Veja a seguir um resumo dos padrões do setor para a medição de cliques e impressões, visibilidade e visualizações TrueView de vídeos.
O Google oferece versões traduzidas da Central de Ajuda, mas elas não têm a intenção de alterar o conteúdo das nossas políticas. A versão em inglês é o idioma oficial que usamos para aplicar essas políticas. Se quiser ver este artigo em outra língua, confira o menu suspenso de idiomas na parte de baixo da página.
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A certificação do Media Rating Council (MRC) vigente atesta os seguintes pontos:
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As diretrizes do setor foram desenvolvidas (em inglês) em um esforço coordenado do Interactive Advertising Bureau (IAB) e do Media Rating Council (MRC) para controlar como os cliques interativos de publicidade são medidos e como os cliques inválidos são detectados e gerenciados. Uma empresa de contador público certificado dos EUA (CPA, na sigla em inglês) foi contratada pelo MRC para fazer a auditoria dessas diretrizes.
Confira a seguir um resumo do processo de medição de cliques usado pelo Google Ads e pelo Google AdSense. Para mais recursos, acesse as diretrizes de medição de cliques do IAB/MRC (em inglês), que descrevem os padrões do IAB referentes a anúncios on-line.
Essa certificação comprova que a tecnologia de medição do Google está em conformidade com os padrões do setor para métricas interativas de publicidade e que os processos associados a essa tecnologia são precisos.
O escopo da certificação do Google Ads inclui o seguinte:
Auditoria de cliques do Google Ads
Campanhas: pesquisa e display
- Cliques
- Cliques inválidos
- Cliques de tráfego inválido geral (GIVT)
Ambientes: computador, app para dispositivos móveis e web para dispositivos móveis
No segundo trimestre de 2025, os cliques de GIVT foram enviados para acreditação, e o Google enviou as métricas acima para o escopo das campanhas de display (GDN) Geração de Demanda.
Auditoria de vídeos do Google Ads (relatório de visibilidade de vídeos)
Campanhas: vídeo e Geração de Demanda (incluindo leilão e reserva)
- Impressões
- Impressões inválidas
- Impressões mensuráveis
- Impressões não mensuráveis
- Impressões mensuráveis inválidas
- Impressões mensuráveis para tráfego inválido geral
- Impressões visíveis
- Impressões não visíveis
- Impressões visíveis inválidas
- Impressões visíveis para tráfego inválido geral
- Taxa mensurável
- Taxa de visibilidade
- Distribuição de impressões
- TrueView: visualizações
- Visualizações inválidas de TrueView
- Visualizações do TrueView para tráfego inválido geral
Ambientes: computador, app para dispositivos móveis, dispositivos móveis, web e smart TV
*As métricas de visibilidade de vídeo foram certificadas somente para computador e web/apps para dispositivos móveis.
*A Geração de Demanda só veicula vídeos in-stream puláveis.
*As campanhas de vídeo e Geração de Demanda incluem o YouTube e os Parceiros de Vídeo do Google (GVP).
No terceiro trimestre de 2026, o YouTube Shorts nas campanhas de vídeo foi credenciado para as seguintes métricas:
- Impressões
- Impressões inválidas
- Impressões de tráfego inválido geral
Ambientes: computador, app para dispositivos móveis, dispositivos móveis, web e smart TV
A certificação atesta que a tecnologia de medição de impressões e visibilidade de vídeos do Google obedece aos padrões do setor para a contagem de impressões de publicidade em vídeo e a medição das taxas de visibilidade.
O foco dessa auditoria são os sistemas de publicidade de pagamento por clique, impressões de vídeo, visualizações TrueView e visibilidade de vídeos do Google. Oferecemos soluções para dois públicos distintos: os anunciantes contam com o Google Ads, e os editores, com o Google AdSense e o YouTube.
Apenas o relatório de visibilidade de vídeos é submetido à certificação de métricas de vídeo do MRC.
Os anúncios do Google podem ser exibidos aos usuários por meio dos seguintes produtos ou serviços: AdSense para conteúdo (AFC), AdSense para domínios (AFD), AdSense para pesquisas (AFS), Ad Exchange (AdX), YouTube e Google.com.br. O AFC está relacionado a anúncios exibidos nas páginas de um site parceiro em que o contexto das informações na página é usado para determinar e exibir anúncios relevantes. O AFD refere-se a anúncios exibidos nas páginas de um domínio específico, onde o próprio nome de domínio é semelhante a uma consulta de pesquisa. O AdX está associado a anúncios exibidos em sites de parceiros participantes, onde o contexto da página e os lances em tempo real são usados para determinar e exibir anúncios relevantes. O YouTube está relacionado a anúncios exibidos na plataforma YouTube.com.br ou no app do YouTube, onde o contexto das consultas de pesquisa e vídeo é usado para determinar e exibir anúncios relevantes. O AFS e o Google.com.br estão relacionados a anúncios veiculados como resultados pagos dentro do contexto da consulta e dos resultados do mecanismo de pesquisa.
As soluções de publicidade do Google com base em impressões (mas não em vídeo), como o Google Marketing Platform e os sistemas que contabilizam cliques para fins não comerciais (a Pesquisa Google, por exemplo) estão fora do escopo dessa auditoria. Os sistemas de suporte e gerenciamento relacionados (como o Google Analytics) também não são contemplados pela auditoria. Além disso:
- O criador de relatórios do Google Ads e outras métricas de vídeo do painel não fazem parte do processo de certificação.
- Outros tipos de dispositivo também não estão no escopo.
- Os cliques de campanhas para apps e de vídeo não fazem parte do processo de certificação de cliques do MRC.
- A segmentação de métricas do painel, como informações demográficas que vão além dos totais das campanhas de pesquisa e display e da segmentação por tipo de dispositivo, não faz parte do processo de certificação do MRC.
- A métrica Visualização pública do YouTube não faz parte do processo de certificação e não está de acordo com a definição de visibilidade das diretrizes de impressões visíveis do MRC.
A metodologia de medição tem como base todas as atividades de clique registradas e não usa amostragem para fins de contagem de cliques. O Google segue estritamente apenas a etapa 2.2 do ciclo de referências de cliques (cliques medidos) do IAB. Quanto ao ciclo de referência de cliques, o Google Ads registra o clique e envia um redirecionamento HTTP 302 sem cache para o navegador com base na localização estabelecida pelos anunciantes para o anúncio específico. Essas ações acontecem depois que o Google Ads recebe a transação inicial do clique pelo servidor de redirecionamento de anúncios. Isso constitui um clique medido.
As métricas de clique informadas para o Gmail e o Google Maps usam duas metodologias de medição: uma de clique (para o site ou a página de destino do anunciante) e uma no bloco (redirecionamento para outra página).
Um clique em um anúncio no Gmail é informado após o primeiro clique de um usuário. Normalmente, é o clique na linha de assunto do e-mail que abre o anúncio expandido, mas também pode ser um clique na imagem inline nos formatos mais recentes, que vai direto para o site do anunciante. A metodologia de medição de cliques é igual para todos os tipos de dispositivo (computadores, smartphones e tablets), aplicativos para dispositivos móveis e navegadores.
Para os anúncios do Google Maps, um clique é informado nos casos de:
- pesquisa patrocinada,
- call-to-action "Visitar site" no anúncio de pesquisa, ou
- sugestão patrocinada, que é um clique no bloco.
Além disso, no momento, o acompanhamento paralelo é obrigatório para campanhas de pesquisa, do Shopping, de display e de vídeo. Esse recurso encaminha os clientes do anúncio para o URL final (página de destino) sem direcioná-los para os URLs de rastreamento primeiro. Enquanto isso, a medição de cliques ocorre em segundo plano.
Os anúncios podem ser veiculados em dispositivos móveis compatíveis com o SDK dos anúncios para dispositivos móveis do Google. Consulte a lista de plataformas compatíveis no momento.
Uma limitação conhecida desse método de medição de cliques é que uma interrupção na rede pode fazer com que um usuário que recebeu um redirecionamento 302 não consiga abrir o site do anunciante.
A metodologia de medição usada é o método de vários cliques por impressão. Consequentemente, para evitar a medição inadequada de erros de navegação (por exemplo, vários cliques do usuário), é imprescindível que o tempo entre um determinado clique e um clique anterior na impressão do anúncio seja superior a um período específico.
Os registros são gerados e processados em tempo real, armazenando todos os dados associados a transações HTTP observadas. São usadas diversas técnicas variáveis e heurísticas para implementar os sistemas de filtragem de cliques. Elas não serão enumeradas aqui por motivos de segurança.
Tanto o Google quanto os parceiros dele exibem anúncios aos usuários. No entanto, o Google controla e executa os processos relacionados à medição e geração de relatórios sobre atividades de cliques para os anunciantes. Quando um usuário clica em um anúncio (não importa se exibido pelo Google ou por um parceiro) em qualquer produto que faça a veiculação, o Google Ads acompanha a atividade pelos servidores de redirecionamento de anúncios.
A medição de atividades de cliques tem como base a metodologia de medição de cliques do Google Ads, que usa uma infraestrutura de tecnologia para gerenciar e monitorar os eventos de clique. Um clique é registrado (medido) quando o Google Ads recebe um clique iniciado e envia ao usuário um redirecionamento HTTP 302 para a página de destino ou site do anunciante (ou outro servidor intermediário, como um agente do anunciante). Esses eventos de clique medidos são registrados em um sistema de arquivos de eventos. Os arquivos de registros de dados são então acumulados, editados e compilados por processos totalmente automatizados para contabilizar cliques e gerar relatórios para os anunciantes. O processo de edição inclui o processo de filtragem de dados errôneos ou corrompidos, tráfego identificado de fontes não humanas (incluindo robôs e outros processos automatizados) e outras atividades identificadas de cliques inválidos. Os cliques filtrados são considerados inválidos, o que significa que eles não resultam em cobrança para o anunciante. O Google gera relatórios de cliques que podem ser acessados pelos anunciantes.
As medições de cliques podem ser informadas de forma agregada de acordo com a localização geográfica (não sujeitas a certificação do MRC) e tipo de dispositivo. A localização geográfica tem como base o endereço IP do usuário ou um local fornecido pelo publisher (que precisa ter permissão do usuário para fornecer tal local). Vale destacar que parte do tráfego pode ser roteado por servidores proxy dos provedores de serviço. Portanto, é possível que ele não corresponda ao local real do usuário, como ocorre quando operadoras de celular roteiam tráfego por proxy. A classificação do tipo de dispositivo (computadores, tablets e smartphones) tem como base as informações das bibliotecas com cabeçalho HTTP operadas pelo Google.
Em algumas implementações do Google AdSense, os parceiros renderizam anúncios nos próprios sites de acordo com as próprias regras de formatação e design, além de controlarem a área clicável ao redor do anúncio. Nessas implementações, o ajuste dessa área não é controlado pelo Google. Em implementações padrão do Google AdSense, o Google controla a área clicável e renderiza a impressão do anúncio diretamente para o usuário final.
Com o Google Ads, os usuários podem criar campanhas de vídeo, fazer o upload de criativos e gerenciá-los, além de definir estratégias de lances e a segmentação correspondente para a campanha. O conteúdo dos anúncios em vídeo do Google Ads precisa estar hospedado no YouTube. No entanto, esses anúncios podem ser exibidos não apenas no YouTube, mas também em apps e sites de parceiros de vídeo na Rede de Display do Google (GDN).
Criado pelo Google, o Kit de Desenvolvimento de Software do Interactive Media Ads (SDK do IMA) é integrado diretamente ao player de vídeo do YouTube, ao app do YouTube para dispositivos móveis ou aos sites e apps de parceiros de vídeo. Ele facilita a comunicação entre os players de vídeo e o servidor de anúncios para contabilizar vídeos. O Google mantém 2 versões do SDK do IMA: uma compatível com Flash e outra com HTML5. O SDK do IMA é um Modelo de Veiculação de Anúncio em Vídeo (VAST) disponível nas versões 2.0, 3.0 ou 4.0. Ele tem um sistema de implementação de tag que atende aos requisitos da certificação e é usado para medir o conteúdo de anúncios em vídeo lineares e não lineares. Dessa forma, é possível veicular e rastrear anúncios em vídeo digitais. Além disso, o SDK do IMA é compatível com a versão 2.0 da Interface de Veiculação de Anúncios no Player de Vídeo (VPAID, na sigla em inglês), que permite a comunicação entre o anúncio em vídeo e o player, e com a Playlist de Vários Anúncios em Vídeo (VMAP), que possibilita a reprodução de diversos anúncios no conteúdo.
Todos os anúncios em vídeo do YouTube incluídos no relatório de visibilidade de vídeos são veiculados no formato in-stream ou no YouTube Shorts. Para as impressões de anúncios em vídeo, é usada a metodologia de medição "count-on-begin-to-render". Quando implementadas corretamente pelo publisher de conteúdo do anúncio em vídeo, as soluções do SDK do IMA do Google Ads obedecem aos requisitos das diretrizes de impressão de vídeo no que diz respeito ao início do evento de medição pós-buffer. As visualizações TrueView costumam ser chamadas de "puláveis" porque têm um botão "Pular", permitindo que os usuários ignorem o anúncio após 5 segundos e visualizem in-streams (anúncio precedente, intermediário ou final) de um vídeo. Elas têm o formato de custo por visualização: o anunciante só paga quando o usuário vê o anúncio. Essas visualizações não estão relacionadas à visibilidade. Você paga quando um espectador assiste a 30 segundos do seu vídeo (ou o vídeo inteiro, se for menor que isso) ou interage com ele, o que ocorrer primeiro. Uma visualização TrueView é definida das seguintes maneiras:
TrueView in-stream
- Assistir durante 30 segundos (incluindo os primeiros 5 segundos obrigatórios) ou até o fim, se o anúncio for menor que isso
- Interagir com o anúncio para clicar e acessar o site do anunciante. Saiba mais sobre métricas de visualização e anúncios do YouTube.
*Não material, então não é incluído na auditoria de certificação do Media Rating Council (MRC). Atualmente, as interações não materiais acima representam apenas 1,5% do tráfego total de visualizações TrueView para campanhas do YouTube.
As interações TrueView in-stream acima correspondem a 3% do tráfego total de visualizações TrueView para campanhas de parceiros de vídeo do Google (GVP, na sigla em inglês).
As ações que não são consideradas visualizações incluem cliques nestes locais:
- Anotações
- Gostei (positivo)
- Tela cheia
- Programação InVideo (não veiculada em visualizações TrueView)
- Marca-d'água
- Botão "Pular"
Quando um anunciante recebe uma cobrança por uma visualização, como mostrado na UI do Google Ads, uma visualização também incrementa a contagem pública de visualizações do YouTube.com.br.
Após o recebimento do evento de medição, o Google mantém o controle do processamento e relatório posteriores. O Google Ads usa uma combinação de dados de SDK do user agent e de apps para dispositivos móveis de origens internas e externas para classificar os tipos de dispositivo. O Google Ads não recorre a terceiros para fazer a classificação.
Em algumas situações, a reprodução contínua é um fator, como quando a reprodução automática está ativa ou o usuário está visualizando um vídeo em uma playlist. Nesses casos, há certas regras a serem seguidas. Ao usar o Wi-Fi, a reprodução contínua é interrompida automaticamente após 4 horas. Com uma rede móvel, ela é interrompida em caso de inatividade por 30 minutos. Atualmente, o Google quantifica publishers GVP que usam reprodução contínua (o volume de tráfego é de 2,3%). O volume de 17,6% do tráfego dos GVPs é definido como reprodução contínua. Cerca de 24% do tráfego de vídeo é reproduzido automaticamente. Saiba mais sobre vídeos de reprodução automática.
Conforme indicado pelo Google, os anúncios complementares de display são medidos separadamente das impressões de anúncios em vídeo e não são incluídos no relatório de visibilidade de vídeos do Google Ads. Sendo assim, a medição e os relatórios de anúncios complementares de display não estão no escopo desse engajamento.
O Google Ads usa a descrição de metodologia do Active View para avaliar a visibilidade dos vídeos, conforme informado na plataforma de relatórios do Google Ads. Ele contabiliza uma impressão de vídeo visível quando pelo menos 50% do criativo do anúncio aparece na área visível do navegador/app de um usuário por 2 segundos contínuos. No entanto, no formato "Anúncios em vídeo vertical", o Google Ads mede a visibilidade do player, e não do criativo. Os anunciantes precisam ativar esse formato.
Para tentar identificar e filtrar as ocorrências gerais e sofisticadas de tráfego inválido, o Google usa identificadores, atividades e padrões de forma contínua e com base em dados. Esse processo de identificação e filtragem se concentra nos cliques e nas impressões de vídeo e inclui atividades não humanas e suspeitas de fraude. No entanto, nem sempre o publisher, o anunciante ou os respectivos agentes conseguem identificar os usuários ou as intenções deles. Então, é improvável que exista uma maneira proativa de identificar e excluir todo o tráfego inválido dos resultados fornecidos. Para evitar que os processos de filtragem do tráfego inválido sejam comprometidos ou afetados por engenharia reversa, outros detalhes dos procedimentos específicos de filtragem (além daqueles incluídos aqui) são revelados somente para os auditores como parte do processo de auditoria.
Na filtragem, são usados dois métodos: identificação específica (incluindo arquivos de instruções de robôs, listas de filtragem e atividades de teste de publishers) e filtragem com base em atividade (incluindo análise de várias atividades sequenciais, atividade discrepante, atributos de interação e outras atividades suspeitas).
Além disso, os seguintes parâmetros se aplicam à metodologia de filtragem:
- A filtragem de terceiros não é usada pelo Google.
- Os arquivos de instruções de robô (robots.txt) são usados.
- Fontes usadas para identificação de atividades de origem não humana: o Google usa a lista internacional de robôs e indexadores do IAB/ABCe, além de filtros adicionais com base em atividades de robôs anteriores. O Google também usa o arquivo de exclusão da lista de robôs do IAB.
- Processos de filtragem com base em atividades: a identificação com base em atividades envolve realizar certos tipos de análise de padrões, procurando comportamentos que apresentam probabilidade de serem identificados como tráfego de origem não humana. A Equipe do Google de Qualidade de Tráfego dos Anúncios tem sistemas para identificar atividades suspeitas e realiza essa filtragem com base em atividades de forma adequada.
- Toda filtragem é executada após a atividade e de forma passiva. Ou seja, o usuário (navegador ou robô) recebe a solicitação sem indicação de que o tráfego foi sinalizado ou será filtrado e removido. O Google não quer dar nenhuma indicação ao user agent de que a atividade dele acionou algum dos mecanismos de filtragem do Google. Em alguns casos, quando a solicitação de anúncio pode gerar atividades inválidas, o bloqueio de front-end também é usado. Historicamente, menos de 2% das solicitações de anúncios são bloqueadas.
- Foram implementados processos para remover atividade de pré-busca autodeclarada.
- Disponibilizamos métodos para os publishers testarem os cliques e as impressões de vídeo. Por exemplo, é possível adicionar uma tag específica a uma solicitação de anúncio para indicar que a solicitação serve como teste e não deve ser contabilizada para fins de faturamento ou contagem oficial.
- Quando são identificados erros ou inconsistências, os processos corrigem esses dados, e os anunciantes são reembolsados. Esses reembolsos são refletidos nos resumos de faturamento. Os arquivos de registro raramente são corrompidos. Caso isso ocorra, existem processos para recuperá-los.
- Implementamos processos para remover a atividade dos endereços IP internos do Google.
- As regras e os limites de filtragem são monitorados constantemente. Eles podem ser alterados de forma manual e atualizados de modo automático regularmente.
Todos os parceiros que exibem anúncios do Google Ads nos respectivos conteúdos precisam seguir as políticas do programa, que proíbem atividades inválidas. Saiba mais sobre as políticas do programa AdSense.
O Google filtra o tráfego inválido continuamente e realiza análises dos parceiros de negócios que recebem um grande volume de tráfego inválido. Os parceiros que receberem altos volumes de tráfego inválido com regularidade poderão ter as contas suspensas ou encerradas.
O Google Ads informa o número total de cliques e impressões e os subconjuntos desses dados, como cliques, impressões e taxas de cliques, por campanha, grupo de anúncios e palavra-chave para os anunciantes, além de informações semelhantes que correspondem às estatísticas do site para os publishers. O escopo do processo de auditoria abrange os relatórios de cliques e anunciantes do Google Ads. Esses números podem variar ao longo do mês e não são finalizados até que sejam congelados no final do mês. Depois desse período, os cliques registrados não serão ajustados. No entanto, se o Google considerar adequado, os anunciantes receberão créditos.
O Google Ads inclui um recurso para que os anunciantes encontrem o número total de cliques diários filtrados (marcados como inválidos) de cada campanha. O Google Ads não traz informações separadas sobre os volumes totais de tráfego inválido sofisticado e geral com o objetivo de evitar que esses dados passem por engenharia reversa para otimizar o tráfego inválido. A estimativa é de que cerca de 80% do total de cliques inválidos seja proveniente de tráfego inválido geral.
São usados procedimentos de teste de unidade amplos para garantir a precisão dos dados registrados nos front-ends do Google Ads e do Google AdSense. Esses são os principais mecanismos usados para garantir que os dados dos bancos de dados de back-end sejam transmitidos de forma precisa em relatórios voltados ao usuário. Além disso, o feedback dos usuários é cuidadosamente monitorado para encontrar e corrigir eventuais erros que cheguem até a versão final. Uma série de sistemas automatizados asseguram o funcionamento adequado de todas as máquinas e softwares que fornecem dados para os usuários do Google Ads. No entanto, o conteúdo dos relatórios é verificado principalmente pelo feedback de usuários e pelos testes de unidade mencionados acima.
Os registros eletrônicos relacionados às atividades de cliques são armazenados por tempo indeterminado. No entanto, 2 campos de dados (endereços IP e IDs de cookies) são anonimizados depois de um determinado período (9 e 18 meses, respectivamente).
É possível calcular as métricas de cliques brutos a partir dos dados nos relatórios de cliques válidos e inválidos (GIVT e SIVT).
As métricas do painel apresentadas fora dos totais das campanhas de pesquisa e display com base em cliques e da segmentação por tipo de dispositivo não são enviadas para certificação do MRC.
Cliques da pesquisa provenientes de smart TVs, dispositivos desconhecidos e outros tipos, que não tem acreditação pelo Media Rating Council (MRC), podem se misturar às métricas certificadas de cliques em computadores e totais nos painéis de relatórios do Google Ads. A estimativa é de que o tráfego de tipos de dispositivos não certificados seja inferior a 1% do tráfego de cliques da pesquisa.
Os cliques de display de anúncios que não são gráficos podem ser combinados com cliques de display certificados de anúncios gráficos e com as métricas de cliques totais nos painéis de relatórios do Google Ads.
O Google Ads informa o número total de impressões visíveis de vídeo, as métricas de visibilidade (descritas abaixo) e os subconjuntos desses dados aos anunciantes.
O escopo da certificação do MRC inclui apenas as métricas do Google Ads listadas no relatório de visibilidade de vídeos somente para download. Outros relatórios de impressões de vídeo e métricas de visibilidade nas ferramentas de front-end não estão incluídos na certificação, como o front-end dos relatórios de campanhas.
As métricas no relatório de visibilidade de vídeos disponível por download indicam o valor líquido total de tráfego inválido geral (GIVT) e tráfego inválido sofisticado (SIVT, ambos na sigla em inglês) registrado nos seguintes ambientes: computador e web/app para dispositivos móveis. O relatório também apresenta métricas de GIVT referentes aos cliques. Estima-se que aproximadamente 79% do tráfego total de impressões de vídeo inválidas e 18% do total de visualizações de TrueView inválidas sejam provenientes de tráfego inválido geral. Devido à natureza da implementação do formato de anúncio das visualizações TrueView, a porcentagem de GIVT será menor. As métricas de GIVT para cliques e vídeos do Google Ads não são certificadas pelo MRC. Essas métricas foram enviadas e estão aguardando a certificação para computador e web/apps para dispositivos móveis.
As métricas dos formatos de anúncio em vídeo a seguir são coletadas e incluídas no relatório de visibilidade de vídeos para anúncios veiculados no YouTube e na Rede de Display do Google. Todos os outros formatos que não estão descritos abaixo são excluídos do relatório de visibilidade de vídeos, incluindo os anúncios veiculados no app do YouTube Kids para dispositivos móveis.
- Anúncios in-stream puláveis: têm duração de cinco segundos ou mais e são exibidos antes, durante ou depois de outros vídeos, podendo ser pulados depois de 5 segundos. As visualizações TrueView só estão disponíveis no formato de anúncios in-stream puláveis.
- Anúncios bumper: têm de 5 a 6 segundos de duração e são veiculados antes, durante ou depois de outros vídeos, e os espectadores não têm a opção de pular o anúncio.
- Anúncios in-stream não puláveis: podem ter até 15 segundos de duração e ser veiculados antes, durante ou depois de outros vídeos, e os espectadores não têm a opção de pular o anúncio.
- Shorts: anúncios gráficos ou em vídeo verticais de 10 a 60 segundos que aparecem no feed do YouTube Shorts entre os vídeos orgânicos. É possível pular esses anúncios. Os espectadores podem deslizar para cima ou para baixo e passar para o próximo vídeo, assim como na experiência orgânica dos Shorts. Os anúncios podem ficar em loop até que o espectador deslize.
As posições de anúncios in-stream de GVP veiculadas em apps para dispositivos móveis são as seguintes:
- Posições in-stream do SDK do IMA (por exemplo, um anúncio precedente em um stream da Paramount+)
- Anúncios premiados de apps (por exemplo, um anúncio em vídeo em tela cheia que dá ao usuário uma vida extra em um jogo)
- Intersticiais de apps (por exemplo, um anúncio em vídeo em tela cheia que aparece antes de uma fase no Candy Crush)
Os dispositivos de smart TV certificados para reproduzir conteúdo do YouTube precisam informar o app quando ele não estiver visível, como quando o usuário troca a entrada HDMI ou desliga o aparelho. Assim, o YouTube interrompe a reprodução do vídeo e a veiculação de anúncios. Essas proteções se aplicam ao app YouTube, exceto em alguns casos raros, como o GVP. Para o GVP, o Google se baseia na detecção de inatividade para classificar as impressões de "TV desligada" como IVT. Há planos para trabalhar com o IAB e desenvolver padrões que aprimorem essa detecção. Não há limitação na medição da latência.
O Google usa técnicas de machine learning supervisionado1 usando métodos como a classificação (abordagem de rede neural), em que o modelo prevê o tráfego inválido (IVT) tomando uma decisão sim/não sobre a validade de um evento, e a regressão logística, em que o modelo atribui pontos a várias atividades e, em seguida, toma uma decisão de IVT com base nos limites dessa pontuação. Os modelos de machine learning supervisionado também podem usar os métodos de árvore e de gráfico.
As fontes de dados usadas no aprendizado de máquina incluem registros de consultas e interações ("registros de anúncios"), dados não incluídos nos registros que podem ser agregados aos registros de anúncios, além de vários indicadores reservados complementares. O Google usa centenas de fontes de dados de vários tamanhos, e o total de registros por origem varia de milhares a trilhões, dependendo daquela que for escolhida. Os modelos com base no tráfego precisam ser avaliados com pelo menos sete dias de tráfego servindo como dados de entrada.
Para defesas ativas, o Google aplica procedimentos de monitoramento de indicadores de tráfego (dados de treinamento) que alimentam os modelos, o que dispara alertas de intervenção humana quando determinados limites não são atendidos. Dessa forma, espera-se uma redução mínima, se houver, na precisão dos resultados.
Os modelos são continuamente aprimorados, e o desempenho deles é avaliado com regularidade e constância. Assim, como acontece com os procedimentos de monitoramento acima, temos uma redução mínima, se houver, na precisão dos resultados.
Os vieses nos dados de treinamento e avaliação de machine learning são mínimos. Se fossem significativos, a defesa de IVT não seria aprovada. Todos os projetos de aprendizado de máquina ("lançamentos") passam por uma revisão completa das funções antes de serem aprovados. Como parte desse processo, os vieses do modelo e dos dados correspondentes são avaliados, e os projetos precisam atender a critérios predeterminados de qualidade de tráfego de anúncio antes de serem aprovados. O monitoramento contínuo é aplicado para detectar o surgimento de vieses nos modelos, o que aciona alertas, além de procedimentos de avaliação, análise e atualização deles.
O Google aplica uma combinação de técnicas de machine learning ou intervenção humana em todo o tráfego. Para algumas defesas, o Google usa a geração de leads com base no ML e depois a revisão humana. Outras começam com a revisão humana dos dados e usam o ML para generalizá-los. Nossa aplicação de machine learning e técnicas de intervenção humana está evoluindo, e o uso muda com base em diversos critérios, incluindo alertas, encaminhamentos dos casos e variações orgânicas nos tipos de tráfego inválido que podem surgir. Assim, a distribuição não é fixa, e o nível de confiança no machine learning e na revisão/intervenção humana muda com o tempo.
1O machine learning supervisionado usa dados de entrada e saída rotulados, o que significa que há uma expectativa sobre os resultados de um modelo de aprendizado de máquina.