URLs for WebSocket da Interop2024 e áreas de foco de URL.

    Para que o Chromium atenda à especificação, gostaríamos de remover os espaços dos hosts de URL, mas a dificuldade é que eles são usados na parte do host em URLs file:// do Windows. Para saber mais, consulte a discussão no GitHub.

    Esse recurso vai fazer parte do nosso esforço contínuo para aproximar o Chromium da conformidade com as especificações, proibindo espaços apenas para URLs que não são de arquivos.

    • Chrome 138 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia

 

    

  • O Chrome vai remover o suporte ao macOS 11 back to top

    O Chrome 138 será a última versão com suporte para o macOS 11. O Chrome 139 e versões mais recentes não serão mais compatíveis com o macOS 11, que está fora do período de suporte da Apple. A execução em um sistema operacional com suporte é essencial para manter a segurança.

    Em Macs com o macOS 11, o Chrome vai continuar funcionando, mostrando uma barra de informações de aviso, mas não vai ser atualizado. Se um usuário quiser atualizar o Chrome, ele precisará atualizar o computador para uma versão compatível do macOS.

    Para novas instalações do Chrome 139 ou mais recente, será necessário o macOS 12 ou mais recente.

    • Chrome 139 no Windows, macOS

    

  • Apps isolados da Web back to top

    Os apps isolados da Web (IWAs) são uma extensão do trabalho atual sobre a instalação de PWAs e o empacotamento da Web, que oferece proteções mais fortes contra comprometimento do servidor e outras adulterações, o que é necessário para desenvolvedores de aplicativos sensíveis à segurança.

    Esses aplicativos são reunidos em pacotes da Web, assinados pelo desenvolvedor e distribuídos aos usuários finais por um ou mais dos métodos descritos em Como começar a usar apps da Web isolados.

    Na versão inicial, os IWAs só podem ser instalados por uma política em dispositivos ChromeOS gerenciados pela empresa.

    • Chrome 140 no Windows

      Esse lançamento adiciona suporte a apps da Web isolados em configurações de navegador gerenciadas pela empresa no Windows.

    

  • Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5 back to top

    As chamadas do Chrome para a API SafeBrowsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5.

    Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários.

    • Chrome 145 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows

      O lançamento será gradual.

    

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top

    Desde o Chrome 126, o Chrome começou oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    Os administradores podem usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabled, disponível no Chrome 125, para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativá-lo. Essa política vai estar disponível até o Chrome 136 e será removida no Chrome 137. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled até o Chrome 136 para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente.
    • Chrome 147 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled vai ser removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.

 

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core

    

  • Melhoria na performance e na escalabilidade dos relatórios do Admin Console para grandes clientes back to top

    O Chrome Enterprise Core vai lançar mudanças na infraestrutura de software com o objetivo de melhorar a performance, a precisão e a escalonabilidade de muitas páginas e relatórios no Admin Console. As páginas e os relatórios afetados no Admin Console incluem (mas não se limitam a): 

    • Relatório de versões
    • Relatório de uso de apps e extensões
    • Página de detalhes da extensão
    • Página "Insights" do Chrome para navegadores
     

    As mudanças serão lançadas gradualmente entre abril e julho de 2025.

    • De abril a julho de 2025

    

  • Novos comandos remotos e exportação de CSV para a lista de perfis gerenciados back to top

    Planejamos adicionar uma ação de exportação de CSV e comandos remotos de Limpar cache e Limpar cookies na lista de perfis gerenciados. Você poderá selecionar um ou vários perfis e executar um comando remoto.

    • Exportação CSV: a partir do Chrome 135 para Android, Linux, macOS e Windows
    • Comandos remotos: a partir do Chrome 136 no Linux, macOS e Windows

    

  • Nova página de destino de visão geral do Chrome Enterprise Core back to top

    Essa nova página de visão geral vai estar localizada na seção "Navegador Chrome" do Admin Console e vai mostrar informações úteis sobre a implantação, como um resumo da implantação do navegador e dos perfis, um resumo das versões do Chrome informadas e das extensões instaladas. Por exemplo, esses insights permitem identificar rapidamente navegadores inativos e com uma atualização pendente. Você também vai poder conferir rapidamente a fila de solicitações de extensão e revisar as extensões configuradas.

    • A partir do Chrome 135 para acesso antecipado para trusted testers

    

  • Geração de registros e relatórios de endereços IP back to top

    O Chrome Enterprise está aprimorando os recursos de monitoramento de segurança e resposta a incidentes coletando e informando endereços IP locais e remotos e enviando esses endereços aos registros de investigação de segurança (SIT, na sigla em inglês). Além disso, o Chrome Enterprise permite que os administradores enviem os endereços IP para provedores de segurança e gerenciamento de eventos de informações (SIEM, na sigla em inglês) internos e de terceiros usando o conector de relatórios do Chrome Enterprise.

    Essa opção vai estar disponível para clientes do Chrome Enterprise Core. 

    • Chrome 136 no Windows, macOS e Linux

    

  • Exclusão de perfil inativo no Chrome Enterprise Core back to top

    Em abril de 2025 (Chrome 136), o período de inatividade para a política de exclusão de perfil vai começar a ser lançado. Em junho de 2025 (Chrome 138), a política vai começar a excluir automaticamente os perfis gerenciados no Admin Console que estiverem inativos por mais tempo do que o período de inatividade definido. Ao lançar a política, o período de inatividade tem o valor padrão de 90 dias. Por padrão, todos os perfis gerenciados inativos há mais de 90 dias são excluídos da sua conta. Os administradores podem alterar o valor do período de inatividade usando esta política. O valor máximo para determinar o período de inatividade do perfil é de 730 dias, e o mínimo, de 28 dias.

    Se você diminuir o valor da política definida, isso poderá ter um impacto global nos perfis gerenciados. Todos os perfis afetados serão considerados inativos e, portanto, serão excluídos. Isso não exclui a conta do usuário. Se um perfil inativo for reativado em um dispositivo, ele vai reaparecer no console.

    • Chrome 138 no Android, ChromeOS, Linux, MacOS e Windows

      A política será lançada em abril (Chrome 136). A exclusão vai começar em junho (Chrome 138), e a primeira fase de exclusão será concluída até o fim de julho (Chrome 139). Após o lançamento inicial da exclusão, os perfis inativos vão continuar sendo excluídos quando atingirem o período de inatividade.

 

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium

 

   

  • Filtragem de URL no iOS e Android back to top

    Vamos estender os recursos de filtragem de URLs das plataformas para computador e dispositivos móveis, permitindo que as organizações auditem, avisem ou bloqueiem o carregamento de determinados URLs ou categorias de URLs em navegadores Chrome gerenciados ou perfis de usuários gerenciados em dispositivos móveis. Isso inclui garantir que a funcionalidade funcione perfeitamente com o acesso baseado no contexto (CAA), que permite aos administradores definir políticas de acesso com base no contexto do usuário (por exemplo, função do usuário, local) e no estado do dispositivo (por exemplo, dispositivo gerenciado, conformidade com a segurança).

    • Chrome 136 no Android 
    • Chrome 137 no Android e iOS

   

  • Refatorar a experiência do usuário nas regras da DLP  back to top

    Nosso objetivo é criar uma interface mais fácil de usar e eficiente para regras de DLP específicas do Chrome. Isso envolve a reformulação do fluxo de trabalho de criação de regras no Admin Console para acomodar melhor os recursos de segurança atuais e futuros dos clientes do Chrome Enterprise Premium.

     
    • Chrome 137 no Windows, macOS, Linux e ChromeOS
      

   

  • Conector de geração de relatórios para dispositivos móveis back to top

    Estamos trabalhando para alcançar a paridade de recursos com a versão para computador, permitindo que as organizações monitorem e respondam a eventos de segurança em dispositivos móveis, como visitas a sites não seguros e possíveis tentativas de exfiltração de dados. Isso ajuda a garantir a segurança e a aplicação de políticas consistentes em diferentes plataformas.

     
    • Chrome 137 no Android e iOS
     

   

  • API Connectors back to top

    Planejamos simplificar o processo de configuração de conectores de segurança de terceiros e permitir que os provedores gerenciem as configurações diretamente na própria interface. O objetivo é facilitar a integração das ferramentas e serviços de segurança preferidos das organizações com o Chrome, melhorando a segurança e o gerenciamento em diferentes plataformas.

     
    • Chrome 137 no Windows, macOS, Linux e ChromeOS

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Resumo da versão 135 do ChromeOS

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/Apps Gerenciamento
Política do ChromeOS para a longevidade da bateria    
Pilha Bluetooth do Android, Fluoride, no ChromeOS Flex    
Política de lista de permissões de armazenamento externo    
Pesquisa de imagens    
Pareamento rápido para dispositivos de entrada compatíveis    
Teclas do mouse no ChromeOS    
Melhorias no Controle Facial    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/Apps Gerenciamento
Descontinuação dos apps do Chrome instalados pelo usuário  
Planos de fundo livres do ChromeOS    
Melhorias no Quick Share    
Coleta de registros de dispositivos baseada em eventos para solução de problemas    

 

BAIXAR as notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em 9 idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em alemão, coreano, espanhol, francês, holandês, indonésio, inglês, japonês e português. A tradução para alguns idiomas ficará pronta em 1 a 2 semanas.

Atualizações do ChromeOS

   

  • Política do ChromeOS para a longevidade da bateria back to top

    O ChromeOS 135 apresenta uma nova política de limite de carga da bateria, DevicePowerBatteryChargingOptimization, que oferece mais opções de otimização. A otimização do carregamento da bateria ajuda a prolongar a vida útil dos Chromebooks. 

    Os administradores podem definir um limite máximo de carga, com 100% como padrão, para minimizar a degradação da bateria e melhorar a confiabilidade a longo prazo. 

    A nova política vai beneficiar administradores que gerenciam frotas de dispositivos, como em ambientes educacionais, e usuários individuais que buscam maximizar a longevidade do Chromebook. Essa política não exige interação do usuário, mas os administradores podem querer informar aos usuários finais sobre a mudança nos limites de cobrança.

   

  • Pilha Bluetooth do Android, Fluoride, no ChromeOS Flex back to top

    No ChromeOS 122, começamos a lançar o Fluoride nos dispositivos ChromeOS, e agora ele está sendo disponibilizado no ChromeOS Flex. A transição vai acontecer perfeitamente no login, preservando os dispositivos pareados existentes, e já deve funcionar com dispositivos Bluetooth sem interrupções. Para mais detalhes, consulte A pilha de Bluetooth do Android, Fluoride, chega ao ChromeOS.

    Se você tiver problemas, envie feedback e, se necessário, desative a nova pilha em chrome://flags/#bluetooth-use-floss.

   

  • Política de lista de permissões de armazenamento externo back to top

    Política do ChromeOS para especificar dispositivos isentos das restrições de armazenamento externo. A nova política ExternalStorageAllowlist permite que os administradores especifiquem determinados dispositivos que serão isentos das restrições de armazenamento externo definidas anteriormente. Ao definir a política, os administradores podem restringir o acesso a todo o armazenamento externo, mas ainda permitir que dispositivos confiáveis tenham acesso de leitura/gravação.

   

  • Pesquisa de conteúdo de imagem back to top

    Em vez de pesquisar por nomes de arquivos, os usuários agora podem pesquisar pelo conteúdo das imagens no Acesso rápido.

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  • Pareamento rápido para mouses no ChromeOS back to top

    O Pareamento rápido já está disponível para mouses no ChromeOS. Agora você pode aproximar um mouse compatível com Pareamento rápido do dispositivo ChromeOS e receber uma solicitação para parear com um clique. Saiba mais em Conectar o Chromebook a dispositivos Bluetooth.

   

  • Teclas do mouse no ChromeOS back to top

    As teclas de mouse são um recurso de acessibilidade que permite aos clientes controlar o ponteiro do mouse usando o teclado. Isso é útil para pessoas que têm dificuldade ou sentem dor ao usar um mouse tradicional.

   

  • Melhorias no controle facial back to top

    Agora ficou mais claro quando o Controle facial está ativo e simplificamos o processo de desativação. Agora você vai encontrar uma mensagem Controle facial ativo com um botão de fechamento conveniente diretamente na interface. Além disso, você vai receber uma notificação informando quando o controle facial for ativado. 

    Para reduzir transições de sessão indesejadas, removemos as configurações de acessibilidade do Controle facial na tela de login dos dispositivos gerenciados.

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Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no ChromeOS

 

   

  • Descontinuação dos apps do Chrome instalados pelo usuário back to top 

    A partir do ChromeOS 139 (atualmente programado para o lançamento estável em 19 de agosto), os apps do Chrome instalados pelo usuário vão parar de funcionar. A partir do ChromeOS M135, uma notificação é mostrada para lembrar os usuários da descontinuação. Saiba mais em Fim do suporte a apps do Chrome.

   

  • Planos de fundo livres do ChromeOS back to top 

    A partir do ChromeOS 136, os planos de fundo livres vão oferecer um campo de entrada irrestrito que permite que os usuários expressem individualidade, criatividade e paixões transformando o plano de fundo em uma tela pessoal. Os usuários poderão gerar planos de fundo inserindo diferentes comandos no campo de texto ou usar o recurso Buscar inspiração, que gera comandos e planos de fundo aleatórios até encontrar um que você goste. Esse recurso só vai estar disponível em dispositivos Chromebook Plus. Para mais informações, consulte Configurações do plano de fundo.

    Os administradores podem controlar esse recurso com a política GenAIWallpaperSettings.

    • Para consumidores com mais de 18 anos, o padrão é Permitir com coleta de dados. Usuários com menos de 13 anos não podem acessar o recurso.
    • Para usuários gerenciados com mais de 18 anos, o padrão é Permitir sem coleta de dados
    • Usuários com menos de 18 anos não podem acessar o recurso. 

   

  • Melhorias no Quick Share back to top 

    A partir do ChromeOS 136, o Quick Share estende a duração do modo Visível para todos de 5 para 10 minutos. Esse recurso permite que seu dispositivo compartilhe e receba arquivos de dispositivos Android e outros Chromebooks. Os usuários podem definir a visibilidade do dispositivo, entrar no modo Visível para todos, ativar o Compartilhar por proximidade e acessar a página de configurações do recurso nas Configurações rápidas.

   

  • Coleta de registros de dispositivos baseada em eventos para solução de problemas (Admin Console) back to top 

    Para ajudar a resolver problemas de dispositivos, como falhas ou atualizações do SO, o ChromeOS coleta e faz o upload automático de registros de dispositivos. Isso acontece quando estas configurações específicas são ativadas:

    • Ativar o upload de registro do sistema do dispositivo: ativa a coleta geral de registros.
    • Informar informações do SO do dispositivo -> Status de atualização do SO: coleta dados sobre atualizações do SO
    • Informar telemetria do dispositivo -> Informações de falha : coleta informações de falhas fatais

    A partir do ChromeOS 136, quando um problema ocorre, os administradores de TI recebem uma notificação com um link direto para os registros enviados na página de detalhes do dispositivo ChromeOS no Admin Console. Você também pode conferir um histórico de eventos do dispositivo. Os uploads de registro acontecem no máximo duas vezes por dia, e cada arquivo geralmente tem de 400 KB a 1 MB.

    Para detalhes, consulte estes artigos na Central de Ajuda do Chrome Enterprise e do Education: 

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Chrome 134

Resumo da versão do Chrome 134

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Pesquisar na tela com o Google Lens no computador e no iOS    
Painel "Segurança e privacidade" no Chrome DevTools  
Melhor detecção de formulário de senha com ML    
Assistência do LLM do cliente para reduzir golpes    
Detecção no dispositivo com LLM de notificações abusivas no Android    
Como personalizar perfis gerenciados com logotipo e rótulo personalizados  
Protótipo de credenciais de sessão vinculadas ao dispositivo google.com    
Alteração de senha    
Ler em voz alta no Modo de leitura no Chrome 134    
Restringir extensões descompactadas ao modo de desenvolvedor    
Mostrar configurações de recursos de IA no nível 2 da política nas configurações    
Elemento <select> personalizável    
Relaxamento do analisador HTML para <select>    
Remover restrições de áudio não padrão do getUserMedia    
Atualizações nos fluxos de login do Chrome para usuários gerenciados     
Cards da página "Nova guia" para o Microsoft Outlook e o Sharepoint    
Novas políticas no navegador Chrome    
Políticas removidas do navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Chrome Enterprise Companion    
Suporte à política DownloadRestrictions no iOS    
Políticas recomendadas (substituição do usuário)    
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Evidence Locker    
Prevenção contra captura de tela    
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Descontinuar os eventos de mutação    
Melhorias nas extensões do Chrome para computador  
Remoção das políticas corporativas de acesso à rede particular    
Remover a política ThirdPartyBlockingEnabled    
Melhorias nas configurações, nos atalhos de sites e nos temas do Chrome para computador    
Desativação do Gerenciador de senhas herdado no Chrome para Android    
Os cookies de terceiro são sempre bloqueados no modo de navegação anônima    
Particionamento de URL de blobs: busca/navegação    
Criar um cliente de worker de serviço e herdar o controlador do worker de serviço para o iframe srcdoc    
Descontinuação de getters de informações de localidade internacional    
Particionamento: histórico de links visitados    
Prevenção de rastreamento de HSTS    
O método navigator.xr.supportsSession foi removido    
Política rígida de mesma origem para a API Storage Access    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Remover o substituto do SwiftShader    
Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://    
Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Suporte ao Logon único extensível para o Chrome no macOS  
Apps isolados da Web    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Refatorar a experiência do usuário nas regras da DLP    
Filtragem de URL no iOS e Android    
Conector de relatórios para dispositivos móveis    
API Connectors    

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas ficará pronta em uma a duas semanas.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

 

Mudanças no navegador Chrome

 

   

  • Pesquisar na tela com o Google Lens no computador e no iOS back to top

    Os admins podem controlar todos os elementos desse recurso com uma política chamada LensOverlaySettings. Para fazer a pesquisa, uma captura de tela é enviada aos servidores do Google, mas não é vinculada a IDs ou contas nem visualizada por pessoas, e os dados sobre o conteúdo não são registrados. Para contextualizar a pesquisa no documento ou site que o usuário está visualizando, os bytes do PDF ou o HTML do site são enviados aos servidores do Google, mas não estão vinculados a IDs ou contas, não são acessíveis por humanos e os dados ou as informações geradas sobre o respectivo conteúdo não são registrados.

     

    Computador

    Desde o Chrome 126, os usuários podem usar o Google Lens para pesquisar qualquer imagem ou texto que aparecer na tela do computador. Para usar esse recurso, acesse um site e clique no ícone do Google Lens na omnibox em destaque ou clique com o botão direito do mouse em uma imagem e depois em Pesquisar com o Google Lens. Os usuários podem selecionar qualquer lugar da tela para pesquisar o conteúdo e refinar a busca adicionando perguntas à caixa de pesquisa. A partir do Chrome 132, os usuários também podem fazer perguntas sobre páginas da Web ou documentos PDF, e as respostas farão referência ao documento atual e à Web. Para usar esse recurso, acione a Pesquisa com o Google Lens como descrito acima e insira consultas na caixa de pesquisa no canto superior direito da janela do Chrome. Um painel lateral vai abrir no lado direito da janela do navegador com os resultados da pesquisa. 

     

    iOS

    Desde o Chrome 131, os usuários podem pesquisar com o Google Lens qualquer imagem ou texto que aparecer na tela do Chrome para iOS. Para usar esse recurso, acesse um site e clique no menu de três pontos > Pesquisar com o Google Lens. A partir do Chrome 134, os usuários também podem acionar esse recurso clicando no ícone do Google Lens no lado esquerdo da omnibox. Os usuários podem clicar, destacar ou arrastar em qualquer lugar da tela para pesquisar o conteúdo e refinar a busca adicionando palavras-chave ou perguntas à caixa de pesquisa.

     

    Detalhes do lançamento:

    • Chrome 126 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: disponibilização do recurso no canal estável para 1% dos usuários/dispositivos
    • Chrome 127 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: disponibilização do recurso no canal estável para 100% dos usuários/dispositivos
    • Chrome 131 no iOS: disponibilização do recurso no canal estável para 1% dos usuários/dispositivos
    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: disponibilização do recurso expandido no canal estável para 1% dos usuários/dispositivos
    • Chrome 133 no iOS: disponibilização do recurso no canal estável para 100% dos usuários/dispositivos
    • Chrome 134 no iOS: disponibilização do recurso expandido no canal estável para 100% dos usuários/dispositivos
     

   

  • Painel "Segurança e privacidade" no Chrome DevTools back to top

    A partir do Chrome 134, os desenvolvedores podem usar o novo painel Segurança e privacidade no Chrome DevTools para testar como o site se comporta quando os cookies de terceiros são limitados. Desenvolvedores podem limitar os cookies de terceiros temporariamente, observar o comportamento do site e revisar o status dos cookies de terceiros nele.

     

     

    Esse recurso não faz mudanças permanentes nas políticas corporativas atuais, mas permite que as políticas corporativas relacionadas a cookies de terceiros (ou seja, BlockThirdPartyCookies e CookiesAllowedForUrls) sejam substituídas temporariamente para testar restrições aprimoradas. Se a política corporativa já bloquear cookies de terceiros usando BlockThirdPartyCookies, esse recurso será desativado.

     

    O novo painel Segurança e Privacidade substituirá o atual Segurança. As informações de conexão e certificado TLS vão continuar disponíveis no menu Segurança à esquerda, dentro do painel Segurança e privacidade.

     
    • Chrome 134 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
     

   

  • Melhor detecção de formulários de senha com ML back to top

    O Chrome 134 conta com um novo modelo de aprendizado de máquina (ML) do lado do cliente para analisar melhor os formulários de senhas na Web e aumentar a precisão de detecção e preenchimento. É possível controlar esse recurso com a política PasswordManagerEnabled.

    • Chrome 134 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows
     

   

  • Assistência do LLM do cliente para reduzir fraudes back to top

    Os usuários da Web têm que lidar todo dia com uma quantidade enorme de golpes de vários tipos. Para combater esses golpes, o Chrome vai usar a tecnologia de modelo de linguagem grande (LLM) no dispositivo para identificar sites fraudulentos para usuários da Navegação Segura com maior proteção (ESB). O Chrome vai enviar o conteúdo da página para um LLM no dispositivo para inferir sinais relacionados à segurança da página e enviá-los para o lado do servidor da Navegação Segura para uma decisão final. Quando ativado, o Chrome pode consumir mais largura de banda para fazer o download do LLM. 

    A política corporativa SafeBrowsingProtectionLevel permite controlar a Navegação Segura e o modo em que ela opera.

     
    • Chrome 134 no Linux, macOS e Windows

      Identifica o nome da marca e o resumo de intent da página que solicitou a API de bloqueio do teclado para identificar sites de golpes.

     

   

  • Detecção no dispositivo com LLM de notificações abusivas no Android back to top

    O objetivo deste lançamento é ocultar o conteúdo de notificações que pareçam abusivas. O usuário terá a opção de dispensar a notificação, mostrá-la ou cancelar a inscrição na origem. Essa detecção é feita por um modelo no dispositivo.

     
    • Chrome 134 no Android
     

   

  • Como customizar perfis gerenciados com logotipos e rótulos personalizados back to top

    Novas personalizações da barra de ferramentas e do menu de perfil que ajudam os usuários a identificar se o perfil do Chrome é gerenciado, seja em um dispositivo pessoal ou de trabalho. São especialmente úteis em cenários em que os funcionários usam os próprios dispositivos com contas gerenciadas.

    Para personalizar essa experiência, estamos adicionando três políticas novas:

    No Chrome 134, essas políticas vão estar disponíveis para personalizar o logotipo e o rótulo mostrados em um perfil gerenciado. As políticas vão entrar em vigor nos perfis gerenciados do usuário. 

     

    A partir do Chrome 135, o comportamento padrão do rótulo e do ícone do perfil sobrepostos ao avatar da conta serão atualizados. Os perfis gerenciados vão mostrar um rótulo trabalho ou escola, além do disco de perfil. No menu do perfil, haverá um ícone de edifício sobreposto ao avatar da conta. O disco de perfil aberto poderá ser desativado usando EnterpriseProfileBadgeToolbarSettings.

     
    • Chrome 134 no macOS, Windows e Linux

      As políticas para personalizar o rótulo e o ícone da barra de ferramentas no menu do perfil estão disponíveis no Admin Console. Se as políticas já tiverem sido definidas, o usuário verá o logotipo e o rótulo personalizados.

    • Chrome 135: início do lançamento dos padrões, incluindo: 
      • 1) Rótulo trabalho ou escola exibido na barra de ferramentas ao lado do avatar do usuário 
      • 2) Um ícone de edifício sobreposto à foto da conta do usuário no menu do perfil. O rótulo pode ser desativado em EnterpriseProfileBadgeToolbarSettings. Começando com 1% e seguindo com um lançamento gradual.
     

     

   

  • Protótipo de credenciais de sessão vinculadas ao dispositivo google.com back to top

    O projeto Credenciais de sessão vinculadas ao dispositivo (DBSC, na sigla em inglês) tem como objetivo afastar a Web do uso de credenciais portadoras de longa duração, como cookies (que podem ser roubados e reutilizados), favorecendo credenciais de curta duração ou ligadas criptograficamente a um dispositivo. 

    O objetivo do recurso é proteger os usuários contra roubos de credenciais, que geralmente são realizados por malware executado no dispositivo do usuário. 

    O lançamento atual é uma prova de conceito direcionada ao site google.com. No futuro, vamos padronizar essa abordagem para outros sites e navegadores da Web.

    Administradores corporativos podem controlar o estado do recurso usando a política booleana BoundSessionCredentialsEnabled.

    • Chrome 124 no Windows

      Lançamento da vinculação de cookies no google.com para a população geral planejado para 1% do Chrome Stable.

    • Chrome 134 no Windows

      Adição de suporte de vinculação para tokens de atualização do OAuth 2.0 usados em logins do Chrome.

     

   

  • Mudança de senha back to top

    Esse recurso oferece aos usuários a opção de trocar imediatamente as credenciais vazadas. Ele só pode ser acionado na caixa de diálogo Verifique sua senha. Ao receberem um aviso para um site qualificado, os usuários poderão mudar a senha na mesma hora. 

     
    • Chrome 134 no Linux, macOS e Windows
     

     

   

  • Ler em voz alta no Modo de Leitura do Chrome 134 back to top

    O Modo de Leitura é um recurso do painel lateral que oferece uma visualização simplificada de páginas da Web com muito texto. Agora ele inclui o recurso Ler em voz alta, que permite que os usuários ouçam os textos das páginas. Os usuários podem escolher vozes diferentes, velocidades naturais e conferir destaques visuais enquanto o texto é lido. 

     
    • Chrome 134 no Linux, macOS e Windows
     

   

  • Restringir extensões descompactadas ao modo de desenvolvedor back to top

    A partir do Chrome 134, as extensões descompactadas carregadas na página chrome://extensions só serão ativadas se o modo de desenvolvedor estiver ativo. O objetivo dessa mudança é melhorar a segurança, mitigando os riscos associados às extensões descompactadas nocivas e à exploração de adulterações do modo de desenvolvedor. A política corporativa ExtensionDeveloperModeSettings permite bloquear a chave do modo de desenvolvedor atual.

     
    • Chrome 134 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows
      O recurso será lançado para 100% dos usuários no Chrome 134.
     

   

  • Mostrar configurações corporativas para recursos de IA back to top

    Antes, os recursos de IA ficavam ocultos nas configurações quando eram desativados pela política corporativa. Agora vamos mostrar os recursos e um aviso Este recurso foi desativado pela sua organização, semelhante a outras configurações quando elas são desativadas pela política.

     
    • Chrome 134 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
     

   

  • Elemento <select> personalizável back to top

    Com o elemento <select> personalizável, os desenvolvedores podem assumir o controle total da renderização de elementos <select> adicionando a propriedade CSS appearance:base-select.

    Esse recurso depende da flag SelectParserRelaxation, que muda o analisador de HTML para permitir mais tags dentro da tag <select>. Sites que incluem tags extras dentro de <select>, que antes eram removidas, como <span>, ou sites que incluem um número muito grande de tags <option> em <select> podem ser afetados por SelectParserRelaxation. Esse recurso e a SelectParserRelaxation podem ser controlados com a política corporativa SelectParserRelaxation. Alguns problemas que surgiram em lançamentos anteriores do SelectParserRelaxation incluem elementos <select> demorando muito para abrir ou tags <option> que não aparecem mais.

     
    • Chrome 134 no Windows, macOS, Linux e Android
     

   

  • Relaxamento do analisador HTML para <select> back to top

    No Chrome 134, o analisador de HTML permite mais tags em <select> além de <option>, <optgroup> e <hr>.

    Ele oferece suporte ao recurso personalizável <select>, mas está sendo implementado antes porque pode ser feito separadamente e apresenta alguns riscos de compatibilidade.

    Esse recurso é bloqueado pela política temporária SelectParserRelaxationEnabled. Esse é um período de transição temporário, e a política vai deixar de funcionar no Chrome 141.

    Para ver mais detalhes, acesse Elemento de seleção personalizável (explicação).

     
    • Chrome 134 no Windows, macOS, Linux e Android
     

   

  • Remover restrições de áudio não padrão de getUserMedia back to top

    O Chrome 134 remove várias restrições não padrão com prefixo "goog" para getUserMedia que existiam antes das restrições de áudio serem padronizadas corretamente.

     

    O uso diminuiu significativamente, ficando aproximadamente entre 0,000001% a 0,0009% (dependendo da restrição), e algumas delas nem têm efeito devido a mudanças na pilha de captura de áudio do Chromium. Em breve, nenhuma restrição terá efeito devido a outras mudanças.

     

    Não esperamos que essa mudança cause uma regressão relevante. Os apps que usam essas restrições vão continuar funcionando, mas receberão áudio com as configurações padrão, como se nenhuma restrição tivesse sido transmitida. É muito fácil migrar para restrições padrão.

     
    • Chrome 134 no Windows, macOS, Linux e Android
     

   

  • Atualizações nos fluxos de login do Chrome para usuários gerenciados back to top

    Os usuários corporativos que fazem login na Web ou no Chrome já contam com fluxos de login e declarações de gerenciamento atualizados. Além disso, pode ser solicitado que o usuário crie um novo perfil ou continue trabalhando no perfil atual. Os administradores podem continuar usando BrowserSignIn ou ProfileSeparationSettings para aplicar um perfil gerenciado.  

     
    • Chrome 134 no Linux, macOS e Windows: continuação do lançamento
       

     

   

  • Cards da página Nova Guia para Microsoft Outlook e Sharepoint back to top

    Os usuários corporativos com o Outlook ou o Sharepoint já podem acessar as próximas reuniões ou arquivos sugeridos diretamente na página Nova Guia. Essa experiência simplificada elimina a necessidade de trocar entre guias ou perder tempo procurando a próxima reunião. Assim você ganha tempo para o que realmente importa. Administradores interessados em testar o recurso podem se inscrever para ser um trusted tester.

     
    • Disponível para trusted testers no Chrome 134 no Windows, macOS e Linux

   

   

  • Políticas removidas do navegador Chrome back to top
    Política Descrição
    Nenhuma política foi removida no Chrome 134  
     

   

Mudanças no Chrome Enterprise Core

   

  • Chrome Enterprise Companion back to top

    O Chrome Enterprise Companion é um novo binário administrativo que será instalado com os navegadores Chrome registrados no Chrome Enterprise Core ou no Chrome Enterprise Premium. Ele foi criado para oferecer suporte a casos de uso, políticas e relatórios do Enterprise. 

     
    • Chrome 134 no Windows e macOS
     

   

  • Suporte à política DownloadRestrictions no iOS back to top

    DownloadRestrictions é uma política universal disponível para usuários do Chrome Enterprise Core nas plataformas para computador e no Android. A política DownloadRestrictions já é aceita no iOS. Isso permite que os administradores bloqueiem todos os downloads no Chrome para iOS em dispositivos móveis. 

     
    • Chrome 135 no iOS
     

   

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

 

   

  • Evidence locker back to top

    O Evidence Locker permite que os administradores do Chrome Enterprise Premium armazenem e inspecionem arquivos sinalizados como malware ou que violam uma regra de proteção de dados. Uma cópia do arquivo salvo no bucket do Google Cloud Storage que é de propriedade e especificado pela empresa. O administrador de segurança pode investigar os incidentes usando a ferramenta de investigação de segurança e fazer o download dos arquivos que causaram o incidente para analisar mais detalhadamente. Para mais detalhes, consulte Investigar e tomar providências em relação a arquivos suspeitos.

     
    • Chrome 134 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
     

   

  • Prevenção contra captura de tela back to top

    O Chrome 134 aprimora o recurso de prevenção de capturas de tela atualizando o bloqueio de compartilhamento de tela para apps de reunião, como o Google Meet, o Zoom, o Teams e o Slack. Com essa atualização, aproveitamos o lançamento dos controles de proteção de dados para adicionar recursos importantes e resolver lacunas e feedback dos usuários.

     
    • Chrome 134 no Windows e macOS

 

Saiba mais sobre as diferenças entre o Chrome Enterprise Core e o Chrome Enterprise Premium.

 

Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome

 

    

  • Descontinuar os eventos de mutação back to top

    Os eventos de mutação síncronos, incluindo DOMSubtreeModified, DOMNodeInserted, DOMNodeRemoved, DOMNodeRemovedFromDocument, DOMNodeInsertedIntoDocument e DOMCharacterDataModified, prejudicam o desempenho das páginas e tornam mais complexa a adição de novos recursos à Web. Essas APIs foram descontinuadas da especificação em 2011 e substituídas em 2012 pela API Mutation Observer, que tem um comportamento muito melhor. Os eventos de mutação obsoletos precisam ser removidos ou migrados para a Mutation Observer. 

    Desde o Chrome 124, uma política corporativa temporária, MutationEventsEnabled, está disponível para reativar eventos de mutação descontinuados ou removidos. Para saber mais, consulte esta postagem do blog Chrome for Developers. Se você encontrar algum problema, registre um bug do Chromium.

    O suporte a eventos de mutação foi desativado por padrão desde o Chrome 127 ou por volta de 30 de julho de 2024. A migração do código precisa ser feita antes dessa data para evitar falhas em sites. Caso você precise de mais tempo, há algumas opções:

    • Chrome 135 no Android, Linux, macOS e Windows: a política corporativa MutationEventsEnabled será descontinuada.

    

  • Melhorias nas extensões no Chrome para computador back to top

    No Chrome 135 para computador, alguns usuários que fazem login no Chrome ao instalar uma nova extensão agora podem usar e salvar extensões na Conta do Google. 

    As políticas empresariais relevantes que controlam extensões, assim como BrowserSignin, SyncDisabled ou SyncTypesListDisabled, vão continuar funcionando como antes, para que os administradores possam configurar se os usuários podem usar e salvar itens na Conta do Google.

    Para mais informações sobre como usar extensões em qualquer computador, consulte Instalar e gerenciar extensões na Central de Ajuda da Chrome Web Store.

    Observação: essa mudança é uma continuação do lançamento do novo modelo de identidade no Chrome para computador. 

     
    • Chrome 135 no Linux, MacOS e Windows

    

  • Remoção das políticas corporativas de acesso à rede particular back to top

    O acesso à rede particular (PNA 1.0) é um recurso de segurança não enviado que limita o acesso a sites em redes locais. Devido a problemas de implantabilidade, a PNA 1.0 nunca foi capaz de ser enviada por padrão, porque era incompatível com muitos dispositivos.

    A PNA 1.0 exigiu mudanças nos dispositivos em redes locais. Em vez disso, o Chrome está implementando uma proposta atualizada, o acesso à rede particular 2.0 (PNA 2.0). A PNA 2.0 exige mudanças apenas em sites que precisam acessar a rede local, e não em dispositivos na rede local. Os sites são muito mais fáceis de atualizar do que os dispositivos, e essa abordagem deve ser muito mais simples de implementar. 

    A única maneira de aplicar a PNA 1.0 é pela política corporativa. Para evitar a regressão da segurança para clientes corporativos que ativam a PNA 1.0 antes do lançamento da PNA 2.0, vamos manter a política PrivateNetworkAccessRestrictionsEnabled, que faz com que o Chrome envie mensagens especiais de simulação até que se torne incompatível com a PNA 2.0.

    As políticas InsecurePrivateNetworkRequestsAllowedForUrls e InsecurePrivateNetworkRequestsAllowed, que afrouxam as restrições da PNA 1.0, serão removidas no Chrome 135. No momento, essas políticas não têm efeito, já que o PNA 1.0 não é enviado, e elas não terão significado quando o PNA 1.0 for removido.

    A PNA 2.0 é descrita neste documento de explicação no GitHub.

    

    

  • Melhorias nas configurações, nos atalhos de sites e nos temas do Chrome para computador back to top

    No Chrome 135 para computador, para usuários que fizeram login no Chrome ou ativaram a Sincronização, as configurações, os atalhos de site e os temas sincronizados com a Conta do Google agora são mantidos separados dos locais, ou seja, as configurações de quando eles estão desconectados ou quando a Sincronização está desativada.

    Isso permite um compartilhamento de dados estritamente menor do que antes: as configurações locais não são enviadas automaticamente quando os usuários fazem login ou ativam a sincronização, e nenhuma configuração da conta é deixada no dispositivo quando a sincronização é desativada.

    As políticas do Enterprise SyncDisabled e SyncTypesListDisabled continuam sendo aplicadas para que os administradores possam restringir ou desativar o recurso de sincronização, se quiserem.

    Observação: essa mudança é uma continuação do lançamento do novo modelo de identidade no Chrome para computador. Para mais detalhes, consulte Status da plataforma do Chrome.

     
    • Chrome 135 no Linux, MacOS e Windows

    

  • Desativação do Gerenciador de senhas herdado no Chrome para Android back to top

    Os usuários com versões antigas do Google Play Services vão perder a funcionalidade do Gerenciador de senhas no Chrome. Esta é uma etapa para descontinuar o Gerenciador de senhas legados no Chrome para Android. Esses usuários podem fazer o download de um arquivo CSV com as senhas nas Configurações do Chrome e importá-lo para o gerenciador de senhas preferido. O novo Gerenciador de senhas do Google está disponível em dispositivos com uma versão recente do Google Play Services.

     
    • Chrome 135 no Android

    

  • Os cookies de terceiro são sempre bloqueados no modo de navegação anônima back to top

    A partir do Chrome 135, os cookies de terceiros vão ser bloqueados no modo de navegação anônima, sem a possibilidade de reativação global. Os controles de cookies de terceiros no nível do site não serão alterados. 

    Com esse lançamento, a política BlockThirdPartyCookies só será aplicada ao modo normal quando definida como falsa, e não ao modo de navegação anônima. Não haverá mudanças quando a política for definida como verdadeira ou não for definida. Também não haverá mudanças na política CookieAllowedForUrls, que continuará sendo aplicada nos modos normal e anônimo, já que é aplicada no nível do site e não globalmente.

     
    • Chrome 135 no Android, ChromeOS, Linux, MacOS e Windows

    

  • Particionamento de URL de blobs: busca/navegação back to top

    Como continuação do particionamento de armazenamento, o Chromium vai implementar o particionamento do acesso ao URL do blob por chave de armazenamento (site de nível superior, origem do frame e o booleano has-cross-site-ancestor), com exceção das navegações de nível superior que vão permanecer particionadas apenas pela origem do frame. Esse comportamento é semelhante ao implementado atualmente pelo Firefox e pelo Safari e alinha o uso do URL do blob com o esquema de particionamento usado por outras APIs de armazenamento como parte do particionamento de armazenamento. Além disso, o Chromium vai aplicar o noopener em navegações de alto nível iniciadas pelo renderizador para URLs blob em que o site correspondente é de um domínio diferente em relação ao site de nível superior que realiza a navegação. Isso alinha o Chromium a um comportamento semelhante no Safari, e as especificações relevantes foram atualizadas para refletir essas mudanças. 

    Essa mudança pode ser revertida temporariamente definindo a política PartitionedBlobURLUsage. A política será descontinuada quando as outras políticas corporativas relacionadas ao particionamento de armazenamento forem descontinuadas.

    • Chrome 135 no Windows, macOS e Linux

    

  • Criar um cliente de worker de serviço e herdar o controlador do worker de serviço para o iframe srcdoc back to top

    No momento, os documentos de contexto do Srcdoc não são clientes de service worker e não são cobertos pelo service worker da página mãe. Isso resulta em algumas discrepâncias. Por exemplo, o Resource Timing informa os URLs que esses documentos carregam, mas o worker de serviço não os intercepta. Nosso objetivo é corrigir as discrepâncias criando clientes de service worker para iframes de srcdoc e fazendo com que eles herdem o controlador de service worker da página mãe.

    • Chrome 135 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Os getters de informações de localidade Intl foram descontinuados back to top

    A API Intl Locale Info é uma proposta TC39 do ECMAScript de fase 3 para aprimorar o objeto Intl.Locale expondo informações de localidade, como dados de semana (primeiro dia da semana, dia de início do fim de semana, dia de término do fim de semana, dia mínimo da primeira semana) e ciclo de direção de texto por hora usado na localidade.

    Enviamos nossa implementação no Chrome 99 , mas depois a proposta fez algumas mudanças na fase 3 e moveu vários getters para funções. Precisamos remover os getters descontinuados e reiniciar as funções renomeadas.

    • Chrome 135 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Particionamento: histórico de links visitados back to top

    Para eliminar vazamentos de histórico de navegação do usuário, os elementos âncora são estilizados como :visited somente se tiverem sido clicados anteriormente a partir dessa origem de site e frame de nível superior. No navegador, isso significa que a hashtable VisitedLinks agora é particionada por chave tripla ou armazenando o seguinte para cada link visitado: <link URL, top-level site, frame origin>. Ao estilizar apenas os links que já foram clicados neste site e frame, os muitos ataques de canal lateral que foram desenvolvidos para coletar informações de estilo de links :visited agora estão obsoletos, porque não fornecem mais aos sites novas informações sobre os usuários. 

    Há uma exceção para links diretos, em que os links para as páginas de um site podem ter o estilo :visited, mesmo que não tenham sido clicados nessa origem exata do site e do frame de nível superior. Essa isenção só é ativada em frames ou subframes de nível superior que têm a mesma origem do frame de nível superior. Os benefícios de privacidade acima ainda são alcançados porque os sites já sabem quais subpáginas um usuário visitou. Assim, nenhuma nova informação é exposta. Essa foi uma exceção solicitada pela comunidade que também melhora a experiência do usuário.

    • Chrome 135 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Prevenção de rastreamento de HSTS back to top

    A segurança de transporte restrito HTTP (HSTS, na sigla em inglês) permite que os sites se declarem acessíveis apenas por conexões seguras. A partir do Chrome 135, a prevenção de rastreamento do HSTS vai reduzir o rastreamento de usuários por terceiros usando o cache do HSTS. Ela só permite upgrades HSTS para navegações de nível superior e bloqueia upgrades HSTS para solicitações de subrecursos. Isso vai impedir que sites de terceiros usem o cache HSTS para rastrear usuários na Web. Para mais informações, consulte esta explicação sobre a prevenção de rastreamento de HSTS no GitHub.

    • Chrome 135 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • O método navigator.xr.supportsSession foi removido back to top

    navigator.xr.supportsSession foi substituído na especificação do WebXR pelo método navigator.xr.isSessionSupported em setembro de 2019, após receber feedback sobre a forma da API da TAG. Desde então, ele foi marcado como descontinuado no Chromium, produzindo um aviso no console que redireciona os desenvolvedores para a API atualizada.

    O uso da chamada é muito baixo, conforme mostrado nas métricas de uso do Status do Chrome. Além disso, todos os principais frameworks usados para criar conteúdo do WebXR foram atualizados para usar a chamada mais recente.

    • Chrome 135 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Política rígida de mesma origem para a API Storage Access back to top

    O Chrome 135 vai ajustar a semântica da API Storage Access para seguir estritamente a política de mesma origem e melhorar a segurança. Isso significa que o uso de document.requestStorageAccess() em um frame vai anexar cookies às solicitações para a origem do iframe (não ao site) por padrão.

    Observação: a política CookiesAllowedForUrls ou os cabeçalhos de acesso ao armazenamento ainda podem ser usados para desbloquear cookies entre sites.

    • Chrome 135 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top

    Desde o Chrome 126, o Chrome começou oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    Os administradores podem usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabled, disponível no Chrome 125, para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativá-lo. Essa política vai estar disponível até o Chrome 136 e será removida no Chrome 137. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled até o Chrome 136 para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente.
    • Chrome 137 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled vai ser removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.

 

    

  • Remover o substituto do SwiftShader back to top

    A partir do Chrome 137, planejamos descontinuar o fallback automático para o WebGL com suporte do SwiftShader. A criação de contexto do WebGL vai falhar em vez de retornar ao SwiftShader. Planejamos remover o substituto do SwiftShader por dois motivos principais:

    1. O SwiftShader é um alto risco de segurança devido ao código JIT em execução no processo de GPU do Chromium.
    2. Os usuários têm uma experiência ruim ao alternar de um WebGL de alto desempenho com suporte de GPU para uma implementação com suporte de CPU. Os usuários não têm controle sobre esse comportamento, e é difícil descrevê-lo em relatórios de bugs.

    O SwiftShader é uma ferramenta útil para desenvolvedores da Web testarem sites em sistemas headless ou que não têm uma GPU compatível. Esse caso de uso ainda terá suporte, mas não é destinado à execução de conteúdo não confiável.

    Para ativar garantias de segurança mais baixas e permitir o SwiftShader para WebGL, inicie o executável do Chrome com a chave de linha de comando --enable-unsafe-swiftshader.

    Durante o período de descontinuação, um aviso vai aparecer no console JavaScript quando um contexto do WebGL for criado e respaldado pelo SwiftShader. A transmissão de --enable-unsafe-swiftshader removerá essa mensagem de aviso.

    O Chromium e outros navegadores não garantem a disponibilidade do WebGL. É possível testar e processar a falha de criação de contexto do WebGL e usar outras APIs da Web, como Canvas2D ou uma mensagem adequada para o usuário.

    • Chrome 137 no Windows, MacOS, Linux e Android

 

    

  • Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam "file://" back to top

    Conforme declarado na especificação WhatWG.org, hosts de URL não podem conter o caractere de espaço, mas a análise de URL no Chromium permite atualmente espaços no host.

    Isso faz com que o Chromium falhe em vários testes incluídos no HTTPS URLs for WebSocket da Interop2024 e áreas de foco de URL.

    Para que o Chromium atenda à especificação, gostaríamos de remover os espaços dos hosts de URL, mas a dificuldade é que eles são usados na parte do host em URLs file:// do Windows. Para saber mais, consulte a discussão no GitHub.

    Esse recurso vai fazer parte do nosso esforço contínuo para aproximar o Chromium da conformidade com as especificações, proibindo espaços apenas para URLs que não são de arquivos.

    • Chrome 138 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia

    

  • Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5 back to top

    As chamadas do Chrome para a API SafeBrowsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5.

    Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários.

    • Chrome 145 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows

      O lançamento será gradual.

 

 

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core

    

  • Suporte ao Logon único extensível da Apple para o Chrome no macOS back to top

    O Chrome 135 no macOS vai permitir a autenticação perfeita de provedores de identidade ativados por uma extensão de logon único (SSO) empresarial configurada pelo SO. Nesta versão inicial, os usuários finais em navegadores gerenciados poderão fazer login em qualquer recurso autenticado pelo Microsoft Entra sem precisar inserir credenciais. O SSO extensível precisa ser pré-configurado no seu ambiente e implantado com a respectiva solução de gerenciamento de dispositivos corporativos. Outros provedores de identidade poderão ser compatíveis em breve.

    • A partir do Chrome 135 no macOS

 

    

  • Apps isolados da Web back to top

    Os apps isolados da Web (IWAs) são uma extensão do trabalho atual sobre a instalação de PWAs e o empacotamento da Web, que oferece proteções mais fortes contra comprometimento do servidor e outras adulterações, o que é necessário para desenvolvedores de aplicativos sensíveis à segurança.

    Esses aplicativos são reunidos em pacotes da Web, assinados pelo desenvolvedor e distribuídos aos usuários finais por um ou mais dos métodos descritos em Como começar a usar apps da Web isolados.

    Na versão inicial, os IWAs só podem ser instalados por uma política em dispositivos ChromeOS gerenciados pela empresa.

    • Chrome 140 no Windows

      Esse lançamento adiciona suporte a apps da Web isolados em configurações de navegador gerenciadas pela empresa no Windows.

 

 

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium

 

   

  • Refatorar a experiência do usuário nas regras da DLP  back to top

    Nosso objetivo é criar uma interface mais fácil de usar e eficiente para regras de DLP específicas do Chrome. Isso envolve a reformulação do fluxo de trabalho de criação de regras no Admin Console para acomodar melhor os recursos de segurança atuais e futuros dos clientes do Chrome Enterprise Premium.

     
    • Chrome 135 no Windows, macOS, Linux e ChromeOS
     

   

  • Filtragem de URL no iOS e Android back to top

    Vamos estender os recursos de filtragem de URLs das plataformas para computador e dispositivos móveis, permitindo que as organizações auditem, avisem ou bloqueiem o carregamento de determinados URLs ou categorias de URLs em navegadores Chrome gerenciados ou perfis de usuários gerenciados em dispositivos móveis. Isso inclui garantir que a funcionalidade funcione perfeitamente com o acesso baseado no contexto (CAA), que permite aos administradores definir políticas de acesso com base no contexto do usuário (por exemplo, função do usuário, local) e no estado do dispositivo (por exemplo, dispositivo gerenciado, conformidade com a segurança).

     
    • Chrome 137 no Android e iOS
     

   

  • Conector de geração de relatórios para dispositivos móveis back to top

    Estamos trabalhando para alcançar a paridade de recursos com a versão para computador, permitindo que as organizações monitorem e respondam a eventos de segurança em dispositivos móveis, como visitas a sites não seguros e possíveis tentativas de exfiltração de dados. Isso ajuda a garantir a segurança e a aplicação de políticas consistentes em diferentes plataformas.

     
    • Chrome 136 no Android
    • Chrome 137 no iOS
     

   

  • API Connectors back to top

    Planejamos simplificar o processo de configuração de conectores de segurança de terceiros e permitir que os provedores gerenciem as configurações diretamente na própria interface. O objetivo é facilitar a integração das ferramentas e serviços de segurança preferidos das organizações com o Chrome, melhorando a segurança e o gerenciamento em diferentes plataformas.

     
    • Chrome 137 no Windows, macOS, Linux e ChromeOS

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Resumo da versão do ChromeOS 134

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Apps Isolados da Web no modo quiosque do ChromeOS     
Migrar dados de alunos que estão se formando  
Teclas lentas  
GIFs com Inserção multimídia    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Política do ChromeOS para a longevidade da bateria    
Mudança no sinal de funcionamento do quiosque    
Coleta de registros de dispositivos baseada em eventos para solução de problemas    
Planos de fundo e segundo plano de IA    
Descontinuação da compatibilidade com apps do Chrome no ChromeOS    

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

Atualizações do ChromeOS

   

  • Apps Isolados da Web no modo quiosque do ChromeOS back to top

    No ChromeOS 134, o modo quiosque do ChromeOS vai oferecer suporte a Apps Isolados da Web, uma solução de app mais segura e versátil com acesso a integrações profundas do sistema e recursos avançados. Os administradores podem configurar IWAs para implantações de quiosques e sinalização digital em dispositivos gerenciados pelo Chrome Enterprise⁠ no Admin Console⁠

   

  • Migrar dados de alunos que estão se formando back to top

    A partir de março de 2025, a nova ferramenta de transferência de conteúdo vai orientar os alunos que estão se formando ou outros usuários gerenciados pelo Google for Education que queiram migrar os dados pelo processo atualizado. Isso permite que eles levem o conteúdo dos apps Documentos, Planilhas, Apresentações e Gmail para uma conta do Gmail de sua escolha. 

    Com esse novo aplicativo, os administradores da escola podem fixar um ícone na prateleira, notificar estudantes e professores nos Chromebooks e definir datas para acionar essas notificações e incentivar o uso do processo de transferência de conteúdo.

    Para mais detalhes, consulte nosso artigo que descreve como permitir a transferência de dados em escolas na Central de Ajuda do Chrome Enterprise e Education.

     

 

   

  • Teclas lentas back to top

    As teclas lentas são um recurso de acessibilidade projetado para ajudar pessoas com dificuldade de coordenação motora a digitar com mais precisão. Esse recurso é útil principalmente para pessoas com condições como tremores, artrite ou dormência nas pontas dos dedos, o que pode dificultar o pressionamento das teclas com precisão. 

    O recurso de teclas lentas funciona introduzindo um atraso, exigindo que as teclas sejam pressionadas por um período determinado antes de serem registradas. Isso evita que teclas sejam pressionadas acidentalmente. 

   

  • GIFs com Inserção multimídia back to top

    Em breve, a Inserção multimídia vai oferecer suporte à inserção direta de GIFs. Adicione GIFs rapidamente às suas mensagens e documentos sem sair do menu "Inserção multimídia". Para mais detalhes, consulte Usar a Inserção multimídia para adicionar e criar conteúdo.

 

Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no ChromeOS

 

   

  • Política do ChromeOS para a longevidade da bateria back to top 

    O ChromeOS 135 apresenta uma nova política de limite de carga da bateria, DevicePowerBatteryChargingOptimization, que oferece mais opções de otimização. A otimização do carregamento da bateria ajuda a prolongar a vida útil dos Chromebooks. 

    Os administradores ainda podem definir um limite máximo de carga, com 100% como padrão, para minimizar a degradação da bateria e melhorar a confiabilidade a longo prazo. 

    A nova política vai beneficiar administradores que gerenciam frotas de dispositivos, como em ambientes educacionais, e usuários individuais que buscam maximizar a longevidade do Chromebook. Essa política é aplicada automaticamente e não requer interação do usuário.

 

   

  • Mudança no sinal de funcionamento do quiosque back to top 

    No verão passado, enviamos um aviso obrigatório de serviço para informar o cliente sobre a migração da API Kiosk Heartbeat, que precisa de uma atualização para o ChromeOS 126.

    Se sua organização estiver usando uma versão anterior ao ChromeOS 126, será necessário atualizar a frota de dispositivos. Essa mudança no sinal de funcionamento do quiosque exige uma atualização para o ChromeOS 126 ou o ChromeOS LTS 126 ou a versão estável atual do ChromeOS.

    • O que você precisa fazer?

      Ative a DeviceChromeVariation (valor: 0) para sua organização até que todos os dispositivos sejam atualizados para o ChromeOS LTS 132. Quando todos os dispositivos estiverem no ChromeOS LTS 132, o DeviceChromeVariation não será mais necessário e poderá ser alterado para qualquer valor.  

    • O que acontece quando a DeviceChromeVariation é desativada?

      Os dispositivos com versões do LTS anteriores ao ChromeOS LTS 132 vão continuar usando a infraestrutura antiga do sinal de funcionamento do quiosque até 7 de abril de 2025.

    A partir de 8 de abril de 2025, todos os dispositivos com versões LTS anteriores ao ChromeOS LTS 132 vão parar de enviar sinais de funcionamento do dispositivo. Consulte Monitorar a integridade dos quiosques para saber mais.

   

  • Coleta de registros de dispositivos baseada em eventos para solução de problemas (Admin Console) back to top 

    A partir do ChromeOS 135, nosso sistema vai coletar e fazer o upload automático de registros de dispositivos para ajudar a resolver problemas, como falhas ou atualizações do SO. Isso vai acontecer quando estas configurações específicas forem ativadas:

    • Ativar o upload de registro do sistema do dispositivo: ativa a coleta geral de registros.
    • Informar informações do SO do dispositivo -> Status de atualização do SO: coleta dados sobre atualizações do SO
    • Informar telemetria do dispositivo -> Informações de falha : coleta informações de falhas fatais

    Quando um problema ocorre, os administradores de TI recebem uma notificação com um link direto para os registros enviados na página de detalhes do dispositivo ChromeOS no Admin Console. Você também pode conferir um histórico de eventos do dispositivo. Os uploads de registro acontecem no máximo duas vezes por dia, e cada arquivo geralmente tem de 400 KB a 1 MB.

    Para mais detalhes, consulte estes artigos na Central de Ajuda do Chrome Enterprise e do Education: 

   

  • Planos de fundo e segundo plano de IA back to top 

    A partir do ChromeOS 136, planejamos lançar planos de fundo de videoconferência e de tela de bloqueio com IA generativa em alta resolução no ChromeOS. Com esse recurso, você pode liberar todo o potencial criativo e transformar o Chromebook em uma tela de expressão pessoal. Escolha entre uma variedade de modelos e, com apenas alguns cliques, personalize o Chromebook com sua personalidade, humor ou interesses. 

    Duas novas políticas estarão disponíveis para controlar esses recursos: GenAIVcBackgroundSettings e GenAIVcBackgroundSettings. Esse recurso só vai estar disponível em dispositivos Chromebook Plus.

   

  • Compatibilidade com apps do Chrome descontinuado no ChromeOS back to top 

    Em 2016, anunciamos a descontinuação dos apps do Chrome em favor dos apps da Web. Em 2021, anunciamos no blog do Chromium que a compatibilidade com apps do Chrome para clientes e desenvolvedores do ChromeOS Enterprise e Education seria estendido até pelo menos janeiro de 2025. Como a maioria dos nossos clientes migrou dos apps do Chrome (incluindo apps empacotados legados (v1) e apps hospedados), podemos confirmar as seguintes atualizações sobre as datas de descontinuação dos apps do Chrome.

     
    • Julho de 2025: fim da compatibilidade com apps do Chrome instalados pelo usuário (programado para o ChromeOS M139).
      • Os apps do Chrome que forem instalados à força pelo Admin Console vão continuar sendo compatíveis.
    • Julho de 2026: a última versão do ChromeOS compatível com apps do Chrome no modo quiosque (programada para o ChromeOS M150).
      • Os dispositivos no canal LTS com apps do Chrome no modo quiosque vão receber suporte até abril de 2027.
    • Fevereiro de 2028: a última versão do ChromeOS compatível com apps do Chrome (programada para o ChromeOS M168), que marca o fim da vida útil de todos os apps Chrome.
      • Os dispositivos no canal LTS podem continuar usando os apps do Chrome até outubro de 2028.
      • Não haverá exceções.
     

    Esses cronogramas de descontinuação também se aplicam aos apps do Chrome auto-hospedados.

    Embora não seja possível adicionar novos apps do Chrome à Chrome Web Store, os apps atuais podem continuar sendo atualizados até outubro de 2028, quando vão atingir o fim da vida útil no ChromeOS. Após essa data, os apps do Chrome serão removidos da Chrome Web Store.

    Se sua organização tiver desenvolvido apps do Chrome internamente e você precisar de ajuda, consulte o guia Transição dos apps do Chrome. Você também pode participar da comunidade de desenvolvedores do ChromeOS no Discord ou entrar em contato conosco pelo formulário em https://chromeos.dev/work-with-us. Consulte a programação de lançamentos do ChromeOS para conferir as datas de lançamento e as atualizações.

    Nas próximas semanas, mais informações detalhadas serão enviadas a todos os desenvolvedores de apps para o Chrome e administradores do ChromeOS.

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Chrome 133

Resumo da versão do Chrome 133

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Pesquisar com o Google Lens no computador e no iOS    
Assinaturas de código ad hoc para shims de PWA no macOS    
A Sincronização do Chrome não vai mais oferecer suporte a versões do Chrome com mais de quatro anos    
Nova opção na política HttpsOnlyMode  
Congelamento de guias na Economia de energia    
Configuração de segurança do V8 no Android    
A página de boas-vindas do Chrome não é mais acionada usando initial_preferences    
Suporte a URLs de esquema não especial    
Novas políticas no navegador Chrome    
Políticas removidas do navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Suporte à política DownloadRestrictions no iOS    
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Nenhuma atualização no Chrome 133.      
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Painel "Privacidade e segurança" no Chrome DevTools  
Ler em voz alta no Modo de leitura no Chrome 134    
Configurações de destaque para recursos de IA desativados pela política    
Particionamento de URL de blobs: busca/navegação    
Criar um cliente de worker de serviço e herdar o controlador do worker de serviço para o iframe srcdoc    
O evento de erro é disparado em vez de gerar uma exceção para o worker bloqueado pela CSP.    
Remover restrições de áudio não padrão do getUserMedia    
Descontinuar os eventos de mutação    
Sincronização entre dispositivos das configurações e temas do Chrome no computador ao fazer login    
Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://    
Remover a política ThirdPartyBlockingEnabled    
Os getters de informações de localidade Intl foram descontinuados    
Remover o substituto do SwiftShader    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Migração da API SafeBrowsing v4  para a v5    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Novo Chrome Enterprise Companion  
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Refatorar a experiência do usuário nas regras da DLP     
Prevenção contra captura de tela     
Filtragem de URL no iOS/Android    
Conector de relatórios para dispositivos móveis    
API Connectors    

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas ficará pronta em uma a duas semanas.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

Mudanças no navegador Chrome

 

   

  • Pesquisar com o Google Lens no computador e no iOS back to top

    Os administradores podem controlar todos os elementos desse recurso com uma política chamada LensOverlaySettings. Para realizar a pesquisa, uma captura de tela é enviada aos servidores do Google, mas não está vinculada a IDs ou contas, não é visualizada por humanos e os dados sobre o conteúdo não são registrados. Para contextualizar a pesquisa no documento ou site que o usuário está visualizando, os bytes do PDF ou o HTML do site são enviados aos servidores do Google, mas não estão vinculados a IDs ou contas, não são acessíveis por humanos e os dados gerados sobre o conteúdo não são registrados.

     

    Computador

    Desde o Chrome 126, os usuários podem pesquisar com o Google Lens qualquer imagem ou texto que aparecer na tela do computador. Para usar esse recurso, acesse um site e clique no ícone do Google Lens na omnibox em foco ou clique com o botão direito do mouse em uma imagem e selecione "Pesquisar imagem com o Google". Os usuários podem selecionar qualquer lugar na tela para pesquisar o conteúdo e refinar a pesquisa adicionando perguntas à caixa de pesquisa. A partir do Chrome 132, os usuários também podem fazer perguntas sobre páginas da Web ou documentos PDF inteiros, e as respostas vão fazer referência ao documento atual e à Web. Para usar esse recurso, invoque a Pesquisa com o Google Lens conforme descrito acima e insira consultas na caixa de pesquisa no canto superior direito da janela do Chrome. Um painel lateral será aberto no lado direito da janela do navegador com os resultados da pesquisa. 

     

    iOS

    Desde o Chrome 131, os usuários podem pesquisar com o Google Lens qualquer imagem ou texto que aparecer na tela do Chrome para iOS. Para usar esse recurso, acesse um site e clique no menu de três pontos > Pesquisar com o Google Lens. Os usuários podem clicar, destacar ou arrastar em qualquer lugar da tela para pesquisar o conteúdo e refinar a pesquisa adicionando palavras-chave ou perguntas à caixa de pesquisa.

     

    Detalhes do lançamento:

    • Chrome 126 no ChromeOS, Linux, mac e Windows: lançamento do recurso para 1% do Stable
    • Chrome 127 no ChromeOS, Linux, mac e Windows: lançamento para 100% do Stable
    • Chrome 131 no iOS: lançamento do recurso para 1% do Stable
    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, mac e Windows: lançamento do recurso expandido para 1% do Stable
    • Chrome 133 no iOS: lançamento para 100% do Stable
 

   

  • Assinaturas de código ad hoc para shims de PWA no macOS back to top

    Os shims de aplicativo criados ao instalar um App Web Progressivo (PWA) no macOS vão passar a usar assinaturas de código ad hoc, criadas quando o aplicativo é instalado. A assinatura do código é usada pelo macOS como parte da identidade do aplicativo. Com essas assinaturas ad hoc, cada shim de PWA tem uma identidade exclusiva para o macOS. Antes, cada PWA parecia o mesmo aplicativo para o macOS.

    Essa atualização resolve problemas ao tentar incluir vários PWAs no painel de preferências Open at Login do macOS e permite melhorias futuras para o processamento de notificações do usuário em PWAs no macOS.

    Os administradores precisam testar a compatibilidade com qualquer ferramenta de segurança de endpoint ou autorização binária que eles usam (como o Santa). O recurso pode ser ativado para esse teste em chrome://flags/#use-adhoc-signing-for-web-app-shims. Em seguida, eles podem instalar um App Web Progressivo e garantir que ele seja iniciado conforme o esperado.

    Se houver uma incompatibilidade entre o recurso e as políticas de segurança atuais, a política corporativa AdHocCodeSigningForPWAsEnabled pode ser usada para desativar o recurso enquanto uma política de segurança de endpoint atualizada é implantada. A política corporativa deve ser usada para desativar o recurso apenas até que as políticas de segurança do endpoint sejam atualizadas, momento em que ela precisa ser desativada.

     
    • Chrome 129 no macOS
      o recurso foi desativado por uma flag (chrome://flags/#use-adhoc-signing-for-web-app-shims) para que as empresas possam testar a compatibilidade com as ferramentas de segurança de endpoint, como o Santa. Se não for compatível no momento, o recurso poderá ser desativado pela política corporativa enquanto as configurações de segurança do endpoint são atualizadas. A política corporativa é usada para desativar o recurso somente até que as políticas de segurança do endpoint sejam atualizadas.
     
    • Chrome 133 no macOS

      O recurso vai começar a ser lançado para a versão estável 100%.

     

   

  • A Sincronização do Chrome não vai mais oferecer suporte a versões do Chrome com mais de quatro anos back to top

    A partir de fevereiro de 2025, a Sincronização do Chrome (que usa e salva dados na sua Conta do Google) não será mais compatível com versões do Chrome com mais de quatro anos. Para continuar usando a Sincronização do Chrome, você precisa fazer upgrade para uma versão mais recente do Chrome. Para saber mais, consulte esta discussão: A Sincronização do Chrome será desativada em versões do navegador com mais de quatro anos.

     
    • Chrome 133 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows

      Essa mudança afeta apenas as versões mais antigas do Chrome e será lançada no servidor. O Chrome 133 é especificado apenas para refletir o cronograma quando a mudança entrar em vigor. 

     

   

  • Nova opção na política HttpsOnlyMode back to top

    A configuração "Perguntar antes do HTTP" (ABH, na sigla em inglês), anteriormente chamada de "Somente HTTPS/Modos de priorização de HTTPS", permite que o Chrome peça o consentimento do usuário antes de enviar conteúdo HTTP não seguro pela rede. A política HttpsOnlyMode permite ativar ou desativar o ABH.

    No Chrome 129, adicionamos uma nova variante intermediária do ABH chamada "modo equilibrado". Essa variante tem como objetivo reduzir o inconveniente para o usuário, porque funciona como ABH (rígida) na maioria das vezes, mas não pergunta quando o Chrome sabe que uma conexão HTTPS não é possível, como ao se conectar a um nome do host de rótulo único, como "internal/".

    Adicionamos uma opção de política force_balanced_enabled para permitir a ativação forçada dessa nova variante. A configuração force_balanced_enabled em navegadores anteriores ao Chrome 129 vai resultar no comportamento padrão, que não impõe restrições corporativas à configuração ABH.

    Para evitar impactos inesperados, se você tiver configurado anteriormente para force_enabled, recomendamos não configurar para force_balanced_enabled até que tenha sido feito upgrade para o Chrome 129, ou mais recente, de toda a frota de dispositivos. Se você não estiver migrando de force_enabled para force_balance_enabled, não será afetado por essa mudança.

     
    • Chrome 129 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia
    • Chrome 133 no Android
     

   

  • Congelamento de guias na economia de energia back to top

    Quando a Economia de energia está ativa, o Chrome congela uma guia que ficou oculta e em silêncio por mais de 5 minutos e usa muita CPU, a menos que:

    • a guia ofereça funcionalidade de conferência de áudio ou vídeo, detectada por microfone, câmera ou captura de tela, janela ou guia, ou uma RTCPeerConnection com um RTCDataChannel aberto ou uma MediaStreamTrack ao vivo;
    • a guia controla um dispositivo externo detectado pelo uso de Web USB, Web Bluetooth, Web HID ou Web Serial.

    Isso vai prolongar a duração da bateria e acelerar o Chrome, reduzindo o uso da CPU.
    O recurso pode ser testado usando uma flag,  chrome://flags/#freezing-on-energy-saver. Como alternativa, é possível testar com chrome://flags/#freezing-on-energy-saver-testing, que simula que o modo de economia de energia está ativo e que todas as guias usam muita CPU. Isso permite verificar se as guias estão qualificadas para congelamento e se elas seriam congeladas se usassem muita CPU.

     
    • Chrome 133 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows
      O recurso vai começar a ser lançado para 1% do Stable no Chrome 133.

      A disponibilidade do modo Economia de bateria pode ser controlada pela política BatterySaverModeAvailability. Essa mudança não tem efeito quando o modo Economia de bateria está inativo.

       

   

  • Configuração de segurança do V8 no Android back to top

    V8 é o mecanismo JavaScript e WebAssembly do Chrome usado para melhorar o desempenho de sites. Para reduzir a superfície de ataque do Chrome, o Chrome 133 no Android agora inclui uma nova configuração em chrome://settings/security para desativar os otimizadores Just-in-Time (JIT) do V8. Isso mantém a compatibilidade com o Web Assembly. Os administradores podem continuar controlando esse recurso usando a política corporativa DefaultJavaScriptJitSetting e as políticas associadas JavaScriptJitAllowedForSites e JavaScriptJitBlockedForSites.

     
    • Chrome 122 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia
      A configuração é lançada no Chrome 121. As políticas corporativas estão disponíveis desde o Chrome 93.
    • Chrome 133 no Android
      A configuração está disponível no Android no Chrome 133 em "Configurações do site". As políticas empresariais não são mais marcadas como experimentais.
     

   

  • A página de boas-vindas do Chrome não é mais acionada usando initial_preferences back to top

    Removemos a página de boas-vindas do Chrome de initial_preferences porque ela é redundante com a experiência de primeira execução que é acionada em plataformas de computador. A inclusão de chrome://welcome na propriedade first_run_tabs do arquivo initial_preferences não tem mais efeito. 

    Para mais detalhes sobre o contexto do arquivo initial_preferences, consulte Configurar outras preferências.

     
    • Chrome 133 no Windows, macOS e Linux
     

   

  • Suporte a URLs de esquema não especial back to top

    Desde o Chrome 130, o navegador Chrome oferece suporte a URLs de esquema não especial, por exemplo, git://example.com/path. Antes, o analisador de URLs do Chromium não oferecia suporte a URLs não especiais. Ele analisava URLs não especiais como se tivessem um caminho opaco, que não está alinhado com o padrão de URL. No Chrome 133, o analisador de URL do Chromium analisa URLs não especiais corretamente, seguindo o padrão de URL. Para mais detalhes, consulte http://bit.ly/url-non-special

     
    • Chrome 130 no Windows, MacOS, Linux e Android
    • Chrome 133 no Windows, MacOS, Linux e Android
    • Chrome 134 no Windows, macOS, Linux e Android: a flag de recurso está sendo removida

   

  • Novas políticas no navegador Chrome back to top
    Política Descrição
    LiveTranslateEnabled Ative a tradução da Legenda instantânea. As legendas serão enviadas ao Google para tradução.
    WebRtcIPHandling Esta política permite restringir as interfaces e os endereços IP usados pelo WebRTC ao tentar encontrar a melhor conexão disponível.
    DefaultJavaScriptOptimizerSetting Permite definir se o navegador Chrome vai executar o mecanismo JavaScript v8 com otimizações do JavaScript mais avançadas ativadas.
    JavaScriptOptimizerBlockedForSites Permite definir uma lista de padrões de URL que especifica os sites em que as otimizações avançadas do JavaScript são desativadas.
    JavaScriptOptimizerAllowedForSites Permite definir uma lista de padrões de URL que especifica os sites em que as otimizações avançadas do JavaScript são ativadas.
    SafeBrowsingAllowlistDomains Se a política for definida como "Ativada", o "Navegação segura" confiará nos domínios designados.
    FilePickerChooseFromDriveSettings Permitir que arquivos sejam escolhidos diretamente no Google Drive.
     

   

  • Políticas removidas do navegador Chrome back to top
    Política Descrição
    CSSCustomStateDeprecatedSyntaxEnabled Controla se a sintaxe descontinuada para o estado personalizado de CSS está ativada
     

   

Mudanças no Chrome Enterprise Core

   

  • Suporte à política DownloadRestrictions no iOS back to top

    DownloadRestrictions é uma política universal disponível para usuários do Chrome Enterprise Core nas plataformas para computador e no Android. A política DownloadRestrictions agora é compatível com o iOS. Isso permite que os administradores bloqueiem todos os downloads no Chrome para iOS em dispositivos móveis.

     
    • Chrome 133 no iOS

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

   
  • Não há atualizações para o Chrome Enterprise Premium no Chrome 133.
Saiba mais sobre as diferenças entre o Chrome Enterprise Core e o Chrome Enterprise Premium.

 

Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome

 

    

  • Painel "Privacidade e segurança" no Chrome DevTools back to top

    A partir do Chrome 134, os desenvolvedores poderão usar o novo painel Privacidade e segurança no Chrome DevTools para testar como o site vai se comportar quando os cookies de terceiros forem limitados. Os desenvolvedores poderão limitar temporariamente os cookies de terceiros, observar o comportamento do site e revisar o status dos cookies de terceiros no site.

    Esse recurso não vai fazer mudanças permanentes nas políticas corporativas atuais, mas vai permitir que as políticas corporativas relacionadas a cookies de terceiros (ou seja, BlockThirdPartyCookies e CookiesAllowedForUrls) sejam substituídas temporariamente para serem mais restritivas. Se a política corporativa já bloqueia cookies de terceiros usando BlockThirdPartyCookies, esse recurso será desativado.

    O novo painel Privacidade e segurança vai substituir o painel de Segurança atual. As informações de conexão e certificado TLS vão continuar disponíveis na guia Segurança do painel Privacidade e segurança.

     
    • Chrome 134 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows

    

  • Ler em voz alta no Modo de leitura no Chrome 134 back to top

    O Modo de leitura é um recurso do painel lateral que oferece uma visualização simplificada de páginas da Web com muito texto. O Modo de leitura agora inclui o recurso "Ler em voz alta", que permite que os usuários ouçam o texto que estão lendo em voz alta. Os usuários podem escolher diferentes vozes e velocidades naturais e conferir destaques visuais. 

     
    • Chrome 134 no Linux, MacOS e Windows

    

  • Configurações de destaque para recursos de IA desativados pela política back to top

    Nas configurações do Chrome, vamos listar os recursos de IA desativados pela política corporativa. Também vamos mostrar um aviso Desativado pela sua organização semelhante a outras configurações quando elas forem desativadas pela política. 

      AI feature disabled
    AI feature disabledAI feature disabled
    • Chrome 134 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows

    

  • Particionamento de URL de blobs: busca/navegação back to top

    Como continuação do particionamento de armazenamento, o Chromium vai implementar o particionamento do acesso ao URL do blob por chave de armazenamento (site de nível superior, origem do frame e o booleano has-cross-site-ancestor ), com exceção das navegações de nível superior que vão permanecer particionadas apenas pela origem do frame. Esse comportamento é semelhante ao implementado atualmente pelo Firefox e pelo Safari e alinha o uso do URL do blob com o esquema de particionamento usado por outras APIs de armazenamento como parte do particionamento de armazenamento. Além disso, o Chromium vai aplicar o noopener em navegações de alto nível iniciadas pelo renderizador para URLs blob em que o site correspondente é de um domínio diferente em relação ao site de nível superior que realiza a navegação. Isso alinha o Chromium a um comportamento semelhante no Safari, e as especificações relevantes foram atualizadas para refletir essas mudanças. 

    Essa mudança pode ser revertida temporariamente definindo a política PartitionedBlobURLUsage. A política será descontinuada quando as outras políticas corporativas relacionadas ao particionamento de armazenamento forem descontinuadas.

     
    • Chrome 134 no Windows, macOS e Linux

    

  • Criar um cliente de worker de serviço e herdar o controlador do worker de serviço para o iframe srcdoc back to top

    No momento, os documentos de contexto do Srcdoc não são clientes de service worker e não são cobertos pelo service worker da página mãe. Isso resulta em algumas discrepâncias. Por exemplo, o Resource Timing informa os URLs que esses documentos carregam, mas o worker de serviço não os intercepta. Nosso objetivo é corrigir as discrepâncias criando clientes de service worker para iframes de srcdoc e fazendo com que eles herdem o controlador de service worker da página mãe.

     
    • Chrome 134 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • O evento de erro é disparado em vez de gerar uma exceção para o worker bloqueado pelo CSP. back to top

    Quando bloqueado pela Política de Segurança de Conteúdo (CSP), o Chromium atualmente gera uma exceção SecurityError dos construtores  "new Worker(url)" ou "new SharedWorker(url)". De acordo com a Especificação do CSP, a verificação do CSP é realizada como parte de uma busca, e um evento de erro é acionado depois que o objeto é retornado. O objetivo desta atualização é tornar o Chromium compatível com as especificações, não gerando uma exceção do construtor, mas disparando um evento de erro de forma assíncrona.

     
    • Chrome 134 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Remover restrições de áudio não padrão de getUserMedia back to top

    O Blink é compatível com várias restrições não padrão com prefixo goog para getUserMedia desde algum tempo antes de as restrições serem padronizadas corretamente.

    O uso diminuiu significativamente de ~0,000001% para 0,0009% (dependendo da restrição), e algumas delas nem têm efeito devido a mudanças na pilha de captura de áudio do Chromium. Em breve, nenhuma delas vai ter efeito devido a outras mudanças futuras.

    Não esperamos nenhuma regressão importante devido a essa mudança. Os apps que usam essas restrições vão continuar funcionando, mas vão receber áudio com as configurações padrão, como se nenhuma restrição tivesse sido transmitida. Eles podem migrar facilmente para restrições padrão.

     
    • Chrome 134 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Descontinuar os eventos de mutação back to top

    Os eventos de mutação síncronos, incluindo DOMSubtreeModified, DOMNodeInserted, DOMNodeRemoved, DOMNodeRemovedFromDocument, DOMNodeInsertedIntoDocument e DOMCharacterDataModified, prejudicam o desempenho das páginas e tornam mais complexa a adição de novos recursos à Web. Essas APIs foram descontinuadas da especificação em 2011 e substituídas em 2012 pela API Mutation Observer, que tem um comportamento muito melhor. Os eventos de mutação obsoletos precisam ser removidos ou migrados para a Mutation Observer. 

    Desde o Chrome 124, uma política corporativa temporária, MutationEventsEnabled, está disponível para reativar eventos de mutação descontinuados ou removidos. Saiba mais nesta postagem do blog. Se você encontrar algum problema, informe um bug aqui.

    O suporte a eventos de mutação foi desativado por padrão desde o Chrome 127 ou por volta de 30 de julho de 2024. A migração do código precisa ser feita antes dessa data para evitar falhas em sites. Caso você precise de mais tempo, há algumas opções:

    • Chrome 135 no Android, Linux, macOS e Windows: a política corporativa MutationEventsEnabled será descontinuada.

    

  • Sincronização entre dispositivos das configurações e temas do Chrome no computador ao fazer login back to top

    Após o lançamento do novo modelo de identidade no Chrome para computador, planejamos ativar as configurações da conta, temas e atalhos de sites para os usuários no login, em vez de precisar de sincronização.

    Para isso, vamos apresentar o armazenamento local e de conta para cada um desses tipos de dados.

    Isso significa que:

    • Para usuários do Chrome no computador que fazem login no Chrome ou ativam a Sincronização, as configurações, os atalhos de site e os temas sincronizados com a Conta do Google são mantidos separados dos locais, ou seja, as configurações de quando eles estão desconectados ou quando a Sincronização está desativada. 
    • Isso permite um compartilhamento de dados estritamente menor do que antes: as configurações locais não são enviadas automaticamente quando os usuários fazem login ou ativam a sincronização, e nenhuma configuração do armazenamento da conta é deixada no dispositivo quando a sincronização é desativada.
    • As políticas do Chrome SyncDisabled e SyncTypesListDisabled continuam sendo aplicadas para que os administradores possam restringir ou desativar o recurso de sincronização, se quiserem.

    • Chrome 135 no Linux, MacOS e Windows

    

  • Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam "file://" back to top

    Conforme declarado na especificação WhatWG.org, hosts de URL não podem conter o caractere de espaço, mas a análise de URL no Chromium permite atualmente espaços no host.

    Isso faz com que o Chromium falhe em vários testes incluídos no HTTPS URLs for WebSocket da Interop2024 e áreas de foco de URL.

    Para que o Chromium atenda à especificação, gostaríamos de remover os espaços dos hosts de URL, mas a dificuldade é que eles são usados na parte do host em URLs file:// do Windows. Para saber mais, consulte a discussão no GitHub.

    Esse recurso vai fazer parte do nosso esforço contínuo para aproximar o Chromium da conformidade com as especificações, proibindo espaços apenas para URLs que não são de arquivos.

     
    • Chrome 135 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia

    

    

  • Os getters de informações de localidade Intl foram descontinuados back to top

    A API Intl Locale Info é uma proposta TC39 do ECMAScript de fase 3 para aprimorar o objeto Intl.Locale expondo informações de localidade, como dados de semana (primeiro dia da semana, dia de início do fim de semana, dia de término do fim de semana, dia mínimo da primeira semana) e ciclo de direção de texto por hora usado na localidade.

    Enviamos nossa implementação no Chrome 99 , mas depois a proposta fez algumas mudanças na fase 3 e moveu vários getters para funções. Precisamos remover os getters descontinuados e reiniciar as funções renomeadas.

     
    • Chrome 135 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Remover o substituto de SwiftShader back to top

    A permissão para fallback automático para o WebGL com suporte do SwiftShader foi descontinuada, e a criação de contexto do WebGL vai falhar em vez de retornar ao SwiftShader. Isso foi feito por dois motivos principais:

    1. O SwiftShader é um alto risco de segurança devido ao código JIT em execução no processo de GPU do Chromium.
    2. Os usuários têm uma experiência ruim ao alternar de um WebGL de alto desempenho com suporte de GPU para uma implementação com suporte de CPU. Os usuários não têm controle sobre esse comportamento, e é difícil descrevê-lo em relatórios de bugs.

    O SwiftShader é uma ferramenta útil para desenvolvedores da Web testarem sites em sistemas headless ou que não têm uma GPU compatível. Esse caso de uso ainda terá suporte, mas não é destinado à execução de conteúdo não confiável.

    Para ativar garantias de segurança mais baixas e permitir o SwiftShader para WebGL, inicie o executável do Chrome com a chave de linha de comando --enable-unsafe-swiftshader.

    Durante o período de descontinuação, um aviso vai aparecer no console JavaScript quando um contexto do WebGL for criado e respaldado pelo SwiftShader. A transmissão de --enable-unsafe-swiftshader removerá essa mensagem de aviso.

    O Chromium e outros navegadores não garantem a disponibilidade do WebGL. É possível testar e processar a falha de criação de contexto do WebGL e usar outras APIs da Web, como Canvas2D ou uma mensagem adequada para o usuário.

     
    • Chrome 135 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Migração da API Safe Browsing v4 para a v5 back to top

    As chamadas do Chrome para a API SafeBrowsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5.

    Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários.

     
    • Chrome 135 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows

    O lançamento será gradual.

    

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top

    Desde o Chrome 126, o Chrome começou oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    Os administradores podem usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabled, disponível no Chrome 125, para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativá-lo. Essa política vai estar disponível até o Chrome 136 e será removida no Chrome 137. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled até o Chrome 136 para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente.
    • Chrome 137 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled vai ser removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.   

     

     

    Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core

        

    • Novo app complementar do Chrome Enterprise back to top

      O app complementar do Chrome Enterprise é um novo binário administrativo que será instalado automaticamente com os navegadores Chrome inscritos no Chrome Enterprise Core ou no Chrome Enterprise Premium.  Ele foi criado para oferecer suporte a casos de uso, políticas e relatórios empresariais. 

      • Chrome 134 no Windows e macOS

     

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium

 

   

  • Refactor UX das regras da DLP back to top

    Nosso objetivo é criar uma interface mais fácil de usar e eficiente para regras de DLP específicas do Chrome. Isso envolve a reformulação do fluxo de trabalho de criação de regras no Admin Console para acomodar melhor os recursos de segurança atuais e futuros dos clientes do Chrome Enterprise Premium.

     
    • Chrome 134 no Windows, macOS e Linux
     

   

  • Prevenção contra captura de tela back to top

    Planejamos aprimorar o recurso de prevenção de capturas de tela atualizando o bloqueio de compartilhamento de tela para apps de reunião, como o Google Meet, o Zoom, o Teams e o Slack. Vamos aproveitar o lançamento dos controles de proteção de dados para adicionar recursos importantes e resolver lacunas e feedback dos usuários.

     
    • Chrome 134 no Windows e macOS
     

   

  • Filtragem de URL no iOS e Android back to top

    Vamos estender os recursos de filtragem de URLs das plataformas para computador e dispositivos móveis, permitindo que as organizações auditem, avisem ou bloqueiem o carregamento de determinados URLs ou categorias de URLs em navegadores Chrome gerenciados ou perfis de usuários gerenciados em dispositivos móveis. Isso inclui garantir que a funcionalidade funcione perfeitamente com o acesso baseado no contexto (CAA), que permite aos administradores definir políticas de acesso com base no contexto do usuário (por exemplo, função do usuário, local) e no estado do dispositivo (por exemplo, dispositivo gerenciado, conformidade com a segurança).

     
    • Chrome 135 no Android e iOS
     

   

  • Conector de geração de relatórios para dispositivos móveis back to top

    Estamos trabalhando para alcançar a paridade de recursos com a versão para computador, permitindo que as organizações monitorem e respondam a eventos de segurança em dispositivos móveis, como visitas a sites não seguros e possíveis tentativas de exfiltração de dados. Isso ajuda a garantir a segurança e a aplicação de políticas consistentes em diferentes plataformas.

     
    • Chrome 135 no Android e iOS
     

   

  • API Connectors back to top

    Planejamos simplificar o processo de configuração de conectores de segurança de terceiros e permitir que os provedores gerenciem as configurações diretamente na própria interface. O objetivo é facilitar a integração das ferramentas e serviços de segurança preferidos das organizações com o Chrome, melhorando a segurança e o gerenciamento em diferentes plataformas.

     
    • Chrome 135 no Windows, macOS, Linux e ChromeOS

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Resumo da versão do ChromeOS 133

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Processamento aprimorado de arquivos do Office para usuários gerenciados  
Definir o armazenamento em nuvem como a única opção de armazenamento de dados em dispositivos ChromeOS  
Teclas de retorno no ChromeOS    
Tour de boas-vindas aprimorado     
Política do ChromeOS para idiomas de teclado  
Atualização do idioma do Screencast    
Novo botão para ativar a super resolução do microfone Bluetooth    
Candidato à versão do ChromeOS LTS 132    
Monitoramento da integridade do quiosque    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Mudança no sinal de funcionamento do quiosque    
Apps Isolados da Web no modo quiosque do ChromeOS     
Migrar dados de alunos que estão se formando    
Política do ChromeOS para a longevidade da bateria    
Teclas lentas  
GIFs com Inserção multimídia    
Planos de fundo e segundo plano de IA    
Descontinuação da compatibilidade com apps do Chrome no ChromeOS  

 

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

Atualizações do ChromeOS

   

  • Melhoria no processamento de arquivos do Office para usuários gerenciados back to top

    A partir do ChromeOS 133, os usuários gerenciados podem abrir e editar arquivos do Microsoft Office (Word, PowerPoint e Excel) sem problemas, independentemente de usarem o Office para Web no Microsoft 365 ou no Google Workspace.

    As organizações que usam o Office para a Web se beneficiam da integração do OneDrive ao app Files, das integrações do sistema do Microsoft 365 PWA para uma experiência semelhante à área de trabalho, do SSO para todos os aplicativos necessários e dos controles avançados de política para pré-configuração.

    Para clientes do Google Workspace, a transição de arquivos locais para o Google Workspace é otimizada.

    Para mais informações, consulte Configurar o processamento de arquivos do Office para usuários gerenciados na Central de Ajuda do Chrome Enterprise e do Education.

    As novas políticas para o processamento de arquivos do Microsoft Office incluem:

   

   

  • Teclas de filtragem no ChromeOS back to top

    O recurso Teclas de filtragem é um recurso de acessibilidade desenvolvido para facilitar o uso do computador para pessoas com destreza limitada ou tremores. Ele funciona ignorando pressionamentos de tecla repetidos em um curto intervalo de tempo, que pode ser personalizado de acordo com suas necessidades. Isso evita que caracteres indesejados sejam inseridos devido a pressionamentos de tecla não intencionais.

     


     

   

  • Tour de boas-vindas aprimorado back to top

    Os novos usuários do ChromeOS agora recebem uma visita de boas-vindas imediatamente após a configuração do dispositivo. O Tour de boas-vindas é uma maneira interativa de os usuários aprenderem o básico e começarem a usar o novo Chromebook rapidamente.

   

  • Nova política do ChromeOS para idiomas de teclado back to top 

    Do ChromeOS 133 em diante, uma nova política AllowedInputMethodsForceEnabled permite que os administradores instalem automaticamente os idiomas de teclado definidos anteriormente por AllowedInputMethods. O usuário não pode adicionar ou remover idiomas de teclado selecionados quando a política está definida.

   

   

  • Novo botão para ativar a super resolução do microfone Bluetooth back to top

    O ChromeOS 133 adiciona um botão para controlar a superresolução do microfone Bluetooth. O botão é adicionado na página de configurações de áudio e só fica visível quando o recurso tem suporte e o dispositivo de entrada selecionado é um fone de ouvido Bluetooth.

       

   

   

  • Monitoramento de integridade para dispositivos de quiosque back to top

    O ChromeOS 133 melhora a latência de atualização de status para o monitoramento de integridade de dispositivos de quiosque. Em condições ideais, as atualizações de status dos dispositivos de quiosque agora são informadas em cerca de um minuto. O status off-line agora precisa ser enviado ou atualizado em até 11 minutos. Para mais informações, consulte Monitorar a integridade dos quiosques na Central de Ajuda do Chrome Enterprise e do Education.

 

Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no ChromeOS

   

  • Mudança no sinal de funcionamento do quiosque back to top 

    No verão passado, enviamos um aviso obrigatório de serviço para informar o cliente sobre a migração da API Kiosk Heartbeat, que precisa de uma atualização para o ChromeOS 126.

    Se sua organização estiver usando uma versão anterior ao ChromeOS 126, será necessário atualizar a frota de dispositivos. Essa mudança no sinal de funcionamento do quiosque exige uma atualização para o ChromeOS 126 ou o ChromeOS LTS 126 ou a versão estável atual do ChromeOS.

    • O que você precisa fazer?

    Ative a DeviceChromeVariation (valor: 0) para sua organização até que todos os dispositivos sejam atualizados para LTS132.

    Quando todos os dispositivos estiverem no LTS132,  o DeviceChromeVariation não será mais necessário e poderá ser alterado para qualquer valor.  

    • O que acontece quando a DeviceChromeVariation é desativada?

    Os dispositivos com versões do LTS anteriores à LTS132 vão continuar usando a infraestrutura antiga do sinal de funcionamento do quiosque até 7 de abril de 2025.

    A partir de 8 de abril de 2025, todos os dispositivos com versões LTS anteriores ao ChromeOS LTS 132 vão parar de enviar sinais de funcionamento do dispositivo.

   

  • Apps Isolados da Web no modo quiosque do ChromeOS back to top 

    No ChromeOS 134, o modo quiosque do ChromeOS vai oferecer suporte a Apps Isolados da Web, uma solução de app mais segura e versátil com acesso a integrações profundas do sistema e recursos avançados. Os administradores poderão configurar IWAs para implantações de quiosques e sinalização digital em dispositivos gerenciados pelo Chrome Enterprise⁠ no Admin Console⁠

   

  • Migrar dados de alunos que estão se formando back to top 

    A partir de março de 2025, a nova ferramenta de transferência de conteúdo vai orientar os alunos que estão se formando ou outros usuários gerenciados pelo Google for Education que queiram migrar os dados pelo processo atualizado do Google Takeout. Isso permite que eles levem o conteúdo dos apps Documentos, Planilhas, Apresentações e Gmail para uma conta do Gmail de sua escolha. 

    Com esse novo aplicativo, os administradores da escola podem fixar um ícone na prateleira, notificar estudantes e professores nos Chromebooks e definir datas para acionar essas notificações e incentivar o uso do processo de transferência de conteúdo.

     

   

  • Nova política do ChromeOS para a longevidade da bateria back to top 

    No ChromeOS 134, vamos lançar uma nova política de limite de carga da bateria que vai oferecer mais opções de otimização, o que vai ajudar a prolongar a vida útil dos Chromebooks. Os administradores ainda poderão definir um limite máximo de carga, com 100% como padrão, para minimizar a degradação da bateria e melhorar a confiabilidade a longo prazo. Essa nova política vai beneficiar administradores que gerenciam frotas de dispositivos, como em ambientes educacionais, e usuários individuais que buscam maximizar a longevidade do Chromebook. Essa política será aplicada automaticamente e não vai exigir interação do usuário.

   

  • Teclas lentas back to top 

    As teclas lentas são um recurso de acessibilidade projetado para ajudar pessoas com dificuldade de coordenação motora a digitar com mais precisão. Esse recurso é útil principalmente para pessoas com condições como tremores, artrite ou dormência nas pontas dos dedos, o que pode dificultar o pressionamento das teclas com precisão. O recurso Teclas lentas funciona introduzindo um atraso, exigindo que as teclas sejam pressionadas por um período determinado antes de serem registradas. Isso evita que teclas sejam pressionadas acidentalmente. 

   

  • GIFs com Inserção multimídia back to top 

    Em breve, a Inserção multimídia vai oferecer suporte à inserção direta de GIFs. Adicione GIFs rapidamente às suas mensagens e documentos sem sair do menu "Inserção multimídia". Para mais detalhes, consulte Usar a Inserção multimídia para adicionar e criar conteúdo.

   

  • Planos de fundo e segundo plano de IA back to top 

    A partir do ChromeOS 135, planejamos lançar planos de fundo de videoconferência e de tela de bloqueio com IA generativa em alta resolução no ChromeOS. Com esse recurso, você pode liberar todo o potencial criativo e transformar o Chromebook em uma tela de expressão pessoal. Escolha entre uma variedade de modelos e, com apenas alguns cliques, personalize o Chromebook com sua personalidade, humor ou interesses. 

    Duas novas políticas estarão disponíveis para controlar esses recursos: GenAIVcBackgroundSettings e GenAIVcBackgroundSettings. Esse recurso só vai estar disponível em dispositivos Chromebook Plus.

   

  • Compatibilidade com apps do Chrome descontinuado no ChromeOS back to top 

    Em 2016, anunciamos a descontinuação dos apps do Chrome em favor dos apps da Web. Em 2021, anunciamos no blog do Chromium que a compatibilidade com apps do Chrome para clientes e desenvolvedores do ChromeOS Enterprise e Education seria estendido até pelo menos janeiro de 2025. Como a maioria dos nossos clientes migrou dos apps do Chrome (incluindo apps empacotados legados (v1) e apps hospedados), podemos confirmar as seguintes atualizações sobre as datas de descontinuação dos apps do Chrome.

     

    • Julho de 2025: fim da compatibilidade com apps do Chrome instalados pelo usuário (programado para o ChromeOS M138).
      • Os apps do Chrome que forem instalados à força pelo Admin Console vão continuar sendo compatíveis.
    • Julho de 2026: a última versão do ChromeOS compatível com apps do Chrome no modo quiosque (programada para o ChromeOS M150).
      • Os dispositivos no canal LTS com apps do Chrome no modo quiosque vão receber suporte até abril de 2027.
    • Fevereiro de 2028: a última versão do ChromeOS compatível com apps do Chrome (programada para o ChromeOS M168), que marca o fim da vida útil de todos os apps Chrome.
      • Os dispositivos no canal LTS podem continuar usando os apps do Chrome até outubro de 2028.
      • Não haverá exceções.

    Esses cronogramas de descontinuação também se aplicam aos apps do Chrome auto-hospedados.

    Embora não seja possível adicionar novos apps do Chrome à Chrome Web Store, os apps atuais podem continuar sendo atualizados até outubro de 2028, quando vão atingir o fim da vida útil no ChromeOS. Após essa data, os apps do Chrome serão removidos da Chrome Web Store.

    Se sua organização tiver desenvolvido apps do Chrome internamente e você precisar de ajuda, consulte o guia Transição dos apps do Chrome. Você também pode participar da comunidade de desenvolvedores do ChromeOS no Discord ou entrar em contato conosco pelo formulário em https://chromeos.dev/work-with-us. Consulte a programação de lançamentos do ChromeOS para conferir as datas de lançamento e as atualizações.

    Nas próximas semanas, mais informações detalhadas serão enviadas a todos os desenvolvedores de apps para o Chrome e administradores do ChromeOS.

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Chrome 132

Resumo da versão do Chrome 132

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Pesquisar com o Google Lens    
Serviço de rede no sandbox do Windows    
Assinaturas de código ad-hoc para shims de Apps Web Progressivos no macOS    
Upload em lote    
Atualizações do fluxo de trabalho da exoneração de responsabilidade dos conectores    
O DownloadRestrictions é mais rigoroso em relação às restrições de tipo de arquivo    
Atualizações no modelo de identidade para computador    
Modo de priorização de HTTPS para usuários normalmente seguros    
Chaves de acesso no iOS  
Movimentação de alternância de vazamento de senha    
Remoção do headless antigo do binário do Chrome    
Remover a política ThirdPartyBlockingEnabled    
Remoção de política corporativa usada para o comportamento de mesmo site legado    
Suporte a URLs de esquema não especial    
Traduzir para a Pesquisa com o Google Lens    
Captura de links do usuário em PWAs  
Contêineres de rolagem com foco no teclado    
Remover APIs de tela cheia prefixadas de HTMLVideoElement    
Lançar uma exceção para pop-ups ou caixas de diálogo em documentos não ativos    
Novas políticas no navegador Chrome    
Políticas removidas do navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Chrome Web Store personalizada para empresas  
Novos recursos de gerenciamento de usuários do Chrome no Admin Console    
Copiar condições de origem na regra de colagem da DLP do Chrome    
Geração de insights para avisos e erros do console do Chrome DevTools    
Certificação de administrador profissional do Chrome Enterprise    
Certificados raiz do servidor para o Chrome Enterprise  
Relatório de tecnologia legada    
Políticas recomendadas (o usuário pode substituir um valor da política)  
Lista de navegadores gerenciados atualizada: atividade mais recente do Google Update    
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Criptografia de download de arquivos para regras da DLP    
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://    
Ler em voz alta no Modo de leitura no Chrome 133    
Congelamento de guias na Economia de energia    
Descontinuação de getters de informações de localidade internacional    
Melhorias no posicionamento do invocador de pop-up e da âncora    
Remoção do acionamento da página de boas-vindas do Chrome nas guias de execução inicial de preferências    
Remover restrições de áudio não padrão do getUserMedia    
Remover o substituto do SwiftShader    
Painel "Privacidade e segurança" no Chrome DevTools  
A Sincronização do Chrome não vai mais ser compatível com versões do Chrome com mais de quatro anos    
Configuração de segurança do V8    
Nova opção na política HttpsOnlyMode  
Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5    
Particionamento de URL de blobs: busca ou navegação    
O script SharedWorker herda o controlador do URL do script do blob    
Descontinuar os eventos de mutação    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Como personalizar perfis gerenciados com logotipo e rótulo personalizados  
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Novo app complementar do Chrome Enterprise  
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Prevenção contra captura de tela V2     
Filtragem de URL no iOS/Android    
Conector de relatórios para dispositivos móveis    
Refactor UX das regras da DLP     
API Connectors    

 

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas ficará pronta em uma a duas semanas.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

Mudanças no navegador Chrome

 

   

  • Pesquisar com o Google Lens back to top

    No Chrome 132, começamos a lançar esse recurso aprimorado em todas as plataformas. Os administradores podem controlar todos os elementos desse recurso com uma política chamada LensOverlaySettings. Para realizar a pesquisa, uma captura de tela é enviada aos servidores do Google, mas não está vinculada a IDs ou contas, não é visualizada por humanos e os dados sobre o conteúdo não são registrados. Para contextualizar a pesquisa no documento ou site que o usuário está visualizando, os bytes do PDF ou o HTML do site são enviados aos servidores do Google, mas não estão vinculados a IDs ou contas, não são acessíveis por humanos e os dados gerados sobre o conteúdo não são registrados.

     

    Computador

    Desde o Chrome 126, os usuários podem pesquisar com o Google Lens qualquer imagem ou texto que aparecer na tela do computador. Para usar esse recurso, acesse um site e clique no ícone do Google Lens na omnibox em foco ou clique com o botão direito do mouse em uma imagem e selecione Pesquisar com o Google Lens. Os usuários podem selecionar qualquer lugar da tela para pesquisar o conteúdo e refinar a pesquisa adicionando perguntas à caixa de pesquisa. A partir do Chrome 132, os usuários também podem fazer perguntas sobre páginas da Web ou documentos PDF inteiros, e as respostas vão fazer referência ao documento atual e à Web. Para usar esse recurso, invoque a Pesquisa com o Google Lens conforme descrito acima e insira consultas na caixa de pesquisa no canto superior direito da janela do Chrome. Um painel lateral será aberto no lado direito da janela do navegador com os resultados da pesquisa. 

     

    iOS

    Desde o Chrome 131, os usuários podem pesquisar com o Google Lens qualquer imagem ou texto que aparecer na tela do Chrome para iOS. Para usar esse recurso, acesse um site e clique no menu de três pontos > Pesquisar com o Google Lens. Os usuários podem clicar, destacar ou arrastar em qualquer lugar da tela para pesquisar o conteúdo e refinar a pesquisa adicionando palavras-chave ou perguntas à caixa de pesquisa.

     

    Detalhes do lançamento:

    • Chrome 126 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento do recurso para 1% do Stable
    • Chrome 127 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento para 100% do Stable
    • Chrome 131 no iOS: lançamento do recurso para 1% do Stable
    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento do recurso expandido para 1% do Stable
       

   

  • Serviço de rede colocado no sandbox do Windows back to top  

    Para melhorar a segurança e a confiabilidade, o serviço de rede, que já está em execução no próprio processo, agora é colocado no sandbox do Windows. Assim, os códigos de terceiros que adulteram o serviço de rede hoje não vão mais poder fazer isso. Podem ocorrer problemas na interoperabilidade com o software que injeta códigos no espaço de processo do Chrome, como o software Prevenção contra perda de dados. Para desativar o sandbox em caso de incompatibilidade, use a política NetworkServiceSandboxEnabled. Para testar o sandbox no seu ambiente, siga estas instruções.

    Informe os problemas que encontrar.

     
    • Chrome 132 no Windows
      Serviço de rede no sandbox do Windows
       

   

  • Assinaturas de código ad-hoc para shims de Apps Web Progressivos no macOS back to top  

    Os shims de aplicativo criados ao instalar um App Web Progressivo no macOS vão passar a usar assinaturas de código ad hoc, criadas quando o aplicativo é instalado. A assinatura do código é usada pelo macOS como parte da identidade do aplicativo. Com essas assinaturas ad hoc, cada shim de app PWA tem uma identidade exclusiva para o macOS. Antes, cada PWA parecia o mesmo aplicativo para o macOS.

    Essa atualização resolve problemas ao tentar incluir vários apps da Web progressivos no painel de preferências Open at Login do macOS e permite melhorias futuras para o processamento de notificações do usuário em PWAs no macOS.

    Os administradores precisam testar a compatibilidade com qualquer ferramenta de segurança de endpoint ou autorização binária que eles usam (como o Santa). O recurso pode ser ativado para esse teste em chrome://flags/#use-adhoc-signing-for-web-app-shims. Em seguida, eles podem instalar um App Web Progressivo e garantir que ele seja iniciado conforme o esperado.

    Se houver uma incompatibilidade entre o recurso e as políticas de segurança atuais, a política corporativa AdHocCodeSigningForPWAsEnabled pode ser usada para desativar o recurso enquanto uma política de segurança de endpoint atualizada é implantada. A política corporativa deve ser usada para desativar o recurso apenas até que as políticas de segurança do endpoint sejam atualizadas, momento em que ela precisa ser desativada.

     
    • Chrome 129 no macOS
      o recurso foi desativado por uma flag (chrome://flags/#use-adhoc-signing-for-web-app-shims) para que as empresas possam testar a compatibilidade com as ferramentas de segurança de endpoint, como o Santa. Se não for compatível no momento, o recurso poderá ser desativado pela política corporativa enquanto as configurações de segurança do endpoint são atualizadas. A política corporativa é usada para desativar o recurso somente até que as políticas de segurança do endpoint sejam atualizadas.
    • Chrome 132 no macOS
      O recurso vai começar a ser lançado para a versão estável, começando com 1%.
       

   

  • Upload em lote back to top

    Desde o Chrome 128, os usuários têm acesso às senhas e aos endereços da Conta do Google no momento do login, além das formas de pagamento, que já eram um recurso de login. Esses tipos de dados têm dois armazenamentos distintos: local e conta. Com o Chrome 132, os usuários têm a oportunidade de fazer o upload de todos os dados locais que tiverem para a Conta do Google. Esse recurso vai ser disponibilizado primeiro para senhas e endereços e será expandido para incluir outros tipos de dados no futuro.

    A política SyncTypesListDisabled se aplica igualmente à sincronização e ao upload de dados. Portanto, se as senhas ou os endereços estiverem desativados, eles não serão disponibilizados para upload no carregador em lote.

     
    • Chrome 132 no Linux, macOS e Windows
     

       

   

  • Atualizações do fluxo de trabalho da exoneração de responsabilidade dos conectores back to top

    Atualizamos os Termos de Serviço do Chrome Enterprise Core para incluir uma seção sobre o compartilhamento de dados de terceiros. Essas atualizações melhoram o fluxo de inscrição para os conectores Enterprise do navegador Chrome.

     
    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows

   

  • O DownloadRestrictions é mais rigoroso em relação às restrições de tipo de arquivo back to top

    É possível controlar os downloads na sua organização usando a política DownloadRestrictions, com opções para selecionar um nível adequado de restrições de tipo de arquivo:

    0 = Nenhuma restrição especial. Padrão.
    1 = Bloquear downloads maliciosos e tipos de arquivo perigosos.
    2 = Bloquear downloads maliciosos, incomuns ou indesejados e tipos de arquivo perigosos.
    3 = Bloquear todos os downloads.
    4 = Bloquear downloads maliciosos. Recomendado.

    Quando o valor da opção for 1, isso significa que:
    • O navegador Chrome bloqueia arquivos maliciosos sinalizados pelo servidor da Navegação segura E bloqueia todos os tipos de arquivo perigosos. Recomendado apenas para UOs, navegadores ou usuários com alta tolerância a falsos positivos.

    Quando o valor da opção = 2, isso significa que:

    • O navegador Chrome bloqueia arquivos maliciosos sinalizados pelo servidor da Navegação segura E bloqueia arquivos incomuns ou indesejados sinalizados pelo servidor da Navegação segura E também bloqueia todos os tipos de arquivo perigosos. Recomendado apenas para UOs, navegadores ou usuários com alta tolerância a falsos positivos.

    Antes, o bloqueio de tipos de arquivo perigosos não era aplicado corretamente pelo Chrome. Isso foi corrigido. Isso significa, no entanto, que a política agora é muito mais rigorosa em relação a determinados tipos de arquivos que podem ser perigosos para o usuário, como arquivos .exe ou .msi no Windows. Se isso causar muitos falsos positivos, deixe a política indefinida ou defina o valor dela como 4.

    • Chrome 132 no Windows

   

  • Atualizações no modelo de identidade do Chrome no computador back to top

    Em vez de configurar a sincronização do Chrome no seu dispositivo, agora você só precisa fazer login no Chrome para acessar e salvar itens na sua Conta do Google. Esse novo modelo de identidade no computador também inclui um login explícito no Chrome a partir de um login na Web.

    Fazer login na Web (usando o Gmail) solicita que os usuários façam login no Chrome. Se a pessoa recusar, ela não vai fazer login no Chrome, apenas na Web.

    • Se aceitarem, o gerenciamento de perfil (políticas baseadas no usuário), pagamentos (já disponíveis hoje), senhas, endereços, favoritos*, extensões*, preferências do mecanismo de pesquisa*, temas* e PWAs* serão ativados.
    • Se o usuário recusar, o Chrome ainda poderá usar as credenciais de login para facilitar o login com um clique no Chrome. 
    • Por enquanto, a sincronização do histórico, das guias abertas e dos grupos de guias ainda está disponível com uma ativação separada.
    • Credenciais invalidadas (por exemplo, desativação remota ou desativação na Web) colocam o Chrome em um estado "pendente", anteriormente "sincronização pausada". Os dados de preenchimento automático não estarão disponíveis na Conta do Google do usuário. Os usuários nesse estado vão receber a mensagem "Verifique se é você" na barra de ferramentas do Chrome.
     

    *Esses tipos de dados serão ativados após o login (em vez de ativar a sincronização) nos próximos marcos do Chrome.

    As interceptações de login na Web podem ser controladas usando a política SigninInterceptionEnabled. Para mais detalhes, consulte Forçar os usuários a criar um perfil separado.

     
    • Chrome 132 no Linux, macOS e Windows : início do lançamento
       
     

       

   

  • Modo de priorização de HTTPS para usuários geralmente seguros back to top

    O modo de priorização de HTTPS (HFM) ativa uma experiência padrão de HTTPS no Chrome, fazendo o upgrade automático de sites para HTTPS. Se um site não for compatível com HTTPS, o HFM vai mostrar um aviso antes de carregar a versão HTTP. O HFM melhora significativamente as garantias de segurança do HTTPS, impedindo o carregamento de URLs HTTP sem a aprovação explícita do usuário.

    A HFM para usuários normalmente seguros (este recurso) é uma heurística que pode ativar automaticamente a HFM para o usuário se ele tiver um padrão de navegação normalmente seguro. Normalmente, o padrão de navegação segura é determinado mantendo o controle de falhas de atualização do HTTPS (upgrades do HTTPS com falha, que seriam intersticiais de HFM se o usuário tivesse ativado o HFM manualmente) e alguns outros fatores, como idade do perfil e pontuação geral de engajamento do site.

    Se esses indicadores indicarem que o usuário visita principalmente sites seguros, a heurística vai ativar automaticamente a configuração de HFM. Os intersticiais de HFM causados por essa heurística vão mostrar uma mensagem personalizada. O usuário pode desativar a HFM simplesmente desativando a configuração da interface, e a heurística nunca será ativada novamente.

    É possível controlar isso usando as políticas corporativas HttpsOnlyMode e HttpAllowlist.

     
    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia
       

   

  • Chaves de acesso no iOS back to top

    As chaves de acesso são uma alternativa mais segura às senhas. Ao contrário das senhas, que podem ser alvo de phishing ou adivinhadas, as chaves de acesso permitem que os usuários se autentiquem em sites e apps usando criptografia de chave pública, conforme definido no padrão WebAuthn.

    As chaves de acesso do Gerenciador de senhas do Google já estão disponíveis no Chrome em outras plataformas. Com esse lançamento, elas chegam à plataforma iOS com melhorias na extensão do provedor de credenciais do Chrome ("Senhas em outros apps"). Com a extensão, as chaves de acesso do Gerenciador de senhas do Google podem ser usadas para fazer login em páginas do Chrome e de outros navegadores, além de apps nativos.

    As chaves de acesso são salvas na Conta do Google de um usuário e ficam disponíveis sempre que ele faz login no Chrome. Políticas corporativas relevantes, como BrowserSignin, SyncTypesListDisabled e PasswordManagerEnabled, vão continuar funcionando como antes e podem ser usadas para configurar se os usuários podem usar e salvar senhas na Conta do Google.

     
    • Chrome 132 no iOS
       

   

  • Mover a chave de vazamento de senha back to top

    O botão PasswordLeakDetectionEnabled, que originalmente estava em chrome://settings/security, está sendo movido do cabeçalho "Proteção padrão" para a seção Avançado

    Esse recurso também remove a dependência de PasswordLeakDetectionEnabled no status de Navegação segura do usuário. Antes, um usuário que não tinha proteção ou Navegação segura não recebia a funcionalidade PasswordLeakDetectionEnabled. Agora, o usuário pode escolher se quer ativar a opção PasswordLeakDetectionEnabled, independente do nível de proteção da Navegação segura.

     
    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia
       

   

  • Remoção do headless antigo do binário do Chrome back to top

    A execução do Chrome com `--headless=old` não inicia mais o modo headless antigo. Em vez disso, a seguinte mensagem de registro é exibida:

    O modo headless antigo foi removido do binário do Chrome. É possível usar o novo modo headless ou o chrome-headless-shell, que é uma implementação independente do antigo modo headless.

     
    • Chrome 132 no Linux, macOS e Windows
       

   

   

   

  • Suporte a URLs de esquema não especial back to top

    O Chrome 130 oferece suporte a URLs de esquema não especial, por exemplo, git://example.com/path. Antes, o analisador de URLs do Chromium não oferecia suporte a URLs não especiais. Ele analisava URLs não especiais como se tivessem um caminho opaco, que não está alinhado com o padrão de URL. Agora, o analisador de URL do Chromium analisa URLs não especiais corretamente, seguindo o padrão de URL. Para mais detalhes, consulte http://bit.ly/url-non-special

     
    • Chrome 130 no Windows, MacOS, Linux e Android
    • Chrome 132 no Windows, macOS, Linux e Android
    • Chrome 134 no Windows, macOS, Linux e Android: a flag de recurso está sendo removida
       

   

  • Traduzir para a Pesquisa com o Google Lens back to top

    Os recursos de tradução de realidade aumentada (RA) estão sendo implementados no recurso Pesquisar com o Google Lens. A política corporativa LensOverlaySettings está em vigor, permitindo que você ative ou desative o recurso.

     
    • Chrome 131 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows
      O recurso de tradução foi introduzido no Chrome 131. No Chrome 132, o recurso de tradução está sendo expandido com suporte a mais idiomas.
       

   

  • Captura de links do usuário em PWAs back to top

    Os links da Web direcionam automaticamente os usuários para os apps instalados. Para que os apps instalados tenham o comportamento que os usuários esperam, o Chrome vai facilitar a alternância entre o navegador e os apps da Web instalados. Quando o usuário clica em um link que pode ser acessado por um app da Web instalado, o Chrome adiciona um ícone à barra de endereço para sugerir o uso do app. Quando o usuário clica no ícone, o app é iniciado diretamente ou uma grade de apps compatíveis com esse link é aberta. Para alguns usuários, clicar em um link sempre abre o app automaticamente.
    Para alguns usuários, o link sempre é aberto em um PWA instalado, enquanto outros usuários veem o link aberto em uma nova guia com um ícone na barra de endereço, e clicar no ícone inicia o app. Uma flag está disponível para controlar esse recurso: chrome://flags/#enable-user-link-capturing-pwa.

     
    • Chrome 132 no Linux, macOS e Windows
      Vamos lançar 100% do Stable com um padrão ativado (sempre iniciar apps após cliques no link) ou desativado (sempre aberto em uma guia, só iniciar se o usuário clicar no ícone na barra de endereço).
     

       

   

  • Contêineres de rolagem com foco no teclado back to top

    Melhora a acessibilidade tornando os contêineres de rolagem focalizáveis usando a navegação de foco sequencial. Atualmente, a tecla Tab não foca os contêineres, a menos que tabIndex seja definido explicitamente como 0 ou mais.

    Com os contêineres focalizáveis por padrão, os usuários que não podem (ou não querem) usar um mouse podem focar o conteúdo recortado usando as teclas Tab e de seta do teclado. Esse comportamento será ativado somente se o contêiner de rolagem não tiver filhos que podem ser focados pelo teclado. Essa lógica é necessária para não causar regressões nos elementos focalizáveis que podem existir em um controle de rolagem como <textarea>.

     

    Observação: o lançamento anterior desse recurso (iniciado no Chrome 127 e depois no Chrome 130) foi interrompido devido a uma regressão de acessibilidade, que será corrigida na implementação do Chrome 132.

     
    • Chrome 132 no Windows, macOS, Linux e Android
       

   

  • Remover APIs de tela cheia prefixadas de HTMLVideoElement back to top

    As APIs de tela cheia específicas de HTMLVideoElement com prefixo foram descontinuadas desde o Chrome 38. Elas foram substituídas pela API Element.requestFullscreen(), que foi lançada sem prefixo no Chrome 71, em 2018. Em 2024, a maioria dos navegadores já oferece suporte a APIs sem prefixo há alguns anos.

    Esse recurso rastreia a remoção das seguintes APIs do HTMLVideoElement:

    - booleano do atributo readonly webkitSupportsFullscreen;

    - booleano do atributo readonly webkitDisplayingFullscreen;

    - void webkitEnterFullscreen();

    - void webkitExitFullscreen();

    // Observe a diferenciação entre letras maiúsculas e minúsculas na palavra "FullScreen".

    - void webkitEnterFullScreen(); 

    - void webkitExitFullScreen();

     

    Esses métodos agora são apenas alias para a API moderna. O uso deles diminuiu constantemente ao longo dos anos.

     
    • Chrome 132 no Windows, macOS, Linux e Android
       

   

  • Gerar exceção para pop-ups ou caixas de diálogo em documentos não ativos back to top

    Essa é uma mudança de caso extremo que não afeta os desenvolvedores. Antes, chamar "showPopover()" ou "showModal()" em um pop-up ou caixa de diálogo que fica em um documento inativo falhava silenciosamente. Isso significa que nenhuma exceção seria gerada, mas, como o documento está inativo, nenhum pop-up ou caixa de diálogo seria mostrado. Agora essas situações geram InvalidStateError. Para mais informações, consulte a solicitação de envio relevante da especificação no GitHub.

    • Chrome 132 no Windows, macOS, Linux e Android
     

   

   

   

Mudanças no Chrome Enterprise Core

   

  • Chrome Web Store personalizada para empresas back to top

    Os administradores podem aproveitar novas configurações para personalizar a Chrome Web Store para os usuários gerenciados, incluindo a capacidade de:

    • Adicionar logotipos da empresa
    • Adicionar banners principais e avisos personalizados
    • Criar coleções de extensões
    • Ocultar categorias de extensões

    Essas configurações podem ser configuradas pelo Admin Console (saiba mais) e estão disponíveis para todos os usuários gerenciados que fizeram login (usuários que fizeram login na Chrome Web Store com uma Conta do Google gerenciada). 

    Além disso, todos os usuários gerenciados que fizerem login na Chrome Web Store vão notar as seguintes mudanças:

    • Novas tags para itens "Bloqueado pelo administrador" ao pesquisar um item
    • Pesquisa de itens de domínios privados e recursos de filtragem avançada
    • Os itens particulares e recomendados são realocados para a guia "Extensões"

    A compatibilidade com navegadores registrados (sem a necessidade de fazer login) será oferecida no final de 2025.

     
    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
     

       

   

  • Novos recursos de gerenciamento de usuários do Chrome no Admin Console back to top

    Agora os administradores podem ter mais visibilidade dos perfis de usuários do Chrome na organização com uma nova lista de perfis e recursos de relatórios para Contas do Google com login. Essa visualização centralizada no Google Admin Console oferece relatórios detalhados sobre os perfis de usuários na sua organização, incluindo informações do perfil, versão do navegador, políticas aplicadas e extensões instaladas. Saiba mais em Acessar detalhes do perfil do navegador Chrome

    Para começar, os administradores de TI podem ativar a nova política de relatórios de perfil gerenciado do Chrome para conferir as informações de relatórios sobre os perfis gerenciados. 

     
    • Chrome 132 no Android, Linux, macOS e Windows
     

       

   

  • Copiar condições de origem na regra de colagem da DLP do Chrome back to top

    Neste recurso, estamos adicionando condições de origem da cópia, ou seja, URL de origem, categoria do URL de origem e contexto do Chrome de origem na regra de acionamento de colagem para todos os clientes. Os administradores agora podem criar regras de colagem usando a política OnBulkDataEntryEnterpriseConnector, com condições que correspondem ao local de onde os dados ou o texto colado são copiados. 

    Confira mais detalhes em Usar o Chrome Enterprise Premium para integrar a DLP ao Chrome.

     
    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows
      Neste lançamento, estamos adicionando condições de origem de cópia, ou seja, a categoria de URL de origem e o contexto do Chrome de origem na regra de acionamento de colagem para todos os clientes.  Os administradores poderão criar regras de colagem (política) com condições que correspondem ao local de onde os dados/texto estão sendo copiados.
     

       

   

  • Geração de insights para avisos e erros do console do Chrome DevTools back to top

    Um novo recurso de IA generativa (GenAI) está disponível para usuários não gerenciados: gerar insights sobre avisos e erros do console do Chrome DevTools.

    Esses insights oferecem uma descrição personalizada e sugestões de correção para os erros e avisos selecionados. Inicialmente, esse recurso está disponível apenas para usuários maiores de 18 anos em inglês. Os administradores podem controlar esse recurso com a política DevToolsGenAiSettings.

    • Chrome 125 no ChromeOS, Linux, Mac e Windows
      o recurso foi disponibilizado para usuários não gerenciados em todo o mundo, exceto Europa, Rússia e China.
    • Chrome 127 no ChromeOS, Linux, Mac e Windows
      o recurso é disponibilizado para usuários gerenciados do Chrome Enterprise e do Education nas regiões disponíveis.

    • Chrome 131 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows No Chrome 131, um novo recurso de IA generativa (GenIA) está disponível para usuários gerenciados: um painel dedicado de Assistência de IA no Chrome DevTools que ajuda o operador humano a investigar e corrigir desafios de estilo e depurar o CSS.
    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows
      O painel de Assistência de IA agora pode explicar recursos nos painéis "Performance", "Origens" e "Network", além ainda contar com suporte para depuração de estilo
       

   

  • Certificação profissional de administrador do Chrome Enterprise back to top

    Para as organizações que usam o Chrome Enterprise Core, oferecemos uma nova oportunidade de certificação: a Certificação Profissional de Administrador do Chrome Enterprise. Esta certificação foi criada para validar sua experiência em gerenciar ambientes de navegadores Chrome Enterprise, com foco no uso do Chrome Enterprise Core para implementar políticas, estabelecer controles e analisar relatórios.

    O exame foi criado para administradores do Chrome Enterprise com pelo menos um ano de experiência em gerenciamento de aplicativos, políticas e endpoints. Ele tem duração de duas horas e consiste em cerca de 70 perguntas de múltipla escolha. O exame avalia sua familiaridade com soluções locais e baseadas na nuvem para gerenciar, manter, resolver problemas, proteger e integrar serviços relacionados ao Chrome.

    O Google está isentando a taxa de US$ 125 do exame até março de 2025, e os administradores agora podem fazer o exame de certificação de administrador profissional do Chrome Enterprise gratuitamente.

     
    • Chrome 132 no Android, iOS e ChromeOS
       

   

  • Certificados raiz do servidor para o Chrome Enterprise back to top

    O Chrome 132 adiciona a capacidade de clientes corporativos ou parceiros implantar certificados raiz do servidor ou pontos de confiança personalizados na loja raiz do Chrome em navegadores totalmente gerenciados pelo Gerenciamento na Nuvem do Chrome Browser ou em perfis gerenciados do Chrome em dispositivos gerenciados ou não gerenciados.

     
    • Chrome 132 no Linux, macOS e Windows
       

   

  • Relatório de tecnologia legada back to top

    O Relatório de tecnologia legada permite que os administradores de TI tenham visibilidade sobre sites (internos e externos) que usam tecnologias descontinuadas ou que serão descontinuadas em breve (por exemplo, mudanças de propriedade do CSS ou protocolos de segurança mais antigos, como TLS 1.0 e 1.1). Esse lançamento está disponível no Google Admin Console para todos os clientes do Chrome Enterprise Core. Para mais detalhes, consulte Conferir detalhes de uso da tecnologia legada.

    Isso dá aos administradores de TI a oportunidade de trabalhar com os desenvolvedores para planejar proativamente as migrações técnicas antes que a descontinuação entre em vigor.

     
    • Chrome 132 no Linux, macOS e Windows
     

       

   

   

  • Lista de navegadores gerenciados atualizada: atividade mais recente do Google Update back to top

    O Chrome Enterprise Core vai adicionar a coluna Atividade mais recente do Google Update à lista de navegadores gerenciados. A Atividade mais recente do Google Update representa a última vez que o serviço do Google Updater interagiu com um navegador gerenciado.

     
    • Chrome 132 no Linux, macOS e Windows
       
     

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

   

   

  • Criptografia de download de arquivos para regras de DLP back to top

    Quando uma regra de Prevenção contra perda de dados (DLP) de um arquivo transferido é acionada, o arquivo é criptografado imediatamente para garantir que os usuários finais não possam acessá-lo quando um veredito for retornado. Isso significa que os usuários não podem mais ignorar a regra movendo ou renomeando o arquivo. 

    Esse recurso é restrito pela política OnFileDownloadedEnterpriseConnector e só está disponível para usuários do Chrome Enterprise Premium.

     
    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows

 

Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome

 

    

  • Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam "file://" back to top

    Conforme declarado na especificação WhatWG.org, hosts de URL não podem conter o caractere de espaço, mas a análise de URL no Chromium permite atualmente espaços no host.

    Isso faz com que o Chromium falhe em vários testes incluídos no HTTPS URLs for WebSocket da Interop2024 e áreas de foco de URL.

    Para que o Chromium atenda à especificação, gostaríamos de remover os espaços dos hosts de URL, mas a dificuldade é que eles são usados na parte do host em URLs file:// do Windows (consulte a discussão no GitHub).

    Esse recurso vai fazer parte do nosso esforço contínuo para aproximar o Chromium da conformidade com as especificações, proibindo espaços apenas para URLs que não são de arquivos.

     
    • Chrome 133 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia
       

    

  • Ler em voz alta no Modo de leitura no Chrome 133 back to top

    O Modo de leitura é um recurso do painel lateral que oferece uma visualização simplificada de páginas da Web com muito texto. O Modo de leitura agora inclui o recurso "Ler em voz alta", que permite que os usuários ouçam o texto que estão lendo em voz alta. Os usuários poderão escolher diferentes vozes e velocidades naturais e conferir destaques visuais.

     
    • Chrome 133 no Linux, macOS e Windows
       

    

  • Congelamento de guias na economia de energia back to top

    Quando a Economia de energia está ativa, o Chrome congela uma guia que ficou oculta e em silêncio por mais de 5 minutos e usa muita CPU, a menos que:

    • a guia ofereça funcionalidade de conferência de áudio ou vídeo, detectada por microfone, câmera ou captura de tela, janela ou guia, ou uma RTCPeerConnection com um RTCDataChannel aberto ou uma MediaStreamTrack ao vivo;
    • a guia controla um dispositivo externo detectado pelo uso de Web USB, Web Bluetooth, Web HID ou Web Serial.

    Isso vai prolongar a duração da bateria e acelerar o Chrome, reduzindo o uso da CPU.
    O recurso pode ser testado no Chrome 131 em chrome://flags/#freezing-on-energy-saver. Como alternativa, é possível testar com chrome://flags/#freezing-on-energy-saver-testing, que simula que o modo de economia de energia está ativo e que todas as guias usam muita CPU. Isso permite verificar se as guias estão qualificadas para congelamento e se elas seriam congeladas se usassem muita CPU.

     
    • A disponibilidade do modo Economia de bateria pode ser controlada pela política BatterySaverModeAvailability. Essa mudança não tem efeito quando o modo Economia de bateria está inativo.
    • Chrome 133 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows
      O recurso vai começar a ser lançado para 1% do Stable no Chrome 133.
     

    

  • Os getters de informações de localidade Intl foram descontinuados back to top

    A API Intl Locale Info é uma proposta TC39 do ECMAScript de fase 3 para aprimorar o objeto Intl.Locale expondo informações de localidade, como dados de semana (primeiro dia da semana, dia de início do fim de semana, dia de término do fim de semana, dia mínimo da primeira semana) e ciclo de direção de texto por hora usado na localidade.

    Enviamos nossa implementação no Chrome 99 , mas depois a proposta fez algumas mudanças na fase 3 e moveu vários getters para funções. Precisamos remover os getters descontinuados e reiniciar as funções renomeadas.

     
    • Chrome 133 no Windows, MacOS, Linux e Android
       

    

  • Melhorias no posicionamento de invocação e âncora de pop-up back to top

    Esta atualização representa o seguinte conjunto relacionado de mudanças, que foram resolvidas  e lançadas 

    1. Adicionar uma maneira imperativa de definir relações de invocação entre popovers: 

        popover.showPopover({source})

    2. As relações de invocação criam referências de elementos de âncora implícita.

     
    • Chrome 133 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia
     

    

  • A página de boas-vindas do Chrome não é mais acionada pelas guias de execução inicial dos ajustes back to top

    A inclusão de chrome://welcome na propriedade first_run_tabs do arquivo initial_preferences não terá mais efeito. Ela foi removida porque é redundante com a experiência de primeira execução que é acionada em plataformas de computador.

    Para mais detalhes sobre o contexto do arquivo initial_preferences, consulte Configurar outras preferências.

     
    • Chrome 133 no Windows, macOS e Linux
     

    

  • Remover restrições de áudio não padrão de getUserMedia back to top

    O Blink é compatível com várias restrições não padrão com prefixo goog para getUserMedia desde algum tempo antes de as restrições serem padronizadas corretamente. 

    O uso diminuiu significativamente de ~0,000001% para 0,0009% (dependendo da restrição), e algumas delas nem têm efeito devido a mudanças na pilha de captura de áudio do Chromium. Em breve, nenhuma delas vai ter efeito devido a outras mudanças futuras.

    Não esperamos nenhuma regressão importante devido a essa mudança. Os apps que usam essas restrições vão continuar funcionando, mas vão receber áudio com as configurações padrão, como se nenhuma restrição tivesse sido transmitida. Eles podem migrar facilmente para restrições padrão.

     
    • Chrome 133 no Windows, MacOS, Linux e Android
     

    

  • Remover o substituto de SwiftShader back to top

    A permissão para fallback automático para o WebGL com suporte do SwiftShader foi descontinuada, e a criação de contexto do WebGL vai falhar em vez de retornar ao SwiftShader. Isso foi feito por dois motivos principais:

    1. O SwiftShader é um alto risco de segurança devido ao código JIT em execução no processo de GPU do Chromium.
    2. Os usuários têm uma experiência ruim ao alternar de um WebGL de alto desempenho com suporte de GPU para uma implementação com suporte de CPU. Os usuários não têm controle sobre esse comportamento, e é difícil descrevê-lo em relatórios de bugs.
     

    O SwiftShader é uma ferramenta útil para desenvolvedores da Web testarem sites em sistemas headless ou que não têm uma GPU compatível. Esse caso de uso ainda terá suporte, mas não é destinado à execução de conteúdo não confiável.

    Para ativar garantias de segurança mais baixas e permitir o SwiftShader para WebGL, inicie o executável do Chrome com a chave de linha de comando --enable-unsafe-swiftshader.

    Durante o período de descontinuação, um aviso vai aparecer no console JavaScript quando um contexto do WebGL for criado e respaldado pelo SwiftShader. A transmissão de --enable-unsafe-swiftshader removerá essa mensagem de aviso.

    O Chromium e outros navegadores não garantem a disponibilidade do WebGL. É possível testar e processar a falha de criação de contexto do WebGL e usar outras APIs da Web, como Canvas2D ou uma mensagem adequada para o usuário.

     
    • Chrome 133 no Windows, MacOS, Linux e Android
     

    

  • Painel "Privacidade e segurança" no Chrome DevTools back to top

    A partir do Chrome 133, os desenvolvedores poderão usar o novo painel Privacidade e segurança no Chrome DevTools para testar como o site vai se comportar quando os cookies de terceiros forem limitados. Os desenvolvedores poderão limitar temporariamente os cookies de terceiros, observar o comportamento do site e revisar o status dos cookies de terceiros no site.

    Esse recurso não vai fazer mudanças permanentes nas políticas corporativas atuais, mas vai permitir que as políticas corporativas relacionadas a cookies de terceiros (ou seja, BlockThirdPartyCookies e CookiesAllowedForUrls) sejam substituídas temporariamente para serem mais restritivas. Se a política corporativa já bloqueia cookies de terceiros usando BlockThirdPartyCookies, esse recurso será desativado.

     

    O novo painel Privacidade e segurança vai substituir o painel de Segurança atual. As informações de conexão e certificado TLS vão continuar disponíveis na guia Segurança do painel Privacidade e segurança.

     
    • Chrome 133 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
     

    

  • A Sincronização do Chrome não vai mais oferecer suporte a versões do Chrome com mais de quatro anos back to top

    A partir de fevereiro de 2025, a Sincronização do Chrome (que usa e salva dados na sua Conta do Google) não será mais compatível com versões do Chrome com mais de quatro anos. Você precisará fazer upgrade para uma versão mais recente do Chrome se quiser continuar usando a Sincronização do Chrome.

     
    • Chrome 133 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows

    Essa mudança afeta apenas as versões mais antigas do Chrome e será lançada no servidor. O Chrome 133 é especificado apenas para refletir o cronograma quando a mudança entrar em vigor.

     

    

  • Configuração de segurança do V8 back to top

    Adicione uma configuração em chrome://settings/security para desativar os otimizadores JIT V8 e reduzir a superfície de ataque do Chrome. Isso mantém a compatibilidade com o Web Assembly. Esse comportamento continua sendo controlado pela política corporativa DefaultJavaScriptJitSetting e as políticas associadas JavaScriptJitAllowedForSites e JavaScriptJitBlockedForSites.

     
    • Chrome 122 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia
      A configuração é lançada no Chrome 121. As políticas corporativas estão disponíveis desde o Chrome 93.
    • Chrome 133 no Android
      A configuração está disponível no Android no Chrome 133 em "Configurações do site". As políticas empresariais não são mais marcadas como experimentais.
     

    

  • Nova opção na política HttpsOnlyMode back to top

    A configuração "Perguntar antes do HTTP" (ABH, anteriormente chamada de "Somente HTTPS/Modos de priorização de HTTPS) informa ao Chrome que ele precisa pedir o consentimento do usuário antes de enviar conteúdo HTTP não seguro pela rede. A política HttpsOnlyMode permite forçar a ativação ou desativação do ABH.

    No Chrome 129, adicionamos uma nova variante intermediária do ABH chamada "modo equilibrado". Essa variante tem como objetivo reduzir o inconveniente para o usuário, porque funciona como ABH (rígida) na maioria das vezes, mas não pergunta quando o Chrome sabe que uma conexão HTTPS não é possível, como ao se conectar a um nome do host de rótulo único, como "internal/".

    Adicionamos uma opção de política force_balanced_enabled para permitir a ativação forçada dessa nova variante. A configuração force_balanced_enabled em navegadores anteriores ao Chrome 129 vai resultar no comportamento padrão, que não impõe restrições corporativas à configuração ABH.

    Para evitar impactos inesperados, se você tiver configurado anteriormente para force_enabled, recomendamos não configurar para force_balanced_enabled até que tenha sido feito upgrade para o Chrome 129, ou mais recente, de toda a frota de dispositivos. Se você não estiver migrando de force_enabled para force_balance_enabled, não será afetado por essa mudança.

     
    • Chrome 129 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows, Fuchsia
    • Chrome 133 no Android
     

    

  • Migração da API Safe Browsing v4 para a v5 back to top

    As chamadas do Chrome para a API SafeBrowsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5.

    Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários.

     
    • Chrome 134 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento será gradual.
     

    

  • Particionamento de URL de blobs: busca ou navegação back to top

    Como continuação do particionamento de armazenamento, o Chromium vai implementar o particionamento do acesso ao URL do blob por chave de armazenamento (site de nível superior, origem do frame e o booleano has-cross-site-ancestor ), com exceção das navegações que vão permanecer particionadas apenas pela origem do frame. Esse comportamento é semelhante ao implementado atualmente pelo Firefox e pelo Safari e alinha o uso do URL do blob com o esquema de particionamento usado por outras APIs de armazenamento como parte do particionamento de armazenamento. Além disso, o Chromium vai aplicar o noopener em navegações iniciadas pelo renderizador para URLs blob em que o site correspondente é de um domínio diferente em relação ao site de nível superior que realiza a navegação. Isso alinha o Chromium a um comportamento semelhante no Safari, e vamos buscar atualizações de especificação para refletir essas duas mudanças. 

    Essa mudança pode ser revertida temporariamente definindo a política PartitionedBlobURLUsage, que estará disponível no Chrome 134. A política será descontinuada quando as outras políticas corporativas relacionadas ao particionamento de armazenamento forem descontinuadas.

     
    • Chrome 134 no Windows, macOS e Linux
     

    

  • O script do SharedWorker herda o controlador do URL do script do blob back to top

    Os workers de serviço precisam herdar os controladores do URL do blob. No entanto, o código atual permite que apenas DedicatedWorkers herdem o controlador. SharedWorkers não o herdam.

    Essa é a correção para ajustar o comportamento do Chromium à especificação.

    Uma política corporativa UserAgentClientHintsEnabled está disponível para controlar esse recurso.

     
    • Chrome 134 no Windows, macOS e Linux
     

    

  • Descontinuar os eventos de mutação back to top

    Os eventos de mutação síncronos, incluindo DOMSubtreeModified, DOMNodeInserted, DOMNodeRemoved, DOMNodeRemovedFromDocument, DOMNodeInsertedIntoDocument e DOMCharacterDataModified, prejudicam o desempenho das páginas e tornam mais complexa a adição de novos recursos à Web. Essas APIs foram descontinuadas da especificação em 2011 e substituídas em 2012 pela API Mutation Observer, que tem um comportamento muito melhor. Os eventos de mutação obsoletos precisam ser removidos ou migrados para a Mutation Observer. A partir do Chrome 124, uma política corporativa temporária, MutationEventsEnabled, será disponibilizada para reativar eventos de mutação descontinuados ou removidos. Se você encontrar algum problema, informe um bug aqui.

    O suporte a eventos de mutação vai ser desativado por padrão a partir do Chrome 127, por volta de 30 de julho de 2024. A migração do código precisa ser feita antes dessa data para evitar falhas em sites. Caso você precise de mais tempo, há algumas opções:

    Saiba mais nesta postagem do blog. Informe qualquer problema.

    • Chrome 135 no Android, Linux, macOS e Windows: a política corporativa MutationEventsEnabled será descontinuada.
     

    

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top

    Desde o Chrome 126, o Chrome começou oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    Os administradores podem usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabled, disponível no Chrome 125, para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativá-lo. Essa política vai estar disponível até o Chrome 136 e será removida no Chrome 137. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

     
    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled até o Chrome 136 para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente.
    • Chrome 137 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled vai ser removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.
     

    

  • Como personalizar perfis gerenciados com logotipo e rótulo personalizados back to top

    Novas personalizações da barra de ferramentas e do menu de perfil que ajudam os usuários a identificar facilmente se o perfil do Chrome é gerenciado, seja em um dispositivo pessoal ou de trabalho. Isso é especialmente útil em cenários em que os funcionários usam os próprios dispositivos com contas gerenciadas.

    Para personalizar essa experiência, estamos adicionando três novas políticas:

    No Chrome 133, essas políticas vão estar disponíveis para personalizar o logotipo e o rótulo mostrados em um perfil gerenciado. 

    A partir do Chrome 134, haverá atualizações no comportamento padrão do rótulo e do ícone do perfil sobreposto ao avatar da conta. Os perfis gerenciados vão mostrar um rótulo trabalho ou escola, além do disco de perfil. No menu do perfil, há um ícone de edifício sobreposto ao avatar da conta. O disco de perfil aberto pode ser desativado usando EnterpriseProfileBadgeToolbarSettings.

     
    • Chrome 133 no macOS e Windows

      Políticas para personalizar o rótulo e o ícone da barra de ferramentas (no menu do perfil) 

    • Chrome 134: início do lançamento dos padrões, incluindo: 
      • 1) Rótulo trabalho ou escola mostrado na barra de ferramentas, ao lado do avatar do usuário 
      • 2) Um ícone de edifício sobreposto à foto da conta do usuário no menu do perfil. O rótulo pode ser desativado em EnterpriseProfileBadgeToolbarSettings. Começando com 1% e depois com um lançamento gradual.

 

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core

    

  • Novo app complementar do Chrome Enterprise back to top

    O app complementar do Chrome Enterprise (CECA) é um novo binário administrativo que será instalado automaticamente com os navegadores Chrome inscritos no Chrome Enterprise Core ou no Chrome Enterprise Premium. Ele foi criado para oferecer suporte a casos de uso, políticas e relatórios empresariais. 

    • Chrome 133 no Windows e macOS

 

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium

 

   

  • Prevenção contra captura de tela back to top

    Planejamos aprimorar o recurso de prevenção de capturas de tela atualizando o bloqueio de compartilhamento de tela para apps de reunião, como o Google Meet, o Zoom, o Teams e o Slack. Vamos aproveitar o lançamento dos controles de proteção de dados para adicionar recursos importantes e resolver lacunas e feedback dos usuários.

     
    • Chrome 134 no Windows e macOS
     

   

  • Filtragem de URL no iOS e Android back to top

    Vamos estender os recursos de filtragem de URLs das plataformas para computador e dispositivos móveis, permitindo que as organizações auditem, avisem ou bloqueiem o carregamento de determinados URLs ou categorias de URLs em navegadores Chrome gerenciados ou perfis de usuários gerenciados em dispositivos móveis. Isso inclui garantir que a funcionalidade funcione perfeitamente com o acesso baseado no contexto (CAA), que permite aos administradores definir políticas de acesso com base no contexto do usuário (por exemplo, função do usuário, local) e no estado do dispositivo (por exemplo, dispositivo gerenciado, conformidade com a segurança).

     
    • Chrome 135 no Android e iOS
     

   

  • Conector de geração de relatórios para dispositivos móveis back to top

    Estamos trabalhando para alcançar a paridade de recursos com a versão para computador, permitindo que as organizações monitorem e respondam a eventos de segurança em dispositivos móveis, como visitas a sites não seguros e possíveis tentativas de exfiltração de dados. Isso ajuda a garantir a segurança e a aplicação de políticas consistentes em diferentes plataformas.

     
    • Chrome 135 no Android e iOS
     

   

  • Refactor UX das regras da DLP back to top

    Nosso objetivo é criar uma interface mais fácil de usar e eficiente para regras de DLP específicas do Chrome. Isso envolve a reformulação do fluxo de trabalho de criação de regras no Admin Console para acomodar melhor os recursos de segurança atuais e futuros dos clientes do Chrome Enterprise Premium.

     
    • Chrome 134 no Windows, macOS e Linux
     

   

  • API Connectors back to top

    Planejamos simplificar o processo de configuração de conectores de segurança de terceiros e permitir que os provedores gerenciem as configurações diretamente na própria interface. O objetivo é facilitar a integração das ferramentas e serviços de segurança preferidos das organizações com o Chrome, melhorando a segurança e o gerenciamento em diferentes plataformas.

     
    • Chrome 135 no Windows, macOS, Linux e ChromeOS

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Resumo da versão do ChromeOS 132

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Chrome Web Store personalizada para empresas    
Fim da compatibilidade com o cliente nativo (NaCl) no ChromeOS    
Atualização da integração    
Migrar dados de alunos que estão se formando  
Cantos arredondados para apps    
Autenticação sem senha do ChromeOS    
Controle facial no ChromeOS  
Desligar o touchpad     
Autenticação biométrica do Gerenciador de senhas    
A descoberta de apps foi removida da guia "Explorar"    
Gerenciamento remoto de dispositivos inativos    
Política de horário de dormir do dispositivo ChromeOS    
Melhoria na divulgação de gerenciamento em dispositivos bloqueados    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Planos de fundo e segundo plano de IA    
Descontinuação da compatibilidade com apps do Chrome no ChromeOS  

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

Atualizações do ChromeOS

   

  • Chrome Web Store personalizada para empresas back to top

    Agora os administradores podem usar novas configurações para personalizar a Chrome Web Store para os usuários gerenciados, incluindo a capacidade de:

    • Adicionar logotipos da empresa
    • Adicionar banners principais e avisos personalizados
    • Criar coleções de extensões
    • Implementar controles com base em categorias

    Essas configurações podem ser configuradas pelo Admin Console e estão disponíveis para todos os usuários gerenciados que fizeram login (usuários que fizeram login na Chrome Web Store com uma Conta do Google gerenciada). Para mais informações, consulte Chrome Web Store personalizada para empresas.

    Além disso, todos os usuários gerenciados que fizerem login na Chrome Web Store vão notar as seguintes mudanças:

    • Novas tags para itens Bloqueados pelo administrador ao pesquisar um item
    • Pesquisa de itens de domínios privados e recursos de filtragem avançada
    • Os itens particulares e recomendados são realocados para a guia Extensões 

    O suporte para navegadores registrados (sem a necessidade de fazer login) será oferecido no final de 2025.

     
    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
     


     

   

  • Fim do suporte ao cliente nativo (NaCl) no ChromeOS back to top

    O ChromeOS 132 é a última versão com suporte para NaCl para dispositivos não gerenciados ou de consumo, seguido pelo ChromeOS 138 em julho de 2025 para dispositivos gerenciados. Confira mais detalhes em Sobre o gerenciamento de dispositivos ChromeOS.

    Em 2017, anunciamos o fim da compatibilidade com o Cliente nativo (NaCl) em favor do WebAssembly. Como a maioria dos desenvolvedores e usuários migrou do NaCl, confirmamos as seguintes datas de descontinuação do NaCl: 

    • Janeiro de 2025: o Cliente nativo (NaCl) será desativado a partir do ChromeOS 132.
      • Para usuários não gerenciados e consumidores, o ChromeOS 132 será a última versão do ChromeOS com suporte para NaCl.
      • Para ambientes gerenciados (incluindo sessões de quiosque), os administradores que gerenciam dispositivos ChromeOS para uma empresa ou escola têm a opção de estender a capacidade de usar o NaCl com uma política de permissão DeviceNativeClientForceAllowed do NaCl na versão 138 do ChromeOS. Para ativar as políticas de dispositivos, consulte Definir políticas de dispositivos ChromeOS na Central de Ajuda do Chrome Enterprise e do Education.
    • Julho de 2025: o ChromeOS 138 será a última versão compatível com o NaCl.
      • Para ambientes gerenciados, o ChromeOS 138 é uma versão do ChromeOS com suporte de longo prazo (LTS) disponível para administradores que gerenciam dispositivos ChromeOS em uma empresa ou escola. 
      • Para dispositivos que foram mudados para o canal LTS e têm a política de permissão NaCl ativada, o NaCl vai estar disponível até a última atualização do LTS, em abril de 2026.
      • Não haverá exceções.
     

    Para apps do Chrome que usam NaCl, migre para o WebAssembly (WASM). Para ajudar você na transição, publicamos o guia de migração do WebAssembly.

    Para mais informações sobre essa mudança ou se precisar de ajuda, consulte:

     

    Para saber mais, consulte Gerenciar políticas para dispositivos ChromeOS na Central de Ajuda do Chrome Enterprise e do Education.

       

   

  • Atualização da integração back to top

    Há muitos itens de configuração diferentes que os usuários podem querer mudar depois de começar a usar os dispositivos, incluindo a configuração de uma impressora, a conexão de dispositivos Bluetooth, a mudança de direção do touchpad e assim por diante. Esse recurso consolida muitos desses itens de configuração comuns em uma lista de tarefas simples, com links diretos para onde um usuário pode mudar uma configuração específica, para simplificar o processo de conclusão de muitas dessas etapas.

     

       

   

  • Migrar dados de alunos que estão se formando back to top

    A partir do ChromeOS 132, uma nova ferramenta de Transferência de conteúdo vai orientar os alunos que estão se formando ou outros usuários gerenciados pelo Google for Education que queiram migrar os dados pelo processo atualizado do Google Takeout Transfer. Isso permite que eles levem o conteúdo dos apps Documentos, Planilhas, Apresentações e Gmail para uma conta do Gmail de sua escolha. 

    Com esse novo aplicativo, os administradores da escola podem fixar um ícone na prateleira, notificar estudantes e professores nos Chromebooks e definir datas para acionar essas notificações e incentivar o uso do processo de transferência de conteúdo.

   

  • Cantos arredondados para apps back to top

    Como parte de um novo design de interface, o ChromeOS agora tem cantos arredondados em todas as janelas de apps em dispositivos Chromebook Plus.

   

  • Autenticação sem senha do ChromeOS back to top

    O recurso do ChromeOS sem senha permite que os usuários acessem o dispositivo com PIN ou uma senha local como fator de autenticação principal. Isso significa que você poderá fazer login no seu dispositivo ChromeOS com uma senha definida explicitamente para ele, além de um PIN que não vincula mais a senha do Gmail à senha do dispositivo. 

    Não é possível ativar o recurso de PIN em dispositivos gerenciados. 

   

  • Controle de rosto no ChromeOS back to top

    O ChromeOS agora tem controle facial com tecnologia de IA. Agora você pode usar o rastreamento de rosto e gestos para navegar no Chromebook, abrir apps e até mesmo escrever e-mails, tudo sem teclado ou mouse. Essa tecnologia integrada, inspirada no Projeto Gameface, oferece maior acessibilidade para usuários com deficiência motora e uma maneira mais eficiente de interagir com os dispositivos. Para saber mais sobre esse recurso, consulte esta postagem do blog.

   

  • Desligar o touchpad back to top

    Os usuários de Chromebooks agora podem desativar os touchpads. Essa melhoria de acessibilidade ajuda quem usa leitores de tela ou pode clicar acidentalmente. Para desativar, acesse Configurações > Acessibilidade > Cursor e touchpad.

   

  • Autenticação biométrica do Gerenciador de senhas back to top

    O ChromeOS 132 ativa a biometria no Gerenciador de senhas e o preenchimento automático no Chrome para dispositivos ChromeOS.

     


     

   

  • A descoberta de apps foi removida do app "Explorar" back to top

    O ChromeOS 132 remove o módulo "Apps e jogos" do app "Explorar". Para descobrir novos apps para seu dispositivo ChromeOS, acesse https://discover.apps.chrome.

    .

       

   

  • Gerenciamento remoto de dispositivos inativos back to top

    A Área de trabalho remota do Chrome (CRD, na sigla em inglês) é um recurso para o controle remoto de dispositivos ChromeOS, principalmente para a solução de problemas, quando um dispositivo está inativo e não está sendo usado. Os administradores agora podem iniciar uma conexão do CRD com um dispositivo ChromeOS na tela de login. Com isso, um administrador pode fazer login em um dispositivo gerenciado com o próprio conjunto de credenciais para solução de problemas ou testes. 

     

       

   

  • Política de horário de dormir do dispositivo ChromeOS back to top  

    A nova política DeviceRestrictionSchedule permite que os administradores do ChromeOS impeçam que os usuários façam login em Chromebooks específicos em determinados dias da semana e horários. Durante esse período, os apps de quiosque também ficam indisponíveis. 


     

   

  • Melhorias na divulgação de gerenciamento em dispositivos bloqueados back to top

    Esse recurso melhora a exibição de gerenciamento na tela de bloqueio do dispositivo. Para ajudar o usuário a entender melhor o que são os dispositivos gerenciados antes de usar o dispositivo para tarefas pessoais ou de trabalho, explicamos claramente o que eles envolvem. Dessa forma, os usuários podem tomar decisões conscientes sobre o uso do dispositivo. Ao fornecer as informações necessárias, os usuários ganham o conhecimento necessário para fazer escolhas alinhadas às preocupações e preferências de privacidade e segurança.

 

Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no ChromeOS

   

  • Planos de fundo e segundo plano de IA back to top 

    A partir do ChromeOS 134, planejamos lançar planos de fundo de videoconferência e de tela de bloqueio com IA generativa em alta resolução no ChromeOS. Com esse recurso, você pode liberar todo o potencial criativo e transformar o Chromebook em uma tela de expressão pessoal. Escolha entre uma variedade de modelos e, com apenas alguns cliques, personalize o Chromebook com sua personalidade, humor ou interesses. 

    Duas novas políticas estarão disponíveis para controlar esses recursos: GenAIVcBackgroundSettings e GenAIVcBackgroundSettings. Esse recurso só vai estar disponível em dispositivos Chromebook Plus.

   

  • Compatibilidade com apps do Chrome descontinuado no ChromeOS back to top 

    Em 2016, anunciamos a descontinuação dos apps do Chrome em favor dos apps da Web. Em 2021, anunciamos no blog do Chromium que a compatibilidade com apps do Chrome para clientes e desenvolvedores do ChromeOS Enterprise e Education seria estendido até pelo menos janeiro de 2025. Como a maioria dos nossos clientes migrou dos apps do Chrome (incluindo apps empacotados legados (v1) e apps hospedados), podemos confirmar as seguintes atualizações sobre as datas de descontinuação dos apps do Chrome.

     

    • Julho de 2025: fim da compatibilidade com apps do Chrome instalados pelo usuário (programado para o ChromeOS M138).
      • Os apps do Chrome que forem instalados à força pelo Admin Console vão continuar sendo compatíveis.
    • Julho de 2026: a última versão do ChromeOS compatível com apps do Chrome no modo quiosque (programada para o ChromeOS M150).
      • Os dispositivos no canal LTS com apps do Chrome no modo quiosque vão receber suporte até abril de 2027.
    • Fevereiro de 2028: a última versão do ChromeOS compatível com apps do Chrome (programada para o ChromeOS M168), que marca o fim da vida útil de todos os apps Chrome.
      • Os dispositivos no canal LTS podem continuar usando os apps do Chrome até outubro de 2028.
      • Não haverá exceções.

    Esses cronogramas de descontinuação também se aplicam aos apps do Chrome auto-hospedados.

    Embora não seja possível adicionar novos apps do Chrome à Chrome Web Store, os apps atuais podem continuar sendo atualizados até outubro de 2028, quando vão atingir o fim da vida útil no ChromeOS. Após essa data, os apps do Chrome serão removidos da Chrome Web Store.

    Se sua organização tiver desenvolvido apps do Chrome internamente e você precisar de ajuda, consulte o guia Transição dos apps do Chrome. Você também pode participar da comunidade de desenvolvedores do ChromeOS no Discord ou entrar em contato conosco pelo formulário em https://chromeos.dev/work-with-us. Consulte a programação de lançamentos do ChromeOS para conferir as datas de lançamento e as atualizações.

    Nas próximas semanas, mais informações detalhadas serão enviadas a todos os desenvolvedores de apps para o Chrome e administradores do ChromeOS.

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Chrome 131

Resumo da versão do Chrome 131

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Pesquisar com o Google Lens no iOS    
Verificação assíncrona da Navegação segura em tempo real    
Assinaturas de código ad hoc para shims de PWA no macOS    
Escolher o Google Drive no iOS    
OCR do Visualizador de PDF do Google Chrome    
Promoção do Chrome no iOS no NTP para computador    
Detecção de reutilização de senhas entre perfis    
O Chrome no Android agora oferece suporte a provedores de preenchimento automático e senhas de terceiros  
Descontinuação dos relatórios estendidos da Navegação segura    
Falta de confiança no certificado da Entrust    
Avisos de formulário não seguro no iOS    
PartitionAlloc com verificações avançadas (PA/AC)    
Experiência simplificada de login e sincronização    
Congelamento de guias na Economia de energia    
Atualizar o Google Play Services para corrigir problemas com senhas no dispositivo    
Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS    
Descontinuação da propriedade de posicionamento de âncora CSS inset-area    
Melhorias na estrutura de estilo dos elementos <details> e <summary>    
Permissões de bloqueio do teclado e do ponteiro    
O método requestAdapterInfo() não padrão do GPUAdapter foi removido    
<select> parser relaxation    
Suporte a recursos SVG externos para propriedades clip-path, fill, stroke e marker-*    
Suporte a URLs de esquema não especial    
Traduzir para a Pesquisa com o Google Lens    
Novas políticas no navegador Chrome    
Políticas removidas do navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Política de padrões de IA generativa    
Integração da telemetria da extensão do Chrome com o SecOps    
Chrome Web Store personalizada para empresas    
Compatibilidade com a política DownloadRestrictions no Android  
Política corporativa para forçar o armazenamento em buffer adaptável para renderização do WebAudio    
Geração de insights para avisos e erros do console do Chrome DevTools    
Políticas recomendadas no Admin Console    
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Controles de dados do Chrome Enterprise: Copiar e colar    
Proteções de captura de tela    
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Ler em voz alta no Modo de leitura no Chrome 132    
Remoção do headless antigo do binário do Chrome    
Capturar todas as telas    
Remover APIs de tela cheia prefixadas de HTMLVideoElement    
Remover a política ThirdPartyBlockingEnabled    
Contêineres de rolagem com foco no teclado    
Lançar uma exceção para pop-ups ou caixas de diálogo em documentos não ativos    
Captura de links do usuário em PWAs  
O serviço de rede no Windows será colocado no sandbox    
Remover o substituto do SwiftShader    
Painel "Privacidade e segurança" no Chrome DevTools    
A Sincronização do Chrome não vai mais ser compatível com versões do Chrome com mais de quatro anos    
Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam file://    
Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5    
Particionamento de URL de blobs: busca ou navegação    
Descontinuar os eventos de mutação    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Remoção de política corporativa usada para o comportamento de mesmo site legado    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Prevenção contra acesso ao download de arquivos de DLP    

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas ficará pronta em uma a duas semanas.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

Mudanças no navegador Chrome

 

   

  • Pesquisar com o Google Lens no iOS back to top 

    Desde o Chrome 126, os usuários podem usar o Google Lens para pesquisar qualquer imagem ou texto que aparecer na tela. Para usar esse recurso, é só acessar um site e clicar em Pesquisar com o Google Lens no ícone da omnibox em destaque e nos menus de clique com o botão direito do mouse no computador ou no menu de três pontos em computadores e dispositivos móveis. Os usuários podem clicar, destacar ou arrastar em qualquer lugar da tela para pesquisar o conteúdo e refinar a pesquisa adicionando palavras-chave ou perguntas à caixa de pesquisa. Admins podem controlar o recurso com uma política chamada LensOverlaySettings. Para realizar a pesquisa, uma captura de tela é enviada aos servidores do Google. Ela não é vinculada a IDs ou contas nem visualizada por pessoas, e os dados sobre o conteúdo não são registrados. Estamos lançando esse recurso aos poucos no iOS no Chrome 131 e planejamos um lançamento completo no Chrome 132.

    • Chrome 126 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento do recurso com 1% de estabilidade
    • Chrome 127 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento com 100% de estabilidade
    • Chrome 131 no iOS: início do lançamento do recurso
    • Chrome 132 no iOS: lançamento com 100% de estabilidade
     

   

  • Verificação assíncrona em tempo real da Navegação Segura no iOS back to top 

    Atualmente, as verificações da Navegação Segura bloqueiam os carregamentos de página, ou seja, o usuário não pode acessar a página até que as verificações sejam concluídas. Para melhorar a velocidade de carregamento do Chrome, as verificações em tempo real da Navegação Segura não vão mais bloquear o carregamento de páginas após o Chrome 122 e o Chrome 131 no iOS. 

    Avaliamos o risco e implementamos algumas mitigações:

    1. Para malware e ataques de dia 0, as verificações de lista de bloqueio local ainda serão realizadas de maneira síncrona para que payloads maliciosos continuem a ser bloqueados pela Navegação Segura. 
    2. Para ataques de phishing, analisamos os dados e concluímos que é improvável que o usuário tenha interagido com a página (por exemplo, digitado uma senha) antes do aviso aparecer.
     
    • Chrome 122 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows
    • Chrome 131 no iOS
     

   

  • Assinaturas de código ad hoc para shims de PWA no macOS back to top 

    Os shims de aplicativo criados ao instalar um App Web Progressivo (PWA) no macOS vão passar a usar assinaturas de código ad hoc, criadas quando o aplicativo é instalado. A assinatura do código é usada pelo macOS como parte da identidade do aplicativo. Com as assinaturas ad hoc, cada shim de app PWA tem uma identidade exclusiva do macOS. Atualmente, cada PWA parece o mesmo aplicativo para o macOS.

    Isso resolve problemas ao tentar incluir mais de um PWA no painel de preferências Open at Login do macOS e permite melhorias futuras do processamento de notificações do usuário em PWAs no macOS.

    Os administradores precisam testar a compatibilidade com todas as ferramentas de segurança de endpoints ou autorização binária usadas por eles (por exemplo, Santa). Esse recurso pode ser ativado para testes com a flag chrome://flags/#use-adhoc-signing-for-web-app-shims. Depois os administradores poderão instalar um PWA e garantir que ele seja iniciado como esperado.

    Em caso de incompatibilidade entre o recurso e as políticas de segurança atuais, a política AdHocCodeSigningForPWAsEnabled pode ser usada para desativar o recurso enquanto uma política de segurança de endpoints atualizada é implantada. A política corporativa deve ser usada para desativar o recurso apenas até que as políticas de segurança de endpoints sejam atualizadas, quando ela terá que ser desativada.

     
    • Chrome 129 no macOS
      Esse recurso é ativado com uma flag (chrome://flags/#use-adhoc-signing-for-web-app-shims) para que as empresas possam testar a compatibilidade com as ferramentas de segurança de endpoints, como o Santa. Em caso de incompatibilidade, é possível controlar o recurso usando a política corporativa enquanto as configurações de segurança do endpoint são atualizadas. A política corporativa é usada para desativar o recurso somente até que as políticas de segurança do endpoint sejam atualizadas.
    • Chrome 131 no macOS: o recurso começa a ser lançado até atingir estabilidade, começando com 1%.
     

   

  • Escolher no Google Drive back to top 

    A partir do Chrome 131, os usuários do Chrome no iOS poderão fazer upload de um arquivo do Google Drive para uma página da Web, sem precisar fazer o download no dispositivo antes.

     
    • Chrome 131 no iOS: inclui a funcionalidade principal de fazer upload de um único arquivo. 
     

   

  • OCR do Visualizador de PDF do Google Chrome back to top 

    Com o Chrome para computador, os PDFs digitalizados ficam mais acessíveis. O Chrome usa reconhecimento óptico de caracteres (OCR) no dispositivo para manter a privacidade (nenhum conteúdo é enviado ao Google). Ele converte automaticamente os PDFs digitalizados, permitindo selecionar texto, usar Ctrl+F, copiar e colar. A proteção de PDFs seguros não é ignorada. Esse recurso só usa OCR em PDFs que o usuário pode acessar. A solução oferece acessibilidade a PDFs para os usuários do Chrome sem etapas extras, tornando-os tão acessíveis quanto o resto da Web.

     
    • Chrome 131 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
     

   

  • Mensagem promocional do Chrome no iOS da NTP em computadores back to top 

    Mensagem promocional do Chrome no iOS na página "Nova guia" do computador. O objetivo da mensagem é aumentar o reconhecimento do Chrome no iOS e mostrar como é simples instalar. 

    Esse recurso pode ser controlado com as políticas PromotionsEnabled e NTPMiddleSlotAnnouncementVisible.

     
    • Chrome 131 no Linux, macOS e Windows
     

   

  • Detecção de reutilização de senhas entre perfis back to top 

    Antes, a reutilização de senhas de credenciais corporativas só era detectável no respectivo perfil. Agora a reutilização de credenciais corporativas é detectada em todos os perfis que não são de navegação anônima no navegador gerenciado. 

    Atualizamos os critérios de detecção de reutilização de senhas entre perfis para refletir com mais precisão as contas corporativas gerenciadas. Também atualizamos a mensagem na tela para deixar mais claro para os usuários que a organização está monitorando a reutilização da senha corporativa.

    • Chrome 123 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia
    • Chrome 131 para Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia
      Atualizamos os critérios de detecção de reutilização de senhas entre perfis para refletir com mais precisão as contas corporativas gerenciadas e atualizamos a mensagem de UX para deixar mais claro aos usuários que a organização está monitorando a reutilização de senhas.
 

   

  • O Chrome no Android agora funciona com provedores de preenchimento automático e senhas de terceirosback to top 

    Antes, os provedores de preenchimento automático e senhas de terceiros podiam ser usados no Chrome para Android por APIs de acessibilidade.

    Implementamos suporte direto ao preenchimento automático do Android no Chrome M131. Com isso, esses provedores podem operem com o Chrome no Android, sem precisar de APIs de acessibilidade. Isso vai melhorar o desempenho do Chrome no Android e de provedores externos de preenchimento automático.

    Para aproveitar esse recurso os usuários terão que ajustar o provedor externo nas configurações do Android. Em seguida, no Chrome, os usuários deverão clicar em Configurações > Preenchimento automático e depois em Preenchimento automático usando outro serviço.

    Se os usuários não mudarem as duas configurações, eles vão continuar usando o Google para o preenchimento automático das senhas e das informações de pagamento e endereço. A possibilidade de os usuários usarem um serviço de preenchimento automático de terceiros pode ser controlada por uma nova política chamada ThirdPartyPasswordManagersAllowed.

    • Chrome 131 no Android 

      A nova configuração vai estar disponível a partir do Chrome 131. Se os usuários usarem a nova configuração, ela terá efeito imediato. Se a nova configuração não for usada, os usuários vão continuar a usar o Google ou um terceiro por acessibilidade (se instalado).  

      O suporte a APIs de acessibilidade será descontinuado em 2025, quando as novas configurações da política serão aplicadas a todos os usuários.

       
     

   

  • Descontinuação dos relatórios estendidos da Navegação Segura back to top 

    Estamos descontinuando o recurso de relatórios estendidos da Navegação Segura, que antes  melhorava a segurança de todos os usuários, coletando informações de telemetria dos usuários participantes que são usadas nas proteções da Navegação Segura do Google. Os dados coletados incluem URLs de páginas da Web visitadas, informações limitadas do sistema e conteúdo da página. 

    No entanto, esse recurso foi substituído pelo modo de Proteção Reforçada. Sugerimos que os usuários mudem para a Proteção Reforçada para aproveitar a segurança mais forte disponível no Chrome. Para mais informações, consulte Níveis de proteção da Navegação Segura

     
    • Chrome 129 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows
      Descontinuação dos relatórios estendidos da Navegação Segura, com exceção da solicitação de relatório da Navegação Segura do cliente em tempo real
    • Chrome 131 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows
      Descontinuação de SafeBrowsingExtendedReportingEnabled para a solicitação de relatório da Navegação Segura do cliente em tempo real
     

     

   

  • Falta de confiança no certificado da Entrust back to top 

    Em resposta a falhas frequentes de conformidade, o Chrome está mudando a forma de confiança em certificados de autenticação de servidor TLS de confiança pública (site) emitidos pela Entrust no Chrome 131 e versões posteriores no Windows, macOS, ChromeOS, Android e Linux. As políticas do iOS não permitem o uso da Chrome Root Store no Chrome para iOS.

    Em particular, certificados TLS que validam os certificados de CA raiz da Entrust incluídos na Chrome Root Store e emitidos:

    • depois de 11 de novembro de 2024, não serão mais confiáveis por padrão.
    • até 11 de novembro de 2024, não serão afetados por essa mudança. 
     

    Se um usuário ou empresa do Chrome confiar explicitamente em qualquer um dos certificados da Entrust afetados em uma plataforma e versão do Chrome que dependam da Chrome Root Store, por exemplo, a confiança explícita será transmitida por um objeto de política de grupo do Windows, as restrições baseadas em SCT descritas acima serão substituídas, e os certificados vão funcionar normalmente.  

    Confira mais informações e recursos de teste no blog de segurança do Google

    Para saber mais, consulte as perguntas frequentes sobre a Chrome Root Store.

     
    • Chrome 131 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows
      Todas as versões do Chrome 131 e mais recentes que dependem da Chrome Root Store vão aceitar a ação de bloqueio, mas ela só será aplicada para certificados emitidos após 11 de novembro de 2024.
     

   

  • Avisos de formulário não seguro no iOS back to top 

    Desde o Chrome 125, o navegador Chrome bloqueia envios de formulários de páginas seguras para páginas não seguras no iOS. Quando o Chrome detecta um envio de formulário não seguro, ele mostra um aviso pedindo a confirmação do usuário. O objetivo é evitar o vazamento de dados de formulários em texto simples sem a aprovação explícita do usuário. A política InsecureFormsWarningsEnabled está disponível para controlar esse recurso. 

     
    • Chrome 125 no iOS: lançamento do recurso
    • Chrome 131 no iOS: a política InsecureFormsWarningsEnabled será removida
     

   

  • PartitionAlloc com verificações avançadas (PA/AC) back to top 

    O PartitionAlloc (PA) e os projetos de segurança de memória associados têm uma série de proteções avançadas que são desativadas por padrão (ou exclusivamente em builds de depuração) devido ao seu possível impacto no desempenho. Ainda que não seja possível ativar o recurso para todos os usuários imediatamente, ainda há uma oportunidade de ativação parcial em condições específicas e limitadas.

    O objetivo do projeto é oferecer proteções avançadas para clientes corporativos. Os administradores corporativos têm a opção de aplicar medidas de segurança reforçada usando as políticas corporativas. A segurança tende a ser priorizada em relação ao desempenho no Enterprise. É provável que eles prefiram as verificações avançadas, mesmo que isso possa comprometer o desempenho.

    O PA com verificações avançadas é a segurança de memória avançada. O recurso fica desativado por padrão devido à redução de desempenho esperada. Os clientes corporativos têm a opção de ativar a segurança avançada pela política corporativa.

     
    • Chrome 131 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia

   

  • Experiência simplificada de login e sincronização back to top 

    A partir do Chrome 131, os usuários com a Sincronização do Chrome ativada terão uma versão simplificada e consolidada do login e da sincronização no Chrome. A Sincronização do Chrome não aparece mais como um recurso separado nas configurações ou em outros lugares. Em vez disso, os usuários terão como fazer login no Chrome para usar e salvar na Conta do Google certas informações, como senhas, favoritos e muito mais, de acordo com as políticas corporativas relevantes.

    Como antes, a funcionalidade que fazia parte da Sincronização do Chrome para salvar e acessar os dados do Chrome na Conta do Google pode ser controlada por SyncTypesListDisabled. Também como antes, o login no Chrome pode ser desativado com BrowserSignin.

    Mesmo com as alterações, os usuários ainda poderão fazer login nos Serviços do Google na Web (como no Gmail) sem fazer login no Chrome, ficar desconectados do Chrome ou controlar as informações sincronizadas com a Conta do Google.

     
    • Chrome 131 no Android
     

   

  • Congelamento de guias na Economia de Energia back to top 

    Quando a Economia de Energia está ativa, o Chrome congela as guias ocultas e em silêncio por mais de 5 minutos e que usam muita CPU, a menos que:

    • A guia ofereça funcionalidade de conferência de áudio ou vídeo, detectada por microfone, câmera ou captura de tela, janela ou guia, ou por um RTCPeerConnection com um RTCDataChannel aberto ou um MediaStreamTrack ativo.
    • A guia controle um dispositivo externo detectado pelo uso de Web USB, Web Bluetooth, Web HID ou Web Serial.
     

    Isso prolonga a duração da bateria e agiliza o Chrome devido à redução do uso da CPU.

    • Chrome 130 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows
      O recurso pode ser testado no Chrome 130 com a entrada #freezing-on-energy-saver em about:flags. Ele também pode ser testado com a flag #freezing-on-energy-saver-testing, que simula a Economia de Energia em estado ativo e com todas as guias usando muita CPU. Dessa forma, é possível verificar se uma guia atende às condições de congelamento e se ela seria congelada ao usar muita CPU. A disponibilidade da Economia de Energia pode ser controlada pela política BatterySaverModeAvailability. Essa mudança não tem efeito quando a Economia de Energia está desativada.
    • Chrome 131 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows
      O recurso vai começar a ser lançado com 1% de estabilidade no Chrome 131. O lançamento será gradual até 100% de estabilidade. É possível controlar a disponibilidade da Economia de Energia com a política BatterySaverModeAvailability. Essa mudança não terá efeito se a Economia de Energia estiver desativada.
     

   

  • Atualizar o Google Play Services para corrigir problemas com senhas no dispositivo back to top 

    Os usuários com versões antigas do Google Play Services terão funcionalidade reduzida com as senhas no dispositivo, e pode ser que o Gerenciador de Senhas pare de funcionar para eles em breve. Esses usuários precisam atualizar o Google Play Services ou serão orientados a usar outros métodos de solução de problemas, de acordo com seus respectivos estados. Isso faz parte de uma migração em andamento que só afeta os usuários do Gerenciador de Senhas do Google no Android.

     
    • Chrome 131 no Android
     

   

  • Encapsulamento da chave X25519Kyber768 para TLS back to top 

    A partir da versão 124, o Chrome ativa por padrão em todas as plataformas de computadores um novo mecanismo de encapsulamento de chaves TLS seguro pós-quântico X25519Kyber768, com base em um padrão NIST (ML-KEM). Isso protege o tráfego de rede do Chrome com servidores que também operam com o ML-KEM de descriptografia por um futuro computador quântico. Essa mudança precisa ser transparente para os operadores do servidor. Essa criptografia será usada para conexões TLS 1.3 e QUIC.

    No entanto, algumas middleboxes TLS podem estar despreparadas para o tamanho de um encapsulamento de chaves Kyber (ML-KEM) ou um novo ponto de código de criptografia ClientHello do TLS, levando ao descarte ou à suspensão de conexões. Para resolver isso, atualize o middlebox ou desative o mecanismo de encapsulamento de chave com a política corporativa temporária PostQuantumKeyAgreementEnabled, disponível até o fim de 2024. No entanto, criptografias pós-quânticas de longo prazo serão necessárias no TLS, e a política empresarial será removida. A criptografia pós-quântica é necessária para o CSNA 2.0.

    Para mais detalhes, consulte este post do blog do Chromium e este post do blog de segurança do Google.

     
    • No Chrome 124 para Windows, macOS, Linux: o novo mecanismo seguro de encapsulamento de chave TLS pós-quântico X25519Kyber768 está ativado
    • Chrome 131 no Linux, macOS e Windows: o Chrome vai mudar o mecanismo de encapsulamento de chaves para a versão padrão final do ML-KEM
    • Chrome 141 no Windows, macOS e Linux: remoção da política corporativa
     

   

  • Descontinuação da propriedade de posicionamento de âncora do CSS inset-area back to top 

    O grupo de trabalho do CSS (CSSWG) decidiu renomear a propriedade inset-area para position-area. Para mais detalhes, consulte a discussão sobre CSSWG no github. O novo nome da propriedade, position-area, como um sinônimo de inset-area enviado por essa atualização de recurso descrita em Status da plataforma do Chrome, que descreve a descontinuação e remoção da propriedade inset-area.

     
    • Chrome 131 no Windows, macOS, Linux e Android
     

   

  • Melhorias na estrutura de estilo dos elementos <details> e <summary> back to top 

    Suporte a mais estilos de CSS para a estrutura dos elementos <details> e <summary> para permitir que sejam usados em mais casos em que widgets de expandir/recolher ou accordion são criados na Web. Especificamente, essa mudança remove restrições que impediam a definição da propriedade display nesses elementos e adiciona um pseudoelemento ::details-content para estilizar o contêiner da parte que se expande e se contrai.

     
    • Chrome 131 no Windows, macOS, Linux e Android
     

   

  • Permissões de bloqueio do teclado e do ponteiro back to top 

    Pode mostrar um comando de permissão ao usuário quando o bloqueio do teclado ou do ponteiro for solicitado por um site e salvar as preferências do usuário como configurações de conteúdo. As configurações podem ser consultadas pela API Permissions. Isso ajuda a reduzir o uso excessivo das APIs.

     
    • Chrome 131 no Windows, macOS e Linux
     

   

  • O método requestAdapterInfo() não padrão do GPUAdapter foi removido back to top 

    O WG da WebGPU decidiu que não era prático que requestAdapterInfo() acionasse uma solicitação de permissão. Por isso, essa opção foi removida e substituída pelo atributo de informações do GPUAdapter. Assim, os desenvolvedores da Web podem receber o mesmo valor de GPUAdapterInfo de forma síncrona. Para saber mais, consulte o atributo de informações Intent to Ship: WebGPU: GPUAdapter anterior. 

     
    • Chrome 131 no Windows, macOS, Linux e Android
     

   

  • <select> relaxamento do analisador back to top 

    Com essa mudança, o analisador de HTML permite tags extras em <select>, além de <option>, <optgroup> e <hr>.

    Essa mudança oferece suporte ao recurso personalizável <select>, mas está sendo implementada antes porque pode ser feita separadamente e apresenta alguns riscos mínimos.

    Esse recurso é bloqueado pela política temporária SelectParserRelaxationEnabled. Esse é um período de transição temporário, e a política vai deixar de funcionar no Chrome 136.

    Para mais informações, consulte a explicação sobre o Elemento personalizável da interface aberta <select> (em inglês) e o artigo Mudanças do analisador de HTML para o elemento personalizável <select> (em inglês) do What Working Group. 

     
    • Chrome 131 no Windows, macOS, Linux e Android
     

   

  • Suporte a recursos de SVG externos para propriedades clip-path, fill, stroke e marker-* back to top 

    Permita referências externas para caminhos de clipe, marcadores e servidores de pintura (para as propriedades de preenchimento e traço). Por exemplo, clip-path: url("resources.svg#myPath").

     
    • Chrome 131 no Windows, macOS, Linux e Android
     

   

  • Suporte a URLs de esquema não especial back to top 

    O Chrome 130 oferece suporte a URLs de esquema não especial, por exemplo, git://example.com/path. Antes, o analisador de URLs do Chromium não oferecia suporte a URLs não especiais. Esses eram analisados como se tivessem um caminho opaco, o que não está alinhado com o padrão de URLs. Agora ele analisa URLs não especiais corretamente, de acordo com o padrão. Para mais detalhes, acesse http://bit.ly/url-non-special

     
    • Chrome 130 no Windows, macOS, Linux e Android
    • Chrome 131 no Windows, macOS, Linux e Android
    • Chrome 134 no Windows, macOS, Linux e Android: a flag de recurso está sendo removida
     

   

  • Tradutor para a Pesquisa com o Google Lens back to top 

    Os recursos de tradução de realidade aumentada (RA) estão sendo implementados no recurso Pesquisa com o Google Lens. Uma política corporativa que já está em vigor permite que empresas ativem ou desativem o recurso usando LensOverlaySettings.

     
    • Chrome 131 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
       

   

  • Novas políticas no navegador Chrome back to top 
    Política Descrição
    DownloadRestrictions Permite restrições de downloads

    CAPlatformIntegrationEnabled

    Usa certificados TLS adicionados pelo usuário de repositórios de confiança da plataforma para autenticação do servidor
    SelectParserRelaxationEnabled Controla se o novo comportamento do analisador HTML para o elemento <select> está ativado
    EnterpriseProfileBadgeToolbarSettings Controla a visibilidade do selo do perfil corporativo na barra de ferramentas
    WebAudioOutputBufferingEnabled Ativa o armazenamento em buffer adaptável para a API Web Audio
     

   

  • Políticas removidas do navegador Chrome back to top 
    Política Descrição
    ProfileLabel Esta política controla um rótulo usado para identificar um perfil conectado. Este rótulo será mostrado em vários locais para ajudar os usuários a identificar o perfil, por exemplo, ao lado do ícone de perfil na barra de ferramentas.
    ToolbarAvatarLabelSettings Configuração do identificador do avatar na barra de ferramentas gerenciada
    BeforeunloadEventCancelByPreventDefaultEnabled Controlar novo comportamento para a caixa de diálogo de cancelamento produzida pelo evento beforeunload.
     

   

Mudanças no Chrome Enterprise Core

    

    

  • Integração da telemetria da extensão do Chrome com SecOps back to top 

    Vamos começar a coletar dados de telemetria da extensão do Chronicle no Chrome referentes a perfis e dispositivos gerenciados, e enviá-los para o Google SecOps. O Google SecOps analisa os dados para gerar análises instantâneas e contexto sobre atividades de risco. Esses dados são enriquecidos para fornecer mais contexto e podem ser pesquisados por um ano.

    • Chrome 131 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
     

    

  • Chrome Web Store personalizada para empresas back to top 

    Admins de TI podem personalizar a Chrome Web Store para os usuários finais gerenciados usando branding específico de empresas, assim como navegação e mensagens personalizadas. Os admins podem personalizar a loja com logotipos, banners e extensões recomendadas, além de ocultar categorias irrelevantes e melhorar a descoberta de extensões.

    Esse recurso pode ser configurado pelo Admin Console, e as configurações personalizadas da Etapa 1 serão disponibilizadas para todos os usuários gerenciados que fizeram login (usuários que fizeram login na Chrome Web Store com uma Conta do Google gerenciada). A Etapa 2 vai oferecer suporte a esse recurso para navegadores registrados no CEC (sem ter que fazer login) e só será disponibilizada no fim de 2025.

    Além disso, todos os usuários gerenciados que fizerem login na Chrome Web Store vão notar as seguintes mudanças:

    • Novas tags para itens bloqueados por admins e filtragem por itens particulares nos resultados da pesquisa
    • Os itens particulares e recomendados serão realocados na guia "Extensões".
  • A partir do Chrome 131 no Linux, macOS, Windows e ChromeOS: lançamento da Etapa 1

    

  • Suporte à política DownloadRestrictions no Android back to top 

    DownloadRestrictions é uma política universal disponível para usuários do Chrome Enterprise Core no computador. A política DownloadRestrictions é compatível com o Android. Ela permite que os administradores bloqueiem todos os downloads no Chrome para Android em dispositivos móveis. 

    • Chrome 131 no Android

    

  • Política corporativa para forçar o armazenamento em buffer adaptável para renderização do WebAudio back to top 

    A implementação do WebAudio do Chromium inclui um mecanismo de armazenamento em buffer adaptável, que foi adicionado para resolver diversos problemas de falhas, principalmente no Android com o back-end do AAudio. Esse mecanismo reduziu bastante os erros. No entanto, ele também aumentou a latência do áudio. O Chrome está executando um teste que vai desativar o mecanismo de armazenamento em buffer adaptativo e executar a renderização de forma síncrona em todas as plataformas, exceto Android. 

    A partir do Chrome 131, uma política corporativa, WebAudioOutputBufferingEnabled será disponibilizada para forçar o Chrome a adotar o comportamento anterior de usar o armazenamento em buffer adaptativo para renderização do WebAudio.

    • Chrome 131 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows

    

  • Geração de insights para avisos e erros do console do Chrome DevTools back to top 

    Um novo recurso de IA generativa (GenAI) está disponível para usuários não gerenciados: geração de insights sobre avisos e erros do console do Chrome DevTools.

    Esses insights oferecem uma descrição personalizada e sugestões de correção dos erros e avisos selecionados. Inicialmente, esse recurso está disponível apenas para usuários maiores de 18 anos em inglês. Os admins podem controlar esse recurso com a política DevToolsGenAiSettings .

    • Chrome 125 no ChromeOS, Linux, Mac e Windows
      Recurso disponibilizado para usuários não gerenciados em todo o mundo, exceto Europa, Rússia e China.
    • Chrome 127 no ChromeOS, Linux, Mac e Windows
      Recurso disponibilizado para usuários gerenciados do Chrome Enterprise e do Education nas regiões aceitas.
    • Chrome 131 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows
      No Chrome 131, um novo recurso de IA generativa está disponível para usuários gerenciados: um painel dedicado de Assistência de IA no Chrome DevTools que ajuda operadores humanos a investigar e corrigir problemas de estilo e depurar CSS.
    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows
      Agora o painel de Assistência de IA consegue explicar recursos nos painéis Desempenho, Fontes e Network, além ainda contar com suporte para depuração de estilo

    

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

   

   

  • Controles de dados do Chrome Enterprise: copiar e colar back to top

    Os admins podem definir regras de controle de dados no Google Admin Console para proteger os usuários finais contra vazamento de dados no navegador Chrome. Os controles de dados são regras leves definidas no Google Admin Console que permitem aos admins configurar uma política do Chrome para controlar ações sensíveis do usuário, como copiar e colar dados sensíveis e fazer capturas ou compartilhamento de tela.

    É possível controlar o recurso com a política DataControlsRules.

    Esse recurso está disponível para testes dos membros do programa Trusted Tester do Chrome Enterprise. Inscreva-se no programa neste link.

    • Chrome 128 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: programa Trusted Tester
    • Chrome 131 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento de recursos

     

     

   

  • Proteções de captura de tela back to top

    Os admins podem impedir que os usuários façam capturas ou compartilhem a tela de páginas da Web específicas que contêm dados sensíveis. Eles criam uma regra de filtragem de URL de DLP para bloquear usuários que fazem capturas ou compartilham a tela de URLs ou categorias de URLs específicos. Esse recurso pode ser controlado pela mesma política EnterpriseRealTimeUrlCheckMode que ativa todas as pesquisas de URL em tempo real.

    Esse recurso está disponível para testes dos membros do programa Trusted Tester do Chrome Enterprise. Inscreva-se no programa neste link.

    • Chrome 129 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: programa Trusted Tester
    • Chrome 131 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento de recursos

 

Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome

 

    

  • Leitura em voz alta no Modo de leitura no Chrome 132 back to top

    O Modo de leitura é um recurso do painel lateral que oferece uma visualização simplificada de páginas da Web com muito texto. O Modo de leitura agora inclui o recurso "Ler em voz alta", que permite que os usuários ouçam o texto que estão lendo em voz alta. Os usuários podem escolher diferentes vozes e velocidades naturais e conferir destaques visuais.

     
    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
     

    

  • Remoção do headless antigo do binário do Chrome back to top

    A execução do Chrome com `--headless=old` não inicia mais o modo headless antigo. Em vez disso, a seguinte mensagem de registro é exibida:

    O modo headless antigo foi removido do binário do Chrome. É possível usar o novo modo headless  ou o chrome-headless-shell, que é uma implementação independente do antigo modo headless.

     
    • Chrome 132 no Linux, macOS e Windows

     

  • Capturar todas as telas back to top

    Esse recurso captura todas as telas conectadas ao dispositivo usando getAllScreensMedia(). Chamar getDisplayMedia() várias vezes exige vários gestos do usuário, sobrecarrega o usuário com a escolha da próxima tela a cada vez e não garante ao app que todas as telas foram selecionadas. getAllScreensMedia() melhora em todas essas frentes.

    Esse recurso só é exposto com a política corporativa MultiScreenCaptureAllowedForUrls, e os usuários são avisados antes mesmo de a gravação começar que essa gravação pode ser iniciada em algum momento. A API só vai funcionar para origens especificadas na lista de permissões MultiScreenCaptureAllowedForUrls. Qualquer origem que não esteja especificada não terá acesso a ela.

    • Chrome 132 no Windows, macOS e Linux

    

  • Remover APIs de tela cheia prefixadas de HTMLVideoElement back to top

    As APIs de tela cheia específicas de HTMLVideoElement com prefixo foram descontinuadas desde aproximadamente o M38. Elas foram substituídas pela API Element.requestFullscreen() , que foi lançada sem prefixo no M71, em 2018. Em 2024, a maioria dos navegadores já oferece suporte a APIs sem prefixo há alguns anos.

    Esse recurso rastreia a remoção das seguintes APIs do HTMLVideoElement:

    - booleano do atributo readonly webkitSupportsFullscreen;

    - booleano do atributo readonly webkitDisplayingFullscreen;

    - void webkitEnterFullscreen();

    - void webkitExitFullscreen();

    // Observe a diferenciação entre letras maiúsculas e minúsculas na palavra "FullScreen".

    - void webkitEnterFullScreen(); 

    - void webkitExitFullScreen();

     

    Esses métodos agora são apenas alias para a API moderna. O uso deles diminuiu constantemente ao longo dos anos.

     
    • Chrome 132 no Windows, macOS, Linux e Android

    

    

  • Contêineres de rolagem com foco no teclado back to top

    Para melhorar a acessibilidade, vamos tornar os contêineres de rolagem focalizáveis usando a navegação de foco sequencial. Atualmente, a tecla Tab não foca os contêineres, a menos que tabIndex seja definido explicitamente como 0 ou mais.

    Ao tornar os controles de rolagem focalizáveis por padrão, os usuários que não podem (ou não querem) usar um mouse vão poder focar o conteúdo recortado usando as teclas Tab e de seta. Esse comportamento será ativado somente se o contêiner de rolagem não tiver filhos que podem ser focados pelo teclado. Essa lógica é necessária para não causar regressões nos elementos focalizáveis que podem existir em um contêiner como <textarea>.

    Observação: o lançamento anterior desse recurso (iniciado no Chrome 127) foi interrompido devido a problemas de compatibilidade com a Web, que serão corrigidos na implementação do Chrome 130.

    Observação: o lançamento anterior desse recurso (iniciado na versão 130) foi interrompido devido a uma regressão de acessibilidade, que será corrigida na implementação do Chrome 132.

     
    • Chrome 132 no Windows, macOS, Linux e Android

    

  • Gerar exceção para pop-ups ou caixas de diálogo em documentos não ativos back to top

    Essa é uma mudança de caso extremo que não afeta os desenvolvedores. Um caso extremo é quando várias condições únicas ocorrem simultaneamente. Antes, chamar `showPopover()` ou `showModal()` em um pop-up ou caixa de diálogo que fica em um documento inativo falhava silenciosamente, ou seja, nenhuma exceção era gerada. No entanto, como o documento está inativo, nenhum pop-up ou caixa de diálogo é mostrado. A partir da solicitação de envio de especificação (PR, na sigla em inglês) https://github.com/whatwg/html/pull/10705, essas situações agora geram a exceção InvalidStateError.

     
    • Chrome 132 no Windows, macOS, Linux e Android

 

    

  • Captura de links do usuário em PWAs back to top

    Os links da Web direcionam automaticamente os usuários para os apps instalados. Para que os apps instalados tenham o comportamento que os usuários esperam, o Chrome vai facilitar a alternância entre o navegador e os apps da Web instalados. Quando o usuário clica em um link que pode ser acessado por um app da Web instalado, o Chrome adiciona um ícone à barra de endereço para sugerir o uso do app. Quando o usuário clica no ícone, o app é iniciado diretamente ou uma grade de apps compatíveis com esse link é aberta. Para alguns usuários, clicar em um link sempre abre o app automaticamente.

     
    • Chrome 121 no Linux, MacOS e Windows
      Quando alguns usuários clicam em um link, ele sempre é aberto em um PWA. Já para outros usuários, o link é aberto em uma nova guia com um ícone na barra de endereço, e eles clicam no ícone para iniciar o app. Uma flag está disponível para controlar esse recurso: chrome://flags/#enable-user-link-capturing-pwa.
     
    • Chrome 132 no Linux, macOS e Windows
      Vamos lançar 100% do Stable com um padrão ativado (sempre iniciar apps após cliques no link) ou desativado (sempre aberto em uma guia, só iniciar se o usuário clicar no ícone na barra de endereço).
     

    

  • O serviço de rede no Windows será colocado no sandbox back to top

    Para melhorar a segurança e a confiabilidade, o serviço de rede, que já está em execução no próprio processo, será colocado no sandbox do Windows. Assim, os códigos de terceiros que adulteram o serviço de rede hoje não poderão mais fazer isso. Podem ocorrer problemas na interoperabilidade com softwares que injetam códigos no espaço de processo do Chrome, como os de Prevenção contra perda de dados. Para desativar o sandbox em caso de incompatibilidade, use a política NetworkServiceSandboxEnabled. Para testar o sandbox no seu ambiente, siga estas instruções.

    Informe os problemas que encontrar. 

     
    • Chrome 132 no Windows
      Serviço de rede no sandbox do Windows

   

  • Remover o substituto de SwiftShader back to top

    A permissão para fallback automático para o WebGL com suporte do SwiftShader foi descontinuada, e a criação de contexto do WebGL vai falhar em vez de retornar ao SwiftShader. Isso foi feito por dois motivos principais:

    1. O SwiftShader é um alto risco de segurança devido ao código JIT em execução no processo de GPU do Chromium.
    2. Os usuários têm uma experiência ruim ao alternar de um WebGL de alto desempenho com suporte de GPU para uma implementação com suporte de CPU. Os usuários não têm controle sobre esse comportamento, e é difícil descrevê-lo em relatórios de bugs.
     

    O SwiftShader é uma ferramenta útil para desenvolvedores da Web testarem sites em sistemas headless ou que não têm uma GPU compatível. Esse caso de uso ainda terá suporte, mas não é destinado à execução de conteúdo não confiável.

    Para ativar garantias de segurança mais baixas e permitir o SwiftShader para WebGL, inicie o executável do Chrome com a chave de linha de comando --enable-unsafe-swiftshader.

    Durante o período de descontinuação, um aviso vai aparecer no console JavaScript quando um contexto do WebGL for criado e respaldado pelo SwiftShader. A transmissão de --enable-unsafe-swiftshader removerá essa mensagem de aviso.

    O Chromium e outros navegadores não garantem a disponibilidade do WebGL. É possível testar e processar a falha de criação de contexto do WebGL e usar outras APIs da Web, como Canvas2D ou uma mensagem adequada para o usuário.

     
    • Chrome 133 no Windows, MacOS, Linux e Android

   

  • Painel "Privacidade e segurança" no Chrome DevTools back to top 

    A partir do Chrome 133, os desenvolvedores poderão usar o novo painel Privacidade e segurança no Chrome DevTools para testar como o site vai se comportar quando os cookies de terceiros forem limitados. Os desenvolvedores poderão limitar temporariamente os cookies de terceiros, observar o comportamento do site e revisar o status dos cookies de terceiros no site.

    Esse recurso não vai fazer mudanças permanentes nas políticas corporativas atuais, mas vai permitir que as políticas corporativas relacionadas a cookies de terceiros (ou seja, BlockThirdPartyCookies e CookiesAllowedForUrls) sejam substituídas temporariamente para serem mais restritivas. Se a política corporativa já bloqueia cookies de terceiros usando BlockThirdPartyCookies, esse recurso será desativado.

    O novo painel Privacidade e segurança vai substituir o painel "Segurança" atual. As informações de conexão e certificado TLS vão continuar disponíveis na guia Segurança do painel Privacidade e segurança.

     
    • Chrome 133 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows

   

  • A Sincronização do Chrome não vai mais oferecer suporte a versões do Chrome com mais de quatro anos back to top

    A partir de fevereiro de 2025, a Sincronização do Chrome (que usa e salva dados na sua Conta do Google) não será mais compatível com versões do Chrome com mais de quatro anos. Você precisará fazer upgrade para uma versão mais recente do Chrome se quiser continuar usando a Sincronização do Chrome.

     
    • Chrome 133 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows
      Essa mudança afeta apenas as versões mais antigas do Chrome e será lançada no servidor. O Chrome 133 é especificado apenas para refletir o cronograma quando a mudança entrar em vigor.

    

  • Não permitir espaços em hosts de URL que não sejam "file://" back to top

    De acordo com a especificação, hosts de URL [1] não podem conter o caractere de espaço, mas a análise de URL no Chromium permite atualmente espaços no host.

    Isso faz com que o Chromium falhe em vários testes incluídos no HTTPS URLs for WebSocket (URLs HTTPS para WebSocket, em tradução livre) da Interop2024 [2] e áreas de foco de URL [3].

    Para que o Chromium atenda à a especificação, gostaríamos de remover os espaços dos hosts de URL, mas a dificuldade é que eles são usados na parte do host em URLs file:// do Windows (Github)[4].

    Esse recurso vai fazer parte do nosso esforço contínuo para aproximar o Chromium da conformidade com as especificações, proibindo espaços apenas para URLs que não são de arquivos.

     
    • Chrome 133 no Android, ChromeOS, Linux, macOS, Windows e Fuchsia

    

  • Migração da API Safe Browsing v4 para a v5 back to top

    As chamadas do Chrome para a API SafeBrowsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5.

    Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários.

     
    • Chrome 133 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento será gradual.

    

  • Particionamento de URL de blobs: busca ou navegação back to top

    Como continuação do particionamento de armazenamento, o Chromium vai implementar o particionamento do acesso ao URL do blob por chave de armazenamento (site de nível superior, origem do frame e o booleano has-cross-site-ancestor ), com exceção das navegações que vão permanecer particionadas apenas pela origem do frame. Esse comportamento é semelhante ao implementado atualmente pelo Firefox e pelo Safari e alinha o uso do URL do blob com o esquema de particionamento usado por outras APIs de armazenamento como parte do particionamento de armazenamento. Além disso, o Chromium vai aplicar o noopener em navegações iniciadas pelo renderizador para URLs blob em que o site correspondente é de um domínio diferente em relação ao site de nível superior que realiza a navegação. Isso alinha o Chromium a um comportamento semelhante no Safari, e vamos buscar atualizações de especificação para refletir essas duas mudanças. 

    Essa mudança pode ser revertida temporariamente definindo a política PartitionedBlobURLUsage. A política será descontinuada quando as outras políticas corporativas relacionadas ao particionamento de armazenamento forem descontinuadas.

     
    • Chrome 134 no Windows, macOS e Linux

    

  • Descontinuar os eventos de mutação back to top

    Os eventos de mutação síncronos, incluindo DOMSubtreeModified, DOMNodeInserted, DOMNodeRemoved, DOMNodeRemovedFromDocument, DOMNodeInsertedIntoDocument e DOMCharacterDataModified, prejudicam o desempenho das páginas e tornam mais complexa a adição de novos recursos à Web. Essas APIs foram descontinuadas da especificação em 2011 e substituídas em 2012 pela API Mutation Observer, que tem um comportamento muito melhor. Os eventos de mutação obsoletos precisam ser removidos ou migrados para a Mutation Observer. Desde o Chrome 124, uma política corporativa temporária, MutationEventsEnabled, é disponibilizada para reativar eventos de mutação descontinuados ou removidos. Se você encontrar algum problema, informe um bug aqui.

    O suporte a eventos de mutação vai ser desativado por padrão a partir do Chrome 127, por volta de 30 de julho de 2024. A migração do código precisa ser feita antes dessa data para evitar falhas em sites. Caso você precise de mais tempo, há algumas opções:

    Saiba mais nesta postagem do blog. Informe qualquer problema.

    • Chrome 135 no Android, Linux, macOS e Windows: a política corporativa MutationEventsEnabled será descontinuada.

    

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top

    Desde o Chrome 126, o Chrome começou oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    Os administradores podem usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabled, disponível no Chrome 125, para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativá-lo. Essa política vai estar disponível até o Chrome 136 e será removida no Chrome 137. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

     
    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente no Chrome 136.
    • Chrome 137 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled vai ser removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.

 

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core

    

 

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium

 

   

  • Prevenção contra acesso ao download de arquivos de DLP back to top

    Quando uma regra da DLP de download de arquivos é definida pelo administrador, uma verificação é acionada após a conclusão do download. Esse recurso impede que os usuários registrados no Chrome Enterprise acessem o conteúdo de um arquivo transferido antes que um veredito de verificação detalhada seja retornado.

    Esse recurso é restrito pela política OnFileDownloadedEnterpriseConnector e só está disponível para usuários do Chrome Enterprise Premium.

    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows

     

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Resumo da versão do ChromeOS 131

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Registro automático do ChromeOS Flex    
Novo registro forçado do ChromeOS Flex    
Atualização do estilo das Respostas rápidas    
DNS split para ChromeOS    
ChromeOS Back To Safety  
Notificações com flash    
Lembrete de atualização do SID do Microsoft SCEP    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Planos de fundo e segundo plano de IA    
Migração de dados de graduação  
Fim da compatibilidade com o cliente nativo (NaCl) no ChromeOS  
Fim da compatiblidade com apps do Chrome no ChromeOS  

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

Atualizações do ChromeOS

   

  • Inserção multimídia back to top

    A Inserção rápida é uma maneira rápida de inserir emojis, símbolos, GIFs, links do Google Drive, cálculos rápidos e conversões de unidades com uma tecla do teclado (em alguns modelos) ou um atalho. 

    No ChromeOS 130, um novo atalho Início + f está disponível em todos os dispositivos ChromeOS. Uma nova chave de hardware está disponível inicialmente apenas no Samsung Galaxy Chromebook Plus , mas a chave de inserção rápida será lançada em vários dispositivos em 2025.

    quick insert

   

  • Mudanças nas configurações e nos atalhos back to top

    Atualizamos as opções de atalho e dispositivo de entrada em Configurações para incluir: 

    • Inserção rápida: acesso rápido + f

   

  • Foco no ChromeOS back to top

    O recurso "Foco" no ChromeOS foi criado para ajudar os usuários a minimizar distrações e criar um espaço de trabalho mais produtivo. Com o Foco, você pode definir e ajustar seu tempo de foco, ativar ou desativar o modo Não perturbe, classificar ou criar novas tarefas do Google, além de mergulhar em playlists selecionadas que ajudam você a se concentrar melhor com o som de foco ou o YouTube Music Premium (com base em assinatura). Para usar o modo "Foco", acesse Configurações rápidas > Modo "Foco".

    focus

   

  • Acesso aprimorado aos arquivos do Drive back to top

    Além dos arquivos marcados com estrela no Tote, acesse todos os arquivos do Drive marcados com estrela diretamente na estante, que agora está disponível off-line. As sugestões aprimoradas do Drive no Acesso rápido e no Tote permitem acesso rápido aos arquivos mais importantes e usados com frequência.

   

  • Novas sugestões no Tote back to top

    Acesse e fixe rapidamente os arquivos que você mais usa com as sugestões de arquivos locais e do Drive. A nova seção "Sugestões" no Tote sugere arquivos para os usuários, destacando os que serão úteis para fixar e acessar off-line.

   

  • Início inteligente back to top

    Os novos recursos de Início inteligente ajudam os usuários a retomar o trabalho e explorar novas opções na inicialização. Depois de ativar esse recurso, você poderá visualizar e restaurar apps e guias da sua sessão anterior. O Início inteligente também oferece informações úteis, como previsão do tempo, seu próximo evento da agenda, guias recentes de outros dispositivos e sugestões relevantes do Google Drive. 

    Para ativar esse recurso, selecione Configurações > Preferências do sistema > Inicialização > Início inteligente e verifique se a opção Perguntar sempre está selecionada para o dispositivo.

    welcome recap

   

  • Microfone de estúdio back to top

    Ative esse recurso nos controles de videochamada para fazer o microfone integrado do Chromebook parecer um microfone profissional de estúdio. O microfone estilo estúdio inclui os efeitos de cancelamento de ruído e redução de reverberação e os aprimora com balanceamento avançado, reconstrução de detalhes e adaptação ao ambiente. Os usuários que ativaram o cancelamento de ruído vão receber os aprimoramentos do microfone no estilo estúdio por padrão a partir desta versão. Se um usuário quiser voltar ao efeito de cancelamento de ruído antigo, ele poderá selecionar a opção adequada em Configurações > Dispositivo > Áudio. Esse recurso só está disponível em dispositivos Chromebook Plus.

   

  • App Gravador com tecnologia de IA back to top

    O ChromeOS 130 apresenta o novo app Gravador com tecnologia de IA do Google para criar transcrições que podem detectar e identificar locutores, além de fornecer um resumo do conteúdo gravado. Nosso app vai além da gravação, oferecendo conversão de voz em texto, resumo de conteúdo e sugestões de título, tudo com a tecnologia de IA do Google.

   

  • Verificação de conteúdo para Sessões de Visitante gerenciadas back to top

    Agora as organizações podem estender a poderosa verificação e proteção de conteúdo e contexto do Chrome Enterprise Premium para arquivos locais em Sessões de visitante gerenciadas no ChromeOS. Por exemplo, um arquivo perdido contendo números de CPF ou CNPJ é bloqueado instantaneamente quando um usuário tenta copiá-lo para uma unidade externa, protegendo as informações confidenciais.

   

  • Outros URLs permitidos no modo quiosque back to top

    Se um app de quiosque usa mais de uma origem de URL, os administradores de TI agora podem inserir as origens adicionais. Todas as origens especificadas vão receber as permissões automaticamente. As origens que não estiverem nesta lista, terão as permissões rejeitadas. 

      kiosk urls  

   

  • Efeitos de aparência back to top

    Os efeitos de aparência são populares entre os produtos de câmeras, reuniões virtuais e vídeos curtos há muito tempo e foram lançados em alguns produtos do Google. No ChromeOS 130, integramos esse recurso ao Chromebook para controles de videochamadas. Disponível apenas em dispositivos Chromebook Plus.

   

  • Controles de privacidade mais acessíveis back to top

    Com esse lançamento, estamos disponibilizando mais controles de privacidade no nível do SO para os usuários do navegador Chrome. O objetivo é conscientizar os usuários de que, para que a câmera ou o microfone funcionem, eles precisam ativar os controles de privacidade no nível do SO.

      privacy controls  

   

  • Controles de brilho do teclado aprimorados back to top

    Os usuários do Chromebook agora podem ajustar o brilho do teclado e controlar o sensor de luz ambiente diretamente no app Configurações. Com esse novo recurso, você pode definir o brilho do teclado no nível perfeito e ativar ou desativar o sensor de luz ambiente conforme necessário. Essas atualizações simplificam o uso do dispositivo e ajudam a gerenciar a duração da bateria. Enquanto isso, se o Chromebook for compatível com RGB, a opção Configurações > Teclado agora tem um link direto para as opções de seleção de cor RGB. Para mais detalhes, consulte Usar recursos gamer no Chromebook.

   

  • Controles de brilho da tela aprimorados back to top

    Os usuários do Chromebook agora podem ajustar o brilho da tela e controlar o sensor de luz ambiente diretamente no app Configurações. Com esse novo recurso, você pode definir o brilho da tela no nível perfeito e ativar ou desativar o sensor de luz ambiente conforme necessário em Configurações. Essas atualizações simplificam o uso do dispositivo e ajudam a gerenciar a duração da bateria.

   

  • Quero ajuda para ler no ChromeOS back to top

    O recurso Quero ajuda para ler no ChromeOS oferece uma solução com tecnologia de IA para ajudar você a encontrar rapidamente as informações necessárias em qualquer texto. Para focar no que você está lendo no navegador e na Galeria, clique com o botão direito do mouse em um espaço vazio para revelar o card "Quero ajuda para ler" acima do menu contextual. O painel "Quero ajuda para ler" mostra um resumo do texto e um campo de perguntas e respostas em formato livre, onde você pode fazer perguntas específicas sobre o texto. Disponível apenas em dispositivos Chromebook Plus.

      help me read  

   

  • Suporte para várias agendas back to top

    Estamos lançando o suporte a várias agendas para que os usuários possam conferir todos os eventos de várias agendas selecionadas no Google Agenda.

      multi calendar
     

   

  • Janelas picture-in-picture back to top

    Os usuários do ChromeOS agora têm mais flexibilidade com as janelas picture-in-picture (PiP). O PiP Tuck permite que os usuários movam temporariamente as janelas do PiP para o lado da tela, liberando espaço valioso na tela e mantendo o vídeo facilmente acessível. Além disso, você pode ajustar rapidamente o tamanho das janelas do picture-in-picture com um toque duplo rápido, alternando entre dois tamanhos para uma visualização ideal.

      multi calendar  

   

  • Melhoria na experiência do usuário do ARC++ back to top

    Para melhorar a experiência do usuário no ChromeOS e no ARC++, estamos movendo as notificações de segundo plano e de erro não urgentes do ARC++ para a bandeja do sistema. Isso impede que essas mensagens apareçam desnecessariamente em primeiro plano e interrompam a jornada do usuário. Ao mover essas notificações para a bandeja do sistema, podemos garantir que os usuários ainda sejam notificados sobre possíveis problemas, mas não sejam interrompidos enquanto usam o Chromebook. Para mais informações sobre o ARC++, consulte este blog para desenvolvedores do ChromeOS.

     

   

  • Nova política para controlar os nomes dos pontos de acesso back to top

    Para Chromebooks com capacidade de rede celular, as políticas de nome de ponto de acesso (APN) permitem que os administradores restrinjam o uso de APNs personalizados. Ao definir a flag AllowAPNModification nas configurações gerais de rede para restringir, os usuários finais não podem adicionar ou usar APNs personalizados.

      Access point names
     

   

  • Atualização do SID do Microsoft SCEP back to top

     

    Somente para implantações do SCEP que usam o Microsoft NPS para RADIUS. Se você não estiver usando certificados SCEP com o NPS do Microsoft para Radius para conectividade de rede do Chromebook, ignore o restante destas instruções. Essa configuração é mais comum em empresas do que em instituições de ensino.

    A Microsoft anunciou uma atualização de segurança que vai adicionar um novo campo obrigatório, um identificador de segurança (SID), aos certificados SCEP em ambientes que usam o NPS para Radius para autenticação de rede. Essa adição se deve a uma vulnerabilidade de segurança em dispositivos Windows, em que certificados utilizáveis com chaves privadas podem ser exportados de um dispositivo Windows para serem usados em qualquer outro dispositivo. A adição do SID significa que o certificado será vinculado a um dispositivo ou usuário no seu ambiente do Active Directory para que um dispositivo/usuário desconhecido não possa usá-lo. Isso não é um problema de segurança para Chromebooks, já que eles não permitem a exportação de certificados com chaves privadas e são protegidos pelo TPM. No entanto, qualquer certificado que não tenha esse novo campo não vai conseguir fazer a autenticação em um NPS para o servidor Radius após o prazo de aplicação obrigatório de 11 de fevereiro de 2025.

    O que você precisa fazer?

    Verifique o mais rápido possível se a implantação depende de certificados SCEP e NPS para Radius para autenticação de rede. Para isso, acesse o visualizador de eventos no Controlador de domínio -> Sistema e procure o ID de evento 39. Se você encontrar este ID de evento:

    Microsoft SCEP  

    Ações a serem realizadas se você encontrar o ID de evento #39:

    1. Crie um objeto novo ou reutilize um existente no seu ambiente do Active Directory para uso do SCEP
    2. Extraia o SID do objeto do AD, por exemplo, PS> (Get-ADUser username).SID.value
    3. Crie um novo perfil do SCEP com todas as configurações duplicadas da configuração atual e adicione o SID do objeto do AD recém-criado ou existente da etapa 1.
    4. Na seção "Nome alternativo do assunto", selecione o botão de opção Personalizado. Adicione um novo nome alternativo do assunto usando o botão + com o tipo "Identificador uniforme de recursos" no menu suspenso. Em "string", o valor precisa ser semelhante a este:

         tag:microsoft.com,2022-09-14:sid:S-1-2-3-4-5-6-8

         em que S-1-2-3-4-5-6-8 é o SID do objeto do AD

    Microsoft SCEP
    1. Implante esse novo certificado em todos os Chromebooks potencialmente afetados na sua frota:
      1. Aguarde pelo MENOS UM MÊS para garantir que todos os dispositivos tenham recebido o novo certificado.
    2. Vincule novamente todas as políticas do certificado antigo ao novo certificado da etapa 2.
    3. Verifique a funcionalidade usando o novo certificado.
    4. Exclua o perfil antigo.

     

 

Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no ChromeOS

   

  • Planos de fundo e segundo plano de IA back to top 

    A partir do ChromeOS 131, planejamos lançar planos de fundo de videoconferência e de tela de bloqueio com IA generativa em alta resolução no ChromeOS. Com esse recurso, você pode liberar todo o potencial criativo e transformar o Chromebook em uma tela de expressão pessoal. Escolha entre uma variedade de modelos e, com apenas alguns cliques, personalize o Chromebook com sua personalidade, humor ou interesses. 

    Duas novas políticas estarão disponíveis para controlar esses recursos: GenAIVcBackgroundSettings e GenAIVcBackgroundSettings. Esse recurso só vai estar disponível em dispositivos Chromebook Plus.

   

  • Registro automático do ChromeOS Flexback to top 

    A partir do ChromeOS 131, o registro automático do ChromeOS Flex vai permitir que você implante dispositivos ChromeOS Flex em grande escala. Assim como o registro sem toque do ChromeOS, o registro automático incorpora um token criado pelo administrador de uma organização a uma imagem do ChromeOS Flex. Isso vai determinar em qual organização do cliente e unidade organizacional um dispositivo será registrado durante a configuração inicial.

   

  • Migração de dados de graduação back to top 

    A partir do ChromeOS 132, uma nova ferramenta de transferência de conteúdo vai orientar os alunos que estão se formando ou outros usuários gerenciados pelo Google for Education que queiram migrar os dados pelo processo atualizado do Google Takeout Transfer. Isso permite que eles levem o conteúdo dos apps Documentos, Planilhas, Apresentações e Gmail para uma conta do Gmail de sua escolha. 

    Com esse novo aplicativo, os administradores da escola podem fixar um ícone na prateleira, notificar estudantes e professores nos Chromebooks e definir datas para acionar essas notificações e incentivar o uso do processo de transferência do Takeout.

   

  • Fim do suporte a apps do Chrome no ChromeOS back to top 

    Em 2016, anunciamos a descontinuação dos apps do Chrome em favor dos apps da Web. Em 2021, anunciamos no blog do Chromium que o suporte a apps do Chrome para clientes e desenvolvedores do ChromeOS Enterprise e Education seria estendido até pelo menos janeiro de 2025. Como a maioria dos nossos clientes migrou dos apps do Chrome (incluindo apps empacotados legados (v1) e apps hospedados), podemos confirmar as seguintes atualizações sobre as datas de descontinuação dos apps do Chrome.

    Julho de 2025: fim do suporte para apps do Chrome instalados pelo usuário (programado para o ChromeOS M138).
    • Os apps do Chrome que forem instalados à força pelo Admin Console vão continuar sendo compatíveis.
    Julho de 2026: a última versão do ChromeOS com suporte para apps do Chrome no modo quiosque (programada para o ChromeOS M150).
    • Os dispositivos no canal LTS com apps do Chrome no modo quiosque vão receber suporte até abril de 2027.
    Fevereiro de 2028: a última versão do ChromeOS com suporte para apps Chrome (programada para o ChromeOS M168), que marca o fim da vida útil de todos os apps Chrome.
    • Os dispositivos no canal LTS podem continuar usando os apps do Chrome até outubro de 2028.
    • Não haverá exceções.
     

    Nas próximas semanas, mais informações detalhadas serão enviadas a todos os desenvolvedores de apps para o Chrome e administradores do ChromeOS.

    Esses cronogramas de descontinuação também se aplicam aos apps do Chrome auto-hospedados.

    Embora não seja possível adicionar novos apps do Chrome à Chrome Web Store, os apps atuais podem continuar sendo atualizados até outubro de 2028, quando vão atingir o fim da vida útil no ChromeOS. Após essa data, os apps do Chrome serão removidos da Chrome Web Store.

    Se sua organização tiver desenvolvido apps do Chrome internamente e você precisar de ajuda, consulte o guia Transição dos apps do Chrome. Você também pode participar da comunidade de desenvolvedores do ChromeOS no Discord ou entrar em contato conosco pelo formulário em https://chromeos.dev/work-with-us. Consulte a programação de lançamentos do ChromeOS para conferir as datas de lançamento e as atualizações.

   

  • Fim do suporte ao cliente nativo (NaCl) no ChromeOS back to top 

    Em 2017, anunciamos a descontinuação do Cliente nativo (NaCl) em favor do WebAssembly. Como a maioria dos nossos clientes migrou do NaCl, podemos confirmar algumas mudanças importantes no ChromeOS.

    • Janeiro de 2025: o Cliente nativo (NaCl) será desativado por padrão a partir do ChromeOS M132.
      • Para usuários não gerenciados e consumidores, o M131 será a última versão do ChromeOS com suporte para NaCl.
      • Para ambientes de usuários gerenciados, os administradores que gerenciam dispositivos ChromeOS para uma empresa ou escola já têm a opção de estender a capacidade de usar o NaCl com uma política de permissão do NaCl na versão M138. A partir da M132, a política também estará disponível para sessões de quiosque.
    • Julho de 2025: o ChromeOS M138 marca o fim da tecnologia NaCl no ChromeOS.
      • Para ambientes gerenciados, a M138 é uma versão do ChromeOS com suporte de longo prazo (LTS) disponível para administradores que gerenciam dispositivos ChromeOS em uma empresa ou escola. Os dispositivos que foram mudados para o canal LTS e têm a política de permissão NaCl ativada podem continuar usando o NaCl até a última atualização do LTS, em abril de 2026.
     

    Se a organização tiver desenvolvido apps do Chrome internamente com NaCl e você precisar de ajuda, consulte os guias Transição de apps do Chrome e Migração do WebAssembly. Você também pode participar da comunidade de desenvolvedores do ChromeOS no Discord ou entrar em contato conosco pelo formulário em https://chromeos.dev/work-with-us. Consulte a programação de lançamentos do ChromeOS para conferir as datas de lançamento e as atualizações. 

    Nas próximas semanas, mais informações detalhadas serão enviadas aos desenvolvedores do NaCl e aos administradores do ChromeOS afetados.

     

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Chrome 130

Resumo da versão do Chrome 130

 
Mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Avisos no computador    
Seletor de plataforma para compartilhamento de tela no macOS     
Menu "Nova conta"    
Visualizador de PDF no Android    
Congelamento de guias na Economia de energia    
Transporte de dicionário de compactação com Brotli compartilhado e Zstandard compartilhado    
Contêineres de rolagem com foco no teclado    
Suporte a URLs de esquema não especial    
O Chrome no Android agora é compatível com provedores de preenchimento automático e senhas de terceiros  
Estilos alternativos para o elemento <meter>    
Políticas novas e atualizadas no navegador Chrome    
Mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Mudança padrão nas políticas de IA generativa    
Suporte a configurações no nível do usuário nas configurações personalizadas     
Regras de navegação de URL somente para auditoria    
Insights de segurança do Chrome  
Pontuação de risco da extensão: fase 2  
Mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Nenhuma atualização no Chrome 130.      
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Pesquisar e receber respostas no histórico do Chrome com IA    
Assinaturas de código ad hoc para shims de PWA no macOS    
Verificação assíncrona da Navegação segura em tempo real    
O método requestAdapterInfo() não padrão do GPUAdapter foi removido    
Descontinuação dos relatórios estendidos da Navegação segura    
Atualizar o Google Play Services para corrigir problemas com senhas no dispositivo    
Falta de confiança no certificado da Entrust    
Experiência simplificada de login e sincronização  
Captura de links do usuário em PWAs  
Descontinuação da propriedade de posicionamento de âncora CSS inset-area    
Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS    
OCR do Visualizador de PDF do Google Chrome    
Avisos de formulário não seguro no iOS    
O serviço de rede no Windows será colocado no sandbox    
Ler em voz alta no Modo de leitura     
Capturar todas as telas    
Migração da API SafeBrowsing v4 para a v5    
Verificações de acesso à rede privada para solicitações de navegação: modo somente aviso    
Descontinuar os eventos de mutação  
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Política de padrões de IA generativa    
Integração da telemetria da extensão do Chrome com o Google SecOps  
Nova lista de perfis gerenciados e relatórios para usuários que fizeram login      
Remoção de política corporativa usada para o comportamento de mesmo site legado    
Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Controles de dados do Chrome Enterprise: Copiar e colar    
Proteções de captura de tela    

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas ficará pronta em uma a duas semanas.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

Mudanças no navegador Chrome

   

  • Notificações pop-up no computador back to top

    O Chrome 130 apresenta um novo padrão de aviso que permite que os recursos ofereçam confirmação visual das ações do usuário ou uma maneira rápida de realizar uma ação de acompanhamento. Por exemplo, ao adicionar algo a uma lista de leitura, um aviso confirma que o item foi adicionado e oferece um link rápido para o painel lateral da lista de leitura. As notificações aparecem como um pequeno ícone que se sobrepõe parcialmente ao conteúdo da Web e à barra de ferramentas superior do navegador.

     
    • Chrome 130 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: esse recurso será ativado para um conjunto inicial de recursos no Chrome 130. As notificações subsequentes serão lançadas de maneira independente por outras equipes que usam o padrão.
     

    desktop toasts

     

   

  • Seletor de plataforma para compartilhamento de tela no macOS back to top

    Ao compartilhar a tela no Chrome no macOS X Sequoia, os usuários agora podem selecionar uma janela ou tela para compartilhar usando o seletor de plataforma atualizado. Esse novo seletor de plataforma elimina a necessidade de atribuir a permissão de gravação de tela ao Chrome e é consistente com o compartilhamento de tela em outros aplicativos do macOS.

    O novo seletor não será ativado antes da primeira atualização do macOS Sequoia, versão 15.1, prevista para um mês após a versão inicial 15.0. Antes disso, os usuários do Chrome podem ver uma caixa de diálogo de aviso informando que o Chrome ainda não está usando a nova API do seletor.

     

    Para testar o novo seletor de compartilhamento de tela:

    1. Atualize o Chrome para a versão 129 ou mais recente.
    2. No macOS, abra o Terminal.
    3. No prompt, digite: open -b com.google.Chrome --args -enable-features=UseSCContentSharingPicker
    4. Para executar o comando, pressione Enter no teclado.
     

    O recurso também pode ser ativado em chrome://flags.

     
    • Chrome 130 no macOS
     

    screen share

     

   

  • Menu "Nova conta" back to top

    Agora, alguns usuários podem acessar um novo menu Conta tocando no avatar na página Nova guia. O novo menu Conta permite que os usuários façam logout, troquem de conta com facilidade e resolvam erros relacionados à conta no Chrome. Políticas atuais, como BrowserSignin e RestrictAccountsToPatterns, podem ser usadas para determinar quais contas um usuário pode usar para fazer login ou mudar.

     
    • Chrome 130 no iOS

    new account menu

     

   

  • Visualizador de PDF no Android back to top

    Esse recurso permite visualizar PDFs na interface do navegador Chrome. Antes dessa mudança, os usuários precisavam concluir várias etapas para visualizar um documento PDF. Essas etapas forçam o usuário a sair do Chrome para visualizar o documento PDF. Com esse recurso, os PDFs são renderizados perfeitamente no Chrome. Os usuários ainda poderão fazer o download de PDFs e abrir com outros apps próprios ou de terceiros. 

     
    • Chrome 130 no Android 

   

  • Congelamento de guias na economia de energia back to top

    Quando a Economia de energia está ativa, o Chrome congela uma guia que ficou oculta e em silêncio por mais de 5 minutos e usa muita CPU, a menos que:

    • a guia ofereça funcionalidade de conferência de áudio ou vídeo (detectada por microfone, câmera ou captura de tela, janela ou guia, ou uma RTCPeerConnection com um RTCDataChannel aberto ou uma MediaStreamTrack ao vivo);
    • a guia controle um dispositivo externo (detectado usando Web USB, Web Bluetooth, Web HID ou Web Serial).
     

    Isso vai prolongar a duração da bateria e acelerar o Chrome, reduzindo o uso da CPU.

     
    • Chrome 130 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o recurso pode ser testado no Chrome 130 usando a entrada #freezing-on-energy-saver em about:flags. Como alternativa, é possível testar com o #freezing-on-energy-saver-testing, que simula que o modo de economia de energia está ativo e que todas as guias usam muita CPU. Isso permite verificar se uma guia está qualificada para congelamento e se ela seria congelada se usasse muita CPU. A disponibilidade do modo Economia de bateria pode ser controlada pela política BatterySaverModeAvailability. Essa mudança não tem efeito quando o modo Economia de bateria está inativo.
    • Chrome 131 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o recurso vai começar a ser lançado para 1% do Stable no Chrome 131. O lançamento será gradual até 100% do Canal estável. A disponibilidade do modo Economia de bateria pode ser controlada pela política BatterySaverModeAvailability. Essa mudança não tem efeito quando o modo Economia de bateria está inativo.

   

  • Transporte de dicionário de compactação com Brotli compartilhado e Zstandard compartilhado back to top

    Esse recurso adiciona suporte ao uso de respostas anteriores designadas como um dicionário externo para codificação de conteúdo, compactando respostas com Brotli ou Zstandard.

    As empresas podem ter problemas de compatibilidade com a infraestrutura de rede empresarial que intercepta o tráfego HTTPS e é sensível a codificações de conteúdo desconhecidas. A política corporativa CompressionDictionaryTransportEnabled está disponível para desativar o recurso de transporte do dicionário por compactação.

     
    • Chrome 130 no Windows, MacOS, Linux e Android

   

  • Contêineres de rolagem com foco no teclado back to top

    O Chrome 130 melhora a acessibilidade tornando os contêineres de rolagem focalizáveis com a navegação de foco sequencial. Atualmente, a tecla Tab não foca os contêineres, a menos que tabIndex seja definido explicitamente como 0 ou mais.

    Com os controles de rolagem focalizáveis por padrão, os usuários que não podem (ou não querem) usar o mouse podem focar o conteúdo recortado usando as teclas Tab e as setas do teclado. Esse comportamento será ativado somente se o contêiner de rolagem não tiver filhos que podem ser focados pelo teclado. Essa lógica é necessária para não causar regressões nos elementos focalizáveis que podem existir em um contêiner como <textarea>.

    Observação: o lançamento anterior desse recurso (iniciado no Chrome 127) foi interrompido devido a problemas de compatibilidade com a Web, que serão corrigidos na implementação do Chrome 130.

     
    • Chrome 130 no Windows, MacOS, Linux e Android

   

  • Suporte a URLs de esquema não especial back to top

    O Chrome 130 oferece suporte a URLs de esquema não especial, por exemplo, git://example.com/path. Antes, o analisador de URLs do Chromium não oferecia suporte a URLs não especiais. Ele analisava URLs não especiais como se tivessem um caminho opaco, que não está alinhado com o padrão de URL. Agora, o analisador de URL do Chromium analisa URLs não especiais corretamente, seguindo o padrão de URL. Para mais detalhes, consulte http://bit.ly/url-non-special

     
    • Chrome 130 no Windows, MacOS, Linux e Android

   

  • O Chrome no Android agora oferece suporte a provedores de preenchimento automático e senhas de terceiros. back to top

    Até agora, os provedores de preenchimento automático e senhas de terceiros podiam ser usados no Chrome para Android por meio de APIs de acessibilidade. No Chrome 130, adicionamos suporte direto ao preenchimento automático do Android, o que significa que esses provedores agora funcionam com o Chrome no Android sem a necessidade de APIs de acessibilidade. Isso deve melhorar o desempenho do Chrome no Android. Para aproveitar essa vantagem, os usuários precisam garantir que o provedor de terceiros esteja configurado nas configurações do Android. Em seguida, no Chrome, eles precisam abrir Configurações > Serviços de preenchimento automático e escolher Preenchimento automático usando outro serviço. Se os usuários não mudarem ambas as configurações, eles vão continuar usando o Google para preencher automaticamente as senhas, as informações de pagamento e as de endereço.

     
    • Chrome 130 no Android: a nova configuração vai estar disponível a partir do Chrome 130. Se os usuários usarem a nova configuração, ela vai entrar em vigor imediatamente. Se a nova configuração não for usada, os usuários vão continuar usando o Google e um terceiro por acessibilidade (se instalado). O suporte a APIs de acessibilidade será descontinuado no início de 2025, quando as novas configurações serão aplicadas a todos os usuários.

   

  • Estilos alternativos para o elemento <meter> back to top

    No Chrome 130, os elementos <meter> com appearance: none agora têm um estilo substituto razoável que corresponde ao Safari e ao Firefox, em vez de simplesmente desaparecer da página. Além disso, os desenvolvedores agora podem personalizar o estilo dos elementos <meter>.

    Uma flag de recurso MeterAppearanceNoneFallbackStyle está disponível em chrome://flags até o Chrome 133 para controlar esse recurso.

     
    • Chrome 130 no Windows, MacOS, Linux e Android

   

   

Mudanças no Chrome Enterprise Core

    

   

  • Suporte a configurações no nível do usuário nas configurações personalizadas back to top

    As configurações personalizadas foram lançadas recentemente no Chrome 127. Esse recurso permite que os administradores de TI configurem as políticas do Chrome que ainda não estão no Admin Console usando scripts JSON. A partir de 15 de outubro, as configurações personalizadas vão oferecer suporte à aplicação de configurações no nível do usuário, além do suporte no nível do dispositivo. Em outras palavras, você poderá aplicar políticas quando os usuários fizerem login em uma Conta do Google gerenciada usando as configurações personalizadas.

     
    • A partir de 15 de outubro de 2024 para Android, iOS, Linux, macOS e Windows: lançamento do recurso
     

    Para começar, acesse Navegador Chrome > Configurações personalizadas no Admin Console. O SKU do Chrome Enterprise Core é necessário para acessar esse recurso.

    custom configurations

   

  • Regras de navegação de URL somente para auditoria back to top

    Esse recurso permite que os clientes criem regras de navegação de URL do Chrome com a ação de auditoria. Essas regras permitem que os administradores façam um teste das regras de navegação de URL antes de começar a mostrar avisos aos usuários. Eles também permitem que os administradores auditem silenciosamente a navegação dos usuários em URLs restritos ou sensíveis.

    A auditoria de URL faz parte da política do conector de verificação de URL em tempo real, EnterpriseRealTimeUrlCheckMode, que pode ser ativada por unidade organizacional ou grupo.

     
    • Chrome 130 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
     

   

  • Insights de segurança do Chrome back to top

    Agora você pode ativar os insights de segurança do Chrome para monitorar o risco de pessoas com informações privilegiadas e a perda de dados com o monitoramento aprimorado da atividade no Chrome. Este recurso está disponível para as seguintes licenças: 

    • Chrome Enterprise Core
    • Workspace Enterprise Standard
    • Workspace Enterprise Plus 

    Para mais informações, consulte Como monitorar o risco de pessoas com informações privilegiadas e a perda de dados.

     
    • Chrome 125 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: recurso ativado para o Chrome Enterprise Core 
    • Chrome 130 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: recurso ativado para clientes EDU (exceto ensino fundamental e médio)
     

   

  • Pontuação de risco no relatório de uso de apps e extensões do Chrome back to top

    Esse recurso adiciona uma nova coluna no Admin Console para gerenciamento de navegadores que mostra a avaliação de risco das extensões instaladas no ambiente do administrador. Com essa nova adição, os administradores de TI podem identificar rapidamente extensões com uma pontuação de risco alta, média ou baixa usando a funcionalidade de classificação e filtragem do relatório.

     
    • Disponível no momento para trusted testers. Você pode se inscrever no nosso programa Trusted Tester neste link.
    • A partir de 15 de outubro no Linux, macOS e Windows: adição da avaliação de risco à visualização resumida.
     

    risk scores

Mudanças no Chrome Enterprise Premium

   
  • No Chrome 130, não há atualizações para o Chrome Enterprise Premium. back to top

 

Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no navegador Chrome

 

    

  • Pesquisar e receber respostas no histórico do Chrome com IA back to top 

    A partir do Chrome 131, os usuários poderão pesquisar no histórico de navegação e receber respostas geradas com base no conteúdo da página. Inicialmente, esse recurso só estará disponível para usuários em inglês nos EUA. Os administradores podem controlar esse recurso com a política HistorySearchSettings. Você tem as seguintes opções para sua organização:  

    • 0 = ativa o recurso para usuários e envia dados relevantes ao Google para treinar ou melhorar os modelos de IA. Os dados relevantes podem incluir comandos, entradas, saídas e materiais de origem, dependendo do recurso. Eles podem ser analisados por humanos com o único propósito de melhorar os modelos de IA.
    • 1 = ativa o recurso para os usuários, mas não envia dados ao Google para treinar ou melhorar os modelos de IA.
    • 2 = Desativar totalmente o recurso

    Veja mais informações em Pesquisar o histórico no Chrome com IA.

    ● Chrome 131 no Linux, Mac e Windows: o recurso gera respostas para suas consultas de pesquisa.

     

    

  • Assinaturas de código ad-hoc para shims de Apps Web Progressivos no macOS back to top 

    Os shims de aplicativo criados ao instalar um App Web Progressivo (PWA) no macOS vão passar a usar assinaturas de código ad hoc, criadas quando o aplicativo é instalado. A assinatura do código é usada pelo macOS como parte da identidade do aplicativo. Com essas assinaturas ad hoc, cada shim de PWA terá uma identidade exclusiva para o macOS. Atualmente, cada PWA parece o mesmo aplicativo para o macOS.

    Isso vai resolver problemas ao tentar incluir mais de um PWA no painel de preferências Open at Login do macOS e permitir melhorias futuras para o processamento de notificações do usuário em PWAs no macOS.

    Os administradores precisam testar a compatibilidade com qualquer ferramenta de segurança de endpoint ou autorização binária que eles usam (como o Santa). O recurso pode ser ativado para esse teste em chrome://flags/#use-adhoc-signing-for-web-app-shims. Em seguida, eles podem instalar um App Web Progressivo e garantir que ele seja iniciado conforme o esperado.

    Se houver uma incompatibilidade entre o recurso e as políticas de segurança atuais, a política corporativa AdHocCodeSigningForPWAsEnabled pode ser usada para desativar o recurso enquanto uma política de segurança de endpoint atualizada é implantada. A política corporativa deve ser usada para desativar o recurso apenas até que as políticas de segurança do endpoint sejam atualizadas, momento em que ela precisa ser desativada.

    • Chrome 129 no macOS: o recurso foi desativado por uma flag (chrome://flags/#use-adhoc-signing-for-web-app-shims) para que as empresas possam testar a compatibilidade com as ferramentas de segurança de endpoint, como o Santa (https://santa.dev/). Se não for compatível no momento, o recurso poderá ser desativado pela política corporativa enquanto as configurações de segurança do endpoint são atualizadas. A política corporativa é usada para desativar o recurso somente até que as políticas de segurança do endpoint sejam atualizadas.
    • Chrome 131 no macOS: o recurso vai começar a ser lançado para a versão estável, começando com 1%.
     

    

  • Verificação assíncrona da Navegação segura em tempo real back to top 

    Atualmente, as verificações da Navegação segura estão no caminho de bloqueio dos carregamentos de página, o que significa que o usuário não pode acessar a página até que as verificações sejam concluídas. No Chrome 122 e versões mais recentes no Android, ChromeOS, LaCrOS, Linux, macOS e Windows, para melhorar a velocidade de carregamento do Chrome, as verificações da Navegação segura em tempo real não bloqueiam mais o carregamento de páginas. Avaliamos o risco e implementamos mitigações: 

    1. Para malware e ataques de dia zero, as verificações de lista de bloqueio local ainda serão realizadas de maneira síncrona, de modo que payloads maliciosos ainda sejam bloqueados pelo Navegação segura. 
    2. Para ataques de phishing, analisamos os dados e concluímos que é improvável que o usuário tenha interagido significativamente com a página (por exemplo, digitou uma senha) quando mostramos o aviso.
     
    • Chrome 122 no Android, ChromeOS, LaCrOS, Linux, macOS e Windows
    • Chrome 131 no iOS
     

    

  • O método requestAdapterInfo() não padrão do GPUAdapter foi removido back to top 

    O grupo de trabalho da WebGPU decidiu que não era prático para requestAdapterInfo() acionar uma solicitação de permissão. Por isso, eles removeram essa opção e a substituíram pelo atributo de informações do GPUAdapter. Isso significa que os desenvolvedores da Web podem receber o mesmo valor de GPUAdapterInfo de maneira síncrona. Para mais informações, consulte o atributo de informações Intent to Ship: WebGPU: GPUAdapter anterior.

     
    • Chrome 131 no Windows, macOS, Linux e Android
     

    

  • Descontinuação dos relatórios estendidos da Navegação segura back to top 

    Os relatórios estendidos da Navegação segura são um recurso que melhora a segurança de todos os usuários, coletando informações de telemetria dos usuários participantes, que são usadas para as proteções da Navegação segura do Google. Os dados coletados incluem URLs de páginas da Web visitadas, informações limitadas do sistema e conteúdo da página. No entanto, esse recurso foi substituído pelo modo de proteção reforçada. Sugerimos que os usuários mudem para a proteção reforçada para se manterem seguros e ativar a segurança mais forte disponível no Chrome. Para mais informações, consulte Níveis de proteção da Navegação segura

     
    • Chrome 129 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: descontinuação dos relatórios estendidos da Navegação segura, com exceção da solicitação de relatório da Navegação segura do cliente em tempo real
    • Chrome 131 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: descontinuação de SafeBrowsingExtendedReportingEnabled para a solicitação de relatório da Navegação segura do cliente em tempo real
     



     

    

  • Atualizar o Google Play Services para corrigir problemas com senhas no dispositivoback to top 

    Os usuários com versões antigas do Google Play Services terão redução na funcionalidade com as senhas no dispositivo, e o Gerenciador de senhas poderá deixar de funcionar para eles em breve. Esses usuários precisam atualizar o Google Play Services ou serão orientados a usar outros métodos de solução de problemas, dependendo do estado. Isso faz parte de uma migração em andamento que afeta apenas os usuários do Gerenciador de senhas do Google no Android.

     
    • Chrome 131 no Android
     

    

  • Falta de confiança no certificado da Entrustback to top 

    Em resposta a falhas de compliance frequentes, o Chrome 127 mudou a forma da autenticação de servidor TLS de confiança pública, ou seja, sites ou certificados emitidos pela Entrust, são confiáveis por padrão. Isso vale para o Chrome 127 e versões mais recentes no Windows, macOS, ChromeOS, Android e Linux. As políticas do iOS não permitem o uso da Chrome Root Store no Chrome para iOS.

    Especificamente, certificados TLS que validam os certificados de CA raiz da Entrust incluídos na Chrome Root Store e emitidos:

        - a partir de 31 de outubro de 2024, não serão mais confiáveis por padrão.

        - até 31 de outubro de 2024, não serão afetados por essa mudança. 

    Se um usuário do Chrome ou uma empresa confiar explicitamente em um dos certificados Entrust afetados em uma plataforma e versão do Chrome que dependem da Chrome Root Store, por exemplo, quando a confiança explícita for transmitida por um objeto de política de grupo do Windows, as restrições de carimbos de data/hora de certificados assinados (SCT, na sigla em inglês) descritas acima vão ser substituídas e os certificados vão funcionar como hoje.  

    Confira mais informações e recursos de teste em Sustaining Digital Certificate Security - Entrust Certificate Destrust.

    Para saber mais sobre a Chrome Root Store, consulte as Perguntas frequentes.

    • Chrome 131 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: todas as versões do Chrome 131 e mais recentes que dependem da Chrome Root Store vão aceitar a ação de bloqueio, mas ela só será aplicada para certificados emitidos após 11 de novembro de 2024.
     

    

  • Experiência simplificada de login e sincronização back to top 

    A partir do Chrome 131, os usuários com a Sincronização do Chrome ativada vão ter uma versão simplificada e consolidada do login e da sincronização no Chrome. A Sincronização do Chrome vai deixar de ser exibida como um recurso separado nas configurações e em outros lugares. Em vez disso, os usuários farão login no Chrome para usar e salvar na Conta do Google certas informações, como senhas, favoritos e outros, de acordo com as políticas corporativas relevantes.

    Como antes, a funcionalidade que fazia parte da Sincronização do Chrome para salvar e acessar os dados do Chrome na Conta do Google pode ser controlada por SyncTypesListDisabled. O login no Google Chrome pode ser desativado por BrowserSignin, assim como antes.

    Mesmo com as alterações, os usuários ainda poderão fazer login nos Serviços do Google na Web (como no Gmail) sem fazer login no Chrome, ficar desconectados do Chrome ou controlar as informações sincronizadas com a Conta do Google.

     
    • Chrome 131 no Android 
     

    

  • Captura de links do usuário em PWAs back to top 

    Os links da Web direcionam automaticamente os usuários para os apps instalados. Para que os apps instalados tenham o comportamento que os usuários esperam, o Chrome vai facilitar a alternância entre o navegador e os apps da Web instalados. Quando o usuário clica em um link que pode ser acessado por um app da Web instalado, o Chrome adiciona um ícone à barra de endereço para sugerir o uso do app. Quando o usuário clica no ícone, o app é iniciado diretamente ou uma grade de apps compatíveis com esse link é aberta. Para alguns usuários, clicar em um link sempre abre o app automaticamente.

     
    • Chrome 121 no Linux, macOS e Windows: quando alguns usuários clicam em um link, ele sempre é aberto em um PWA. Já para outros usuários, o link é aberto em uma nova guia com um ícone na barra de endereço, e eles clicam no ícone para iniciar o app. Uma flag está disponível para controlar esse recurso: chrome://flags/#enable-user-link-capturing-pwa.
    • Chrome 131 no Linux, macOS e Windows: vamos lançar 100% do Stable com um padrão ativado (sempre iniciar apps após cliques no link) ou desativado (sempre aberto em uma guia, só iniciar se o usuário clicar no ícone na barra de endereço).
       

     

    

  • Desatualização da propriedade de posicionamento de âncora do CSS inset-area back to top 

    O grupo de trabalho do CSS (CSSWG) resolveu renomear a propriedade inset-area para position-area. Para mais detalhes, consulte a discussão do CSSWG no github. O novo nome da propriedade, position-area, como um sinônimo de inset-area enviado por essa atualização de recurso descrita em Status da plataforma do Chrome, que descreve a descontinuação e remoção da propriedade inset-area.

     
    • Chrome 131 no Windows, macOS, Linux e Android
     

    

  • Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS back to top 

    A partir do Chrome 124, o Chrome ativa por padrão em todas as plataformas de computadores um novo mecanismo de encapsulamento de chaves TLS seguro pós-quântico X25519Kyber768, com base em um padrão NIST (ML-KEM). Isso protege o tráfego de rede do Chrome com servidores que também são compatíveis com o ML-KEM da descriptografia por um futuro computador quântico. Essa mudança precisa ser transparente para os operadores do servidor. Essa criptografia será usada para conexões TLS 1.3 e QUIC.

    No entanto, algumas middleboxes TLS podem estar despreparadas para o tamanho de um encapsulamento de chaves Kyber (ML-KEM) ou um novo ponto de código de criptografia ClientHello do TLS, levando a conexões descartadas ou suspensas. Para resolver isso, atualize o middlebox ou desative o mecanismo de encapsulamento de chave com a política corporativa temporária PostQuantumKeyAgreementEnabled, disponível até o fim de 2024. No entanto, criptografias pós-quânticas de longo prazo serão necessárias no TLS, e a política empresarial será removida. A criptografia pós-quântica é necessária para o CSNA 2.0.

    Para mais detalhes, consulte esta postagem do blog do Chromium e esta postagem do blog de segurança do Google.

     
    • Chrome 124 no Windows, Mac e Linux: o novo mecanismo de encapsulamento de chaves TLS seguro pós-quântico X25519Kyber768 foi ativado
    • Chrome 131 no Windows, Mac e Linux: mude para a versão padrão do ML-KEM.
    • Chrome 141 no Windows, Mac e Linux: remoção da política corporativa PostQuantumKeyAgreementEnabled.
     

    

  • OCR do Visualizador de PDF do Chrome back to top 

    O Chrome para computador agora torna os PDFs digitalizados mais acessíveis. O Chrome usa o OCR no dispositivo para manter a privacidade (nenhum conteúdo é enviado ao Google). Ele converte automaticamente os PDFs digitalizados, permitindo que você selecione texto, use Ctrl+F, copie e cole. O recurso não ignora PDFs seguros. Ele vai usar OCR apenas em PDFs a que o usuário tem acesso. A solução oferece acessibilidade a PDFs para os usuários do Chrome sem etapas extras, tornando os PDFs tão acessíveis quanto o restante da Web.

     
    • Chrome 131 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
     

    

  • Avisos de formulário não seguro no iOS back to top 

    O Chrome 125 começou a bloquear os envios de formulário de páginas seguras para páginas não seguras no iOS. Quando o Chrome detecta um envio de formulário não seguro, ele mostra um aviso pedindo para o usuário confirmar o envio. O objetivo é evitar o vazamento de dados de formulários em texto simples sem a aprovação explícita do usuário. A política InsecureFormsWarningsEnabled está disponível para controlar esse recurso e vai ser removida no Chrome 131.

       

    

  • O serviço de rede no Windows será colocado no sandbox back to top 

    Para melhorar a segurança e a confiabilidade, o serviço de rede, que já está em execução no próprio processo, será colocado no sandbox do Windows. Assim, os códigos de terceiros que adulteram o serviço de rede hoje não poderão mais fazer isso. Podem ocorrer problemas na interoperabilidade com softwares que injetam códigos no espaço de processo do Chrome, como os de Prevenção contra perda de dados. Para desativar o sandbox em caso de incompatibilidade, use a política NetworkServiceSandboxEnabled. Para testar o sandbox no seu ambiente, siga estas instruções. Use o rastreador de bugs do Chromium para informar qualquer problema encontrado.

     
    • Chrome 132 no Windows: serviço de rede no sandbox do Windows
     

    

  • Ler em voz alta no modo de leitura  back to top 

    O Modo de leitura é um recurso do painel lateral que oferece uma visualização simplificada de páginas da Web com muito texto. O Modo de leitura agora inclui o recurso "Ler em voz alta", que permite que os usuários ouçam o texto que estão lendo em voz alta. Os usuários podem escolher diferentes vozes e velocidades naturais e conferir destaques visuais.

     
    • Chrome 132 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
     

    

  • Capturar todas as telas back to top 

    Esse recurso captura todas as telas conectadas ao dispositivo usando getAllScreensMedia(). Chamar getDisplayMedia() várias vezes exige vários gestos do usuário, sobrecarrega o usuário com a escolha da próxima tela a cada vez e não garante ao app que todas as telas foram selecionadas. getAllScreensMedia() melhora em todas essas frentes.

    Esse recurso só é exposto com a política corporativa MultiScreenCaptureAllowedForUrls, e os usuários são avisados antes mesmo de a gravação começar que essa gravação pode ser iniciada em algum momento. A API só vai funcionar para origens especificadas na lista de permissões MultiScreenCaptureAllowedForUrls. Qualquer origem que não esteja especificada não terá acesso a ela.

     
    • Chrome 132 no ChromeOS
     

    

  • Migração da API Safe Browsing v4 para a v5 back to top 

    As chamadas do Chrome para a API SafeBrowsing v4 serão migradas para a API v5. Os nomes dos métodos também são diferentes entre a v4 e a v5.

    Se os administradores tiverem uma lista de permissões de URL específica da v4 para permitir solicitações de rede em https://safebrowsing.googleapis.com/v4*, elas precisarão ser modificadas para permitir solicitações de rede em todo o domínio: safebrowsing.googleapis.com. Caso contrário, as solicitações de rede rejeitadas para a API v5 vão causar regressões de segurança para os usuários.

     
    • Chrome 133 no Android, iOS, ChromeOS, LaCrOS, Linux, macOS e Windows: o lançamento será gradual.
     

    

  • Verificações de acesso à rede particular para solicitações de navegação: modo somente aviso back to top 

    Antes de um site A navegar para outro site B na rede privada do usuário, esse recurso faz o seguinte:

    1. Verifica se a solicitação foi iniciada a partir de um contexto seguro.

    2. Envia uma solicitação de simulação e verifica se B responde com um cabeçalho que permite acesso à rede privada.

    Já existem recursos para sub-recursos e workers, mas este é específico para solicitações de navegação. Essas verificações protegem a rede privada do usuário.  

    Como esse recurso está no modo somente aviso, as solicitações não serão interrompidas se alguma das verificações falhar. Em vez disso, será exibido um aviso no console do DevTools para ajudar os desenvolvedores a se prepararem para a aplicação da política.

     
    • Chrome 133 no Windows, MacOS, Linux e Android
     

    

  • Descontinuar os eventos de mutação back to top 

    Os eventos de mutação síncronos, incluindo DOMSubtreeModified, DOMNodeInserted, DOMNodeRemoved, DOMNodeRemovedFromDocument, DOMNodeInsertedIntoDocument e DOMCharacterDataModified, prejudicam o desempenho das páginas e tornam mais complexa a adição de novos recursos à Web. Essas APIs foram descontinuadas da especificação em 2011 e substituídas em 2012 pela API Mutation Observer, que tem um comportamento muito melhor. Os eventos de mutação obsoletos precisam ser removidos ou migrados para a Mutation Observer. A partir do Chrome 124, uma política corporativa temporária, MutationEventsEnabled, será disponibilizada para reativar eventos de mutação descontinuados ou removidos. Se você encontrar algum problema, informe um bug aqui.

    O suporte a eventos de mutação vai ser desativado por padrão a partir do Chrome 127, por volta de 30 de julho de 2024. A migração do código precisa ser feita antes dessa data para evitar falhas em sites. Caso você precise de mais tempo, há algumas opções:

    Confira mais detalhes nesta postagem do blog. Informe qualquer problema.

    • Chrome 135 no Android, Linux, macOS e Windows: a política corporativa MutationEventsEnabled será descontinuada.

     

    

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top 

    A partir do Chrome 126, o Chrome passará a oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    Os administradores podem usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabled, disponível no Chrome 125, para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativá-lo. Essa política vai estar disponível até o Chrome 136 e será removida no Chrome 137. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente no Chrome 136.
    • Chrome 137 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled vai ser removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.

    

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Core

   

  • Política de padrões de IA generativa back to top

    A partir da versão 131, o Chrome Enterprise Core vai oferecer uma política para controlar o comportamento padrão de várias políticas de IA generativa pelo nosso programa Trusted Tester. Você pode se inscrever no nosso programa Trusted Tester neste link. Essa política não afeta os valores de política definidos manualmente para recursos de IA generativa. Esta política vai controlar as configurações padrão das seguintes políticas:

     
    • Disponível apenas para trusted testers. Você pode se inscrever no nosso programa Trusted Tester neste link.

    

  • Integração da telemetria da extensão do Chrome com o SecOps back to top 

    Vamos começar a coletar dados relevantes de telemetria da extensão do Chronicle no Chrome, referentes a perfis e dispositivos gerenciados, e enviá-los para o Google SecOps. O Google SecOps vai analisar os dados para fornecer análise instantânea e contexto sobre atividades de risco. Esses dados são enriquecidos para fornecer mais contexto e podem ser pesquisados por um ano.

     
    • Chrome 131 no ChromeOS, LaCrOS, Linux, macOS e Windows
     

    

  • Nova lista de perfis gerenciados e relatórios para usuários que fizeram login  back to top 

    O Chrome Enterprise Core vai apresentar uma nova lista de perfis gerenciados e relatórios no Admin Console. Esse recurso vai mostrar uma lista de perfis de usuários gerenciados que fazem login no Chrome usando uma Conta do Google. Os administradores de TI vão precisar ativar a nova política de relatórios de perfil do Chrome para conferir mais informações sobre um perfil gerenciado. Os relatórios incluem detalhes sobre os perfis gerenciados, como versões do navegador, políticas aplicadas (incluindo conflitos), extensões instaladas e muito mais.

     
    • Atualmente disponível no Android, Linux, macOS e Windows para o programa Trusted Tester. Você pode se inscrever no nosso programa Trusted Tester neste link.
    • A partir do Chrome 130 para Android, Linux, macOS e Windows
      managed profiles  

    

 

Próximas mudanças no Chrome Enterprise Premium

 

   

  • Controles de dados do Chrome Enterprise: Copiar e colar back to top

    Os administradores podem definir regras de controle de dados no Google Admin Console para proteger os usuários finais contra vazamento de dados no navegador Chrome. Os controles de dados são regras leves definidas no Google Admin Console que permitem aos administradores definir uma política do Chrome para controlar ações sensíveis do usuário, como copiar e colar dados sensíveis e fazer capturas de tela ou compartilhamento de tela. 

     

    Esse recurso pode ser controlado pela política DataControlsRules. Esse recurso está disponível para testes dos membros do programa Trusted Tester do Chrome Enterprise. Você pode se inscrever no nosso programa Trusted Tester neste link.

     
    • Chrome 128 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: programa Trusted Tester
    • Chrome 131 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento de recursos

     

   

  • Proteções de captura de tela back to top

    Os administradores podem impedir que os usuários façam capturas de tela ou compartilhem a tela de páginas da Web específicas que são consideradas como contendo dados sensíveis. Os administradores criam uma regra de filtragem de URL de DLP para bloquear usuários que fazem capturas de tela ou compartilhamento de tela de URLs ou categorias de URLs específicos. Esse recurso pode ser controlado pela mesma política EnterpriseRealTimeUrlCheckMode que ativa todas as pesquisas de URL em tempo real.

     

    Esse recurso está disponível para testes dos membros do programa Trusted Tester do Chrome Enterprise. Você pode se inscrever no nosso programa Trusted Tester neste link.

     
    • Chrome 129 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: programa Trusted Tester
    • Chrome 131 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento de recursos.

     

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Resumo da versão do ChromeOS 130

 
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Inserção multimídia    
Mudanças nas configurações e nos atalhos    
Foco no ChromeOS    
Acesso aprimorado aos arquivos do Drive    
Novas sugestões no Tote    
Início inteligente    
Microfone de estúdio    
App Gravador com tecnologia de IA     
Verificação de conteúdo para sessões de visitante gerenciadas  
Outros URLs permitidos no modo quiosque  
Efeitos de aparência    
Controles de privacidade mais acessíveis     
Controles de brilho do teclado aprimorados    
Controles de brilho da tela aprimorados    
Quero ajuda para ler no ChromeOS     
Suporte para várias agendas     
Janelas picture-in-picture    
Experiência do usuário ARC++ aprimorada    
Nova política para controlar os nomes dos pontos de acesso     
Atualização do SID do Microsoft SCEP    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Planos de fundo e segundo plano de IA    
Registro automático do ChromeOS Flex    
Migração de dados de graduação  
Fim da compatibilidade com apps do Chrome no ChromeOS    
Fim da compatibilidade com o cliente nativo (NaCl) no ChromeOS    

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. Aguarde uma ou duas semanas até a tradução em alguns idiomas.

Atualizações do ChromeOS

   

  • Inserção multimídia back to top

    A Inserção rápida é uma maneira rápida de inserir emojis, símbolos, GIFs, links do Google Drive, cálculos rápidos e conversões de unidades com uma tecla do teclado (em alguns modelos) ou um atalho. 

    No ChromeOS 130, um novo atalho Início + f está disponível em todos os dispositivos ChromeOS. Uma nova chave de hardware está disponível inicialmente apenas no Samsung Galaxy Chromebook Plus , mas a chave de inserção rápida será lançada em vários dispositivos em 2025.

    quick insert

   

  • Mudanças nas configurações e nos atalhos back to top

    Atualizamos as opções de atalho e dispositivo de entrada em Configurações para incluir: 

    • Inserção rápida: acesso rápido + f

   

  • Foco no ChromeOS back to top

    O recurso "Foco" no ChromeOS foi criado para ajudar os usuários a minimizar distrações e criar um espaço de trabalho mais produtivo. Com o Foco, você pode definir e ajustar seu tempo de foco, ativar ou desativar o modo Não perturbe, classificar ou criar novas tarefas do Google, além de mergulhar em playlists selecionadas que ajudam você a se concentrar melhor com o som de foco ou o YouTube Music Premium (com base em assinatura). Para usar o modo "Foco", acesse Configurações rápidas > Modo "Foco".

    focus

   

  • Acesso aprimorado aos arquivos do Drive back to top

    Além dos arquivos marcados com estrela no Tote, acesse todos os arquivos do Drive marcados com estrela diretamente na estante, que agora está disponível off-line. As sugestões aprimoradas do Drive no Acesso rápido e no Tote permitem acesso rápido aos arquivos mais importantes e usados com frequência.

   

  • Novas sugestões no Tote back to top

    Acesse e fixe rapidamente os arquivos que você mais usa com as sugestões de arquivos locais e do Drive. A nova seção "Sugestões" no Tote sugere arquivos para os usuários, destacando os que serão úteis para fixar e acessar off-line.

   

  • Início inteligente back to top

    Os novos recursos de Início inteligente ajudam os usuários a retomar o trabalho e explorar novas opções na inicialização. Depois de ativar esse recurso, você poderá visualizar e restaurar apps e guias da sua sessão anterior. O Início inteligente também oferece informações úteis, como previsão do tempo, seu próximo evento da agenda, guias recentes de outros dispositivos e sugestões relevantes do Google Drive. 

    Para ativar esse recurso, selecione Configurações > Preferências do sistema > Inicialização > Início inteligente e verifique se a opção Perguntar sempre está selecionada para o dispositivo.

    welcome recap

   

  • Microfone de estúdio back to top

    Ative esse recurso nos controles de videochamada para fazer o microfone integrado do Chromebook parecer um microfone profissional de estúdio. O microfone estilo estúdio inclui os efeitos de cancelamento de ruído e redução de reverberação e os aprimora com balanceamento avançado, reconstrução de detalhes e adaptação ao ambiente. Os usuários que ativaram o cancelamento de ruído vão receber os aprimoramentos do microfone no estilo estúdio por padrão a partir desta versão. Se um usuário quiser voltar ao efeito de cancelamento de ruído antigo, ele poderá selecionar a opção adequada em Configurações > Dispositivo > Áudio. Esse recurso só está disponível em dispositivos Chromebook Plus.

   

  • App Gravador com tecnologia de IA back to top

    O ChromeOS 130 apresenta o novo app Gravador com tecnologia de IA do Google para criar transcrições que podem detectar e identificar locutores, além de fornecer um resumo do conteúdo gravado. Nosso app vai além da gravação, oferecendo conversão de voz em texto, resumo de conteúdo e sugestões de título, tudo com a tecnologia de IA do Google.

   

  • Verificação de conteúdo para Sessões de Visitante gerenciadas back to top

    Agora as organizações podem estender a poderosa verificação e proteção de conteúdo e contexto do Chrome Enterprise Premium para arquivos locais em Sessões de visitante gerenciadas no ChromeOS. Por exemplo, um arquivo perdido contendo números de CPF ou CNPJ é bloqueado instantaneamente quando um usuário tenta copiá-lo para uma unidade externa, protegendo as informações confidenciais.

   

  • Outros URLs permitidos no modo quiosque back to top

    Se um app de quiosque usa mais de uma origem de URL, os administradores de TI agora podem inserir as origens adicionais. Todas as origens especificadas vão receber as permissões automaticamente. As origens que não estiverem nesta lista, terão as permissões rejeitadas. 

      kiosk urls  

   

  • Efeitos de aparência back to top

    Os efeitos de aparência são populares entre os produtos de câmeras, reuniões virtuais e vídeos curtos há muito tempo e foram lançados em alguns produtos do Google. No ChromeOS 130, integramos esse recurso ao Chromebook para controles de videochamadas. Disponível apenas em dispositivos Chromebook Plus.

   

  • Controles de privacidade mais acessíveis back to top

    Com esse lançamento, estamos disponibilizando mais controles de privacidade no nível do SO para os usuários do navegador Chrome. O objetivo é conscientizar os usuários de que, para que a câmera ou o microfone funcionem, eles precisam ativar os controles de privacidade no nível do SO.

      privacy controls  

   

  • Controles de brilho do teclado aprimorados back to top

    Os usuários do Chromebook agora podem ajustar o brilho do teclado e controlar o sensor de luz ambiente diretamente no app Configurações. Com esse novo recurso, você pode definir o brilho do teclado no nível perfeito e ativar ou desativar o sensor de luz ambiente conforme necessário. Essas atualizações simplificam o uso do dispositivo e ajudam a gerenciar a duração da bateria. Enquanto isso, se o Chromebook for compatível com RGB, a opção Configurações > Teclado agora tem um link direto para as opções de seleção de cor RGB. Para mais detalhes, consulte Usar recursos gamer no Chromebook.

   

  • Controles de brilho da tela aprimorados back to top

    Os usuários do Chromebook agora podem ajustar o brilho da tela e controlar o sensor de luz ambiente diretamente no app Configurações. Com esse novo recurso, você pode definir o brilho da tela no nível perfeito e ativar ou desativar o sensor de luz ambiente conforme necessário em Configurações. Essas atualizações simplificam o uso do dispositivo e ajudam a gerenciar a duração da bateria.

   

  • Quero ajuda para ler no ChromeOS back to top

    O recurso Quero ajuda para ler no ChromeOS oferece uma solução com tecnologia de IA para ajudar você a encontrar rapidamente as informações necessárias em qualquer texto. Para focar no que você está lendo no navegador e na Galeria, clique com o botão direito do mouse em um espaço vazio para revelar o card "Quero ajuda para ler" acima do menu contextual. O painel "Quero ajuda para ler" mostra um resumo do texto e um campo de perguntas e respostas em formato livre, onde você pode fazer perguntas específicas sobre o texto. Disponível apenas em dispositivos Chromebook Plus.

      help me read  

   

  • Suporte para várias agendas back to top

    Estamos lançando o suporte a várias agendas para que os usuários possam conferir todos os eventos de várias agendas selecionadas no Google Agenda.

      multi calendar
     

   

  • Janelas picture-in-picture back to top

    Os usuários do ChromeOS agora têm mais flexibilidade com as janelas picture-in-picture (PiP). O PiP Tuck permite que os usuários movam temporariamente as janelas do PiP para o lado da tela, liberando espaço valioso na tela e mantendo o vídeo facilmente acessível. Além disso, você pode ajustar rapidamente o tamanho das janelas do picture-in-picture com um toque duplo rápido, alternando entre dois tamanhos para uma visualização ideal.

      multi calendar  

   

  • Melhoria na experiência do usuário do ARC++ back to top

    Para melhorar a experiência do usuário no ChromeOS e no ARC++, estamos movendo as notificações de segundo plano e de erro não urgentes do ARC++ para a bandeja do sistema. Isso impede que essas mensagens apareçam desnecessariamente em primeiro plano e interrompam a jornada do usuário. Ao mover essas notificações para a bandeja do sistema, podemos garantir que os usuários ainda sejam notificados sobre possíveis problemas, mas não sejam interrompidos enquanto usam o Chromebook. Para mais informações sobre o ARC++, consulte este blog para desenvolvedores do ChromeOS.

     

   

  • Nova política para controlar os nomes dos pontos de acesso back to top

    Para Chromebooks com capacidade de rede celular, as políticas de nome de ponto de acesso (APN) permitem que os administradores restrinjam o uso de APNs personalizados. Ao definir a flag AllowAPNModification nas configurações gerais de rede para restringir, os usuários finais não podem adicionar ou usar APNs personalizados.

      Access point names
     

   

  • Atualização do SID do Microsoft SCEP back to top

     

    Somente para implantações do SCEP que usam o Microsoft NPS para RADIUS. Se você não estiver usando certificados SCEP com o NPS do Microsoft para Radius para conectividade de rede do Chromebook, ignore o restante destas instruções. Essa configuração é mais comum em empresas do que em instituições de ensino.

    A Microsoft anunciou uma atualização de segurança que vai adicionar um novo campo obrigatório, um identificador de segurança (SID), aos certificados SCEP em ambientes que usam o NPS para Radius para autenticação de rede. Essa adição se deve a uma vulnerabilidade de segurança em dispositivos Windows, em que certificados utilizáveis com chaves privadas podem ser exportados de um dispositivo Windows para serem usados em qualquer outro dispositivo. A adição do SID significa que o certificado será vinculado a um dispositivo ou usuário no seu ambiente do Active Directory para que um dispositivo/usuário desconhecido não possa usá-lo. Isso não é um problema de segurança para Chromebooks, já que eles não permitem a exportação de certificados com chaves privadas e são protegidos pelo TPM. No entanto, qualquer certificado que não tenha esse novo campo não vai conseguir fazer a autenticação em um NPS para o servidor Radius após o prazo de aplicação obrigatório de 11 de fevereiro de 2025.

    O que você precisa fazer?

    Verifique o mais rápido possível se a implantação depende de certificados SCEP e NPS para Radius para autenticação de rede. Para isso, acesse o visualizador de eventos no Controlador de domínio -> Sistema e procure o ID de evento 39. Se você encontrar este ID de evento:

    Microsoft SCEP  

    Ações a serem realizadas se você encontrar o ID de evento #39:

    1. Crie um objeto novo ou reutilize um existente no seu ambiente do Active Directory para uso do SCEP
    2. Extraia o SID do objeto do AD, por exemplo, PS> (Get-ADUser username).SID.value
    3. Crie um novo perfil do SCEP com todas as configurações duplicadas da configuração atual e adicione o SID do objeto do AD recém-criado ou existente da etapa 1.
    4. Na seção "Nome alternativo do assunto", selecione o botão de opção Personalizado. Adicione um novo nome alternativo do assunto usando o botão + com o tipo "Identificador uniforme de recursos" no menu suspenso. Em "string", o valor precisa ser semelhante a este:

         tag:microsoft.com,2022-09-14:sid:S-1-2-3-4-5-6-8

         em que S-1-2-3-4-5-6-8 é o SID do objeto do AD

    Microsoft SCEP
    1. Implante esse novo certificado em todos os Chromebooks potencialmente afetados na sua frota:
      1. Aguarde pelo MENOS UM MÊS para garantir que todos os dispositivos tenham recebido o novo certificado.
    2. Vincule novamente todas as políticas do certificado antigo ao novo certificado da etapa 2.
    3. Verifique a funcionalidade usando o novo certificado.
    4. Exclua o perfil antigo.

     

 

Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas mudanças no ChromeOS

   

  • Planos de fundo e segundo plano de IA back to top 

    A partir do ChromeOS 131, planejamos lançar planos de fundo de videoconferência e de tela de bloqueio com IA generativa em alta resolução no ChromeOS. Com esse recurso, você pode liberar todo o potencial criativo e transformar o Chromebook em uma tela de expressão pessoal. Escolha entre uma variedade de modelos e, com apenas alguns cliques, personalize o Chromebook com sua personalidade, humor ou interesses. 

    Duas novas políticas estarão disponíveis para controlar esses recursos: GenAIVcBackgroundSettings e GenAIVcBackgroundSettings. Esse recurso só vai estar disponível em dispositivos Chromebook Plus.

   

  • Registro automático do ChromeOS Flexback to top 

    A partir do ChromeOS 131, o registro automático do ChromeOS Flex vai permitir que você implante dispositivos ChromeOS Flex em grande escala. Assim como o registro sem toque do ChromeOS, o registro automático incorpora um token criado pelo administrador de uma organização a uma imagem do ChromeOS Flex. Isso vai determinar em qual organização do cliente e unidade organizacional um dispositivo será registrado durante a configuração inicial.

   

  • Migração de dados de graduação back to top 

    A partir do ChromeOS 132, uma nova ferramenta de transferência de conteúdo vai orientar os alunos que estão se formando ou outros usuários gerenciados pelo Google for Education que queiram migrar os dados pelo processo atualizado do Google Takeout Transfer. Isso permite que eles levem o conteúdo dos apps Documentos, Planilhas, Apresentações e Gmail para uma conta do Gmail de sua escolha. 

    Com esse novo aplicativo, os administradores da escola podem fixar um ícone na prateleira, notificar estudantes e professores nos Chromebooks e definir datas para acionar essas notificações e incentivar o uso do processo de transferência do Takeout.

   

  • Fim do suporte a apps do Chrome no ChromeOS back to top 

    Em 2016, anunciamos a descontinuação dos apps do Chrome em favor dos apps da Web. Em 2021, anunciamos no blog do Chromium que o suporte a apps do Chrome para clientes e desenvolvedores do ChromeOS Enterprise e Education seria estendido até pelo menos janeiro de 2025. Como a maioria dos nossos clientes migrou dos apps do Chrome (incluindo apps empacotados legados (v1) e apps hospedados), podemos confirmar as seguintes atualizações sobre as datas de descontinuação dos apps do Chrome.

    Julho de 2025: fim do suporte para apps do Chrome instalados pelo usuário (programado para o ChromeOS M138).
    • Os apps do Chrome que forem instalados à força pelo Admin Console vão continuar sendo compatíveis.
    Julho de 2026: a última versão do ChromeOS com suporte para apps do Chrome no modo quiosque (programada para o ChromeOS M150).
    • Os dispositivos no canal LTS com apps do Chrome no modo quiosque vão receber suporte até abril de 2027.
    Fevereiro de 2028: a última versão do ChromeOS com suporte para apps Chrome (programada para o ChromeOS M168), que marca o fim da vida útil de todos os apps Chrome.
    • Os dispositivos no canal LTS podem continuar usando os apps do Chrome até outubro de 2028.
    • Não haverá exceções.
     

    Nas próximas semanas, mais informações detalhadas serão enviadas a todos os desenvolvedores de apps para o Chrome e administradores do ChromeOS.

    Esses cronogramas de descontinuação também se aplicam aos apps do Chrome auto-hospedados.

    Embora não seja possível adicionar novos apps do Chrome à Chrome Web Store, os apps atuais podem continuar sendo atualizados até outubro de 2028, quando vão atingir o fim da vida útil no ChromeOS. Após essa data, os apps do Chrome serão removidos da Chrome Web Store.

    Se sua organização tiver desenvolvido apps do Chrome internamente e você precisar de ajuda, consulte o guia Transição dos apps do Chrome. Você também pode participar da comunidade de desenvolvedores do ChromeOS no Discord ou entrar em contato conosco pelo formulário em https://chromeos.dev/work-with-us. Consulte a programação de lançamentos do ChromeOS para conferir as datas de lançamento e as atualizações.

   

  • Fim do suporte ao cliente nativo (NaCl) no ChromeOS back to top 

    Em 2017, anunciamos a descontinuação do Cliente nativo (NaCl) em favor do WebAssembly. Como a maioria dos nossos clientes migrou do NaCl, podemos confirmar algumas mudanças importantes no ChromeOS.

    • Janeiro de 2025: o Cliente nativo (NaCl) será desativado por padrão a partir do ChromeOS M132.
      • Para usuários não gerenciados e consumidores, o M131 será a última versão do ChromeOS com suporte para NaCl.
      • Para ambientes de usuários gerenciados, os administradores que gerenciam dispositivos ChromeOS para uma empresa ou escola já têm a opção de estender a capacidade de usar o NaCl com uma política de permissão do NaCl na versão M138. A partir da M132, a política também estará disponível para sessões de quiosque.
    • Julho de 2025: o ChromeOS M138 marca o fim da tecnologia NaCl no ChromeOS.
      • Para ambientes gerenciados, a M138 é uma versão do ChromeOS com suporte de longo prazo (LTS) disponível para administradores que gerenciam dispositivos ChromeOS em uma empresa ou escola. Os dispositivos que foram mudados para o canal LTS e têm a política de permissão NaCl ativada podem continuar usando o NaCl até a última atualização do LTS, em abril de 2026.
     

    Se a organização tiver desenvolvido apps do Chrome internamente com NaCl e você precisar de ajuda, consulte os guias Transição de apps do Chrome e Migração do WebAssembly. Você também pode participar da comunidade de desenvolvedores do ChromeOS no Discord ou entrar em contato conosco pelo formulário em https://chromeos.dev/work-with-us. Consulte a programação de lançamentos do ChromeOS para conferir as datas de lançamento e as atualizações. 

    Nas próximas semanas, mais informações detalhadas serão enviadas aos desenvolvedores do NaCl e aos administradores do ChromeOS afetados.

     

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Chrome 129

Atualizações do navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Tabela de comparação    
O Chrome não dá mais suporte ao macOS 10.15  
Assinaturas de código ad hoc para shims de PWA no macOS    
Gerenciador de certificados no Windows e macOS    
Insights de segurança do Chrome  
Descontinuação dos relatórios estendidos da Navegação segura    
Guias inativas no Android    
Nova opção na política HttpsOnlyMode  
Proteções de captura de tela    
Grupo de guias de sincronização    
O Google Play Services corrige problemas com senhas no dispositivo    
Descontinuação do argumento includeShadowRoots no DOMParser    
Descontinuação da serialização de DOM paralelo declarativo não padrão    
Renomear "inset-area" para "position-area"    
Limpe dados do dispositivo locais ao sair do iOS    
Personalização da barra de ferramentas    
Uso da chave de acesso do Gerenciador de senhas do Google no ChromeOS    
Políticas novas e atualizadas no navegador Chrome    
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Chrome Enterprise Premium para transferências de arquivos em Sessões de visitante gerenciadas    
Plano de fundo para a Semana da Valorização do Professor    
Controles de brilho da tela    
Experiência de boas-vindas do periférico    
As contas gerenciadas não são mais sincronizadas como secundárias no Android  
Tradução instantânea    
Controles de brilho do teclado    
Atalho de teclado para a função "Selecionar para ouvir"    
PIN como fator de autenticação    
Recarregamento automático da tela de login    
Os tipos de arquivos do Workspace com CSE agora são aceitos no Google Drive    
Atualizações do ícone da bateria    
Atualizações no Admin Console Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Pontuação de risco da extensão no relatório de uso de apps e extensões    
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Falta de confiança no certificado da Entrust    
Estilos alternativos para o elemento <meter>    
Transporte de dicionário de compactação com Brotli compartilhado e Zstandard compartilhado    
Contêineres de rolagem com foco no teclado    
Suporte a URLs de esquema não especial    
Experiência simplificada de login e sincronização    
Integração da telemetria da extensão do Chrome com o SecOps  

Captura de links do usuário em PWAs  
Descontinuação dos cookies de terceiros (3PCD, na sigla em inglês) do Chrome    
Avisos de formulário não seguro no iOS    
Remoção de política usada sobre comportamento do mesmo site legado    
Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Planos de fundo de IA generativa e segundo plano de videoconferências    
Eventos de janela do XDR do ChromeOS    
Próximas alterações no Admin Console Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/ apps Gerenciamento
Relatórios de perfil gerenciado do navegador Chrome     
Mudança padrão nas políticas de IA generativa    
Política de controle de IA generativa    
Suporte a configurações no nível do usuário na página "Configurações personalizadas"    

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas ficará pronta em uma a duas semanas.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

Atualizações do navegador Chrome

   

  • Tabela de comparação back to top

    A partir do Chrome 129 (somente nos EUA), vamos lançar a Tabela de comparação, um novo recurso que apresenta uma visão geral criada por IA dos produtos de várias guias, tudo em um só lugar. Esse recurso é controlado pela política TabCompareSettings. Para mais detalhes, consulte o artigo Tabela de comparação na Central de Ajuda do Chrome Enterprise e Education.

    • Chrome 129 no Linux, macOS e Windows 
    Tab compare  

   

  • O Chrome não é mais compatível com o macOS 10.15 back to top

    O Chrome 129 não é mais compatível com o macOS 10.15, que já está fora do período de suporte da Apple. Os usuários precisam atualizar os sistemas operacionais para continuar usando o navegador Chrome. A execução em um sistema operacional com suporte é essencial para manter a segurança. Se ele for executado no macOS 10.15, o Chrome vai continuar mostrando uma barra de informações para lembrar aos usuários que o Chrome 129 não tem mais suporte no macOS 10.15.

    • Chrome 129 no MacOS: o Chrome não é mais compatível com o macOS 10.15.
     

   

  • Assinaturas de código ad hoc para shims de PWA no macOS back to top

    Os shims de aplicativo criados ao instalar um App Web Progressivo (PWA) no macOS vão passar a usar assinaturas de código ad hoc, criadas quando o aplicativo é instalado. A assinatura do código é usada pelo macOS como parte da identidade do aplicativo. Com essas assinaturas ad hoc, cada shim de PWA terá uma identidade exclusiva para o macOS. Atualmente, cada PWA parece o mesmo aplicativo para o macOS.

    Isso resolve problemas ao tentar incluir mais de um PWA no painel de preferências Open at Login do macOS e permite melhorias futuras para o processamento de notificações do usuário em PWAs no macOS.

    • Chrome 129 no macOS
     

   

  • Gerenciador de certificados no Windows e no macOS back to top

    A partir do Chrome 129, há uma nova tela de configurações de gerenciamento de certificados acessível nas configurações de segurança do Windows e do macOS. Isso substitui o link para o gerenciador de certificados do Windows e Chaves do macOS, respectivamente, embora essas plataformas ainda estejam acessíveis pela página de configurações de gerenciamento de certificados.

    O gerenciador de certificados mostra os certificados confiáveis ou não confiáveis pelo Chrome, incluindo o conteúdo da Chrome Root Store e todos os certificados importados do sistema operacional. Os usuários podem acessar a página diretamente em chrome://certificate-manager.

    Uma versão futura vai introduzir o gerenciamento de certificados adicionados diretamente ao Chrome para usuários e empresas.

    • Chrome 129 no macOS e Windows
     

   

  • Insights de segurança do Chrome back to top

    Agora você pode ativar os insights de segurança do Chrome, que permitem monitorar o risco de pessoas com informações privilegiadas e a perda de dados da atividade no Chrome se você tiver o Chrome Enterprise Core e o Workspace Enterprise Standard ou Workspace Enterprise Plus com licenças atribuídas. Para mais informações, consulte Como monitorar o risco de pessoas com informações privilegiadas e a perda de dados.

    • Chrome 125 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: recurso ativado para o Chrome Enterprise Core 
    • Chrome 129 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: recurso ativado para clientes EDU (exceto ensino fundamental e médio)
     

   

  • Descontinuação dos relatórios estendidos da Navegação segura back to top

    Os relatórios estendidos da Navegação segura são um recurso que melhora a segurança de todos os usuários, coletando informações de telemetria dos usuários participantes, que são usadas para as proteções da Navegação segura do Google. Os dados coletados incluem URLs de páginas da Web visitadas, informações limitadas do sistema e conteúdo da página. No entanto, esse recurso foi substituído pelo modo de proteção reforçada. Sugerimos que os usuários mudem para a proteção reforçada para se manterem seguros e ativar a segurança mais forte disponível no Chrome. Para mais informações, consulte Níveis de proteção da Navegação segura

      Safe browsing  
    • Chrome 129 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: descontinuação dos relatórios estendidos da Navegação segura, com exceção da solicitação de relatório da Navegação segura do cliente em tempo real
    • Chrome 131 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: descontinuação de SafeBrowsingExtendedReportingEnabled para a solicitação de relatório da Navegação segura do cliente em tempo real

   

  • Guias inativas no Android back to top

    No Chrome 129, as guias antigas vão ficar ocultas em uma nova seção de guias inativas no seletor de guias do Chrome no Android. Os usuários do Chrome podem acessar a seção de guias inativas para visualizar todas as guias antigas ou fechá-las usando a nova funcionalidade de guias em massa. Essas guias serão excluídas se ficarem nessa seção por mais de 60 dias. 

    • Chrome 129 no Android: lançamento do recurso para 1%
     

   

  • Nova opção na política HttpsOnlyMode back to top

    A configuração "Perguntar antes do HTTP" (ABH, na sigla em inglês), anteriormente chamada de "Somente HTTPS/Modos de priorização de HTTPS", informa ao Chrome que ele precisa pedir o consentimento do usuário antes de enviar conteúdo HTTP não seguro pela rede. A política HttpsOnlyMode permite ativar ou desativar o ABH.

    No Chrome 129, adicionamos uma nova variante intermediária do ABH chamada modo equilibrado. Essa variante tem como objetivo reduzir o inconveniente para o usuário, porque funciona como ABH (rígida) na maioria das vezes, mas não pergunta quando o Chrome sabe que uma conexão HTTPS não é possível, como ao se conectar a um nome do host de rótulo único, como "internal/".

    Adicionamos uma opção de política force_balanced_enabled para permitir a ativação forçada dessa nova variante. A configuração force_balanced_enabled em navegadores anteriores ao Chrome 129 vai resultar no comportamento padrão, que não impõe restrições corporativas à configuração ABH.

    Para evitar impactos inesperados, se você tiver configurado anteriormente para force_enabled, recomendamos não configurar para force_enabled até que tenha sido feito upgrade para o Chrome 129, ou mais recente, de toda a frota de dispositivos. Se você não estiver migrando de force_enabled para force_enabled, não será afetado por essa mudança.

    • Chrome 129 no Android, ChromeOS, Lacros, Linux, macOS, Windows e Fuchsia
     

   

  • Proteções de captura de tela back to top

    As proteções de captura de tela permitem que os administradores impeçam que os usuários façam capturas de tela ou compartilhem a tela de páginas da Web específicas que são consideradas como contendo dados sensíveis. Esse recurso está disponível apenas para usuários do Chrome Enterprise Premium. Esse recurso pode ser controlado pela mesma política do Chrome Enterprise EnterpriseRealTimeUrlCheckMode que ativa todas as pesquisas de URL em tempo real.

    • Chrome 129 no ChromeOS, Linux, macOS, Windows
     

   

  • Grupo de guias de sincronização back to top

    Os grupos de guias no iOS agora são salvos. Fechar um grupo de guias não o exclui mais. Para usuários que sincronizam as guias entre dispositivos, os grupos também são sincronizados.

     
    • Chrome 129 no iOS
    Tab group  

   

  • O Google Play Services corrige problemas com senhas no dispositivo back to top 

    Os usuários com versões antigas do Google Play Services terão redução na funcionalidade com as senhas no dispositivo, e o Gerenciador de senhas poderá deixar de funcionar para eles em breve. Esses usuários precisam atualizar o Google Play Services. Caso contrário, eles serão orientados a usar outros métodos de solução de problemas, dependendo do estado. Isso faz parte de uma migração em andamento que afeta apenas os usuários do Gerenciador de senhas no Android.

    • Chrome 129 no Android
     

   

  • Descontinuação do argumento includeShadowRoots em DOMParser back to top

    O argumento includeShadowRoots era um argumento nunca padronizado da função DOMParser.parseFromString(), que existia para permitir a análise imperativa de conteúdo HTML que contém o DOM paralelo declarativo. Ele foi incluído no Chrome 90 como parte do lançamento inicial do DOM paralelo declarativo. Como a discussão sobre padrões rematerializou em 2023, o formato das APIs DSD mudou, incluindo esse recurso para análise imperativa. Para ler mais, consulte os detalhes do contexto sobre os padrões relacionados. Além disso, há informações sobre as descontinuações relacionadas da serialização do DOM paralelo e do atributo de raiz paralela.
    Agora que uma versão padronizada dessa API, na forma de setHTMLUnsafe() and parseHTMLUnsafe() , foi lançada no Chrome 124, o argumento não padrão includeShadowRoots precisa ser descontinuado e removido. É necessário fazer as devidas alterações no uso:
    Em vez de:
      (new DOMParser()).parseFromString(html,'text/html',{includeShadowRoots: true});
    Use:
      document.parseHTMLUnsafe(html);

    • Chrome 129 no Linux, macOS, Windows e Android
     

   

  • Descontinuação da serialização de DOM paralelo declarativo não padrão back to top

    A implementação do protótipo, que foi enviada em 2020 e atualizada em 2023, continha um método chamado "getInnerHTML()" que podia ser usado para serializar árvores do DOM que contêm raízes paralelas. Essa parte do protótipo não foi padronizada com o restante do shadow DOM declarativo e só recentemente alcançou o consenso de especificação. (para mais detalhes, consulte o GitHub). Como parte desse consenso, o formato da API getInnerHTML mudou.

    Esse recurso representa a descontinuação do método "getInnerHTML()" enviado antes. O dispositivo de substituição é chamado de "getHTML()", que foi lançado no Chrome 125. Para saber mais, consulte a descrição de recursos do ChromeStatus.

     
    • Chrome 129 no Windows, macOS, Linux e Android
     

   

  • Renomear inset-area para position-area back to top

    O grupo de trabalho do CSS (CSSWG) resolveu renomear essa propriedade de "inset-area" para "position-area". Para mais detalhes, consulte a discussão do CSSWG no GitHub. O Chrome vai oferecer suporte aos nomes de propriedade antigos e novos por alguns marcos para ajudar os desenvolvedores a migrar para o novo nome da área de posição. Estamos lançando o novo nome da propriedade, "position-area", como um sinônimo de "inset-area" no Chrome 129, junto com a descontinuação do DevTrial para "inset-area".

    A propriedade "inset-area" está prevista para ser removida no Chrome 131.

    • Chrome 129 no Windows, macOS, Linux e Android
     

   

  • Limpe dados do dispositivo local ao sair do iOS back to top

    A partir do Chrome 129, sair de uma conta gerenciada em um navegador não gerenciado vai excluir os dados de navegação locais salvos no dispositivo. Os usuários gerenciados recebem uma caixa de diálogo de confirmação ao sair, explicando que os dados não salvos serão apagados. Os dados serão excluídos apenas a partir do momento do login. Caso contrário, todos os dados serão excluídos. O momento do login só vai ser conhecido se o usuário tiver feito login no Chrome 122 ou em uma versão mais recente. 

    Os dados excluídos incluem: 

    • histórico de navegação
    • cookies e dados do site
    • senhas
    • configurações do site
    • preenchimento automático
    • imagens e arquivos armazenados em cache
     
    • Chrome 129 no iOS
    Clear devices data  

   

  • Personalização da barra de ferramentas back to top

    Estamos lançando um recurso de personalização da barra de ferramentas no Chrome 129, que permite que os usuários de navegadores para computador fixem e liberem ícones na barra de ferramentas usando um novo painel lateral. 

     
    • Chrome 129 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: lançamento gradual
      Toolbar customization  

   

  • Uso de chaves de acesso do Gerenciador de senhas do Google no ChromeOS back to top

    As chaves de acesso melhoram a segurança do usuário, mas até hoje eram um pouco mais difíceis de usar em vários dispositivos. Agora, os usuários podem salvar chaves de acesso no Gerenciador de senhas do Google e usá-las em vários dispositivos e plataformas. Esse recurso já está disponível no Windows, macOS, Linux e Android. Agora, ele está disponível no ChromeOS.

     
    • Chrome 127 no Windows, Android e macOS
    • Chrome 129 no Windows, Android, macOS e ChromeOS 

   

 

Atualizações do ChromeOS

   

  • Chrome Enterprise Premium para transferências de arquivos em Sessões de visitante gerenciadas back to top

    No ChromeOS 129, as organizações podem estender a poderosa verificação e proteção de conteúdo e contexto do Chrome Enterprise Premium para arquivos locais no ChromeOS em sessões de visitante gerenciadas. 

    Por exemplo, um arquivo perdido contendo números de CPF ou CNPJ é bloqueado instantaneamente quando um usuário tenta copiá-lo para uma unidade externa, protegendo as informações confidenciais.

   

  • Plano de fundo para a Semana da Valorização do Professor back to top

    No ChromeOS 129, adicionamos uma nova coleção de planos de fundo para celebrar e compartilhar nossa gratidão e apoio aos educadores do mundo todo.

   

  • Mostrar controles de brilho back to top

    Os usuários do Chromebook agora podem ajustar o brilho da tela e controlar o sensor de luz ambiente diretamente no app Configurações. Com esse novo recurso, você pode definir o brilho da tela no nível perfeito e ativar ou desativar o sensor de luz ambiente conforme necessário no app Configurações. Essas atualizações simplificam o uso do dispositivo e ajudam a gerenciar a duração da bateria.

   

  • Experiência de boas-vindas do periférico back to top

    Saber que um periférico foi conectado, configurá-lo e encontrar o app complementar são etapas essenciais na jornada do usuário. O objetivo desta versão é oferecer uma experiência de boas-vindas de alta qualidade, informando aos usuários que o periférico foi conectado e convidando-os a configurá-lo e aproveitar ao máximo.

   

  • As contas gerenciadas não são mais sincronizadas como secundárias no Android back to top

    A partir da versão 129 do ChromeOS, melhoramos a segurança de dados do Android no ChromeOS. As contas corporativas adicionadas como secundárias na sessão não serão mais adicionadas automaticamente ao ambiente do Android no ChromeOS. Essa mudança não afeta contas pessoais, de ensino ou que foram adicionadas anteriormente.

   

  • Tradução instantânea back to top

    Os dispositivos Chromebook Plus estão recebendo a Tradução instantânea, que permite que um usuário traduza o conteúdo com legendas para o idioma de sua escolha. Se um usuário que fala inglês estiver conversando com uma pessoa que não fala o mesmo idioma, as Legendas instantâneas podem ser traduzidas para o idioma da pessoa com quem ele está falando, desde que o recurso seja compatível com o idioma. Isso também funciona para vídeos e pode ser usado no YouTube para traduzir um vídeo para o inglês.

      Live translate  

   

  • Controles de brilho do teclado back to top

    Os usuários do Chromebook agora podem ajustar o brilho do teclado e controlar o sensor de luz ambiente diretamente no app Configurações. Com esse novo recurso, você pode definir o brilho do teclado no nível perfeito e ativar ou desativar o sensor de luz ambiente conforme necessário. Essas atualizações simplificam o uso do dispositivo e ajudam a gerenciar a duração da bateria. Enquanto isso, se o Chromebook for compatível com RGB, a página de configurações do teclado terá um link direto para as opções de seleção de cor RGB do Personalization Hub.

   

  • Atalho do teclado para a função Selecionar para ouvir back to top

    O atalho de teclado "Selecionar para ouvir" (Pesquisa + s) agora funciona quando é pressionado pela primeira vez. Não é mais necessário ativar o recurso nas configurações. Uma caixa de diálogo vai aparecer confirmando que você quer ativar o Selecionar para ouvir na primeira vez que você pressionar o atalho do teclado.

      Select to speak  

   

  • PIN como fator de autenticação back to top

    Com esse lançamento, o PIN passa a ser um fator de autenticação em todas as plataformas do ChromeOS.

   

  • Recarga automática da tela de login back to top

    A partir da versão 129, o ChromeOS otimiza o suporte a logins com base em provedores de identidade de terceiros. No cenário mais comum, os administradores mostram um login permanente do provedor de identidade de terceiros na tela de login. Muitos provedores de identidade têm um tempo limite após uma cadência específica, por exemplo, 15 minutos, o que leva a erros para o usuário. A nova política DeviceAuthenticationFlowAutoReloadInterval permite a atualização repetida de provedores de identidade de terceiros na tela de login, evita o tempo limite e, portanto, aumenta significativamente a confiabilidade dos logins de provedores de identidade de terceiros.

   

  • Agora o Google Drive oferece suporte a tipos de arquivos do Workspace com CSE back to top

    A criptografia do lado do cliente (CSE) é um recurso do Google Workspace e do Drive que permite que clientes e usuários criptografem arquivos com chaves fornecidas pelo cliente para que os dados sejam criptografados e nunca armazenados em nossos servidores de forma não criptografada. Esse lançamento oferece suporte básico ao CSE no app Arquivos no ChromeOS. Isso inclui tornar os arquivos CSE visíveis, abrir arquivos CSE no navegador e sinalizar arquivos CSE que não são do Google Workspace como não compatíveis.

   

  • Atualizações do ícone da bateria back to top

    Estamos lançando uma atualização do ícone de bateria para garantir que o estado da bateria não cubra mais o nível da bateria. Agora você pode conferir facilmente a carga restante da bateria.

 

Próximas alterações no Admin Console

   

  • Relatórios de perfil gerenciado do navegador Chrome back to top

    O Chrome Enterprise Core vai apresentar novos relatórios de perfil gerenciado do navegador Chrome no Admin Console. Esse recurso vai incluir uma nova página de detalhes e novas fichas de perfil gerenciado. Nessas páginas, os administradores de TI vão encontrar informações de relatórios sobre perfis gerenciados, como detalhes do perfil, versões do navegador, políticas aplicadas e outros.

    • A partir do Chrome 130 para Android, Linux, macOS e Windows
     

   

  • Mudança padrão nas políticas de IA generativa back to top

    A partir da versão 130, vamos mudar a configuração padrão das políticas de IA generativa de "desativado" para "permitido", sem melhorar os modelos de IA. Se você tiver dispositivos inscritos no Chrome Enterprise Core, essa política será aplicada automaticamente a eles para evitar o envio de dados para treinamento de modelos de IA. As políticas atuais que terão a configuração padrão atualizada são:

     

   

  • Política de controle de IA generativa back to top

    A partir da versão 130, o Chrome Enterprise Core vai incluir uma política para controlar o comportamento de várias políticas de IA generativa. Esse recurso será conveniente, permitindo que os administradores controlem o comportamento padrão de um conjunto de políticas em um só lugar, por exemplo, "desativado por padrão". Esta política vai controlar as seguintes políticas:

     

   

  • Suporte para configurações no nível do usuário na página "Configurações personalizadas" back to top

    A página Configurações personalizadas foi lançada recentemente no Chrome 127 e permite que os administradores de TI configurem as políticas do Chrome que ainda não estão no Admin Console usando scripts JSON. A partir de 1º de outubro, as configurações personalizadas vão oferecer suporte à aplicação de configurações no nível do usuário, além do suporte no nível da máquina. Em outras palavras, você poderá aplicar políticas quando os usuários fizerem login em uma Conta do Google gerenciada usando a página de configurações personalizadas.

     
    • A partir de 1º de outubro para Android, iOS, Linux, macOS e Windows: lançamento do recurso para políticas de usuário
     

    Para começar, você pode encontrar as Configurações personalizadas no Admin Console, em Navegador Chrome > Relatórios. Você vai precisar do SKU do Chrome Enterprise Core:

    custom configuration

 

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Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas atualizações do navegador Chrome

    

  • Falta de confiança no certificado da Entrustback to top 

    Em resposta a falhas de compliance frequentes, o Chrome 127 muda a forma como a autenticação de servidor TLS de confiança pública, ou seja, de sites ou certificados emitidos pela Entrust, é confiável por padrão. Isso vale para o Chrome 127 e versões mais recentes no Windows, macOS, ChromeOS, Android e Linux. As políticas do iOS não permitem o uso da Chrome Root Store no Chrome para iOS.

    Especificamente, certificados TLS que validam os certificados de CA raiz da Entrust incluídos na Chrome Root Store e emitidos:

        - a partir de 31 de outubro de 2024, não serão mais confiáveis por padrão.

        - até 31 de outubro de 2024, não serão afetados por essa mudança. 

    Se um usuário do Chrome ou uma empresa confiar explicitamente em um dos certificados Entrust afetados em uma plataforma e versão do Chrome que dependem da Chrome Root Store, por exemplo, quando a confiança explícita for transmitida por um objeto de política de grupo do Windows, as restrições de carimbos de data/hora de certificados assinados (SCT, na sigla em inglês) descritas acima vão ser substituídas e os certificados vão funcionar como hoje.  

    Confira mais informações e recursos de teste em Sustaining Digital Certificate Security - Entrust Certificate Destrust.

    Para saber mais sobre a Chrome Root Store, consulte as Perguntas frequentes.

    • Chrome 127 no Android, ChromeOS, Linux, macOS e Windows: todas as versões do Chrome 127 e mais recentes que dependem da Chrome Root Store vão aceitar a ação de bloqueio, mas ela só será aplicada para certificados emitidos após 31 de outubro de 2024.
    • Chrome 130 no ChromeOS, Linux, macOS e Windows: o bloqueio vai começar para os certificados emitidos após 31 de outubro de 2024. Isso também afetará o Chrome 127, 128 e 129.

    

  • Estilos alternativos para elementos <meter> back to top 

    Desde o Chrome 130, os elementos <meter>do HTML5 com "appearance: none" têm um estilo substituto razoável que corresponde ao Safari e ao Firefox, em vez de simplesmente desaparecer da página. Além disso, os desenvolvedores poderão personalizar o estilo dos elementos <meter>.

    Uma política temporária MeterAppearanceNoneFallbackStyle estará disponível até o Chrome 133 para controlar esse recurso.

    • Chrome 130 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Transporte de dicionário de compactação com Brotli compartilhado e Zstandard compartilhado back to top 

    Esse recurso adiciona suporte ao uso de respostas anteriores designadas, como um dicionário externo para respostas HTTP compactadas com Brotli ou Zstanda rd.

    As empresas podem ter problemas de compatibilidade com a infraestrutura de rede empresarial. A política CompressionDictionaryTransportEnabled está disponível para desativar o recurso de transporte do dicionário por compactação.

    • Chrome 130 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Contêineres de rolagem com foco no teclado back to top 

    Melhora a acessibilidade tornando os contêineres de rolagem focalizáveis usando a navegação de foco sequencial. Atualmente, a tecla Tab não foca os contêineres, a menos que tabIndex seja definido explicitamente como 0 ou mais.

    Com os contêineres focalizáveis por padrão, os usuários que não podem (ou não querem) usar um mouse podem focar o conteúdo recortado usando as teclas Tab e de seta do teclado. Esse comportamento será ativado somente se o contêiner de rolagem não tiver filhos que podem ser focados pelo teclado. Essa lógica é necessária para não causar regressões nos elementos focalizáveis que podem existir em um controle de rolagem como <textarea>.

    • Chrome 130 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Suporte a URLs de esquema não especial back to top 

    O Chrome 130 vai oferecer suporte a URLs de esquema não especial, por exemplo, git://example.com/path. Antes, o analisador de URLs do Chromium não oferecia suporte a URLs não especiais. Ele analisava URLs não especiais como se tivessem um caminho opaco, que não está alinhado com o padrão de URL. Agora, o analisador de URL do Chromium analisa URLs não especiais corretamente, seguindo o padrão de URL. Para mais detalhes, consulte http://bit.ly/url-non-special

    • Chrome 130 no Windows, MacOS, Linux e Android

    

  • Experiência simplificada de login e sincronização back to top 

    A partir do Chrome 131, os usuários com a Sincronização do Chrome ativada vão ter uma versão simplificada e consolidada do login e da sincronização no Chrome. A Sincronização do Chrome vai deixar de ser exibida como um recurso separado nas configurações e em outros lugares. Em vez disso, os usuários farão login no Chrome para usar e salvar na Conta do Google certas informações, como senhas, favoritos e outros, de acordo com as políticas corporativas relevantes.

    Como antes, a funcionalidade que fazia parte da Sincronização do Chrome para salvar e acessar os dados do Chrome na Conta do Google pode ser controlada por SyncTypesListDisabled. O login no Google Chrome pode ser desativado por BrowserSignin, assim como antes.

    Mesmo com as alterações, os usuários ainda poderão fazer login nos Serviços do Google na Web (como no Gmail) sem fazer login no Chrome, ficar desconectados do Chrome ou controlar as informações sincronizadas com a Conta do Google.

    • Chrome 131 no Android

    

  • Integração da telemetria da extensão do Chrome com o Google SecOps back to top 

    Vamos começar a coletar dados relevantes de telemetria da extensão do Chronicle no Chrome, referentes a perfis e dispositivos gerenciados, e enviá-los para o Google SecOps. O Google SecOps vai analisar os dados para fornecer análise instantânea e contexto sobre atividades de risco. Esses dados são enriquecidos para fornecer mais contexto e podem ser pesquisados por um ano.

    • Chrome 131 no ChromeOS, LaCrOS, Linux, macOS e Windows

    

  • Captura de links do usuário em PWAs back to top 

    Os links da Web direcionam automaticamente os usuários para os apps instalados. Para que os apps instalados tenham o comportamento que os usuários esperam, o Chrome vai facilitar a alternância entre o navegador e os apps da Web instalados. Quando o usuário clica em um link que pode ser acessado por um app da Web instalado, o Chrome adiciona um ícone à barra de endereço para sugerir o uso do app. Quando o usuário clica no ícone, o app é iniciado diretamente ou uma grade de apps compatíveis com esse link é aberta. Clicar em um link sempre abre o app automaticamente.

    • Chrome 121 no Linux, macOS e Windows: quando alguns usuários clicam em um link, ele sempre é aberto em um PWA. Já para outros usuários, o link é aberto em uma nova guia com um ícone na barra de endereço, e eles clicam no ícone para iniciar o app. Uma flag está disponível para controlar esse recurso: chrome://flags/#enable-user-link-capturing-pwa.
    • Chrome 131 no Linux, macOS e Windows: vamos lançar 100% do Stable com um padrão ativado (sempre iniciar apps após cliques no link) ou desativado (sempre aberto em uma guia, só iniciar se o usuário clicar no ícone na barra de endereço).
    User Link on PWA

    

  • Descontinuação dos cookies de terceiros (3PCD, na sigla em inglês) no Chrome back to top 

    Em 22 de julho, anunciamos um novo caminho para o Sandbox de privacidade na Web. Em vez de descontinuar os cookies de terceiros, vamos lançar uma nova experiência no Chrome que permite que as pessoas façam uma escolha informada que se aplica a toda a navegação na Web e que pode ser ajustada a qualquer momento. Estamos discutindo essa nova abordagem com as autoridades reguladoras e vamos interagir com o setor quando formos liberar a mudança. 

    Veja mais detalhes em Atualização do Sandbox de privacidade

    

  • Avisos de formulário não seguro no iOS back to top 

    O Chrome 125 começou a bloquear os envios de formulário de páginas seguras para páginas não seguras no iOS. Quando o Chrome detecta um envio de formulário não seguro, ele mostra um aviso pedindo para o usuário confirmar o envio. O objetivo é evitar o vazamento de dados de formulários em texto simples sem a aprovação explícita do usuário. A política InsecureFormsWarningsEnabled está disponível para controlar esse recurso e vai ser removida no Chrome 130.

    

    

  • Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS back to top 

    A partir do Chrome 124, o Chrome ativa por padrão em todas as plataformas de computadores um novo mecanismo de encapsulamento de chaves TLS seguro pós-quântico X25519Kyber768, com base em um padrão NIST (ML-KEM). Isso protege o tráfego de rede do Chrome com servidores que também são compatíveis com o ML-KEM da descriptografia por um futuro computador quântico. Isso é exposto como um novo pacote de criptografia TLS. O TLS negocia automaticamente as criptografias compatíveis, então essa alteração deve ser transparente para os operadores do servidor. Essa criptografia será usada para conexões TLS 1.3 e QUIC.

    No entanto, alguns dispositivos de rede corporativa, como firewalls e proxies (middleboxes TLS), podem não estar preparados para o tamanho de um encapsulamento de chaves Kyber (ML-KEM) ou um novo ponto de código de criptografia ClientHello do TLS, o que pode levar a conexões descartadas ou suspensas. Para resolver isso, atualize o middlebox ou desative o mecanismo de encapsulamento de chave com a política corporativa temporária PostQuantumKeyAgreementEnabled, que vai estar disponível até o Chrome 141 em 2025. No entanto, criptografias pós-quânticas de longo prazo serão necessárias no TLS, e a política empresarial será removida. A criptografia pós-quântica é necessária para o CSNA 2.0.

    A partir do Chrome 131, o Chrome vai mudar o mecanismo de encapsulamento de chaves da versão de rascunho do Kyber para a versão padrão final do ML-KEM. O uso de qualquer forma de troca de chave pós-quântica (Kyber ou ML-KEM) continuará sendo controlado pela política PostQuantumKeyAgreementEnabled.

    Para mais detalhes, consulte esta postagem do blog do Chromium e esta postagem do blog de segurança do Google.

    • Chrome 124 no Windows, macOS e Linux
    • Chrome 131

    

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top 

    A partir do Chrome 126, o Chrome passará a oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    Os administradores podem usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabled lançada no Chrome 125, para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativá-lo. Essa política vai estar disponível até o Chrome 136 e será removida no Chrome 137. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente no Chrome 136.
    • Chrome 137 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled vai ser removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.

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Próximas mudanças no ChromeOS

   

  • Eventos de janela do XDR do ChromeOS back to top 

    No ChromeOS 130, os eventos de foco da janela estarão disponíveis como parte da detecção e resposta estendidas (XDR, na sigla em inglês) no ChromeOS. Será possível recuperar uma janelas para atividades de foco de dispositivos na frota gerenciada simplesmente atualizando os eventos XDR no Admin Console!

   

  • Planos de fundo de IA generativa e segundo plano de videoconferências back to top 

    A partir do ChromeOS 130, planejamos lançar planos de fundo de videoconferência e de tela de bloqueio com IA generativa em alta resolução no ChromeOS. Com esse recurso, você pode liberar todo o potencial criativo e transformar o Chromebook em uma tela de expressão pessoal. Escolha entre uma variedade de modelos e, com apenas alguns cliques, personalize o Chromebook com sua personalidade, humor ou interesses. 

    Duas novas políticas estarão disponíveis para controlar esses recursos: GenAIVcBackgroundSettings e GenAIVcBackgroundSettings.

 

Próximas alterações no Admin Console

   

  • Relatórios de perfil gerenciado do navegador Chrome back to top

    O Chrome Enterprise Core vai apresentar novos relatórios de perfil gerenciado do navegador Chrome no Admin Console. Esse recurso vai incluir uma nova página de detalhes e novas fichas de perfil gerenciado. Nessas páginas, os administradores de TI vão encontrar informações de relatórios sobre perfis gerenciados, como detalhes do perfil, versões do navegador, políticas aplicadas e outros.

    • A partir do Chrome 130 para Android, Linux, macOS e Windows
     

   

  • Mudança padrão nas políticas de IA generativa back to top

    A partir da versão 130, vamos mudar a configuração padrão das políticas de IA generativa de "desativado" para "permitido", sem melhorar os modelos de IA. Se você tiver dispositivos inscritos no Chrome Enterprise Core, essa política será aplicada automaticamente a eles para evitar o envio de dados para treinamento de modelos de IA. As políticas atuais que terão a configuração padrão atualizada são:

     

   

  • Política de controle de IA generativa back to top

    A partir da versão 130, o Chrome Enterprise Core vai incluir uma política para controlar o comportamento de várias políticas de IA generativa. Esse recurso será conveniente, permitindo que os administradores controlem o comportamento padrão de um conjunto de políticas em um só lugar, por exemplo, "desativado por padrão". Esta política vai controlar as seguintes políticas:

     

   

  • Suporte para configurações no nível do usuário na página "Configurações personalizadas" back to top

    A página Configurações personalizadas foi lançada recentemente no Chrome 127 e permite que os administradores de TI configurem as políticas do Chrome que ainda não estão no Admin Console usando scripts JSON. A partir de 1º de outubro, as configurações personalizadas vão oferecer suporte à aplicação de configurações no nível do usuário, além do suporte no nível da máquina. Em outras palavras, você poderá aplicar políticas quando os usuários fizerem login em uma Conta do Google gerenciada usando a página de configurações personalizadas.

     
    • A partir de 1º de outubro para Android, iOS, Linux, macOS e Windows: lançamento do recurso para políticas de usuário
     

    Para começar, você pode encontrar as Configurações personalizadas no Admin Console, em Navegador Chrome > Relatórios. Você vai precisar do SKU do Chrome Enterprise Core:

    custom configuration

 

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Chrome 128

Atualizações do navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/Apps Gerenciamento
Pesquisar seu histórico de navegação no Chrome com IA    
Pesquisa no site configurável pelo administrador  
Como processar senhas não descriptografáveis no Gerenciador de senhas    
Guias inativas    
A nova política PromotionsEnabled substitui PromotionalTabsEnabled    
A confirmação de segurança do Chrome no Android foi reformulada    
Analisador JSON do Rust    
Grupos de guias no iPad    
Atualizações de cookies particionados do CookiePartitionKey    
Descontinuação do CHIPS e reinicialização no WebView    
Apps isolados da Web    
Renomeie position-try-options para position-try-fallbacks    
Card do Google Agenda na página Nova guia    
Políticas novas e atualizadas no navegador Chrome    
Políticas removidas do navegador Chrome    
Atualizações do ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/Apps Gerenciamento
Layout de janelas no ChromeOS    
Modo operador de dados: lançamento em toda a UE     
Controles de privacidade: geolocalização    
Lembretes de controle de privacidade do ChromeOS na página de configurações do app  
Armazenar dados vitais agregados com retenção de um ano    
OCR no app Câmera do ChromeOS    
A lupa segue o foco do ChromeVox    
Controle de ganho automático ativado por padrão    
Gerenciamento de APN    
Notificações fixadas no ChromeOS    
Atualizações no Admin Console Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/Apps Gerenciamento
Separação de perfis do Chrome: novo guia de implantação     
Controles de dados do Chrome Enterprise: Copiar e colar    
Próximas mudanças no navegador Chrome Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/Apps Gerenciamento
Tabela de comparação    
Assinaturas de código ad hoc para shims de PWA no macOS    
Limpe dados do dispositivo ao sair do iOS    
Estilos alternativos para o elemento <meter> do HTML5    
O Chrome não vai dar mais suporte ao macOS 10.15  
Descontinuação dos relatórios estendidos da Navegação segura    
Gerenciador de certificados no Windows e macOS    
Nova opção na política HttpsOnlyMode  
Grupo de guias de sincronização    
Atualizar o Google Play Services para corrigir problemas com senhas no dispositivo    
Descontinuação da serialização de DOM paralelo declarativo não padrão    
Descontinuação do argumento includeShadowRoots no DOMParser    
Renomear "inset-area" para "position-area"    
Falta de confiança no certificado da Entrust    
Suporte a URLs de esquema não especial    
O serviço de rede no Windows será colocado no sandbox    
Descontinuação dos cookies de terceiros (3PCD, na sigla em inglês) do Chrome    
Captura de links do usuário em PWAs  
Verificações de acesso à rede privada para solicitações de navegação: modo somente aviso    
Avisos de formulário não seguro no iOS    
Integração da telemetria de extensão do Chrome com o Chronicle  
Remoção de política usada sobre comportamento do mesmo site legado    
Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS    
Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows    
Próximas mudanças no ChromeOS Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/Apps Gerenciamento
Atualização do atalho de teclado para a função "Selecionar para ouvir"    
Chrome Enterprise Premium para transferências de arquivos em Sessões de visitante gerenciadas    
Eventos de janela do XDR do ChromeOS    
Planos de fundo de IA generativa e segundo plano de videoconferências    
Próximas mudanças no Admin Console Segurança/Privacidade Produtividade do usuário/Apps Gerenciamento
Relatórios de perfil gerenciado do navegador Chrome     
Widget do Admin Console para controles de dados    
Mudança padrão nas políticas de IA generativa    

 

FAZER O DOWNLOAD das notas da versão (PDF)

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As notas da versão Enterprise estão disponíveis em nove idiomas. Você pode ler sobre as atualizações do Chrome em inglês, alemão, francês, holandês, espanhol, português, coreano, indonésio e japonês. A tradução para alguns idiomas ficará pronta em uma a duas semanas.

As notas da versão do Chrome Enterprise e do Chrome for Education são publicadas de acordo com a programação de lançamentos do Chrome, na data de lançamento da versão inicial estável do navegador Chrome.

Atualizações do navegador Chrome

   

  • Pesquisar o histórico no Chrome com IA back to top 

    A partir do Chrome 128, os usuários podem pesquisar no histórico de navegação com base no conteúdo da página, não apenas no título e no URL. Inicialmente, esse recurso está disponível apenas para usuários em inglês nos EUA. Os administradores podem controlar esse recurso com a política HistorySearchSettings. Você tem as seguintes opções para sua organização:  

    •   0 = ativa o recurso para usuários e envia dados relevantes ao Google para treinar ou melhorar os modelos de IA. Os dados relevantes podem incluir comandos, entradas, saídas e materiais de origem, dependendo do recurso. Eles podem ser analisados por humanos com o único propósito de melhorar os modelos de IA.
    •   1 = ativa o recurso para os usuários, mas não envia dados ao Google para treinar ou melhorar os modelos de IA.
    •   2 = Desativar totalmente o recurso

    Veja mais informações em Pesquisar o histórico no Chrome com IA.

    • Chrome 128 no Linux, Mac e Windows 
     

   

  • Pesquisa no site configurável pelo administrador back to top 

    Os atalhos de pesquisa no site são uma forma de usar a barra de endereço (omnibox) como uma caixa de pesquisa para um site específico sem navegar diretamente para o URL dele, semelhante a usar a omnibox para realizar uma pesquisa Google ampla na Web. Agora é possível criar atalhos de site em nome dos usuários gerenciados para acessar os sites corporativos mais importantes. É possível controlar esse recurso com a política SiteSearchSettings.

     
    • Chrome 128 no ChromeOS, Linux, Mac e Windows: disponível para clientes do navegador Chrome Core inscritos no Trusted Tester a partir do Chrome 128, seguido por um lançamento gradual para todos os clientes do Chrome Browser Enterprise algumas semanas depois.
     

    Admin searchAdmin search

   

  • Como lidar com senhas não descriptografáveis no Gerenciador de senhas back to top 

    Às vezes, os usuários se deparam com senhas que não podem ser descriptografadas no dispositivo, por exemplo, se usaram um software de terceiros para migrar para um novo dispositivo. Estamos lançando uma nova política chamada DeletingUndecryptablePasswordsEnabled, que ajuda a lidar com essas senhas. Quando ativada, essa política exclui senhas não descriptografáveis do dispositivo do usuário, a menos que a política UserDataDir esteja especificada. Quando a opção DeletingUndecryptablePasswordsEnabled está desativada, as senhas não descriptografáveis não são alteradas, mas isso resulta na interrupção da funcionalidade do Gerenciador de senhas.

     
    • Chrome 128 no iOS, Linux, Mac e Windows

   

  • Guias inativas back to top 

    No Chrome 128, as guias antigas agora ficam ocultas em uma nova seção Guias inativas no seletor de guias do Chrome no Android. Os usuários do Chrome podem acessar a seção Guias inativas para visualizar todas as guias antigas ou fechá-las usando a nova funcionalidade de guias em massa. As guias serão excluídas se ficarem inativas por mais de 60 dias. 

     

    inactive tabs

     
    • Chrome 128 no Android: lançamento para 1% 

   

  • A nova política PromotionsEnabled substitui a PromotionalTabsEnabled back to top 

    No Chrome 128, novas notificações promocionais no nível do SO são mostradas aos usuários. Para incluir um número maior de recursos promocionais em uma política, criamos uma nova política PromotionsEnabled para substituir PromotionalTabsEnabled, que será descontinuada no futuro. 

     
    • Chrome 128 no ChromeOS, Linux, Mac e Windows: PromotionsEnabled vai começar a ser lançado com o Chrome 128. Não há flag.

   

  • Reformulação da confirmação de segurança do Chrome no Android back to top 

    O Chrome 128 apresenta  uma nova Confirmação de segurança proativa que verifica regularmente se há problemas relacionados à segurança no navegador e informa os usuários quando há algo que precisa de atenção. Esse lançamento também inclui uma página de Confirmação de segurança reformulada, chrome://settings/safetyCheck, com ações proativas do Chrome relacionadas à segurança e informações personalizadas para cada usuário. Ela foi criada para facilitar a proteção on-line dos usuários. Veja mais informações em Gerenciar a segurança e proteção do Chrome.

     
    • Chrome 128 no Android

    inactive tabs

   

  • Analisador JSON do Rust back to top 

    A partir do Chrome 128, o Chrome vai analisar JSON usando Rust em vez de C++. Isso vai remover o risco de vulnerabilidades de segurança da memória no analisador JSON, melhorando a segurança. Essa mudança precisa ser transparente para os usuários. Há um pequeno risco de que alguns JSON inválidos, que o Chrome aceita no momento, não sejam mais aceitos, embora o analisador Rust continue extremamente tolerante.

    Se o Chrome não aceitar o JSON inválido, isso vai levar a erros 500 ou outros erros no nível do aplicativo, não a falhas. Se o Chrome não aceitar mais JSON inválidos, o JSON precisará ser corrigido.

     
    • Chrome 128

   

  • Grupos de guias no iPad back to top 

    Os usuários do Chrome para iPad podem criar e gerenciar grupos de guias. Assim os usuários melhoram a organização e gerenciam melhor as tarefas.

     
    • Chrome 128 no iOS

   

  • Atualizações no CookiePartitionKey de cookies particionados back to top 

    O Chrome 128 adiciona um bit ancestral entre sites à chave do CookiePartitionKey do cookie particionado. Essa mudança unifica a chave de partição com os valores usados no particionamento de armazenamento e protege contra ataques de clickjacking, impedindo que frames incorporados entre sites tenham acesso aos cookies particionados do site de nível superior.

    Em caso de problema com iframes incorporados, a empresa deverá usar a política CookiesAllowedForUrls ou cookies SameSite=None sem o atributo particionado e invocar a API Storage Access (SAA) para que os iframes incorporados tenham acesso aos mesmos cookies do domínio de nível superior. 

     
    • Chrome 128 no Windows, Mac e Linux

   

  • Descontinuação do CHIPS e reinicialização no WebView back to top 

    O WebViewClient oferece suporte a um método, shouldInterceptRequest, que permite que os desenvolvedores interceptem a atividade da rede e modifiquem cabeçalhos HTTP etc. Essa API não tem acesso ao cabeçalho de cookie e depende da API CookieManager do Android para consultar quais cookies estão disponíveis para um URL de solicitação específico. No entanto, os cookies particionados têm chave dupla no site de nível superior e no site do URL que os usa.

    No momento, com a API CookieManager os desenvolvedores não conseguem consultar cookies particionados corretamente. Isso causa incompatibilidade entre o que a API Java retorna e os frames que estão no cabeçalho do cookie no WebView. Depois de discutir isso com a equipe do WebView, acreditamos que a opção que vai minimizar a possível falha do app é desativar os cookies com estado particionado independente (CHIPS) no WebView até que possamos oferecer suporte ao cabeçalho de cookie para shouldInterceptRequest. Vamos liberar as mudanças no shouldInterceptRequest na próxima versão do SDK de destino (nível 36 da API).

    O estado dos fluxos de trabalho corporativos que usam o WebView para carregar conteúdo da Web que depende de cookies particionados será limpo. Os apps do WebView ainda têm acesso a cookies de terceiros não particionados e cookies definidos como particionados depois que a mudança reverter para o comportamento legado anterior ao CHIPS até que o recurso seja lançado novamente.

     
    • Chrome 128 no Android

   

  • Apps Isolados da Web back to top 

    Os apps isolados da Web (IWAs) são uma extensão do trabalho atual sobre a instalação de PWAs e o empacotamento da Web, que oferece proteções mais fortes contra comprometimento do servidor e outras adulterações, o que é necessário para desenvolvedores de aplicativos sensíveis à segurança.

    Esses AIWs são reunidos em pacotes da Web, assinados pelo desenvolvedor e distribuídos aos usuários finais por um ou mais dos métodos descritos na explicação do projeto Chromium em vez de serem hospedados em servidores da Web ativos e buscados por HTTPS.

    Nesta versão inicial, os IWAs só podem ser instalados usando uma nova política, IsolatedWebAppInstallForceList, em dispositivos ChromeOS gerenciados pela empresa.

     
    • Chrome 128 no ChromeOS

   

  • Renomear position-try-options para position-try-fallbacks back to top 

    O grupo de trabalho do CSS (CSSWG) resolveu renomear essa propriedade porque os fallbacks (substitutos) descrevem com mais precisão o que essa propriedade controla. A palavra opções não está muito clara, já que os estilos fora dos blocos "position-try" serão testados primeiro e, se resultarem em um layout que se encaixa no bloco de contenção, nenhuma das opções será usada. Portanto, fallbacks (substitutos) é uma palavra melhor para descrever esse comportamento. Confira mais detalhes em GitHub.

    • Chrome 128 no Windows, Mac, Linux e Android

   

  • Card do Google Agenda na página "Nova guia" back to top 

    Os usuários corporativos agora podem acessar as próximas reuniões diretamente na página Nova guia com o novo card de calendário. Essa experiência simplificada elimina a necessidade de alternar guias ou perder tempo procurando a próxima reunião, permitindo que você se concentre no que é mais importante. É possível controlar os cards na página Nova guia com a política NTPCardsVisible

     
    • Chrome 128 no Linux, Mac e Windows

    calendar new tab

   

   

  • Políticas removidas do navegador Chrome back to top 
    Política Descrição
    RemoteAccessHostTokenUrl URL no qual clientes de acesso remoto devem receber o token de autenticação
    RemoteAccessHostTokenValidationUrl URL para validar o token de autenticação do cliente de acesso remoto
    EnterpriseBadgingTemporarySetting Controlar a visibilidade dos selos da empresa
    RemoteAccessHostTokenValidationCertificateIssuer Certificado de cliente para conexão a RemoteAccessHostTokenValidationUrl
    EnforceLocalAnchorConstraintsEnabled Determina se o verificador integrado de certificados impõe restrições codificadas a âncoras de confiança carregadas pelo repositório de confiança da plataforma.
    CertificateTransparencyEnforcementDisabledForLegacyCas Desativar a aplicação da Transparência dos certificados para uma lista de Autoridades de certificação de legado

Atualizações do ChromeOS

   

  • Grupos de ajuste no ChromeOS back to top

    No ChromeOS 128, os grupos de ajuste permitem agrupar janelas no ChromeOS. Um grupo de ajuste é formado quando você combina duas janelas para uma tela dividida. Você pode reunir as janelas , redimensioná-las simultaneamente ou movê-las em grupo.

     

    snap groups

     

   

  • Modo operador de dados: lançamento na UE back to top

    Os novos recursos do modo operador de dados e os Termos do ChromeOS estão disponíveis para toda a UE no Google Admin Console. Para mais detalhes, consulte Visão geral do modo operador de dados do ChromeOS

    Como administrador do ChromeOS, agora você pode ativar o Modo operador de dados, que abrange  um conjunto de recursos e serviços do ChromeOS chamados de Serviços essenciais

   

  • Controles de privacidade: geolocalização back to top

    Agora ficou mais fácil gerenciar a privacidade nos dispositivos ChromeOS, porque é possível controlar o acesso à geolocalização na página Configurações > Privacidade e segurança > Controles de privacidade. Os usuários agora podem definir o acesso à geolocalização como Permitido, Permitido apenas para serviços do sistema ou Desativado, dependendo da preferência. 

    Permitimos que os usuários bloqueiem o acesso à geolocalização de todos os apps, sites ou sistemas, independentemente das permissões concedidas antes e oferecer a eles controles fáceis de usar para que possam reativar sempre que necessário.

    geolocation

     

    Adicionamos uma nova política,  GoogleLocationServicesEnabled. Isso controla a disponibilidade da geolocalização no dispositivo nas sessões do usuário. Ao contrário da política abaixo, que agora está descontinuada, isso afeta todo o sistema, não apenas a VM do Android (Arc).

    Aviso de descontinuação (6 meses): ArcGoogleLocationServicesEnabled 

    Isso está sendo descontinuado e substituído pela nova política GoogleLocationServicesEnabled, que abrange todo o sistema e não apenas a VM do Android (Arc). Além disso, estamos modificando o efeito da DefaultGeolocationSetting para que ela não afete mais a configuração de geolocalização do sistema.

   

  • Lembretes de controle de privacidade do ChromeOS na página de configurações de apps back to top

    Para usar as câmeras e os microfones no ChromeOS, é necessário ativar os controles de privacidade e as permissões do app em dois lugares diferentes. 

    Facilitamos a visualização dos estados dos controles de privacidade e oferecemos lembretes úteis na página de configurações de apps do ChromeOS para que os usuários tenham uma experiência mais adequada. Para acessar a página de configurações de apps do ChromeOS, clique em Configurações > Apps > Gerenciar seus apps e selecione o app desejado.

     

    App settings

     

   

  • Armazenar dados de indicadores vitais agregados com retenção de um ano back to top

    A partir do ChromeOS 128, armazenamos dados vitais agregados para retenção de um ano para acompanhar melhor o progresso ao longo do tempo. Os dados vitais incluem métricas de desempenho do app Android, como a taxa de falhas, que vão nos ajudar a melhorar o desempenho do app Android em dispositivos ChromeOS.

   

  • OCR no app Câmera do ChromeOS back to top

    O reconhecimento óptico de caracteres (OCR) permite a extração de texto de imagens capturadas no app Câmera do ChromeOS ao integrar um serviço de extração de texto com tecnologia de ML. O ChromeOS 128 oferece suporte a 77 idiomas e também à detecção horizontal e vertical. Isso permite copiar e pesquisar texto em imagens, ler texto em imagens pelo leitor de tela e criar PDFs pesquisáveis a partir de imagens. Por padrão, a detecção de texto no modo Foto está desativada e pode ser ativada em Configurações > Detecção de texto na prévia.

     

    OCR camera app

     

   

  • A lupa segue o ChromeVox back to top

    A lupa que segue o ChromeVox foi projetada para pessoas cegas ou com baixa visão. Quando você lê texto em voz alta usando o ChromeVox, a lupa da tela agora acompanha automaticamente as palavras para que você não se perca. Para testar, ative a Lupa e o ChromeVox nas configurações. Aumente o zoom para o nível da sua preferência usando Ctrl + Alt + Aumentar brilho e Ctrl + Alt + Diminuir brilho. Há uma opção nas configurações da lupa para ajustar esse comportamento.

   

  • Controle de ganho automático ativado por padrão back to top

    O controle de ganho automático (AGC) permite que apps, como apps de videochamadas, otimizem automaticamente o volume do microfone para a melhor qualidade de áudio. Quando o controle de ganho automático está ativado e em uso, uma mensagem aparece no painel de configurações rápidas para informar ao usuário que o controle de ganho do microfone está sendo substituído. O AGC é ativado por padrão no ChromeOS 128. Se quiser controlar manualmente o volume do microfone, mesmo para apps com suporte ao AGC, acesse Configurações > Dispositivo > Áudio e desmarque a opção Permitir que os apps ajustem automaticamente o volume do microfone

     

    AGC audio

     

   

  • Gerenciamento de APNs back to top

    Para os dispositivos ChromeOS com rede celular, facilitamos a visualização, o gerenciamento e a adição de nomes de ponto de acesso (APNs). Também melhoramos o tratamento de falhas de registro e de mensagens.

   

  • Notificações fixadas no ChromeOS back to top

    As notificações do ChromeOS ajudam a separar visualmente as notificações fixadas das outras. O ChromeOS 128 cria uma diferença visual clara entre as notificações fixadas e as outras, refletindo a diferença significativa delas. Notificamos o usuário sobre um processo em andamento em vez de um evento instantâneo.

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Atualizações no Admin Console

       
  • Controles de dados do Chrome Enterprise: área de transferência   back to top

    Os Controles de dados são regras leves no Admin Console que definem uma política do Chrome para controlar ações sensíveis à segurança do usuário, como anexos de arquivos, downloads, ações de copiar e colar e impressão. O Chrome bloqueia ou alerta o usuário quando essas ações acontecem, aplicando essas regras localmente.

    O Chrome 128 libera as partes de proteção da área de transferência dos Controles de dados, ou seja, ações de copiar e colar. Estão planejadas outras proteções em versões futuras.

    É possível controlar esse recurso com a política DataControlsRules.

     
    • Chrome 128 no ChromeOS, Linux, Mac e Windows

     

    DC clipboard

     

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Em breve

Observação: os itens listados abaixo são atualizações experimentais ou planejadas. Elas podem ser alteradas, adiadas ou canceladas antes do lançamento no Canal Stable.

 

Próximas atualizações do navegador Chrome

    

  • Tabela de comparação back to top 

    A partir do Chrome 129 (somente nos EUA), vamos lançar a Tabela de comparação, um novo recurso que apresenta uma visão geral criada por IA dos produtos de várias guias, tudo em um só lugar. Esse recurso será controlado pela política TabCompareSettings.

    • Chrome 129 no Linux, Mac e Windows 

    tab compare

     

    

  • Assinaturas de código ad hoc para shims de PWA no macOS back to top 

    Os shims de aplicativo criados ao instalar um App Web Progressivo (PWA) no macOS vão passar a usar assinaturas de código ad hoc, criadas quando o aplicativo é instalado. A assinatura do código é usada pelo macOS como parte da identidade do aplicativo. Com essas assinaturas ad hoc, cada shim de PWA terá uma identidade exclusiva para o macOS. Atualmente, cada PWA parece o mesmo aplicativo para o macOS.

    Isso vai resolver problemas ao tentar incluir mais de um PWA no painel de preferências Open at Login do macOS e permitir melhorias futuras para o processamento de notificações do usuário em PWAs no macOS.

    • Chrome 129 no Mac
     

    

  • Limpar dados do dispositivo ao sair do iOS back to top 

    A partir do Chrome 129, sair de uma conta gerenciada em um navegador não gerenciado vai excluir os dados de navegação salvos no dispositivo. Os usuários gerenciados vão receber uma caixa de diálogo de confirmação ao saírem, explicando que os dados serão apagados. Os dados serão excluídos apenas a partir do momento do login. Caso contrário, todos os dados serão excluídos. O momento do login só vai ser conhecido se o usuário tiver feito login no Chrome 122 ou em uma versão mais recente. 

    Os dados que serão excluídos incluem: 

    • histórico de navegação
    • cookies e dados do site
    • senhas
    • configurações do site
    • preenchimento automático
    • imagens e arquivos armazenados em cache
     
    • Chrome 129 no iOS

    delete user data

     

    

  • Estilos substitutos para elementos <meter> do HTML5 back to top 

    Desde o Chrome 129, os elementos <meter> do HTML5 com "appearance: none" têm um estilo substituto razoável que corresponde ao Safari e ao Firefox, em vez de simplesmente desaparecer da página. Além disso,  os desenvolvedores poderão personalizar o estilo dos elementos <meter>.

    Uma política temporária MeterAppearanceNoneFallbackStyle estará disponível até o Chrome 133 para controlar esse recurso.

    • Chrome 129 no Windows, Mac, Linux e Android
     

    

  • O Chrome não vai dar mais suporte ao macOS 10.15 back to top 

    O Chrome não vai dar mais suporte ao macOS 10.15, que já está fora do período de suporte da Apple. Os usuários precisam atualizar os sistemas operacionais para continuar usando o navegador Chrome. A execução em um sistema operacional com suporte é essencial para manter a segurança. Se ele for executado no macOS 10.15, o Chrome vai continuar mostrando uma barra de informações para lembrar aos usuários que o Chrome 129 não terá mais suporte no macOS 10.15.

    • Chrome 129 no MacOS: o Chrome não dá mais suporte ao macOS 10.15.
     

    

  • Descontinuação dos relatórios estendidos da Navegação segura back to top 

    Os relatórios estendidos da Navegação segura são um recurso que melhora a segurança de todos os usuários, coletando informações de telemetria dos usuários participantes, que são usadas para as proteções da Navegação segura do Google. Os dados coletados incluem URLs de páginas da Web visitadas, informações limitadas do sistema e conteúdo da página. No entanto, esse recurso foi substituído pelo modo de proteção reforçada. Sugerimos que os usuários mudem para a proteção reforçada para se manterem seguros e ativar a segurança mais forte disponível no Chrome. Para mais informações, consulte Níveis de proteção da Navegação segura

     

    safe browsing

     
    • Chrome 129 no Android, iOS, ChromeOS, Linux, Mac e Windows: descontinuação dos relatórios estendidos da Navegação segura
     

    

  • Gerenciador de certificados no Windows e no macOS back to top 

    A partir do Chrome 129, há uma nova tela de configurações de gerenciamento de certificados acessível nas configurações de segurança do Windows e do macOS. Isso substitui o link para o gerenciador de certificados do Windows e Chaves do MacOS, respectivamente, embora essas plataformas ainda estejam acessíveis pela página de configurações de gerenciamento de certificados.

    O gerenciador de certificados mostra os certificados confiáveis ou não confiáveis pelo Chrome, incluindo o conteúdo da Chrome Root Store e todos os certificados importados do sistema operacional. Os usuários podem acessar a página diretamente em chrome://certificate-manager.

    Uma versão futura vai introduzir o gerenciamento de certificados adicionados diretamente ao Chrome para usuários e empresas.

    • Chrome 129 no Mac e Windows

    

  • Nova opção na política HttpsOnlyMode back to top 

    A configuração "Perguntar antes do HTTP" (ABH, na sigla em inglês), antes chamada de "Somente HTTPS/Modos de priorização de HTTPS", pede o consentimento do usuário antes de enviar conteúdo HTTP não seguro pela rede. A política HttpsOnlyMode permite ativar ou desativar o ABH.

    No Chrome 129, adicionamos uma nova variante intermediária do ABH chamada modo equilibrado. Essa variante tem como objetivo reduzir o inconveniente para o usuário, porque funciona como ABH (rígida) na maioria das vezes, mas não pergunta quando o Chrome sabe que uma conexão HTTPS não é possível, como ao se conectar a um nome do host de rótulo único, como "internal/".

    Adicionamos uma opção de política force_balanced_enabled para permitir a ativação forçada dessa nova variante. A configuração force_balanced_enabled em navegadores anteriores ao Chrome 129 vai resultar no comportamento padrão, que não impõe restrições corporativas à configuração ABH.

    Para evitar impactos inesperados, se você tiver configurado anteriormente para force_enabled, recomendamos não configurar para force_balanced_enabled até que tenha sido feito upgrade para o Chrome 129, ou mais recente, de toda a frota de dispositivos. Se você não estiver migrando de force_enabled para force_balanced_enabled, não será afetado por essa mudança.

    • Chrome 129 no Android, ChromeOS, Linux, Mac, Windows e Fuchsia
     

    

  • Grupo de guias de sincronização back to top 

    Agora os grupos de guias no iOS serão salvos. Fechar um grupo de guias não vai mais excluí-lo. Para usuários que sincronizam as guias entre dispositivos, os grupos também serão sincronizados.

     
    • Chrome 129 no iOS

    sync tab groups

     

    

  • Atualizar o Google Play Services para corrigir problemas com senhas no dispositivo back to top 

    Os usuários com versões antigas do Google Play Services terão redução na funcionalidade com as senhas no dispositivo, e o Gerenciador de senhas poderá deixar de funcionar para eles em breve. Esses usuários vão precisar atualizar o Google Play Services ou serão orientados a usar outros métodos de solução de problemas, dependendo do estado. Isso faz parte de uma migração em andamento que afeta apenas os usuários do Gerenciador de senhas no Android.

    • Chrome 129 no Android
     

    

  • Descontinuação da serialização de DOM paralelo declarativo não padrão back to top 

    A implementação do protótipo, enviada em 2020 e atualizada em 2023, continha um método chamado "getInnerHTML()" que podia ser usado para serializar árvores do DOM que contêm raízes shadow. Essa parte do protótipo não foi padronizada com o restante do shadow DOM declarativo e só recentemente alcançou o consenso de especificação. (para mais detalhes, consulte o GitHub). Como parte desse consenso, o formato da API getInnerHTML foi alterado.

    Esse recurso representa a descontinuação do método "getInnerHTML()" enviado anteriormente. O dispositivo de substituição é chamado de "getHTML()", que foi lançado no Chrome 125. Para mais informações, consulte a Descrição de recursos do ChromeStatus.

    • Chrome 129 no Windows, Mac, Linux e Android
     

    

  • Descontinuação do argumento includeShadowRoots em DOMParser back to top 

    O argumento includeShadowRoots era um argumento nunca padronizado para a função includeShadowRoots, que existia para permitir a análise imperativa de conteúdo HTML que contém shadow DOM declarativo. Ele foi incluído no Chrome 90, no lançamento inicial do shadow DOM declarativo. Como a discussão sobre padrões rematerializou em 2023, o formato das APIs DSD mudou, incluindo esse recurso para análise imperativa. Para ler mais, consulte os detalhes de contexto sobre os padrões relacionados. Além disso, há informações sobre as descontinuações de atributos de serialização do shadow DOM e raiz shadow.
    Agora que uma versão padronizada dessa API, na forma de setHTMLUnsafe() e parseHTMLUnsafe(), foi lançada no Chrome 124, o argumento não padrão includeShadowRoots precisa ser descontinuado e removido. É necessário fazer as devidas alterações no uso:
    Em vez de:
      (new DOMParser()).parseFromString(html,'text/html',{includeShadowRoots: true});
    Use:
      document.parseHTMLUnsafe(html);

    • Chrome 129 no Linux, Mac, Windows e Android
     

    

  • Renomear inset-area para position-area back to top 

    O grupo de trabalho do CSS (CSSWG) resolveu renomear essa propriedade de inset-area para position-area. Consulte a discussão do CSSWG no GitHub

    O Chrome decidiu liberar uma solução interoperável, oferecendo suporte aos dois nomes de propriedade. Vamos enviar o novo nome da propriedade, position-area, primeiro como um sinônimo de inset-area. Depois de um tempo adequado, vamos remover inset-area. A remoção será feita em uma intent separada.

    • Chrome 129 no Windows, Mac, Linux e Android
     

    

  • Falta de confiança no certificado da Entrust back to top 

    Em resposta a falhas de compliance frequentes, o Chrome 127 mudou a forma da autenticação de servidor TLS de confiança pública, ou seja, sites ou certificados emitidos pela Entrust, são confiáveis por padrão. Isso vale para o Chrome 127 e versões mais recentes no Windows, macOS, ChromeOS, Android e Linux. As políticas do iOS não permitem o uso da Chrome Root Store no Chrome para iOS.

    Especificamente, certificados TLS que validam os certificados de CA raiz da Entrust incluídos na Chrome Root Store e emitidos:

        - a partir de 31 de outubro de 2024, não serão mais confiáveis por padrão.

        - até 31 de outubro de 2024, não serão afetados por essa mudança. 

    Se um usuário do Chrome ou uma empresa confiar explicitamente em um dos certificados Entrust afetados em uma plataforma e versão do Chrome que dependem da Chrome Root Store, por exemplo, quando a confiança explícita for transmitida por um objeto de política de grupo do Windows, as restrições de carimbos de data/hora de certificados assinados (SCT, na sigla em inglês) descritas acima vão ser substituídas e os certificados vão funcionar como hoje.  

    Confira mais informações e recursos de teste em Sustaining Digital Certificate Security - Entrust Certificate Destrust.

    Para saber mais sobre a Chrome Root Store, consulte as Perguntas frequentes.

    • Chrome 127 no Android, ChromeOS, Linux, Mac e Windows: todas as versões do Chrome 127 e mais recentes que dependem da Chrome Root Store vão aceitar a ação de bloqueio, mas ela só será aplicada para certificados emitidos após 31 de outubro de 2024.
    • Chrome 130 no ChromeOS, Linux, Mac e Windows: o bloqueio vai começar para os certificados emitidos após 31 de outubro de 2024. Isso também afetará o Chrome 127, 128 e 129.
     

    

  • Suporte a URLs de esquema não especiais back to top 

    O Chrome 130 vai oferecer suporte a URLs de esquema não especiais. Antes, o analisador de URLs do Chromium não oferecia suporte a URLs não especiais. Ele analisava URLs não especiais como se tivessem um "caminho opaco", que não está alinhado com o padrão de URL. Agora, o analisador de URL do Chromium analisa URLs não especiais corretamente, seguindo o padrão de URL. Veja mais detalhes em Suporte a URLs de esquema não especial.

    • Chrome 130 no Windows, Mac, Linux e Android
     

    

  • O serviço de rede no Windows será colocado no sandbox back to top 

    Para melhorar a segurança e a confiabilidade, o serviço de rede, que já está em execução no próprio processo, será colocado no sandbox do Windows. Assim, os códigos de terceiros que adulteram o serviço de rede hoje não poderão mais fazer isso. Podem ocorrer problemas na interoperabilidade com softwares que injetam códigos no espaço de processo do Chrome, como os de Prevenção contra perda de dados. Para desativar o sandbox em caso de incompatibilidade, use a política NetworkServiceSandboxEnabled. Para testar o sandbox no seu ambiente, siga estas instruções. Use o rastreador de bugs do Chromium para informar qualquer problema encontrado.

    • Chrome 130 no Windows: no Windows, o serviço de rede é colocado no sandbox
     

    

  • Descontinuação dos cookies de terceiros (3PCD, na sigla em inglês) no Chrome back to top 

    Em 22 de julho, anunciamos um novo caminho para o Sandbox de privacidade na Web. Em vez de descontinuar os cookies de terceiros, vamos lançar uma nova experiência no Chrome que permite que as pessoas façam uma escolha informada que se aplica a toda a navegação na Web e que pode ser ajustada a qualquer momento. Estamos discutindo essa nova abordagem com as autoridades reguladoras e vamos interagir com o setor quando formos liberar a mudança. 

    Veja mais detalhes em Atualização do Sandbox de privacidade

     

    

  • Captura de links do usuário em PWAs back to top 

    Os links da Web direcionam automaticamente os usuários para os apps instalados. Para que os apps instalados tenham o comportamento que os usuários esperam, o Chrome vai facilitar a alternância entre o navegador e os apps da Web instalados. Quando o usuário clica em um link que pode ser acessado por um app da Web instalado, o Chrome adiciona um ícone à barra de endereço para sugerir o uso do app. Quando o usuário clica no ícone, o app é iniciado diretamente ou uma grade de apps compatíveis com esse link é aberta. Para alguns usuários, clicar em um link sempre abre o app automaticamente.

    • Chrome 121 no Linux, Mac e Windows: quando alguns usuários clicam em um link, ele sempre é aberto em um PWA instalado. Já para outros usuários, o link é aberto em uma nova guia com um ícone na barra de endereço, e eles clicam no ícone para iniciar o app. Para controlar esse recurso, há uma flag disponível: chrome://flags/#enable-user-link-capturing-pwa.
    • Chrome 130 no Linux, Mac e Windows: vamos lançar para 100% das versões Stable com um padrão ativado (sempre iniciar apps após cliques no link) ou desativado (sempre aberto em uma guia, só iniciar se o usuário clicar no ícone na barra de endereço).

     PWA links

     

    

  • Verificações de acesso à rede privada para solicitações de navegação: modo somente aviso back to top 

    Antes de um site A navegar para outro site B na rede privada do usuário, esse recurso faz o seguinte:

    1. Verifica se a solicitação foi iniciada a partir de um contexto seguro.

    2. Envia uma solicitação de simulação e verifica se B responde com um cabeçalho que permite acesso à rede privada.

    Já existem recursos para sub-recursos e workers, mas este é específico para solicitações de navegação. Essas verificações protegem a rede privada do usuário.  

    Como esse recurso está no modo somente aviso, as solicitações não vão ser interrompidas se alguma das verificações falhar. Em vez disso, será exibido um aviso no console do DevTools para ajudar os desenvolvedores a se prepararem para a aplicação da política.

    • Chrome 130 no Windows, Mac, Linux e Android
     

    

  • Avisos de formulário não seguro no iOS back to top 

    O Chrome 125 começou a bloquear os envios de formulário de páginas seguras para páginas não seguras no iOS. Quando o Chrome detecta um envio de formulário não seguro, ele mostra um aviso pedindo para o usuário confirmar o envio. O objetivo é evitar o vazamento de dados de formulários em texto simples sem a aprovação explícita do usuário. A política InsecureFormsWarningsEnabled está disponível para controlar esse recurso e vai ser removida no Chrome 130.

    • Chrome 125 no iOS: lançamento do recurso
    • Chrome 130 no iOS: a política InsecureFormsWarningsEnabled será removida
     

    

  • Integração da telemetria da extensão do Chrome com o Chronicle back to top 

    A partir do Chrome 131, vamos começar a coletar dados relevantes de telemetria de extensão no Chrome, referentes a perfis e dispositivos gerenciados, e enviá-los para o Chronicle. O Chronicle vai analisar os dados para fornecer análise instantânea e contexto sobre atividades de risco.

    • Chrome 131 no Chrome OS, Linux, Mac e Windows
     

    

    

  • Encapsulamento de chaves X25519Kyber768 para TLS back to top 

    A partir do Chrome 124, o Chrome ativa por padrão em todas as plataformas de computadores um novo mecanismo de encapsulamento de chaves TLS seguro pós-quântico X25519Kyber768, com base em um padrão NIST (ML-KEM). Isso protege o tráfego de rede do Chrome com servidores que também são compatíveis com o ML-KEM da descriptografia por um futuro computador quântico. Isso é exposto como um novo pacote de criptografia TLS. O TLS negocia automaticamente as criptografias compatíveis, então essa alteração deve ser transparente para os operadores do servidor. Essa criptografia será usada para conexões TLS 1.3 e QUIC.

    No entanto, algumas middleboxes TLS podem estar despreparadas para o tamanho de um encapsulamento de chaves Kyber (ML-KEM) ou um novo ponto de código de criptografia ClientHello do TLS, levando a conexões descartadas ou suspensas. Para resolver isso, atualize o middlebox ou desative o mecanismo de encapsulamento de chave com a política corporativa temporária PostQuantumKeyAgreementEnabled, disponível até o fim de 2024. No entanto, criptografias pós-quânticas de longo prazo serão necessárias no TLS, e a política empresarial será removida. A criptografia pós-quântica é necessária para o CSNA 2.0.

    Para mais detalhes, consulte esta postagem do blog do Chromium.

    • Chrome 124 no Windows, Mac, Linux
    • Chrome 135 no Android
     

    

  • Provedor de framework de acessibilidade de automação de interface no Windows back to top 

    A partir do Chrome 126, o Chrome passará a oferecer suporte direto ao software cliente de acessibilidade que usa o framework de acessibilidade de automação de interface do Microsoft Windows. Antes dessa mudança, esse software interoperava com o Chrome por meio de um paliativo de compatibilidade no Microsoft Windows. Essa mudança está sendo feita para melhorar a experiência do usuário acessível para muitos usuários. Ele oferece suporte completo para Narrador, Lupa e Acesso por voz. e melhorará apps de terceiros que usam o framework de acessibilidade de automação de interface do Windows. Os usuários do Chrome perceberão que o uso de memória e a sobrecarga de processamento foram reduzidos quando usados com ferramentas de acessibilidade. Isso também facilitará o desenvolvimento de software usando tecnologias assistivas.

    Os administradores podem usar a política corporativa UiAutomationProviderEnabled, disponível no Chrome 125, para forçar a ativação do novo provedor (para que todos os usuários recebam a nova funcionalidade) ou desativá-lo. Essa política vai estar disponível até o Chrome 136 e será removida no Chrome 137. Esse período tem como objetivo dar às empresas tempo suficiente de trabalhar com fornecedores terceirizados para que possam corrigir incompatibilidades resultantes da mudança do paliativo de compatibilidade da Microsoft para o provedor de Automação de interface do Chrome.

     
    • Chrome 125 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled foi lançada para que os administradores possam ativar o provedor de framework de acessibilidade de automação de interface do Chrome e validar se as ferramentas de acessibilidade de terceiros continuam funcionando.
    • Chrome 126 no Windows: a estrutura de variações do Chrome será usada para começar a ativar o provedor de acessibilidade de automação de interface do Chrome para os usuários. Ele será ativado progressivamente para todos os usuários estáveis, com pausas conforme necessário para resolver problemas de compatibilidade no Chrome. Os administradores corporativos podem continuar usando a política UiAutomationProviderEnabled para ativar antecipadamente o novo comportamento ou desativá-lo temporariamente no Chrome 136.
    • Chrome 137 no Windows: a política UiAutomationProviderEnabled vai ser removida do Chrome. Todos os clientes vão usar o provedor do framework de acessibilidade de automação de interface do navegador.

 

Próximas mudanças no ChromeOS

   

  • Atualização do atalho de teclado para a função Selecionar para ouvir back to top 

    Nos Chromebooks, o atalho de teclado Selecionar para ouvir (Pesquisa + s) agora funciona quando é pressionado pela primeira vez. A partir do ChromeOS 129, não será mais necessário ativar essa opção em Configurações > Acessibilidade > Conversão de texto em voz > Selecionar para ouvir. Uma caixa de diálogo vai aparecer confirmando que você quer ativar o recurso Selecionar para falar na primeira vez que pressionar o atalho de teclado. 

     

    text to speak

     

   

  • Chrome Enterprise Premium para transferências de arquivos em Sessões de visitante gerenciadas back to top 

    A partir do ChromeOS 129, as organizações poderão estender a poderosa verificação e proteção de conteúdo e contexto do Chrome Enterprise Premium para arquivos locais no ChromeOS em Sessões de visitante gerenciadas. 

    Por exemplo, um arquivo perdido contendo números de CPF ou CNPJ é bloqueado instantaneamente quando um usuário tenta copiá-lo para uma unidade externa, protegendo as informações confidenciais.

   

  • Eventos de janela do XDR do ChromeOS back to top 

    No ChromeOS 130, os eventos de foco da janela estarão disponíveis como parte da detecção e resposta estendidas (XDR, na sigla em inglês) no ChromeOS. Será possível recuperar uma janelas para atividades de foco de dispositivos na frota gerenciada simplesmente atualizando os eventos XDR no Admin Console!

   

  • Planos de fundo de IA generativa e de videoconferências back to top 

    A partir do ChromeOS 130, planejamos introduzir planos de fundo de videoconferência e de tela de bloqueio de IA generativa em alta resolução no ChromeOS. Com esse recurso, você pode liberar todo o potencial criativo e transformar o Chromebook em uma tela de expressão pessoal. Escolha entre uma variedade de modelos e, com apenas alguns cliques, personalize o Chromebook com sua personalidade, humor ou interesses. 

    Duas novas políticas estarão disponíveis para controlar esses recursos: GenAIVcBackgroundSettings e GenAIVcBackgroundSettings.

 

Próximas alterações no Admin Console

   

  • Relatórios de perfil gerenciado do navegador Chrome back to top

    O Chrome Enterprise Core vai apresentar novos relatórios de perfil gerenciado do navegador Chrome no Admin Console. Esse recurso vai incluir uma nova página de detalhes e novas fichas de perfil gerenciado. Nessas páginas, os administradores de TI vão encontrar informações de relatórios sobre perfis gerenciados, como detalhes do perfil, versões do navegador, políticas aplicadas e outros.

    • Chrome 130 no Android, Linux, Mac e Windows
     

   

  • Widget do Admin Console para controles de dados back to top

    Um novo widget de configurações no Admin Console permite que os usuários definam políticas de controle de dados para URLs específicos. 

    • Chrome 128 no ChromeOS, Linux, Mac e Windows
     

   

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